mas te odeio

Parte de mim ainda é apaixonada por você. É patético, eu sei. Foi há muito tempo, mas acho que estou preso. Já estive com várias mulheres, me enchi de trabalho, mas você reaparece na minha vida e não aguento mais. Você ainda me tem e eu odeio isso. Eu não te odeio, mas eu odeio o jeito que você me faz sentir. Eu te odeio porque eu não posso te ter.
—  How To Get Away With Murder.
Parte de mim ainda é apaixonada por você. É patético, eu sei. Foi há muito tempo, mas acho que estou presa. Já estive com várias mulheres, me enchi de trabalho, mas você reaparece na minha vida e não aguento mais. Você ainda me tem e eu odeio isso. Eu não te odeio, mas eu odeio o jeito que você me faz sentir. Eu te odeio porque eu não posso te ter.
—  How To Get Away With Murder.
Obrigada por ser a pessoa que todos os dias se esforça pra tirar um sorriso ou uma risada do meu rosto. Por ser a pessoa que tira cinco segundos pra responder uma mensagem, que me escuta sem temer e sem me entender, mas continua a prosseguir. Mesmo com inúmeros motivos você ficou, não se desesperou, não despertou a vontade de ter se ido. Obrigada por aguentar o meu lado ruim, me deixar ser quem eu sou quando estamos juntos. E ainda fazer todos os momentos serem mais bonitos, mais incríveis. As vezes por milésimos de segundos eu te odeio, mas pode ter certeza, que eu ainda continuo te amando.
—  Tudo que eu queria te dizer.
— Por quê não podemos dar certo? — questionou ele. 
   E eu refleti nisso por alguns segundos. Por quê não daríamos certo? Afinal a gente se gostava e isso deveria ser o suficiente. Mas daí é só sair da fantasia para a realidade te acertar em cheio.
   — Não daríamos certo porque eu te amo, Leonard. Mas te odeio na mesma intensidade. Porque eu quero estar com você e não quero nem olhar pra tua cara. E porque você me faz tão bem, e acaba comigo ao mesmo tempo. Porque eu sou confusa pra caralho, e você nunca tem paciência pra minha confusão.
—  Trechos de um livro que eu ainda nem escrevi (reetards)
Eu sei que não deveria estar fazendo isso, mas sinto a sua falta e não nos falamos mais. Então só me resta tentar esvaziar essa saudade escrevendo sobre você.
Se eu fechar os meus olhos ainda consigo ouvir a sua voz, e o som da sua risada ainda está presente em minha mente.
Esses últimos dias tem sido difíceis, e vou confessar que não estou dormindo. Tenho medo de pegar no sono e continuar sendo assombrada pelos seus olhos.
Eu não te odeio, apenas estou decepcionada com você, do mesmo modo que está decepcionado comigo. Mas eu não te odeio, e sei que apesar de estar bravo comigo, você também não me odeia.
Faz exatamente nove dias, desde a última vez que ouvi a sua voz. E ela continua presente em mim, como um castigo. Um lembrete de uma época melhor. Não estávamos nos nossos melhores dias, mas eu ainda tinha você.
Me sinto vazia e cheia ao mesmo tempo, é confuso.
Estou cheia de saudade, de lembranças, de incertezas… Parece que não vou conseguir voltar a ser feliz. Nunca.
E ainda sim, vazia. De amor. De você. De nós.
Eu choro à noite, todos os dias. Até os meus olhos arderem, numa tentativa frustrada de fazer isso passar. Mas não passa, não alivia e eu não sei como acabar com isso.
Às vezes me pergunto se você também sente a minha falta. Se você é assombrado por lembranças, assim como tudo sobre você me assombra.
Eu tenho pedido muito para Deus te tirar de dentro de mim e aliviar o meu coração. Sei que isso é extremo, mas não consigo mais suportar, porque acho que vou explodir a qualquer instante e sinto como se não restasse mais nada dentro de mim. Eu estou destroçada.
Mas eu ainda oro por você, todos os dias. Não é porque terminamos que quero o seu mal. É o inverso disso. Desejo de todo o meu coração que seja feliz. Independente de quem seja a pessoa que esteja ao seu lado. Desejo a sua felicidade.
Acho que o amor é isso, querer a felicidade do outro, mesmo que ele não esteja mais contigo.
E eu o amo. Muito. E é por isso que quero a sua felicidade. 
Eu pensei em te procurar, todos os dias, mas me mantive forte.
Eu ainda olho as suas redes sociais, mas vou parar… Algumas coisas que vi me magoaram. Você está seguindo em frente. E eu deveria fazer o mesmo. Porém, ainda não consigo.
É complicado isso de seguir, mas tentarei, prometo.
Vou tentar não escrever sobre você também. 
Agora eu não sei como terminar esse texto. O que é comum, pois eu e você sabemos que não sou boa pra finalizar as coisas. Sejam escritos ou relacionamentos. Nunca fui boa para dar um “basta” nas coisas, e talvez esse seja o meu grande defeito: Por reticências em lugares que deveria ter usado ponto final. 
Enfim, amanhã o dia será longo, assim como todos tem sido depois que você se foi: incrivelmente longos. Então irei tentar dormir.
Talvez você leia isso, ou não, mas se ler nunca se esqueça do quanto eu amei e ainda amo você.
Adeus.
—  Gabriela in O último 883 km de você.
Parte de mim ainda é apaixonada por você. É patético, eu sei. Foi há muito tempo, mas acho que estou presa. Já estive com várias pessoas, me enchi de trabalho, mas você reaparece na minha vida e não aguento mais. Você ainda me tem e eu odeio isso. Eu não te odeio, mas eu odeio o jeito que você me faz sentir. Eu meio que te odeio porque eu não posso te ter.
—  How To Get Away With Murder
Vai otário, vai achando que eu vou correr atrás de você pra sempre. O que você não sabe é que um dia eu vou cansar dessa sua imaturidade e vou poder olhar pra trás e ver que você foi apenas mais um. Nesse dia você vai entender que eu te amava, que eu era a unica que estava ali por você quando o mundo inteiro virou as costas. Vai perceber que não existiria outra pessoa que aguentaria as suas escolhas mal feitas. E você vai se arrepender por não ter lutado ou simplesmente vindo até mim. Vai se arrepender porque eu estava ali o tempo todo e só você não percebeu.
—  Poeta sem nome

Oi

Queria te dizer que eu te amo

E que às vezes eu te odeio, mas tudo bem.

Que eu amo a sua voz e o jeito que você sorri quando fala.

Amo seu cabelo, suas sobrancelhas e sua barba.

Queria te dizer que o seu abraço é um dos melhores lugares do mundo.

Queria te dizer obrigada por cada momento que passou ao meu lado, por cada noite que passou conversando comigo, por todas as vezes que me ouviu e por todas as vezes que me abraçou quando eu precisava.

Obrigada por me fazer companhia quando eu simplesmente não queria estar acordada sozinha.

Obrigada por se importar comigo, por se preocupar com minhas dores e com meus dramas.

Obrigada por me colocar pra cima quando estou à ponto de chorar.

Obrigada por me aturar, eu sei que às vezes não é fácil.

Obrigada por sempre me ouvir, e me consolar.

Queria te dizer obrigada por existir.

Mas eu não vou te dizer.

É amor platônico

Foi o que a psicologa me disse. “Amor platônico, minha querida. É muito comum em jovens da sua idade. É o amor imaginado, aquele que pode nunca se concretizar. É quando você não enxerga os defeitos da outra pessoa, você idealiza o parceiro perfeito.” Estava tudo muito lindo. Estava me conformando com meu diagnostico, mas então ela disse aquela ultima frase. 

Como assim amor idealizado? Como assim não vejo defeitos? 

Será que é possível não ver o quão idiota e babaca você é? ATÉ MESMO UM CEGO VERIA ISSO! E o pior é que tenho a impressão de que você se quer percebe quando faz isso; quando age como um imbecil. Quando é egoísta. Quando não da ouvidos a ninguém. Isso me deixa tão irritada; essa sua forma torta de querer revolucionar o mundo só com o poder do seu querer e da sua vontade; Sozinho. Por que você age tão autossuficiente? 

Aquela velha de 56 anos me disse mais umas coisas. Disse que procuramos nos nossos amores platônicos o que queremos pra nós mesmos, e isso me levou a crer mais ainda que ela não podia estar mais equivocada. Você quer saber o porquê?

Quando eu olho pra você, eu me vejo. Eu vejo exatamente a mim, a garota que se fecha a 10 portas e 20 muros, a que está sempre sorridente por fora, mas muitas vezes um caos por dentro. Eu te vejo exatamente assim; Isso claro, somado ao seu sorriso… que sinceramente é a sua característica física que eu mais amo. “Eu amo” é uma expressão forte né? Igual as dores de cabeça que você me dá! Seu idiota! Meu deus, como eu te odeio! 

Mas como eu te amo…

Como eu te amo? Eu não sei dizer e, aparentemente, a psicologa velhinha e meio gordinha também não. Ao que parece, assim como no meu caso, tudo que diz respeito a você se torna extremante confuso e fora da compreensão humana… exatamente como o amor.

Olá, cretino Otávio.
Ou deveria dizer Otário? Hoje faz exatamente cinco meses que te contei que estava grávida e você sumiu. Eu não sei quem é mais imbecil, eu ou você. Consegui seu endereço com a menina da padaria. Como ela tinha seu novo endereço e eu que sou mãe de um filho seu, não? Ah, seu idiota, depois que descobri que você sumiu fiquei tão nervosa, que acabei sangrando e indo parar no hospital. Tá feliz? Eu perdi o nosso bebê! Mas graças ao meu bom Deus, eu me recuperei rápido e logo pude vir pra casa, mas eu fico me perguntando o porque de você ter sumido assim. Lembra como eram as coisas? Você sempre me ligava de manhã pra saber se eu tinha dormido bem, e quando voltava do trabalho comprava um chocolate pra mim. Até tocou no assunto de termos um filho, e aí, quando eu descubro que estou grávida - o que não foi planejado por mim - você deu o fora. Ah, mas como eu te odeio Otávio. Eu espero que quando ler esta carta você procure um novo endereço, ou vou dar uma de louca e ir até a sua casa dar na sua cara, seu filho da mãe. 

Da mulher que mais te odeia nesse mundo.
Catarine.

—  Carta do dia 28 de junho de 2010.
21/180

Eu sumi, me esvai, entrei pelo ralo, desapareci. Procurei por você em todo canto, nas suas redes sociais, na pizzaria da rua de trás, no seu percurso de corrida às terças e quintas feiras. 
Procurei nas tardes às 18:00 na esperança de te ver indo à academia. Passei horas fumando cigarro atrás de cigarro na sua portaria. Que loucura a minha, enviar presentes no seu prédio, e mal saber esconder uma surpresa. 

Que loucura a minha, não cuidar do meu amor tão bem que ele me trocou. Me trocou por alguém melhor, alguém que te fizesse mais feliz e desse mais confiança. Está feliz agora? Espero que esteja, pois suportar seu desprezo nas vezes em que passava por mim sem a minima vontade de dar um oi, foi suficiente para perceber que o errado realmente era eu…
Então resolvi deixar de lado. Fui deixando mesmo querendo estar junto, e você deve ter ido se esquecendo também. Foi sumindo sem deixar rastros.

Na minha opinião deve até ter sido sequestrados por aliens e largado em outra dimensão no meio do espaço. Na minha opinião, tu pode até ter morrido e até agora eu não tenha descoberto isso. Morto ou vivo, saiba que você anda morrendo para mim. Quando me pego de madrugada, tentando me lembrar do seu rosto, seu sorriso,coisas que eu vi pouco até então.

Mas o máximo que consigo é olhar para duas fotos suas que me restaram, colocar a nossa música (que não tínhamos) e te odiar por te amar e você não ter voltado. Caio no sono, durmo, ao acordar, já esqueci de tudo, e a vida continua. Mas eu ainda te sinto, e não me perdoo por ter deixado acontecer dessa maneira.

E não consigo esquecer:

O beijo em público na véspera de Natal, o abraço apertado no primeiro encontro, os encontros desmarcados, seu ciumes aguçado, minha preocupação exagerada, meus planos de vida, que até hoje já mudaram umas 500 vezes, e até acreditei que um dia seria um CEO como você, como sonhei…Até suas maldades mais inocentes eu suportei, pois não encontrava razões para te odiar, mas eu te odeio tanto quanto te amo… O banho de chuva até a frente do seu prédio onde roubei seu beijo em frente as câmeras… Meio estranho essa sua vergonha. A transa que me faz considerar a melhor da minha vida até hoje, e como esquecer do ciumento do Cloud. Hoje posso dizer brigado pelo café,mas gostaria de um dia te convidar para toar mais um… Ainda te amo, onde quer que esteja, Adriano.

Brendon

Eu te amo e te odeio. Te amo porque toda vez que falo com você, borboletas aparecem no meu estômago; te amo porque você tira de mim os sorrisos mais sinceros; te amo porque eu sonho com você e acordo a pessoa mais feliz do mundo; te amo porque você me faz acreditar que existe algo bom nesse mundo.
Mas eu também te odeio. Te odeio porque me pego pensando em você em todos os momentos; te odeio porque você está tão longe e eu não posso sentir o seu calor; te odeio porque te quero tanto e não posso te ter. Te odeio por que te amo tanto, e meu Deus, como eu amo te amar.
—  Anna Maia