madeixa

important, read!

oi meus amores, como vocês estão? espero que bem :) passei pra avisar o por quê de eu não estar ativa aqui.

eu me ausentei do jhopenopsd porque estou doentinha e não tô muito motivada à postar, além de que estão vindo ai duas longas semanas de simulados pra mim e eu preciso me dedicar ao máximo pra não tirar nota baixa. Peço que me entendam, eu volto assim que melhorar!!

ps.: hoseok tá a coisinha mais gostosinha do mundo com o black hair, ainda tô babando com a voltado black hair, ah e eu pretendo voltar com vários icons lindos das madeixas negras!!!!

hello babies, how are you doing? hope well :) I just came to explain for you guys the reason why I’m inactive here.

I got very sick these days and i’m not that much motivated to post here, also my exams are about to start and i’ve to be focus on it. I hope you guys really understand, I’ll be back soon when I get health and better.

ps.: i’m so in love with hoseok with his gorgeous black hair I can’t even believe it’s back, I swear that I’ll do a lot of icons and stuffs of hoseok and his new beautiful hair color!!!!

Originally posted by jeonnseagull

Out of my body || Astrid + (?)

Não achou um pouco afastado?  Deu de ombros confusa mas mesmo assim atendeu ao pedido. Tirou as sandálias e caminhou na grama levemente molhada com seus pés descalços para onde havia lhe dito para ir, Astrid deixou que um suspiro escapasse pelos lábios entreabertos para depois uni-los em uma linha reta. Os olhos castanhos claros se fixavam na paisagem a sua frente, com o vento agradável e gelado batendo em seu rosto e deixando suas medias madeixas livres. Ouvia-se o som tão agradável de Mumford & Sonds que lhe trazia uma calmaria boa. Ela se sentou na grama deixando as sandálias ao seu lado e encolheu as pernas abraçando os joelhos e apoiando o queixo.

Preferiu ficar em pé e bem encostada no coqueiro, estava assustada com a possibilidade de alguma formiga a ferrar e agora com a possibilidade de um coco cair em sua cabeça. Ufa pensou consigo mesma ao ouvir a voz da pessoa, mas ainda assim não estava tranquila com as possibilidades   Eu quero ver só o que você vai me dar em troca se caso eu te vença… E somos dois, porque tem um terceiro copo aqui? Ela olhava dentro da sacola totalmente curiosa e ansiosa sobre o que fariam ali em breve.

Hidden Wishes {Belle&Nikki}

with @shutupkrum

As aulas mal haviam começado e talvez pra minha sorte Medibuxaria não fosse tão um quanto eu pensava, até parecia interessante e seria muito útil, mais útil do que eu imaginava… Era divertido estar jogando de novo, quase chegou a cogitar em desistir e se focar apenas na faculdade, mas agora com o vento sobre seu rosto brincando com as madeixas de fogo, ela sabia que adorava fazer aquilo. Quase sua paixão, claro assim como qualquer coisa perigosa e cheia de adrenalina. Focava no alvo novamente, seu objetivo era fazer mais e mais gols, como de costume conseguiu ser a artilheira, afinal era a uma das melhores naquela posição. 

O jogo era bem mais difícil, por mais que fosse mas uma boas vindas os novos formandos eles não pegavam leve, e Belle se aricou em dar a famosa pancada de Finbourgh. Como ela era perigoso e extremante satisfatório, perfeito chegando facilmente no objetivo, acelerava um pouco mais coma vassoura até a área que desejava, com o corpo mais próximo aos aros, tentando a máximo desviar dos balaços e não cair, o que não era tão difícil por sua agilidade e reflexos. Em poucos segundos antes de fazer o famoso gol ainda com a vassoura em 90º inclinava os braços para consegui força e velocidade pra arremessar a goles pro pronto alto. Os olharem seguiam a grane bola flutuar e exatamente nos pequenos segundos em que ela parava para cair novamente, a ruiva saia da vassoura e a segurava como um simples bastão de basebol a usando pra acertar a goles com força que caia em sua direção em alta velocidade e então finamente conseguia realizar o tiro que foi impossível do goleiro adversário defender.

O sorriso vitorioso no rosto de Arabelle era notável, enquanto caia e jogava o corpo novamente sobre a vassoura, sentindo o material duro contra suas pernas voltando a ir para o alto pra conseguir fazer mais pontos pro seus time. Por um seguindo deixando as orbes verdes alcançava sem esforço a morena que agora parecia mais seu novo alvo, e era de certa forma, era jogo baixo ter uma distração daquelas afinal não conseguia tirar os olhos de Nikolina Krum, estava tentando não pensar da possibilidade do que poderia acontecer se ela deixasse por um segundo que as provocações acontecem. Seus sorriso se tornou facilmente malicioso, aproveitando o tempo livre que o time tirava pra se recompor e passar rapidamente pela mesma sussurrando. - Sabe… ainda estou com seu presente - fazia o passe de revés lançando a goles por cima do ombro para um companheiro de time, sabendo que aquilo era só uma forma de dizer que era a melhor já que é um movimento difícil de acertar. - Gostaria de ficar quite… quem sabe depois do jogo - murmurava quase próxima demais da mesma tentando deixar os lábios próximos a sua orelha, o que podia acabar desequilibrando mais não se importava, tentando fazer com que apenas a morena escutasse. Ainda se lembrava da audácia dela de lhe da a calcinha do baile e ainda a tinha guardada, como foi deixa aquela oportunidade escapar? Esperava que não fosse tarde demais. 

A ansiedade que tinha para conhecer, ao menos de vista, os seus novos pacientes estava fazendo com que a mulher observasse cada rosto que passava por ela dentre os corredores. Claro, que havia também o seu interesse de rever os antigos alunos e saber o que eles estariam dispostos a lhe contar nesse novo ano que se iniciaria. Provavelmente muitas coisas haviam acontecido esses dias que ficou fora e em seu âmago até surgia uma ponta de preocupação – afinal, alguns casos poderiam ter piorado sem que tivessem a atenção necessária. Hanui segurava a pequena mala, trazida de Seul, onde passou todas as suas férias ao lado dos pais e alguns amigos de infância. Sentia-se um tanto revigorada, talvez até fosse o motivo do seu rosto estampar um sorriso alegre e das madeixas acastanhadas voarem soltos seguindo seu caminhar. E ela só cessou com os passos quando vira alguém deixar derrubar os objetos que trazia em mãos no chão, despertando a gentileza da mulher que, prontamente seguiu até o indivíduo para ajudá-lo — Parece que você está precisando de ajuda, se me permite… — sorriu ternamente, enquanto agachava-se para ajudar a pegar aquilo que estava no chão.

“…a vision is a portrait, a palate of colors, we swim in an ocean, with blindfolded lovers and now that I’ve found my side, oh, I finally realize, that it was there the whole time… Oh, if you’re hearing thisI must have made it through, oh, when the clouds are burned, pen up my window, I see the sky’s still blue Arabelle apenas deixava as notas saírem em pequenos murmúrios labiais com tanta força que pareciam transbordar suas emoções, era a unica forma dela se expressar de verdade, sem jogos, sem mentiras, sem dor, só ela e seu violão, a sós enquanto as madeixas cor de fogo caindo sobre seu ombro e instituindo em esconder seu rosto, as mãos deslizavam sobre as cordas enquanto elas faziam o trabalho lhe criar a melodia. O mundo realmente parecia não existir naquele momento, os problemas sumiam e tudo que restava era ela, toda aquela bagunça que era e isso fazia surgir um doce e incomum sorriso nós lábios dá ruiva. Até que tudo isso era interrompido por passos fazendo a mesma parrar bruscamente em uma risada nervosa, quase que levemente pudesse parecer sem graça, sabia que era boa mas ainda assim não esperava alguém a escutar ali e agora. “Por favor me diz a quanto tempo você tá aí me espionando” Dizia enquanto se virava pro tal infortunado que se intrometia em seu belo dia. 

O espelho de Rafaela

     Rafaela se olhava no espelho e o seu reflexo a encarava. Rafaela se olhava no espelho e não se via. Rafaela via distorção, não era ela, não podia ser ela, não queria acreditar. Na frente do espelho Rafaela chorava, sua vida nada valia. Pobre Rafaela, reflexo de vadia.
     Os seios, os quadris, as pernas, tudo fora do lugar. Nua, ela se olhava.Nua, ela recomeçava a chorar. Trancava-se no quarto e passava o dia lá, sem ver aquela maldita mulher pendurada nas paredes do banheiro, do quarto, da sala de estar. Rafaela queria matá-la, sentou-se à penteadeira, pegou a tesoura e o cabelo da mulher pôs-se a cortar.Queria castigá-la: “Vadia, será que fica melhor com os cabelos cortados?”. As madeixas caíam, caracóis negros no chão, Rafaela sentada à penteadeira com a tesoura na mão.
     Rafaela cansou de ser chorona, era agora turbilhão. A vida lhe dera um reflexo de vadia, mas não aceitaria, não aquela Rafaela com a tesoura na mão. Maquilou-se sem olhar para a mulher, pôs a melhor roupa e saiu. Rafaela sentia-se forte. Desfilava com toda sua glória para ninguém em especial, ela era um mulherão de parar o sinal. Nas suas andanças topou com um lindo rapaz, ele disse: “Linda demais!”. Qualquer tentativa de não ficar vermelha era ineficaz. Ele notou sua timidez, por trás daquela rebelde havia uma moça sensível. O rapaz não se prendia a rótulos, nem sempre a verdade é visível. Deu-lhe um número de telefone, roubou-lhe um beijo, suave, inocente. Rafaela, mas que presente!
     Rafaela andava, corria, cambaleava em direção a sua casa. Precisava ver com os próprios olhos o que o rapaz vira. Sentou-se mais uma vez à penteadeira, e lá estava ela: Pele macia, com os cabelos num caos encantador, repicados, na altura do queixo, negros como a noite. Os olhos penetrantes e aquela boca. Meu Deus, aquela boca! Sentia-se boba por nunca ter dado crédito àquela mulher, ela era tão linda, tão desejável. Rafaela não conseguia resistir, queria conhecê-la
     Nua, na frente do espelho Rafaela se tocava. Nua, na frente do espelho Rafaela se amava. Em transe numa transa solitária murmurava: “Rafaela, toque-me. Rafaela!”. Depois do amor estava letárgica. Os olhos foram de encontro à penteadeira, onde havia uma mulher nua que a espreitava. Depois do auge, Rafaela finalmente acordara. O rapaz havia dado o número do telefone, Rafaela ligou. Rafaela sentia-se desejada, por isso, mais uma vez, se tocava.

- Alan Cardoso

(via welovegypsylife)

Você vai mesmo fazer drama por causa de dois wons?” Riu soprado, indignado. “Ahjussi, eu compro essa porcaria todos os dias, você sabe que eu vou pagar amanhã, hm.” Passou a mão nas madeixas claras, empurrando-as para trás; um palavrão deixando os lábios num suspiro. Olhou os arredores da rua, procurando alguma face conhecida ou somente alguém que parecesse simpático o suficiente para ajudá-lo. “Ei, você tem dois wons para emprestar?” 

Imagine Liam Payne - feito por Mari.

Pedido: “Quero um imagine do Liam que ele é pai solteiro, pq a sn os abandonou, mas depois de longos anos ela volta?”

Observava da soleira da porta da cozinha uma Jasmine olhando atentamente as estrelas pela enorme janela da sala, seus olhos estavam brilhantes como sempre, sorri tristemente pelo motivo que ela estava fazendo aquilo.

- Papa, mamãe tá pensando em mim. - virou-se pra mim sorrindo.

- Que bom, querida. - sorri também, apesar de sentir meu coração pesar.

Era assim todas as noites, desde que eu havia lhe contato sobre o paradeiro de sua mãe, o qual nem eu sabia, porém quando Jas me questionou sobre a mãe, eu lhe respondi que ela estava morando em outro lugar no qual não dava para se comunicar e quando notei seus olhos brilharem em lágrimas completei dizendo que sempre uma estrela que dava para ver da janela piscasse, era sua mãe pensando nela. Eu mesmo preferi acreditar naquilo a pensar que aquela mulher não se lembre de que teve uma filha.

Me aproximei dela sentando no chão e ela correu pra mim, sentando entre minhas pernas, beijei sua cabeça e peguei seus cabelos para trança-los.

- Papa, papa, olha. - gritou animada e apontou pro céu. - Estrela carente, papa. - Não resisti e soltei uma risada.

- Feche os olhos e faça um pedido, meu amor. - ela obedeceu forçando os olhos e depois os abriu sorrindo sapeca pra mim. - Ah, e é estrela cadente, mocinha. - ela fez uma careta adorável como toda vez que eu lhe corrigia. - O que pediu?

- Pedi pra conhecer mamãe. - falou inocentemente e toda animada, em seus olhos eu podia ver esperança, aquilo fez meu coração se apertar no peito.

- Vamos dormir, sim? - ela negou e só precisei olha-la sério para que ela assentisse com a cabeça e saísse correndo para o quarto, e eu fui logo atrás.

**

Jasmine ria tentando tirar as madeixas de seu rosto com a mão suja de farinha, sujando o próprio rosto. Tentávamos fazer panquecas para o café da manhã, mas não estava dando muito certo, além de Jas ter se lambuzado toda, eu já perdi algumas - lê-se muitas - panquecas por não saber jogá-las para cima e outras por queimarem, e isso arrancava risos da minha pequena.

A campainha tocou e Jas pulou do balcão gritando um “eu atendo, eu atendo” e saiu correndo para o hall da casa.

- Paaaaaapa, tem uma moça que não conheço aqui. - falou mais alto para eu ouvir da cozinha, lavei as mãos e as secando com um pano, fui até o hall.

A pessoa era desconhecida para Jasmine, mas não para mim. Senti o sangue fugir do meu rosto ao vê-la, e falei em um fio de voz:

- Você?

Continua?

O ar está presente quando tudo desalegra

E não é um circuito de dramatização, pois nem drama está. Não tem um palco desequilibrado, nem platéia agonizando por fim, não há abstrato. Não vejo luzes e nem lagos. Não vejo perigo, abrigo, abismo. Não está devastado, porquê não há.

Não toco em madeixas mesmo que artificiais, minhas lágrimas escorrem e caem no pé. Não o pé de outrem, pois não há alguém. Toco nas rosas, mas elas estão na mesma natureza que eu, elas carecem de um olhar, carecemos. 

Sul se faz Sudeste, Norte se faz Leste e eu não encontro. A humanidade se escondeu da minha urgência de vida, estão todos com seus problemas no topo, não, não estão. Não hão. 

A chuva desce ralo abaixo ao encontro de teus paradoxos de bem e mau existencial. Mas ela passa, vai embora. Eu fico, eu estou. Ninguém mais está, esquerda e direita não há. Dentro de mim não cabe, fora de mim tem o mundo, mas não vejo nada.

Tento tatear, mas não há. Sorrio constantemente sozinha, estou perdida nas ruas do centro da cidade, mas eu sei que não estou sozinha, quando a maré da tristeza capota no coração eu sinto, está presente. Há. Sopra meus cabelos, levanta meus pelos, me fecha os olhos. É o ar, ele está.

Nathália Rizzo

Desiderio

Eu já decidi, não adianta mais fugir
cheguei a conclusão
de simples compreensão
que na próxima oportunidade que surgir
na noite que cair
te colocarei em uma cama
despida de todo o drama
te deixarei amarrada pela sensualidade
e impedida de qualquer lucidez.
No nosso ninho de loucura
tua pele branca, quente e nua
as madeixas sempre curtas
como uma gueixa do ocidente
e o olhar de menina pura
com gosto de pura aguardente.

H.

Friday I’m in love | Jily

@allhailpotter

Lily Evans se encontrava nervosa e, na verdade, não se lembrava de ter estado mais nervosa do que isso antes. As veias pareciam pulsar, vibrar em ansiedade pelo que estava a esperando no dia, o coração desgovernado batia tanto que parecia ser capaz de sair por sua boca, algo que estava acontecendo já há algumas semanas com a dona das madeixas avermelhadas. Depois de tanto tempo tendo uma impressão errada de James Potter quando se tratava de seus convites para sair, a garota teve provas totalmente contrárias quando permitiu abrir-se mais para que ele a demonstrasse tudo. Depois de ter sido confrontada por ele sobre estar apaixonada e acabar se dado contra do fato, novamente algo do qual o maroto já tinha percebido muito antes dela, o chamou para sair. Proferiu perfeitamente as palavras “go out with me, Potter” para ele, ato que achou completamente justo e merecido depois de ter o melhor amigo a chamando para sair tantas vezes e sendo dispensado com as palavras de que “we’re just friends, James”. A garota agora queria fazer daquilo especial, um encontro que nenhum dos dois se esqueceria.

Tinha conversado com Remus e Sirius sobre a ideia de levar Jamie para York, local em que nascera e praticamente seu lugar favorito. Tinha a ideia de um jantar ao ar livre, tendo ajuda no quesito cozinhar já que era péssima no que dizia respeito à culinária, não importando o quanto se esforçasse. Rems então ofereceu-se de bom grado em pegar a ideia que Lils tinha e colocar em ação, assim quando ela chegasse lá com o moreno tudo estaria em seu devido lugar para os dois. Já estava nervosa e, quando recebeu a mensagem do amigo Lupin dizendo que tudo havia sido precisamente arrumado, tal nervoso aumentou. Tinha passado um bom tempo decidindo até mesmo o que ia usar, mas isso porque não parava de andar de um lado para o outro dentro do dormitório, escutando inclusive um comentário brincalhão de Mary dizendo que a ruiva acabaria por fazer buracos no chão por não parar quieta. Por fim, pelo amor que tinha por saias, acabou vestindo uma preta com meia calça para não passar frio, e seus coturnos. Escolheu uma blusa quentinha vermelha, enquanto as madeixas vibrantes e onduladas foram simplesmente mantidas soltas, e ela não usava nada mais do que a maquiagem usual: o delineador e o gloss de cereja que ele tanto gostava também. Pegou a mochila com alguns itens que poderia precisar caso eles fossem mesmo ficar mais do que apenas a sexta no lugar, como já comentado por ambos. Ao sair do quarto para encontrá-lo, bateu na porta dos marotos enquanto mexia compulsivamente na pulseira que o dono dos óculos retangulares lhe dera, como que em uma maneira de distrair-se das sensações que tomavam a garota, vez ou outra mexendo também em sua corrente de corça. 

E na escuridão de seus cabelos, madeixas estreladas do infinito, desejo me perder
Observar a super nova criada pelo seu sorriso
Adentrar o buraco negro de seu olhar
Embarcar numa espaçonave, rumo à sua galáxia, para nunca mais voltar

Vic Lissar