maxilares

Você nem é tão bonito.

Para ser sincera você é cheio de defeitos, é aquele tipo de pessoa maravilhosa de longe mas que ao chegar perto você percebe as imperfeições, é o patinho feio dos contos de fadas, o plebeu, você tem aquele sorriso maravilhoso mas que esconde um dentinho troncho, lindos olhos mas com aquele pequeno desvio, o teu nariz é maior do que o normal, a tua boca é torta e teu cabelo tem uma leve falha, teu maxilar é perfeito para mim, mas os pelos ainda ralos da tua barba atrapalham a beleza, você não é lá essas coisas, não é um galã de novela, nem um deus grego, seu físico não é impecável e sua voz falha quando está nervoso. Teu coração também não é lindo, é todo quebrado, cheio de marcas que a vida deixou em você, cheio de feridas ainda não curadas e de amores inacabados, por dentro você também é assim imperfeito, mas foi exatamente tudo isso que me deixou completamente apaixonada por você, porque o meu coração despedaçado encontrou o seu e o amou, encontrou o seu e percebeu que as nossas imperfeições fazem que sejamos perfeitos um para o outro.

Los signos y como se ven*

Revisar solar y  ascendente.

*Esto no es algo que se deba tomar muy en cuenta pues en ello influyen muchas otros factores como la genética*

Aries: Es posible encontrarle algún lunar o cicatriz en la cabeza o en la cara, así como que tengan los rasgos muy bien definidos, es muy probable que el pelo tenga un tinte rojizo a la luz del sol, tanto hombres como las mujeres tienen normalmente hombros anchos.

Leo:  Tienen una contextura de formas alargadas, musculatura delgada, con proporciones elegantes y armoniosas. Confiere agilidad y rapidez de movimientos, un caminar con pasos amplios y regulares y su voz vibrante, fuerte y cálida. Su rostro posee una expresión altiva, noble y desapegada con formas estéticas y regulares. El pelo de este signo es oscuro o rubio con reflejos cobre, ondulado por lo general o liso a conciencia.

Sagitario:  Respecto a su físico, suelen ser personas altas o de altura media y complexión atlética y cuerpo bien formado. Los rasgos serán abiertos y joviales, como si invitaran a la amistad. Las manos son siempre grandes, su caminar es de grandes pasos manteniendo la cabeza hacia delante.  

Virgo:  Son de una contextura menuda y estatura más baja al promedio. Los rasgos del rostro son delicados y agradables, la nariz es de fosas nasales pequeñas y los labios delgados. Los ojos tienen una mirada penetrante y sus movimientos son controlados, ágiles y su andar es rápido, cuando se mueven lo hace con estilo y con vigor a pesar de su estilizada imagen y a pesar también de que puedan sentir toda clase de angustia interna que jamás exteriorizarán.

Tauro:  Poseen una altura media, contextura más bien robusta o fornida, su cuello es corto y grueso, los hombros anchos y las manos fuertes. Tiene un caminar firme y el conjunto corporal es armónico y estéticamente agradable. La boca y los labios son grandes y carnosos, la mandíbula pesada o de forma cuadrangular, las mujeres destacan por su mirada tranquila y serena. Se mueven con gracia pero sus movimientos ocultan una fuerza inquietante, por otro lados los hombres destacan por su pelo oscuro y rizado y sus pequeñas orejas.

Capricornio:  Su piel suele ser clara y su pelo lacio, fino y negro. Sus ojos son a menudo claros, pese a dar la contradictoria sensación de que deberían haber nacido con la piel y los ojos oscuros.
Por otro lado, su físico hace gala de su carácter serio y sensato y se caracteriza por ser robusto y resistente en la edad adulta.
Su voz destaca por ser suave y sedante además de muy persuasiva.

Piscs:  Las personas que pertenecen a este signo son fácilmente reconocibles por sus pies. Suelen ser más pequeños y delicados que los de la media, incluidos los de los varones,  La piel es de una suavidad de seda, el pelo fino, con frecuencia ondulado y por lo común claro. Ojos líquidos, de parpados pesados. Frecuentemente, aunque no siempre, serán un poco salientes y bulbosos, ojos que se imponen.

Cancer:  Existen dos tipos de personas en este signo, luna y cangrejo, las personas “luna”tiene el rostro redondo, la piel suave, la boca grande y sonriente, los ojos casi circulares. El segundo tipo es más común, cráneo bastante grande, de cejas salientes y pómulos altos.La mandíbula es pronunciada. Los ojos, pequeños, están generalmente muy apartados. Algunos son regordetes pero la gran mayoría tienen una estructura ósea marcada. Los brazos y las piernas pueden ser largos en relación con el resto del cuerpo, los hombros más anchos de lo habitual, y manos y pies o muy pequeños o muy grandes.

Escorpio:  Este signo otorga una altura medio-alta y un desarrollo normal de la musculatura. La cabeza tiene forma ligeramente cuadrangular y las extremidades inferiores son más cortas en proporción al tronco, las cejas son marcadas y tupidas, levemente prominentes y la boca es más bien ancha y el maxilar cuadrado. Tienen una mirada profunda y penetrante, la voz es fuerte, sensual y agradable. La piel de los Escorpio suele ser especialmente pálida lo que hace que sus espesas cejas aún destaquen más.

Libra:  Son siempre regulares y equilibrados, tendrán hoyuelos, por lo general, un par de ellos en cada mejilla, o uno en el mentón. La boca tiene generalmente el arco bien dibujado, las mujeres son casi invariablemente bonitas, y los hombres generalmente buenos mozos. La mayoría  tienden a mostrar curvas más bien que ángulos. Suelen tener el pelo rizado.

Acuario:  Son personas con  estatura media, cuerpo ágil con porte elegante, las extremidades inferiores son largas y delgadas. La frente es amplia y espaciosa, y la cabellera lacia y tupida, los ojos son muy grandes, expresivos y, a veces, con una mirada magnética y encantadora. El rostro muestra una combinación de rasgos poco comunes o diferentes a lo normal, es alargado, ovalado, carnoso y posee una piel delicada y cutis claro.

Géminis: Suelen tener un físico estilizado con extremidades algo más largas de lo habitual. Su mirada es además centelleante y cautivadora 7u7 
Los hay de pelo claro u oscuro y es más que probable que tengan una nariz bien formada, tanto si es larga y recta como si es diminuta y redondeada en la punta, son personas con cutis pálidos pero suelen broncearse con facilidad.

-Aliencompetitivo.

Você sempre está em silêncio, e quando eu começo a te fitar, você me pede pra parar porque diz ficar sem graça. Tudo bem, mas é nessa hora em que eu mais sinto tesão em te olhar. Você sempre solta seu melhor sorriso e fecha os olhos ao mesmo tempo, deixando suas cicatrizes visíveis, e elas são uma gracinha por sinal. Quando você volta a me olhar é como se os castanhos dos seus olhos quisessem me contar algo. Você contrai seu maxilar, e por ficar nervoso acaba me soltando, para usar seus próprios braços e mãos para se afagar. Mas não me solta não. Eu adoro me encaixar no seu peito. Quando eu finalmente desvio o olhar, seus ombros voltam a relaxar. Não tem como não querer te ver e observar. Você é lindo. E então você passa a me encarar, afasta meu cabelo pra trás e coloca as mãos sobre o meu pescoço me puxando lentamente para você. Paira sua boca entreaberta sobre a minha, e sei que você faz isso de sacanagem porque sabe que eu não vou resistir. Sua respiração me desestabiliza e eu vacilo quando tento falar. Você me beija com tanta intensidade que por uma fração de segundos me sinto única. Mas ambos sabemos que não sou.

Para os olhos castanhos que nunca vão ler.

sobre corações partidos

teu colo é definitivamente o espaço que eu não queria ter conhecido. não queria ter visto o brilho dos seus olhos nem teu maxilar trincado. não queria ter tocado a ruguinha entre suas sobrancelhas. não consigo parar de pensar nisso, e é o que mais dói, não poder seguir em frente. o foda é descobrir que nem mesmo com toda força de vontade eu poderia esquecer, porque meu álbum favorito do legião urbana também é “ainda é cedo” e o teu riso ainda é o melhor do mundo principalmente tua gargalhada no meio dos nossos beijos. era o orgasmo cerebral mais filha da puta quando você fechava os olhos ou quando você bebia água e sua garganta se movia pra cima e pra baixo fazendo os hematomas tomarem uma forma estranha de céu. e era isso que você me era, meu céu, meu sol e eu apenas plutão. e, porra, você tem um sistema inteiro, você é a estrela da minha vida e tu explodiu dentro de mim e me estilhaçou em milhões de pedacinhos e nem pareceu perceber. e eu te amo, te amo porque você me cantou i wanna be yours enquanto transávamos e porque tua cor favorita também é o laranja do céu entardecido e porque você ri, e porque você existe e está em algum lugar sendo o sol de outra pessoa e eu continuo sendo um planeta esquecido que até deixou de ser planeta. e eu te venero pelo esquecimento, você é bom até nisso. e isso é doentio porque eu te amo e é o amor mais desproporcional do mundo e eu te amo porque sua respiração rápida me excita como um artista é atraído por um da vinci. e você foi meu quadro raro encontrado, a arte abstrata da minha alma. e eu te amo pela saudade brutal que substitui o sangue que percorria minhas veias. te amo por cada lágrima, por cada rachadura, por cada toque, por cada olhar e por cada beijo e cada abraço apertado de que sinto tanta falta existe recomeço quando sequer teve um final?

Se..

Se os seus olhos não ficassem tão pequeninos, como se sorrissem junto com os lábios.
Se você não tivesse esse colo tão cálido, onde eu posso repousar meus medos, fechar os olhos e cair num sono sem pesadelos.
Se o seu maxilar não fosse tão marcado, não tivesse essa barba por fazer e essa pele de um tom tão atraente e pronunciado.
E como se tudo isso não bastasse, tem esse jeito paciente, mistura de erva doce e camomila. E nem reclama dessa louca que chega bagunçando a tua filosofia, tomando as suas horas, marcando seu pescoço, e seu dia. É que o mundo é tão hostil e o teu peito é um lugar tão bom de ficar, e eu quero ficar. Colar em você, respirar o mesmo ar, morar em você.

Nanda Marques

Reaction: Os encontrando somente de cueca/toalha

OBS: Oi bolinhos! Bom, queria dizer q adorei o pedido, mas não sei se o reaction ficou bom shuahsa Eu estava meio cansada quando o escrevi, então se não alcançar as expectativas, me desculpem e não desistam de mim shahsaush

• Jungkook • 

 O mais novo do grupo não teria problemas em lhe fazer ficar vermelha assim que você abrisse a porta do quarto em busca de seu casaco. 

 – Oh! - você diria um pouco assustada tampando o rosto - me desculpe Kookie!  

– Desculpar? - ele diria lhe empurrando para a cama - você queria me ver assim, não é? 

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s u n s h i n e.

  • oi. saudades de voces :’)
  • leiam e me digam o que acharam. eu realmente senti falta de escrever.

abracei meu próprio corpo em busca de proteção contra o frio da tarde e continuei a caminhar em direção a pequena vilazinha. sorri ao ver de longe a casa e procurei meu celular, mandando-lhe uma mensagem.

“sua porta. agora. muito frio.”

seus olhos, cansadínhos como de costume após um semestre intenso na faculdade, fizeram-me bambear. sorri para o pequeno e moreno corpo a minha frente, e peguei em sua mão, que estava estendida para mim.

— oi

ouvi ele murmurar em meu pescoço, puxando-me para dentro. deslizei minhas mãos em suas costas por dentro de sua blusa, e suguei seu perfuminho.

— oi carinho — murmurei sorrindo e entrelaçando meus dedos aos dele enquanto entrávamos na casa.

ao entrar logo fui bombardeada de abraços e beijos em minha bochecha. seu irmão mais novo, sorriu-me e apontou o video-game murmurando algo como “quero ver você me vencer nesse aqui”, fiz-lhe joinha e segui até à cozinha.

— s/n, querida! — sua mãe, uma adorável e linda mulher murmurou ao me ver, abraçando-me e deixando um beijo em minha bochecha. — quanto tempo! você tá com fome?

— faz um tempinho né? — sorri e apertei suas mãos. — nope. eu comi um lanche no caminho.

— lanche não é comida! — resmungou sorrindo e me dando um último beijo na bochecha. virou-se para ele dizendo — vão matar a saudade enquanto eu faço algo pra vocês comerem. seu pai já já chega.

seguimos pelo corredor até seu quarto. antes mesmo de entrarmos meu coração já estava disparado e minha cabeça girava a mil. a porta se fechou e seu corpo se encaixou no meu, num abraço cheio de carinho.

Deus, como eu sinto falta dele.

segurei em seu rosto, não enxergando quase nada pela falta de luz e acariciei seus lábios com a almofadinha de meu dedão.

— como vai minha futura psicóloga? — murmurou baixinho, segurando em minha mão e beijando-a levemente.

inclinei meu corpo, ficando na pontinha dos pés e dando um beijo em seus lábios. nosso primeiro beijo depois de meses.

— eu senti sua falta. — murmurou, procurando o interruptor e acendendo a luz. — eu preciso ver seu rosto. sinto falta dos seus olhos.

sorri e me sentei na cama, observando-o. estiquei meus braços pra que ele se aproximasse. entrelacei sua cintura e descansei meu rosto em seu estômago.

— você tá bem? — ouço ele perguntar e apenas sorrio, respondendo-o. — preciso tomar banho — anuncia e se senta ao meu lado — você vai no ensaio comigo?

me empulero em seu pescoço como uma pequena bebê coala e jogo minhas pernas em cima das suas.

— aham — mio sobre a linha de seu pescoço e ombro e arrasto minhas unhas sobre sua nuca.

com um lento, porém breve, beijinho nos lábios ele se levanta e vai até o banheiro.

sinto o movimento no quarto e logo em seguida o barulho de algo se chocando contra o chão. abro os olhos lentamente e tomo ciência da leve manta sobre meu corpo.

eu tinha apagado. capotado.

encarei seus olhos preocupados e culpados por terem me acordado, procuro por meu celular e vejo que não fazia tanto tempo que eu estava dormindo.

— você não ia me acordar é mocinho? — resmungo enquanto coloco meu coturno e o sigo para fora do quarto. — me perdoa. — sussurro baixinho em sua bochecha, fazendo-o rir.

— você deveria ficar aqui, descansando. — resmunga de volta, dando um leve beijo em meus lábios.

— eu quero te ver tocaaaar — choramingo e vejo sua mãe nos encarando

— querida, você quer algo? — pergunta-me enquanto seca as mãos no guardanapo.

— nope. — murmuro e sorrio — quero que seu filho pare de ser chatinho e me leve pro ensaio com ele.

faço bico e ele me encara divertido.

— meu deus, s/n! você é uma bebezinha birrenta.

— não sou não! — faço-lhe bico e vou até a sala. sento-me ao lado de seu irmão mais novo e deito minha cabeça em seu ombro — tu não cansa não, senhor?

— lá vem você com esses papos de mãe, s/n! — retruca e bagunça meu cabelo — não esqueci que eu ainda estou bravo contigo, moça.

— eish, bravo porque?

— você só vem aqui por causa do meu irmão e nem fala mais comigo! — reclama encarando a televisão e eu dou um beijo em sua bochecha ao ouvir seu pai anunciar que já estava saindo.

— me perdoa — resmungo em sua bochecha — juro que te compenso mais tarde.

saio da casa ouvindo ele murmurar  algo como “mentirosa”. entro no carro toda atrapalhada e tomando o máximo de cuidado pra não chutar seu instrumento e me empoleiro em seu pescoço, sugando seu perfuminho.

quando voltamos pra casa, todas as notas continuam a arder em minha cabeça. cada movimento minucioso de seus dedos e a vermelhidão em seu rosto enquanto todo seu fôlego se tornava melodia. percebo que o estou encarando admirada enquanto ele fala algo com seu pai e me retenho, rindo de mim mesma.

— que foi? — pergunta baixinho me olhando.

— lindo — resmungo fazendo uma careta enquanto falo. vejo seu rosto vermelhar gradualmente e sorrio com sua timidez — lindo. lindo. lindo demais.

— urg! — uma voz afrente de nós zune. sua irmã nos encara mostrando a língua — vocês são muito melosos.

— você continua sendo meu único e verdadeiro amor — respondo pra ela e a vejo se jogar no sofá ao lado, mostrando-me a língua.

com sua mão entrelaçada a minha, ele me guia até a cozinha e pede a mãe que prepare algo pra comer, eu resmungo em seu pescoço o quão preguiçoso ele é e sinto suas costas tremelicarem devido à sua risada. caminhamos de forma demorada o pequeno corredor até o quarto e nos enfiamos na escuridão do quarto.

— meu bem — murmuro baixinho em seu ouvido, enquanto minhas mãos acariciam seu cabelo — meu bem.

— hmm? — sussurra baixinho em meus lábios, sem que os toque. — oi, meu anjo.

— você é lindo — reclamo, sorrindo em seus lábios. — como pode alguém ser tão lindo? — sinto seus lábios morninhos tocarem os meus e sorrio, deslizo minhas mãos até sua bochecha e acaricio seus lábios com a almofadinha de meu dedos — o que é que tu viu em mim, uh?

seus movimentos tornam-se rígidos e ele arrasta-me até a cama, sentando-se e me puxando em seu colo.

— nunca, nunca mais pense nisso. — murmurou sério, segurando minha mão sobre seus lábios — estou com você porque você é uma pessoa maravilhosa, linda e muito inteligente. e além de tudo, porque me apaixonei por você. e isso deve bastar.

sorrio sem jeito e me inclino sobre seu corpo. arrasto meus lábios sobre os dele e puxo seu lábio inferior, chamando-o para um beijo. seus lábios macios e quentinhos tocam os meus e por um breve momento sinto-me a pessoa mais feliz do mundo.

e de repente, eu sou.

nossos lábios ainda se tocam de forma precisa e desesperada, quando sua irmã esmurra a porta e reclama seu nome.

— A mãe disse pra você ir comer! — resmunga e bate novamente na porta — Saia de cima da pobre coitada!

sorrio com seu comentário e me levanto, arrumando minha roupa.

enquanto ele se levantava e ia até a cozinha, cacei algumas roupas e tomei um rápido banho.

com a toalha em volta de meu corpo, me encarei no espelho enquanto deslizava o pente sobre meus cabelos.

estranhamente, eu me sentia a garota mais linda de todo o mundo. e não me questionei sobre tal sentimento. ele fazia com que eu me sentisse assim e não havia o porque questionar.

deslizei as roupas sobre meu corpo e empurrei a porta lentamente. seu corpo estava de certa forma jogado sobre a cama e com a tv ligada em alguma série na qual ele possivelmente tentou assistir. sorri com seu cansaço e me aproximei desligando a tv e me deitando ao seu lado.

abracei seu corpo e me aninhei em seu peito, sentindo seu peito subir e descer calmamente. seu corpo estava quentinho e seus braços me envolveram e seus lábios repousaram em minha testa.

— o que é que a senhorita está pensando? — sussurrou baixinho, arrastando as pontinhas dos dedos em minhas costas — uh?

— estava pensando em você. — retruco de forma sonhadora, dedilhando seu maxilar com os dedos — mais especificamente, em você tocando.

— e isso é bom?

— yuhum. — mio em sua bochecha — você é lindo tocando. — sinto seu rosto queimar e me aproximo de seus lábios — durante o ensaio, eu quis beijar você todinho.

sinto seus lábios sobre os meus. calmo. aconchegante. morno. macio.

sorrio e o beijo. beijo porque não consigo usar palavras.

beijo porque todo meu corpo queima por ele.

— você é lindo. — resmungo, em parte magoada. — é injusto você ser tão lindo assim.

ele gargalha. seu peito todo vibra. meu coração se aquece. e eu agradeço aos céus por poder amá-lo.

— vá dormir, s/n! — balbucia em meus lábios, selando meus lábios de forma protetora. — você não está fazendo sentido algum. vá dormir meu amor.

beijo-lhe mais uma vez e adormeço em seu peito.

“Eu amo você”, digo quase como um lembrete. No peito marcado e na insensatez que impede os dedos de se separarem do corpo do outro. Então nos dividimos e ainda assim permanecemos unidos, então dizemos frases racionais com as unhas cravadas um no outro como quem marca por medo do esquecimento. Temo me perder dos seus passos nas esquinas da cidade e você se busca na minha prosa para ver que seguimos na mesma frequência.
Te escrevo porque é tudo que tenho, é a forma mais bonita e minha de dizer gosto-muito-de-você, igual aquele autor que tanto gosta e evita ler porque é excesso tanto quanto eu. Digo todas essas coisas com as mãos no seu peito que é pra te sentir em cada palavra, e repito com a boca colada no seu maxilar que é pra você me sentir de volta. Nós somos o toque que aquece o peito e se esparrama pelas beiradas até preencher o vazio, não há alento melhor do que sentir a reciprocidade do outro lado.
Eu amo como quem separou trejeitos em cada verso por encaixar em detalhes meus, mas te viu tão imenso que já não cabe em codinomes. Seu inteiro me é mais bonito do que qualquer outro pedaço de vida.

(Você entende cada nuance e confissão nas entrelinhas, e sei que vai sorrir porque já sabemos a reação do outro de cor. Te sinto me aquecer até transbordar no peito, para logo depois te amar uma vez mais)

G.

Não é apenas sobre as veias dilatadas do seu antebraço, sobre seu sorriso no meio do nosso beijo, sobre quando você corta o seu cabelo e não tem como eu enrolar meus dedos nele pra te fazer cafuné, sobre suas mãos que me pegam pelo rosto e me puxam pra perto, sobre seu nariz e o meu em posição esquimó, sobre seus dedos que afagam minha pele e tiram meu cabelo do rosto, sobre sua voz mansa quando canta e diz “eu também não gosto de você”, sobre seus braços que me guardam dentro do seu abraço, sobre sua boca travessa me causando arrepios, sobre seus olhos castanhos me fitando de canto através do reflexo da televisão, sobre sua boca entreaberta na minha, sobre sua sobrancelha levantada e as ruguinhas que formam na sua testa quando eu falo algo idiota, sobre cada uma das gracinhas de cicatrizes que marcam sua pele, sobre seu pescoço cheiroso quando eu dou beijinhos nele até chegar na orelha, sobre seu peito nú mostrando a clavícula onde eu me encaixo certinho, sobre suas pernas guardando as minhas e os seus pés roçando os meus, sobre seu maxilar se contraindo quando você quer falar algo, mas que por alguma razão prefere manter o silêncio, sobre seu rosto por inteiro quando você me olha e não quer expressar seu ciúme. Não é só sobre a sua aparência física e o efeito que ela me causa, mas sobre como eu me sinto quando estou (só) com você. É sobre a junção de todas essas suas fragmentações. É sobre quando você me magoa (indiretamente) e eu prefiro olhar pelo lado bom da situação. É sobre nossa reciprocidade, sobre nossos diálogos, sobre nossas zoeiras, sobre nossa sintonia, sobre quando você tá bebado e me manda mensagem e eu mais bebada ainda te ligo, sobre quando eu digo que não te quero mais e acabo indo te ver, sobre como eu não consigo olhar nos seus olhos quando digo isso. É sobre você. Sobre você que não sai da minha cabeça, sobre a música que eu escuto e logo penso em você, sobre seus snaps de bom dia. É sobre você que torna o meu dia melhor quando chega. É sobre você, só que do lado avesso. É sobre além de você.

Para os olhos castanhos que nunca vão ler.

eu já te disse o quanto teu nome faz cada molécula do meu ser se chocar e vibrar me sacudindo por dentro com força?

eu já te disse como tuas sobrancelhas caem tão bem nos teus olhos castanhos que iluminam (feito farol) tudo que olha?

eu já te disse que tua boca me faz perder o equilíbrio e que eu não me importaria de beija-la até o mundo acabar?

eu já te disse que esse teu maxilar me faz imaginar meus lábios esbarrando nele enquanto você o trava com força fechando os olhos?

eu já te disse que teu pescoço me deixa com água na boca e que aquela pintinha minúscula nele o deixa ainda mais bonito?

eu já te disse que a forma que teus dedos me tocam, hipnotizam minha derme as deixando dependentes?

(eu já te disse que anseio tua pele na minha mais do que qualquer coisa?)

eu já te disse que te ver nu é a melhor visão (dos céus) que meus olhos poderiam contemplar?

eu já te disse que eu poderia te escanear e te pintar por dentro pra te sentir viver em mim?

eu já te disse que meu desejo por você nunca cessa e que eu gostaria que tu estivesse aqui essa noite me matando de amor?

(eu já te disse que minha alma não habita mais em mim, e sim em ti?)

sabes disso?
eu já te disse que tu é a melhor coisa que já me aconteceu?


já te contei o efeito que você tem em mim e que mesmo não querendo eu quero? e se eu quero, eu quero mais?

(eu não sei o que tu faz comigo,
mas não para de fazer. eu gosto.)

Antes de te deixar partir, antes do último adeus, preciso que saiba, você não precisa ir, não precisa decidir por nós. Se quiser ir, pode ir, mas não pense que isso é o melhor. Eu amo você. Amo, mesmo quando me faz chorar, amo suas mãos, seus cabelos e o maxilar geométrico, suas orelhas e a voz. Amo seus monstros, amo quando evita me ferir, amo seus olhos tristes. Eu amo, não consigo imaginar de outra forma. Então, você pode ficar. Quando seu corpo encosta em mim, sei que estamos no lugar certo.
—  The secret of Eloise

SURPRISE FOR YOU TUMBLR!

¤ Eu peço desculpas a leitora que pediu esse imagine pela demora ENORME! Sério amor, me sorry aê

¤ Ficou meio bobinho mas eu fiz com amor hahaha então se quiserem mandar ask dizendo o que acharam, EU NÃO ME IMPORTARIA \o/


¤ Boa leitura pra geral, é nois \o

——–


   A chuva caia em torno da enorme casa de verão, as flores do campo eram regadas da forma mais natural existente e os passarinhos estavam escondidos em seus devidos ninhos. O dia estava completamente fechado fazendo Harry suspirar a cada cinco segundos enquanto olhava para a janela.

  Ele havia programado aquele fim de semana a mais ou menos um mês, era a primeira vez desde que conheceu S/n, que sua agenda estava completamente vazia naquele mês e aquela chuva fez com que o sentimento de frustração dominasse seu peito.

  - Você acha que vai passar logo? - Perguntou para a namorada como se fosse uma criança querendo brincar no quintal.

  S/n sorriu de forma aconchegante para ele.

  - Bom, você quer que eu seja sincera ou otimista? - Perguntou fazendo graça o que não ajudou no desespero de Harry. - Relaxa Styles, nós podemos fazer alguma coisa aqui dentro. - Sugere abarçando a cintura do encaracoldo.

  Harry ainda não convencido solta um suspiro mais forte fazendo S/n rir de seu jeito mimado.

  - Hazz…não fica assim. - Ela forma um biquinho fofo em seus lábios para tentar de alguma forma tirar aquele ar desapontado de Harry.  - Que tal você me ajudar a fazer alguns cookies? - Pergunta empolgada com a ideia.

  Harry da um sorriso de lado, já que seus planos não deram certo é melhor ele aproveitar seu tempo com S/n.

  Os dois seguem para a cozinha. Ela é bem diferente da que eles tem na cidade, chega a ser simples mas ainda sim confortante.

  - Que sabor você quer fazer? - S/n pergunta ao abrir o armário e encarar os ingredientes.

  - Chocolate. - Responde um pouco mais animado e ela sorri com isso.

  Então vamos lá!

(…)

  Farinha, farinha, farinha e mais farinha. Aquele balcão estava um caos assim como a roupa de Harry que estava um pouco manchada do chocolate que eles haviam derretido. Apesar dessa bagunça toda, os tais cookies estavam a salvos já dentro do forno começando a soltar um aroma agradável.

  - Acho que vou precisar de um bom banho antes de comer. - S/n diz tentando tirar um pouco da sujeira que ficou em seu avental.

  Harry sorri e abraça a namorada a sujando um pouco mais.

  - Se você quiser posso ir te ajudar. - Ele diz sussurrando no ouvido dela mas não de uma forma sexual.

  S/n encara Harry e sorri desacreditada.

  - Você não perde tempo mesmo. - Diz rindo enquanto toca o maxilar marcado de Harry.

  - Não, eu não quis dizer isso. - O moreno diz um pouco desconcertado, ele não queria que S/n pensasse que ele era um tarado, apesar de já terem um boa intimidade ele não queria que ela achasse que só estão juntos por prazer.

  - Tudo bem amor. - Ela diz sorrindo e o coração de Harry se comprime por ser a primeira vez que ela o chama por tal “apelido”. - Você pode me “ajudar a tomar banho”. - Ela ri no final e se vira indo para o banheiro que fica no corredor ao lado da cozinha.

  Os dois, já dentro do banheiro, retiram toda e qualquer roupa. Os olhos de Harry apreciam o corpo de S/n mais uma vez como ele faz toda vez que a garota esta nua para ele. Ela não é como suas ex’s, passa bem longe, seu corpo não se encaixa ao padrão que segundo as pessoas, é o bonito. Não, ela é carnuda; suas coxas são grossas e seu cabelo não é tão liso, porém Harry, agora, sabe que esse sim é o seu tipo de corpo favorito, o de S/n especificamente.

  O barulho das gotas de água caindo desperta o rapaz de seus pensamentos e o sorriso convidativo de S/n o chama para entrar de baixo do chuveiro. Ela fica de costas pra ele e sente o peitoral de Harry encostar em seu corpo.

As gotículas de água molham os dois que lutam por espaço ali, os fortes braços cercam S/n ao que Styles se estica para pegar o sabonete que fica em um suporte na parede.Ela fecha os olhos e suspira sentindo o toque das mãos de Harry em seus braços.

Ela se sente tão bem perto dele, como nunca se sentira antes. Harry é a paz que S/n sempre buscou, a forma carinhosa com que ele cuida dela só concretiza os fatos…e ela acha graça nisso, ela acha graça pois em tão poucos meses ele fez coisas na vida dela que ninguém fez em seus vinte e dois anos. Isso é tão surreal que chega a duvidar que Harry realmente está ali com ela, mas os lábios carnudos em seu pescoço faz ela acordar e ver que aquilo é realmente verídico.

Harry a beija com tanto carinho enquanto suas mãos passam o sabonete por seu corpo, que por um momento chega a pensar que ela é uma boneca de porcelana prestes a se quebrar.

- Eu gosto da maciez da sua pele. - Comenta enquanto os longos dedos passam pela lateral daquele corpo que agora parece frágil.

- E eu gosto quando sua boca está a beijando. - Retruca de uma forma sapeca fazendo Harry sorrir largo. - Deixe-me passar em você agora. - Diz ela tomando o sabonete da mão dele que em momento algum protesta.

S/n se vira e fica de frente para o rapaz de olhos esverdeados. Seu corpo se estica um pouco para que ela possa depositar um beijo nos lábios que a leva para o paraíso e assim que volta a posição normal, encara o tronco todo tatuado. Um pequeno suspiro sai por sua boca e ela começa seu trabalho.

Primeiro passa de forma delicada a espuma no pescoço que ela tanto adora beijar.

- Tem uma marquinha aqui. - Ela diz com falsa inocência, como se não soubesse o que causara aquilo no pescoço de Harry.

- Culpa de uma morcega sem coração. - Ele responde puxando a cintura de S/n pra mais perto de si e ela morde o lábio de baixo sorrindo.

- E aqui também. - Diz quase como um sussurro descendo a mão para o meio do peito de Harry, que segue com o olhar. - E outro aqui. - Ela diz aproximando o rosto do tronco dele e beijando de forma experiente fazendo Harry suspirar.

Assim que ela chupa a pele branca uma marca avermelhada fica na área.

- Você deveria tomar mais cuidado com essas morcegas. - Os dois ri ao que ela termina a frase.

No ponto de vista de uma terceira pessoa, como eu, essa cena pode ser totalmente sem nexo ou cabimento, chegando a ser boba. Mas para Harry e S/n, tudo faz sentido, todas as piadas dela tem graça para ele e tudo que ele faz é encantador, é como se eles estivessem em uma órbita própria somente para os dois. Ele tem plena visão de todos os defeitos dela e ela também conhece todos os defeitos dele, que por sinal não são poucos. Mas a forma de como eles se tratam faz com que o mundo de ambos tenha mais cores e mais vida.

O rosto de Harry se aproxima do dela e suas testas se encostam. Os olhos não se desgrudam por nenhum decreto e ambos sorriem. Harry se sente tão bem perto dela que por momento pensa que seu peito irá explodir.

Por Deus, essa garota é incrível demais pra mim!

Harry pensa com toda sua insegurança.

Jesus, eu realmente o mereço?

S/n se questiona.

- Eu amo você. - Harry diz baixo mas com toda certeza do mundo.

A respiração de S/n falha e seus olhos piscam, sua perna fica um tanto bamba e ela tenta se apoiar na outra para não cair.

- C-como? - Ela pergunta surpresa se afastando um pouco para que possa encarar Harry de uma forma melhor.

Harry sorri vendo o nervosismo da namorada e a puxa pela cintura mais uma vez colando seus corpos.

- Eu, Harry Styles, amo você S/n S/S! - Ele diz devagar vendo S/n sorrir ainda meio perdida.

- Eu amo você Harry Styles! - Ela repete vendo as covinhas aparecerem.

E então eles se beijam devagar e de forma carinhosa tentando demonstrar o real amor que sentem um pelo o outro, mas antes que possam continuar algo a mais, S/n se lembra dos cookies que ficaram no forno, fazendo Harry rir de seu desespero.

Mas aquilo não acabou ali, com certeza não!

#2 Eleição Incodicional

Vimos no estudo anterior (quem não leu, pode encontrar aqui) a nossa condição de depravação total e a consequência principal de que não somos capazes de buscar a Deus, estamos mortos espiritualmente, Hoje iremos falar sobre a eleição incondicional, que é cura dessa morte espiritual.

A cura da morte espiritual é a criação da vida espiritual em nossas almas por Deus e o Espírito Santo.  Podemos encontrar um resumo desta obra em Efésios:

Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo, segundo o príncipe da potestade do ar, do espírito que agora atua nos filhos da desobediência; entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais. Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, – pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; para mostrar, nos séculos vindouros, a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus. Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. (Ef.2:1-10)

Aqui encontramos uma passagem sobre predestinação. A obra do Espírito é algumas vezes chamada de vivificação, ou de regeneração. O termo regeneração, como a palavra sugere significa ser gerado de novo. Notamos que esta imagem de vida está contrastada com uma imagem de morte. O homem decaído é aqui descrito como estando “morto em pecado”. Para que alguém que está morto para as coisas de Deus venha a viver para Deus, é preciso que alguma coisa seja feita para ele e por ele. Homens mortos não podem fazer com que eles próprios venham a viver. Homens mortos não podem fazer com que eles próprios venham a viver. Paulo deixa aqui claro como água que é Deus quem nos faz vivo; é Deus quem nos vivifica da morte espiritual.

Há uma ilustração que é muito usada por evangelistas que apelam ao arrependimento de seus ouvintes, e que ao nosso ver é incorreta. A ilustração é uma analogia de uma pessoa sofrendo de uma enfermidade terminal. Considera-se o pecador como estando gravemente enfermo, no exato limite da morte. Ele não tem, em si próprio, o poder de curar-se da moléstia. Está deitado em seu leito de morte quase totalmente paralisado. Não pode recuperar-se a menos que Deus proveja o remédio curador. O homem está tão mal que não pode nem mesmo estender seu braço para receber o remédio. Está quase em estado de coma. Deus precisa não somente oferecer o remédio, como Deus precisa colocá-lo  numa colher e levá-la aos lábios do homem que está morrendo. A menos que Deus faça tudo isso, o homem certamente perecerá. Mas embora Deus, faça 99% do que é necessário, ainda é deixado ao homem 1%. Ele precisa abrir sua boca para receber o remédio.

A analogia QUASE faz justiça a bíblia e ao ensinamento de Paulo sobre a graça da regeneração. Mas NÃO COMPLETAMENTE. A bíblia NÃO fala de pecadores mortalmente enfermos. De acordo com Paulo, eles estão mortos. Não há nem um pouco de vida espiritual sobrando neles. Se eles vão se tornar vivos, Deus precisa fazer mais do que lhes oferecer o remédio. Homens mortos não abrirão suas bocas para receber nada. Seus maxilares estão trancados pela morte. Instalou-se o rigor mortis. Precisam ser novas criaturas, ressuscitados da morte, moldados por Cristo.

Portanto aqui entendemos que Deus é quem faz todo trabalho. Em teologia temos um termo que pode ser útil, monergismo. Mono significa “um”. A junção das duas partes tem significado de “um trabalho”. Quando dizemos que a regeneração é monergística, queremos dizer que somente uma das partes está fazendo o trabalho, essa parte é Deus e o espírito Santo. Ele nos regenera; não podemos fazê-lo por nós próprios, nem mesmo ajudá-lo na tarefa. Portanto se é Ele quem nos regenera, e consequentemente, salva, ele nos escolheu para nos salvar, e não ao contrário, nós não o escolhemos para nos salvar. É neste contexto que a Bíblia apresenta a doutrina da eleição. A doutrina da eleição declara que Deus, antes da fundação do mundo, escolheu certos indivíduos dentre todos os membros decaídos da raça de Adão para ser o objeto de Seu imerecido amor. Esses, e somente esses, Ele propôs salvar.

Deus poderia ter escolhido salvar todos os homens (pois Ele tinha o poder e a autoridade para fazer isso), ou Ele poderia ter escolhido não salvar ninguém (pois Ele não tem a obrigação de mostrar misericórdia a quem quer que seja), porém não fez nem uma coisa nem outra. Ao invés disso, Ele escolheu salvar alguns e excluir outros. Sua eterna escolha de determinados pecadores para a salvação não foi baseada em qualquer ato ou resposta prevista da parte daqueles escolhidos, mas foi baseada tão somente no Seu beneplácito e na Sua soberana vontade. Desta forma, a eleição não foi condicionada nem determinada por qualquer coisa que os homens iriam fazer, mas resultou inteiramente do propósito determinado pelo próprio Deus. Os que não foram escolhidos foram preteridos e deixados às suas próprias inclinações e escolhas más. Não cabe à criatura questionar a justiça do Criador por não escolher todos para a salvação. É suficiente saber que o Juiz de toda a terra tem agido bem e justamente. Deve-se, contudo, ter em mente que se Deus não tivesse graciosamente escolhido um povo para Si mesmo, e soberanamente determinado prover-lhe e aplicar-lhe a salvação, ninguém seria salvo. O fato de Ele ter feito isto para alguns, à exclusão dos outros, não é de forma alguma injusto para os excluídos, a menos que se mantenha que Deus estava na obrigação de prover salvação a todos os pecadores - o que a Bíblia rejeita cabalmente. A doutrina da eleição deve ser vista não apenas contra o pano de fundo da depravação e culpa do homem mas também deve ser estudada em conexão com o Eterno Pacto ou acordo feito entre os membros da Trindade. Pois foi na execução deste pacto que o Pai escolheu desse mundo de pecadores perdidos um número definido de indivíduos e deu ao Filho para serem o Seu povo. O Filho, nos termos desse pacto, concordou em fazer tudo quanto era necessário para salvar esse povo escolhido e que lhe foi concedido pelo Pai. A parte do Espírito na execução desse pacto foi e é a de aplicar aos eleitos a salvação adquirida para eles pelo Filho. A eleição, portanto, é apenas um aspecto (embora muito importante) do propósito salvador do Deus Triuno, e dessa forma não deve ser vista como salvação. O ato da eleição em si mesmo não salvou ninguém. O que ele fez foi destacar (marcar) alguns indivíduos para a salvação. Desta forma, a doutrina da eleição não deve ser divorciada das doutrinas da culpa do homem, da redenção e da regeneração, pois de outra forma ela será distorcida e deturpada. Em outras palavras, se quisermos manter em sua perspectiva bíblica, e corretamente entendido, o ato da eleição do Pai deve ser relacionado com a obra redentora do Filho, que Se deu a Si mesmo para salvar os eleitos e com a obra renovadora do Espírito, que traz o eleito à fé em Cristo.

 1. Declarações gerais mostrando que Deus tem um povo eleito, que Ele predestinou esse povo para a salvação e, desta forma, para a vida eterna (Dt. 10.14-15; Sl. 33:12; Ag. 2:23; Mt. 11:27; 22:14 )

2. Antes da fundação do mundo, Deus escolheu determinados indivíduos para a salvação. Sua escolha não foi baseada em qualquer resposta ou ato previsto, a ser cumprido pelos escolhidos. A fé e as boas obras são o resultado e não a causa da escolha divina. a) Deus fez a escolha: (1Ts 1:4; 2:13); b) A escolha divina foi feita antes da fundação do mundo: (Ef. 1:4; 2Ts. 2:13; 2Tim. 1:9 Ap. 13:8; 17:8);

c) Deus escolheu determinados indivíduos para a salvação - seus nomes foram escritos no livro da vida antes da fundação do mundo: Ap 13:8;
d) A escolha divina não foi baseada em qualquer mérito previsto naqueles a quem Ele escolheu, nem foi baseada em quaisquer obras previstas, realizadas por eles: (Ro. 9.1116; 10:20);

e) As boas obras são o resultado e não a base da predestinação: Ef. 1.12; 2:10; Jo. 15:16)

f) A escolha divina não foi baseada na fé prevista. A fé é o resultado e, portanto, a evidência da eleição divina, não a causa ou base de Sua escolha: (At. 13.48; 18:27 Fl. 1:2; 2:12; 2:13; 1Ts. 1:4-5; 2Ts. 2:13-14);

g) É através da fé e das boas obras que alguém confirma sua chamada e eleição: (2Pe. 1.5-11); 3. A eleição não é a salvação, mas é para a salvação. Assim como o presidente eleito não se torna o presidente de fato até o dia da sua posse (instalação), assim aqueles que são eleitos para a salvação não são salvos até que sejam regenerados pelo Espírito e justificados pela fé em Cristo:(Em Efésios 1:4 Paulo mostra que os homens foram eleitos “em Cristo” antes que o mundo existisse. Em Rm 16:7 ele mostra que os homens não estão realmente “em Cristo” até que se convertam). (Ro. 11.7; 2Ti. 2:10; At. 13:48; 1Ts. 2:13-14) 4. A eleição foi baseada na misericórdia soberana e especial de Deus. Não foi a vontade do homem, mas a vontade de Deus que determinou que pecadores iriam ser alvos da misericórdia e ser salvos: (Ex. 33.19; Dt. 7:6-7; Rom. 9:11-24; 11:4-36 ) 5. A doutrina da eleição é apenas uma parte da doutrina bíblica mais ampla da soberania de Deus. As Escrituras não apenas ensinam que Deus predestinou certos indivíduos para a vida eterna, mas que todos os eventos, grandes ou pequenos, acontecem como o resultado do eterno decreto de Deus. O Senhor Deus reina sobre os céus e a terra com absoluto controle. Nada acontece fora do Seu eterno propósito.

Em suma:

Ele escolheu aqueles para os quais mostraria a graça irresistível e para os quais a compraria. A eleição se refere à escolha de Deus quanto aqueles a quem salvaria. O próprio nome já está dizendo, que a escolha não foi feita sujeita à qualquer tipo de condição que o homem tenha que satisfazer antes de Deus escolher salvá-lo. Como foi dito no estudo anterior que quando Adão e Eva pecaram todos nascem agora debaixo deste pecado, com uma natureza inclinada totalmente ao pecado. Já que éramos totalmente mortos espiritualmente não tinha como escolher à Deus para servir, mas Ele em seu imenso amor e grande misericórdia nos livrou, nos escolheu desde da fundação do mundo (Ef.1.4). Escolheu pessoas não por elas serem boas ou porque sabia que elas iam ser boas, não dependeu de nossas obras, mas Ele o mesmo fez. E por isso que muitos fazem ídolos para si pois o ser humano em si não pode ir à Deus e nem conhecer a Ele, pois estão como escravos do pecado, é como se o pecado fosse o dono mas pelo o sacrifício de Cristo lá na cruz Ele nos liberta, nos compra, Ele nos compra mesmo sabendo de nossa condição humana que é de pecado e não é voltado à sua vontade. E desde da fundação do mundo o Senhor escolheu um povo, como relatamos antes que não foi por uma obra que Ele viu no futuro, mas por misericórdia e amor, essas pessoas quando são escolhidas não é porque são melhores pois se fosse assim não seria por graça e sim por obras, mas Ele não o fez assim. Pode até parecer injusto da parte de Deus, mas não é, pois quem pecou foi nós pagando as consequências da escolha de Adão e por isso toda humanidade está sujeita a pecar e está longe de Deus, e por mais que Deus não escolhesse um povo continuaria sendo Santo, pois Ele não tem obrigação nenhuma de nos salvar, mas assim o fez. Isso é amor e misericórdia de nós pecadores que por mais que sejamos errantes Ele nos escolheu. A eleição é anterior à fé, Lucas, em Atos 13.48, relata como os gentios responderam à pregação do evangelho em Antioquia da Pisídia. “Os gentios, ouvindo isto, regozijavam-se e glorificavam a palavra do Senhor, e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna.” Observe que o texto não diz que todos os creram foram escolhidos para serem destinados à vida eterna. Diz que aqueles que foram destinados para a vida eterna, ou seja, aqueles que Deus escolheu, creram. A eleição por parte de Deus precedeu a fé e a tornou possível. Esta é a razão decisiva por que alguns creem e outros não. Já em Romanos 9, Paulo enfatizou a incondicionalidade da eleição. Nos versículos 11 e 12, ele descreveu o princípio que Deus usou na escolha de Jacó e não de Esaú: “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama), já fora dito a ela [Rebeca]: O mais velho será servo do mais moço.” A eleição de Deus é preservada em sua incondicionalidade porque foi realizada antes de sermos nascidos ou de havermos feito qualquer bem ou mal. A incondicionalidade da graça eletiva de Deus é enfatizada novamente no mesmo capítulo 9 de Romanos, em seus versos 15 e 16: “Terei misericórdia de quem me aprouver ter misericórdia e compadecer-me-ei de quem me aprouver ter compaixão. Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia.” Nossa única esperança é misericórdia soberana e irresistível. Não estamos em condição de merecer misericórdia ou de exigir misericórdia. Se tivermos de receber, ela virá da resolução espontânea de Deus. Isso é o que Paulo está dizendo.

Por isso, se você é um crente em Cristo, é amado por Deus desde toda a eternidade. Ele colocou seu favor sobre você antes da criação do mundo. Ele o escolheu quando o viu em sua condição desesperadora. Ele o escolheu incondicionalmente para si mesmo. Não podemos nos vangloriar de nossa eleição. Isso seria uma profunda incompreensão do significado de incondicionalidade. Quando não tínhamos nada, de maneira alguma, a nos recomendar para com Deus, ele colocou espontaneamente o seu favor sobre nós. Aconteceu conosco o mesmo que aconteceu na eleição de Israel: “Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu por que fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menos de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava” (Dt. 7.7-8). Leia com atenção: Ele o ama porque o ama. Ele resolveu fazer isso na eternidade. E, porque o seu amor por você nunca teve um começo, não pode ter fim. O que estamos estudando é apenas a maneira como Deus realiza este amor eterno na história, para salvar o seu povo próprio e trazer-nos ao gozo eterno Dele mesmo. Que Deus o conduza à experiência cada vez mais profunda desta graça soberana e maravilhosa!

Preference # 08 - My Boss

Oi, gente! Como vocês estão? Finalmente apareci, né?! Bom, espero que vocês gostem, foi feito com carinho. O preference com o Zayn é de um imagine que eu publiquei com ele a um tempo atrás… Até a próxima!  Beijos


Harry:

- (S/N), gostaria que você me trouxesse o relatório trimestral de compras aqui para o escritório. – Sr. Styles estava impossível hoje. Eu já tinha até tirado os saltos e, conforme ele me pediu, eu estava fazendo hora extra; meu celular marcava oito horas da noite.  

- Um minuto, Sr. Styles. – Voltei correndo para minha mesa na sala ao lado e catei meus e-mails para imprimir a papelada. Caminhei de volta a sala da diretoria.  

- A senhorita está sem sapatos? – Ele pergunta com uma das sobrancelhas arqueadas.  

- Sim, meus pés estavam doendo demais. Minhas meias devem estar pretas. – Torço os lábios e caminho até sua mesa para deixar as impressões; mas ele segura minha mão.  

- Vai fazer alguma coisa no sábado? – Ele segura minha mão e olha nos meus olhos.  

- Não. – Franzo a testa.  

- Vamos jantar? Juntos… – Ele segura um sorriso.  

- Não posso sair como meu chefe, Sr. Styles. – Ele faz careta.  

- Harry, (S/N), pode me chamar de Harry. – Ele passa a mão no cabelo. – E se eu trouxer um jantar aqui, hoje?  

- Minha mãe diz que é falta de educação negar comida. – Dou de ombros.  

- Eu amo sua mãe. – Ele sorri para mim e pega o telefone.

Liam:  

- Nos vemos mais tarde? – Eu pergunto sorrindo.  

- Você sabe que sim. – Ele me puxa para mais um beijo e eu entro no taxi.  

Enquanto o motorista desvia de motoristas que se arrastam na via, eu paço maquiagem no rosto. É uma péssima ideia, mas não teria tempo de passar na casa de Liam. Trabalhávamos na mesma empresa, aliás, ele era meu chefe, e por isso nunca éramos vistos juntos. Ou fazíamos o máximo para que ninguém nos visse. Mas tudo isso, por que eu não queria ser chamada de aproveitadora nem nada do gênero; e olha que já estávamos juntos a dois anos.  

- Bom dia, Srta. (S/S), você está linda! – Liam passou me dando uma piscadinha enquanto eu arrumava minha mesa e minhas pilhas de papeis. – Pode passar na minha sala? Precisamos conversar.  

- Bom dia, Sr. Payne. Obrigada, eu amo esse vestido, foi um presente. – Me inclino para frente mostrando meu decote. – Claro.  

O segui para sua sala recebendo olhares desconfiados. Vi Liam fechar a porta de sua sala, girando a chave uma vez; ele caminhou até sua mesa sentando-se e me puxando para seu colo.  

- Por que você fica me provocando? – Ele sussurra no meu ouvido.  

- Por que eu gosto da sua cara desconcertada. – Me inclino e o beijo.

Niall:

Vejo (S/N) revirar os olhos mais uma vez e suspirar tomando nota de algo que nosso diretor falava. Vi o movimento dos seus seios e lembro de quando tive a chance do os toca-los; sua pele tão macia e delicada; os sons que emanavam da sua boca.

- Niall, segura seu amigo aí, estamos em uma reunião. – Thomas que estava do meu lado disse e eu senti minha calça mais justa. – E pare de olhar para sua secretária como se estivesse com fome. – O encaro e ele abre a boca me imitando. Reviro os olhos.  

Assim que a reunião termina, corro para o banheiro com a intenção de fazer aquele problema sumir, mas eu entro no banheiro feminino e dou de cara com (S/N).  

- Nossa, Niall, você já foi mais discreto. – Ela apontou para minha calça.  

- Eu sinto muito, mas para reunião eu me peguei olhando para você e me desconcentrei. – Ela morde o lábio inferior e me sinto fazer o mesmo.  

- Quer que eu resolva seu probleminha? – Ela se aproxima e eu engulo em seco.  

- Você não se importa? – Ela nega com a cabeça enquanto me puxa para dentro de uma das cabines pela gravata.  

Beijos ardentes me fazem suspirar e depois de satisfeito, a deixo ir embora, mais uma vez.  

Louis:    

- Mas você não me deixa nem pegar um café, sozinha! Parece um cachorro no cio! – Digo brava ao ver Louis me seguir para a cozinha.    

- É que esse vestido me excita. – Ele diz entre dentes, bem pertinho do meu ouvido. Um arrepio corre pelo meu corpo.    

- Estamos no trabalho! – O repreendo enquanto me afasto.    

- Uma rapidinha. – Ele sussurra no meu ouvido, colando seu corpo no meu. – Tem um banheiro bem ali.  

- Você é um cretino. – Mordo o lábio para não gemer.  

Louis nem me responde, apenas me vira para ele e me beija. Aquele beijo cheio de malicia e que me fazia querer mais. Ele me afasta e me arrasta com ele para o banheiro escondido atrás da cozinha.  

Suas mãos se perdem em meu corpo e meus suspiros se misturam com os sussurros dele que se transformam em um som único. Por longos momentos com ele em mim, eu esqueci onde estávamos e quem ele era.  

- Eu não poderia ter escolhido alguém melhor. – Ele me beija e morde meu lábio inferior, o puxando para ele.  

- Seu cachorro! – Eu dou um soco no seu braço.  

- Você gosta! Eu não vejo a hora de te promover. – Me viro para sair do banheiro e ante de eu conseguir abrir a porta, recebo um tapa estalado na bunda. – Eu adorei essa saia.  

Zayn:  

- (S/N), podemos conversar? – Sr. Malik estava parado atrás de mim.

- Claro! O que houve? – Sorri.

- O que a gente conversou ontem sobre esses vestidinhos? – Ele falou entredentes e me sentou na bancada da cozinha.

- O Sr. disse que eu fico muito sexy neles. – Ele mordeu meu lábio inferior.

- E sobre não usa-los mais na empresa? – Ele beijou meu pescoço.

- O Sr. não manda em mim fora da empresa. – Mordi meu lábio.

- Sabe, eu odeio ficar escondendo você… – Ele mordeu meu maxilar.

- Mas é por uma boa causa… – Eu murmurei.

Ele revira os olhos mas assenti. Depois do serviço, vou ao mercado e ao chegar em casa, começo a fazer minha janta. Até a companhia tocar.  

- Oi, Sr. Malik. – Sorri assim que abri a porta.

- Oi, (S/A)! – Ele avançou alguns passos e me beijou. – Aqui, para você, eu sou só o Zayn, lembra? - Ele ri. - Cheguei em hora ruim?

- Não, Zayn! Vem, acabei de terminar a janta! Gosta de macarrão com queijo? – Ele acenou com a cabeça e colocou o paletó sobre o sofá.

Coloquei dois pratos, talheres e copos sobre a mesa, assim como dois guardanapos de tecido. Pus a panela sobre a mesa e Zayn me observava encantado. O servi de comida e coloquei macarrão no meu prato, sentando ao seu lado em seguida.

- (S/A)! Isso está ótimo! – Ele colocou os seu prato e cadeira para próximo de mim. – Além de linda ainda cozinha bem. Eu quero casar com você!

Parei com o garfo no meio do caminho para minha boca.

- Que? – Eu digo ele ri.

Se tem uma coisa que ele tem de sobra sem fazer nenhum esforço é a sensualidade, sabe como envolver uma mulher com todo um clima antes do finalmente. Tem um olhar enigmático, penetrante, eu amo esse olhar. Ele é uma mistura de encantação e mistério, é singular, cheio de surpresas, ele consegue te deixar com cara de boba depois de falar na frente de todo mundo o que sente por você. E se você não quer romance, não se preocupe, ele vai fazer você querer depois de virar sua vida de cabeça pra baixo. Quem consegue o conhecer a fundo sabe que é uma pessoa bondosa, dono de um coração maior que o mundo, pode estar nos piores dias mas vai fazer do possível ao impossível para te arrancar um sorriso. Tenta esconder o que sente por trás de uma frieza, mas se derrete se você chegar com jeitinho e quando quer consegue fingir que não se importa e ao mesmo tempo se mostrar preocupado, tudo porque ele não quer e nem vai deixar óbvio para você o quanto está afim, afinal por mais que tenha paixão, ele quer ver até onde você vai por ele. Mas por mais que ele pareça marrento, tem o coração mole e ama uma atenção, ama ser amado e essa é uma das suas maiores prioridades, amar. Ele é romântico e vai fazer de todos os seus encontros como se fosse o primeiro. Podemos dizer que ele é um homem de fases, fecha a cara de uma hora pra outra e quando sorri, ah o melhor é quando ele sorri. Ele te passa aquele ar de “tô nem ai para o mundo”, ele é desses que te fazem implorar a sua presença somente pela forma como faz tudo se tornar mais interessante, sua mente é tão bonita quanto o rosto, ele é raro, faz você se lembrar todos os dias que o ver, o quanto é sortuda por tê-lo em sua vida. O fato é que ele vai se tornar muito mais importante do que o previsto. Ele segura o cigarro quase deixando escorrer entre os dedos e coloca sua boca em volta, soltando a fumaça e fazendo com que qualquer coisa simples vire arte, acompanhado de um charme tipo James Dean anos 50, de uma forma que você não consegue parar de observá-lo, esse simples ato te arranca suspiros. Ele é competitivo, quando seu time está perdendo você nem precisa perguntar o placar, seu rosto já mostra tudo. Se é para entrar num jogo, que seja pra ganhar e ele adora um jogo, seja de futebol ou de conquista, ele gosta de conquistar e na maioria das vezes, consegue. Quando ele se esquenta, sai de baixo, acalma-lo é quase impossível. Ele é leal, defende os amigos até o último segundo, se envolve em brigas se for necessário, ele não abaixa a cabeça quando se trata de honrar sua amizade, enfrenta o que for, se ele é assim com os amigos, imagina com sua amada. Ele vai acordar antes de você, não que isso seja muito difícil, vai preparar o café e te dar um beijo de bom dia e mesmo que você ainda esteja com sono não vai resistir a tanta doçura da parte dele. Ele vai ler a sua mente como uma carta, e quando você sentir frio ele lhe dará a sua blusa sem pestanejar, porque é isso o que ele gosta de fazer, e para ele o inverno é a melhor época para se andar sob as luzes da cidade, e nesse dia você só vai conseguir reparar o quanto ele tem os olhos mais bonitos e incertos do mundo. Ele é um cavalheiro, puxa a cadeira pra você se sentar e irá dizer todos os dias e provar o quanto você é especial para ele, acredite ou não mas ele será a causa da sua insônia todas as noites. Quando estiver junto dele, sua boca será um convite toda vez que sorrir e você sempre aceitará. Ele não vem para completar, geralmente vêm para transbordar, ele é intenso, sente por completo, ama por completo. Não esconde quando está com ciúmes, admite isso na sua cara, mas de uma forma tão sincera que se você não tiver apaixonada, amiga, você se apaixona. Ele é cara de pau, não mede palavras na hora de dar em cima de você, chega trincando o maxilar e dando aquela lambida na boca, deixando a respiração tão perto da sua, que seu coração acelera e você só deseja que ele beije sua boca e para te deixar na vontade, ele te beija na bochecha, o prazer dele é te deixar com vontade. Ele é um tanto perfeccionista, fica ajustando o boné milimetricamente na cabeça e depois pede para você analisar bem se não está torto. Ele é vaidoso, pise no seu tênis sem querer e já se prepare para receber um olhar fuzilador. Sempre com a roupa intacta, com um perfume exalante, bom de papo e pegada, te conquistará sem muita dificuldade, não há mulher que possa contrariar isso. Quando ele te abraçar você vai se sentir no melhor lugar do mundo, ele te mandará mensagem de bom dia e fará você se esquecer que acordou de mal humor, vai fazer dos seus dias sem ele os mais monótonos e dos dias com ele os mais incríveis. Você vai conhecer muitos garotos, mas quando conhecer ele, os outros vão ser só os outros. Seu beijo é uma armadilha, tem aquele gosto doce de menino romântico e um gosto ácido de um homem de atitude. É devastador, você nunca vai superar, não há acaso, terapia, muito menos cachaça que te faça esquecer a desgraça que ele vai causar em você. Não se assuste com o estado que irá ficar depois do beijo desse homem. Ele é desse estilo rebelde sem causa que dificilmente você conseguirá evitar, te terá nas mãos quando der o seu famoso sorriso cafajeste toda vez que te olhar. Faz o tempo passar mais devagar, ele é o famoso Sr. do Tempo, vai ficar preso na sua mente e vai fazer você escrever textos sobre ele para aliviar a ansiedade que ele causa em todo o seu ser e que trouxe um brilho a mais nos seus olhos. Esse garoto vai despertar em você o medo louco de perdê-lo. Ele não tem medo de ser quem é. Ele é de escorpião, e quando se der conta, você já terá se apaixonado.
—  Ele é de escorpião.

One Shot Niall Horan

Semana NHoran

— Não tem lugar para você. — Liam disse ao contar mais uma vez as poltronas da minivan que eles tinham alugado, ele queria me fazer ter certeza que eu não estava sendo excluída.

— Isso eu já entendi, Liam. — reviro os olhos — Mas acontece que eu decidir ir, então temos que dar um jeito.

— Joga essa mala em qualquer lugar. — Louis disse saindo da van e eu lhe mostrei o dedo do meio.

— Acontece que você disse que não iria, então alugamos uma van menor.  — Liam continuou pacientemente me explicando.

— Eu não posso dividir assento com alguém? Eu não sou tão gorda. — faço bico — E eu trouxe menos malas do que Eleanor.

— Seu peso não importa, você poderia ser um palito, as poltronas são apenas para uma pessoa. — Liam ajudou a Sophia colocar as coisas na van.

— Tudo bem, se você faz tanta questão assim que eu não vá. — faço um pequeno drama porque sei que ele não resiste.

— Não é isso, (seu apelido)… — ele suspirou.

— Niall? — Louis gritou — Diga sim!

— Sim! — Niall disse sem entender.

— Pronto, Niall concordou em te levar no colo dele. Eu até te levaria no meu, mas Eleanor e alguém mais se juntariam para me matar. — Louis riu.

— É muito longe… — Niall choramingou.

— Você disse sim. — Louis o acusou.

— Droga!

— Quem vai guardar as minhas malas? — eu perguntei sorrindo feliz por estar inclusa na viagem e todos eles sumiram em menos de um minuto — Ogros! — os xinguei indo eu mesma guardar as minhas coisas.

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— Sem cantigas de viagem, por favor. Vamos em paz. — Liam disse para nós antes de ocupar o assento do motorista.

Os primeiros momentos da viagem fomos conversando sobre o que esperávamos do nosso final de semana, seriam quase cinco horas de estrada e resolvemos sair na sexta a noite. A primeira hora foi tudo bem, mas depois minha bunda começou a doer - convenhamos que estar no colo de outra pessoa durante tanto tempo não é nada confortável.

— Para de se mexer! — Niall sussurrou próximo ao meu ouvido.

— Eu não consigo, minha bunda tá quase dormente. — sussurrei de volta.

— Eu ainda fico excitado com você. Ficaria para qualquer pessoa que estivesse dançando no meu colo, mas a sua bunda eu já conheço, então não é tão difícil imaginar.

Sim, eu e Niall já nos pegamos em algum momento de nossas vidas, não foi nada sério, queríamos curtir e entramos em um acordo.

— Então é o seu pau que está me incomodando. — me mexi mais um pouco para ter certeza e sim, era o pau dele.

— Droga, (seu nome)… — Niall gemeu e apertou minhas coxas quando eu levantei um pouco e me sentei novamente.

— O que você está fazendo? — perguntei sentindo suas mãos trabalharem em uma massagem na minha coxa e quando uma de suas mãos foi de encontro a intimidade a acariciando levemente sobre o pano da calcinha, eu arfei. — Ah…

— Shhh… — a respiração quente de Niall estava em minha nuca enquanto seus dedos brincavam com meu clitóris.

— Niall… Eles… — eu tentava formular a frase, mas minha concentração estava toda no que Niall estava fazendo.

— Estão dormindo.

Mordendo meu lábio inferior fortemente, deixei que afastasse minha calcinha para o lado pressionando seu dedo em meu clitóris me fazendo choramingar. Ele continuou a me torturar - para mim era uma tortura - e vez ou outra eu me movia propositalmente em seu colo. Com a cabeça encostada no seu ombro e meus olhos fechados, eu o sentir parar e quando estava pronta para protestar abrir meus olhos e vi Liam acordando cuidadosamente um de cada vez nos bancos da frente, ele não demoraria a nos alcançar.

— Merda… — praguejei em frustração e Niall colocou minha calcinha de volta no lugar, o que me fez ranger os dentes para o quão úmida eu estava.

— Vamos fazer uma parada, quem quiser comer esse é o momento. — Liam disse assim que chegou até nós e eu fiz a minha melhor atuação de quem está acabando de acordar.

— Podem ir indo, eu vou procurar minha carteira. — Niall deu uma desculpa esfarrapada, se ele ficasse de pé era capaz de Liam pensar que a carteira dele estava dentro de sua cueca por causa do volume. Liam se virou de costas para caminhar para fora da van e eu me levantei para segui-lo, antes que eu começasse a andar Niall abaixou minha saia, eu o olhei e ele sorriu piscando para mim.

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Durante a parada, nós todos ficamos em uma mesa fazendo a nossa refeição, Niall sempre me olhava com os olhos cheios de insinuações e eu apenas segurava o riso pela sua forma descarada de nem tentar disfarçar. As vezes quando eu não estava olhando para ele, ele me cutucava com o pé por baixo da mesa para ter minha atenção.

Quando voltamos para o carro o resto da viagem foi tranquila, eu e Niall não nos provocamos e isso pareceu encurtar a viagem. A partir do momento que o carro parou em frente a casa de campo, todos os garotos saíram da van correndo e eu fiquei sem entender, quando entrei dentro da casa todos estavam parados na frente da porta do quarto que tinha escolhido e eu só queria saber porque eu e Niall não fomos avisados que teria os jogos vorazes para saber quem ficaria em qual quarto.

— Pelo que eu pude ver, tem só mais esse quarto vago. — Zayn apontou para uma porta na frente a que ele estava de pé.

— Vocês são todos uns traidores, ninguém me avisou sobre essa corrida maluca. — Niall bateu os pés até o quarto restante.

— Falamos quando fizemos a parada, você tinha sumido. — Harry deu de ombros.

— Eu estava no banheiro, porra! — Harry fez uma careta para a ignorância de Niall.

— Teremos que ficar juntos desde que esse é o último quarto. — falei entrando atrás de Niall a tempo de vê-lo jogar a bolsa sobre o cama.

— Essa é a melhor parte… Não vamos deixar esses bastardos dormirem. — ele sorriu e caminhou até mim e me puxou pela cintura beijando meu pescoço.

Não deu tempo de fazer mais nada porque uma Eleanor animada entrou no quarto praticamente nos obrigando a ir conhecer o resto da casa, todos estavam bem dispostos e isso nos prendeu a eles quando iniciaram uma conversa para colocarmos na mesa tudo que cada um queria fazer.

As horas voaram e eu só me dei conta quando vi as pessoas darem boa noite e saírem em direção ao seus quartos, Niall e eu ficamos por último e ele me olhou sorrindo de um jeito que eu entendi o que ele queria dizer. Deixando de lado um pouco de vinho que restou no meu copo, eu me levantei e me sentei no colo de Niall iniciando um beijo rápido e intenso enquanto meus dedos iam de encontro ao seu cabelo puxando os fios de maneira firme.

Não demorou muito para que a temperatura do nosso corpo subisse e quando Niall estava quase tirando a minha blusa eu o impedi. Não poderíamos esquecer que havia mais pessoas na casa.

— Quarto! — sussurrei com meus lábios sobre os dele e os puxei entre os meus dentes.

Niall resmungou e no momento que percebi que ele não iria se mover para que chegássemos no quarto, eu o soltei e comecei a andar o deixando para trás.

— (Seu apelido)… —  Continuei andando e quando eu já estava de frente ao nosso quarto, Niall me alcançou, me empurrou contra a porta causando um som alto demais para quem estava tentando ser discreto e buscou meus lábios de forma faminta. Com um pouco de dificuldade eu alcancei a maçaneta da porta atrás de mim e a abri fazendo nós dois quase cair dentro do quarto.

— Calma… — sussurrei abafado por ter sua boca ainda sobre a minha.

— Eu estava com saudade. — ele se afastou fechando a porta e rasgou minha blusa me deixando surpresa.

— Bastardo! — ele riu me vendo segurar os dois pedaços de pano que uma dia foi a minha blusa.

—  Você não vai precisar dela. — o sorriso labino cafajeste brincava em seu rosto e antes que ele pudesse rasgar mais alguma coisa, eu tirei toda roupa que me restava e o ajudei a se livrar da própria camisa.

— Vamos logo com isso. — me deitei na cama o encarando esperando que ele ficasse nu como eu e assim ele fez estimulando um pouco seu membro antes de desenrolar sobre ele o preservativo.

— Você ficou ainda mais apressada com o passar do temp. — Niall riu deixando alguns beijos sobre a pele da minha barriga, subindo de encontro aos meus seios.

— Você já brincou muito comigo durante essa maldita viagem… Ah… — arfei ao senti-lo prender meu mamilo entre seus dentes.

— Já brincamos demais… — ele disse colocando uma de suas mãos em meu maxilar e iniciando um beijo rápido com certeza para me calar porque no segundo seguinte ele entrou em mim sem aviso e com brutalidade. Algumas estocadas e Niall mudou de posição, agora uma de suas mãos apertava minha cintura e a outra usava a cabeceira da cama como apoio para sair e entrar em mim com rapidez e força.

Qualquer esperança de manter a descrição foi completamente eliminada porque a cama batia contra a parede e rangia de forma que não tinha como impedir, nem mudando de posição melhorou a situação, a cama era ruim e escandalosa não importa o que fizéssemos.

— Hum… Eu… — não consegui formular a frase que eu estava tentando e apenas gemi mais alto quando atingi meu orgasmo ficando fora do ar por alguns breves segundos. Mantendo o ritmo das estocadas, Niall mordeu meu lábio fortemente e pelo jeito que seu corpo pesou sobre o meu, ele também chegou ao seu limite.

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Acordei no dia seguinte sem Niall na cama, eu nem sei dizer quando eu peguei no sono na noite anterior, mas sei que meu corpo está leve e eu me sinto mais feliz. Já fazia algum tempo que eu não fazia sexo e não me arrependo de ter ficado com Niall mais uma vez.

Depois de tomar banho e me vestir, desci para a cozinha onde todos estavam presentes tomando o café da manhã, eu nem mesmo sei a hora, mas tenho certeza que não é cedo.

— Bom dia… — resmunguei com um pouco de preguiça e me sentei ao lado de Sophia.

— Niall destruiu você. — Louis riu enfiando um pedaço de pão na boca e Niall engasgou com o café —  Foi quase impossível dormir com a cama espancando a parede.

— Não seja um idiota. — revirei os olhos e me servi com um pouco de chá.

— Ele não está mentindo. — Harry que estava cozinhando algo se meteu na conversa — Realmente deu para ouvir, acho que as paredes são finas demais.

— Eu estava esperando o momento em que a parede não aguentaria e os dois fossem parar no corredor. — Zayn riu fazendo Louis rir também assentindo.

— Vocês estão com inveja. — Niall se pronunciou.

— Gostaria que não falássemos sobre esse tipo de coisa enquanto estamos comendo… Eu estou quase perdendo o apetite. —  Liam nos olhou apreensivo.

— Obrigada! — Gigi agradeceu a intromissão de Liam no assunto e logo tínhamos outro assunto comentar.




Desculpem qualquer coisa, vocês sabem que sou uma negação com hots mas você sempre insistem para que tenha.

Espero que tenham gostado. 

- Tay

Bts reaction: a ver alguém te batendo

Jin: Você nunca o viu assim. Podia ver seus ombros tensos, o maxilar trancado e o olhar dele, era escuro e assustador. Ele intimidaria a pessoa num piscar de olhos e logo suspiraria se voltando a você.
- Jagi, vamos por um gelo nisso, uh? Vai ficar tudo bem. - Diria te envolvendo em um abraço.

Namjoon: Ele não aceitaria isso. Ninguém poderia te tocar, pior ainda daquele jeito. A mão da pessoa nem chegaria perto de você, no meio do caminho, ela seria puxada de volta para trás com força.
- Com licença, o que acha que está fazendo? - Ele perguntaria com a voz rouca.

Yoongi: Ele não pensaria duas vezes antes de socar a pessoa que havia ousado por a mão em você. Ele estava pouco se fudendo se era uma sassaeng ou o caralho a quatro, ele deixaria ao menos um nariz quebrado.
- Nunca. Nunca mais, ouse tocar nela, me ouviu?!

Jhope: Ele ficaria chocado ao ver a cena, você levando a mão ao rosto e as lágrimas descendo. Correria na sua direção, primeiro se certificando que você estava bem na medida do possível e em seguida se virando para o agressor.
- Sabia que bater em mulheres é covarde? Você bateu na minha garota. E você vai se arrepender.

Jimin: Ele veria a mão da pessoa se chocar contra o seu rosto e iria no mesmo instante até você. Puto demais para sequer pensar em qualquer outra coisa a não ser matar o infeliz.
- Por que bateu nela?! Você ta’ louco?!

Taehyung: Alegre e carinhoso. Esse era o Taehyung que você conhecia. Mas quando viu o sorriso dele desmanchar e aquela expressão em seu rosto surgir, percebeu que nunca tinha visto seu lado ruim. Ele sorriu em sua direção e pegou os pulsos da pessoa com força.
- Ha, peça perdão, agora mesmo. Ou eu juro que quebro seus pulsos, sem dó. Vamos, anda logo.

Jungkook: Como o mais novo, Kook não consegue controlar bem suas ações. Quando viu já tinha desferido ao menos 5 socos seguidos no agressor, que estava no chão com a boca ensanguentada. Apenas seu toque no ombro dele o tirou daquele transe. E ele suspirou, olhando seu olhar amedrontado.
- Não se preocupe, amor. Vem, vamos. - Ele pegaria na sua mão e te levaria embora dali.
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Bahsjwjwk adorei escrever
~mochi