manteigas

Não quero ter alguém simplesmente para dividir uma cama, para aproveitar uma noitada, nem para dividir uma bebida. Quero alguém para dividir meus problemas, para acalmar minhas crises, para dividir um pacote de pipoca de manteiga enquanto assistimos um filme repetido, em uma tarde chuvosa e tediosa demais. Não quero alguém que me faça correr para o ombro da minha amiga, me debulhando em lágrimas e soluços, quero alguém que me faça chorar de rir, que faça com que eu perca o ar com um beijo. Quero alguém com quem dividir as coisas mais insignificantes do dia, e para viver momentos que ficarão gravados permanentemente em mim. Alguém que faça com que me sinta especial, que não se canse de me elogiar, que não se canse de dizer o quanto me ama. Quero alguém que sinta minha falta, que me ligue dizendo que está com saudades dos meus beijos, dos meus carinhos, até das brigas, que me quer ao seu lado de qualquer maneira, com qualquer humor. Quero alguém que entenda que hora sou barulhenta e escandalosa e outra sou calma e silenciosa, que sou constante e as vezes irregular. Que as montanhas do meu eu são tortas, mas que por trás de toda ‘imperfeição’ existe alguém que se importa. É isso que necessito em você. Não espero todos os dias por um homem que apareça, me leve até o céu, e depois corte as minhas asas me fazendo cair no chão. Não espero por alguém que me faça sorrir, mas depois me faça chorar. Não quero, de forma alguma, alguém que me peça tempo. E desapareça. E ai, quando eu tiver perdido as esperanças, você aparece, meio sem graça, me pedindo pra voltar. Não. Eu não quero. Eu não preciso. Já basta todas as minhas complicações. Já basta as minhas irritações. Quero alguém que acalme todas as minhas crises de nervo. Alguém que me traga um pote de sorvete, em um dia qualquer, apenas por querer me surpreender. Quero estar completa, me amando, para estar pronta, quando esse alguém vier. E eu estarei pronta para oferecer todo meu amor, mesmo que desajeitado, mas o meu amor. E olha, quando esse dia chegar. Eu vou sorrir tanto. Que as pessoas na rua vão notar e perceber de alguma forma, que eu encontrei você.
—  Escrito por Paula, Ana Letícia, Amanda T. e Anelise em Julietário.
Eu sempre fui aquela manteiga derretida com aparência de pedra. Sempre fui aquela que parecia não sentir nada, mas que chorava baixinho no travesseiro à noite. Sempre tive essa “pose” de pedra, porém ninguém nunca conseguiu ver esse meu lado sentimental. Há quem diga que sou fria, há quem diga que não tenho coração e há quem nunca quis saber quem eu sou de verdade.
—  A verdade sobre mim.
Olha Zé, sei que é difícil acreditar, mas já fui mais amável, mais gentil, mais sorridente, e até engraçada. Já fui tão caridosa e companheira ao ponto de guardar minha dor num potinho pra sentir a dor de um amigo. Já deixei de viver meus planos, só pra me encaixar nos planos de uma outra pessoa. Já dispensei um carinha do colegial, por quem eu morria de amores, ao descobrir que uma amiga compartilhava do mesmo sentimento que eu. Já até perdi as contas de quantas e quantas vezes sepultei o orgulho e corri atrás de quem não merecia. Pode parecer bobagem, mas é que eu não suportaria perder alguém que tanto amo, pra um orgulho idiota. Eu juro que enxergava a vida com mais amor, mais colorida. Eu tinha essa mania boba que minha mãe titulou de “dom” de achar que até o pior ser humano do planeta, tinha algo bom, escondido, ainda que bem lá no fundo do peito. Eu era aquela amiga que impulsionava o resto da turma a não desistir jamais. Sempre cheia de fé e esperança, transbordava otimismo. Eu era aquela que aconselhava melhor, abraçava melhor, não abaixava a cabeça, sorria sincero, era forte, e não chorava em público. Esse era o problema, todos achavam que eu era de ferro, Zé, ninguém percebia a minha tristeza camuflada num sorriso, ninguém se importava em perguntar sobre o meu dia, minhas dores, meus medos. Todos me idealizavam invencível. Logo eu, Zé, toda maria -mole, manteiga derretida, chorona de dar dó. Ninguém se esforçava em me descobrir, me desvendar. Acontece que eu também tinha problemas, também perdi noites chorando, também fui decepcionada, também tive o coração partido, estraçalhado. Como qualquer outra pessoa, eu também precisei de um abraço. A questão é que todos estavam ocupados demais me contando dos problemas, chorando em meu colo, pedindo conselhos. Não é possível que nenhum alma sequer, tenha percebido meus destroços, a menina medrosa, implorando por cuidados. Sempre fui a amiga, a conselheira, a ajudadora, mas nunca o tudo de alguém. É uma pena não terem percebido o barulho que o meu silêncio emitia. Você sempre me pôs contra a parede, queria saber o que me motivou a ser tão fria, coração de granito. Agora já sabe. É que por ter sentido demais, hoje eu não sinto mais nada, por ter chorado rios, não consigo derramar uma lágrima sequer. Olha pra mim, diz que ao menos você me entende, diz que sente muito pelo que me tornei, mostra que se importa, talvez assim eu ressuscite. Mas se for demais pra você, eu te entendo. Perdoa o caos que eu me tornei, Zé, você não é o culpado.
—  Atritar.
Eu sou afobada e um pouco estabanada. Sou indecisa e tímida. Sou engraçada e divertida, mas também sou séria, mal humorada e triste. Gosto de escrever, mas raramente deixo alguém ler o que escrevo. Sou apaixonada por música, sempre sabem como me confortar, sempre dizem o que eu gostaria de dizer, sentem o que eu costumo sentir. Gosto de doce, mas odeio paçoca, é parecido com agridoce, o gosto não me agrada muito. Amo animais, não gosto da ideia de que eles morrem para a que nós possamos come-los, sinto pena e acho injusto. Queria ser vegetariana, mas não gosto muito de vegetais. Gosto de gente, mas sou seletiva sobre quem vou me aproximar, ultimamente ninguém se mostrou interessante, tenho convivido com algumas pessoas, confundiram convivência com amizade, são duas coisas completamente diferentes. Eles não sabem nada sobre mim e eu não sei nada sobre eles. Não gosto de romances clichês, mas me encanto com um livro ou um filme assim. Sou muito sentimental, mas eu não gosto de mostrar isso, sinto que não posso deixar aparecer meu lado frágil, isso me faria vulnerável, por isso costumo manter uma pose de durona e “não me importo”, quando na verdade me importo sim e sou uma manteiga derretida. Eu presto atenção e me concentro, mas muito facilmente acabo me distraindo. Gosto de abraços, mas não de qualquer um, precisamos ter algum tipo de relação, algum sentimento envolvido, se não me parece algo muito forçado. Não gosto de pimentão, quando o colocam na comida ele consome com o gosto de todos os outros alimentos, assim dominando o prato com seu gosto forte. Gosto de andar de carro de noite, gosto de como a cidade fica iluminada, até fiz uma pequena poesia sobre os “ vagalumes paralíticos”. Não me importo com o que pensam de mim, mas ao mesmo tempo fico curiosa para saber que impressão tiveram de mim. Prefiro mil vezes guarana do que coca. Gosto de chuva, mas não gosto do guarda-chuva. Gosto do cheiro de grama cortada e de terra molhada.
—  Criando Conceitos
Não sei bem o que dizer sobre mim. Não me sinto uma mulher como as outras. Por exemplo, odeio falar sobre crianças, empregadas e liquidações. Tenho vontade de cometer haraquiri quando me convidam para um chá de fraldas e me sinto esquisita à beça usando um lencinho amarrado no pescoço. Mas segui todos os mandamentos de uma boa menina: brinquei de boneca, tive medo do escuro e fiquei nervosa com o primeiro beijo. Quem me vê caminhando na rua, de salto alto e delineador, jura que sou tão feminina quanto as outras: ninguém desconfia do meu hermafroditismo cerebral. Adoro massas cinzentas, detesto cor-de-rosa. Penso como um homem, mas sinto como mulher. Não me considero vítima de nada. Sou autoritária, teimosa, impulsiva e um verdadeiro desastre na cozinha. Peça para eu arrumar uma cama e estrague meu dia. Vida doméstica é para os gatos. Tenho um cérebro masculino, como lhe disse, mas isso não interfere na minha sexualidade, que é bem ortodoxa. Já o coração sempre foi gelatinoso, me deixa com as pernas frouxas diante de qualquer um que me convide para um chope. Faz eu dizer tudo ao contrário do que penso: nessas horas não sei onde vão parar minhas idéias viris. Afino a voz, uso cinta-liga, faço strip-tease. Basta me segurar pela nuca e eu derreto, viro pão com manteiga, sirva-se. Sou tantas que mal consigo me distinguir. Sou estrategista, batalhadora, porém traída pela comoção. Num piscar de olhos fico terna, delicada. Acho que sou promíscua, doutor Lopes. São muitas mulheres numa só, e alguns homens também.
—  Martha Medeiros.

One Shot Liam Payne

  • Pedido - Faz um cm o Liam q ela trabalha cm ele na banda e ela ta sempre opinando e isso acaba estressando ele e por isso eles discutem. Dai um dia vaza o projeto de 10 anos do 1d q eles estavam preparando no maior segredo e tudo aponta pra ela e nem o Liam fica do lado dela e ela é processada, sai de casa e fica muito triste por nem o marido dela q a conhece desde sempre acreditar na sua inocência dai ela consegue provar q não foi ela e ele vai atrás se desculpar e descobre q ela ta gravida, final feliz


A campainha tocou justamente quando (seu nome) levou a colher do seu sorvete de chocolate com manteiga de amendoim à boca a fazendo parar no meio do caminho. Há algumas horas ela teve que se deslocar de casa para comprar a manteiga de amendoim, quando ela na verdade odeia amendoim. Sempre que lhe diziam que grávidas tinham desejos estranhos, ela não acreditava, agora ela estava passando justamente pelo período de desejos.

Olhando em direção à porta da cozinha e a colher sendo segurada por sua mão parada no ar a caminho de sua boca, ela tentava se decidir se ia atender quem estava a sua procura ou se satisfazia o seu desejo. Depois de ouvir mais uma vez o som da campainha, ela enfiou a colher na boca se levantando para sair da cozinha e ir até a porta principal da casa saber quem que a incomoda em um momento tão importante.

Assim que abriu a porta a palavra incomoda deveria ganhar ênfase, a sensação de ter a figura daquela pessoa em sua frente era incômoda, ela não sabia o que o havia levado a procurá-la no novo endereço. Mas ao mesmo tempo que havia a sensação de incômodo estava presente, havia também a saudade, ela não poderia dizer que deixou de amá-lo nem da boca para fora.

— Acho que você errou o endereço. — pronta para fechar a porta, o marido ou ex marido - não se sabe ao certo - segurou firme a impedindo de fazer o que pretendia.

— Eu vim no lugar certo, me ouça, por favor. — Liam estava implorando, dava para notar em seus olhos.

— Você não deu credibilidade nenhuma as minhas palavras quando eu precisei que você ficasse ao meu lado. Por que eu iria querer ouvir as suas agora? — (seu nome) se manteve firme segurando a porta mostrando toda a sua mágoa.

— Não cometa o mesmo erro, não faça essa estupidez como eu. — ele estava arrependido, claro, todos estavam, todos que a julgaram mal.

Por mais que (seu nome) quisesse repetir o mesmo que ele lhe fez, ela apenas deixou que ele passasse pela porta e tivesse a chance de se explicar, afinal, aquele ainda era o seu Liam.


UMA SEMANA E DOIS DIAS ANTES


— Liam, troque de posição.

(Seu nome) observava a sessão de fotos do marido para o novo photoshoot e opinava no que achava necessário, ela sabia quais eram os melhores ângulos do marido, ela adorava tirar fotos dele em todos os quase seis anos de casados.

— Você precisa ser mais criativo, querido… Tem quase umas vinte fotos suas nessa posição e ela é usada por você há quase todos os dez anos que você tem feito isso. — alfinetou tentando fazer com que Liam a escutasse já que ele estava prontamente a ignorando.

— E o que você entende de poses e fotografias? — ele se virou para olhar a mulher irritado pelo comentário desnecessário ao seu ver.

— Eu entendo que se toda vez tiver fotos de você na mesma posição vai ficar repetitivo e previsível. — (seu nome) não tinha problema nenhum em expor as críticas que achava que eram construtivas.

— No que você é formada e qual sua função aqui? — (seu nome) não entendeu muito bem o porquê da pergunta franzindo a testa levemente, mas respondeu mesmo assim.

— Produção cinematográfica e estou aqui para exercer a minha profissão. — ela deu de ombros.

— Então se contenta em fazer o seu trabalho e deixe que os profissionais no assunto cuide das fotos.

Constrangida, (seu nome) ficou de pé olhando o marido por alguns segundos sentindo os olhares de todas as pessoas presentes no local sobre si e não demorou muito para que ela estivesse caminhando para fora daquele lugar sem dizer mais uma palavra.

Liam havia pegado um pouco pesado, não precisava ser tão rude quando a intenção da mulher era apenas ajudá-lo, não tinha clima para que (seu nome) ficasse ali esperando até a hora do almoço para sair, ela resolveu que iria ir naquele mesmo minuto e então saiu pela porta de trás sem comunicar ninguém.  

[…]

Uma hora e meia depois, (seu nome) estava de volta no estúdio fotográfico onde o One Direction passaria o dia tirando fotos e ela só estava ali porque havia prometido observar de perto a gravação do making off.

— Você ficou com raiva porque eu te dei uma chamada na frente de todo mundo e vazou o vídeo antes do tempo, não foi?!

(Seu nome) olhou para Liam com sua melhor cara de “Hã?! Do que você está falando?“ parando na entrada da sala segurando em uma mão seu celular e na outra seu copo de café expresso. Só então que ela percebeu que todos estavam unidos com os olhos fixos nela.

— Você estava com raiva do Liam, mas precisava descontar em todos nós?! Você não prejudicou só a ele, você acabou com um projeto que todos nós trabalhamos duro, inclusive você. — Louis disse não deixando seu desapontamento e indignação escondidos.

— Eu ainda não estou entendendo o que eu fiz… — (seu nome) disse devagar revisando as palavras ditas em sua mente, “vazou” “vídeo” e “porra! O video vazou?“ — Vazaram o vídeo? — ela perguntou com os olhos arregalados.

— Vazaram não, você vazou! — Liam a acusou no segundo seguinte.

— Claro que eu não fiz isso! Não ganharia nada com isso. — indignação era tudo o que (seu nome) sentia. Eles todos achavam que havia sido ela?

— Uma vingança infantil e sem nação. — Liam disse verdadeiramente irritado.

— Eu não fiz nada disso!

— Como você não fez?! Só você tinha o acesso a esse vídeo e isso foi pouco tempo depois de eu ter constrangido você na frente de todos. — o tom de voz de Liam estava alto.

— Eu não faria uma vingança tão baixa como vocês estão pensando, na verdade eu não faria vingança nenhuma e você, Liam, você deveria saber disso. — (seu nome) também estava se exaltando por conta daquela acusação injusta.

— Saiba que as medidas cabíveis serão tomadas, isso não vai acabar aqui. — Liam falou o que para (seu nome) foi uma ameaça.

— Eu faço questão que levem o meu computador para a perícia ainda hoje… Vamos ver se o vídeo foi enviado dele.

(Seu nome) virou as costas pela segunda vez em menos de três horas deixando todos para trás com os olhares olhares grudados em suas costas. Ela estava com a consciência tranquila, não importava o que acontecesse.

[…]

Com a desconfiança de Liam, seu próprio marido, (seu nome) decidiu que ficaria em um apartamento alugado porque não tinha clima nenhum para que eles ficassem na mesma casa, ela não queria ter os olhos de seu marido a encarando cheios de julgamento. Então na manhã seguinte, mesmo com um pouco de enjôo, ela arrumou suas malas para ir para o apartamento que ela alugou pela internet.

— Aonde você pensa que vai? — Liam perguntou como se exigisse uma resposta antes que ela pudesse abrir a porta principal.

— O que você espera que eu faça? Você espera que eu fique aqui depois do que aconteceu? — ela deixou a mala e se virou para olhá-lo nos olhos — Você já pode se sentir aliviado, não terá que viver debaixo do mesmo teto que uma pessoa que não é digna da sua confiança.

— Você consegue perceber o quanto está sendo infantil?

— E você? Consegue perceber o quanto dói a pessoa que você ama não confiar em sua palavra? A pessoa que dormiu ao seu lado durante cinco fodidos anos. — (seu nome) já podia sentir seus olhos ficando mais úmidos que o normal.

— Pare de falar como o Louis. — ele se referiu ao “fodidos”.

— Vá a merda!

Sem esperar mais nada, (seu nome) saiu de casa decidida que faria de tudo para agilizar a perícia em seu computador, ela tem certeza que o vídeo não saiu dele e se vazou, algum hacker invadiu seu computador, alguém que sabia o que tinha nele.

[…]

Um dia depois de se instalar no apartamento alugado, (seu nome) procurou um advogado e entregou seu computador para o pessoal responsável pela perícia, ela estava tranquila, mesmo antes de Liam ter mandado a mensagem dizendo que ele conseguiu evitar um processo por parte da gestão da banda. Ela não queria que ele evitasse nada, sendo que ele nem mesmo acredita nela.

Uma semana se passou até que saísse o resultado, seu computador havia mesmo sido invadido e ao rastrear o computador responsável pela invasão, o endereço era uma biblioteca pública, ou seja, sem pistas do culpado.


PRESENTE


— Eu sei, eu tenho plena consciência que dentre todos eu deveria ter dito “não! Minha mulher não é capaz de algo assim, eu a conheço muito bem.“, mas ao invés dessas palavras que mostrava que você poderia contar comigo para o que viesse, eu só soube apontar o dedo e reforçar dizendo que você foi a responsável.

— Você veio aqui para dizer o que eu já sei? — (seu nome) perguntou ao que Liam fez uma pausa.

— Claro que não, eu vim aqui assumir o meu erro de te acusar sem ter provas. Eu vim assumir o imenso erro de não ter levado nossos anos de casados em consideração quando eu fiz aquela acusação contra você. — Liam respirou fundo se aproximando e tomou a mão da mulher entre as suas — Me perdoe por ter agido como um idiota antes mesmo de eu ter sido um completo imbecil. Me perdoe por ter desconfiado de você quando eu sei que você não é capaz de qualquer coisa para me prejudicar ou prejudicar os rapazes.

— Tudo bem… Eu não vou dizer que não estou magoada, chateada e triste, mas eu perdôo você. — ela disse olhando nos olhos castanhos do marido — Vamos ter um bebê e eu não quero ter que criá-lo sozinho.

— Vamos ter um bebê?! — os olhos de Liam se arregalaram e ele perguntou apressadamente tomado pela surpresa.

— Sim, mas não pense que eu estou te perdoando apenas por isso… Eu amo você, de qualquer forma. — (seu nome) sorriu sem mostrar os dentes beijando o queixo do marido.

— Oh meu Deus! Obrigado! — Liam a agradeceu segurando seu rosto com uma mão e a dando uma série de selinhos nos lábios — Eu te amo! Eu amo vocês!

Liam falou completamente entusiasmado fazendo (seu nome) sorrir grande com sua alegria ao descobrir que será pai. A falta de confiança dele foi ligeiramente esquecida por (seu nome) ao assisti-lo se ajoelhar aos seus pés para beijar sua barriga. Isso não quer dizer que a ferida simplesmente sumiu, ela só deixou de sangrar.



Espero que tenham gostado… ❤

- Tay

O dia que te conheci foi o marco inicial, o dia em que passei a ver o céu mais azul, o sol mais brilhante, as estrelas mais coloridas e tudo de mais clichê que há nesse mundo. É sempre um desafio pôr em palavras tudo o que já vivemos e sentimos, até porque falar de você, ou melhor, de nós é sintetizar um infinito de maravilhas. E tudo isso começou naquela noite, lembra? Não sabia que iríamos tão longe, foi verdadeiramente um acaso enorme termos nos encontrado e assim permanecido. Engraçado como as coisas são, como elas mudam e junto com elas nós também mudamos. Ao decorrer desse tempo amadurecemos juntos, crescemos, sorrimos e choramos. Passamos por bons e maus momentos. Brigas? Centenas? Milhares? Já até perdi a conta. Mas que no final do dia elas simplesmente deixavam de existir. Vimos o início e o fim de muitas coisas, superamos muitos obstáculos, nos fortalecemos e continuamos por você e por mim. E eu só tenho a te agradecer, agradecer por tudo o que você é, agradecer por você ser você. Você que pode não ser perfeito, mas que é imperfeitamente perfeito para mim. Você que é o causador de todas as borboletas no meu estômago. Você que é dono dos meus sorrisos mais sinceros. Você que sempre cuidou de mim como se eu fosse uma menininha de cinco anos. Você que tem todo esse ser cheio de si, mas que é uma manteiga derretida. Você que me irrita todos os dias, mas que eu não quero e nem consigo deixar de amar. Você é literalmente o meu oposto. E talvez por ser tão oposto assim a gente se encaixa tão bem. Você é a metade do meu quebra-cabeças. Você é a parte divertida da minha vida. Você é o meu rumo quando as coisas não vão bem. Você é meu ponto de paz em meio ao caos. E você também é o meu caos em meio ao meu ponto de paz. Você me tem como ninguém jamais teve. Você é tudo o que eu mais admiro no mundo. E desconfio que o mundo é tão lindo assim apenas porque há você nele. Eu sei que sempre será assim: cada um por si, você por mim e mais nada. Obrigada por ter aparecido na minha vida, por ter ficado e se tornado ela.
—  Nosso altar particular.

Você Fala Inglês? (Do You Speak English)?

pairing: LuLaw
unrated
unbeta’d (I’m not so good at Portuguese so if I have some mistake, I’d be thankful to find it. I just love the thought of Brazilian Luffy!)

This based in part on kaizokunohime’s story idea which I’m linking because of spoilers! Without @kaizokunohime‘s idea, I’d still be stuck for a resolution- go check out her amazing ideas!

… … … … …

When Luffy took the waiting job at the restaurant of the Rio De Janeiro Grand Hotel, he knew he’d be encountering a wide variety of people on a daily basis. It was one of the finest hotels in the Brazilian capital after all, drawing thousands of Brazilians as well as tourists and businesspeople from all over the world. One of the only things that all these people seemed to have in common was that they all seemed fairly refined and well-to-do, which is why the customer who sat sipping his morning coffee on the patio of the restaurant stood out in such noticeable contrast to the typical, immaculately-clothed, gold, and diamond-wearing guests.

This man’s rectangular reading glasses and well-trimmed goatee gave him the air of a university student. However, his apparent affinity for spotted clothing and the numerous tattoos that decorated his tan skin in perfect symmetry attracted the stares of not only the restaurant staff, but also the guests of the hotel’s typical variety. Whispered speculation of this man’s unorthodox upbringing and possible criminal ties filtered through the air of the restaurant around him. Nonetheless, this man didn’t at all seem to notice the attention he was drawing from others. He sat calmly outside, in his patio seat, a book splayed open with one hand as the lettered fingers of his other hand gripped the handle of his coffee cup.

“Acha que ele é do Rio? (You think he’s from Rio?)” Luffy ventured a guess.

Keep reading

Reeducação Alimentar

- Beba de 8 a 10 copos de água por dia;

- Evite o consumo de alimentos industrializados e fast-food;

- Substitua refrigerantes por sucos de frutas naturais;

- Inclua alimentos integrais no seu cardápio;

- Evite o consumo de alimentos ricos em gordura como: frituras, carnes gordas, queijos amarelos, manteiga;

- Doces são permitidos, mas esporadicamente e em pequena quantidade;

- Pratique atividade física regularmente.

Olha Zé, sei que é difícil acreditar, mas já fui mais amável, mais gentil, mais sorridente, e até engraçada. Já fui tão caridosa e companheira ao ponto de guardar minha dor num potinho para sentir a dor de um amigo. Já deixei de viver meus planos, só para me encaixar nos planos de uma outra pessoa. Já dispensei um carinha do colegial, por quem eu morria de amores, ao descobrir que uma amiga compartilhava do mesmo sentimento que eu. Já até perdi as contas de quantas e quantas vezes deixei o orgulho de lado e corri atrás de quem não merecia. Pode parecer bobagem, mas é que eu não suportaria perder alguém que tanto amo, para um orgulho idiota. Eu juro que enxergava a vida com mais amor, mais colorida. Eu tinha essa mania boba que minha mãe chamou de “dom”, de achar que até o pior ser humano do planeta, tinha algo bom, escondido, ainda que bem lá no fundo do peito. Eu era aquela amiga que impulsionava o resto dá turma a não desistir jamais. Sempre cheia de fé e esperança, transbordava otimismo. Eu era aquela que aconselhava melhor, abraçava melhor, não abaixava a cabeça, sorria sincero, era forte, e não chorava em público. Esse era o problema, todos achavam que eu era de ferro, Zé, ninguém percebia a minha tristeza camuflada num sorriso, ninguém se importava em perguntar sobre o meu dia, minhas dores, meus medos. Todos me idealizavam invencível. Logo eu, Zé, toda maria-mole, manteiga derretida, chorona de dar dó. Ninguém se esforçava em me descobrir, me desvendar. Acontece que eu também tinha problemas, também perdi noites chorando, também fui decepcionada, também tive o coração partido, estraçalhado. Como qualquer outra pessoa, eu também precisei de um abraço. A questão é que todos estavam ocupados demais me contando seus problemas, chorando em meu colo, pedindo conselhos. Não é possível que nenhuma alma sequer, tenha percebido meus destroços, a menina medrosa, implorando por cuidados. Sempre fui a amiga, a conselheira, a ajudadora, mas nunca o tudo de alguém. É uma pena não terem percebido o barulho que o meu silêncio emitia. Você sempre me pôs contra a parede, queria saber o que me motivou a ser tão fria, coração de granito. Agora já sabe. É que por ter sentido demais, hoje eu não sinto mais nada, por ter chorado rios, não consigo derramar uma lágrima sequer. Olha para mim, diz que ao menos você me entende, diz que sente muito pelo que me tornei, mostra que se importa, talvez assim eu ressuscite. Mas se for demais para você, eu te entendo. Perdoa o caos que eu me tornei, Zé, você não é o culpado.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
—  Martha Medeiros.
Eu disse centenas de vezes pra mim mesma que não iria chorar mais, nem por você, nem por ninguém, e eu tô aqui agora me acabando em lágrimas. Sou fraca, muito fraca, coração de manteiga (acho que é isso que dizem). Porque saber que a gente se conheceu e depois de um tempo ver que você não vai estar mais aqui, dói, dói muito. Dói porque eu não gosto de me afastar de alguém, dói porque ficar sem você é triste, dói porque te amo, e se isso não fosse amor hoje eu já não sentiria mais nada.
—  Últimas cartas enviadas.

teoria-do-caosss  asked:

me indica umas musicas de rap? to sem repertório kkk (exeto bk, djonga e piramide perdida) já escuto dms esses. obgd ;)

Rap lord - Haikaiss/ Favela vive 2 - ADL, BK, Funkero e MV Bill/ O culto e Tropicália  - Baco exu do blues/ Trash game, Expansão da consciência, Vida bela e Plano b  - PrimeiraMente/ Cabelo em pé e Atemporal - 3030/ Quando você vem e Igual manteiga - Flora Matos/ Mandume e Madagascar - Emicida/ Jovem a frente do tempo e Paz em meio aos caos - Rzo/ Respeito é a lei, Canão foi tão bom e País da fome - Sabotage.

Ta ai algumas que lembrei