mas me perdoa

Hoje eu só queria aliviar um pouco dessa culpa que me pesa os ombros. Não adianta, não importa o que a gente faça, sempre vai ter uma coisa incomodando, uma pedrinha dentro do sapato que machuca sem parar o dedinho da ponta. Eu não consigo, entende? Simplesmente eu não entendo o porquê disso tudo. Podia ter acontecido com tanta gente, de tantas formas, mas foi acontecer com você. Logo com você. Eu, sinceramente, não entendo. Já senti raiva, tristeza, mais raiva e uma indignação. Depois passei a sentir culpa. Sei que devia fazer alguma coisa, mas não consigo. Por favor, me perdoa, mas eu não consigo te ver assim. Sei que é egoísmo da minha parte, mas aceito que não sou uma pessoa evoluída pra conseguir aceitar bem as coisas. Ninguém entende a ligação que a gente sempre teve. Era tão bonito, tão puro, tão intenso, tão natural. É isso mesmo, natural. Sem forçar sorriso, sem forçar abraço, sem forçar beijo, sem forçar um amor só pra ficar interessante. Era simples, era beijo estalado, era abraço apertado, era olho no olho, era piada, era segredo, era bobagem, era conselho, era magia, era pureza. Nunca mais a minha vida foi a mesma. Na verdade, nunca mais eu fui a mesma. Nem você. Nós mudamos. E isso me dói. Me dói tanto, mas tanto que o meu coração encolhe, fica pequeno, bem pequeno e eu não sei o que fazer com ele. Eu entendia tudo quando você sorria aquele sorriso que eu nunca mais vi. Meu Deus, como sinto falta de antigamente. Como sinto falta daquele tempo onde as coisas eram mais fáceis. Onde eu achava que tudo era eterno. Inclusive as pessoas. Eu não quero ter pena de você. Não quero sentir tristeza por você. Não quero sentir uma revolta dentro do peito. Não quero mais procurar respostas. Não quero pensar em você e sentir uma lágrima quente descer pela bochecha. Não quero mais sentir saudade da sua voz. Mas eu sinto tudo isso. E isso me dói, me dói, me dói e eu poderia ficar falando me dói, me dói, me dói até o fim da vida. Você sabe que te amo? Sabe mesmo? Por favor, diz que sim. Eu sei que você de alguma forma sente todas as boas vibrações que mando todos os dias. Eu penso em você sempre. Te mando beijo, te mando abraço, te mando carinho, te mando o meu melhor. Mas eu não sei lidar com isso, me perdoa.
—  Clarissa Corrêa.

Caos. Essa era a palavra apropriada para definir a academia Avalon naquele exato momento. Chegava até mesmo a ser irônico que o colégio mais caro de todo o mundo fosse também o menos seguro. Não eram raras as vezes em que catástrofes aconteciam no extenso território do instituto, mas nenhuma parecia se assimilar a aquela. Os gritos de horror podiam ser ouvidos em meio a calada da noite, os barulhos de destruição tomavam conta de tudo e, principalmente, o número de mortos aumentavam a cada instante. Sofia estava segura naquele momento. Tinha sido transportada em segurança por Edward para um dos incontáveis esconderijos secretos espalhados pelo prédio dos dormitórios dos herdeiros, entretanto, por mais que estivesse bem, não conseguia ficar tranquila. Sua mente não conseguia deixar de pensar em todas as pessoas que ainda estavam lá fora, Shiera e seu bebê, Mikhail, Niklaus, Axel, Rubí, Richard, William… Jamais se perdoaria se algo acontecesse a qualquer um deles, afinal, tinha sido avisada por Apolo sobre o ocorrido e, ainda sim, não dera a devida importância. Era claro que nenhuma daquelas preocupações se assemelhava ao aperto no coração que sentia quando parava para pensar em Aloysius. Edward havia prometido que o traria em segurança para cuidar dela, mas cada segundo de espera se tornava uma tortura. Tanto que já tinha desistido de conter as lágrimas. Naquele instante só se encontrava abraçada a Sachiel desejando que tudo aquilo acabasse de uma vez ou que @alysics aparecesse de uma vez. 

Quando há uma decepção que vem de mais gostamos, logo lembro de Cristo e dos meus pecados e penso o quanto Cristo deveria ficar decepcionado com minha atitude, mas mesmo assim Ele me perdoa. Por que não perdoar a outra pessoa? Sendo Cristo também homem? E tendo feito um sacrífico maior que o nosso?
—  Leonardo Bastos
Senhor, sei que não tenho andado corretamente nos teus caminhos. Reconheço todos os meus deploráveis erros e ainda assim, seu amor inigualável me alcança. Compreendo que, não estar fazendo Tua vontade, não é o melhor pra mim. Mas é que.. Estou cansada, Senhor. Durante todo esse ano, precisei tanto ser abraçada, implorei tanto por um carinho de Pai. Me carrega no colo? Eu estou cansada de chorar e lamentar. Sei que, murmurar não é a melhor opção, mas por diversas noites procurei por você e ainda perguntei onde estava, fui tão incompreensiva. O Senhor está o tempo todo junto de mim e ainda assim, reclamo do meu existir. Reclamo de não ter o que quero e o que sonhei, mas sei, que não é o teu tempo pra mim, e que eu devo orar incessantemente. Eu tenho o privilégio de ser sua filha. Mas sou falha. Me perdoa, meu Deus. Como aquela música:“E essa não é mais uma canção de amor.. Eu grito pra Ti Deus, vem me socorrer.. Olhando pra mim, posso saber, que nada poso fazer.”
—  Carta para o criador da minha existência.

anonymous asked:

Ah? Achou que não ia receber também? Conheço pouco de você, Érika. Bem pouquinho, mas desse pouco que conheço, coloco minha mão no fogo pra dizer você é uma das pessoas mais divertidas daqui do tumblr e, algo um tantinho mais pessoal, uma daquelas pessoas que você olha de longe e afirma que seria bom ter como amiga. Todos os seus chars, assim como os da Joy, carregam o tal "quê" da singularidade que mencionei. Cada um especial à sua maneira. Continue sendo essa player incrível!

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Prove para mim que valeu apena todos esses anos, diga-me que não foi ilusão te amar, que você continua a mesma pessoa, que o tempo parou, e nada mudou; somos os mesmos. Me faça sentir como se nada existisse além de mim e você, olhe nos meus olhos, diga-me: - eu te amo. Não me faça chorar! Não minta para mim! Você consegue ver a verdade em meus olhos? Percebe como me sinto ao te olhar? Repare! Perceba o poder que tens sobre mim, como minhas mãos tremem, minhas pernas balançam com a sensação de o mundo estar desabando sobre meus pés, e nada disso é importante. Você é importante! Mas, me perdoa, eu sou mais. Querendo não ser, mas sou; sou verdadeiro, sou alguém, sou simplesmente eu. Você me conhece? Será que amanhã será um dia diferente deste que passou? Será que você irá fazer com que este momento, AGORA, enquanto estais lendo estas palavras, irá fazer com que este momento futuro seja perfeito? Lembre-se que o passando é o segundo que acaba de passar, que tudo pode ser mudado, melhorado, ou melhor; vivido. Viva! Seja feliz! Arrisque, não tenhas medo de lutar por quem ama, por seus sonhos. Assim é a vida, acredite, o mundo realmente não é somente flores, assim como em um lindo e perfumado botão de rosa, há seus espinhos, e temos que ter o cuidado para tirá-los. E o que isso significa? Nada! É simplesmente uma forma de dizer: - NÃO DESISTA DO QUE QUER, POR MEDO DE SE MACHUCAR! Saiba, isso vai acontecer, um dia… não importa quando, um dia, você irá descobrir como é se sentir sozinho, com medo, ou simplesmente descobrirá o quanto dói sofrer por amor. Mas de que isto importa? Assim é a vida, e ela não irá mudar; apenas lembre-se que cada dia é importante pelo simples fato de você estar vivo, faça com que seja perfeito, vivido intensamente, e é claro, da melhor forma possível. Apenas seja feliz!
—  Sofia Helena
Eu sei que hoje é o seu aniversário, eu sei que você provavelmente esperava algo mais que um simples parabéns em qualquer rede social, mas é que hoje não é um dia bom, me desculpa, não tenho palavras lindas, não tenho coisas que irão fazer você chorar, bom, hoje eu não tenho nada, só tenho dor. Me perdoa, mas hoje eu não consigo, amanhã quem sabe…
—  O Diário de Lila.

Antes mesmo de completar dezesseis anos eu já sabia o que gostaria de fazer da minha vida, a medicina para mim sempre foi muito mais que uma profissão, desde pequena encarei isso como um estilo de vida. Cresci dentro de hospitais e só sai aos dezessete quando me curei da Hepatite B sai da onde eu nasci. Minha mãe era uma cirurgiã e infelizmente morreu depois que eu nasci, ela deixou um diário para mim contando sobre como foi atender cada um dos seus pacientes e agora que sou uma residente o levo comigo.

- Paciente na sala b, possível traumatismo craniano!

- S/n hoje você está comigo -John diz e eu o sigo com o meu caderno de anotações.

- Mas hoje eu estava com a Dra. Jonnes!

- Espero que não seja um problema para você ficar longe da sua amiguinha, vamos!

Ser uma residente na melhor das hipóteses é cansativo. Nós dormimos pouco, atendemos mais de cinquenta pacientes por dia e nosso salário é quase como a de um aprendiz jovem. Doze horas por dia no hospital e dois plantão noturno por semana me rendem cenas que eu só conhecia por livros da faculdade. O primeiro ensinamento que aprendemos com os mais velhos é que não somos super-heróis, só quando tivermos consciência disso vamos para frente. Com toda certeza vamos errar e muito nessa vida de salvar pessoas mas o que não podemos jamais é começar achar que errar é normal. Nunca se acomode nos seus erros, foi o que meu professor repetiu durante cinco anos inteiro.

[…]

24 de Dezembro de 1984

Hoje fiquei de plantão, estou há doze horas acordada e minha garotinha não para de se mexer na minha barriga. Como obstetra eu diria que isso é normal, como cardiologista diria que com a força dos meus batimentos eu provavelmente posso vir a ter um ataque, como cirurgiã eu diria que talvez esteja na hora de uma cessaria mas como mãe digo que aqui dentro ela está protegida e talvez eu tenha mais um tempinho com ela.

Robert nos deixou há dois meses e desde então não havia mais recebido noticias suas mas tem uma semana que tudo mudou. Descobri pelo telefone que ele tem outra família que por sinal está muito feliz, ele é pai de dois meninos e agora de uma menina. Vou proteger minha menina disso tudo e espero que ela nunca encontre seu pai. Mas caso ela queira seu nome é Robert Poncio.  

- Ele não deu noticias amiga?

Fecho o diário e então olho para cima, Marina tem uma expressão assustada e segura sua roupa de cirurgia em baixo do braço.

- Na verdade não.

- E como você está?

- Bem..

- Sabe que dia é hoje, não sabe?

- Dia 23 de dezembro -digo e tiro meus tênis-

- Sim -ela sorri animada- o que significa que dentro de -ela confere no relógio- três horas você terá oficialmente vinte seis anos!

- Sinto o peso da idade -brinco e ela sorri.

Amanhã no dia do meu aniversário meu namoro completa (ou completaria) três anos. Tem só dois meses que eu e Harry resolvemos dividir apartamento, eu vim para o Canadá para estudar e no meio do percurso me apaixonei por ele. Tudo que sobrou da minha família foi meu avó que está em uma casa de repouso perto daqui. Hoje nas vésperas do meu aniversário para minha falta de sorte estou de folga o que significa mais sofrimento. Ele simplesmente foi embora sem deixar rastro algum e isso anda doendo ainda mais agora.

- Eu passo na sua casa as onze para te pegar.

- Não prometo que estarei pronta já.

- Você não é louca, eu te bato S/n!

Marina joga um beijo no ar antes de sair e eu finjo que pego fazendo a mesma rir. Junto minha mochila do chão e abro a porta da sala, enquanto saio vejo alguns dos meus colegas correndo para dentro, continuo meu percurso e assim que chego na porta de entrada vejo a ambulância encosta na entrada do pronto-socorro, trazendo uma pessoa gravemente acidentada. O som da sirene atrai o grupo de médicos que até então conversava no corredor. Eles correm até a maca e começam a verificar os sinais vitais do paciente: respiração, pressão, estado de consciência… Um clima de nervosismo se espalha pelo hospital. As decisões têm de ser rápidas e cuidadosas, pois um erro pode ser fatal. Nessas horas, nosso coração do médico chega a bater 160 vezes por minuto, ritmo semelhante ao de um maratonista.

- Cadê a S/N? -escuto a voz de Marina apavorada.

- Estou aqui -digo e a seguro pelo braço.

- Amiga você tem que se acalmar! -ela pede já colocando a roupa branca de novo-

Fico sem entender o que ela quis dizer com isso por alguns minutos mas assim que vejo o paciente que está em cima da maca sinto uma forte pontada na barriga. E lá estava ele, todo ensaguentado com os olhos quase que fechados pelo inchaço, suas mãos agora não estavam acompanhados somente de tatuagens mais de cicatrizes recentes também.

- Algum documento com o paciente?

- Harry.. Harry é o nome dele -e é tudo que eu digo.

[…]

- Me desculpa.

Escuto e então abro meus olhos lentamente, a luz do abajur faz minha visão ficar turva. Pisco algumas vezes e logo consigo focar em seus olhos.

- Era para ser uma noite especial, seu aniversário, nosso aniversário.. eu estraguei.

- Estragou mesmo -digo e sinto meus olhos marejar.

Harry se mantem me olhando e tudo que eu faço é fechar os olhos e sentir minhas lágrimas escorrerem, a tanto que eu quero lhe perguntar e contar só não sei por onde começar.

- Você não vai dizer nada?

- Porque me deixou?

- Eu não te deixei!

- O que foi aquilo então?

- Eu precisava resolver umas coisas, fiz tudo isso por nós.

- Então quer dizer que me deixou sozinha naquele apartamento me fez passar por idiota na frente de todos por nós? Sabia que eu fui ser madrinha naquele casamento da sua família sozinha? Sabia que você perdeu a primeira apresentação do seu irmão no jardim? Sabia que eu fiz minha primeira cirurgia? -ele abaixa a cabeça-

Harry tenta procurar palavras mas tudo que ele murmura novamente é um pedido de desculpas.

- Claro que não sabia, porque você não estava aqui! Porque é exatamente assim que você faz quando não consegue lidar com seus sentimentos e responsabilidades, você foge para bem longe e depois reaparece como se nada tivesse mudado.

- Como assim mudado?

Abaixo a cabeça e olho para o chão que logo é enfeitado com gotas de lágrimas. Harry tenta se sentar na cama e o monitor de batimentos cardíacos apita.

- Você não pode se alterar -digo olhando para o monitor-

- VOCÊ CONHECEU ALGUÉM PORRA? RESPONDE!

- Quem quis assim foi você -digo e me sinto apavorada quando ele arranca os aparelhos dos braços.

Os olhos ardentes de Harry continuam fixos em mim enquanto o mesmo se levanta, corro até ele e o seguro, o Harry é forte mas no momento está todo machucado e certamente o fato dele precisar da ajuda de alguém o deixa furioso.

- Quem é ele S/n? -ele pergunta e só então vejo que ele está chorando.

- Harry..

- Quem se meteu entre nós?

- Não existe ninguém!

- Você mente mal pra caralho, puta que pariu, não acredito que você me traiu!

- Você ficou fora quase dois meses Harry queria que eu ficasse como?

- Como eu!

- E como você ficou?

- Ta vendo essa mão calejada? -ele diz e sinto uma imensa vontade de rir.

- Então quer dizer que você não transou com ninguém nesse tempo fora?

- Não.. porra, eu te amo!

- Se ama porque foi embora?

Ele suspira e passa as mãos pelo cabelo, olho fixamente para seus olhos e ele continua mirando o que não existe.

- Minha mãe resolveu me contar só agora que vai se casar, obviamente minha irmã contou para meu pai e você sabe como ele é louco por ela! Eu fui para lá ficar com ele por um tempo afinal ele já tentou fazer besteira antes, nesse tempo eu procurei casa por todos os lugares para nós, porque eu sabia que você gosta do clima da cidade, mas pelo jeito fui otário né!

Ah. Não era isso que eu esperava que ele dissesse, olho para o lado e fico sem saber o que responder.

- Foi só uma vez..

- Ele tocou em você?

- Harry..

- Ta, mas vocês transaram?

- Não, eu estava bêbada e foi só um beijo.

- Minha cabeça ta doendo -ele diz-

- Claro você arrancou o cateter que estava enviando sedativo!

- Não, é o chifre pesando mesmo. -reviro os olhos-

- Eu te amo, Harry, e você sabe que esse tipo de brincadeira machuca.

- Ah eu sei -ele diz- também amo você - o tom da sua voz é cheio de veneno-

Tento ignorar a forte dor que assola meu peito e então olho para ele.

- Desculpa. Desculpa por ter ido sem avisar, desculpa por não ser o melhor do mundo como prometi que seria, me desculpa por não estar aqui na sua primeira cirurgia, era tudo que eu mais queria. Me perdoa, mas eu senti muito medo de perder meu pai!

Harry diz com uma intensidade que me faz desviar o olhar do chão e olhar em seus olhos. O mesmo se inclina na minha direção e então diz

- Você me ouviu?

- Sim, eu te ouvi.

- Eu não mais como lidar com você.. -suspira.

- O que você quer de mim, Harry?

- Eu quero você. Quero ser seu marido, companheiro, sua família. É exatamente isso que eu quero de você, sei que eu errei fiquei fora mas fiz isso pela minha família, eu realmente não sabia que nesse tempo fora você arrumaria outro..

- Eu não arrumei outro!

- Desculpa, não quis ser maldoso.

Reviro os olhos e ele me abraça pela cintura. Seu toque faz meu corpo ferver e eu começo a pensar nas nossas cenas nada apropriadas.

Ele leva meu dedo indicador até sua boca e umedeci o mesmo, em seguida arranha o mesmo com seus dentes e o chupa. Levo um susto com sua ação e ele sorri sacana.

No momento em que nossas mãos se tocam  ele me segura com força e me coloca em cima da maca, o puxo para mim e recebo um gemido de dor do mesmo, eu esqueci dos machucados. Coloco um joelho de cada lado do seu corpo e monto sobre ele, sinto cada parte dele pois o mesmo veste só a camisola do hospital. Beijo seus lábios e sinto o gosto de ferrugem causado pelo ferimento. Enquanto me mexo em cima dele o mesmo solta gemidos baixinhos tornando tudo ainda melhor.

- Não posso fazer isso com você -digo com um sorriso malicioso-

- Por mais que eu queira foder você, aqui e agora, minha perna quebrada ta doendo pra cacete!

Me deito do lado dele e o mesmo me abraça seu olhos estão menos vermelhos agora e por um instante penso ver felicidade em seu olhar.

- Ainda vou te dar a melhor transa de aniversário do mundo -ele diz e eu dou risada.

- Ah claro, tas todo quebrado!

- Você que pensa babe.

- Eu senti sua falta.. -digo depois de ficar em silêncio por um tempo-

- Não sei como aguentei tanto tempo longe.

- Eu também não..

- Casa comigo?

-  O QUE?

Me viro para ele com os olhos arregalados e ele só assente como se respondesse que sim. Balanço a cabeça de forma afirmativa, e ele pega minha mão e a beija.

- Já moramos juntos mesmo, agora que eu estou trabalhando com meu pai e você aqui no hospital podemos nos sustentar e se você quiser podemos ter um trio de meninos!

- É tudo que eu mais quero. -respondo sorrindo.

Uma hora você tem que tomar uma decisão. As fronteiras não mantêm as pessoas para fora; elas te prendem dentro de si. A vida é confusa mesmo, é assim que fomos feitos. Então você pode desperdiçar sua vida desenhando linhas ou então você pode viver cruzando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a jogar a precaução pela janela e se arriscar, a vista do outro lado é espetacular. /Maia

Sabe quando a amizade acaba mas você continua insistindo pra ver se a situação reverte? Sabe quando você não quer saber mais de nada, e nem os sentimentos do seu amigo te importam mais? Sim, eu me sinto egoísta por pensar assim. Eu me vejo como a pessoa mais egoísta do mundo, mas não posso mais esconder, não posso mais negar, que a nossa amizade já foi pro beleleu a muito tempo. Eu não tenho onde me agarrar mais, não tenho mais forças pra te abraçar. Me perdoa, mas suas atitudes comigo de uns tempos pra cá, foram as piores. Não consigo mais aguentar. Não quero ter uma amizade contigo só de fachada, somente superficial. Queria que tudo voltasse ao normal. Que nossas conversas fossem as mesmas, as brincadeiras, tudo! Mas eu não posso, você mudou. Na sua vida, eu sou segunda opção, eu sou a sua escolha “mais ou menos”. Não posso e consigo ser sua AQEAQMOANEP ( Amiga Que É Amiga Quando Minhas Outras Não Estão Perto)
Eu tenho um plano. Me sinto egoísta por fazer esse plano, mas eu não posso mais sofrer por sua amizade.
Quando passar seu aniversário, que é daqui alguma dias, eu mando esse texto pra você, e depois que eu mandar eu não irei mais falar com você. Plano egoísta. Me desculpa, mas segunda opção eu não quero ser mais.
—  Somebody That I Used To know
Eu queria dizer que te perdoo, te perdoo pelos gritos, te perdoo por tantos sorrisos falsos, te perdoo pelas mentiras, te perdoo. Mas me perdoe se não tenho forças para continuar te perdoando mais vezes.
—  Daniela Medeiros.

IMAGINE ZAYN MALIK.

– Essa é a segunda parte daquele meu especial/preference longo que eu tinha postado há um tempo atrás e que vocês gostaram muito e me deram uma resposta super legal. Queria pedir desculpas pela demora em postar a segunda parte, mas como vocês sabem, esse ano não tá fácil e eu não estou tendo tempo nem para dormir.  Para quem não leu a primeira parte, esse imagine faz parte de um especial que tem como tema “(Sn) é uma YouTuber e trolla ele” com cada parte sendo um dos meninos trollado pela namorada YouTuber. Vocês podem achar as outras partes em one-shots-da-1d.tumblr.com/tagged/youtube. A parte do Louis foi a primeira e você pode conferir ela na tag já mencionada. Espero que gostem, boa leitura.

[…]

– Olá Olá, galerinha, tudo bem com vocês?? Comigo está tudo ótimo. – sorri animada para a câmera, feliz de finalmente estar gravando. – antes de começar o vídeo dessa semana, eu queria pedir um milhão de desculpas por não ter postado nada na semana passada, mas fiquei mega doente e não estava conseguindo nem sair da cama direito. E para piorar, meu namorado estava viajando e como vocês sabem, não moro mais com os meus pais, ou seja, ninguém para cuidar de mim. – fiz beicinho. – mas agora estou muuuito melhor e resolvi atender uma sugestão de vídeo que vocês estavam fazendo há muuuito tempo para mim de trazer o Zayn aqui para o canal, já que ele nunca participou de nenhum vídeo meu. Como vocês já devem ter percebido, a tag “trollando meu namorado” está super famosa e eu decidi entrar na onda e trollar o meu querido namorado dizendo que me contaram que ele havia me traído semana passada, que foi quando eu fiquei doente e não pude acompanhar ele na viagem para Los Angeles. Eu to louca para saber a reação dele, porque se eu o conheço bem, ele vai ficar puto de ódio, tanto pelo boato inicial de que ele me traiu, como pela trollagem, já que ele não lida muito bem com brincadeiras, sempre apelando. Como nunca fui traída, pelo menos que eu saiba, não sei como reagiria em uma situação assim, então vou optar por fazer a namorada sofredora, que chora e se pergunta o porquê de isso ter acontecido com ela. Espero que gostem do vídeo e não se esqueçam de deixar aquele Like que ajuda MUUUITO na divulgação do canal. Vamos lá?!

Sorri para a câmera, enquanto dava o pause e a arrumei na estante da sala, entre meus livros bagunçados para que Zayn não pudesse vê-la. Apesar de estar super animada com o vídeo e com a ideia que eu tive para fazê-lo, ainda tinha medo da reação negativa que algumas pessoas poderiam ter por causa da presença de Zayn. Já até esperava que me acusassem de me aproveitar da fama do meu namorado, porque sempre soube que independente de quantos anos eu tivesse o canal e do quanto eu já alcancei por esforço próprio, com mais de sete milhões de inscritos e uma vida financeira estável, a partir do momento que eu namorava um cara famoso e bem sucedido, para as pessoas, todas as minhas conquistas se deviam ao fato de eu ser a namorada dele. Infelizmente, não era só comigo que isso acontecia. E isso me deixava puta.

Respirei fundo e decidi deixar todos esses pensamentos de lado, firme na minha decisão de não me privar de nada para tentar agradar essas pessoas que só conseguiam ser felizes se for à custa da dor alheia. Eles não mereciam nem um segundo do meu tempo. Sorri convicta e terminei de arrumar tudo, bem a tempo de Zayn chegar e eu conseguir dar play na câmera.

É hora do show.

– Oi, meu amor. Que saudades!! – Zayn me cumprimentou assim que abri a porta, todo carinhoso. Resisti ao impulso de corresponder seu abraço apertado e continuei com a minha cara de cu, visivelmente chateada. Lento como sempre, ele não percebeu minha expressão de primeira, só notando quando desviei de seu beijo. – (Sn)? Está tudo bem?

– O que você acha, Zayn? – perguntei de volta, erguendo a sobrancelha em um claro sinal de que não  estava tudo bem.

– Eu não sei, aconteceu alguma coisa?

– Acho melhor a gente entrar, não quero dar um espetáculo para os meus vizinhos. – disse bem séria, tentando arduamente não rir quando ele finalmente percebeu que eu não estava de brincadeira e que iríamos brigar. Era possível ver o brilho de desespero nos seus olhos.

Nos sentamos em silêncio no sofá, ele aguardando a briga começar e eu tentando pensar nas coisas mais tristes que conseguia me lembrar para não cair na risada. Finalmente, respirei fundo e comecei a dizer em voz baixa, encarando meus dedos entrelaçados.

– Apesar de ter imaginado essa cena um milhão de vezes, eu ainda não sei como começar a dizer tudo o que está engasgado aqui dentro. Já chorei muito, já gritei muito e te xinguei ainda mais, mas… Agora que eu to aqui, na sua frente, eu só consigo pensar em como você pode fazer isso comigo. O porquê, entende? Eu não consigo, mesmo depois de horas pensando, entender o porque de você ter feito aquilo comigo, mesmo depois de tudo o que a gente já passou juntos. – pausei, como se estivesse tentando não chorar. – eu não consigo entender, Zayn.

– Eu não faço ideia do que você está falando, (Sn). O que aconteceu, pelo amor de Deus?

– Não precisa mentir para mim. Chega, chega de todas essas mentiras, de todas essas desculpas, apenas… Chega… – bufei, enxugando uma lágrima guerreira que conseguiu sair do meu olho esquerdo. – eu já sei que você me traiu, Zayn.

– É o que, (Sn)? Da onde você tirou um absurdo desses?? – sua expressão mudou em uma fração de segundos, de confusão a ira.

– Já me contaram, Zayn. Me ligaram, me mandaram mensagens em todas as redes sociais possíveis me informando que você havia me traído e que eu era a nova piada mundial. Meu Deus, será que você não tem a menor consideração por mim? – encarei-o nos olhos, com dor e sofrimento. – eu confiava em você, Zayn!!! A sua palavra sempre era a que tinha mais valor para mim, e o que eu recebo em troca? Traição!!

– (Sn), isso é mentira, eu…

– Não tem desculpas para o que você fez, seu canalha. Você me traiu enquanto estava em Los Angeles, enquanto eu estava aqui, doente e sozinha, precisando de você!! Como você foi capaz? – perguntei com ódio no olhar. – da onde você conhece ela? Há quanto tempo vocês se conhecem? Essa não foi a primeira vez, não é?

– (Sn), me deixa te explicar, isso é…

– Você teria ficado com ela mesmo se eu tivesse ido junto com você na viagem? – continuei interrompendo-o. – Ora, que pergunta mais idiota, é óbvio que sim, não é? Canalhas estupidos sem o mínimo de decência não se importam com esse tipo de coisa.

– (Sn), isso tudo é mentira, eu juro. Eu nunca te trai, nunca, está me ouvindo bem?? – Zayn disse desesperado. Aproveitei o clima tenso e forcei um choro, como se estivesse totalmente quebrada por dentro.

–  Ela era mais bonita do que eu, Zayn? Ela te amava mais do que eu? Esteve do seu lado quando você mais precisou? – solucei – Por que, Zayn? Por que você fez isso comigo? – comecei a chorar de verdade, cobrindo o rosto com as mãos. – POR QUE? – gritei, sofrendo.

Meu Deus, que Dicaprio o que?! Era eu quem estava merecendo o Oscar.

– ME PERDOA!! – Zayn gritou de repente, me silenciando. Arregalei os olhos mesmo com minhas mãos tampando-os. – eu… Eu não sei porque fiz aquilo, ok? Quando eu vi já tinha feito e você não faz ideia do quanto eu me arrependo, mas…. Me perdoa, pelo amor de Deus. Eu não suporto te ver assim.

Lentamente, retirei minhas mãos do meu rosto e encarei Zayn que estava chorando com a cabeça apoiada nas mãos. Pisquei aturdida, ainda tentando entender o que tinha acontecido. Zayn havia me traído?

– Você… Você o que?

– Eu sinto muito, (Sn), mais do que você pode imaginar!! – sussurrou, sem me encarar. – eu não conhecia ela, encontrei-a naquela boate onde seria a festa de Sam e eu sequer a tinha notado, mas então comecei a beber e ela veio falar comigo e quando eu vi, já estava transando com ela. – arregalei ainda mais os olhos a medida que tomava consciência do que aquilo queria dizer. – mas eu quero que saiba, eu preciso que saiba, – virou-se no sofá, agarrando fortemente minhas mãos. – que ela não significou nada para mim, que é você que eu amo. Só você.

Pisquei uma, duas, três vezes até que uma ira incontrolável se apossou de mim, fazendo-me enxergar tudo vermelho. Não podia acreditar que aquele filho da puta tinha feito isso comigo.

– Você me ama? – perguntei com a voz perigosamente calma.

– Claro que sim, (Sn), você foi a única mulher que eu realmente amei. – afirmou com o cenho franzido, confuso do porquê de eu estar me ajoelhando no sofá. Sorri cínica para ele antes de me jogar em sua direção e grudar em seu pescoço, apertando-o máximo que eu conseguia.

– EU VOU TE MATAR, SEU FILHO DA PUTAAAAAAA!!! – gritei completamente irada, sem conseguir enxergar nada na minha frente que não fosse o ódio que eu estava sentindo. – VOCÊ SENTE MUITO? VOCÊ SÓ VAI SABER O QUE SIGNIFICA SENTIR MUITO QUANDO EU ARRANCAR SEUS OLHOS COM AS MINHAS UNHAS E MASTIGAR NA SUA FRENTE ENQUANTO VOCÊ AGONIZA DE TANTA DOR, IMPLORANDO POR PIEDADE E ENTÃO, EU CORTAREI O SEU PAU COM UMA FACA CEGA E DAREI PARA OS CÃES NA RUA COMEREM ELE, SEU DESGRAÇADO, FILHO DE UMA PUTA!! E ENTÃO EU TE DIREI “SINTO MUITO”. – tentei subir mais em cima dele, para arrancar seus olhos, mas seus braços dificultavam muito meu trabalho e eu só conseguia arranhar seu rosto. – EU VOU TE MATAR LENTAMENTE, ARRANCAR CADA CENTIMENTRO DE SUA PELE, ATÉ NÃO RESTAR MAIS NADA, E ENTÃO VOU JOGAR ÁCIDO SULFÚRICO NO SEU CORPO E OUVIR VOCÊ GRITAR DE DOR ENQUANTO EU TOMO SORVETE COM AS SUAS BOLAS!!!

Continuei atacando-o, dessa vez com tapas, até que parei ao ver seu corpo tremendo violentamente. Franzi o cenho ao pensar que ele estava chorando daquela maneira até que seu braço saiu da frente do seu rosto e eu pude ver o filho de uma mãe rindo até ficar sem ar. Ele estava rindo. Rindo não, gargalhando. Da minha cara.

– Você está rindo? Qual é a merda do seu problema? – perguntei inconformada, até que ele finalmente parou de rir, encarando-me com deboche.

– Pimenta nos olhos dos outros é refresco, não é mesmo, querida? – sorriu, soberbo. Franzi ainda mais o cenho, sem conseguir entender nada. – você acaba de ser trollada, meu amor.

Abri minha boca, mas nenhuma palavra saiu dela. Eu estava chocada. Paralisada.

– O que foi? O gato comeu sua língua? – riu. – dá um tchauzinho para a câmera, por favor. – pegou minha mão, acenando para a câmera que eu mesma havia escondido há alguns minutos. – achou que ia conseguir me trollar, não é? Mas o papai aqui é mais esperto, bebê. Você ainda não é páreo para mim.

– Mas… Como? – consegui perguntar, depois de algum tempo.

– Ah, foi muito fácil. Primeiro, eu sabia que você tinha que gravar algo urgentemente já que não postou nada na semana passada. Segundo, assim que eu cheguei, consegui ver a câmera entre os livros. Você já foi melhor, meu amor. – debochou, deixando-me levemente irritada. – depois veio com um papo de eu ter te traído sendo que eu jamais faria isso e você sabe. Eu sequer sai em Los Angeles, e quando fui na boate, fiquei conversando com você o tempo todo pelo telefone e que eu saiba, para te trair, eu iria precisar de duas mãos. E em quarto, mas não menos importante, eu sou muito mais esperto que você. – mandou-me um beijo no ar.

Ainda sem conseguir encara-lo de tanta raiva, sai de cima dele e fui em direção a estante pegar a câmera. Ouvir sua risada só me deixou mais nervosa e eu decidi me trancar no quarto.

– O que é? Não vai falar comigo? Já vai apelar, (Sn)?

– Você é um babaca, Zayn. – disparei, odiando ter sido trollada. Odiando sua risada. Odiando essa idéia. Odiando tudo. – não quero nem olhar para essa sua cara de babaca.

– Ora, ora, é como diria Shakespeare, meu amor. – conseguiu dizer entre risos. –  "se não sabe brincar, não desce pro play".

Me perdoa por ser assim. Eu queria ser melhor, mas não sou, me perdoa por ser desse jeito que te machuca, eu não queria ser assim. Queria ser uma pessoa melhor. Eu tenho esse jeito, mas o que não falta em mim é amor. Eu posso as vezes ser ignorante , mas no fundo eu só quero gritar ”eu te amo” até perder as forças, mas eu sou estupido demais, não sou capaz de ser a pessoa perfeita que você tanto merece, por estar cheio de coisa na cabeça acabo te magoando.,queria que você soubesse de tudo, de cada lagrima que eu derramei por ser assim.. de cada sorriso que eu dei, só por te ver sorrindo. Me perdoa mais uma vez, por não ser a pessoa que você sempre sonhou. Eu me desteto por ser assim; eu machuco as pessoas. Parece que tenho espinhos, quando alguém se aproxima eu espanto. Quando alguém tenta me tocar, eu a machuco. Odeio isso em mim, mas eu te quero perto, mais perto possível de mim. Me perdoa se algum dia eu te machuquei, não foi minha intenção, não faço por mal. Me perdoa se eu errei com você, eu só estava tentando acertar. Não sei se você vai se adaptar a isso pois eu estou sempre errando, mas eu só quero que você me aceite assim..

*Pedido.

* Poderia fazer um cm o Harry q ela é filha do padrasto dele so q morava longe por isso eles nunca se viram e a Anne fica querendo q os 2 namorem so q o pai dela morre de ciúmes, final feliz.


Depois de dez anos eu voltaria a morar com meu pai, assim que ele se separou de minha mãe voltei com ela para Los Angeles, pelo que eu sei meu pai havia se casado novamente com uma mulher chamada Anne, e ela tem dois filhos, eu não os conheço mas espero que sejam pessoas legais.

Me despedi da minha mãe e entrei no avião, nunca me imaginei morando longe da minha mãe, mas as circunstâncias me levaram a isso, chegando no aeroporto reconheci a pessoa que eu não via a sete anos. -Pai!- o abracei.

-Minha filha! Quanto tempo, você está linda!- ele me olhou.

-Eu senti sua falta!- me agarrei a ele novamente.

-Filha, essa é minha esposa Anne, Anne está é minha filha (S/N).- ela era uma mulher bonita, parecia ser legal.

-É um prazer te conhecer querida, seu pai sempre falou muito bem de você! -Ela sorriu

-Igualmente Anne!

Fomos para casa e Anne me mostrou onde era o quarto que eu ficaria, era o antigo quarto de seu filho, mas como ele não está morando mais com eles ficaria para mim.

Ao longo dos dias conheci Gemma, filha de Anne, ela era realmente muito legal, nos aproximamos muito, agora só faltava o famoso Harry.

-Tenho certeza que você e o Harry vão se dar muito bem, vocês têm a mesma idade, os mesmos gostos, vocês formariam um belo casal!- Anne dizia animada durante o almoço.

-Eu não acho, minha filha ainda é muito nova para namorar, vamos deixar isso pra lá. -meu pai disse com uma cara não muito boa. -Pai eu já tenho vinte e dois anos, não sou tão nova pra isso.- falei rindo.

-Mas eu não me acostumei com a ideia de que você cresceu tão rápido! - o abracei.

-Tudo bem pai!

Depois de alguns dias Anne havia me avisado que seu filho estava chegando de viagem, ela sempre me fala sobre ele o que só aumenta minha vontade de conhecer esse homem.

Cheguei em casa e vi um homem até então desconhecido por mim, ele era realmente lindo, tinha olhos encantadores.

-Querida esse é meu filho Harry!- Anne me apresentou seu filho.

-É um prazer te conhecer Harry!- sorri e apertei sua mão.

-Igualmente (S/N)!- ele disse olhando no fundo dos meus olhos.

Harry e eu nos aproximamos muito durante esse tempo que ele está aqui, claro que meu pai está sempre de olho em nós, o que eu acho desnecessário, nós já somos bem grandinhos pra saber o que devemos ou não fazer. Claro que de vez em quando rola alguns beijos entre nós dois, Anne já havia presenciado alguns e sempre nos dava cobertura.

Estávamos em meu quarto conversando quando ele começou a me beijar intensamente, nunca havíamos feito sexo antes, essa seria a nossa primeira vez.

Harry beijava meu pescoço enquanto suas mãos acariciavam o resto do meu corpo, minhas unhas arranhavam suas costas arrancando alguns gemidos dele.

Ele retirou minha blusa e beijou meus seios, suas mãos apertavam minha cintura me deixando cada vez mais louca, retirei meu sutiã e logo ele começou a sugar meus seios, o prazer que eu sentia era imenso, não conseguia controlar meus gemidos.

Nos virei na cama ficando por cima dele, retirei sua bermuda e sua cueca, comecei a acariciar seu membro e logo passei a língua por todo seu comprimento, comecei a sugá-lo e a fazer movimentos vai e vem, Harry gemia muito o que me incentivava a continuar.

Escutei a porta se abrindo e meu pai entrando no quarto nos assustando.

-Pai?!- tentei me cobrir.

-Desçam.Já. -ele disse entre os dentes.

-E agora Harry?- perguntei apavorada.

-Vai dar tudo certo meu amor!- ele beijou minha testa.

Descemos para a sala e encontramos meu pai e Anne sentados no sofá, ela nos olhou indicando o sofá a nossa frente.

-O que eu havia te dito (S/N)?- meu pai nos olhou furioso.

-Pai eu já tenho vinte e dois anos, sei muito bem o que eu faço, me perdoa mas eu não me arrependo do que estávamos fazendo, eu tenho uma vida pai!- tentei lhe explicar.

-Mas tinha que ser justo com o filho da minha esposa?- ele se levantou ficando a nossa frente.

-Olha Robin eu realmente gosto da sua filha, eu nunca a machucaria, isso é totalmente fora dos meus princípios, se eu estou com ela é porque eu a amo!- me surpreendi com suas palavras.

-Se você machucar minha se considere um homem morto Styles! - ele sorriu e saiu da sala.

-Eu te amo (S/N)!- ele sorriu e me beijou

-Eu também te amo Styles!

-Eu não acredito que consegui juntar vocês! -Anne nos abraçou sorrindo.

-Obrigado mãe!

Yasmim:)