louis and els

y'all know… louis and eleanor are probably going to get married. like, they’re both in their mid/late twenties and dated — what, four years? — and now they’re back together. hell, louis has a son he has to think about, and a group of sisters he has to help take care of. he isn’t just going to get with anybody, and eleanor has shown her love and support for louis so many times other the years. they’re truly it — they are true love personified, the kind of people you write stories about. i’m so happy for louis and i’m so appreciative of eleanor.

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SP/MP, McNeil, Texas, 1965 by Center for Railroad Photography & Art
Via Flickr:
The Southern Pacific local is on its way, and Missouri Pacific’s Texas Eagle will soon be moving again following a lengthy delay at the depot in McNeil, Texas. So ends another typical incident in everyday railroading during August 1965. Fortunately, experienced railroaders can wave it off. Photograph by J. Parker Lamb, © 2016, Center for Railroad Photography and Art. Lamb-02-050-01

Imagine Louis Tomlinson

Pedido:  Você poderia fazer um do Louis em que depois de um tempo de namoro ele começa a tratar mal ela! Aí eles brigam mais tudo se resolve? (anna-luisa11)

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No começo era tudo as mil maravilhas. Ele era o namorado perfeito, carinhoso, atencioso. Não tinha um A que poderia falar contra ele. Mas as coisas mudaram.

Eu não sei o que aconteceu, mas ele me trata feito um lixo. Eu estou se saco cheio já. Eu vou colocá-lo na parece e descobrir o que está acontecendo. Ah vou. 

Escuto a porta abrir e fechar e logo em seguida passos virem até o quarto. Ele nem se dá o trabalho de me olhar e me dar um simples “oi.” que seja. Respiro fundo e espero ele sair do banho. Ele vai até a sala e vou atrás dele.

- Oi para você também, Louis. 

- Ah, não enche, vai. - ele diz rude. 

- Não enche? - solto uma risada humor. - Vem cá, qual é a sua? Qual é o seu problema? Até quando você vai me trara desse jeito? 

- Que jeito, S/N?

- Desse. Como se eu fosse um nada, um lixo. Você mal olha na minha cara, mal conversa comigo. Até quando vai ser assim? - sinto um nó ser formado na minha garganta pela vontade de chorar. 

- Você tá viajando.

- Viajando? Você, de uma hora pra outra, começa a me tratar mal. É um grosso comigo, não conversa mais comigo, não me dá atenção. Você chega em casa como se não tivesse ninguém aqui, toma seu banho, assiste TV, come e depois vai dormir. Será mesmo que tô viajando? 

Ele não diz uma única palavra. Apenas me encara.

- Qual é o problema? O que há de errado? Você não me ama mais, é isso?

- Claro que não. Se não te amasse mais não estaria com você ainda. 

- Então que diabos está acontecendo? Você tem noção de como eu estou me sentindo, Louis? E se fosse com você? Se coloca no meu lugar. Como você estaria se sentindo? - enxugo uma lágrima que escorre pelo meu rosto. - Eu tô me sentindo um lixo. O que aconteceu com aquele cara do início do namoro? Cadê aquele cara que era atencioso, carinhoso, amoroso? 

- S/N… Eu não fazia ide…. - o cortei.

- É claro que não não fazia ideia. Você nem ao menos se preocupou comigo, você não está nem ai. Só que eu não vou aguentar mais fingir que não tá acontecendo nada, que não estou sofrendo. Porque eu estou, e muito. - fungo alto.

Ele se aproxima de mim e me abraça apertado. Ali eu me permito chorar; chorar feito uma criança. Eu descarrego tudo que estou sentindo em forma de lágrimas.

Quando começo a me acalmar escuto sua voz pela primeira vez.

- Me perdoa. Eu não tinha ideia que estava fazendo isso com você. Eu.. eu tô tão estressado ultimamente que não quero falar com ninguém. Me perdoa, meu amor. Eu te amo, mais que tudo. E nunca quis te machucar ou te fazer sofrer. Eu prometo que vou mudar, que vou melhorar. 

- Eu vou te dar um único voto de confiança. Nunca mais faça isso, por favor. - minha voz sai num sussurro. Ele me encara e seca minhas lágrimas.

- Eu prometo! - segura meu rosto com delicadeza e beija meus lábios com carinho.


[…]

“Pedido: Oie linda poderia fazer um One shot com o Louis um.q eles briga por motivo bobo e ela vai dormi no outro quarto e ele vai pra esse quarto no meio da noite ?”



- (S/N) eu já tinha combinado com o Niall, fazia meses que eu e ele vínhamos combinado isso amor- Ele disse calmo mas sabia que ele estava se controlando.
- Poxa Louis, eu nunca te peço nada e quando peço, você não pode- Digo chateada vendo ele me olhar já irritado.
- SEMPRE QUE QUERO SAIR COM VOCÊ NÃO POSSO PORQUE VOCÊ VAI EM TAL LUGAR, AGORA QUE EU TO SAINDO VOCÊ QUER TAMBÉM, ME POUPA- Ele gritou irritado e eu senti lágrimas em meus olhos.
- Tudo bem Louis, não precisa mais nada, eu já nem vou nessa festa- Sai em passos rápidos até o quarto de hóspedes me trancando lá.
Chorei baixinho para que ele não ouvisse, Louis sempre foi muito carinhoso, mas hoje ele me mostrou que podia ser bem grosso quando queria.
A madrugada chegou e eu tentava dormir, mas a dor em meu peito e em meu orgulho doíam, doíam como se alguém tivesse enfiando uma faca nelas.
O sono finalmente veio, meus olhos pesavam e a única coisa que pude ver foi Louis entrar no quarto, já que ele tinha uma chave reserva de todos os quartos, e antes que eu finalmente caísse no sono, ele deitou-se ao meu lado, me abraçando pela cintura.
Acordei em seus braços, olhei para Louis que dormia calmamente, suspirei por não conseguir ficar brava com ele por muito tempo, tentei me levantar sem o acordar, mas foi em vão.
- Hey, onde você vai? - Ele disse rouco e eu suspirei tentado me mostrar brava mesmo que eu já não estivesse.
- Vou sair, não interessa para onde- Disse indo para nosso quarto para pegar uma roupa.
- Como não interessa onde? Interessa sim, eu quero saber. - Ele segurou meu pulso e eu o olhei brava.
- Não vou dizer Louis, me esquece. - Fui até o closet pegando uma roupa leve, vi ele parado me olhando.
- Me desculpa- Ele sussurrou me agarrando e eu fechei os olhos com seu toque.
- Louis…
- Me desculpa meu amor, sei que fui muito grosso com você, mas eu te amo muito- Beijou meu pescoço delicadamente e eu segurei um gemido.
- Preciso me arrumar Louis- Eu digo tentando sair de seus braços.
- Não antes de me dar um beijo. - Me virou para ele e eu o olhei seria.
- Eu não quero te beijar, sai- Digo manhosa e ele ri.
- Duvido- Me beijou e eu retribui suspirando alto.
- Droga por que eu não consigo ficar brava com você? - Admito fechando meus olhos.
- Eu sou irresistível, baby.

Pedido: Faz um cm o Louis q eles tenham idéias bem diferentes, pontos de vistas opostos e isso sempre causa briga entre os dois, como os dois tem personalidade forte e são orgulhosos essas brigas duram muito e eles ficam um bom tempo sem se falar até q um dia eles entram em um acordo para tentar evitar essas brigas, pelo menos diminuir já q eles sempre vão viver entre brigas mas cm muito amor - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Louis Tomlinson:

Eu e S/n estamos preparando tudo para morarmos juntos, já nos conhecemos à mais de oito anos e estamos prontos para viver essa nova fase, sem contar que, fica bem mais fácil para nos vermos e nos comunicarmos já que antes ela morava em Manchester e eu estava em Londres. Mas com a mudança no trabalho dela, ela foi transferida aqui para Londres e assim nós tivemos essa idéia. Mas talvez não tenha sido tão boa assim.

-Louis! Esse sofá não vai nem passar pela porta da frente!
S/n gritava e eu revirei os olhos.

-É claro que passa! Tanto que já levamos o outro para a sala.
Respondi e a vi colocar as mãos na cintura e caminhar até mim. Ferrou.

-Louis…você sabe que eu te amo muito, e que nosso sonho era morar juntos…MAS A PORRA DO SOFÁ NÃO VAI PASSAR PELA PORTA!
Berrou irritada. Eu olhei o sofá e olhei a porta, realmente não passaria. Mas eu não posso admitir que ela estava certa esse tempo todo.

-Mas amor…olha só. Aquele sofá passou um pouco inclinado, esse consegue também.
Tentei falar baixo para não causar mais gritos. S/n me olhou por alguns segundos e jogou as mãos para o alto.

-Desisto! Faça você mesmo então.
S/n falou e caminhou para a cozinha.

Droga, agora eu tenho que dar um jeito de passar isso.

(…)

-Conseguiu querido?
S/n me perguntou em deboche enquanto ajeitava as caixas que haviam chegado.

-Consegui…
Respondi sem olhar em seus olhos.

-E como conseguiu Tomlinson?
Se aproximou de mim. Bufei.

-Pedi ajuda para o vizinho e nós entramos pela porta dos fundos e viemos pela porta de vidro da sala.
Falei baixo.

-Hm, acho que foi isso que eu havia sugerido, não foi?
Perguntou pensativa.

-Sim, foi.
Respondi a olhando.

-Está vendo! Você deveria deixar de ser teimoso e me obedecer.
Falou e eu suspirei.

-Desculpe.
Falamos ao mesmo tempo.

-Eu deveria ter percebido que o sofá não passava por lá.
Falei gesticulando.

-E eu não deveria ter gritado com você.
Deu um pequeno sorriso.

-Estamos bem então?
Perguntei e ela assentiu.

Sorri aliviado e passei minhas mãos por sua cintura a puxando e colando nossos lábios em um beijo.

| Dia seguinte |

-Vamos pintar nosso quarto hoje?
S/n perguntou e eu assenti.

-Precisamos escolher a tinta primeiro.
Falei vendo o catálogo em minhas mãos.

-Eu gosto de coral.
S/n falou apontando para a tinta na revista.

-Eu estava pensando em fazer uma parede preta e o resto em branco.
Falei vendo alguns modelos assim.

-Ah não Louis, quarto todo escuro?
Perguntou negando.

-É. Imagina nós dois transando no escuro com uma música e…Ai!
Senti um tapa em minha cabeça.

-Será que você só pensa nisso?
Perguntou brava.

-Ué, o que mais nós fazemos no quarto?
Perguntei.

-O quarto é para ser um lugar calmo, para relaxar, dormir e passar um tempo juntos. Não um lugar que cheira a sexo igual um quarto de adolescente cheio de hormônios.
Respondeu e eu bufei.

-Mas eu não suporto cores claras! Me deixam com sensação de sei lá…calmo demais.
Falei e a vi folhear o catálogo.

-Mas é isso mesmo! Você precisa ser mais calmo, tudo te estressa muito.
Falou e eu bufei.

-Mas é exatamente isso, cores calmas me deixam irritado.
Retruquei e a vi me encarar séria.

-Então o que você espera que a gente faça? Pinte cada parede de uma cor?
Perguntei.

-Não Louis!
Esbravejou.

-Então o que?!
Perguntei irritado. Ela parou em uma página e sorriu.

-Que tal champagne? É uma cor clara mas ao mesmo tempo um pouco escura e da um ar de sofisticado.
Falou me mostrando a imagem.

-Não! Parece quarto de velha, não quero dormir e pensar que estou na casa de uma senhora.
Reclamei vendo-a bufar e fechar o catálogo.

-Sério, não dá para resolver nada com você.
Comentou séria.

-Não é culpa minha se você nunca concorda comigo.
-Eu tenho culpa? Você sempre arranja algo para reclamar ou botar defeito.

-Isso não é verdade!
-Chega Louis! Você está parecendo uma criança, eu não quero mais discutir com você.

Se levantou e foi embora.

| Dia seguinte |

Nossa relação tem se baseado apenas em brigas esses últimos dias, não vai dar certo se continuarmos assim enquanto moramos juntos, iríamos enlouquecer se brigássemos todos os dias e ainda tivéssemos de conviver um com o outro na mesma casa. Isso tem que acabar.

-S/n…

-Sim?
Me olhou calma.

-Precisamos conversar.
Me sentei ao seu lado no sofá.

-Esses últimos dias tem sido os mais conturbados na nossa relação.
Falei e ela concordou.

-Eu sei Louis, eu queria falar sobre isso com você.
Comentou.

-Que tal se fizéssemos um acordo?
Perguntei e ela pensou um pouco logo sorrindo.

-Pode ser. O que sugere?
Perguntou.

-Que tal se sempre que formos tomar uma decisão, juntemos nossas idéias e criamos algo que agrade aos dois, assim ninguém fica bravo.
Falei e ela assentiu.

-Então…sobre nosso quarto, eu até gosto de preto, mas para não ficar muito escuro, podemos pintar de cinza e colocar alguns quadros ou algo para enfeitar.
Falou me fazendo sorrir.

-Ou se preferir podemos colocar aquelas luminárias para não ficar muito escuro.
Sugeri e ela sorriu.

-É tão bom conseguir concordar com você.
Falou me dando um selinho.

-Pelo menos eu sei que sempre que brigávamos nosso amor ainda continuava forte, até porque se eu fosse você já teria me deixado a muito tempo.
Comentei e ela riu.

-Eu não te deixaria nem se dissesse que odeia lilás.
Falou ajeitando minha franja.

-Hmm, isso é bom. Eu odeio lilás.
Falei divertido e ela fez cara de indignada.

-Louis William Tomlinson!

-Eu também te amo amor.
Rimos.

***

Espero que tenha gostado.😘

PEDIDO: “Faz um do Louis em que ele chega bêbado em casa e eles brigam aí ele começa a chorar e ela cuida dele.”


PS: Espero que gostem! Tentarei fazer um especial de Natal para amanhã. Beijão e boa leitura!!!!

 

“Uma tremenda tempestade toma conta da cidade de São Francisco. A tempestade pegou todos de surpresa. Ruas estão alagadas e muitos bairros estão sem energia elétrica. Aconselhamos a todos que permaneçam em suas casas por motivos de segurança”

Falou o ancora do telejornal que passava em minha Tv. Voltei a cortar alguns dos legumes que estavam a minha frente para o preparo da sopa. O barulho da porta batendo soou pela casa. Peguei um pano e enxuguei minhas mãos no mesmo. Louis andou até o sofá e jogou a chave do carro sobre o mesmo.

- Oi, amor! – Falei indo até ele. Meu marido virou-se e o cheiro de whisky adentrou minhas narinas. Ele estava bêbado. – Não acredito que você estava bebendo, Louis! – Falei pousando as mãos na cintura.

- Não me enche, (S/n)! – Falou virando-se e indo até a cozinha. O segui.

- Está caindo o mundo lá fora e você estava dirigindo bêbado?! – Falei olhando para ele. Louis estava com os cabelos molhados. Seu grande moletom estava respingado com água. Talvez tenha pego chuva quando saiu do carro. O mesmo abria as panelas não se importando com o que eu estava dizendo a ele.

- Não estou afim de sermão hoje! – Saiu da cozinha e ignorou-me novamente.

- Não estou te dando sermão. Só estou falando que poderia ter acontecido alguma coisa grave. – Expliquei tentando não ser grossa com ele. Louis bêbado não era uma das melhores pessoas para manter um diálogo.

- Mas não aconteceu – Falou ríspido.

- Não precisa falar assim, Louis! – Falei o encarando.

- Eu falo do jeito que eu quiser. E para de querer mandar em mim, porque você não manda! – Rebateu encarando-me.

- Não estou dizendo que mando em você, para de ser ridículo! – Lancei enraivada. Em um movimento rápido Louis veio até mim e agarrou meus braços.

- Você me chamou do que? – Falou entredentes. Seus olhos estavam avermelhados e grandes bolsas escuras encontravam-se de baixo de seus olhos azuis.

- Me solta! – Pedi -  Você está me machucando! – Falei tentando me soltar de seu aperto.

- Você é uma piranha – Lançou. – Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores! – Soltou-me e foi em direção aos quartos.

Minha boca abriu-se diversas vezes, mas som nenhum foi emitido. Continuei parada na sala, sem reação alguma. Eu estava em choque. Nunca tinha escutado algo que me machucasse tanto. Sentei no sofá e coloque uma de minhas mãos sobre a boca para abafar o soluço do choro. Aquela foi a coisa mais humilhante que já escutei em toda a minha vida. “Não deveria ter me casado com você. Tem outras melhores!”.

Subi até nosso quarto e ouvi o barulho do chuveiro sendo ligado. Abri a porta do guarda-roupa e peguei um grande edredom e um travesseiro. Voltei para a sala e coloquei as coisas sobre o sofá. Não iria dormir na mesma cama que ele. Voltei para a cozinha e terminei de fazer o jantar. Pelo jeito só eu iria comer hoje.

O relógio marcava exatamente 11h30min P.M e a chuva ainda caia forte sobre São Francisco. Apaguei as luzes da casa e desliguei a televisão. Cobri-me com o edredom e aconcheguei meu corpo no sofá. A noite seria longa sem ele.

**

Acordei com alguns soluços altos vindo do quarto. Estiquei meu braço e olhei a hora no ecrã do celular. 2h22min A.M. Levantei do sofá e coloquei o edredom sobre meus ombros e andei até o quarto. Ao chegar na porta do quarto empurrei devagar e pude ver Louis sentado na cama com a cabeça enterrada entre as mãos.

- Lou, está tudo bem? – Indaguei adentrando o quarto. Seus soluços eram altos. Sentei-me ao seu lado e coloquei minha mão sobre seu ombro.

- Ela me deixou! – Meu coração apertou. – Por que ela me deixou, (S/n)? – Indagou entre soluços. Puxei-o para mais perto e abracei seus ombros fazendo- recostar sua cabeça sobre meus seios. Minhas mãos começaram a acariciar seus cabelos.

- Não fica assim! – Falei fechando meus olhos. Pousei meu queixo sobre sua cabeça e continuei a acariciar seus cabelos. O que eu poderia falar a ele? Não faz uma semana que ele perdeu sua mãe.

- Eu perdi minha mãe, (S/n)! O que vai ser de mim? – Falou entre soluços. Fiquei em silêncio. Queria poder tirar a dor que ele estava sentindo.

Louis aconchegou-se mais em meu peito e eu o apertei sobre o mesmo. Tem sido difícil para ele. Depois que sua mãe se foi ele começou a beber. Era uma maneira que ele tinha de fugir dos problemas e da situação que ele estava passando. Permanecemos ali. Em silencio. Continuei a acariciar ele. Poderia fazer isso para sempre se isso fizesse com que ele se sentisse protegido de tudo.

- Me perdoa pelo o que eu disse mais cedo? – Quebrou o silencio. Uma de suas mãos segurou meu braço. Louis não olhou para mim.

- Tudo bem. Não se preocupa! Você estava sobre o efeito do álcool.

- Eu não quis dizer aquilo – Explicou-se novamente.

- Está tudo bem! – Beijei o topo de sua cabeça.

Continuei a acariciá-lo até que ele pegasse no sono. Permaneci ali. Na mesma posição com o homem que eu amava em meus braços. Olhei para um dos móveis ao lado da cama e lá tinha uma fotografia onde estava Jay, Louis e eu no dia do nosso casamento. Louis estava entre nós duas com os dois braços sobre nosso ombros. Ele estava com um enorme sorriso em seu rosto. Eu e Jay riamos de algo. Lembrei-me do que ela disse assim que cheguei ao altar. “Cuide bem do meu menino, (S/n)!”.

 

- Pode deixar Johanna. Cuidarei dele! – Falei baixinho olhando para a sua imagem na foto.


CAT :)