mas adivinha

Carta para mim mesma.

Não importa se ele te magoou ou não, se ele é seu ficante, namorado ou simplesmente amigo. Quando você finalmente lembrar de sentir amor próprio ao invés de se importar com quem não consegue demonstrar e mandar ele embora da sua vida vai doer, vai doer muito, você vai sentir como se estivesse morrendo mas adivinha só, você não vai morrer só porque um babaca não soube te dar o devido valor, pelo contrário, você vai aprender que viver é assim mesmo, é se jogar em abismos que você sabe que não deve mas mesmo assim se joga, é magoar e ser magoado, é tentar e falhar, é recomeçar, é renascer depois de uma queda, é se permitir sentir, é quebrar a cara mas acima de tudo, é querer acordar todos os dias, pela única pessoa que vale a pena, você mesmo.

Reaction: Sendo proibidos de se ver pela SM

OBS: olá bolinhos! Como estão? Espero que estejam bem felizes! Só colocando esse obs pra dizer que amo vocês e vocês são muito especiais! Espero que tenham um ótimo dia hoje! Kissus~~

• Jimin  

Seria difícil dizer a Jimin que a SM tinha proibido os encontros de vocês até o final da temporada por questões de treinos e empenho. Você sabia que ele não ia gostar nem um pouquinho da noticia, mas cada vez que você enrolava para lhe contar, mais a SM dizia que os encontros deveriam parar. 

- Então, eu não posso mais te ver? - Ele diria tentando entender tudo - Isso não é justo! Você sabe não é?

- Eu sei Chim, eu não sei mais o que fazer… 

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minha última carta para o meu primeiro amor

Não sei como começar lhe dizendo isso, mas não quero delongas e nem enrolação. Então, lá vai: acabou. É, acabou. It’s over. Talvez você me ache imatura e ingênua por estar terminando assim por uma carta, mas eu não sei se eu conseguiria te encarar de novo. Igual aquela vez que brigamos que você pisou na bola feio comigo e eu falei: eu não quero mais te ver. No outro dia chegou com um buquê de flores e uma caixa de chocolate, dizendo que me amava que não conseguia viver sem mim, e eu, ingênua, acreditei. Ou aquela outra vez, que você passou dois dias sem me responder, eu fui à sua casa e sua mãe falou pra mim que pensava que você tinha viajado comigo. E você chegou novamente com mil juras de amor, dizendo que me amava e que isso não se repetiria. E eu, ingênua, acreditei. E adivinha? Flashback!

Desculpa. Tal palavra que eu conheço muito bem. Desculpa, eu sei que errei. Desculpa isso não se repetirá. Desculpa, eu te amo. Desculpa. Quantos significados você consegue atribuir a essa palavra? Estou cheia de desculpas. Estou cheia de amar sozinha, estou cheia de esperar que você sinta o mesmo por mim como eu sinto por você. Enquanto você não sente nem 10%.

Eu já tomei muitas decisões na minha vida, mas esta é a mais difícil. Tens noção como é desistir de alguém? Acho que não. Meu bem, eu sempre gostei muito de ti, e você, tão lerdo como é, esqueceu-se de me gostar também. Eu fui tão boba, e tão sua, mas você nunca foi tão meu.

Por ti vivi os clichês de amor mais ridículos que podem existir. Chorei até não conseguir mais colocar lágrimas para fora. Passei madrugadas acordada esperando uma mensagem tua. Fingi não me importar para você se importar mais. Abri mão da minha felicidade pra te fazer feliz. Eu tentei ser sua calmaria em meio a tanto caos. Cortei laços com pessoas que só queriam o meu bem, para fazer meus laços com você. E conselho não faltou. Eu te avisei. Ouvi falar sobre nós em cada trecho de música que eu escutava. Ter a certeza que seu abraço era a melhor coisa do mundo. Me amei menos para poder te amar mais. Eu te dei amor, e em troca, você me deu migalhas. E sabe o que mais me dói? Ter a total certeza que foi tudo em vão. Tratei-te como primeira opção por enquanto você me tratava como segunda terceira ou até quarta. Alimentei-me de falsas esperanças que você ia perceber que não existe refúgio melhor que o meu abraço, não existia amor maior que o meu não existia pessoa mais compreensiva que eu. E você não percebeu.

Então dessa vez é diferente, dessa vez eu não quero saber. Eu não quero buquê de flores, eu não quero caixas de chocolates, eu não quero mil cartas de perdão, eu não quero mil ligações, eu não quero, eu não quero nada. Por que dessa vez, acabou. Não quero mais me sentir sozinha, não quero amar sozinha. Não vou mais insistir, eu sei que fiz muito bem o que eu poderia fazer quando você precisava de mim. Mas, meu rapaz, adivinha: eu que não preciso mais de você.

Espero que você sobreviva bem se mim, e eu, espero sobreviver bem sem você. Não penses que te desejo mal, pois eu sempre quis seu bem. Tudo tem seu limite , e você, foi o meu. Não penses que eu te gostei pouco por não ter aguentado mais. Eu aguentei muito, eu te amei muito. E pra falar a verdade, ainda te amo, eu só não gosto mais de você. Eu comecei a gostar de mim. 

O problema é que sinto demais, sempre senti. Ou dou tudo de mim ou nem tento. Não sei sentir pouco, B. E isso dói. Dói se entregar de alma e coração para as pessoas, porque não é isso o que elas querem. As pessoas não sabem receber muito, B. Elas querem tão pouco, sempre tenho que ser bem menos do que sou. Mas adivinha? Nem meu pouco é o suficiente. Não querem meu muito porque é demais e não querem meu pouco porque dizem não ser o bastante. Então o que eles querem, B? Me diz, porque eu já não sei mais.

Hoje já não me pertenço. Não me conduzo. Não me administro. Não me carrego. Hoje me sobrecarrego. Estou sobrecarregado de ser o que não sou e que nunca fui. Ensaio sorrisos, finjo abraços, beijos lábios com descaso, estou cansando, me tornei amargo. Porque quando você se foi, para nunca mais voltar, levou contigo a doçura que eu tinha, por mais que pequena fosse essa parte, eu a tinha, agora já não tenho. É melhor ter pouco do que não ter. Não vou para festas, não canto, não danço, não corro na praia, não quero viver a troco de nada. Sobreviver se tornou a melhor opção, respirar é um fardo que carrego quase que por obrigação. Estou andando a caminho da solidão, e vejam só, não quero parar de andar. Quero ver o que a solidão me reservou, se é que ela lembrou de mim. Me explique: Para quê viver se você me deixou? Para quê? Com você eu não era nada, mas era algo, o nada, sem você eu não sou. Se antes o nada me definia, hoje a minha definição é inválida. Não existe uma palavra que defina o que sou, existe apenas o que restou. Estou um cara amargo, sorriso de lado, meio amarelado, cabelo despenteado, coração bagunçado e mente de um alucinado. Tentei me drogar e não deu certo, você era minha maconha, tentei me embebedar e não deu certo, você era minha cerveja barata de buteco ruim, tentei transar com prostitutas, mas adivinha: Não deu certo, até para ser vadia você era a melhor. Agora, caralho a que ponto cheguei, vou dormir até minha cota de sono acabar. Dormir é a melhor opção, não penso em você quando durmo, apenas sonho, e como é um sonho, você termina a vida ao meu lado.
—  Minha dor Clarice. 

Rubens Miranda em: Minhas dores possuem nomes 
Reaction: Tentando te convencer a parar de ler para lhe dar atenção

• Suga 

Suga não seria bem um pouco delicado. Depois de pedir mais de cinco vezes para que você parasse de ler seu livro e fosse se juntar a ele para verem juntos algum filme na televisão, ele simplesmente daria um ataque de raiva silencioso, pegando o livro de suas mãos.

Você o olharia um pouco assustada pelo movimento repentino e ficaria com raiva quando ele jogasse seu livro para longe de você.

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Essa garota é toda complicada cara, ela é linda, carinhosa, quer atenção o todo tempo, mas ao mesmo tempo tem hora que ela surta do nada e manda tu sair, mas não passa nem 5 minutos e ela já vem e pede carinho, com aquele jeito todo dengoso e fofo que só ela tem, fala que te ama e faz uma carinha irresistível. E quando ela briga com você então? Fica toda brava, diz que não te quer mais, que vai embora e os caramba a 4, mas adivinha só cara.. Ela volta, ela sempre volta, e eu fico calmo, porque o lugar dela é aqui, do meu lado, e o meu lugar é do lado dela. Ela é minha, e eu sou completamente dela, e isso é o que a gente tem de mais valioso: Somos um do outro.
—  Aventurador.
UM

“Estou me sentindo como segunda-feira, mas algum dia serei uma noite de sábado”


Eu olho para o teto e suspiro. Só mesmo Regina para me fazer companhia em mais uma noite de muito Netflix e sorvete nesse sábado. A lagartixa bebê está no meu quarto há uma semana e parece muito disposta a criar raízes por aqui. E bom, já que lagartixa é um tipo de lagarto, eu a amo. Confesso que já amo mais Regina do que amei Trevor.

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Ela só queria um tempo. Queria fugir disso tudo. Queria que o tempo arrumasse a bagunça que ela não tinha mais forças para arrumar. Ela queria um porto seguro também. Porem, o que ela queria era difícil. É uma tarefa árdua se livrar dos demônios que há dentro de nós. Ao falar “demônios”, não me refiro àquele da mitologia cristã, que se rebelou contra Deus. Refiro-me aos nossos medos, anseios, àquela tristeza profunda que dói no fundo da alma fazendo com que nos sintamos sozinhos, perdidos, exaustos da vida e dos nossos excessos de pensamentos, principalmente, à noite. Quem nunca passou pelo menos uma noite em claro sendo massacrado por seus próprios pensamentos, que atire a primeira pedra. Tais pensamentos, às vezes até mesmo suicidas, destroem, corroem, matam por dentro. Augusto Cury, em seu livro O Vendedor de Sonhos, descreve da forma mais perfeita a morte interna de um ser humano, a morte dela: “O ser humano morre não quando seu coração deixa de pulsar, mas quando de alguma forma deixa de se sentir importante”. E ela se sentia assim por dentro, a cada dia, um pouco menos viva. Sentia um grande vazio negro dentro de si. A noite, onde ela estava sozinha, a morte saia da escuridão e com suas lâminas em mãos a chamava para dançar. Ela queria alguém que a tirasse dessa escuridão, mas, sempre que se via diante do espelho, achava que seria impossível alguém gostar dela. Com tantas desilusões sofridas, ela acabou tornando-se fria consigo mesma. E sentia falta da garota que era. A garota pura e de sorridos verdadeiros, que não tinha essa de fingir ser feliz, porque ela realmente era. Digressões à parte, ela tinha dentro de si toda a angústia e culpa do mundo. Olha só, a dor acabou com ela. Não sabia como controlar o que sentia, mas sabia como esconder. E escondia bem, se escondia do mundo também. Era só, sozinha. Tinha um mundo só dela. E ficava lá, em seu mundo, sozinha, esperando algo acontecer, pois achava que ninguém notaria ou se importaria com a sua ausência. Passava horas e horas presa em seu mundo, apenas com lápis e papel na mão, escrevendo sobre seus sentimentos. Às vezes escrevia em terceira pessoa, para que não percebessem que ela era a primeira. Outras vezes, quando ela se sentia sufocada por seu próprio mundo, não conseguia escrever, pois as lágrimas a impediam. Choros presos se soltavam, lavando o seu rosto. Quisera ela que lavasse a alma. Então ela se entregava ao choro, ao cansaço, parava de escrever e deixava tudo para o amanhã, hoje não. Uma hora dessas Charles Bukowski daria a ela uma garrafa de cerveja e um maço de cigarros para continuar. Bom, ele também diria que as encrencas e a dor é que mantêm a gente vivo. Talvez ela só quisesse gritar e dizer que tá doendo à alma. E ela gritou uma vez, em silêncio. Ninguém a ouviu. Ou ouviu, e não se importou. As pessoas não se importam mais uma com as outras. Ao fechar os olhos, ela se via em um paraíso negro. Ela estava perdida, completamente. Ela achava que o pior sentimento do mundo era perder alguém que se ama, mas, adivinha só, ela estava errada (Sim! Estava, via, sentia, queria, tinha… Passado). O pior sentimento é quando você percebe que perdeu a si próprio. E ela percebeu. Em vez de fugir, enfrentou os seus demônios escrevendo sobre eles. Ela tinha um dom. E o seu dom era escrever. Enquanto relia, criava e recriava os textos sobre a escuridão em que um dia esteve, aprendeu com a depressão que há coisas que são apenas frases. Ela quis apagar todos os erros do passado e a dor que sentiu, mas se apagasse, apagaria também todas as sabedorias do presente.
—  Izabel Cirino
Mais um corte.

Eu só estava tentando ser eu. Minhas roupas definiram quem eu era, a verdade que eu achava do mundo. As pessoas não diziam nada da minha roupa na minha frente, somente pelas minhas costas. O que me dá mais vontade de querer provocar elas.
Mas adivinha só? Na minha casa tentam me ajudar. Dizem que não é nessas regras que o mundo joga. Mas quem disse pra eles que eu quero jogar?
Aí eu saí como a bravinha. Saí como a errada da história pela milésima vez.
E meu coração ganhou mais um corte.
Geralmente ele dura uma semana, mas até que hoje está bem. Não maravilhoso. Mas bem. Eu só queria sair daqui. Aonde sou obrigada a chamar de casa.

Estar com ele é único. Aquela companhia supera o título de melhor do mundo, é bem mais que isso. Amo aquele jeito manso, palavras confortantes. Sinto-me aquecida como se estivesse enrolada em alguns cobertores diante de um inverno rigoroso. Sinto-me quente. Sinto-me viva. Sinto-me mulher. Um lado meu nunca visto antes despertou-se e sinto como se essa fosse a melhor sensação já sentida por minh'alma. Conhecer-te trouxe a mim muitos benefícios, desde felicidade imensurável até amadurecimento preciso. Não há nada que supere a companhia dele quando o resto do mundo não que saber o que aconteceu. Mas adivinha só: ele quer. Ele se preocupa com meu bem estar, com a minha satisfação perante os assuntos do dia a dia e eu sou eternamente grata por tê-lo conhecido. Por tê-lo como meu companheiro, como o meu amor. Não há nada que seja melhor do que estarmos juntos. E a distância? Puff. O que é isso quando almas encontram-se tão ligadas, tão próximas? Distância física conseguimos cessar, entretanto, distância de alma, talvez cura nunca terá.
—  Amanda Abreu

Ele não precisava fazer isso, mas Ele decidiu faze-lo. Por amor passou todas as aflições que um dia passaremos ou passamos. Viu de perto todos nossos grotescos pecados. Mas adivinha? Isso não impediu-o de derramar seu sangue puro, imaculado para nos limpar. Isso não impediu-o de nos abraçar com toda a sua força.

E é por isso que eu digo, por isso que eu declaro: Ele me salvou! Eu não merecia, mas Ele me salvou. Ele me viu lá embaixo, perto da perdição, e disse: “Não! Se afaste todo mal, eu trouxe o perdão, a redenção.”, e tenho certeza que Ele diz o mesmo para você.

Um passo: arrependimento, e Ele irá te salvar também.

E então entrou no banho, com a água bem fria, esperando que seus sentimentos e suas mágoas escorressem por água a baixo.Os últimos dias não foram lá muito bons, aliás, foram péssimos. Brigava com todo mundo mundo só por que uma ou duas pessoas te magoaram. Mas isso sempre foi sua cara não é? Tratar errado as pessoas certas, nunca soube se controlar. Pegou a lâmina que guardava no canto da gaveta do banheiro, sentou-se no chão frio do box e então começou. Pressionou o objeto cortante sobre seu pulso, pensou duas vezes, mas agora não tinha mais volta. Ainda conseguia ver o “stay strong” escrito em seu pulso. “Mantenha-se forte” que irônico não é? A menina que para todos era tão forte, estava ali se cortando, de novo. Havia prometido para si mesma que não faria aquilo novamente, mas ali estava ela, quebrando sua promessa assim como quebraram seu coração.Mas quem se importava? Quem estava ali do seu lado pra dizer “não, isso não é certo”, ou algo parecido? Não tinha ninguém. Ninguém capaz de ajudá-la, ninguém capaz de amá-la ou só ser uma amiga verdadeira. O sangue escorria assim como suas lágrimas. A grande dose de remédio da noite anterior não tinha funcionado, que pena. Ninguém sabia o quanto doía, ninguém sabia oque se passava naquele coração, naquela mente. Meio estranha ela né? Tão sozinha, tão carente, tão problemática. Agora ela apelou para as pernas, ou braços já estavam lotados de cortes. Sabia que se arrependeria de tudo depois, novamente.Ela não queria se matar, não mais. Ela só queria diminuir um pouco sua dor. Afinal, oque é um braço cortado em comparação a um coração quebrado? Mas se ela estaria ou não ali na manhã seguinte, ninguém se importaria… (dudaprung)

Vou falar mesmo e foda-se. Quando eu criei essa família, todo mundo prometeu ser honesto, e gentil com a gente, né? Mas adivinha o que aconteceu? Pois é, recebemos PROVAS CONCRETAS de que a May (ninfetizar) printou uma de nossas conversas de meninas e mandou por submit para um tumblr, para parecermos putas. A pior parte, na verdade. Querida, não somos putas e se você realmente pensa que vai estragar a nossa família você está muito enganada. Uma de nós foi na sua ask e o que você fez? Isso mesmo, foi covarde. Achou que apagando o tumblr e fazendo outro ia mudar alguma coisa? Paga de boazinha e virgem aqui no tumblr mas na verdade já deu até menstruada. Você nos divulgou e agora estamos divulgando a verdadeira você, pega com o seu próprio veneno. Na realidade, você é uma nojenta e falsa e não merece o chão que pisa. Eu devia ter postado isso aqui faz muito tempo. Me mandaram em anônimo, e finalmente descobrimos que foi você. E aquela história de sair do grupo porque ia apagar o tumblr? Era mentira também, né? E o que você quer com isso tudo? Ibope? Ok, estou te dando fazendo esse post. Mas não acaba por aí: você acha isso bonito? Achou que não iríamos descobrir? Nós da família ficamos feitas como puta e a culpa foi sua, mas passamos por cima e estamos aqui, mostrando a verdade pra todo mundo saber quem você realmente é.

Você não consegue mais ouvir somewhere only we know porque sabe que era a música favorita dele e culpa todo mundo que gosta dessa música, mas adivinha só, ele partiu seu coração e ninguém tem culpa disso, muito menos você. Não é culpa de ninguém se todo mundo usa o mesmo desodorante que ele e você anda pela rua e fica sentindo aquele cheiro familiar em todas as pessoas que passam do seu lado. Não é culpa de ninguém quando alguém chega em você e começa a falar daquela série que ele adorava e você se enche de saudade. A verdade é que ele foi embora e tudo o que deixou pra trás foram lembranças, e agora você anda por aí culpando o mundo por te fazer lembrar dele. Você sai por aí, buscando outros caras, beijando outras bocas, substituindo o vazio que ele deixou por outros amores, você coleciona ficadas mas no fundo sabe que é ele que você quer, e todos esses garotos que você beija têm sempre alguma coisa faltando. Mas aí vai outra verdade: substituir um amor por outro amor é o mesmo que se secar com toalha molhada. Não dá certo. Então, mexa-se, faça alguma coisa de útil, sem ser pensar nele, buscar por ele, e querer que os outros sejam igual a ele, pois assim você nunca irá se apaixonar novamente. Então pare, pois um dia irá aparecer aquele cara que vai ser totalmente diferente dele, vai ser o cara que vai te fazer esquecer completamente desse babaca, quando tu olhar para ele vai ser como não tivesse amado ninguém antes dele cruzar seu caminho. Acorda, garota, para de se lamentar. Você precisa aprender que tudo isso vai passar quando o seu amor chegar. Ele vai fazer com que próximos não existam, que essas feridas se curem, irá apagar todas as outras lembranças, cheiros, manias, memórias, saudades. Vai escrever todo um capítulo novo ao seu lado. Esse alguém virá, mesmo que leve tempo. Recupere-se, levante a cabeça, esse não foi o último, o que é seu ainda está por vir e vai valer muito a pena, você vai ver, e rir ao lembrar que tal fulaninho já te fez sofrer. O verdadeiro amor, este vai fazer um reboliço na sua vida, curará todas as possíveis feridas. Enxugue as lágrimas, já não há mais porque chorar. Renove-se e fique pronta para quando o novo amor chegar.
—  Você nunca achará o arco-iris, se você estiver olhando para baixo. - By: Isabelle, Letícia and Heloisa written in imperfeita-s.