lugares legais

Às vezes a gente acha que todo mundo está bem, só a gente que está totalmente mal. Não é assim que acontece de verdade, todo mundo está mal. Não é só você, seus amigos estão mal, seus primos estão mal, seus pais estão mal também, eu estou mal, os amigos dos seus amigos estão mal, primos dos seus amigos estão mal. Está todo mundo mal, não tem ninguém bem. Mas o Facebook não diz isso pra gente. O que o Facebook diz: que as pessoas estão comendo comidas gostosas, que estão viajando pra lugares legais, que as pessoas são sempre bonitas em todas as fotos… que as pessoas amam umas as outras quando na verdade, muitas vezes, isso não é verdade.
—  Jout Jout. 
Pode divulgar isso, amora? Obrigadinha!

Oi amore, tudo bom? Vou começar um projetinho de fotos autorais no meu tumblr com frases, citações e trechinhos que vou escrever em papéis e fotografar em lugares legais… Eu escrevo e muitos deles serão de autoria minha, mas quero abrir um espacinho pra ter contato com outros tumblrs. Então se você tiver alguma autoria que queira ver no projeto, ou frases, trechos, citações preferidas que gostaria de compartilhar, adoraria ouvir! Mande sugestões por ask, msg ou submit no tumblr fascinadeira, as autorias contarão com os créditos que você colocar (nome ou tumblr). Obrigada! 💕
(Começarei a postar a partir do dia 01/06)

inspiração de fuga

A fuga está para os amantes, como está para a música, ou para vida e para a morte.

Começa com um tema, declarado por uma das vozes isoladamente. Uma segunda voz entra, então, “cantando” o mesmo tema, mas noutra tonalidade, enquanto a primeira voz continua desenvolvendo com um acompanhamento contrapontista.

O presente já é passado quando o futuro tornasse presente e o passado ainda da frutos que talvez não madurem, talvez não vençam as tempestades que continuam, continuarão e já passaram agora mesmo.

No andar da música recebemos mais vozes do tema inicial, conseqüências… mas as fugas se enterram e se encerram…

Afinal a fuga não compreende a complexidade de toda a obra e tornasse um movimento dentro da historia e não ela completa mas esta lá : A FUGA.

LB

Descobri que é possível viver sem você, descobri que existe vida fora dessa prisão, descobri que é possível sorrir sozinho, que é possível viver sozinho. Descobri alguns lugares legais pra sair com os amigos, conheci outras pessoas e até provei sonhar outras coisas.
—  Phelps Schneider
Capítulo  40 - City of Angels parte 1

- Finalmente Senhor – disse a loirinha assim que começou a andar pelo aeroporto de Los Angeles puxando sua mala – Não suportava ficar mais naquele avião.

- Devo admitir que eu também não – continuou Vanessa.

- Preciso de uma cama – continuaram andando até a saída – TÁXI…


No táxi foram conversando trivialidades sobre a cidade que a Clara amava e a morena desconhecia, com a promessa que a DJ apresentaria os lugares mais legais, para aquela nova visitante, entre uma gravação em estúdio e outra. Chegaram ao hotel localizado na orla da praia de Santa Monica por volta das 6 da manha, e já na entrada os “problemas” começaram.

- Senhorita Aguilar, já chequei 3 vezes. A reserva é de um quarto de casal.

- Droga – suspirou irritada – Podia jurar que tinham reservado dois quarto… espera só um segundinho – se retirou e foi falar com a segurança que acompanhava tudo de longe sentada nos sofás do hall de entrada – Vanessa, é… temos um pequeno problema…

- E qual seria? – levantou uma sobrancelha.

- Bom é que eu achei que tinham reservado dois quartos, mas a gravadora colocou um só de casal para mim e William dividir… eu tentei mudar isso agora, mas parece que vai rolar um festival na praia e tá tudo reservado… tipo você se importa se dividirmos?

- Por mim – deu de ombros – Mas… você tem certeza? Não vai querer um pouco de privacidade?

- Não, por mim tudo bem também – disse calma – Vou lá dar entrada então.

Subiram para o quarto, deixaram suas malas em algum canto e finalmente deitaram para relaxar da longa viagem por algumas horinhas.  Quando acordaram desceram para almoçar no restaurante do hotel.

- Hum… – chamou atenção da morena enquanto terminava de engolir seu peixe grelhado – Eu tava pensando em alugar um carro ao invés de ficar pagando táxi. O que você acha?

- Bom… em questão de segurança aqui a quilômetros do Brasil, tanto faz. Agora em relação à economia tenho nenhuma ideia, eu não conheço nada aqui né Clara.

- Verdade… acho que vou pegar  um carro então… mais pratico – sorriu – Ai que demais tava com saudades de dirigir por aqui… vou te levar para um role de carro da hora, vamos tirar onda de conversível – disse animada.

- Tem certeza que você veio a trabalho? Isso tá parecendo férias – implicou em um tom jocoso com a loirinha.

- Não corta meu barato sua chata – riram – Vamos aproveitar esse domingão de verão. Hoje vamos dá uns role e jantar com meu irmão. Amanha entro em estúdio, depois quarta, quinta e sexto direto. E finalmente um sábado pra curtir todinho – bateu palmas – Mano vou ser sua guia turística.

- Você sabe que ainda estou a trabalho, certo?

- Certíssimo minha cara Van… porém vou te arrastar pra passear mesmo assim. Até porque descobri ontem que certa pessoa ama desenho e por acaso tem uma Disney aqui também.

- Mentira mano?! – falou com os olhos brilhando.

- Sério! Depois te levo lá, mas hoje vamos passear de carro.  

A segurança concordou e depois do almoço subiram pra se arrumar. Vanessa decidiu ir tomar banho na frente enquanto Clara mandava mensagem pra família avisando que tinha chegado e para William falando do problema com o hotel. Alguns minutos depois a segurança saiu do banheiro e a loirinha entrou e permaneceu por um tempo. A DJ tinha acabado de fechar o registro do chuveiro quando escutou seu celular tocando no quarto. Bufou por não ter trago ele para o banheiro, se enrolou o mais rápido que pode na toalha e saiu pingando atrás do bendito celular. O chip já era do número americano dela e certamente a ligação era da gravadora ou da equipe do rapper querendo saber da sua chegada, porém algo lhe chamou mais atenção quando entrou no quarto. Vanessa apenas de lingerie terminava de passar seu creme corporal. A loirinha tinha o celular na mãos, mas os olhos ficaram perdidos no corpo moreno.

- Clara… o celular – disse a segurança quando percebeu que está sendo observada demais e a outra mulher começava a se aproximar dela.

- Esquece o celular Vanessa – Detonou a ligação deixando o aparelho largado em um canto qualquer, abrindo sua toalha de algodão e indo em direção da morena com presa.

 Vanessa deixou-se levar. Aceitou de bom agrado o beijo urgente da loirinha e suas mãos a puxando para mais perto, afinal como poderia resistir aquela mulher nua beijando-a com tanto desejo? No seu intimo o mais ela queria era Clara e as semanas sem te-la logo fizeram efeito.

O beijo se tornou mais urgente enquanto as mãos da segurança finalmente tomaram vida e passaram a deslizar impaciente pelo corpo alvo. Ainda de pé não mais resistiu e seguiu com a mao para a vagina da DJ. Clara abriu mais suas pernas quando sentiu a morena encostar, em seu nervo de prazer, sentiu algo tão intenso que teve que parar com os beijos para poder gemer.

- Hum… droga Vanessa… olha… olha como você me deixa – disse com o rosto enfiado no pescoço moreno, enquanto era estimulada vagarosamente em sua intimidade já extremamente molhada – Estava com sau..dades disso …

- Sentiu falta?

- Uhum…

- Do que sentiu falta? – Não obteve respostas. Puxou o cabelo fazendo a loirinha desgrudar de seu pescoço e olhar em seus olhos. Tirou a outra mão do clitóris e perguntou novamente para a mulher atordoada – Diz… do que você sentiu falta?  

- Aqui… – puxou a mão dela de novo ao encontro de sua intimidade – De você aqui… de você me chupado – arfou enquanto falava.

- Vem –  levou a loirinha até uma pequena mesa que ficava no quarto – Quero você aqui –   fez com que se apoiasse de bruços sobre a mesa.

Vanessa colou seu corpo no de Clara e passou a distribuir beijo, chupões e mordidas pelas costas alva, com cheirinho de banho recém tomado, enquanto segurava e brincava com seus seios. A DJ se arrepiava com o contato, mas logo pediu por mais.

- Fica assim – colocou a loirinha erguida, mas ainda se apoiando na mesa – Que eu vou te chupar bem gostoso.  

Clara obedeceu e tremeu em antecipação pelo que havia de vir, abriu mais as pernas e empinou a bunda deixando mais espaço para a morena, que já se encontrava de joelhos, fazer o que quisesse. A língua encostou-se à vagina e passou a trabalhar de maneira hábil enquanto a morena apertada a bunda pequena da mulher alva que passou a gemer com vontade ao contado.  Depois de alguns minutos ela estava quase gozando quando sentiu dois dedos pedindo passagem em sua entrada e sua coxa sendo apertada com força. Não teve como segurar, a DJ sentiu a descarga de excitação passar pelo seu corpo e seu gozou escorrer de encontro a língua afoita da segurança. Suas pernas ficaram trêmulas então jogou seu peso para a mesa a fim de se equilibrar enquanto se recuperava. Sentiu a morena subir beijando suas costas até ficarem na mesma altura e se beijarem.  Vanessa virou a loirinha pra frente para aproveitar melhor o beijo e depois de algum tempo leva-la pra cama começando tudo outra vez.


 - Va nessa… – ainda respirava com dificuldades – Você… é demais – riu e tirou os olhos do teto para por na morena ao seu lado na cama, que tinha um sorriso meio convencido no rosto.  

Ficaram em silencio enquanto Clara observava as curvas da segurança, ainda de lingerie, e seu corpo voltava a acender. Mas dessa vez queria algo diferente, porém antes de colocar suas ideias em pratica o celular voltou a tocar. Dessa vez teve que atender e minutos depois informou a segurança que teriam que ir à gravadora.

- Eu só começo a trabalhar amanha mas eles querem que eu faça um cadastro no sistema de segurança deles – bufou – Droga… vamos ter que alugar o carro agora… depois da gravadora já vamos jantar com meu irmão.  

- Tudo bem – deu de ombros.

Segunda Temporada – Capitulo 13

POV Vanessa

Nem estávamos tão atrasadas assim, a Clara que é doida e exagerada só porque teríamos que chegar ao aeroporto em cinquenta minutos, isso é atrasado considerando que estamos bêbadas e acabamos de tomar banho? Então eu também acho que não e acho melhor vocês concordarem comigo mais enfim, deixando a loucura dela de lado fui ate o quarto onde minha mãe dormia com Max para acorda-los para irmos para o aeroporto enquanto minha digníssima esposa terminava de colocar roupa.

Van: Mãe vocês vão conosco pra rodoviária né? – Perguntei assim que consegui chegar ao seu lado.

Tia Sol: Não sei, na rodoviária tem aviões? – Perguntou assim que olhou pra minha cara de bêbada. – Qual é a função do aeroporto agora? Os ônibus estão saindo de lá?

Van: Ai dona Solange você entendeu, não complica.

Tia Sol: Não acredito que você vai viajar bêbada desse jeito, cadê a Clara pra… – Ela não precisou terminar sua frase porque a inteligência em pessoa vulgo minha esposa abriu a porta do quarto e quando tentou entrar tropeçou na mala de minha mãe e ao invés de gritar de dor começou a rir e minha mãe olhou para minha cara a me ver rindo também. – E lá se vai minha ultima esperança.

Clara: Desculpa? – Falou ainda rindo assim que minha mãe acendeu as luzes e quando ela ia falar mais alguma coisa foi interrompida pela rizada de Max ao ver Clara caída no chão igual jaca podre.

Tia Sol: Vai lá Max pula em cima dela pra elas aprenderem a beber pouco. – Falou rindo me empurrando me fazendo cair sentada no chão ao lado de Clara e claro que ele achou a melhor coisa do mundo e desceu da cama pulando em cima de nós.

Max: Levanta mama. – Disse rindo olhando para Clara enquanto fazia cosquinha na mesma e ele estava sentado na minha barriga, achando a melhor coisa do mundo.

Clara: Ai para, eu me rendo. – Falou rolando no chão de tanto rir tentando segurar minhas mãos que também estava fazendo cosquinha nela.

Tia Sol: Max vem com a vovó porque se as loucas resolvem levantar elas te derrubam no chão, mal conseguem segurar elas mesmas. – Falou rindo pegando Max de cima de mim que era só risos. – Levantem logo dai e vão chamar os outros bêbados enquanto trocamos de roupa. – Disse parando de rir e levantamos com dificuldades para tirar os outros da piscina e chama o motorista para levar nossas malas para o carro.

Van: OOOOOOOOOOU. – Gritei na beira da piscina assim que abaixaram a musica e todos que estavam ali me olharam assustados.

Polly: Que isso menina, pirou de vez? – Perguntou rindo atoa de tão bêbada que estava e eu apenas revirei os olhos.

Van: Acho que não, estamos indo para o aeroporto vocês vão vim com a gente?

Thais: A gente vai pegar o avião assim? – Questionou apontando para a própria cara, que bom que ela sabe que esta bêbada é um ótimo passo.

Clara: A gente “vírgula” né Thais? Vocês vão ficar lá só pra dar tchauzinho. – Falou em um tom serio e eu acabei rindo da cara que Thais fez.

Junior: É claro que vamos ir dar tchauzinho. – Falou tentando sair da piscina mais o coitado estava tão bêbado que acabou escorregando e batendo a testa no chão o que fez todos caírem na gargalhada.

Eu não sei como conseguimos mais nos arrumamos a tempo de sair de casa faltando 10 minutos para chegar ao aeroporto e por sorte nossa ele não era muito longe dali e o fato de estar bem cedo apenas nos ajudava, pois não tinha quase ninguém na rua. Max estava sentando entre eu e Clara e ele segurava nossas mãos e por incrível que pareça ele estava todo sorridente, mesmo sabendo que quem iria viajar era apenas nós duas.

Tia Sol: Max conta para as suas mamães onde vamos ficar esses oito dias que elas vão viajar? – Perguntou se virando olhando para o banho de trás.

Max: Atii. – Falou animado levantando os bracinhos para cima.

Clara: Vão ficar aqui em Barbados? – Perguntou me olhando e eu apenas sorri de canto.

Van: Não seria justo eles voltarem para São Paulo sem ao menos ter conhecido todas as praias e todos os lugares legais que tem por aqui, certo? – Disse apertando a bochecha de Max que sorriu ficando em pé no banco para me abraçar.

Max: Certo. – Falou sorrindo e pulou no colo de Clara assim que o caro parou. – Vamos. – Disse me estendendo a mão assim que o motorista abriu a porta. Assim que descemos o outro carro que vinha atrás de nós parou ao nosso lado e nele estava May, Thatha, Junior e Polly mais bêbados que tudo. – Mama a dinha vai cai. – Falou rindo vendo a dificuldade da May de sair de carro e assim que ele terminou de falar, não deu outra e ela caiu do jeito mais engraçado.

Tia Sol: Mais é claro que estava escrito nas estrelas que isso iria acontecer. – Falou rindo e Thatha parou de rir na hora assim que levou um tapa de May. Fomos andando e rindo sentido ao portão de embarque e quase que não deu tempo para despedirmos de todos. – Então boa viagem e se cuidem ouviu? – Falou me dando um ultimo beijo e indo abraçar Clara. – Quando der avisem que estão vivas ok? – Disse rindo e apenas assentimos.

Clara: Você fique de olho na vovó e nas suas tias loucas ok? – Falou ao meu lado dando um beijo na testa do nosso pequeno que assentiu sorrindo dando um beijo em mim e na Clara.

Van: Juízo viu pequeno? – Pedi lhe dando um ultimo abraço e dei a mão para Clara para irmos embarcar.

Junior: Vejo vocês em oito dias. – Falou bem mais alto assim que já estávamos distante deles.

Clara: Já vai contar para onde vamos ou vai esperar entrarmos no voo? – Perguntou com um sorriso sapeca e eu apenas neguei com a cabeça. – Você sabe que vão anunciar para onde o avião vai né? – Perguntou novamente sorrindo e eu apenas revirei os olhos. – Você também sabe que… – Antes que ela terminasse de falar a puxei pela mão selando nossos lábios.

Van: Amor, eu te amo mais fica caladinha tá bom? – Falei rindo e ela fez biquinho. – Não vou contar para onde vamos e não a como você descobrir isso antes de chegarmos. – Falei sorrindo vitoriosa e ela ergueu uma sobrancelha me desafiando. – Nem adianta fazer essa cara. – Disse sorrindo e ela fechou a cara. Não demoramos a embarcar ate porque chegamos ao aeroporto bem em cima do horário.

???: Boa noite senhores passageiros com destino a Miami, aqui quem fala é o comandante Caio e desejo a todos uma ótima viagem.

Clara: Vamos para Miami. – Afirmou vitoriosa antes que o comandante terminasse sua frase e eu apenas neguei rindo. – Claro que vamos ele acabou de falar Vanessa. – Disse cruzando os braços me olhando com cara de brava.

Van: Não vamos e pronto. – Falei me virando para ela e assim que terminei de falar ela me acertou um tapa forte na perna. – Ai Clara, tá doida? – Perguntei e ela negou com um sorriso maldoso no rosto.

Clara: Então não mente, o carinha ai acabou de falar. – Disse emburrada e eu não aguentei e acabei rindo da carinha dela de irritada.

Van: O sua doida, você sabia que existe conexão? – Falei rindo e ela tirou a marra de irritada e fez biquinho tentando me convencer. – Nem vem meu amor, é surpresa e tenho certeza que você vai gostar.

Clara: Tá bom. – Disse me dando um selinho deitando sua cabeça no meu ombro e acabamos dormindo ate porque estávamos morta. – Amor acorda, chegamos. – Me acordou falando baixinho em meu ouvido para que eu acordasse calma.

Van: Já? Parece que nem dormi. – Falei resmungando e ela sorriu assentindo.

Descemos do voo, pegamos nossas malas e fomos andando para a saída do aeroporto o que fez Clara ficar sem entender nada e como eu ainda estava dormindo nem parei para respondê-la, mas assim que ela me puxou pelo braço para falar alguma coisa parou uma Mercedes McLaren branca na nossa frente e rapidamente se calou.

Van: Vamos? – Perguntei sorrindo e ela me olhou meia boba.

Clara: Pra onde? – Questionou no automático e o motorista veio na nossa direção para colocar as malas no porta-malas.

Van: Não pergunte apenas vamos. – Falei segurando em sua mão e entramos no carro e o motorista entrou no carro e deu partida sem nada falar. – Chegamos. – Quebrei o silencio depois de vinte minutos de estrada e ela rapidamente abriu a janela para olhar onde estávamos.

Clara: O que é isso? – Perguntou assim que o carro parrou.

Van: Um avião? – Respondi em forma de pergunta sorrindo da carinha de boba dela.

Clara: Não brinca? Pensei que fosse um camelo. – Falou rindo me dando um leve tapa. – Pra que isso? – Perguntou olhando para o avião e depois para mim.

Van: Bom Clara como eu disse isso é um avião e ele costuma voar tá bom? A função dele é simples assim, nos levar onde queremos bem mais rápido ate porque ele voa, olha que magico. – Disse rindo e ela foi para me bater novamente mais eu segurei seus braços a pressionando contra o carro. – To brincando amor para de me bater. – Falei em seu ouvido lhe dando um beijo no pescoço.

???: Senhora Vanessa com licencia, vim apenas avisa que estamos prontos. – Disse um rapaz alto atrás de mim e provavelmente pela roupa deveria ser o comandante.

Van: Claro estamos indo. – Respondi olhando em seus olhos e ele assentiu caminhando de volta para o jatinho que nos esperávamos. – Vamos? Juro que a próxima parada vai ser finalmente no nosso destino. – Disse e ela assentiu me abraçando de lado.