mauser k98

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The Soviet capture K98k Mauser,

The Soviet Union by far was the largest player in World War II, taking the largest brunt of the German military and playing the largest role in ensuring that the Third Reich crumbled into ashes and rubble.  The Eastern Front alone was a war of epic proportions.  In the Western Front, the total number of men from both sides that were engaged in military operations (United States, Germany, Britain, Free France, Free Poland, Italy) from 1944 to 1945 amounted to around 7 million men.  Around that same time the Soviet Red Army alone comprised of 7 million men engaged in active combat.

To the victor goes the spoils, for the Soviet Union, such spoils typically consisted of arms, of which they would receive the lion’s share.  The main arm of the German Wehrmacht, the famed K98k Mauser was the most extensive weapon captured by Soviet forces.  After massive battles such as Stalingrad, Leningrad, Kursk, Konigsberg, and Berlin, the Soviets found themselves in possession of untold millions of K98k rifles.  I, peashooter, would go far as to say that by 1945, the Soviet Union was in possession of more K98k rifles than the German Army itself!

Soviet captured K98’s are little different than other K98k Mauser rifles except for one thing: serial numbers.  Rather than store the rifles whole the Soviets found that it was much easier to store them disassembled, the parts coated in cosmoline (grease used to prevent rust) and piled in large crates.  When taken out of storage, they were were unconcerned with matching parts, after all they did not care about future collector’s value decades down the road.  Thus all Soviet capture K98’s have mismatched parts.  The only added markings that identifies them as Soviet capture is an “X” crudely electropenciled “X” on the receiver above the serial number.

 Soviet capture K98’s also have other typical features.  The cleaning rod, sight hood, and locking screws are often missing, considered unnecessary by Soviet ordnance officials and thus removed and melted down as scrap metal.  When re-arsenalled the bolt was commonly blued with a dull, thick black compound.  

After World War II, the Soviets used their vast stocks of K98’s to arm their pro-communist buddies, either communist regimes in Eastern Europe or Asia, or pro-communist guerrillas in Africa or Latin America.  Thus, many have turned up in the Korean War and Vietnam War.  The lack of Soviet markings allowed the Soviet government to claim plausible deniability when questioned on the origin of such weapons.  Believe it or not, many of these rifles are showing up in modern day conflicts, most notably in the strife currently occurring the Ukraine.  

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Mauser Karabiner 98 kurz bolt-action rifle, fitted with a ZF41 scope

Manufactured by Mauser-Borsigwalde c.1943 Germany, serial number 6908d.
Scope manufactured by Emil Busch, serial number 116885.
7,92x57mm Mauser, 5-rounds internal magazine, original leather sling.

Kar98k snipers were rifles that proved exceptionally accurate during trial and, as befitting of the cream of the Mauser production, were fitted in factory with a rail and a scope to be issued to marksmen of the Wehrmacht. This configuration was reported to be effective at ranges up to one kilometer.
Additionally these guns could be fitted with a HUB-23 suppressor, which in conjunction with the Nahpatrone Mauser subsonic cartridge could reduce the noise of the rifle down by 75% for covert operations.

Sauce : James D. Julia Inc.

HUB-23 Suppressor

WW2 tacticool, yum.

Saudade

Ela é como um rio de correntezas fortes, como um oceano doce e calmo na superfície, porém em seu interior existe a força de 24.000 kilotons. Ela é brisa, ela é maré alta, ela é onda, ela é bailarina. Ela é pólvora que explode ainda que molhada, é ativismo, revolução, feminismo, justiça ou não, ela é profunda (vai além dos quase 5km que separam o Titanic da luz do sol há quase 105 anos). Ela é foliona, viva, sorridente, e ainda que eu possa prever todos os seus passos e expressões, me deixo levar pela doçura de saber que os fez, que sentiu, que viveu, que sorriu. Seus orgasmos múltiplos são luas rosadas que explodem nos céus, para que esse universo de dois se expanda ainda mais como num Big Bang, e que delicioso vício isso se tornou. Que corpo maravilhoso, Marte perderia sua rota até se chocar com o sol de tanto delirar.

 Ela é a mistura de clássico, rap, pop e bossa, nossa, ela é toda rima, toda prosa. Ela é mocinha, pequena, delicada, um lírio de tons, curvas, detalhes definidos e excepcionalmente em seus devidos lugares de forma única e deliciosa. Ah como é bom devorá-la com os olhos, o pensamento e a alma. Logo ela, que me desnuda em palavras, em olhares expressivos e penetrantes; me desarma com sorrisos, com espontaneidades e com uma loucura louca como a minha. Ah se ela soubesse o valor dessa insanidade.

E quando não vem, ela que nem a exímia intimidade de Winston Churchill com a sua língua poderia ser descrita, deixa um vazio, tão seu, tão característico. Tem a exata forma dos 50°que seu sorriso faz a partir da pontinha do seu nariz. Tem o exato som do seu riso descontrolado, ou daquele gemido contido por não saber mais como expressar tudo que sente. Tem o exato brilho desses olhos castanhos ao olhar para cada poesia escondida na cinza paisagem da cidade. Tem o valor de incontáveis quilates desse coração, dessa vida, desses sentimentos que valem mais que qualquer tesouro. Desculpem os materialistas, nenhum tesouro é maior do que o olhar desse coração sincero, louco e semanticamente descompassado, sistematicamente acelerado batendo ao som de música antiga. Dá pra sentir seu gosto na minha boca, seu cheiro pairando pelos cômodos, pelas ruas, pelas praças, seu suor em meu corpo, seu universo chocado com o meu. Ela não faz ideia da angustia sufocante que existe, apenas pela ideia de que ela possa não voltar, ou não estar bem.

E fico aqui, Imperador de mim, sem minha campeã, minha guerreira. A minha melhor e maior loucura, minha pessoa preferida. Parece que o mundo toma uma dose tão grande de sanidade, desce como ácido amargo. Eu que vivo no pensamento de que tudo que vejo hoje, pode ser que tenha visto pela última vez penso “será que voltarei a enlouquecer? Será que voltarei a fazê-la esquecer desse mundo vil, vão e egoísta? Será que ela me verá outra vez? Será?”.

Então entre uma Conversa de Botas Batidas e Death House Blues, leio “Hey”. Como quem sente a anestesia entrando pelas veias, aquela líquido gelado que escorre pelas veias e adormece, é o som dessa voz escrita correndo pelos olhos, cérebro, nervos, coração, alma. E como um repentino disparo de uma velha Mauser K98 cortando o vale à la Tarantino, ela chega, ela vem e tudo ganha um novo fôlego. Ela sorriu, ela está bem.

Sim, eu voltei a respirar, é hora de acordar.

Ela diz que seu amor não é o suficiente para mudar a história, pobre guerreira, mal sabe que ainda que com o trono nas mãos, se pudesse inverter os lugares, morreria por ela. E morro, em cada segundo de espera, no cesto da gávea, de luneta nos olhos, procurando por qualquer sinal seu no horizonte, procurando por qualquer risco de Saturno nos céus ou um sinal qualquer.

Não há como fazê-la entender, pobre guerreira. Vive se olhando num espelho torto, mal sabe o privilégio que o universo tem de dividir a mesma existência com você. Ah, se você soubesse como o mundo espera por suas expressões tão únicas. Você não sabe o quão amável e incrível você é.

Enquanto isso, sigo velejando pela noite mar a dentro, te vejo dormindo e nos seus sonhos deixo um recado, um resumo dos inúmeros momentos em que lembro e sinto você.

Saudade!

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Kar98a

A Polish Mauser that is marked K98 but is a unique variant. Note the addition of the stacking rod. These Mausers also have two styles of sling attachments; the swivel under the stock and a rear sling post on the side of the stock. This is an easy way to identify a Polish Mauser at a glance. They tend to be quite uncommon, making them sought after by Mauser collectors. (GRH)

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A bunch of photos from the Battle of the Brickyard tactical in scenic Peru, Kansas. tl;dr it’s an event set in and around this old brick factory that was demolished shortly after WWII, and as a result is the closest thing we can get to legit bombed-out ruins here in the States.

The battle itself involves participants from almost every side in the conflict, with reenactors portraying… hoh boy. German (Heer, Luftwaffe and SS), Polish, British paratroopers, Red Army, Soviet-allied partisan and even Free French. Oh, and there’s also a bunch of GIs in there somewhere.

Pics related. I was one of three Luftwaffe Field Division troops there, for the record. Top left in the group photo.

Overall, fucking fantastic event and if any of y'all are into reenacting I highly recommend you attend it. It’s well worth it.

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Perfect Family day. Jesse Jr teaching his 14yo sister Bella how Awesome a 1939 (battle used)K98 Mauser is.. I think she agrees. #8mm (at Dripping Springs, Texas)

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K98

Although it will always spark a fierce debate, the Mauser family of rifles is often regarded as the gold standard for bolt-actions. Many modern day civilian, law enforcement and military bolt-action rifles employ Maser features such as the three-lug bolt. 

It’s popularity as a hunting rifle platform unfortunately led to many World War II examples being modified into sporting configurations. Even though you could probably buy 2 to 3 Mosin Nagant 91/30’s for the price of one Mauser K98, it’s still worth getting one.