macroeconomia

Como deve ser a economia de uma sociedade justa?

A economia livre é a resposta mais adequada para essa pergunta. Mas antes é necessário trabalhar a questão da “sociedade justa”. Como a justiça acrescenta estabilidade para a produção de riquezas? É possível que no meio da desigualdade exista justiça? A igualdade é aplicável ou é mera utopia de tendências totalitárias como todo sonho de “um mundo melhor”? São questões importantes para trabalhar o modelo econômico mais adequado ao desenvolvimento de um país.

No seu clássico Tratado da Natureza Humana o filósofo britânico David Hume escreveu sobre a relação entre propriedade privada e justiça. David Hume lembra como a necessidade de sobrevivência e o interesse individual fizeram com que o homem criasse uma sociedade com regras para a sua própria segurança e desenvolvimento:

Quando os homens descobrem pela experiência que o livre exercício de seu egoísmo e de sua generosidade limitada os torna totalmente incapacitados para a sociedade; e, ao mesmo tempo, observam que a sociedade é necessária para a satisfação dessas próprias paixões, são naturalmente levados a se submeter à restrição de regras que possam tornar seu comércio mais seguro e cômodo. (HUME, 2009, p 539.)

A propriedade privada para a economia capitalista soa como injustiça aos diversos postulantes das teorias marxistas que defendem a igualdade como princípio maior de gerência social. Mas Hume lembra que as regras de propriedade permitem a tomada de decisões que criam riqueza. Há “segurança jurídica”, como se diz hoje. Portanto, toda economia desenvolvida começa na observância de contratos, na transparência das leis e na garantia de propriedade. Garantia essa que jamais dará ao Estado o poder sobre a riqueza individual. É na liberdade de escolha que nasce a prosperidade de uma sociedade.

Quem é proprietário se constitui no indivíduo capaz de trabalhar sobre sua posse. Fora isso, há desordem e injustiça pela ausência de validação do direito de cada um. O Estado Democrático de Direito e a observância dos contratos são garantias de bons negócios para um país. O Brasil, por exemplo, se tivesse um Banco Central legalmente independente ajudaria no aumento da confiança sobre a nação; o que consequentemente levaria à queda dos juros que beneficia toda a população.

Portanto, a justiça nasce na legalidade. E na legalidade não há espaço para o chamado “capitalismo de Estado” ou “capitalismo do compadrio”, que privilegia certos grupos empresariais em detrimento de outros. É a usurpação do conceito de propriedade e a destruição do mérito que gera inovação e criatividade. É o benefício de uns pelo Estado patrimonialista que confunde o público com o privado. Nesse espaço há muita corrupção, pouco crescimento e pior: a ausência de concorrência ou concorrência desleal.

A falta de concorrência e os monopólios empresarias que se formam com ajuda do Estado são o “princípio das dores”. No Brasil, por exemplo, a política de subsídios do BNDES que custa 20 bilhões por ano ao Tesouro Nacional, o que mostra essa injustiça com a população que paga imposto para garantir empréstimos aos “campeões nacionais” e empresas amigas do governo.

E a igualdade? Uma sociedade justa não é igualitária? Absolutamente não. Sociedades igualitárias estão sempre casadas com o totalitarismo. Mesmo um filósofo ligado à esquerda francesa, como André Comte-Sponville, reconhece que igualdade econômica é uma utopia ineficaz (pleonasmo) e de tendências ditatoriais:

Do ponto de vista econômico, outro sistema estritamente igualitário, seria melhor? É duvidoso. Se ninguém pode se enriquecer, para que trabalhar mais e melhor que o mínimo obrigatório? Por que querer superar-se, se não se pode superar os outros? Por amor? Por generosidade? Por senso cívico? Vamos parar de sonhar! Uma sociedade igualitária, supondo-se que possa permanecer como tal tem toda chance de se tornar uma sociedade de pobres e, sem dúvida, como Mandeville e Voltaire viram, uma pobre sociedade. (COMTE SPONVILLE, 2005, p. 148)

Mesmo a proclamada “igualdade de oportunidades” desembarca na boçalidade. Como é possível que todos tenham uma educação de Havard ou Yale? Infelizmente tão desejo não é sustentável. As oportunidades do industrial de sapatos são diferentes do empresário do ramo tecnológico. Agora, seriam necessários subsídios pesados do Estado para um produtor de sapato que, pela falta de inovação, perde o mercado importador? Tentar a igualdade nesse caso é apelar para a injustiça.

O escritor sul-africano Anthony Daniels resume bem esse fato em uma análise:

A desigualdade, longe de ser uma anomalia, é uma pré-condição da justiça e do sentido. Isso não quer dizer, claro, que qualquer desigualdade específica possa ser defensável. Quer dizer apenas que a existência da desigualdade enquanto tal não pode por si só ser tomada como símbolo da injustiça. (DANIELS, 2010, p 94)

Soa estranho para quem sempre associou justiça com igualdade, mas o fato é que toda nação desenvolvida é uma nação desigual. Mas o pobre norte-americano é muito diferente de um pobre no interior do Equador. Só em Cuba, Coreia do Norte e outras nações igualitárias que não há um dos seus cidadãos, tirando a elite estatal, entre os mais ricos da revista Forbes. Sem produção todos sofrem com o desemprego e a falta de inovação tecnológica. Por exemplo, são os bilhões da indústria farmacêutica que permitem investimentos para a descoberta de novos remédios daquelas doenças antes incuráveis. O Estado é incapaz de gerir tanto investimento sem corrupção e pesados impostos.

A economia em uma sociedade justa não pode ter medo de produzir riquezas. O Estado tem o seu papel regulador moderado, mas é na iniciativa privada que há capacidade de aumentar a prosperidade por meio da liberdade. A democracia, ou seja, a liberdade política e a liberdade econômica são os dois lados da mesma moeda. Como dizia Ludwing Von Mises: “Quem deseja a paz entre as pessoas deve lutar contra o estatismo”. E Mário Vargas Llosa: “A liberdade é a medida no interior de uma sociedade pela margem de autonomia de que dispõe o cidadão para organizar sua vida e concretizar suas expectativas sem interferências injustas”.

Bibliografia:

COMTE-SPONVILLE, André. O Capitalismo é Moral? 1 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

DANIELS, Anthony. Os dilemas da igualdade. Dicta e Contradicta, São Paulo, n 06, pp 86-96, dez. 2010.

HUME, David. Tratado da Natureza Humana. 2 ed. São Paulo: Editora UNESP, 2009.

Inflação de desculpas

Ótima análise do ex-diretor do BC Alexandre Alexandre Schwartsman  em seu blog 

 http://maovisivel.blogspot.com/

Em 1999 o país adotou, com sucesso, o regime de metas para a inflação. Ao lado das metas fiscais e do câmbio flutuante, o regime é parte crucial do chamado “tripé macroeconômico”, que desempenhou papel central na estabilização da economia, permitindo, entre outras coisas, uma elevação gradual do crescimento sustentável. A taxa de investimento, que há alguns anos oscilava ao redor de 16% do PIB subiu a 18% do PIB em média nos últimos 4 anos, fenômeno que, sozinho, pode ter acelerado o crescimento potencial em até 1% ao ano entre 2003 e 2010.
Não é segredo, contudo, que o tripé macro vem sofrendo um desgaste contínuo ao longo dos últimos anos. O compromisso com a meta fiscal foi sendo abandonado aos poucos, de forma acabrunhada, é bom que se diga, mas não menos real. Já a flutuação livre da moeda vem se tornando uma ficção desde o final de 2010, o que – como tenho argumentado – permitiu que o aumento do preço em dólares das commodities se traduzisse quase que integralmente numa elevação do seus preços em reais, com sérias implicações negativas para a evolução da inflação.
Resta ainda, ao menos do ponto de vista formal, o compromisso com a meta de inflação, objeto de reiteradas juras de fidelidade por parte do governo, da presidente da República ao presidente do Banco Central, passando pelo ministro da Fazenda. Entretanto, se nas juras não falta o ardor retórico que os menos avisados poderiam confundir com sinceridade, na atuação concreta das autoridades – seja pelos seus atos, seja por meio do seu diagnóstico do fenômeno inflacionário – o comprometimento com a meta passa longe.
Em que pese o reconhecimento explícito por parte do BC que o aquecimento excessivo da economia representa parcela importante da aceleração da inflação, em outras áreas ainda se perde tempo à busca de culpados que não a política econômica pelo aumento persistente dos preços.
Era a comida; agora são os combustíveis (mesmo com o preço da gasolina sob controle governamental). Já a aceleração da inflação de serviços seria “estrutural” (palavrinha que geralmente significa “é um problema, mas não faremos nada a respeito”) e de forma alguma associada à falta de mão de obra que tem levado a um aumento consistente dos salários acima do crescimento da produtividade. Agora, além da inflação de preços, temos a inflação de desculpas.
Não bastasse a contabilidade criativa na questão fiscal, emdocumento recente o Ministério da Fazenda inova na forma de medir a inflação, afirmando que “o IPCA acumulado em 12 meses [até março de 2011] estaria em 4,76% sem combustíveis e alimentos”, sugerindo, portanto, que os demais preços da economia estariam crescendo uma velocidade muito inferior à inflação cheia naquele período (6,30%).
A inflação, contudo, é uma média ponderada dos diferentes aumentos de preços. Se a inflação total ficou em 6,30%, a inflação de alimentos (peso aproximado de 15%) alcançou 8,76% e a inflação de combustíveis (peso 4,5%) chegou a 5,42%, então a média dos demais preços deve necessariamente ter aumentado 5,89%, bem mais do que os 4,76% estimados pela Fazenda. Atualizando estes números para abril chegamos à conclusão que o aumento dos preços exceto alimentos e combustíveis atingiu 6,19%, só um pouco inferior aos 6,51% registrados pelo IPCA cheio.
Isto mostra que a inflação não é um problema localizado em poucos produtos, mas bastante difundido pela economia, visão diametralmente oposta à patrocinada pela Fazenda.
Não menos reveladora foi a atitude do ministro, que inovou também no campo das desculpas ao argumentar que o estouro do topo da meta não teria ocorrido porque esta não incluiria o segundo dígito após a vírgula…
Dizia Neném Prancha: “se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminaria sempre empatado”. Se desculpa baixasse a inflação, teríamos uma solução, não um problema.

I 5 punti critici dell’economia italiana

È una promozione che sa di bocciatura, quella che la Commissione europea ha dato alla Legge di stabilità italiana. Se è vero che non è stata aperta alcuna procedura per squilibri macroprudenziali, è altrettanto vero che non sono pochi i rischi che corre l’economia italiana, troppo vulnerabile agli shock esogeni ed endogeni. Dal sistema bancario all’istruzione, non sono poche le debolezze che il governo di Matteo Renzi dovrà tenere d’occhio.

Prima di tutto, il Prodotto interno lordo (Pil). È tornato ai livelli dei primi Anni duemila, mentre il Pil dell’euro area ha fatto registrare un balzo in avanti di più di dieci punti percentuali. Nel caso dell’Italia, Bruxelles ha notato che la crescita della produttività è troppo bassa, fattore che si ripercuote in modo negativo sia sul debito pubblico, che resta elevato, sia sulla debolezza della competitività con il resto del mondo. È vero, le riforme strutturali, sia quelle già adottate sia quelle in cantiere, possono ridurre il rapporto fra debito e Pil, che è dato al 133% a fine 2015, ma bisogna fare in fretta. A rischio, spiega la Commissione, c’è la sostenibilità del debito pubblico italiano. Più l’economia è fragile e poco competitiva, più il Paese faticherà a ritornare ai livelli pre-crisi, se mai ci tornerà.

Il fardello del debito, per l’appunto, resta la seconda minaccia individuata dalla Commissione Ue. O meglio, come spiegano i funzionari di Palazzo Berlaymont, l’indebitamento rappresenta “la maggiore fonte di vulnerabilità, specie in un contesto di protratta crescita debole”. Ciò che è servito a evitare che il debito italiano diventasse insostenibile sono stati due fattori su tutti. Da un lato, l’aggiustamento fiscale compiuto fra 2012 e 2014. Vale a dire, riduzione di parte della spesa pubblica, riforma della previdenza e razionalizzazione della pubblica amministrazione. Dall’altro, hanno aiutato tutte le iniziative della Banca centrale europea (Bce) che hanno migliorato le condizioni sui mercati obbligazionari. Tuttavia, ricorda la Commissione europea, la chiave per rendere sostenibile il debito pubblico italiano è una combinazione di tre fattori: un consolidamento fiscale orientato alla crescita, una crescita nominale più elevata che in passato, l’adozione di tutte le riforme strutturali promesse. Senza di questo mix virtuoso, l’Italia resterà ostaggio del proprio indebitamento ancora per molto tempo. È positivo, invece, che l’Italia sia diventata un prestatore netto rispetto alle altre economie, ma anche in questo caso, c’è un’ombra poco piacevole su Roma. “Questo non renderebbe l’Italia immune in caso di un’inversione dei flussi degli investimenti esteri come accaduto a metà 2011”, dice la Commissione. Inoltre, sembra paradossale, ma l’autarchia sulla detenzione delle obbligazioni governative italiane è un vantaggio in questo caso. Dice la Commissione che è “da considerarsi un elemento che fa da scudo agli eccessi di volatilità sui mercati internazionali anche il fatto che i titoli di Stato siano in mano in prevalenza (circa 60%) a investitori nazionali”.

C’è poi il capitolo sulla competitività, da sempre uno dei punti dolenti del Paese. “Non è ancora migliorata in maniera significativa”, dice Bruxelles. Colpa di una produttività troppo bassa, che spinge in alto il costo unitario del lavoro più che negli altri Paesi. Su questo versante, una delle caratteristiche principali dell’economia italiana è considerata come limitante, l’estrema settorialità della produzione industriale. “La specializzazione sui prodotti e l’alta percentuale di piccole imprese con una debole posizione competitiva nei mercati internazionali possono ulteriormente ostacolare la competitività del Paese”, avverte la Commissione Ue. In altre parole, non sempre la ricerca dell’estrema qualità paga sotto il profilo internazionale.

Sul versante bancario, la Commissione non poteva far altro che ripetere quanto scritto e detto dal Fondo monetario internazionale (Fmi) a più riprese. La crisi ha messo in luce quanto sia vizioso il circolo fra banche e debito pubblico. Più gli istituti di credito detengono bond governativi domestici, più si espongono alle fluttuazioni, più riducono la capacità di finanziamento verso il settore privato. Pesano i Non-performing loan (Npl), i crediti dubbi, che continuano a crescere e pesare sui bilanci. A oggi, dice la Commissione, siamo al 27% del totale dei prestiti erogati. Una cifra che non migliorerà fino a quando il settore bancario non avrà ultimato il suo rinnovamento, basato su razionalizzazione e disintermediazione.

Infine, il quinto e ultimo elemento di debolezza, gli investimenti. Che si parli di investimenti diretti esteri o che si tratti di investimenti domestici, poco cambia. La crisi ha aggravato la qualità generale degli stessi, con una deteriorazione che dura ormai da anni. Come ricorda la Commissione europea, a oggi gli investimenti produttivi in Italia sono un punto percentuale e mezzo sotto la media europea, se guardiamo la comparazione con il Pil. Traduzione: si è passati da un livello del 21,6% del Pil fatto segnare nel 2007 al 17,8% del Pil del 2013, mentre la media europea si attesta al 19,3 per cento. In termini nominali, gli investimenti governativi sono calati del 18% nell’orizzonte temporale compreso fra il 2008 e il 2013. Troppo poco se si vuol pensare di rilanciare il Paese tramite questo aspetto.

Ci sono poi gli altri settori che, sebbene non rientrino a pieno titolo nella categoria macroeconomica, rappresentano comunque un punto dolente per l’intero Paese. E quindi troviamo un sistema giudiziario che penalizza l’imprenditorialità, la mancanza di competizione nel mercato dei prodotti, i gap infrastrutturali, il livello troppo basso di investimenti in ricerca e sviluppo, un sistema di tassazione inefficiente e un sistema educativo che continua a soffrire. L’Italia avrà anche evitato la bocciatura nel breve termine, complice un surplus primario significativo, il rispetto dei vincolo del 3% del deficit e l’adozione di alcune riforme. Ma il percorso per diventare un Paese virtuoso, attrattivo e sostenibile è ancora lungo.

Da Panorama del 26 Febbraio 2015

Por Gutierres Fernandes Siqueira

Não importa a cultura: O país gasta mais do que tem. Todos pensam que estão no paraíso. Todos falam maravilhas do estado de bem-estar. Logo nasce uma crise fiscal. Falta dinheiro para tanta conta. A dívida precisa ser paga, pois a conta sempre chega. Não existe almoço grátis, baby! Então, o governo reza a oração da austeridade. Todos os movimentos sociais e estudantes protestam contra o massacre do desemprego e do corte de benefícios. A pobreza vem após a falsa riqueza. Ou seja, sempre é a mesma história!

Não seria bom que os estudantes protestassem também quanto tudo parece bom e o governo gasta como um louco? Não é hora dos estudantes protestarem contra o “consumismo do Estado”? Hoje o Brasil parece bem, mas o tamanho do Estado não cede nenhum minuto. Sim, o Brasil pode ser uma nova Espanha, Grécia ou Portugal logo amanhã! (foto: AFP, Pedro Armestre)

Non fatevi illusioni: il piano Juncker è troppo debole per il rilancio dell’Ue

Se il 2014 si sta chiudendo al meglio per l’economia statunitense, preludio di un 2015 ancora più florido, per l’area euro il pericolo futuro si chiama recessione. Ne abbiamo parlato con Alberto Gallo, economista a capo della divisione Macro credit research di Royal Bank of Scotland.

Gli Usa corrono, l’area euro no. Come leggere questa divergenza? 

L’Europa continua a mangiare polvere. Il problema è strutturale: un sistema finanziario costruito per non fallire e con banche sostenute da garanzie di stato, si trova ora a dover camminare da solo. A questo si aggiunge l’incapacità dei governi di progettare una risposta credibile - solo il 4% degli investitori consultati da RBS crede che il piano Juncker funzionerà.

Il 2014 dei mercati obbligazionari dell’eurozona è stato tranquillo su tutti i fronti. Quali le incognite per il 2015?

Credo che la crisi e la volatilità ritorneranno. Il consiglio della Bce deve ancora trovare un accordo e l’Ue non è riuscita a sfornare un piano di investimenti credibile. La crisi economica rischia di diventare crisi politica, con elezioni in Spagna, Francia, Regno Unito, Finlandia, Svezia, Portogallo e forse anche in Italia.

La zona euro sembra sempre più divisa. Potrà mai colmare i gap con gli Stati Uniti nel 2015?

Purtroppo, credo di no. Il motivo principale è che anche con più stimolo monetario da parte della Bce, la spesa fiscale rimane contenuta e il deficit intorno al 3%. Quando la Fed iniziò il suo Qe, già più efficiente per la trasmissione diretta sui mercati finanziari, il deficit americano era oltre il 10%. Inoltre le divisioni tra Paesi pesano e la mancanza di riforme chiave in alcuni Paesi (Italia, Francia) pesano sugli investimenti.

Potrà il Qe della Bce risolvere qualcosa?
Temo che la Bce potrebbe scendere al compromesso, attuando un programma di dimensioni limitate o senza condivisione del rischio, in cui ogni banca centrale nazionale rimarrebbe esposta alle obbligazioni del Paese d’origine. Anche se positivo nel breve termine, tale piano sarebbe già compromesso in partenza, ed esposto a problemi di coordinamento tra Paesi in futuro. La chiave è la politica fiscale e le riforme. La Germania deve spendere di più, ma Italia e Francia devono affrontare una volta per tutte gli ostacoli strutturali alla crescita.

Infine, la ripresa statunitense è una realtà o è una illusione?

È una realtà. La vera domanda è quanto questa divergenza possa continuare, e quanto l’economia mondiale possa volare con un solo motore.

Da Il Corriere della Sera del 24 dicembre 2014

Ho voglia di scrivere, ascoltare musica e cazzeggiare, ma non posso perché tra 10 giorni ho un esame e mi tocca passare gli ultimi giorni dell’anno ad analizzare le relazioni esistenti tra la disoccupazione e l’inflazione, e capire i motivi della crisi, e calcolare l’equilibrio e dove va l’economia. Per quel che mi riguarda può andare a farsi fottere, tanto alla fine ci va comunque grazie ai nostri governanti, almeno che non rompa le palle a me!

Estruturas de mercado: os mapas da economia

Estruturas de mercado: os mapas da economia

A economia, grosso modo, divide-se em duas grandes visões: a macroeconomia e a microeconomia. A primeira, a macro, lida com variáveis agregadas, ou seja, analisa a soma das variáveis individuais de todos os agentes econômicos. Exemplo: a renda nacional bruta é a soma da renda de todos os agentes econômicos: salários, lucros, juros, aluguéis, etc. A segunda, a micro, por sua vez, lida com os…

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Dal dollaro al barile, in cerca di un centro di gravità permanente

Governare l’incertezza. È questa la maggiore sfida per l’economia globale nel 2015. Dimentichiamo l’ottimismo tipico dei report della principali banche globali che negli ultimi due anni hanno contraddistinto le stime macroeconomiche per l’anno successivo. A sette anni dall’inizio della crisi, il mondo sta ancora cercando la propria stabilità. Delle due l’una: o si adatta alla nuova normalità esistente o difficilmente troverà la bussola perduta. 

Inutile illudersi. A meno di sorprese, l’economia globale rimarrà «fragile, disomogenea e vulnerabile agli shock esogeni». Così pensa il Fondo monetario internazionale (Fmi). E così pensa anche la banca elvetica UBS, fra le poche che sta allarmando gli investitori dei pericoli che corre l’universo finanziario. Secondo l’istituzione guidata da Christine Lagarde la crescita del Pil mondiale si attesterà al 3,8% nel 2015. Ma non è esclusa una revisione al ribasso già nei primi mesi del prossimo anno. «Il mondo deve comprendere che nulla è più come prima. Lehman Brothers è stato lo spartiacque e ciò che c’era prima non tornerà più», ha scritto Bill Gross, ex numero uno di Pimco ora passato a Janus. 

Come ha ricordato Alessandro Fugnoli, strategist di Kairos, non saranno poche le incognite nel 2015. «Sono ancora fresche di stampa le ponderose analisi annuali che le grandi case dedicano a fine novembre all’anno successivo. Trasudano ottimismo, serenità e fiducia». Da ABN Amro a Société Générale, quasi tutti citano come possibili driver positivi gli Stati Uniti, con la loro crescita che sembra tornata a pieno regime, o la possibile versione europea del Quantitative easing (Qe). O ancora, i più arditi parlano del petrolio sotto quota 70 dollari al barile. «Tutto giusto, per carità, ma la distribuzione dei rischi presenta delle code decisamente sovrappeso che prima o poi, come minimo, ci metteranno paura», spiega Fugnoli. 

I rischi, appunto. Il primo è legato all’eurozona. Se è vero che la vigilanza bancaria unica, data in mano alla Banca centrale europea (Bce), è la più grande innovazione dall’introduzione dell’euro, è altrettanto vero che resta ancora molta strada da fare. Le riforme strutturali, per esempio, devono ancora essere portate a compimento da molti Stati membri. E il maggior tempo a disposizione dato dalla Commissione europea a Italia e Francia, con scadenza a marzo 2015, sta catalizzando le preoccupazioni degli investitori istituzionali, così come la mancata crescita. Come ha spiegato Goldman Sachs nelle sue previsioni di fine anno, «sarà difficile osservare un massiccio flusso di capitali in entrata, come invece era accaduto all’inizio del 2014». 

Il secondo rischio è il prezzo del petrolio. Con il Brent a circa 60 dollari al barile, molti operatori sono in difficoltà, ma non è ancora arrivato il punto più basso, quello emergenziale. Come ha spiegato HSBC, «i veri problemi potrebbero esserci nel caso il petrolio scendesse sotto quota 40 dollari». Possibile? Secondo la banca anglo-asiatica si, così come per i giapponesi di Nomura. «A quel punto, per la zona euro potrebbe essere ancora più complicato uscire dall’attuale scenario di bassa inflazione ed economia stagnante», dice Nomura. E sarebbe vanificato anche l’estremo tentativo della Bce, il lancio di un Qe sui bond governativi con lo scopo di raggiungere il duplice obiettivo che Mario Draghi ha fissato, tasso d’inflazione prossimo al 2% e aumento del bilancio dell’Eurotower di circa 1.000 miliardi di euro. 

Il terzo rischio è rappresentato dalle tensioni geopolitiche in corso. La Russia è quella più evidente. Il collasso del rublo e la crisi di liquidità che stanno vivendo le banche del Paese possono essere determinanti nel peggioramento delle stime di crescita globali. «Non bisogna sottovalutare l’impatto sulla crescita globale della crisi russa, perché potrebbero esserci risvolti negativi per tutti», ha avvertito il Credit Suisse. 

Infine, troviamo gli Usa, con la Federal Reserve impegnata con l’exit strategy dal regime di tassi al minimo storico e dal pompaggio di liquidità tramite il Qe. «Sarà un processo graduale e indolore», ha detto nei mesi scorsi Janet Yellen, governatore della Fed. In particolare, non ci sarebbe alcun impatto sugli Emergenti, che già stanno soffrendo per il ribilanciamento dei fattori produttivi a livello globale. Eppure, secondo Capital Economics, proprio la gestione della fine del Qe sarà l’azzardo più grande: «Il mondo è pronto a ballare per tutto il 2015?».

Dal CorrierEconomia del 22 dicembre 2014

Imagen Primero | Cae 20% la venta de electrodomésticos pese al plan Ahora 12 >> http://www.imagenprimero.com.ar/cae-20-la-venta-de-electrodomesticos-pese-al-plan-ahora-12/ |Las ventas de electrodomésticos siguen cayendo en picada a pesar del plan de cuotas Ahora 12 que lanzó el Gobierno nacional para activar el consumo. De acuerdo a datos de la consultora GfK Retail and Technology Argentina, las unidades de electrodomésticos vendidas se contrajeron 20,7% con un alza de precios promedio de 49,4% respecto al mismo período de 2013 y de 9,4% en relación a agosto pasado. Es más: en los primeros nueve meses del año las ventas de unidades cayeron 14,1%, con un incremento de precios interanual de casi 50%. A mediados de septiembre, la admnistración nacional había puesto en marcha el plan Ahora 12, que promueve la compra de bienes durables en doce cuotas sin interés con diferentes tarjetas de crédito, para fomentar el consumo de electrodomésticos pero también de motos, indumentaria y otros productos. De acuerdo a la consultora, en septiembre se vendieron 375.000 unidades menos que en mismo mes del año pasado y 149.000 menos que en agosto. Las categorías más golpeadas fueron las de climatización (-47,2%) e informática (-35,3%). | #CrisisEconomica, #Economia, #Inflacion, #Kirchnerismo, #Macroeconomia, #MedidasEconomicasRaras, #Recesion

Imagen Primero | Cae 20% la venta de electrodomésticos pese al plan Ahora 12 » http://www.imagenprimero.com.ar/cae-20-la-venta-de-electrodomesticos-pese-al-plan-ahora-12/

Las ventas de electrodomésticos siguen cayendo en picada a pesar del plan de cuotas Ahora 12 que lanzó el Gobierno nacional para activar el consumo. De acuerdo a datos de la consultora GfK Retail and Technology Argentina, las unidades de electrodomésticos vendidas se contrajeron 20,7% con un alza de precios promedio de 49,4% respecto al mismo período de 2013 y de 9,4% en relación a agosto pasado. Es más: en los primeros nueve meses del año las ventas de unidades cayeron 14,1%, con un incremento de precios interanual de casi 50%. A mediados de septiembre, la admnistración nacional había puesto en marcha el plan Ahora 12, que promueve la compra de bienes durables en doce cuotas sin interés con diferentes tarjetas de crédito, para fomentar el consumo de electrodomésticos pero también de motos, indumentaria y otros productos. De acuerdo a la consultora, en septiembre se vendieron 375.000 unidades menos que en mismo mes del año pasado y 149.000 menos que en agosto. Las categorías más golpeadas fueron las de climatización (-47,2%) e informática (-35,3%).

Las ventas de electrodomésticos siguen cayendo en picada a pesar del plan de cuotas Ahora 12 que lanzó el Gobierno nacional para activar el consumo.

De acuerdo a datos de la consultora GfK Retail and Technology Argentina, las unidades de electrodomésticos vendidas se contrajeron 20,7% con un alza de precios promedio de 49,4% respecto al mismo período de 2013 y de 9,4% en relación a agosto pasado.

Es más: en los primeros nueve meses del año las ventas de unidades cayeron 14,1%, con un incremento de precios interanual de casi 50%.

A mediados de septiembre, la admnistración nacional había puesto en marcha el plan Ahora 12, que promueve la compra de bienes durables en doce cuotas sin interés con diferentes tarjetas de crédito, para fomentar el consumo de electrodomésticos pero también de motos, indumentaria y otros productos.

De acuerdo a la consultora, en septiembre se vendieron 375.000 unidades menos que en mismo mes del año pasado y 149.000 menos que en agosto. Las categorías más golpeadas fueron las de climatización (-47,2%) e informática (-35,3%).

Dentro del rubro de línea blanca todos los productos relevados mostraron bajas interanuales. Así las ventas de freezers cayeron 24,7%; las de cocinas otro 6,3%; las heladeras bajaron 8,7%; los lavaplatos retrocedieron 7,7%; las de hornos, 3,5%; y las de lavarropas, 2,7%.

(Fortuna)

O impacto de Y=C+I+G+(X-M) nas nossas vidas

Um desses dias, durante a aula, o professor nos propôs uma reflexão com base na equação acima, sob o seguinte questionamento: “se você fosse o novo presidente do Brasil, de que forma você alteraria as variáveis desta equação a fim de promover o crescimento econômico?”

Olha, eu até entreguei, mas confesso que ficou muito aquém do que eu realmente proporia.  Então eu continuei refletindo no…

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