mantenha calma

Espero que você me perdoe. Nem sempre sei como agir. Às vezes machuco com o que deixo de dizer ou com aquela palavra que sai apressada pela boca. Espero que você me aceite. Não consigo ser melhor em tudo, mas faço o que está ao meu alcance. Espero que você me compreenda. Às vezes tenho preguiça ou falta de vontade. Me desculpe por ser assim. Espero que você me acolha. Não gosto de admitir, mas sou sensível ao extremo e cheia de fraquezas e fragilidades. Espero que você me admire. Gosto quando seu olhar brilha com minhas conquistas, ainda que sejam pequenas demais perto dessa imensidão que é o mundo. Espero que você me dê apoio. Sei que a vida é muito melhor quando nos dividimos e seguramos bem forte um a mão do outro. Espero que você realmente me veja como sou. E mesmo assim me ame. Espero que você seja livre. Você não me pertence, eu não te pertenço. Estamos juntos para trocar, amar, cuidar, crescer e aprender. Você é do mundo. E se algum dia tiver que partir não vou te prender. Mas vou seguir te amando. Espero que eu me encontre. Sei que muitas vezes a vida faz com que a gente se perca, se deixe, esqueça do que é importante. Espero que eu mantenha a calma. O dia a dia e as adversidades fazem com que nem sempre eu lembre de respirar e relaxar os ombros. Espero que eu me perdoe. Quem já não fez burrada neste vida? Quem não tem arrependimentos? Espero que eu cresça. Ser criança é bom e seguro, mas seguir em frente é preciso e um grande aprendizado. Espero que eu não perca a minha fé. Muitas vezes a gente duvida, se desespera, desacredita. Espero que eu tenha sempre força. Sei que nada é mais pesado e doloroso do que podemos carregar. Espero que eu me ame. Pode soar papo-pra-boi-dormir, mas antes de poder demonstrar amor por outra pessoa é preciso sentir amor por tudo que você
—  Clarissa Corrêa.
Por favor Deus, me ensine a ter calma, me ensine a esperar e ter sabedoria para fazer escolhas, me mostre o caminho porque sei que o Senhor sempre está ao meu lado me dando sinais de que está tudo no controle, que vai melhorar, enfim, não me deixe perder a esperança e a fé em relação a nada nessa vida. Tenho uma vida e quero vivê-la, quero desfrutar, quero conquistar, quero passar por todos os obstáculos que queira me impedir de seguir e de acreditar. Me mantenha a calma…
—  Imprudências da vida.

Olha, eu entendo perfeitamente que últimamente você esteja passando por uma fase difícil. Acredita estar sem forças para continuar e se sente só. Tudo bem! Mantenha a calma, tente não entrar em desespero. Compreenda que as dificuldades existem para rasgar o véu das nossas limitações. Expandir nosso horizonte para perceber a gama de possibilidades que ainda temos e aos poucos nos transformar em seres mais fortes e preparados para lidar com as adversidades.
Enquanto você não aceitar as dificuldades e abraça-las como uma maravilhosa oportunidade para crescer então nada mudará, você continuará estagnando, e o pior, acumulando mais problemas.
Entenda que toda situação complicada e desagradável é natural e faz parte de todo processo evolutivo. Afinal, estamos aqui para aprender.
Não espere de ninguém a solução para os seus problemas e se em algum momento esperou e não foi atendido não culpe esse alguém, encare-o como um professor que a vida te enviou para que pudesse aprender a caminhar com as próprias pernas e ter mais fé em si mesmo.
Pare de chorar um pouco, pare de esperar e magoar-se com a ausência. Faça algo por você. Faça!

— Eumesma.

pra onde iremos quando os desejos de “voltar” atras nos sucumbir? é como se nesse tempo que estávamos nos caminhos de Deus, construímos uma torre. quando os desejos carnais nos rodeiam e temos a famosa “queda” e queremos voltar para trás, é como derrubar a torre pedra por pedra. E o depois? depois de você ceder aos desejos carnais? depois de você “voltar pro mundão” e bater aquele sentimento de arrependimento, ou aquela angústia por ausência do pai? e quando você querer VOLTAR, se redimir com Deus? vai voltar ao começo? construir tudo novamente até voltar a altura onde estava? para depois voltar os desejos da carne e você ceder e isso de ir e voltar virar um ciclo vicioso, até a volta de Cristo? pra onde você vai? para trás? onde você mudou o rumo dos trilhos, onde você fez diferença… você pode até cair, mas se Jesus já passou por você, haha! já era meu caro! sinto-lhe informar você não será como era antes! nem mesmo se sair da igreja, se abandonar os caminhos de Deus, se “desviar” . você, eu, nós não seremos mais o mesmo. então PARE, reflete, respira, toma um ar, mantenha a calma, reveja todas as coisas que você construiu, tudo o que ele fez por você e pense nessa pergunta:                                                   
você quer mesmo demolir a sua torre?
—  Enes Gomes

Paciência filho, paciência. Lembre-se que a vida é uma aventura. Se você tem tudo o que quer de uma vez, não haverá razão de viver. Aproveite a jornada e no final você vai ver que as “pedras no caminho” somente te fazem mais forte para seguir em frente, só que você não podia ver naquele momento. Mantenha a calma pois tudo está ao seu alcance, tudo o que você precisa fazer é estar presente dia após dia mantendo-se fiel ao seu objetivo e você certamente irá encontrar o tesouro que tanto procura.

Vou descobrir onde você mora, te vigiar vinte quatro horas pra chegar antes da sua família e te esperar na porta. Vou conquistar todos seus amigos, filmar você quando estiver dormindo. Mantenha a calma, fique em silêncio, eu não pretendo te machucar. Se você aprender a gostar de nós dois, eu prometo: te deixo, a chave pra você voltar. Se você esquecer o caminho depois, eu te levo e te explico, quantas vezes você precisar. Você não vai precisar de nada em sete meses vai virar sua casa, lá tem cortina, mas sem janela, já desenhei a sacada! Eu acabei de escrever uma carta com letras de revistas recortadas, não tinha preço, só uma frase: Não te devolvo por nada!
—  Tópaz.  
•Status Variados♦☺

“ Mantenha a calma. Deixe a vida se encarregar de explicar as coisas que hoje não fazem sentido. “

“ Eu não preciso mais beber e nem fumar maconha, sua presença me deu onda 🎶 “

 “ Somos seres dramáticos, querendo amor e atenção, palavras bonitas, e alguém que te de a mão. “

“  Algumas amizades passam rápido, num piscar de olhos. Outras são feitas para durar até que você pisque pela ultima vez. “

“  Me abraça, que o tempo não passa quando cê tá perto “

“  É só ver sua boca que eu perco o juízo por inteiro “

 “ Uma hora ou outra Deus ajeita tudo “

“ Se acha pra caralho mas n é porra nenhuma. “

“  Se pra você é tanto faz.
Me diz por que eu tenho que fazer questão? “

“ O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz. 💭🙊 “

 “ Ciumes é foda né mano, a gente  cria varias fita na mente. “

“  me tira do sério mas ou mesmo tempo me faz tão bem.”

Estás sofrendo mas também tá aprendendo né? Tá machucando mas também tá te ensinando então Toda promessa tem um tempo de espera, mas Deus já decretou vitória nessa guerra.
Fica tranquilo, não se desespera
Se foi Deus quem prometeu a promessa está de pé, somente espera. Mantenha a calma, não perca a fé!
—  Kemilly Santos

Pedido: Faz um com o Liam, que ele é youtuber, ele resolve fazer os desafios que os inscritos mandam (você escolhe os desafios) e ele faz esse vídeo com a (S/N), pode ser bem engraçado e fofo. Obrigada✌ - @manuellajamespayne

Obrigada por ter feito o pedido, adorei a idéia do imagine.❤

***

Imagine Liam Payne:

-Vamos gravar?
Perguntei depositando um beijo na bochecha de minha namorada.

-Vamos!
Respondeu sorridente.

Liguei a câmera ajeitando um pouco o ângulo da mesma e começamos a gravar.

-Oi galera! Eu sou o Liam e essa é minha namorada…
Comecei a introdução e esperei minha namorada continuar.

-S/n!
Ela continuou e eu sorri.

-Estamos aqui hoje para fazer os desafios que vocês mandaram no Twitter!
Falei mostrando o celular com o Twitter aberto.

-E vocês praticamente imploraram para que eu aparecesse nos vídeos junto com ele então…aqui estou eu!
S/n falou me fazendo rir.

-Verdade, eu recebi até ameaças do tipo “Se não colocar a S/n no vídeo vai dormir no sofá!” ou “Quero meu otp lindo junto nos vídeos senão não assisto nunca mais Liam James Payne!” e esse até me assustou um pouco, você viu que ela usou meu nome inteiro? Só minha mãe faz isso, e ela quando está muito brava.
Falei recebendo um tapa de S/n.

-Tudo bem! Pra quem não sabe como mandar os desafios é só entrar no meu twitter que vai aparecer aqui na tela, @RealLiamPayne, e twittar com a hashtag #DesafieLiam&S/n. Aproveitem e sigam essa minha princesa aqui, @SeuTwitter, e fiquem enchendo ela pra gravar vídeos comigo.
Falei apertando as bochechas de S/n que deu risada.

-Agora vamos ao desafios!
Falei e peguei meu celular que já estava na tag e procurei por um desafio.

-A @Liammyprincess twittou: Desafio vocês a se pegarem em um elevador cheio de gente.
Li o twitte e S/n me encarou.

-Não sei se a essa hora o elevador do meu prédio vai estar cheio mas, vamos ver a reação das pessoas.
Falei e nos levantamos saindo de meu apartamento com uma câmera um pouco menor na mão e indo para o elevador. Ajeitei a câmera em um lugar mais discreto para que ninguém percebesse e esperamos já que o elevador ainda estava vazio. Assim que o elevador parou um andar abaixo de onde estávamos, um casal de velhinhos entrou segurando algumas compras, eles apertaram o botão do andar que iriam e nós começamos a agir, peguei na cintura de S/n e colei seu corpo no meu começando um beijo desesperado, percebi os olhares dos velhinhos e comecei a explorar o corpo de S/n com a mão até pousar a mesma em sua bunda e apertar o local, o senhor pigarreou e eu quase explodi em risadas, S/n começou a passar a mão por meu abdômen por baixo da camiseta e eu acabei soltando um gemido baixo sem querer pelo fato dela ter arranhado um local sensível. S/n me olhou surpresa e o elevador parou no andar em que os dois iriam sair, antes de saírem pude ouvir que os dois cochicharam algo como “Esses jovens de hoje em dia!” e “Você viu como ele pegou nela? Nunca fez isso comigo!” e uma guarda chuvada no velho. Terminamos o beijo completamente ofegantes e morrendo de rir. S/n estava com os lábios completamente avermelhados e um pouco inchados, esse foi com certeza o melhor desafio.

Voltamos para o meu apartamento e continuamos a gravar.

-A @Leedomypayne twittou: Trolla a tia Karen fingindo que a S/n está grávida.
Li o twitte e peguei o celular de S/n para ligar para minha mãe.

-A “tia Karen” não está em casa hoje, mas nós vamos ligar pra ela e fazer tipo um trote.
Falei e vi que o celular já estava chamando, coloquei a ligação no viva voz e esperei que minha mãe atendesse.

-Alô? S/n?
Minha mãe atendeu.

-Oi mãe, sou eu Liam.
Falei fazendo uma voz meio rouca de quando estou chorando.

-Filho? Que que aconteceu?
Perguntou já ficando preocupada.

-Você está ocupada?
Perguntei ignorando sua pergunta.

-Não, eu estou na casa da sua irmã, pode falar.
Respondeu e eu respirei fundo.

-Eu preciso que você mantenha a calma, eu vou passar o telefone para a S/n e ela vai te explicar tudo, Ok?

-Tudo bem, vocês estão me assustando.
Falou e eu passei o telefone para S/n que arregalou os olhos e negou com a cabeça. Tentei a convencer e no fim ela cedeu pegando o celular.

-Oi Karen, tudo bem?
Falou nervosa.

-Tudo sim querida, você pode me dizer o que está acontecendo?
Minha mãe perguntou já claramente irritada.

-É que…eu andei meio mal esse dias e…Liam e eu descobrimos que…
Explicava enrolada.

-Descobriram o que?!

-Eu estou grávida! Você vai ter um netinho.
S/n falou de uma forma fofa e nada foi ouvido da outra linha.

-Mãe?!
Chamei e nada.

-Dona Karen?!
S/n tentou e ouvimos algo como gritos de minha mãe e minha irmã.

-Ai meu Deus Liam! Vocês vão me dar netinhos? Eu sempre quis um netinho mas a sua irmã não ajuda!
Minha mãe falava rápido e ouvi minha irmã resmungar algo com ela.

-Você está…feliz?
Perguntei confuso olhando para a câmera e logo depois para S/n.

-Claro que estou! Mas eu também preciso fazer meu papel de mãe e dizer que vocês vão ter que tomar conta dessa criança e serem responsáveis e…

-Mãe!
Tentei chamar sua atenção.

-Aliás, vocês já pensaram em nomes? É algo importante.

-Mãe!
Chamei novamente e ela parou.

-É só uma trollagem. Mas fico feliz em saber que a senhora iria me apoiar se S/n estivesse grávida.
Falei e vi ela se desanimar.

-Liam James Payne! Como assim uma trollagem? Que história é essa?!
Perguntou brava.

-Eu estou gravando mãe, diga oi para o pessoal!
Falei e ela começou a me xingar de vários nomes feios.

-Okay mãe Tchau, te amo!
E desliguei o celular. Eu e S/n começamos a rir que nem idiotas.

(…)

Depois de mais alguns desafios, deixei o melhor por último. S/n havia ido ao banheiro e eu preparei o meu quarto - que é onde estamos gravando - com rosas e algumas velas, para dar um ar mais romântico. S/n voltou e me olhou confusa.

-O que é isso?
Perguntou se sentando ao meu lado. Ignorei sua pergunta e continuei.

-Agora…o último desafio. A @LiS/nforever twittou: Pede a S/n em casamento.
Li e vi minha namorada arregalar os olhos. Peguei a caixinha em meu bolso e me virei para ela ainda sentado já que estávamos gravando e eu não poderia levantar.

-Eu não levo isso como um desafio, nós estamos namorando a mais de cinco maravilhosos anos, e eu meio que combinei com essa @ para que me ajudasse a fazer o pedido. E nada mais especial do que pedi-la em casamento durante o nosso primeiro vídeo juntos.
Falei e vi um sorriso se abrir em seu rosto. Abri a caixinha de veludo e peguei em sua mão.

-Aceita ser minha para sempre, e me fazer o homem mais feliz do mundo, e um dia me dar uma guarda chuvada após sairmos de um elevador e você reclamar que eu não pego mais na sua bunda, e dar vários netinhos a minha mãe?
Perguntei vendo-a rir e assentir com os olhos marejados.

-Aceito!
Respondeu e eu coloquei o anel em seu dedo logo a beijando.

-Então…esse foi o vídeo, espero que tenham gostado, se tiverem, deixem seu like e se inscrevam no canal, compartilhem o vídeo com os amigos e pode me mandar aquelas fotos super fofas que vocês fazem de nós dois por correio, eu amo ver elas.
Falei sorrindo e limpei uma lágrima que escorreu do meu olho.

-Quer falar alguma coisa?
Perguntei a S/n.

-Obrigado por terem ajudado Liam, ele é péssimo em programar coisas e se organizar. E obrigado por sempre nos apoiarem.
Falou limpando seu rosto que agora estava todo molhado.

-Ok, então é isso. Tchau gente!
Falei e encerrei o vídeo.

-Não acredito que havia feito isso para mim.
S/n falou me abraçando.

-Queria que fosse especial.
Sorri e a abracei ainda mais forte.

***

Espero que tenha gostado.😘

E me desculpem não ter postado ontem, acabou a luz na minha rua e não deu pra fazer nada.

Misfits


[+18]

Avisos: contém homossexualidade, linguagem baixa, insinuação de sexo, nudez, sexo, violência, uso de bebida alcoólica e drogas.

Gêneros: Drama, colegial, comédia, Yaoi, Lemon.

*Long Fic*



Sinopse

Do que você tem medo? Eu particularmente tenho medo de mim mesmo. Sério, eu tenho medo de mim mesmo. Não que eu seja malvado, ou tenha algum distúrbio mental realmente grande. O problema é que eu tenho sim problemas, bem reais. Dos quais envolviam um garoto de cabelos verdes, sentado em uma janela, dando-me um olhar totalmente impuro, enquanto chupava aquele maldito pirulito de cereja. Se eu tinha algum problema, Min Yoongi tinha alguns a mais, assim como se você procurasse no dicionário o significado dessa palavra, seu nome estaria ao lado.



Capítulo 1 – Desajustados.

Batuquei meus dedos no painel do carro, meu nervosismo instalando-se por todos os poros do meu corpo. Era mais uma de minhas consultas, das quais minha mãe insista em me levar e ver qual tipo de melhora havia ocorrido. Assim que estacionamos, meu coração acelerou e minhas mãos começaram a suar, caminhei rapidamente até o prédio, passando feito um furacão pela recepcionista e sentando-me naquele corredor em tons pastéis. Deus, qual o problema das pessoas com tons pastéis? Chegava a me dar uma aflição. Olhei todas as pessoas sentadas ali, o mesmo de sempre, a garota com fobia de gatos. O garoto com TOC*. Grande diferença isso fazia, éramos todos uns ferrados ali. Esperei meu nome ser chamado até que com paciência, minha mãe volte e meia me pedia para não ficar tão inquieto e eu tentei, muito.

- Qual o problema? – perguntou-me.

- Nada – sorri amarelo – Nada de mais, como sempre. Tudo bem. Tudo perfeito.

- Hoseok – alertou – Você está ansioso.

- Sabe que sempre fico assim.

Não sei exatamente o que ela disse, porque não prestei atenção em mais um de seus discursos a respeito do que eu deveria fazer e como deveria me comportar. Ela entendia realmente? Não era só sentar ali e fingir que eu era normal. Olá, eu sou normal. Não, eu não sou, e já assumi isso pra mim mesmo. Não tinha amigos no colégio porque perdi todos eles. Não tinha nenhuma namorada porque meu interesse em garotas era o mesmo de uma pessoa com medo de levar um raio e sair num dia de chuva. Ou seja, nenhum. Não que eu fosse gay, para ser sincero, nunca senti interesse nisso, sempre fui inquieto de mais e isso ocasionava alguns problemas. Sei lá, sabe quando alguém te pergunta a respeito do seu posicionamento político e você diz que não tem nenhum porque apenas nunca parou pra pensar sobre? É, eu estava inquieto, Deus, estava mais do que inquieto.

- Boa tarde senhora Jung – o médico disse assim que nos viu – Como está, Hoseok? Que tal entrarmos e batermos um papo?

Como eu odiava pessoas mais velhas tentando soar descoladas. Não que eu odiasse as pessoas, mas odiava como elas tentavam ser aceitas por determinados tipos de pessoas. Eu era uma pessoa muito estranha, com pensamentos bastante peculiares – era isso que meu médico dizia – e no momento, eu adentrava aquele consultório, com várias estátuas de gatos. Sim, gatos. Meu médico adorava gatos, e gostava de comprar miniaturas deles. Alguns pescavam, outros faziam comida, era algo bizarro. Sentei no divã do qual estava acostumado, soltando um suspiro e notando que minha perna não parava de mexer.

- Estou curioso. Dormiu por quanto tempo essa noite? – perguntou calmo.

- Hum – pensei com calma – Devo ter dormido umas quatro horas.

- E nos dias anteriores?

- Mais ou menos a mesma coisa – estalei a língua – Eu também tive outra crise de enxaqueca por conta disso, mas é normal. Então… É deixa pra lá.

- Tomou as pílulas? – arqueou uma sobrancelha e bufei – Claro que tomou sua mãe lhe faria tomar de qualquer maneira. Algo aconteceu nesses dias que não nos vimos?

- O que uma pessoa ansiosa faz? – cruzei as mãos – Ela pensa, mais… Muito mais do que uma pessoa normal. O que acarreta em vários pensamentos loucos e ridículos, e no momento, eu tenho tido vários. Sabe quando você fica extremamente nervoso por conta de um trabalho na faculdade ou na escola, seja lá o que for, e você começa a apresentá-lo sem parar, até que nota o quão rápido está falando e como as coisas não fazem sentido? Então eu parei pra notar que eu tenho o costume de mudar de foco. Como outro dia estava falando com a minha mãe e do nada estávamos falando sobre a economia do Japão, e sabe, eles são muito bons em tecnologia e… Eu estou falando rápido de mais? Porque eu acho que estou falando rápido de mais. Na verdade, eu acho que tenho pensado de mais. Caramba, eu notei que sou o único na minha sala que nunca namorou uma pessoa, quero dizer, isso não é normal pra quem tem dezessete anos, o senhor já devia ter namorado aos dezessete anos, minha mãe disse que sim quando perguntei a ela. Engraçado como eu devo ser muito esquisito para ninguém querer namorar comigo…

- Hoseok – chamou e respirei com dificuldade – Mantenha a calma. Está fazendo de novo, por favor, apenas relaxe e responda as minhas perguntas.

- Acho que posso fazer isso – mordi o lábio.

- Você diminuiu a cafeína? – perguntou ainda calmo.

- Não – falei sincero e ele me deu um olhar – Doutor, eu não quero diminuir a cafeína, não há problema nenhum com isso.

- Não vamos entrar nesse tópico novamente, Hoseok – suspirou – Como foi a crise de enxaqueca dessa vez?

- Nada de mais, o mesmo de sempre. Dor de cabeça sabe o que é isso não é?

- Muito engraçado – arqueou uma sobrancelha – Tenho que lhe fazer uma pergunta pessoal. Com que freqüência você vem tendo relações sexuais?

- Sabe Doutor – batuquei os dedos – Às vezes eu acho que não presta atenção em nada do que falo, porque eu acabei de dizer que nunca namorei ninguém. Talvez eu seja assexuado, ok, eu não sou. Mas digamos que eu nunca transei com uma garota, pode rir da minha cara, eu mesmo tenho vontade de rir. Pois bem, eu me masturbo, serve? Se for, então, fiz isso ontem. Porque estava irritado e precisava relaxar. Patético? Talvez seja meu nome do meio.

- Ok – ergueu a mão indicando que eu estava fazendo de novo – Você engordou?

- Não – estalei a língua – Um problema a menos, ser desprezível e gordo não dá.

- Seu humor tem melhorado – apontou debochado e ri alto – Seu quadro clínico tem me feito pensar a respeito de tudo, Hoseok.

- Chegou a uma conclusão? – encarei-o.

- Você nunca consegue ficar com o mesmo médico, até hoje não sei como aceitou a mim. Estamos nesse mesmo barco a mais de um ano, e não vejo melhora nenhuma no seu comportamento. Não que você tenha tido crises, felizmente estas melhoraram, mas somente isso. De resto, parece que algo está tão profundo em você, que não conseguimos tirar.

- Que legal – bati palmas – Vamos estourar uma champanhe? Deus, qual o problema comigo?

- Falei com sua mãe na semana passada – pigarreou – Estive pensando em mandá-lo para um lugar onde tratam jovens como você.

- Um hospital? ISSO É SÉRIO? – gritei e arregalei os olhos – EU NÃO SOU LOUCO, EU SÓ SOU… ESTRANHO, NO MÍNIMO, MAS UM HOSPITAL É DE MAIS. DOUTOR, SÉRIO…

- Ok, calma! – disse perdido – Vamos por partes, tudo bem? Vou lhe explicar exatamente o mesmo que disse para sua mãe. Não é um hospital, nada com você sendo amarrado e dopado, não se preocupe. É um internato para garotos com problemas, vai ajudar na sua interação social, assim como eles tem planos diferentes de lidar com alguns distúrbios.

- Não entendi merda nenhuma…

- Você vai passar suas férias de verão por lá – o doutor dizia sorrindo – Fica em um lugar afastado, é bastante bonito.

- Vai me mandar pra um sanatório de férias? – parei e disse bem sério.

- Não é um sanatório – revirou os olhos – É somente um internato para jovens com certos problemas. Como eu disse, vai ajudar na sua interação social, assim como você poderá ser tratado sem se sentir pressionado a isso. Talvez seja melhor do que o pouco progresso que fizemos em um ano.

- Acho melhor eu trocar de médico…

- Vou lhe perguntar algo bem sério – meu médico parou e me encarou – Você pretende lidar com isso o resto da vida? Assim, dessa forma? Aceite as possibilidades que estou lhe dando, talvez seja o melhor no momento. Hoseok, você não tem amigos, não terá o que fazer nas férias, e lá tem toda uma programação aonde você vai se divertir e tratar tudo que necessita.

Claro que aquele maldito conseguiu convencer minha mãe, assim como eu tive que ouvir seu discurso no caminho inteiro de volta pra casa. Ela estava animada com aquilo, e claro, não era muito barato, mas minha mãe estava disposta a fazer qualquer coisa para me ver bem.

Quando estávamos a poucas quadras de casa, uma chuva forte começou a cair, suspirei me sentindo preso dentro daquele automóvel e dei graças a Deus assim que estacionamos e pude descer. Andei pela entrada, sendo repreendido pela mulher mais velha, e assim que adentramos a casa, um cheiro gostoso de comida nos acertou. Meu pai estava cozinhando, e parecia ser bom. Dawon, minha irmã mais velha, estava na faculdade, contudo, por causa do meu problema, tivemos que nos mudar para que ficássemos juntos.

Os médicos diziam que essa era à hora para se manter a família unida, que pé no saco. Eu afundei todos os planos da minha irmã em viver sozinha, assim como ela parou de namorar para viver colada em mim, em uma tentativa vã em me fazer ser popular.

- Chegamos – minha mãe gritou.

- Oi – minha irmã veio correndo pelas escadas – Como foi?

- Sabia que existe um sanatório para os loucos tirarem férias? – perguntei sarcástico.

- Vão te mandar para um sanatório? – Dawon disse perplexa e então encarou minha mãe – Você ficou louca? Eu sou totalmente contra isso.

- Hoseok – minha mãe ralhou comigo e bufou – Não é um sanatório, é um colégio para garotos com problemas como os do seu irmão. Ele vai passar as férias lá, só isso.

- Quando você vai? – minha irmã perguntou triste, encarando-me.

- Ele vai daqui a dois dias – arregalei meus olhos quando nossa mãe respondeu – Eu sei que é em cima da hora.

- SABE? – gritei – E quando ia me contar? Ou tipo, ia me dopar e me jogar dentro do lugar para que eu fosse estripado ou virasse o prostituto de alguém?

- Queria saber de onde você puxou ser tão dramático – ela dizia irritada – Eu ia lhe contar no jantar, mas o médico queria ter essa conversa. Seu pai e eu achamos que seria uma boa idéia.

Ótima idéia, mãe. Maravilhosa idéia. Fui arrastado para jantar e bem, foi divertido por alguns minutos, até eu começar outra das minhas divagações, o que levou mais ou menos uma hora. Ninguém entendeu nada, muito menos prestava atenção, minha família sabia muito bem que nada do que eu falava fazia algum sentido, então eu era ignorado. Depois de um banho, fui para o quarto e fiquei deitado, enquanto olhava o teto e a ansiedade me consumia por completo. Como eu ia chegar naquele lugar e olhar para todos? Tipo, olá pessoal, eu sou Hoseok e somos todos loucos, prazer, não me matem dormindo?

Uma batida na porta me alertou e falei para a pessoa entrar, Dawon estava ali meio segundo depois, com um pacote de M&M’s e duas latas de refrigerante. Por um lado, mesmo detestando o fato de que ferrei com sua vida, era bom tê-la, porque era a única pessoa que tentava me entender e me ouvia, fora que agüentava meus problemas.

- Eu sei que está puto – falou.

- Puto é apelido – bufei – Eu estou apavorado. O médico me disse que não tive melhora nenhuma. Sabe quanto dinheiro eles tem gasto comigo? Isso é frustrante.

- Talvez seja legal – enfiou uma porção de chocolate na boca – Conhecer gente como você, ou seja lá como chamam isso.

- Acho que não vou passar só as férias – joguei-me em meus travesseiros – Não vou melhorar em um mês sendo que não melhorei em um ano.

-Pode ter certeza que vou intervir se isso acontecer – Dawon sorriu pra mim – Mas Hoseok, eu quero que tente. Estou falando sério.

- Eu só queria ser normal – suspirei cansado – Queria dormir como alguém normal, sair com meus amigos, e todas essas coisas de pessoas normais.

- Você é normal – tocou minha mão – Já te disse isso. O problema é que algumas pessoas têm problemas mais sérios do que outras, mano. Isso é normal também.

- Queria pensar como você…

- Talvez seja mesmo divertido – deu de ombros – Conhecer gente nova, ver uns malucos. Quem sabe você arrume uma namorada.

- É só para garotos – beberiquei um gole do refrigerante enquanto Dawon parecia pensativa – Oh cara, não creio que está pensando mesmo nisso.

- Qual é – bufou – Você nunca se interessou por garotas, talvez você goste de garotos. E falando sério, eu não me importo ou vou te julgar por isso. Vai que tem algum cara bonito, se tiver, por favor, me ligue e conte.

- Agora eu sei de onde eu puxei a loucura – provoquei e ganhei um soco – Você é malditamente maluca, garota.

(…)

Dois dias nunca passaram tão rápido na minha vida. Primeiro porque minha mãe achou que seria legal comprar umas roupas novas, assim como alguns acessórios para eu levar. Recebi um livreto onde dizia o que eu podia levar, feliz em saber que não tinha acesso a internet e também não podia levar meu computador. Os celulares eram proibidos, assim como podíamos contatar nossas famílias de um telefone que ficava na recepção do lugar. Claro que não era um lugar para gente louca, imagina, não podíamos ter contato com o mundo.

Arrumei uma mala enorme com mil coisas, quase carreguei meu quarto nas costas, porque queria ter opções. Eu já era fracassado normalmente, em um lugar com gente estranha, era no mínimo cem por cento que eu iria me ferrar. Depois que coloquei minhas coisas no porta-malas, abracei Dawon que chorava e dizia para ligar, novamente frisando sobre garotos bonitos, quis lhe dar um soco, mas ignorei. Meu pai e minha mãe iriam me levar, assim como queriam saber sobre o lugar e todos os médicos. Levou três horas para que chegássemos lá, depois de bastante paisagem verde e estradas estranhas, avistamos um portão enorme de ferro, e quase dez minutos depois, avistei a grande construção de tijolos.

Parecia o instituo Xavier, só que misturado com Prison Break. As janelas tinham grades, e eram enormes. Assim como as portas eram largas e de uma madeira grossa, pareciam pesadas. O lugar era realmente bonito, assim como bem cuidado. O letreiro informava “Instituto Eugene”, então tremi e me senti ansioso. Desci do carro carregando minha mala, enquanto era saudado por dois enfermeiros que nos ajudaram, indicando a entrada.

O hall era enorme, com uma escada que começava larga, também de madeira e na metade seguida uma para cada direção. Um quadro horripilante enfeitava o meio desta, provavelmente o fundador do lugar, mais parecia um episódio de AHS, do que umas belas férias animadas. Engoli em seco, vendo os enfermeiros levarem minhas malas e então uma recepcionista surgiu do além, indicando um corredor do lado direito e seguimos. Tentei me manter calmo, porém por dentro, estava gritando e rolando no chão da minha cabeça. Uma enorme porta dupla foi aberta e vi o consultório médico. Era bonito, cheio de livros e parecia bastante caro, desta vez vi a presença de outra mulher, um pouco mais velha, na casa dos seus trinta e poucos anos, andando em nossa direção com um sorriso simpático.

- Sou a doutora Lee Dahyun – informou-nos – Muito prazer.

- Esse é nosso filho, Hoseok – minha mãe nos apresentou e acenei meio sem jeito – Poderia nos informar os procedimentos e todo o restante?

- Claro – indicou para que nos sentássemos – Aqui na Eugene, nós somos bem mente aberta. Como lidamos com jovens, sabemos das suas necessidades. Temos uma vasta biblioteca para quem gosta de ler, assim como atividades ao ar livre. O sistema de dormitório é em duplas, porque achamos que melhora na interação entre os garotos.

- E os horários? – meu pai perguntou curioso.

- Temos um horário para acordar, para tomar o café e assim como almoço e jantar. Também, temos horários para as atividades. As consultas são comigo, serão marcadas conforme a agenda. Falarei com Hoseok  duas vezes na semana, ele continuará com sua medicação, assim como temos um acompanhamento com um nutricionista.

- Você disse que o dormitório…

- Oh – a doutora sorriu ainda simpática – Você terá um colega de quarto. Não se preocupe, eu li sua ficha e escolhi a pessoa certa para você. Nós fazemos isso, não deixamos ninguém com um nível diferente aqui, para não correr o risco de uma piora no quadro clínico. E os quartos são espaçosos, ou seja, pode ficar tranqüilo.

- Claro – sorri sem emoção.

- O restante eu irei lhe passar enquanto mostro o lugar – virou-se para os meus pais – Alguma outra pergunta sobre a instituição?

Meus pais fizeram mil perguntas, das quais me desliguei e não queria saber. Olhei pela janela e vi o grande jardim. Alguns garotos corriam por ali, brincando de algo que eu não entendi muito bem, então quando ouvi meu nome, voltei para dentro daquela sala, apenas assentindo enquanto meus pais diziam que já estavam indo embora.

- Prometa que vai ligar – minha mãe disse chorosa – Por favor.

- Eu prometo – bufei – Mãe… Se não queria isso, por que me mandou pra cá?

- Quieto – brigou comigo – Só estou cuidando do meu bebê.

- Se cuida – meu pai disse daquele jeito – E sabe que pode nos contar tudo que acontecer se houver qualquer problema, iremos lhe tirar daqui.

- Obrigado – sorri sincero.

Vi o carro dar a volta no chafariz da entrada, sumindo alguns metros depois. Suspirei cansado e senti uma mão em meu ombro, levando um susto e encarando a doutora que ainda sorria.

- Não precisa ficar com medo – disse calma – Posso te contar um segredo? – assenti um pouco receoso – Quando eu comecei a trabalhar aqui, tinha muito medo, e no começo tinha razão. O antigo diretor era um tremendo… – deu uma risada – Então eu assumi e mudei várias coisas. Meu intuito é lhe ajudar, unicamente isso, Hoseok. Os garotos são legais, problemáticos, mas legais. Você irá gostar daqui.

Assenti ainda receoso e fui acompanhado pela mulher, que me mostrou o lugar. Era enorme, tinha uma biblioteca maior do que a da minha escola, assim como o refeitório dava dois. Tudo era muito limpo e bem decorado. A sala tinha vídeo-game, televisão e até uma jukebox. Não parecia o inferno na terra, mas também não me animava. Recebi todas as indicações, como não correr por aí, não sair depois do horário, não podia sair da propriedade. Fui informado dos horários de todas as refeições, assim como fiquei sabendo de todas as atividades ao ar livre. Fui relaxando conforme a doutora explicava. Ao final, subimos as escadas, o primeiro andar, logo de cara ao término da escadaria, tinha uma recepção com duas enfermeiras muito simpáticas. Fui-lhes apresentado, e depois me explicaram que ao lado esquerdo começava os dormitórios. Do lado direito, o banheiro coletivo e também uma sala de lazer.

Era tudo bem iluminado, o assoalho parecendo novo em folha. Notei que não havia câmeras, e fiquei surpreso quando a doutora disse que tudo faz parte de uma convivência respeitosa. Paramos em frente a uma porta, e com um leve bater, adentramos após ouvir um “entre”. Encarei o quarto rapidamente, notando os detalhes. Realmente, bastante espaçoso.

- Hoseok – ela chamou e encarei o menino sentado na cama – Esse é Park Jimin, seu colega de quarto.

- Oi – sorriu grande e seus olhos sumiram – Pode me chamar de Jimin.

- Oi – respondi meio perdido – Me chame do que quiser, sei lá.

Sua risada preencheu o quarto, Jimin parecia ser legal, sério. Os cabelos estavam tingidos de uma coloração muito viva de vermelho, as roupas pareciam caras, assim como ele tinha uma enorme coleção de bonés em prateleiras. Sua estatura era mais baixa do que a minha, porém, ele tinha aquele ar de ser uma pessoa fofa.

- Vou lhes deixar a sós – me deu um olhar – Qualquer coisa pode pedir para que as enfermeiras me chamem.

A mulher saiu de maneira calma, fechando a porta e me deixando ali. Olhei minhas malas intocadas sobre a cama e suspirei. Odiava ter que ficar arrumando as coisas e Jimin pareceu notar.

- Quer ajuda? – perguntou paciente – Eu sei que tudo parece bem estranho, mas depois você se acostuma.

- Ficaria grato se me ajudasse – corei um pouco – E obrigado por ser legal.

- Imagina – riu breve – Sério, não tem do que temer. É muito legal, no final, você se acostuma.

- Pelo menos meu colega de quarto não usa camisa de força – brinquei e ele riu.

- Tem razão – ajudou-me empilhando os livros – Vou arrumar de um jeito, qualquer coisa você pode mudá-los como quiser – assenti e ele suspirou – Por que está aqui? Se não quiser falar, tudo bem. Mas eu vou descobrir de qualquer maneira.

- Sofro de ansiedade crônica generalizada – dei de ombros – É bem divertido, então se eu começar a falar feito um louco, apenas ignore.

- Isso é um saco, um garoto daqui tinha isso, eu conversei bastante com ele – Jimin dizia como se fosse algo normal e pisquei várias vezes – No final, nos tornamos amigos. Acho que ele deve voltar esse ano, espero que sim, era um garoto legal.

- E você? – engoli em seco – Por que está aqui?

- Não sei se conhece – corou forte e desviou o olhar – Transtorno Dismórfico Corporal. E não se preocupe não vou te matar dormindo ou algo desse nível. Meus problemas são… Com relação a minha própria aparência.

- Entendi – sorri amarelo – Eu não faço idéia do que seja, mas tudo bem.

- Tem livros na biblioteca – coçou a cabeça – Olha, ninguém aqui vai te fazer mal. Claro que você deve tomar cuidado com os de nível três, mas isso já deve estar bem claro.

- Nível três? – franzi o cenho.

- Sociopatas, Psicopatas, Distúrbios de Bipolaridade – deu risada enquanto eu ficava com uma cara de horror – Esses são os níveis três. Mas são em grau leve, então pode ficar calmo, só não acredite em nada do que eles dizem, porque é quase sempre uma bela mentira.

- Entendi – senti minhas mãos trêmulas – Isso é meio bizarro.

- Você tem cara de ser mais velho. – mudou de assunto bruscamente. – Quantos anos têm?

- Dezessete – respondi calmo e ele sorriu grande.

- Você é meu Hyung – indicou o restante das coisas e lhe entreguei – Antes que você saiba por aí, eu tenho um namorado. Então, não, não vou dar em cima de você por causa da minha orientação sexual. Acredito que vamos nos dar bem…

Claro. Se eu achava que tudo aquilo já era engraçado, imagine no momento. Não que eu estivesse julgando Jimin por alguma coisa, mas era tão estranho lidar com pessoas com problemas assim, sendo tão sinceras e falando do assunto tão abertamente. Olhei pela janela e vi um garoto de cabelos verdes, nossos olhares se encontraram e fiquei preso a ele.

Status: Banda Mahalo

Sentir a vibração curtindo a vida numa boa sem obrigação.

Não fique triste amor, eu já vou voltar pra ficar do seu lado.

Nossa brisa é só falar de amor.

Os defeitos dela soam com perfeição.

Fica do meu lado eu sei a direção.

Eu gosto dela mesmo tendo opção.

Pura melodia, vibram com energia na perfeita afinação.

Te conhecer foi a melhor coisa do ano.

Estar com você é tão especial.

Não vou deixar nada de mal acontecer.

Chora brother, você perdeu. 

Quem ta de boa, agora sou eu.

Não é da grana que brota o amor.

Plante a felicidade, que colha a mais bela flor.

Na beira da praia, acordar com o som do mar.

No dicionário eu tentei achar uma palavra mais forte que amar.

Você vai lembrar de mim.

Good vibration.

Emite boas vibrações.

Everything is gonna be all right.

Dia após dia, você tem que enfrentar.

A maldade e a inveja nunca podem te afetar.

Faça diferente longe da maldade.

Viva o presente, única verdade.

Amanhã vai ser bem melhor!

Fé e esperança, pra recomeçar.

Mantenha a calma e a cabeça no lugar.

Mude o presente, não sinta saudade.

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Você lá chorando, implorando ali ajoelhado. Nunca vacilou mais tá pedindo pra ser perdoado. Fez de tudo pra manter o namoro em pé, nunca trocou mil vadias por sua mina de fé.
Vê bem e me diz o que adiantou? Você nunca trocou ela, mas ela te trocou. Você chorou por dias, molhou o travesseiro, cada lágrima é uma gota de amor verdadeiro que se vai, cai molha o lençol. Sai, vai ver o por do sol e ver que nem ele brilha mais que sua alma. Respira sussegado, suave, mantenha a calma.
Ela te trocou, vai ver o quanto a vida dói, deixou seu vagabundo por um monte de playboy. Ela te trocou, mais nem esquenta a cabeça, você é bem mais que tudo aquilo que ela mereça. Levanta esse olhar, não chora mano pelo amor. Deixa pra chorar quando sua mãe se for.
Eu sei que é foda olhar pra ela, não ter ela do lado. Melhor morrer com a verdade do que viver enganado. Essa é a verdade, então se sinta satisfeito, Deus nunca da vacilo Ele faz tudo direito.
Ela se foi, mas não chora esse não é o fim, uma coisa se vai pra outra bem melhor vim…
Vê bem se é isso que você queria: uma mina que não ria de nada que ‘cê’ fazia. E no dia que 'cê’ ia da um role com a parceria 'Cê’ chamava ela pra ir só que ela nunca podia. Quem saiu perdendo? Ah vai dizer… Até as amigas dela pagava pau pra você. 'Cê’ vai vê ela vai criar vergonha na cara e vê que um cara igual você hoje em dia é coisa rara. Então, para para para, não chora mais! Chorar por alguém que só te puxava pra traz. Todo tempo com ela me diz o que 'cê’ conseguiu? Só umas cartinha que ela fez e que você nunca viu.
“Cê não sabe a sorte que tem,
mil loucos por ela e ela louca por você. ” Isso é clichê, serio, mano, isso é clichê. Um moleque que fazia tudo pra tá com você, Te mostrava o paraíso 'cê’ não achava bonito. Agora o jogo virou antes mesmo do apito.
Pra você é esquisito, Vê o moleque bem. Não escutou eu repito “Você fico sem”!
Aproveita mano, 'cê’ ta aqui de partida, e parte pra bem longe de quem 'cê’ chamou de vida. Uma vida assim… aaah ninguém merece! Se ela não te esqueceu deixa que você esquece. Recomece, comece a pensar mais em você. Diz que quer um tempo, tempo que fez você perder. Cansou de obedecer agora tá mandando. Você não é luan santana pra ficar esperando 10, 20, 30 anos.
Ela te trocou, vai ver o quanto a vida dói, deixou seu vagabundo por um monte de play boy. Ela te trocou, mas nem esquenta a cabeça, você é bem mais que tudo aquilo que ela mereça.
—  Erreap.