lxiii

Yuri estava pensativo e não queria transparecer, mas estava totalmente em choque e preocupado. Ele sabia que não poderia fazer nada para trazer Guilherme e Pedro pra casa e nem chamar a policia pelas ameaças. Então ele fica ao lado de Ana até ela adormecer, Yuri começa a pensar e a andar de um lado para o outro e então ele resolve pegar o carro e voltar para a floresta onde era feito trilhas. No caminho Yuri estava pensativo, e então ele acaba parando em um bar para pegar umas cervejas, ele liga o som e começa a ouvir John Mayer não tão baixo e nem tão alto. Ele finalmente chega na entrada da floresta e começa entrar nas trilhas de carro mesmo, era de madrugada e ninguém iria estar ali para que ele pudesse por algum acidente atropelar. Yuri começa a beber e depois de alguns minutos ele vê uma cabana em um lugar onde era bastante afastado das trilhas, ele pega um 38 e para o carro. Yuri anda de vagar dando passos leves até a cabana e consegue escutar alguns gritos, ele corre e procura alguma janela para poder ver o que estava acontecendo. Ele sobe em cima de uma arvore e consegue olhar para dentro da cabana, consegue ver uns caras sentados no sofá com algumas cervejas vendo jogo, ele tenta olhar tudo em volta e percebe que tem alguém sentado no chão, com uma criança no colo. Era Pedro segurando Guilherme. Yuri fica feliz ao saber que tinha finalmente encontrado seu filho e o melhor amigo da mulher que ele amava. Então Yuri resolve ligar para seu pai e Arthur, e explica que achou seu filho. Demorou algum tempo e finalmente seu pai e Arthur chegaram, eles olharam para dentro da casa e estava tudo em silencio, seu pai tinha trazido algumas balas, e armas melhores. Arthur estava nervoso, e Yuri sabia que era o momento de invadir aquela casa e trazer seu filho pra casa.
—Yuri, acha correto não chamarmos a policia? —dizia Arthur.
— Sim, Arthur. Tem que ser agora, vamos.
— Vamos Arthur, se quiser fique cuidando a porta, tem que ser agora.
—Obrigado pai. —Yuri bateu nas costas de seu pai e sorriu. —Vamos trazer meu filho, levá-lo para Ana, agora.
Eles entram pela porta dos fundos, pai de Yuri vai direto onde Pedro esta e segurando Guilherme ele volta e entrega para Arthur.
—Leve o meu neto para o carro, e fique com ele até que a gente volte. Se ouvir algum barulho e se demorarmos ligue e volte para casa, não se incomode com a gente só leve o Guilherme para Ana.
—Tudo bem, irei fazer isso. —Arthur pega Guilherme e corre em direção ao carro, abre a porta e coloca ele no banco de trás, volta entra no carro e trava todas as portas. Liga o carro e deixa em um lugar mais escuro, desliga o farol e espera que Yuri e seu pai volte com o Pedro.
Lá dentro, pai de Yuri volta para desamarrar o Pedro, ele estava fraco e totalmente arrebentado, ele começa a desamarrar enquanto olha para os lados e procura por Yuri, ele finalmente solta Pedro e ele meio tonto diz.
—Obrigado, somente obrigado. Desculpe-me por isso tudo, por favor, me perdoe.
—Que isso garoto, está tudo bem, olha, pega meu celular e liga para policia agora. Imediatamente, e de as localizações.
Pedro pega o celular e tenta abrir os olhos, a luz do telefone estava forte demais, ele demora alguns segundos para conseguir enxergar, disca e liga para a emergência, da às localizações e tenta levantar. Pedro e pai de Yuri começam a procurá-lo até que escutam uns gritos, Pedro se apoia no pai de Yuri e começa a correr na direção de onde vêm os gritos, Yuri estava sangrando e estava batendo em dois caras, enquanto tinha um terceiro batendo no Yuri com um pedaço de ferro. Pai de Yuri deixou Pedro e correu para ajudá-lo até que ele chega e empurrou o cara que estava batendo em seu filho, Yuri deu um murro na garganta de um que perdeu totalmente a respiração e desmaia. Seu pai estava aos socos com um cara enquanto ele começa a bater no outro, Pedro gritava por socorro enquanto chutava o cara que estava desmaiado no chão. Yuri conseguiu imobilizar o cara que estava batendo em seu pai, enquanto isso o outro correu, Yuri amarra o cara onde estava Pedro e começa a chutar, gritando.
— NÃO ERA VOCÊ QUE PEGOU MEU FILHO, SEU HOMOFÓBICO DO CARALHO? CADE O HOMEM AGORA? —chutando o cara.
—Me solta cara, eu não fiz nada com seu filho, me solta eu nem te conheço. —Dizia ele.
— E VOCÊ CONHECE O PEDRO? NÃO É ISSO QUE VOCÊS FAZEM? BATEM ATÉ A MORTE? ENTÃO AGORA VOCÊ VAI LEVAR, SOMOS TODOS HUMANOS, TODOS NÓS MERECEMOS RESPEITO.
Yuri fica batendo enquanto o outro estava escondido, o barulho do camburão estava mais perto, e finalmente chega e alguns segundos os policiais estavam dentro da casa levando o individuo para o carro. Dentro dele já estava o cara que havia fugido, e atrás que havia apanhado e o que estava desmaiado também, Yuri ajuda Pedro a levantar e ir para o carro. Pedro se sente totalmente estremecido com a presença de Yuri, ele sabia que estava apaixonado pelo cara que sua melhor amiga amava. Mas, ele sabia que seria impossível, então ele agradece a Yuri por tudo e entra no carro. Yuri e Pedro vão no mesmo carro e Arthur e seu pai em outro, eles vão direto para o apartamento de Ana, Yuri desce pega Guilherme no colo e sobe com ele primeiro, enquanto seu pai e Arthur levam Pedro ao hospital.
Yuri toca a companhia e demora alguns segundos, Ana abre a porta sonolenta e se assusta ao ver Yuri sangrando, mas com Guilherme em seu colo. Ela começa a chorar e abraça os dois bem forte.
— Ai, Ana. Estou dolorido. —Yuri diz com voz de manhã.
— Desculpa, me desculpe. Ela diz chorando e pegando Guilherme.
— Eu disse que o traria de volta para você, eu te amo. De um banho nele e amamente nosso filho. Eu preciso de um banho. — Ele sorri.
— Eu também te amo Yuri, muito. —Ana leva Guilherme para o quarto e começa a cuidar dele.
Yuri vai tomar banho bem demorado, alguns minutos passam e ele sai do banho e vê Guilherme no berço e Ana no telefone, ele deita na cama e espera Ana desligar. Assim que ela desliga ela vem ate a cama e senta ao lado dele fazendo carinho e diz.
— Obrigada pelo o que você fez.
—Ana, ele é meu filho também.
—Eu sei, vocês são tudo pra mim.
Yuri sorri.
—Quem era no telefone?
—Minha mãe, ela esta no hospital com Pedro.
—Como ele está?
—Ela bem, graças a você. Mas, ira ficar la em observação.
—Entendi, melhoras a ele.
—Sim, mas e você como está?
—Dolorido. —Ele sorri.
—Tadinho.
—Para de ser boba. — Ele faz biquinho. — Preciso me trocar e ir pra embora.
—Pra onde?
— Pra casa do meu pai.
—Por que Yuri?
—Por que sim Ana.
—Não, por favor. Fica comigo, com a gente. Agora. Eu ainda estou com medo.
Yuri puxa Ana pra cima dele, começa a fazer carinho em seus cabelos e a beija. Um beijo quente, apaixonante. Ele a abraça e faz carinho em suas costas, ele estava cansado e logo adormece. Ana estava acordada ainda, com a cabeça em seu peito ela o beija, sai de cima dele e deita ao seu lado, em seus ombros. Chega até seu ouvido e diz surrando.
— Durma bem meu amor, eu te amo. — Abraça-o e adormece também.
—  Capítulo LXIII 

Before this special day ends, let me be the last to say “Happy Birthday” to the most special woman in my life, my strength and my inspiration all these years x everything I do, I do it for you and dad #charbaki #101615 #LXIII (at Yozakura Sushi Bar/Restaurant)

Agendas Mundi LXIII - Museos en Eritrea

Agendas Mundi LXIII – Museos en Eritrea

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Como si estuviera encerrado en una cápsula del tiempo, completamente alejado de la industria turística, el país ofrece otro de los retos para los viajeros y aventureros en el continente africano, que buscan llegar a donde nadie antes ha llegado. Al margen de un paisaje político y económico devastador que influye absolutamente sobre los planes de viaje (solo para abandonar la capital hay que pedir…

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Agendas Mundi LXIII - Museos en Eritrea

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MÁS Y MEJORES LEYES PARA LOS HIDALGUENSES, COMPROMISO DE LUPITA CHÁVEZ.

Pachuca.Hidalgo. 03 de Febrero de 2016.- En el inicio del segundo periodo ordinario de sesiones de la LXIII Legislatura, Rosa Guadalupe Chávez Acosta, diputada federal por el II distrito con cabecera en Ixmiquilpan, dio a conocer que mantiene su compromiso con los hidalguense que la llevaron a la máxima tribuna del país, con quienes en el receso parlamentario sostuvo diversos encuentros para informarles sobre su trabajo legislativo y escuchar sus necesidades.

La congresista informó que en un recorrido por comunidades de los 15 municipios que integran su distrito electoral se reunió con sectores representativos de la sociedad como hombres del campo, mujeres jefas de familia, adultos mayores, niños y jóvenes con quienes compartió los beneficios de las iniciativas que presentó en el recinto parlamentario.

Por un lado, promovió dijo, el apoyo a los migrantes para que puedan obtener el registro de sus hijos a través del apostillamiento de documento de nacimiento en los Estados Unidos para que puedan obtener sin problemas su acta de nacimiento en México.

Asimismo dijo, impulsó un proyecto de decreto para reformar la Ley General de Educación para que niñas y niños que han sido repatriados reciban clases de inglés en sus centros educativos y logren una mejor adaptación.

Lupita Chávez refrendó que seguirá elevando la voz de sus representados en la cámara de diputados para que se generen más y mejores leyes que beneficien a los que menos tienen.

“En el GPPAN trabajaremos por transitar de un Salario Mínimo a un Salario Digno”: Dip. Fed. Herminio Corral Estrada

“En el GPPAN trabajaremos por transitar de un Salario Mínimo a un Salario Digno”: Dip. Fed. Herminio Corral Estrada

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• Dio inicio el Segundo Periodo Ordinario de Sesiones de la LXIII Legislatura. • “Es momento de generar mejores condiciones de vida para las familias” HCE Los diputados federales del Grupo Parlamentario del Partido Acción Nacional (GPPAN), tendrán como una de sus principales prioridades, la de transitar de un Salario Mínimo a un Salario Digno, y ello será posible si se genera un entorno de…

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