lovenutella

Blog rate + screenies babes(38.5K)

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Há algum tempo atrás, eu tinha plena certeza que o impossível estava prestes a acontecer. Ou acontecendo. Eu acreditei, eu me doei totalmente e literalmente. Eu sonhei demais, e confiei demais também. Sei que metade da história que construi com ele foi sofrimento, mas eu me recordo de muitos momentos. Momentos que me trazem saudade. Sinto falta de todos os apelidos que ele me dava, de todos os abraços. Sinto falta daquele olhar, daquele beijo, daquela voz. Daquele sorriso e daquela risada. Daquela mão entrelaçada na minha. Daquele momento silencioso, onde dava pra sentir a batida de nossos corações apaixonados. Sinto falta. Muita falta mesmo. Eu não queria, mas eu me importo. Me importo porque ele ainda é tudo pra mim, ele é o amor da minha vida. Ele é quem faz meu coração acelerar freneticamente, parar, e voltar a bater novamente em questões de segundos. Ele é quem me faz sorrir, assim como me faz chorar, e tudo isso com facilidade. Ele é quem me faz passar mal, ter borboletas no estômago. Quem me faz suar as mãos de nervosismo. Ouvi falar que o nome disso é paixão. E realmente, eu sou totalmente apaixonada por ele. Sem ele tá difícil, mas também tá fácil. Tem momentos que eu queria reviver todos os instantes que passei ao lado dele. Eu me lembro de cada passo, de cada palavra, de cada sorriso. Me lembro do pedido dele na virada do ano. “Eu te quero pra sempre, te quero comigo, eu te amo mais que tudo, e nunca vou desistir de você.” E o pior, eu, ingênua, besta e loucamente apaixonada, acreditei. Uma parte de mim se foi, junto com ele. Mas mesmo longe, ele tá perto. Ele tá em cada lugar, em cada pensamento, em cada memória, em cada música. Ele tá aqui comigo, nos meus pensamentos, no meu coração, querendo ou não. Apesar de querer esquecer, eu não consigo. “Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer.” E eu ando desesperada. Sem paz interior, sem calma, apenas com saudade. Estou “procurando em outros braços, teu abraço.” Ah, aquele abraço… Acolhia, acalmava, alegrava, motivava. Mas acho que era tudo um sonho, onde, algumas vezes, a realidade me puxava para o sofrimento, para a injustiça, para a tristeza, para a raiva. E quando tudo se acalmava, eu voltava a sonhar. Mas agora, acho que acordei. E a realidade me assusta um pouco. Tenho medo de não me acostumar com esse mundo frio e cruel. Com esse mundo de sofrimento e solidão. Com esse mundo de perdas. Mas vai passar. Sei que vai. E se não passar, eu finjo que passou, e pronto.
—  BM