mas sempre achei

Antes de amar tire a perfeição. Ninguém quer amar uma pessoa perfeita, posso estar totalmente errado, mas sempre achei a perfeição chata, sem imaginação e repetitiva. E o que me incomoda é a quantidade de pessoas que estão atrás dessa diva decadente, seja ela qualquer tipo de perfeição (beleza, material,comportamento etc), ela torna tudo tão insensível, coloca padrões em tudo, deixa as pessoas cada vez mais iguais e pra mim isso é realmente triste. Sempre me apaixonei pela imperfeição, pela vulnerabilidade, pelas pessoas que ainda saber dizer que precisam umas das outras, por aquele tipo de pessoa com coragem suficiente para mostrar as suas sombras (essa nudez que agride e fascina). A imperfeição me cativa, é bonito ver alguém que luta contra seus medos, que descobre uma força escondida na sua própria fraqueza e sobretudo alguém que nega a autossuficiência tão pregada nos templos de perfeição. Por isso tento ser cada vez mais quem eu sou, e assumo todas as minhas imperfeições, deixe a perfeição para os deuses. Somos humanos e esse é o nosso maior charme. Ame com imperfeição, porque o amor-perfeito escolheu ser flor.

— Zack Magiezi

Eu quase esqueci você,

mas tem o cheiro do café, as paredes do meu quarto, o cobertor que me sufoca à noite, aquela música do strokes que não sai da mente, a risada contida, o papel em branco, o sol brilhando lá fora, o escuro aqui dentro, aquela carta rasgada, o amigo em comum, aquele filme que tem o protagonista parecido com o teu tio, minhas mãos que não sabem mais onde tocar, as ruas turbulentas, o passo apressado, as estrelas e os planetas, aquela menininha que se chama Alice, a nossa banda favorita, as segundas-feiras incansáveis se repetindo todos os dias, a aula sobre a segunda guerra mundial e a terceira se formando em meu peito, o bom dia do padeiro, a vizinha perguntando pelo teu primo de terceiro grau, as roupas velhas, o tênis ainda sujo de terra daquele dia lá, as fotos da tua sobrinha, a insônia, a falta de apetite, o banho demorado, aquele festival que combinávamos de ir algum dia, a melancolia, aquela tua foto que sempre te disse ser horrível mas no fundo sempre achei tão bonita, a piada que tentaram me contar ontem e eu acabei lembrando das tuas que eram tão sem graça quanto eu sou agora, o abraço de estranhos, as conversas tediosas, o frio no estômago, os programas de tv, aquele personagem do seriado que tem um sinal no mesmo lugar que tu tem, a barba mal feita do cobrador do ônibus, teu vídeo cantando rubel, aquele disco que tu perdeu mês passado, o livro que deixei de ler, as fotos apagadas, aquela vez que tu tocou pra mim, os domingos que já não enfeitamos mais, as crianças no parquinho, a janela pro quintal, a comida da vó, a tua camisa que combinava com meu cabelo, as visitas dos amigos, as respostas programadas, as risadas vendo aquele vídeo engraçado, a tua cor favorita, aquela história que tu me contava sobre o senhor que escreve poesias aí perto, a esquina que dobra pra chegar na tua rua, nosso primeiro abraço, o desenho que tu fez em mim, a praça onde nos beijamos pela primeira vez, as flores pra aguar, teus poemas e desenhos, aquela playlist com teu nome, os olhos pesados, a janta requentada e o mundo que grita lá fora enquanto o meu peito grita por você.

eu quase esqueci você e se eu não fosse eu e não soubesse ser outra coisa além de tua, esse quase nem existiria.

youtube

dia dez

é que por você eu dirigia o meu automóvel de uma forma muito estapafúrdia

meus pais sempre discutiam comigo porque não chegava à hora de jantar

o garoto da loja de sorvetes piscava-me o olho quando eu chegava sozinha no balcão

ele já sabia que você dobraria a próxima esquina

por você eu ficava sempre brigando com os pássaros

queria assobiar muito mais alto do que eles

e isso não é nada esperto

quem briga com bicho, perde

por você eu também fui descobrir aquele projeto de mamífero emadeirado que ficava no ponto mais alto da aldeia

e por causa disso eu soube que a luz incide de uma forma muito maravilhosa no rosto de dona Manu

é que dona Manu ficava lá sentada comigo todas as tardes, do lado da estrutura

era eu, dona Manu e a baleia

todas as tardes de Verão em Lisboa

não sei se te disse, mas durante os nossos dias, fez sempre Verão em Lisboa

não sei se você reparou, mas sei que todos os marinheiros da vila ao lado repararam

lembra quando subimos no barco para comer churrasco?

acho que esse foi o fim de tarde mais lindo do mundo

como quase todos os todos os dias do mundo foram os mais maravilhoso com você

às vezes ainda acho que vivo num filme

que é tudo uma cinematografia um pouco estapafúrdia

um filme, um filme em que não disseste sim

um filme em que escolheste outro tipo de disparos

o filme em que julgaste que a minha velocidade era a coisa mais idiota da galáxia

sim, eu pegaria um avião só para te beijar no dia dos teus anos

sim, eu já te tinha dito

era capaz de atravessar a cidade em bicicleta, só para te ver dançar

e não se iluda, nunca mais se iluda

eu não sou herói, nada de campeonatos

nunca atravessei nenhuma das chuvas para te provar coisa alguma

tudo o que atravessei, toda aquela rapidez que te levava do claro ao escuro em 43 segundos

era só porque… desculpa

mas eu sempre achei que eras a pessoa mais bonita do mundo

sempre achei que a tua presença a meu lado era quase imerecível

não acho que sejas a Gisele Bündchen, não acho que sejas o Brad Pitt

não acho que sejas o menino Arthur Rimbaud

não acho que tu sejas o conta-km de um Austen Martin na estrada de Kathmandu.

acho que tu, és o teu nu (?)

teus olhos castanhos, teu cabelo claro, tua voz às vezes grave, às vezes doce

tua incrível mirada sobre o mundos dos negócios

e tua bendita sensibilidade para a natureza

una, espiritual, familiar de todas as coisas

desculpa gostar tanto de ti…

desculpa já nem sequer te inventar

eu sei que o teu rosto é o teu rosto

e isso ainda é muito equiparável à estabilidade de uma girafa, sobre os 30 pratos na fazenda

acho que foi por ti que Santo Anselmo cuspiu flores

tu, o teu nome, a alegria no mundo

acho que o teu amor, que nasce e morre

e nasce e morre e ressuscita e assim se alastra

é a maior de todas as bênçãos possíveis no peito de um anjo roxo

perdoa este excesso de paixão

talvez para ti seja meio difícil

mas eu prometi sempre dizer a verdade

toda a gente sabe quem tu és para mim

e você, e para você, os meus parabéns por 30 anos de Terra

pela parte que me toca,

obrigada pelos 20

do que foi, ainda é, uma aventura tremenda

…um abraço forte

(Matilde Campilho)

Não dá mais para romantizar, tudo que eu tento dá um toque de magia se despedaça. Nossos olhos não se encontraram, foi a nossa realidade que se encontrou, e depois sim, as nossas vozes, o timbre da sua voz fez companhia para mim, e como uma criança que ganha um presente novo e não desgruda dele nem pra dormir, eu não desgrudava de você. No fundo eu entendo tudo, exatamente cada vírgula e reticências em você. Mas eu as vezes acredito que você custa me entender. O que eu quis desde o inicio não mudou, nem quando eu queria muito mudar, a gente não muda o que sente so porque tá afim de não se machucar de novo, a gente não melhora o outro so porque ta afim, a gente não faz nada só porque ta afim, nem se a gente quiser muito. Por isso se preocupe se eu parar de falar, se eu ficar em silencio, se eu realmente começar a dá o espaço que você atuava pedindo, porque nunca foi real. Eu não tenho duvidas de que você jamais me pediria para desistir ou te deixar em paz olhando nos meus olhos, nem se você estivesse decidida a me fazer acreditar, seus olhos te entregam desde que cruzaram com o meu. Não vou me decepcionar ou perder o meu tempo te esperando, porque não é uma opção, é o que eu quero, quero você. Talvez você um dia deixe de querer o mesmo, e aí vai ser a minha hora de te deixar seguir em frente, mas enquanto os seus olhos vacilarem e a sua voz se alterar, eu não vou deixar pra lá. Eu aprendi desde cedo de que nada é tão difícil que a gente não possa melhorar, e por isso você vai me ver muito ainda repetindo a mesma coisa, aquela coisa de “come direito” “toma cuidado” ‘ja comeu?“ “alonga as costas” “tenta dormir sem travesseiro” “não desiste, logo tudo acaba” “eu to aqui” “eu acredito em você” “pode ir comer agora”, e claro, a sua frase menos conhecida “eu amo você”, que as vezes nem precisa ser correspondida, eu so quero ver o seu sorriso, e tem a nossa classica “você é linda”, e você realmente é, não importa o que pessoas de fora ja tenham dito, você tem um sorriso lindo, e uma gargalhada contagiante, e dormindo você nem parece a tempestade que é acordada, parece tão tranquila, e quer saber um segredo? Você realmente é tranquila, so quem atravessa esse caos no inicio de tudo que você tem como realidade e lembranças descobre, você é cais, e as vezes uma forte tempestade, mas eu sempre achei fascinante as tempestades, tinha algo que prendia os meus olhos naquele amaranhado de luzes, nos estrondos, e no agitar do mar, você é a junção de tudo isso, e não faz mal, ninguém aguenta ser garoa a vida toda, mas eu aguentaria viver no meio dessas estações.
—  Para alguém que nem se quer vai ler.
Quando fui a psicóloga pela primeira vez,ela me fez a seguinte pergunta: “Quem é você?” parecia uma pergunta tão simples, mas eu não conseguia dizer uma só palavra, tudo o que eu conseguia fazer era me debulhar em lágrimas e perguntava a mim mesma quem de fato eu era. Depois de alguns minutos de conversa ela me disse que eu era uma garota morta, aquilo me deixou apavorada, eu não entendia o que aquilo queria dizer. Sempre senti dificuldade em me abrir com alguém. Quando eu era mais nova,eu escrevia palavras que eu não conseguia dizer,eu tinha um caderno cheio delas.
Mas analisando o que ela disse,eu percebi que ela tinha razão, eu estava morta por dentro, eu morri quando deixei os meus sonhos para trás, morri quando me calei quando podia ter dito algo, e toda noite eu morro um pouco mais quando perco expectativas com o mundo. Sempre me senti sozinha,nunca tive muitos amigos, sempre me senti incompleta. Toda a minha vida eu procurei alguém que me compreendesse,alguém para dividir as coisas,mas sempre achei o amor meio clichê. Mas sabe,tem uma parte de mim que não acredita no amor,uma parte que prefere ficar sozinha presa no seu mundo e que expulsa qualquer pessoa que tenta se aproximar. Essa parte de mim fez da solidão a sua companhia. Mas tem outra parte de mim que acredita em finais felizes, essa parte acredita que tudo vá ficar bem um dia. E é essa parte ,é esse fiozinho de esperança que me mantém viva de uma certa forma. E agora tentando responder aquela pergunta, eu digo: “Quem eu sou?” acho que finalmente encontrei a resposta. Eu sou o acúmulo de palavras não ditas, sou uma garota perdida tentando se encontar.
—  Identificas
Eu escrevi e o egoísmo do mundo inteiro coube em minhas mãos, todos os dias que acordei desejando estar ainda dormindo me fizeram acreditar que tudo que se pode crer sem se tocar seria real e verdadeiro. As feridas que levei na pele e as cicatrizes que deixei fora de mim, explícitas à olho nu, não tiveram uma grande influência nas pessoas lá fora. Sempre tive necessidade de falar sobre mim e minha história tão imensa, porém tão fina, seca e pequena aos meus olhos. Nunca quiseram me escutar, mas mesmo aos que imploravam para que eu a contasse, só haviam pessoas que gostariam de saber casos da vida alheia para contar vantagem por aí, eu nunca fui a favor disso, mas as escuto sem falar depois, sem passar na cara, por que não faço questão de ser escutada de vez em quando. Na maioria das vezes puxo meu caderno ou meto o dedo no teclado para escrever, com isso aprendi que nada alivia a alma o bastante, sempre vamos em busca de algo, sempre falta tudo, mas tudo o que? Será que sabemos o que esperamos? Minha resposta final é não. Dai eu vou usando o pouco que tenho em minha criatividade para não chorar, porque isso para mim nunca adiantou, eu desenho, pinto, bordo, canto e danço, tudo em meu quarto, estou sempre externamente feliz, com um sorriso de ponta a ponta que todos usam como máscara para mim. Dentro de mim a tristeza não predomina mais, mas o “tanto faz” está por toda parte. E temer sempre foi meu forte, mas creio que se não posso ver meu medo lá na frente, ele não existe, até descobri que contos de fadas são aquelas histórias de terror amenizadas para que as crianças durmam em paz, eu nunca pude dormir em paz sem pensar no dia seguinte, por que mesmo sendo criança, me ocupei demais sendo forçada a ser adulta e tendo que resolver assuntos que naquela época já eram pendentes. Eu acreditei na minha vitória, mas naquele tempo eu acho que não venci. Perdi o rumo em alguns anos, mas sempre achei o caminho de volta para casa, hoje passo em lugares dos quais nunca mais visitei e me recuso a relembrar do passado, inevitável não acha? Por que memórias não morrem só assim, a gente não pode queimá-las como se fossem papéis que por acaso são descartáveis, pensei, mas se eu fui descartável, por que elas não poderiam ser também? Não é injusto? As pessoas cometerem um mal que ficará eternamente como uma lembrança ruim só pra quem sofreu, pois heis que essas pessoas sofrem de amnésia, mas quem ardeu em chamas por causa delas, não. Assim se passavam dias, meses, anos e até algumas horas, o tempo passou e talvez eu até tenha mudado, mas ninguém nunca parou para perceber essa mudança. Ai está a prova que as pessoas só se importam com as coisas que as convém. É eu costumava ser aquela que tinha a resposta na pontinha da língua, hoje essas respostas se esvaíram, e eu só tenho perguntas que nunca serão respondidas, pois minhas perguntas são enigmas que apenas são respondidas com charadas de bom humor, e as pessoas são mal humoradas. Hoje eu posso ir até o centro da cidade e me encontrar numa multidão que está perdida por aí tentando encontrar-se em algo que nem sabem o que é, mas só me perco nomeio delas, não alcanço o raciocínio das pessoas, pois heis que eles são de mal grado e eu enfrento meu rancor e o jogo fora de mim todos os dias. Eu mesmo apago as luzes da minha casa, mas não fico no escuro, não faz sentido, mas pode ser que depois que escurece meus olhos refletem no espelho clareando a casa como se fosse de dia, obsessão por mim, veneração própria, não, talvez seja aquela defesa pessoal chamada “amor próprio” que a maioria tem de vez em quando, eu poderia ter todos os dias, porém luto de contra tudo que o vento sopra, quer dizer, lutava, por que hoje eu espero que ele sopre meus cabelos na direção onde não devo ir, ele venta de frente a mim o que significa que eu deveria voltar atrás, não quero, talvez não possa mais, eu não aguentaria mais. Eu quero que ele me traga coisas boas enquanto fico em casa na sexta a noite esperando a pizza chegar, meu livro velho nesse momento está na mesa e meus olhar vê o teclado, meus pensamentos voltam ao passado e se encontram com os de alguém que me deixou lá atrás, e de bom grado eu escrevo esperando que a chuva invada minha casa e me molhe até que eu possa ter coragem para ir em frente, mas coragem nunca foi meu forte. As coisas acontecem de repente para que possamos aprender com os tropeços que levamos, eu andei por aí levando uns dois quem sabe dez topadas e até agora não aprendi nada. Cada vez mais me fecho para o que me espera do lado de fora, será que estou presa em uma caverna e não sei? Será que as algemas estão em minhas mãos desfaçadas de caneta e papel? Eu poderia rir do que estou falando, pois soou como uma breve loucura, breve, sim foi o que você leu, eu não sou uma louca solitária, sou apenas uma garota tentando descobrir o que é, perdida dentro de si, cantando músicas que se quer irá mais ouvir e escrevendo textos que se quer terá tempo para ler, por que hoje em dia ninguém tem tempo para nada, mas isso tudo acaba quando chega a sua hora de morrer. E eu sei que assim como todos você também tem medo de um dia ruim chegar. No fundo assim como todos, a gente quer advinhar o futuro com medo de que nosso passado (presente atual) seja tão infinito que cresçam memórias duradouras ou que ele seja tão ruim que em seu futuro, talvez você não esteja mais aqui, que medo da de nada dar certo, que medo da de a gente não ter coragem de lutar, por que todo mundo fica cortando nossas forças. Por muito tempo eu pensei “No que vou me agarrar?” Pensei em Deus, pois heis que ele nunca me abandona, e também pensei em alguém que me colocasse dentro de si como eu coloco cada pessoa que conheço. Todos dentro de mim dividem-se em pastas, “Aqueles que me magoaram”, “Aqueles que não fazem diferença”, Aqueles a quem devo meu ódio’’, “Aos que devo minha vida”, “Aos que são minha vida”, documentos dentro de mim que quando abertos (dependendo do momento) dançam comigo com uma música que marcou cada um, só eu conheço essas músicas e ninguém mais as marcou tanto quanto eu. Eu quero ter uma história pra contar e não me arrepender dela só por que tropecei no começo, grandes histórias sempre tem seu momento “sad”, e eu estou sempre tão Down que ninguém nem me percebe, odeio ser o centro das atenções, mas gostaria de me virar em 7 só pra ver quem eu gosto feliz, e olha só gosto de pouquíssimas pessoas, talvez uma ou duas e talvez essas duas sejam eu e mais um. Não sou feita para gostar de todo mundo, mas amo “evebody”, quero ter a fineza de dizer para alguém que consigo sentir algo maior, me contradisse várias vezes em um só texto (nesse texto), meus sentimentos são como bolhas de sabão, estouram até surgirem novos no lugar, a maioria não é bom, sempre tenho uma pitada de tristeza até nos momentos alegres. E talvez só tenha uma pessoa por mim, duas quem sabe, e quem sabe eu obtenha algo completível em meio a tudo isso? Quero deixar de ser metade para ser inteiro, mas ninguém gostaria de ser inteiro comigo. Há muitas metades circulando por aí, pois suas segundas partes cruzam com almas distantes do que nós podemos ser e dar a essa pessoa. Tenho o tédio comigo, Deus e minha mãe, no total de 3, Bingo! Todas as coisas do mundo devem ter seu par, e já que três é ímpar, estou esperando que a metade que circula por aí com outras, finalmente me ache e se entrelace a mim, assim sendo aprisionada a vontade de Deus, pois heis que eu escrevi com egoísmo, mas ele escreve com amor.
—  Dentro de uma garrafa, uma epístola. Poesografa
Texto totalmente fictício.
Primeira vez dando para 4
Sou Sofia, tenho 20 anos. Sou baixinha e magra, rosto delicado, e cara de 16. Sempre sonhei em experimentar sexo grupal, mas sempre achei isso uma loucura e achei que nunca teria coragem e oportunidade. Até que viajei para Fortaleza setembro do ano passado com uns amigos e conheci o Julio na praia. O achei muito lindo, e para minha surpresa ele veio falar comigo, saímos por alguns dias mas não transamos, até que um dia conversando com ele deixei escapar que tinha o fetiche de transar com vários homens. A princípio ele ficou surpreso e calado, mas depois disse tinha me achado uma garota gente boa, que realmente não me imaginaria fazendo isso, mas que se eu quisesse ele poderia me dar uma ajuda.
Eu fiquei constrangida e disse que não, até porque não nos conhecíamos direito e que se fizesse isso provavelmente iriam me tratar como uma puta. Ele disse que se eu topasse prometeu que ele e seus amigos iriam com calma comigo e só fariam o que eu estivesse de acordo e a vontade para fazer. Nos despedimos e passei a noite pensando nisso, era uma situação que me excitava bastante, mas tinha receio porque não o conhecia nem os seus amigos. Então resolvi acertar tudo com o Julio, ele disse que seu pai tinha uma casa de praia em uma cidadezinha longe de fortaleza, mas que compensava. Avisei para meus amigos que iria passar uns dias com o Julio em uma casa de praia longe de Fortaleza, dei o telefone dele e o endereço para meus amigos, que não gostaram da ideia. Mas lá fui eu.
Estava muito receosa, ia passar quatro dias com mais três amigos dele, o César, o Cadu e o Jean. Ele perguntou se não tinha mais nenhuma garota para levar, disse que não, eu não queria que ninguém ficasse sabendo que ia ser uma suruba, queria que o que acontecesse ficasse restrito apenas naquele lugar. Ele disse que tudo bem, mas que a minha boceta ia ficar ardendo meses… rsrs
Já tínhamos combinado que ia ser algo bem livre, sexo a qualquer hora, sem precisar ficar dando rodeios ou esperando para transar. Quando combinei isso com ele confesso que minha buceta tava ardendo de prazer só de pensar, mas no carro indo para lá fiquei muito arrependida.
Chegamos na casa depois de algumas horas de viagem, acho que a cidade era pequena, simples, a casa também era bem simples e em um lugar bem tranquilo, sem casas perto, mas a praia era em frente quase, bem gostosinho mesmo. Acho que o lugar não recebe muitos turistas, é meio vazio e não tem muita estrutura. Por precaução levei muitas camisinhas e comprei dois lubrificantes. Tinha 3 quartos, um com cama de casal que peguei para mim e outros dois com uma beliche.
O Julio perguntou se eu queria tomar banho, eu disse que sim. Fui para o banheiro e tranquei a porta, demorei uns 30 minutos. Saí do banheiro vestida. Não tinha caído a fixa que ia trepar com aquele monte de caras. Fui para o quarto e peguei a escova de dente porque estava com um cheiro horrível de molho de cebola na boca, foi quando o César entrou no quarto. Eu fiquei surpresa, não queria trepar naquela hora, estava sem tesão algum. Ele trancou a porta, e veio me perguntando se tinha gostado do lugar, eu disse que sim, ele perguntou se estava tudo bem, eu acenei com a cabeça. Ele foi muito delicado comigo, o que me deixou feliz. Passou a mão pela minha nuca, me deu um beijo, e foi me deitando na cama. Foi tão gostoso, aí sim fiquei com tesão!!! Fui abrindo as pernas, louca para ele por aquela pica na minha boceta, mas ele ainda demorou, tirou minha roupa, ficou me apertando, cheirando. Depois de uns quinze minutos disse que o Julio falou para ir com calma no início, e perguntou se podia amarrar minha mão. Eu fiquei realmente com medo, achei que ele fosse daquele tipo que gostasse de bater, mas ele falou que ia ser tranquilo e que não faria nada que eu não quisesse.
Com muito custo achamos alguma coisa para servir para amarrar, cortamos um pedaço da corda da cortina. Deitei de bruços, ele sentou na minha bunda, chupou minha nuca e amarrou minha mão na cabeceira. Nesse momento fui a loucura, nunca tinha feito isso. Tava com muito, muito tesão mesmo. Então ele começou a meter em mim, primeiro devagar, depois começou a dar cada socada que eu sentia o pau dele encostar lá no fundo. Eu gemia muito, e rebolava minha bunda, e ele socando, socando, até que tirou para não gozar. Ficamos calados, até que vi alguém tentando abrir a porta, mas não abrimos, trepamos mais uns vinte minutos.
Depois pedi para pegar um pouco de água, quando ele foi para a cozinha ouvi ele discutindo com o Jean porque havia trancado a porta, ele voltou muito puto, disse que o Julio e o Cadu tinham ido ao supermercado comprar mantimentos e que não tinha água na casa. Eu perguntei o que tinha acontecido e ele disse que o Jean ficou com muita raiva porque a porta do quarto estava trancada. Cheguei ficar com friozinho na barriga, mas disse que queria continuar trepando, e que podia deixar a porta aberta caso o Jean quisesse vir, porque ele estava no banho. Quando ele saiu, viu a porta aberta, e eu gemendo muito, caralho, que foda boa. Para minha surpresa veio todo molhado, sem nem enxugar na toalha, eu estava de quatro e ainda amarrada. Ele subiu na cama e pôs o cacete na minha boca, puta que pariu, que pau gostoso. Mas queria os dois me fodendo, pedi para o César meter no meu rabinho e o Jean na minha boceta. De início doeu porque eu esqueci de pedir para passar o lubrificante, o pau do César foi entrando e eu sentia meu cuzinho piscando. Ficamos assim uns 5 minutos até o resto do pessoal chegar. Eles dois foram para o quarto e viram aquela cena, a minha cara acho que era impagável. Eles pediram para continuar na sala.
Não vou contar tudo que aconteceu porque se não vai ficar muito grande. Mas na sala eu fiquei deitada no tapete e colocamos os filmes, fizemos um rodízio muito delicioso, mas dessa vez cada um me fodeu de cada vez no chão. Mesmo já tendo gozado foi gostoso.
Tive que tomar outro banho. Depois disso ainda trepamos mais, confesso que algumas vezes estava sem vontade e ficava irritada, parecia as vezes que eu era um objeto, transei com o Jean encostado na geladeira, depois o Carlos ficou encostado na porta esperando o Jean gozar, então ele veio meio bruto e me colocou no chão pelo cabelo, fiquei puta com isso. Segurou meu pescoço e me fodeu uma meia hora em cima de mim sem trocar de posição. Então ele disse que queria que eu desse para ele na frente do pessoal que estava conversando na varanda. Fui achando ruim, chegando lá, ele sentou no banco e pediu para eu sentar no pau dele, ele dava muitos tapas na minha bunda, me chamava de gostosa, e repetiu umas mil vezes que ia gozar todo dia na minha boceta. O Julio então ficou passando as mãos nos meus peitos e disse no meu ouvido “Quer dizer que a putinha quer dar pra 4? Sua boceta vai arder de tanta pica. Vi que gosta de brinquedinhos, vou buscar os meus”. Foi no carro e pegou uma sacola. Quando vi ele tirando um bando de treco para usar em mim saí do pau do Jean e disse que não queria nada que machucasse, ele então disse que não era nada demais e que eu também ia curtir, que era para ficar diferente. Ele pegou uma algema com uns frufrus rosas, não sei o nome disso, pôs em mim. depois pegou uma bolinha com uma amarra e pôs na minha boca. Primeiro eu fiquei de pé apoiada na janela, empinando a bunda, nem vi quem me fodeu primeiro, mas levei tanta chupada, só meus peitos ficaram com 4 marcas de chupão, no outro dia tinha muitaa marca mesmo!
O Cadu, que eu pensei q fosse o mais tímido, falou que queria me foder na praia, tiramos as algemas, eu só joguei um vestido por cima, sem biquini, e fomos a pé só eu, ele e o Jean, era já uns 6 e meia, tava escuro e a praia era sem iluminação, um pouco mal cuidada, mas não tinha ninguém. Ele pediu para eu deitar virada para cima, eu deitei, ele sentou quase que em cima do meu rosto e colocou o pau na minha boca, eu engasgava toda hora. Nisso o Jean enfiava alguma coisa no meu rabinho, depois começou a meter gostoso. Nunca gemi tanto, pedia pica, falava que queria que me fodessem o dia todo. Depois fiquei de quatro, e os dois ficaram passando os dedinhos na minha boceta, isso foi me deixando com um tesão louco, queria muito um pau me fodendo, ficava dizendo “me fode por favor, mete na minha bucetinha, mete, mete, por favor”. Esquecemos as camisinhas, a essas alturas os dois meteram até gozar.
O que passamos naqueles quatro dias foi algo muito louco e muito prazeroso que talvez eu nunca mais vá viver. Dei muito, me soltei, fui uma putinha mesmo, acabei fazendo tudo que eles queriam, teve uma madrugada que acordei com alguém me fodendo e nem sabia quem, e depois me foderam mais duas vezes. O lençol ficou um nojo. Fizemos muita dupla penetração, no último dia falei que não queria mais, porque dei tanto o rabo que sangrou um pouco.
O Jean era meio bruto, mas uma das transas que eu mais gostei foi quando ele chegou na minha cama de manhã, eu ainda estava dormindo, me puxou da cama e eu ainda sem entender, abriu a porta da casa me colocou de quatro, sem tirar minha blusa e minha calcinha, só puxou ela para o lado e meteu muito na varanda. Dava vontade até de rir, parecia um cavalo comendo uma água, ele socava bem fundo, meu joelho doendo de ficar apoiada no cimento, e dizia “pensou que eu não ia te comer sozinho, essa boceta agora é minha.” Eu apertava minha bocetinha para ficar mais gostoso e toda vez e eu fazia isso ele urrava. Até que me deitou e veio me comendo por trás, mas ele metia tão rápido que ficava me esfregando no chão. Segurava minha cabeça com as duas mãos e balançava.
Depois disso voltei para Fortaleza, não fui mais a praia de biquíni porque estava muito marcada, nem trocava de roupa na frente de ninguém. Inventei para minhas amigas que estava naqueles dias e não poderia entrar na água. Depois disso o Julio pediu meu nome todo e disse que ia me adicionar no face, mas inventei outro sobrenome e espero que ele nunca me encontre. Foi muito bom, mas acabou lá.

anonymous asked:

Acabei de perceber que a Aarika é super alta. Não sei porque mesmo com foto achava ela baixinha, mas tava vendo umas fotos dela com o Calvin é a diferença não é tão grande. Tipo a Tinashe e a Rita eram formiguinhas do lado dele. A Eiza tbm é alta, Taylor nem se fala.

Eu não sei qual é a altura da Aarika mas sempre achei ela baixinha por algum motivo.

Eu queria. Queria você, queria eu e você, queria nós. Te perdoei durante muito tempo e tudo porque eu não te queria longe, por medo de perder você. Um medo desnecessário, até porque eu nunca tive, mas sempre achei que fosse meu. Você me iludiu tão bem que eu nem percebi. Eu não quis enxergar porque eu achei que você era diferente, que você seria diferente. Bobagem a minha, não? Me enganei, como de costume. Dei muito a quem não tinha nada para me oferecer e acabei sozinha, desiludida e com o medo de que no futuro isso aconteça novamente. Se caso acontecer, não tenho certeza se serei capaz de suportar.
—  Poesografias.
Eu quis fechar os olhos e deixar ir, eu quis ir    - Mas sempre achei que se fosse me perdia - E por decidir ficar me perdi, não dos outros, de mim.
—  Mônaco| 1960

One Shot - Zayn Malik

  • Pedido

- (s/n), desce logo ou eu vou até aí te arrastar até a saída.

- Calma, amor. - Desci os degraus praticamente correndo. - O que achou?

- Está boa.

- Só boa?

- É (s/n), você já me irritou demais por hoje, vamos logo antes que eu desista! - Grosso! Respirei fundo e saí de casa sem nem tocar nele.

Chegamos à festa de um amigo dele e aquilo já estava lotado e rolando altas sacanagens, Zayn se sentia muito a vontade com tudo, parecia achar normal e até se divertia em ver sexo explícito em alguns locais da balada. Ele me apertava o tempo inteiro enquanto andávamos pelo lugar, talvez na tentativa de me proteger de algum puxão de um desconhecido, do jeito que as coisas estavam ali eu não duvidaria disso.

- Zayn, você viu aquela gata ali? - Um amigo disse, fingi que não estava ouvido.

- Vi sim, muito boa mesmo. - Ele riu. - Mas a minha mulher é mais. - Puxou-me pra perto dele e mordeu meu pescoço.

- O quê?

- Nada. - Meu marido riu convencendo-se de que eu não ouvi. - Você está linda demais, sabia? Sempre foi, mas hoje…

- Achei que eu estava boa. - Olhei pra ele como uma águia olha pra sua presa e me levantei pra buscar uma bebida.

- Aonde vai?

- Buscar algo pra beber.

- Eu pego pra você.

- Não, eu vou.

- Não quero que você fique por aí andando sozinha, é perigoso.

- Fique tranquilo, eu estou apenas bonitinha, nenhum cara vai nem sequer me notar aqui entre tantas gatas! - Gritei por conta da música alta e da minha raiva. Seu amigo que havia falado da mulher ficou tão paralisado quanto Zayn.

Fui até o bar fumaçando de ódio. Além de dizer que eu estou “boa”, meu marido teve a cara de pau de falar de outra mulher perto de mim! Eu realmente estava enraivada e não enxergava quem passava ao meu lado, Zayn não foi atrás de mim e eu agradeci por isso. Cheguei ao balcão e pedi uma bebida com um enorme teor de álcool, nunca havia bebido algo tão forte assim.

- Deseja um morango no topo do copo? - O barman perguntou. Faria alguma diferença?

- Pode ser. - Ele colocou rapidamente.

- Posso oferecer alguma coisa para a moça linda desacompanhada? - Um cara gentil apareceu ao meu lado. Eu até teria rido se não estivesse tão brava.

- Já peguei uma bebida. - Ergui o copo pra ele. - E ah, não sou moça.

- Deveria ter percebido antes. - Ele riu e eu o acompanhei enquanto bebia a tequila e fazia careta logo após. - Você não aguenta isso, por que está bebendo?

- Meu marido me irrita.

- Uh! É casada?

- Sim. - Ri.

- Me perdoe, mas terei que ir antes que ele venha aqui te buscar. - Pegou minha mão e a beijou. - Foi um prazer, quando ficar solteira pode me procurar. - Entregou-me um papel com seu número de telefone e eu ri quando ele foi embora.

- Quem era? - Ouvi a voz de Zayn logo atrás de mim.

- Não o conheço.

- Falando com quem não conhece?

- Qual o problema?

- Já reparou no lugar que você está?

- Sim.

- E então?

- Zayn, eu sei me cuidar.

- O que ele disse pra você?

- Que eu era linda. - Realmente me senti linda naquele momento, nós mulheres só precisamos de um elogio. - E que quando eu ficasse solteira novamente eu poderia procurá-lo.

- E esse papel aí é o número dele?

- É.

- Me dá essa merda. - Tentou pegar o papel e eu sai de perto dele. - Você adorou, não é?

- Claro que adorei. Meu marido não me faz um elogio! - Guardei o papel na bolsa. - Então gente de fora tem que fazer, não reclame Malik.

- Eu vou lá e…

- Vai nada. - Interrompi. - Você vai ficar quietinho e vai voltar pra mesa.

- E você vem comigo, você é minha mulher (s/n).

- Não, quero deixar você sozinho ali pra poder olhar melhor pra gata que está sentada na nossa frente. Ou ficar preocupado se eu percebi ou não é mais divertido?

- Eu quero você comigo naquela mesa agora.

- Está com medo da concorrência?

- Não, estou mandando você ficar ao meu lado no posto de minha mulher. - Eu senti que ele estava raivoso. Vingança perfeita!

- Tudo bem. - Vi meu marido respirar fundo e passar as mãos pelos cabelos.

- Vamos.

- Mas você vai na frente, daqui a pouco eu vou. - Encostei-me no balcão e fiquei apenas observando Zayn andar vagarosamente até a mesa, quando deu cinco passos eu comecei a acompanhá-lo, afinal, eu estava com medo de ficar totalmente sozinha ali.

- E aí gostosa, está com um tempo livre? - Um cara apareceu repentinamente na minha frente.

- Não.

- Por quê? Não estou te vendo com ninguém.

- Ela está comigo. - Zayn me puxou pra perto dele. - Vaza.

- Parabéns, Malik. Sua mulher é muito gostosa. - Olhou-me da cabeça aos pés e isso me incomodou bastante. Zayn fez menção de ir até ele, mas eu o impedi.

- Não vale a pena. - O homem riu ao ouvir e se perdeu no meio da multidão logo após.

- Eu te avisei, não foi? Eu te avisei (s/n)! - Ele parecia desesperado. - E se eu não tivesse olhado pra trás hein?

- Eu iria conseguir me livrar dele.

- Tem certeza? - Não.

- Tenho.

- Vamos embora dessa merda agora. - Zayn me puxou pelo braço até a mesa. - Gente, estamos indo embora. Até depois.

- Por que Zayn? - Um amigo dele questionou.

- Estou cansado e amanhã tenho show. Boa festa pra vocês! - Acenou e me puxou novamente até o estacionamento e me colocou dentro do carro. - Merda. - Bateu no volante com força.

- O que foi?

- Eu odeio quando alguém te olha do jeito que ele olhou.

- Já foi Zayn.

- Eu deveria pelo menos ter dado um soco naquela cara de babaca dele.

- Amor, calma. - Eu ri e passei a mão em seu braço enquanto ele dirigia.

- Você é minha.

- Eu sei disso. Não precisa fazer uma cena por causa disso, Zayn. Por favor, o que eu menos quero é que você fique bravo enquanto dirige.

Rapidamente chegamos em casa e a raiva de meu marido não tinha passado. Fiz com que ele sentasse no sofá e busquei água pra ele, enquanto ele tomava eu fiz carinho em seus cabelos. Chamei Zayn pra subir e fiz com que ele tomasse banho junto comigo.

- Eu ainda estou irritado. - Falou sentando-se na cama.

- Passa creme em mim? - Pedi ignorando-o.

- Passo. - Sorriu brevemente e pegou o creme. Passou pelas minhas pernas com calma e devagar, logo após terminar cheirou cada uma enquanto me olhava.

Não aguentando ver aquela cena, empurrei Zayn na cama e subi nele. Zayn riu e disse que sabia que eu ficaria excitada com o que ele fez. Transamos de forma agitada e afobada, afinal, nós dois estávamos raivosos, cada um com seu motivo e isso foi refletido em nosso sexo. No outro dia eu acordei cheia de chupões e algumas mordidas, mas também com um sentimento de ser mais valorizada pelo meu marido. Nada como uma cantada de outro homem pra fazer o seu acordar.

Jess

Já pensei em te largar, já pensei em desistir de tudo, ja pensei que você não seria a pessoa certa pra mim. Mas a quem eu to enganando? Não da pra negar que a ideia de deixar de ser esse “nós” me assusta muito. Porque olho o mundo lá fora e ninguém me faz tão bem quanto você, ninguém consegue me fazer rir como você, ninguém tem os melhores conselhos, os carinhos e nem mesmo esse teu sorriso lindo. A verdade é: imagino minha vida sem você e um vazio vem a minha mente. Ok, você já fez coisas que me destruirão, mas só você consegue juntar cada pedacinho meu. Nossa relação é complicada. Tem dias que dá vontade de jogar tudo pro alto. Mas sempre achei que o que mais importa é o sentimento, mesmo que existam outras coisas.Tu é minha doença e minha cura ao mesmo tempo. A gente briga, bate boca, diz que vai embora mas depois a gente volta. Temos uma ligação que eu ainda não entendo. Um coisa é certa, ninguém nunca será tão suficiente pra mim quando você é.
—  Always be you

Gente, só um aviso antes do imagine. Ele tem alguns palavrões e está um pouco mais pesado do que os outros tá? Era só pra avisar mesmo antes de vocês começarem a ler. 

Harry Styles, um médico muito renomado em Londres, era muito conhecido por todos e era chefe de um dos maiores hospitais da cidade. Ele sabia do charme que tinha e usava isso sempre a seu favor pra conseguir todas as garotas que ele quisesse. Mas, tinha uma que ele estava tentando levar para sua cama há muito tempo, mas ela se fazia de difícil, apesar de ele já ter flagrado ela várias vezes olhando para o corpo dele.

Você era uma médica residente no hospital do Dr. Styles e já sabia da fama que ele tinha, mas tinha que confessar que ele era muito gostoso e estava ficando cada vez mais difícil dizer não para as cantadas e propostas que ele te fazia.

Sexta-feira, mais um plantão havia acabado e você estava indo para a sua sala quando uma das enfermeiras chegou ao seu lado e disse:

- Dr. Styles está querendo falar com você, disse que é um assunto urgente sobre um paciente seu – ela disse e você estranhou, mas decidiu ver o que ele queria.

- Tudo bem, obrigada e até amanhã – você disse sorrindo educadamente e se encaminhando até a sala do Dr. Styles.

Assim que parou em frente à porta da sala dele, deu duas batidas e pediu licença.

- Pode entrar (S/N) – ele disse e você entrou fechando a porta atrás de si – e tranque a porta, não quero ser interrompido. – você fez o que ele pediu.

- Queria falar comigo? – você perguntou e se virou para encará-lo.

- Sim, queria te perguntar uma coisa – ele disse e saiu de trás da mesa que separava vocês.

- Pode perguntar Dr. Algum problema? – você disse um pouco preocupada achando que alguma coisa tivesse acontecido com o seu paciente.

- Na verdade tem sim – ele disse e parou na sua frente, bem próximo a você.

- E qual é o problema? – você perguntou.

- O problema (S/N) é que desde que você entrou aqui eu quero te levar pra minha cama, mas você nunca aceita e eu queria saber até onde vai essa sua marra? – ele perguntou dessa vez colocando o seu cabelo de lado e beijando o seu pescoço.

- Sabe Doutor – você disse enquanto ele distribuía beijos por seu pescoço – no começo eu achei que o senhor nunca olharia pra mim, mas sempre te achei muito gostoso e acho que posso te fazer esse favor – você disse e ele deu uma mordida no seu pescoço.

- Favor? Você sabe muito bem que eu posso conseguir qualquer mulher que eu quiser. Mas, no momento estou louco pra te ouvir gritar o meu nome enquanto eu te como em cima dessa mesa – ele disse te puxando para colar o corpo de vocês.

- Ah é? Quero ver do que você é capaz. Será que consegue mesmo satisfazer uma mulher? – você disse o provocando.

- O que? Você está duvidando? – ele perguntou e você assentiu – Então vou te mostrar do que sou capaz.

Assim que terminou de dizer isso ele pegou em seus cabelos e logo te colocou sentada sobre a mesa dele que por incrível que pareça estava vazia. Ele era bruto e isso te excitava ainda mais, você nunca gostou de coisas muito calminhas, você gostava de sentir a pegada dos homens na cama.

Logo ele estava te beijando e as mãos dele estavam em seu jaleco, que foi aberto brutalmente por ele, ele não se importava com nada, queria apenas te deixar nua logo.

- Você é tão gostosa Doutora – ele disse e logo tirou a sua blusa.

Você estava apenas de sutiã e calça em cima da mesa do diretor do hospital e um dos médicos mais gostosos que você já havia visto. Ele estava com seu costumeiro jaleco branco e por baixo dele, usava uma camisa social branca e uma calça social preta, o que ele não sabia era que ver ele todo dia com aquela roupa social te deixava louca.

Logo ele já estava apenas com a calça social e você estava sem sua calça, apenas de sutiã e calcinha. Ele mandou você ajoelhar na frente dele e disse:

- Agora eu quero ver do que você é capaz de fazer – ele disse e abriu a calça e abaixando a cueca, livrando seu membro daquela peça que incomodava vocês dois.

Você pegou o membro dele com uma das mãos e começou a masturbá-lo. Ele jogou a cabeça pra trás e agarrou seus cabelos.

- Se com a mão é assim, imagina com a boca – ele disse – Chupa meu pau (S/N), chupa – ele disse te olhando com aqueles olhos verdes hipnotizantes e você logo o obedeceu.

Começou passando a língua na glande do pênis dele e logo passou a língua por toda a extensão do membro dele.

- Caralho (S/N), que boca gostosa. Chupa, vai – ele dizia e empurrava sua cabeça contra o abdômen dele, te fazendo engasgar algumas vezes.

Você chupava com vontade o pênis dele e ele estava cada vez mais louco, ele é quem ditava o ritmo das coisas, ele puxava seu cabelo de vez em quando, te deixando ainda mais louca.

- Ajoelhada enquanto chupa meu pau sua safada? Dentro do hospital, mas é muito safada mesmo né? – ele dizia com a respiração ofegante.

Depois de um tempo ele estava quase gozando quando te pegou pelo braço e te mandou sentar-se à mesa com as pernas abertas de frente pra ele. Você logicamente obedeceu imediatamente.

- Agora vou te comer sua safada – ele disse e pegou um preservativo do bolso da calça.

Ele colocou em seu membro completamente ereto e rígido e se posicionou entre suas pernas.

- Vai logo com isso antes que eu enlouqueça de vez – você disse ofegante, devido aos beijos que ele te dava.

 - Tá doida pra dar pra mim né vadia? – ele perguntou dando um tapa em seu rosto.

- Queria comer uma das médicas do seu hospital Doutor? Então faz isso direito – você disse o provocando.

- Quanto mais você me provoca mais me deixa com vontade de te foder inteirinha – ele disse e roçou a cabeça de seu membro na entrada de sua vagina.

- É? E está esperando o que pra me foder? Anda logo com isso – você disse desesperada pra sentir ele dentro de você.

- Você é uma vagabunda mesmo né? Esse tempo todo estava louca pra dar pra mim e se fazia de difícil, mas agora você vai aprender a não me provocar – ele disse e te penetrou profundamente, te fazendo dar um grito.

- Isso, grita pra todo mundo saber que eu estou te comendo em cima da minha mesa – ele disse te penetrando forte – Grita vadia.

- Vai Doutor, me come – você implorava por ele.

Suas pernas circularam a cintura dele e você empurrava seu quadril de encontro com o pênis dele, querendo ainda mais contato.

- Vadia, vou te fazer ter o melhor orgasmo da sua vida – ele dizia e te penetrava ainda mais fundo – A médica recatada agora está dando mim. O que vão pensar de você doutora? – ele disse enquanto você gemia um pouco alto demais, mas ele sempre abafava os gemidos com beijos.

- Foda-se o que vão pensar de mim, só me come seu vagabundo – você disse enlouquecendo com aquilo tudo.

- Vou te comer, vou te comer inteirinha sua puta gostosa – ele disse e você o sentiu atingir seu ponto G.

Deu um gemido alto e ele não se preocupou em conte-lo. Suas mãos foram parar nas costas dele e você arranhava sem dó, com certeza sangraria, mas o que importava agora era só o que estava acontecendo entre vocês naquele momento.

- Ai caralho, mete porra – você dizia descontrolada – Eu vou gozar – você disse sentindo o orgasmo chegar.

- Goza então, goza pra mim vai – ele disse e você fechou os olhos enquanto ele te penetrava mais rápido do que antes.

- Vai seu filho da puta, mete em mim caralho – você disse e logo em seguida sentiu o orgasmo atingir seu corpo.

Ele deu mais algumas estocadas e logo gozou também.

- Essa foi a melhor transa da minha vida – ele disse caindo com o corpo sobre o seu.

- É, você realmente sabe satisfazer uma mulher – você disse e ele saiu de cima de você.

- Eu adoraria te fazer enlouquecer ainda mais, mas dessa vez te quero na minha cama – ele disse e te deu um beijo pra acabar ainda mais com o seu fôlego.

- Uma proposta tentadora Doutor, acho que posso pensar no seu caso – você disse levantando da mesa e vestindo suas roupas.

- Você é mesmo uma vadia, vou te comer mais vezes do que pensa safada – ele disse terminando de vestir a camisa e te dando um tapa na bunda.

- Ah é? Vou adorar te ver em ação novamente – você disse e ajeitou seu cabelo antes de destrancar a porta e verificar se tinha alguém no corredor.

Era final de plantão, então não tinham muitos médicos por ali e por sorte a sala do Doutor Styles era no final de um corredor que quase ninguém andava, então isso era bom, pois assim ninguém desconfiaria do que tinha acontecido ali.

Mas, de uma coisa você tinha certeza. Doutor Styles era o melhor médico e homem que você já havia transado.

Hoje mais cedo vi um vídeo filmado num hospital de câncer, e no mesmo durante uma entrevista quando perguntaram para a mãe de uma criança com a doença como ela suportava, ela respondeu: A gente vai vivendo, mas eu sempre achei a frase: ‘A gente vai vivendo’ meio controversa, porque acho que na verdade a cada dia que passa a gente vai sobrevivendo.
—  Renascendo.
É pela boca que falamos, eu sei. Mas sempre achei que os olhos  são a parte do corpo que mais fala. Através deles sabemos se uma pessoa está bem, indecisa, triste, alegre, doente. Eles sempre foram capazes de dizer o que nossa boca não teve coragem. Eles tem a magia de interpretar o silêncio e com ele todos os sentimentos do coração. Ah, o olhar… se todos soubessem decifrá-los, nada mais precisaria ser dito, só sentido.
—  Maya
Um professor de redação literária que tive sempre dizia, referindo-se aos clichês: “Tratem de evitá-los como se evita uma praga.” E ria da própria piada. A turma toda ria com ele, mas sempre achei que aquilo era uma tremenda injustiça. Porque, muitas vezes, eles são de uma precisão impressionante.
—  O Caçador de Pipas.