mãos de deus

          Seu olhar de tons azuis tornara-se erguido, o brilho neles seria inexistente senão pelas lágrimas que sem permissão caíam como cascata por toda a pele de seu rosto delicado, não havia sorriso em seus lábios e tampouco felicidade em seu ser que infeliz encontrava-se pela morte de sua pardoca mais velhota, Cappuccine. ❝ — Ela não quer acordar. E ela adora acordar. ” fungou voltando seus olhos para o minúsculo animal em suas palmas, comprimindo seus lábios numa careta tristonha quando uma árvore ao lado desejou-lhe os pêsames, assoprando em direção ao rosto vermelho de sua amiga, aquecendo-a contra a tristeza que agora lhe atormentava a cabeça. ❝ — Cappuccine está morta, pontinho de luz? ” com os olhos medrosos ela perguntou para um outro que a observava, chorando mais um tanto. ❝ — Não, ela não me abandonaria, ela é uma boa menina! ”

Os pais de Woo se recusaram fortemente a dar aquela entrevista, disseram que eram ocupados demais e aquilo seria impossível. Por isso, aos 70 anos de idade, a senhora Park adentrava a sala para falar da pessoa que mais a fazia feliz, seu neto Woohyun.

Keep reading

Seria muito maneiro da sua parte se você parasse de prestar atenção na merda que fiz no meu cabelo e escutasse as recomendações de vida que eu tenho a fazer. Tipo a que acabei de falar: não espere ter uma lagosta, talvez a Pheebs tenha errado o animal mas isso de se encaixou para a Rachel e o Ross por coincidência. Caralho, para de me encarar desse jeito!