louca por ele

Take me to the shower - Taehyung
  • Categoria: Smut // Mature  
  • 1710 palavras
  • Aviso: Conteúdo de sexo explicito 
  • Pedido feito por: @ghowys

– Estou indo tomar banho, - disse levantando do sofá dando um tapinha na perna de Tae que tinhas seus braços ao meu redor - quer ir no banheiro ante que eu entre?

– Bom, não… Mas eu posso tomar banho com você.

– Ah não, - respondi respirando fundo - não começa. 

– O que? Porquê? 

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E lá vai eu de novo. Sorriso bobo, mãos geladas, frio no estômago. É, parece que dessa vez não terá como fugir. Ele me pegou, e pegou de jeito. O carinho acompanha a forma que ele me trata, o cuidado e a preocupação sempre estão presentes. Não é como os meus amores de antes, dessa vez parece ser diferente, ou sou eu que espero que seja diferente? Não sei ao certo. Mas a única coisa que eu tenho certeza nesse momento é que, eu estou louca por ele. O desejo de beijar, abraçar e morder, só aumentam com o passar dos dias. Pra quem tanto fugiu olha só, me apaixonei pelo primeiro sorriso que encontrei.
—  O Diário de Sofi. 
Um dia desses, em casa de bobeira, pegou o álbum antigo do colégio e ficou olhando as fotos da turma, foi então que o viu, exalando charme com um sorriso gigante pra câmera, então percebeu que foi nesse dia que se apaixonou assim num piscar de olhos não deu nem tempo pro amor bater na porta foi logo arrombando, ela se lembra como guardou na memória cada  detalhe dele e ainda guarda na cabeça, na gaveta e na alma. Detalhes tão pequenos, mas tão significantes, como o jeito em que seu cabelo ficava lindo quando bagunçado, ou o brilho no olhar quando ele falava de algo que gosta, ou até mesmo aquela pinta perto de sua boca. Detalhes que antes estavam tão perto e agora aparecem assim distantes, apenas nas lembranças de fotos antigas. Como com o que aconteceu com a maioria dos seus colegas, perderam contato, a vida foi levando para longe, fazendo-os velhos conhecidos. Será que ele ainda tem aquele cabelo bagunçado e costuma usar aqueles abrigos de esporte? Será que o tempo o mudou? Ela espera que não completamente. A verdade é que se ele continuasse com aquele jeitinho maravilhoso que a fez se apaixonar, seria algo incrível. Ele tinha características únicas, singelos sonhos e olhar sereno para as pessoas que amava, esse olhar que a fazia arrepiar todo o corpo. O seu toque exalava carinho e segurança não importava o que aconteceria depois, os seus braços era um porto seguro. Ele gostava de quem era, gostava de ser discreto e calado com suas opiniões, acredita ela que ele não mudaria por nada. Ela nunca irá saber se ele ainda é o mesmo cara que assim que cruzou os olhos se revelou louca por ele, se continua sendo majestoso e único, mas guarda sempre em sua memória o cara que conheceu, assim como todos nas fotografias e lembranças, os guarda como os amou pela primeira vez.
—  Escrito por Amanda T., Lucas, Paula e Naiara em Julietário.

Pedido: Ola meu amor. Vc pode fzr um do Zayn em que eles brigam muito por ciúmes da parte dele (ela é modelo). E em uma viajem dela eles tem a pior briga por telefone (pq alguem posta uma foto dela sensual na praia) e acabam terminando. Mas antes da chamada desligar ela o chama e diz o primeiro “eu te amo”. E ele vai ate o pais que ela está e eles voltam com um hot. MIL DESCULPAS SE FICOU GRANDE OU EXIGENTE ♡

           Joguei meu celular na cama com força depois de mandar mais de mil mensagens para o meu namorado (ou ex) explicando que esse é o meu trabalho e ele tinha que aceitar isso de uma vez por todas. Passei minhas mãos nos meus cabelos e os puxei para trás. Depois de fazer uma sessão de fotos para a Vogue um paparazzo me fotografou na praia fazendo algumas poses digamos que sensuais, pois o ensaio pedia isso e eu não poderia recusar já que havia assinado um contrato com eles, não que eu não gostasse, eu amo meu trabalho e dou minha alma por ele, mas meu namorado Zayn não entendia isso de forma alguma.

           Assim que tirei minhas roupas de praia coloquei um pijama e sentei na cama e fiquei olhando para o teto esperando uma única mensagem do Zayn, pelo menos me xingando. Assim que meu celular começou a tocar, respirei fundo e pedi a todos os deuses que me desse forças para não surtar com ele no telefone. Passei o dedo na tela.

- Você não disse que ia para o Brasil para virar uma garota de programa. – Zayn gritou do outro lado da linha. – Que porra de fotos é essas? Você está mesmo fazendo um ensaio para Vogue?…

           Não conseguia falar nada apenas escutava ele gritando loucamente do outro lado da linha e eu espero que ele esteja dentro de casa.

- Zayn esse é o meu trabalho… – Antes que eu pudesse terminar de falar ele me interrompeu.

- Que tipo de trabalho é esse?

- Para com isso. – Gritei. – Okay? Isso é a minha vida eu amo o que faço e nem você e mais ninguém vai mudar isso. – Passei as mãos no meu rosto e limpei as poucas lagrimas que eu tentei a todo custo invitar que caísse, odiava parecer fraca na frente das pessoas, mesmo que fosse por telefone.

           Houve um grande silencio. Zayn suspirou. – Desculpa. Eu sei que exagero sempre, mas e porque eu te amo.

           Meu coração pareceu parar por um segundo quando ouvi essas palavras saírem da sua boca eu sempre pensei que iria ser eu falar eu te amo primeiro, mas eu estava totalmente enganada enquanto a isso. Sorri. – Eu te amo.

 

           Posso dizer que essa foi a melhor briga que já tive com o Zayn em todo o nosso pequeno relacionamento nunca imaginei que uma briga fosse acabar com um te amo como os filmes. Quando terminei de tirar toda a minha maquiagem olhei para o relógio e vi que já passava das quatro horas da manhã, como eu queria que ele estivesse ao meu lado nesse momento. Antes que eu pudesse me levantar da cama Zayn abriu a porta do meu quarto e caminhou em minha direção com um sorriso lindo do rosto.

- Como…

- Fica quieta, vamos apenas aproveitar essa noite. – Zayn tirou sua jaqueta e jogou no chão e beijou meus lábios.

           Passei minhas mãos por baixo do fino pano da sua camiseta e arrastei minhas unhas por suas costas nuas, Zayn mordeu os lábios e continuou beijando-me até me jogar na cama. Ele tirou o cinto da sua calça e a camiseta que ela vestia relevando seu peitoral definido e cheio de tatuagens que eu tanto amava. Ele se aproximou do meu corpo e puxou minha blusa a única peça de roupa que eu vestia, relevando meus seios ele começou a massagear eles, me fazendo fechar os olhos e apenas aproveitar aquele momento maravilhoso.

           Segurando seus cabelos negros, empurrei sua cabeça para minha barriga, ele tinha entendido o que eu estava querendo dizer. Ele me olhou com um olhar malicioso e sorriu, ele puxou minha calçinha e beijou o local.

- Vai logo! – Disse com os olhos fechados.

- Você vai me pagar por ser tão mau ultimamente.

           Zayn riu e voltou a ficar entre as minhas pernas, distribuindo beijos por toda a minha intimidade, me fazendo ficar cada vez mais louca por ele. Finalmente, ele me tocou com a sua língua, passeando por toda a minha extensão, indo e voltando, letamente. Zayn estimulava meu clitóris com o dedão, enquanto sua língua fazia o resto.

           Eu mantinha minhas mãos em seus cabelos, os puxando e o incentivando-o a continuar. Quando ele percebeu que o meu orgasmo estava se aproximou, ele parou e voltou a me beijar até chegar em meu pescoço, onde deu uma leve mordida. Ele puxou sua calça para baixo juntamente com a Box que ele usava, mostrando seu membro ereto e pulsante.

           Zayn abriu minhas pernas com um pouco de brutalidade e me penetrou. Ele começou se movimentando rapidamente, e eu mordia seu ombro enquanto arranhava suas costas e prazer. Zayn continuava com os seus movimentos rápidos enquanto gemia.

- Zayn… – Gemi em seu ouvido e ele mordeu meu pescoço levemente.

           Meu corpo começou a tremer de prazer, minhas pernas estavam bambas eu estava sentindo o orgasmo se aproximar, nossos corpos estavam colados por conta do suor. Zayn deu mais algumas estocadas fortes e brutas e chegamos ao orgasmo juntos.

           Ele se deitou ao meu lado, sua respiração estava acelerada. – Nada melhor do que sexo depois de uma briga. – Disse deitando em seu peito nu.

- Ou depois de um te amo. – Ele beijou o alto da minha cabeça.

Se passaram dois meses desde que ele se foi. Não houve um único dia em que não senti sua falta. Lembro-me a cada segundo dos meus dias. Minha mente está sempre ocupada com as memórias do seu sorriso, sua voz, seus olhos, seu jeito. Dói tanto.
Ainda não consegui apagar suas fotos e muito menos as suas mensagens. Na verdade, hoje me peguei lendo àquelas que mais me fizeram sorrir.
Resolvi separar algumas, as mais significativas, cada uma representando um momento importante. E agora eu me torturo lendo-as repetidas vezes, sentindo ainda mais a dor de não tê-lo mais ao meu lado. E me culpo imensamente por não impedi-lo de me deixar, por não ter insistido um pouquinho mais.
Hoje só posso pedir que me perdoe por não dar valor à pessoa que estava comigo nos melhores e piores momentos, mesmo que por pouco tempo.
Parece coisa de gente louca, né? Pois talvez seja mesmo. Se passaram dois meses e eu só fico mais louca por ele.

Capítulo: (1/5)
Gênero: Romance
Contagem de palavas: 2.602

Mudanças
Essa era a palavra que definia minha vida atualmente. A minha vida que tinha sofrido várias mudanças, a primeira, minha moradia, há seis meses eu não divido mais uma casa com minha mãe e sim com a minha melhor amiga, Jennie. Eu sai da minha cidade natal para estudar em uma universidade em outro país, eu mudei meus hábitos, meu círculo de amigos e até minha rotina, mas a única coisa que eu queria mudar, mas não consegui, foi a mim mesma. Em todos os momentos em que sonhava cursar minha faculdade preferida no exterior, eu pensava em mudar meu comportamento, viver coisas que nunca tinha vivido, mas não era o que realmente andava acontecendo, eu continuo sendo a garota estudiosa que sempre fui na época do colégio, ou até mais. Ás vezes chego a invejar o jeito como minha melhor amiga vive a vida, sem pensar no futuro, sem se cobrar tanto. Mas essa sou eu, a mesma neurótica de sempre.

Com esse pensamento de viver a vida loucamente, eu aceitei o pedido de Jennie para ir à uma festa no sábado à noite, mas desde que aceitei a proposta, me arrependi amargamente. Noites perdidas em festas não são a minha praia. Não era bem assim que eu gostaria de passar minha noite de sábado, meu plano inicial era estudar o novo conteúdo passado em sala e maratonar minha série favorita até de madrugada com um grande pote de sorvete como companhia, para mim, isso é que é diversão.
Depois de fazer uma lista em minha cabeça com todos os prós e contras, estava decidido, eu não iria mais a festa, por mais que quisesse um pouco de aventura, sair da minha zona de conforto me deixava com medo. Com o pensamento de cancelar meus planos com a minha melhor amiga, que com certeza iria ficar louca da vida comigo, fui caminhando até a sala onde aconteceria a última aula da semana, e encontrei Jimin sentado na mesa em que nós dois dividíamos, na primeira fileira, que era o lugar onde eu sempre gostei de sentar pois assim prestava mais atenção na aula. Jimin sempre preferiu se sentar no fundo da sala, onde podia ouvir suas músicas no fone de ouvido sem o professor perceber, mas como bom amigo que era, cedeu aos meus caprichos. Acho que deve ser por isso que eu o amo tanto.
Assim que me sentei na cadeira, olhei para o menino sorrindo:

-Bom dia. — desejei a ele, reparando na cara de sono que o menino estampava.

-Bom dia ____, como está a aluna mais inteligente e dedicada da sala?

Eu sorri orgulhosa, sabendo que no fundo o que ele dizia era verdade. Depois de conversar um pouco com meu amigo, eu reparei que mesmo parecendo querer dormir ali mesmo, ele estava mais animado do que nos outros dias:

-O que aconteceu pra você estar tão feliz assim?

-Eu pareço estar feliz? — o menino questionou, abrindo um sorriso tão lindo que me fez sorrir também e balançar a cabeça afirmando. — Acho que é a festa da amanhã, eu estou animado porque você vai estar lá.

Eu senti meu sorriso vacilar, pois tinha esquecido que além de Jennie, Jimin também contava com a minha presença na festa.

-É que… eu acho que não vou a festa, eu tenho muita coisa pra fazer e eu não sei se estou muito no clima. — eu disse cautelosamente.

-Mas é claro que você vai, você precisar ir. — ele dizia com urgência — Eu já até pedi pro Taehyung guardar três lugares pra gente no carro, agora você tem que ir, eu já reservei nossa carona.

Ele falou, olhando no fundo dos meus olhos, e quando Park Jimin faz um pedido olhando no fundo dos seus olhos, é impossível dizer não.

-Ok, você ganhou, eu vou. — digo, me ajeitando no lugar, vendo que o professor já tinha tomado seu lugar e havia dado início a aula. Jimin me abraçou de lado e não conseguia parar de sorrir.
Institivamente, eu sorri também. Jimin era um bom amigo, sempre me elogiava e ouvia minhas lamúrias, no começo eu até achava que gostava dele, mas essa paixão passou e deu lugar a um seintimento grande de amizade.

(…)

Quando as aulas acabaram, eu, Jimin e Jennie seguimos em direção ao nosso café preferido, que também era o preferido da universidade inteira. O lugar estava lotado, mas por sorte, encontramos uma grande mesa vaga. Fizemos nossos pedidos e esperamos, rindo e conversando sobre tudo, como um típico grupo de amigos.

Um barulho me distraiu, mais precisamente, o barulho do pequeno sino que ficava na porta do estabelecimento. Encarando a porta, não consegui desviar o olhar quando vi Taehyung e Jungkook entrando. Eu considerava Kim Taehyung um menino simpático, já havia trocado algumas palavras com ele, como ele era amigo de Jimin, facilitava a nossa aproximação. Mas Jungkook pra mim é uma incógnita, sempre o via com uma garota diferente pelo campus. Todos sabiam da sua fama de pegador e que ele não levava nenhuma garota a sério. O que mais te intrigava era que mesmo sabendo que ele não valia nada, todas as meninas da escola eram loucas por ele. Você não podia negar, ele era realmente lindo, mas não valia a pena ficar com ele e depois ser chutada.

A dupla de amigos parecia sair diretamente da TV e conforme andavam, atraiam toda a atenção para eles.

Me assustei quando percebi que os dois estavam muito próximos da nossa mesa, mas logo me dei conta do que eles queriam, notando que todas as mesas do lugar estavam ocupadas.

-E aí Jimin, será que a gente pode se sentar aqui? — perguntou Taehyung, o que eu achei meio grosseiro, afinal, não havia só Jimin sentado à mesa.

-Claro, claro, senta aí. — Jimin disse com um sorriso de orelha a orelha, me fazendo revirar os olhos por ser tão bonzinho e deixar aqueles dois adentrarem sua roda de amigos.

Os dois se sentaram, e a conversa começou a fluir, mas só entre os homens sentados à mesa, de vez em quando eu olhava pra Jennie, vendo que ela estava tão aborrecida quanto eu. Não aguentando mais ouvir o papinho dos meninos, me levantei sem pedir licença para ir ao banheiro, e podia jurar que senti um par de olhos seguir meus movimentos. Demorando mais do que o normal propositalmente, voltei para a mesa encontrando dois pares de cabelos loiros, uma sentada no lugar onde eu estava e a outro no colo de Jungkook.

Sem pensar, e com raiva da cena que eu vi, eu cutuquei minha amiga, que não parecia nada feliz e juntas fomos embora do estabelecimento.

-Sou só eu, ou você também acha esse Jungkook um idiota? — perguntei, querendo mais membros pro clube “Eu Odeio Jeon Jungkook”.

-Eu acho que ele é um idiota bem gostoso — ela disse dando uma risadinha e depois olhou pra minha cara, percebendo que eu não estava satisfeita com a sua resposta — Mas continua sendo um idiota — Jennie disse me fazendo rir da sua tentativa de concertar seu erro.

Mas uma coisa que eu não entendia, é que não era possível que só eu achava aquele garoto um ridículo e abusador de mulheres.

(…)

-O que você acha desse vestido? — minha querida amiga perguntou, pela 15ª vez, me fazendo querer estrangulá-la.

-Eu achei lindo, como eu achei os outros trezentos que você me fez opinar.— falei me deitando em sua cama, escolher um vestido para festa é exaustivo, eu já estava com vontade de desistir e voltar ao meu plano anterior de ficar em casa aproveitando minha cama.

-Beleza, eu vou com esse mesmo — ela falou virando pro espelho e admirando seu vestido escolhido — Agora só falta decidir os sapatos, os brincos e a maquiagem. — ela sorri para si mesma, correndo para dentro do banheiro.

Aproveito sua distração e vou para o meu quarto me arrumar.
Abro meu guarda-roupa e vivo aquele pequeno clichê de garotas, não encontrando nada pra usar, mesmo com um monte de roupas jogadas por todos os lados.
Volto até o quarto de Jennie e começo a procurar algo em seu armário, sabendo que quando ela visse o que eu estou fazendo, surtaria, pois desde pequena, odeia bagunça.

Uma coisa que sempre considerei bem irônica, é que Jennie sempre gostou de ter seu quarto e suas coisas milimetricamente arrumadas enquanto eu não consigo manter meu quarto organizado por mais de dois dias, mas em relação ás nossas vidas, a dela é completamente uma bagunça, com namoros frustrados, noites bêbada por aí e trabalhos da faculdade sempre atrasados, a minha é completamente o oposto, nunca tive problemas em namoro nenhum (até podemos considerá-los chatos), só fiquei bêbada uma vez na vida, no meu aniversário de 18 anos, e nunca deixei um trabalho da faculdade atrasar. Mesmo sendo tão diferentes, somos tão iguais ao mesmo tempo. Nunca imaginei que a garota que frequentava a pré-escola comigo e que dividia seu saboroso sanduíche na hora do recreio, iria estar presente na minha vida até agora. Quando, aos 16 anos, contei a ela que queria viajar o mundo e estudar em outro país, ela disse que me acompanharia por onde eu fosse, e aqui estamos nós.
Fui interrompida dos meus devaneios por uma Jennifer saindo do banheiro mais linda do que nunca.

-Você está linda, está tentando impressionar alguém? — perguntei, fazendo a minha melhor cara de “conte-me mais”.

-Não, eu só estou… me sentindo inspirada.

Comecei a gargalhar da sua resposta, soltando um “você é tão idiota” a fazendo rir.

-O que você pensa que está fazendo no meu guarda-roupa?

Ela falou como se fosse minha mãe e eu uma criança malcriada que só serve pra fazer bagunça.

-Eu não consigo encontrar uma roupa decente. — expliquei, chorosa.

-Quem sabe se você arrumasse suas coisas, encontraria a roupa ideal facilmente. Vamos lá, eu te ajudo. — ela diz me puxando em direção ao meu quarto.

-Vamos ver. — fico sentada enquanto a observo vasculhar minhas coisas e olhando para o meu guarda roupa como se fosse a minha própria stylist — O que acha disso aqui? — ela me mostra uma combinação entre uma saia preta e uma blusa rosa claro.

-Hm, acho que eu gostei, deixa eu provar. — fui em direção ao banheiro colocar a roupa. Quando me olhei no espelho, gostei do que vi, e quando sai para receber a aprovação da minha amiga, ela depositou em mim todos os elogios que eu precisava para optar por aquela roupa.

-Agora vem aqui que eu vou fazer uma maquiagem tendência em você.

Caminhei até ela rindo, e com medo de terminar com o rosto semelhante ao de um palhaço.

(…)

A campainha tocou, quando eu e Jennie não aguentávamos mais esperar sentadas no sofá da sala. Fui correndo ver pelo olho mágico quem estava na porta, mesmo já sabendo que se tratava de Jimin. Abri a porta e fiquei um pouco sem reação, pois ele estava lindo. Dei uma olhada para Jennie perceber que era hora de partirmos e saímos.

-Vocês estão lindas. — Jimin disse olhando pra mim, me deixando um pouco envergonhada. Sorri e agradeci.

-Eu sempre estou linda, você nunca percebeu? — Jimin e eu rimos da resposta de Jennie e seguimos para o estacionamento.

Não sei como, e nem porque, tinha esquecido do fato de que íamos de carona com Taehyung, e assim que chegamos perto de seu carro, percebi que ele não estava sozinho, Jungkook estava sentado ao seu lado no banco da frente.

Jimin abriu a porta pra gente, como um belo cavalheiro que ele era, e assim que nós duas entramos no carro, cumprimentamos os meninos. Taehyung foi simpático, mas o mal-educado do seu amigo ao seu lado, parecia que nem tinha notado a nossa presença.

O caminho até a festa foi rápido, e eu dei meu máximo para interagir com os garotos, mas parecia que Jungkook não estava afim de fazer o mesmo.
Assim que o carro estacionou, eu já podia ouvir a música alta, e não podia negar fiquei animada. O ambiente te causava uma pequena euforia, mas uma euforia boa.

Adentrando o lugar, eu percebi que praticamente a universidade inteira estava lá. Jimin e Jennie já foram direto para onde estavam as bebidas, e eu os segui, deixando, Taehyung e Jungkook para trás.

-O que você vai querer? — Jennie me perguntou, e pra falar a verdade, eu não queria nada alcóolico, mas decidi beber uma bebida vermelha, que parecia sangue, para agradar meus amigos.

Depois de tomar o primeiro gole, eu vi que aquela bebida tinha um gosto parecido com suco de morango, mal sabia que esse suquinho iria me fazer tão mal no dia seguinte.

Depois de 5 ou 6 copos, eu não sabia ao certo, o álcool já estava fazendo efeito, e tudo que eu queria era dançar como se não houvesse amanhã. Puxando Jennie pela mão, eu abri caminho entre as pessoas e começamos a dançar. Eu senti olhos cravados em mim, mas não olhei para saber de quem eram. Depois de duas músicas, minha amiga disse que precisava ir ao banheiro, mas como tudo que eu queria no momento era dançar até não sentir mais meus pés, decidi não ir atrás dela. Em um passo de dança e outro, eu senti alguém atrás de mim, sem me importar muito, continuo a dançar, quando sinto uma mão na minha cintura, percebo que era hora de virar e saber de quem pertenciam aquelas mãos.

Ao me virar, dei de cara com Jungkook, que sorria, um sorriso que me deu vontade de fotografar e guardar pra sempre. Nós continuamos dançando, um de frente pro outro, até que ele me vira novamente de costas e me abraça pela cintura.

Eu estava gostando até demais daquela sensação, até minha sobriedade resolver dar o ar da graça.
Milhões de pensamentos passaram pela minha cabeça, todos os boatos que já tinha ouvido sobre Jungkook e então voltei a consciência de que não queria ser mais uma que passou pela cama dele, que era onde achava que ia terminar se continuasse dançando com ele do jeito que estava. Eu tomo uma atitude brusca, tiro as mãos do garoto de mim e saio sem rumo, parando somente quando chego a parte de fora do local.
Sem saber o que fazer e não querendo voltar para onde estava, com medo de dar de cara com o garoto que dispensei a segundos atrás, eu decido que tomar um ar por um tempo seria bom.
De longe, avisto um garoto se aproximando. Ele era bonito, mas no momento, eu não queria companhia.

-E aí gatinha, tá sozinha? — ele perguntou, me fazendo sentir o hálito de bebida misturado com outra coisa que eu não sabia identificar.

-Sim, e quero continuar. Tchau. — eu disse já me virando e andando pra longe do garoto.

Devido ao álcool que estava presente no meu sangue, tudo aconteceu muito rápido, em um momento eu estava sendo puxada pelo garoto, tentando de todas as formas me afastar dos beijos que ele distribuía pelo meu pescoço, das mãos que ele passava por todo meu corpo e gritando por socorro, e no outro, o garoto estava jogado no chão, com sangue saindo pelo nariz e Jungkook me puxava pelo braço para dentro da festa novamente.
Eu estava meio zonza pelo que tinha acabado de acontecer, e não entendi muito bem o diálogo que acontecia entre Taehyung e Jungkook assim que entramos para o lado de dentro da festa.

-Me dá logo as chaves, não é o que você tá pensando, eu só vou levar ela pra casa.

-Por favor, toma cuidado com o que você vai fazer, eu não quero magoar o … — eu não consegui ouvir até o final da frase, quando eu estava tentando entender o que estava acontecendo, juntando palavra por palavra na minha cabeça, para saber se elas faziam algum sentido, Jungkook já tinha arrancado as chaves da mão do amigo e andava para fora da casa novamente.

Eu não sabia como conseguia andar, de tão bêbada que estava, mas já deveria saber que alguma coisa daria errado, pois na única vez que tinha ficado naquele estado, já deveria ter me dado conta de que era fraca com bebidas.

Assim que estávamos a um passo de chegar ao carro, eu senti meu mundo rodar violentamente, e quando senti que ia desmoronar, duas mãos me seguraram e me colocaram dentro do carro confortavelmente. Sem muito o que fazer, eu adormeci como um bebê, me sentindo em minha cama, quentinha e gostosa.
Meu último pensamento antes de dormir, foi sobre como o perfume de Jungkook era bom, e que você precisava perguntar a ele qual a fragrância ele usava.

Ele encostando os dedos frios no meu rosto, encostou também a voz rouca e mansa próximo ao meu ouvindo e o tom chegando, quase lá no coração. Eu disse quase. Só não escancarou a porta, porque trato de mantê-lo bem trancado. E ele reparou. Parecia entender, meio que desentendido, os meus motivos, mas mesmo assim não desistiu. Sorriu pra mim, dizendo assim e dizendo isso, parecia cantarolar com sua voz melodiosa: “Você é bonita, sabia? Só não reparou isso ainda”. Detesto elogios. Eles me derretem mesmo com o frio que estava fazendo. Meus pés suavam dentro dos sapatos, mas suavam frio. Eu, que me desvencilhava fácil, tentei não demonstrar que não sabia o que fazer. Manti a postura e pra não ter que me fazer de tímida, banquei a convencida: “Eu sei” — e ria — “Eu tenho uma pele bem cuidada, deve ser isso”. E antes que respirasse pra tentar inventar uma outra forma de parecer segura, camuflando a minha total falta de segurança, ele interrompeu meus pensamentos e soltou: “Eu não perderia meus olhos em você só pela sua pele.. Quer dizer, ela faz parte de um conjunto e fisicamente, não sei dizer o que mais em você me chama a atenção. Seus olhos também, nunca vi nenhum que brilhasse tanto, seu cabelo é peculiarmente parte desse conjunto e… bem.. eu nem queria dar tanto na cara que tava reparando nisso também.. tava mais concentrado na sua forma de me olhar, no seu jeitinho de falar, na forma única que você tem pra disfarçar as coisas..” — e ele me olhando com o canto dos olhos enquanto juntos, observávamos a paisagem logo a frente. Juntos, mas separados. Talvez por alguns centímetros, mas ainda assim, sem estar cara a cara.. somente lado a lado. E quase como num susto, me defendi sem pestanejar “Eu não estou disfarçando nada.. não que eu saiba” — “Aaah, você sabe sim! Tanto sabe que está aí, se segurando pra não chegar mais perto, porque sabe que se chegar, não vou deixar você mentir”. Eu queimava de raiva. Nunca ninguém havia tido aquela capacidade que ele estava tendo de me desafiar tanto com a calma que ele tinha. Me senti invadida, assumo. Além do desafio, ele estava me desvendando, como se alguém tivesse deixado na mão dele, algum tipo de instrução sobre como me deixar sem ter o que falar. E eu detesto quando as palavras me somem. “Não sei do que você tá falando”. E saí dali. Subi uns três degraus, até que finalmente, me sentisse perseguida. Era ele! Bem atrás de mim, ele ria, debochado. “Você é programada pra fazer isso? Por que será que eu já sabia que ia reagir assim?” — Virei pra ele, agora sim, cara a cara do jeito que eu temia — “Não sei como você sabe. Inclusive, você não sabe mesmo. Nunca soube nada sobre mim. A gente se conhece a tempos, mas nunca sequer te disse nada. Não tem como você saber de nad…” — “Nada? Tem certeza? Eu sei, por exemplo, que você já não foi correspondida. E sei que por isso, deixou de ter coragem de mostrar quem você é. Eu sei que você é tímida e que se esconde atrás dessas certezas que você não tem. Eu sei que você tem medo de se machucar e que isso, te impede de tentar. E eu sei que você me acha uma pessoa capaz de te fazer parar de pensar e de ser pessimista desse jeito exagerado, que só você sabe ser. Por causa, disso, você foge.. A gente está sempre a dois passos de sermos felizes juntos. Um passo seu e o outro, o meu. O problema é que a gente nunca tinha tido coragem de dar esse único passo que falta. Mas estou dando o meu agora… Estou aqui, na sua frente, cara a cara, do jeito que você tinha medo que eu estivesse pra não ter que assumir que quer o mesmo que eu. Estou aqui, com meu passo dado, só esperando você dar o seu. Sem precisar decidir nada agora. Se quiser, a gente guarda o Sim pra depois. Só preciso do seu passo. Desse passo adiante que vai levar a gente adiante também… Vai me fazer ser feliz. E você? Você vem?” Eu o odiei ainda mais. Odiava, porque em nenhuma outra oportunidade da minha vida, ninguém nunca teve essa audácia que ele estava tendo. Ninguém nunca, num lugar como aquele ou em lugar algum, teria sido capaz de me colocar a prova daquele jeito, expondo tudo aquilo que eu sentia, como se pudesse me desmanchar inteira. Eu estava ali, de pé… Mas era como se tivesse estatelada no chão, olhando pra ele. Olhando e sabendo que ele sabia, que mesmo que eu não dissesse o meu Sim, ele era dele. E que quando fosse finalmente dito, ele não teria tanta importância como teria aquele passo que eu estava quase dando. Quase. Por um momento, pensei em desistir. Um flashback envolveu a minha cabeça em segundos e eu me via, sempre e sempre perdida. Até me lembrar do momento em que o reencontrei. O mais interessante é que a nossa história, a Grande História de Nós Dois, não era feito de acasos. Eu não o havia encontrado numa tarde qualquer. Nem num dia qualquer. Não o amei a primeira vista, como muitos amam. A nossa história fala de amores e desamores. Fala de idas e vindas. De duas pessoas que se viram tanto na vida, até se enxergarem enfim, de verdade. Eu não o encontrei no meio da multidão, eu o reencontrei. E tê-lo reencontrado, me fazia sentir a calmaria de ver os problemas se dissiparem com o tempo enquanto ele sorria pra mim, sem propósito nenhum, de me ver louca por ele. E nem eu fazia isso. Caímos no amor, como quem caiu no sono. A gente não se deu conta, nem se deu cálculos pra pensar em quantas vezes gastamos até sentir tudo aquilo. Ao invés disso, a gente preferia calcular coisas malucas.. qualquer coisa que não soasse sério demais a ponto de nos distrair de um sentimento que não precisava ser sério. Só precisava ser real, e era. E foi. E estava sendo, bem no momento de dar mais aquele passo. E eu dei. Escolhi o pé esquerdo para dá-lo porque sei o quanto ele odeia superstições. E ele reparou e riu. Mas antes que pudesse sentir o beijo de recompensa que veio depois dos braços me envolvendo, pensei em todos os motivos que tinha pra estar ali, dando aquele passo. Eram milhares, milhões.. tantos, que facilmente caberão numa nova descrição, num novo texto, num novo relato que quero e vou fazer. Não me sinto e nem ele se sente seguro o bastante para sermos um tipo de inspiração para outros amantes, mas me sinto na obrigação de replicar o que aprendi com tantas marcas e manchas, que só um sentimento tão clichê, tão único e tão comentado como o amor, poderia me deixar. E o que aprendi, dá ênfase a nossa total voracidade e nosso interminável almejo por coisas intensas e profundas. A gente não vai somente com a sede ao pote. O pote é muito pouco pra gente. A gente quer se esbaldar. Quer mais e mais. E mais. Quer se afogar e se possível, quer passar a vida sem fôlego. A questão é que querendo ou não, a gente precisa dele. A gente precisa de ar. O ser humano é tão intenso que precisa recorrer ao drástico. A gente se encanta pelo que nos balança porque as balanças nos levam ao céu. E todo mundo adora essa sensação de estar nas nuvens, pular de uma pra outra, de sentir os mais diferentes sabores que cada uma delas pode ter. Aí nos esquecemos que as nuvens são feitas de algodão e que são tão leves, que não conseguem suportar o peso das nossas realidades tão duras. Num tropeço, caímos das nuvens. Num tranco, as balanças nos derrubam ao chão. E se levantamos de novo, é por obra dos apoios. Apoio, que ajuda e auxilia, assim.. bem do jeitinho que o dicionário nos sugere. O único problema, ou quem sabe, solução, que os apoios apresentam, é que eles não resolvem tudo. Nada é assim, nessa vida. Você, assim como eu, sempre vai ter que tomar ao menos, metade das rédeas de tudo o que for vir a acontecer na sua vida. Os apoios fazem a parte deles, mas o resto é contigo! Você só precisa se permitir. Permitir que que as suas preocupações se juntem às preocupações de uma outra pessoa e que elas, se tornem uma oportunidade. E dessa oportunidade, surgem as proximidades.. que de tão próximas, sem que a gente perceba, chegam ao seu extremo, faltando apenas dois passos pra decidirem o que vai ser adiante. O primeiro passo, é dado por quem tem a audácia de querer que as coisas mudem, mas só quem tem muita coragem pode selar esse pacto dando o último passo que faltar. E adivinha? Esse passo é seu!
—  A mais linda e longa História de Nós Dois
Além do Mais

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p>Imagine hot do liam

Queria começar dizendo q foi difícil pois eu escrevi e apaguei sem querer duas vezes e fiquei mto brava cmg por ser tão burra.Mas espero que goste n ta nd demais essa imagine mas n ta tao ruim

“Ooi, pode fazer um com o Liam em que a (s/n) é secretária dele e ele é louco por ela… Aí ela fica provocando ele (usando roupas curtas e tals) e acaba rolando um hot.”fanyc1

P.O.V. liam

S/n trabalhava para mim a uns 5 meses,e ela gosta de me ver louco,eu estou noivo a um tempão ja ,ate gosto da minha noiva mas fazia tempo em que não fodemos e quando fodemos ela é muito recatada no sexo,nao quer tentar uma posição nova,nada novo é sempre a mesma coisa eu em cima dela,estou cansado disso preciso de algo novo.

Era 23:00 horas da noite e apenas eu e s/n estava na empresa pois estavamos resolvendo assuntos da a filial no Japão, estava um desastre lá eu preciso resolver isso rápido,ja estou ficando frustrado com tudo isso,preciso de algo para me acalmar ou vou enlouquecer,s/n terminava de arrumar os papeis,ela estava com uma blusa social com os dois botões abertos cabelos soltos jogados pro lado,sua saia apertadinha ate os joelhos marcava bem aquela bunda deliciosa,que tenho uma louca vontade de comer aquela bunda enquanto ela grita pra eu ir mais forte,mas nao posso é errado,ate porque s/n é jovem demais para mim,mas nao sei quanto tempo eu resisto.

P.o.v S/n

Liam era tao gostoso,aquele homem era uma perdição, aquele corpo…meu Deus eu to louca por ele,sempre fui do tipo que não passa vontade que sempre tem aquilo que quer e terei liam e o terei hoje,mas precisamente agora.

-Senhor payne?-o chamo

-Sim?-ele diz distraido.

-o senhor viu essa cláusula no contrato dos bowers?-digo ja me levantandoe ficando ao seu lado com meus peitos na sua cara.

Ele me para os meus seios e morde os lábios mas logo se levanta e olha pra mim,continuo olhando nos olhos dele ate que ele pega a minha cintura e me deixa de costa pra ele.

-Por acaso você acha que eu sou idiota?desde que começou a trabalhar aqui vive me provocando…

-acho que o senhor esta enganado-o interrompo falando sensualmente.

-nao me interrompa sua vadia.Continuando você pensa que eu ia aguentar a isso muito tempo?pois esta errada,-ele fala puxando meu cabelo e deixando meu ouvido encostado em sua boca.-eu vou foder voce aqui e agora sua cadela imunda.

-voce nao seria capaz de tal ato senhor payne.-falo mas quando sinto ele tirando minha saia e rasgando minha calsinha sei que estou fodida e gosto da ideia

  P.O.V  LIAM
  • voce nao seria capaz de tal ato senhor payne.-a vagabunda fala e me irrito por ela achar que sou um bunda mole.

Ela nao perde por esperar então,tiro aquela saia que ela tanto me provocava com rapidez e rasgo aquela calcinha que ficava linda em sua bunda.

Tiro minha calça minha cueca de uma vez

-eu estou limpo e voce?  Voce toma remédio?-pergunto torcendo para que ela fala sim

 Ela acena com a cabeça confirmando então a penetro com força,ela dá um grito agudo

  -queria que eu te comesse não queria? então toma.  

  -Oh sim senhor payne,me fode forte

 meto na buceta dela com força sinto vontade de beijá-la então eu a viro e beijo aqueles lábios carnudos que eu adoraria no meu pau.Sento ela em cima da minha mesa e penetro-a denovo.

Chupo e mordo seu pescoço e ela geme pedindo mais vou descendo até chegar em seus enormes seios os chupo também.

  • mais forte eu vou gozar-ela diz gemendo alto.

 -entao goza no meu pau cadela.

Ela revira os olhos e me beija sinto ela me apertar e sei que acabou de gozar.Continuo penetrando ate que o que ela me diz quase me faz gozar.

 -goza na minha cara-ela se ajoelha à minha frente e cai de boca no meu pau e começo a meter sem dó na sua boca.

 -isso cadelinha me chupo todo-vejo ela engasgar as vezes

Sinto que vou gozar entao tiro meu pau da boca dela e me masturbo em sua frente ate que gozo em sua cara,vejo minha porra  escorrendo ate seus seios e caralho aquilo era muito excitante.

Ela se levanta se limpando com sua blusa que estava no chão.

  -Essa não foi a unica vez quero comer essa boceta outra vez-falo e ela ri maliciosa.

 -o que acha de ir la em casa?-ela pergunta e eu sorrio

Fim

Bom espero que tenho gostado me contem la na ask.bjs ate a proxima

— Vai sentir minha falta?
— Provavelmente não e você?
— Provavelmente sim.
— Porque?
— Você me distrai.
— Não, é porque você me ama, admita.
— Eu não amo você.
— Mas gosta do meu cabelo.
— Ele é bagunçado.
— Gosta do meu corpo.
— Você é magrinho.
— Ama caras altos, assim como eu.
— Você parece uma girafa, é horrível.
— Ta, mas você adora meu amiguinho aqui em baixo. Sei que é louca por ele, fala a verdade.
— Hm, é razoável, já vi melhores.
— Não me magoa.
— Não me estressa.
—Você é linda, sabia?
— Ta.
— O que você tem?
— Nada.
— Sabe que eu te amo né?
— Mentiroso. 
— Gostosa.
O silencio permaneceu durante um tempo. A lua apareceu para iluminar a noite, e isso a fez ficar sonolenta. Estava prestes a se entregar ao sono quando o ouvir sussurrar:
— Ei, também vou sentir sua falta.

Arlequina ama o Coringa, mas será que o Coringa ama a Arlequina?

Em “Gotham City Sirens”, Hera Venenosa fala que o amor que a Harley sente pelo Coringa é um vício/obsessão, como todos vemos no quarto da Harley ou a cela no Arkham enfeitada de desenhos do Coringa. Nos trailers de Esquadrão Suicida (que será lançado no dia 4 de agosto de 2016) vemos que Harley possui diversas tatuagens comprovando isso, e Margot Robbie (atriz que interpretará Harley Quinn no filme Esquadrão Suicida) também confirma que Harley é obcecada pelo Coringa. Mas que ela o ama:

“É uma relação incrivelmente disfuncional… Ela é louca por ele - literalmente, louca. E não é um relacionamento realmente saudável. Mas é viciante.” Diz Margot Robbie.

Você tanto pode amar alguém e estar obcecado com eles, ao mesmo tempo. Mas não é uma combinação saudável e muitas vezes resulta em um comportamento abusivo. Durante a relação do Coringa e Arlequina, eu acho que ela estava completamente apaixonada, mas também muito obcecada com ele. Embora muitas vezes eu me pergunte se Harley amou/ama o Coringa como uma pessoa, tanto quanto ela amava/ama sua idealização dele.

Há uma cena em Batman: Mad Love (escrita por Paul Dini e desenhada por Bruce Timm), por exemplo, onde Harley fantasia sobre um futuro com o Coringa, onde ambos tem uma família e vivem juntos.

A ideia de construir uma família com o Coringa, não é nada mais que um sonho. O leitor sabe disso, o Batman sabe disso, e no fundo Harley provavelmente sabe disso, apesar de ela não querer admitir a verdade para si mesma. Mas apesar de ter sido confrontada com a evidência dolorosa das mentiras do Coringa e sua brutalidade, Harley ainda não podia deixar ir de sua idealização dele, mesmo quando ela amamentou as graves feridas que ele (fisicamente, emocionalmente e mentalmente) causou sobre ela.

Como o seu criador Paul Dini disse, Harley é uma pessoa que ama muito as pessoas… Mas isso muitas vezes pega mal para ela.

No meu ponto de vista, eu acredito que Coringa possa ter algum sentimento pela Harley. Só o fato dele permitir com que ela fique ao lado dele, cuidar de tudo juntos, é sinal de confiança. E, também, todos sabem que a Harley é importante para ele, na maioria das vezes ele não demonstra isso. Mas ele não a abandonaria, pois ela é útil para ele. Tem um pouco de sentimento de afeto na relação de ambos, pois quando você ama ou se importa com alguém é normal chamar a pessoa por apelidos. O Coringa chama a Harley de Tortinha, Cupcake e Harl. E, a Harley faz o mesmo, o chama de Sr. C, Pudim ou Pudinzinho.

Mas amar, realmente amor de verdade, acho que não. Porque como todo mundo sabe o Coringa não tem absolutamente sentimentos por ninguém, mas com a Harley é diferente. Harley ama o Coringa incondicionalmente, sim! Mesmo o relacionamento seja julgado como “abusivo” por quase todas as pessoas que leem, ou já leram, os quadrinhos. Portanto, ainda não é crime amar.

O coração não é um panfleto que você entrega para qualquer pessoa na rua e diz: “é com você que quero passar o resto da minha vida”. Harley se apaixonou por ele, mesmo sabendo das consequências que isso lhe traria, e continua amando-o mesmo depois das coisas que ele lhe fez.

One Shot Harry Styles - Jealous

  • Pedido

- Tudo pronto para a festa? - Harry me abraçou por trás enquanto eu encarava a tela do tablet aberta numa página onde as pessoas que iriam para minha festa haviam confirmado ou não a sua presença.

- Prontíssimo. - virei-me para ele e o beijei. - Você vai conseguir vir, não é? - abracei-o pelo pescoço.

- Sim, pode ter certeza. Sairei do estúdio e virei correndo pra cá. - beijou minha bochecha e fez um breve carinho no meu rosto. - Tenho que ir agora. - me deu um beijo na boca. - Até amanhã.

- Até.

A festa que aconteceria no outro dia seria a minha festa de aniversário, porém meu aniversário já havia passado há uma semana. Eu tive que viajar e não pude organizar nada para o dia, mas Harry reuniu os meus amigos mais próximos e os levou para o lugar que eu estava. Lá, todos nós curtimos um jantar e depois uma balada. Foi maravilhoso. Pelo menos até a parte que Harry cismou que tinha um rapaz olhando pra mim e decidiu que deveríamos ir embora.

- Onde a senhora quer que eu deixe a mesa que ficará com o bolo? - o rapaz da decoração me perguntou. Isso fica a critério do cliente, pelo menos.

- Ali na direita, por favor. - mostrei com o dedo indicador o local e ele rapidamente, com ajuda de mais 2 homens, levou a mesa até onde eu disse.

- Hoje a noite promete! - Lana, uma amiga, aproximou-se com umas plaquinhas na mão. - Essa festa será maravilhosa, (s/a).

- Tenho certeza que sim. - sorri. - Estou animadíssima.

- Você acha que o Harry consegue chegar a tempo?

- Tenho certeza. Ele é o melhor marido do mundo, vai fazer de tudo para vir.

- Realmente, nunca vi um cara tão incrível quanto ele.

- O único problema do Harry é o ciúme, sabe? Ele é muito ciumento e isso às vezes atrapalha a nossa relação.

- Sei bem o que é isso, esqueceu o que o Lewis me fez passar? - colocou a mão na cintura e eu neguei rindo.

- No caso ele é um milhão de vezes pior do que o Harry.

- Acho que sim.

- Acha? - questionei e ela gargalhou.

Passamos o dia arrumando tudo até que quando eu menos esperei acabei percebei percebendo que a festa estava toda pronta. Aquilo havia ficado lindo e aconchegante. Do jeito que eu queria. Quando a noite chegou, meus amigos foram chegando junto com a minha família e a de Harry.

- Minha nora! - Anne disse aproximando-se e me dando um abraço. - Isso aqui está lindo! Estou amando tudo!

- Obrigada, Anne. - sorri.

- E o Harry? Cadê ele?

- Está gravando, mas logo ele virá. Ele me prometeu que viria e eu acredito plenamente nele. - Anne sorriu e me abraçou novamente.

- Sou muito feliz por ele ter encontrado uma mulher tão perfeita quanto você. É uma pena que ele tenha ciúmes, mas isso mostra o quanto ele te ama.

- Eu sei. - ri fraco. - Quer comer? Tem risoto de ostras.

- Opa! Você sabe que não resisto. - nós rimos e ela seguiu o caminho até a cozinha junto comigo. - Só mais uma coisa.

- Diga. - ri quando Anne falou de boca cheia.

- Preciso que vocês dois me deem netinhos.

- Uh. Vou falar sobre isso com o Harry. Vamos planejar.

- Ótimo. - olhou-me de sobrancelhas arqueadas e depois riu. - Vamos pra sala. - e assim fizemos.

- (s/a)! - Paul, um amigo do primeiro ano do colégio, gritou vindo até mim. Nos abraçamos e ele beijou minha testa, isso ele fazia sempre. - Quanto tempo, que saudade!

- Pois é, você sumiu. - sorri abertamente.

- É, eu estive viajando o mundo. - riu. - Trouxe isso pra você. - ergueu um lindo ursinho rosa. - Comprei em Nova York, lembrei que você gostava de ursos e não acreditei quando recebi o seu convite de aniversário. Eu iria passar aqui de todo o jeito para te entregar, mas aí decidi o unir o útil ao agradável. Sei que seu aniversário já passou, mas feliz aniversário. - me abraçou mais uma vez.

- Obrigada, Paul. Estou muito feliz que esteja aqui. Você é o meu único amigo homem.

- Eu sei. - fez-se de convencido e eu ri.

- Vem, vamos conversar. Sabia que a Lana está aqui? - perguntei e ele ficou mais branco que o normal. Ele amava Lana.

- Ela… Está aqui?

- Sim, está. - ri. - Lana! - gritei quando a vi passar. - Olha o Paul. - ri ainda mais quando a vi olhá-lo como um predador olha para a caça. Paul realmente estava lindo.

Estávamos todos juntos conversando na sala de estar, o pessoal do colégio estava bem evoluído e a conversa fluía muito bem. Eu tinha Paul sentado do meu lado esquerdo e Lana do lado direito. Nós três engatamos uma conversa sobre a vida durante esse tempo e ríamos sem parar contando as nossas peripécias.

- (s/n). - ouvi a voz grave de Harry me chamar por atrás. Os pelos da minha nuca se eriçaram.

- O-oi, amor. - levantei-me do sofá e lhe dei um beijo rápido.

- Pra você. - sorriu de canto me erguendo um enorme urso branco.

- Obrigada, meu amor. - Abracei-o e beijei seu pescoço. - Obrigada por conseguir vir também.

- Sou seu marido, não posso faltar nada que diz a você. - sorriu brevemente e encarou Paul. - Quem é?

- Um amigo. - puxei-o pelo braço e o levei até a área dos sofás. - Gente, esse aqui é o meu marido, o Harry. Amor, esse são meus amigos do colégio. Todos eles. - apontei para as pessoas sentadas que acenavam para Harry. Algumas mulheres o olhavam como se visse um pedaço de pizza ali e elas estava doidas para dar uma mordida.

- Olá, pessoal. - acenou de volta e olhou diretamente para Paul. - Olá… - deu espaço para meu amigo falar seu nome.

- Paul Stevens. - estendeu a mão para Harry que a apertou firmemente.

- Prazer. - os dois disseram juntos.

- Amor, quer algo pra beber?

- Uma água. - sorriu beijando minha bochecha rapidamente e sentando-se ao lado de Paul. Pedi para o garçom trazer a água de Harry e ocupei meu lugar anterior. - E então Paul, você é amigo de (s/n) há quanto tempo?

- Há anos! - riu. - Desde que eu me entendo por gente, Harry. Nós dois nos falamos pela primeira vez no meu primeiro dia na escola, ela já era veterana e me ajudou a andar por lá.

- É… Você me perguntou como uma menina do primeiro ano sabia andar pelo colégio inteiro. - ri.

- Aí você me respondeu que estava lá desde pequena e eu fiquei mais raso que o chão. - falou rindo e eu e Lana rimos também. - Depois daí nos falamos sempre.

- É, o Paul fez questão de sentar ao meu lado. - Harry me olhou de cara feia. - Quer dizer, entre mim e a Lana. - corrigi.

- Eu amo essas duas. - sorriu para nós. - E você lembra naquele dia que você derrubou seus livros no chão quando aquele carinha passou por você… Como era o nome dele mesmo? - arqueou as sobrancelhas.

- Bruce. - Lana disse gargalhando. - (s/a) era louca por ele.

- Até ficar com ele, no fim do segundo ano. - Kate, uma outra amiga do colégio, gritou fazendo todos rirem. - Foi de causar inveja, (s/a). - ergueu o copo pra mim e piscou o olho. Eu podia jurar que Harry estava me matando em seus pensamentos.

- Isso, aí nesse dia que ela derrubou os livros eu fui ajudar e nós quase… - começou a rir. - Quase nos beijamos, não foi? - eu gelei na hora. Não faça isso, Paul. Não faça. - Eu lembro da sua cara de assustada e provavelmente eu devo ter ficado como um palerma parado. Foi épico.

- Erm… - murmurei sem graça. Eu não tinha forças para olhar pra Harry.

- E depois eu tive que dar um pequeno soco no Bruce, você lembra Karl? - gritou para um amigo que estava do outro lado.

- Lembro, sim. Nós morremos de rir da cara do Bruce.

- Mas você se aproveitou dele. Bruce estava bêbado. - John, um rapaz que fazia parte do grupo de Paul, disse.

- Sim, mas ele estava falando da (s/n). Eu não podia deixar barato.

- Falando de mim? Falando o quê?

- Que você beijava muito bem e que ele teve vontade de… - parou de falar deixando a frase no ar. Quase me engasguei com o coquetel que eu tomava. Harry fez um som gutural, provavelmente querendo mostrar que não havia gostado do que Paul disse.

- Hum… Vamos mudar de assunto, sim? - perguntei tocando a mão de Harry, mas ainda sem olhá-lo. Ele soltou-se do toque rapidamente.

- Ah, qual é? Agora que estava ficando bom. - Kate disse fazendo todos rirem.

- Paul! - minha mãe disse aproximando-se dele e o abraçando. Fo-deu!

- Que saudade da senhora! - ele disse sorrindo e beijando sua bochecha.

- Eu também estava, querido. Por onde andou?

- Viajando o mundo!

- Nossa! - minha mãe riu. - Por que não chamou a (s/a), vocês sempre foram tão grudados.

- (s/n) preferiu casar e se fixar em um lugar. - ele disse rindo. Eu podia ver Harry mexer no cabelo de tão impaciente.

- Ah, parem com isso! - Kate novamente. Ela estava claramente bêbada. - Todos sabem que a mãe da (s/a) sempre quis que ela e Paul ficassem juntos, vai. Ela vivia dizendo que eles fariam um casal perfeito. - era agora que eu já podia jogar uma panela de água fervendo nessa mulher?

Harry suspirou pesadamente, colocou o copo de água na mesa de centro e se levantou indo com pressa para o andar de cima. Passou por minha mãe e Paul como um furacão e por pouco não levou os dois com ele. Minha mãe me olhou assustada.

- Podia ter evitado essa. - falei pra Kate e subi atrás de Harry.

- Desculpa. - ela gritou enquanto eu subia os degraus com pressa.

Ao chegar no andar de cima, vi Harry andar de um lado para o outro e alguns vidros no chão. Ele havia quebrado uns três porta-retratos. Seu cabelo estava todo bagunçado, provavelmente das vezes que ele o bagunçou. E seu rosto vermelho, completamente vermelho.

- A-amor…

- Sai (s/n), volta lá para o seu amiguinho, ou melhor, para os seus amiguinhos, não é? Não há um deles que presta.

- Harry, me deixa…

- Não! - gritou. - Eu sou seu marido, porra. Por que eles não me respeitam? Falam dos caras que você pegou e aquele Paul vem falar que quase te beijou na minha frente, caralho? Eu sou o quê, hein?

- É meu marido, eu sei, desculpa amor. Eu não sabia que eles iriam fazer isso.

- Mas fizeram. Eu estou morrendo de ódio. Por mim eu iria agora lá naquela sala e socava a cara de cada um deles, mas eu não faço isso, sabe por quê? Porque eu te amo e não quero estragar a merda dessa festa que é tão importante pra você. Mesmo estando cheia de cobras, essa festa ainda é importante pra você e eu não quero estragar. - sorri de canto com a declaração dele. - E ainda tem a sua mãe que preferia ele do que eu.

- Ela não disse isso, foi a Kate.

- Mas pela a cara dela eu vi que era verdade.

- Harry…

- Pode ir pra lá, eu vou ficar bem aqui. - sentou-se na cama e pegou seu celular.

- Você não vai mais descer? - ele me olhou incrédulo.

- Descer? - riu. - Só se for pra quebrar a cara daquele Paul. - colocou o fone de ouvido e eu desisti de tentar falar com ele. Deixaria para falar mais tarde e com certeza ele estaria bem melhor e disposto a discutir tudo.

Jess

Vou contar uma historinha para vocês. Tudo de ruim começa com “L”, pelo menos para mim. O primeiro eu conheci a mais ou menos uns 5 anos atrás, e como uma guria tola me apaixonei perdidamente por ele. No começo ele se mostrou compreensivo, sincero, amigo. Era tudo o que eu precisava, afinal, eu estava passando por uma barra em casa. Ele tinha se tornado o meu melhor amigo, a minha melhor companhia, o meu único porto seguro. Era para ele que eu ligava quando não conseguia dormir, ou quando alguma coisa ruim acontecia no meu dia. Depois de 5 meses de longas conversas e risadas ele me pediu em namoro. Disse estar apaixonado por mim. A nossa primeira semana juntos foi maravilhosa, eu me sentia nas nuvens, mas na semana seguinte começou o inferno. Uma ex dele voltou, e se dizia ainda estar apaixonada por ele. Ele acreditou e foi correndo para os braços dela, naquele momento eu me senti um lixo. Eu era louca por ele, passei praticamente um ano o amando em segredo e quando finalmente achei ser correspondida era tudo uma mentira. Entre idas e vindas passamos 2 meses juntos, e ele terminou comigo umas 4 vezes para voltar com ela. E na última ele alegou que eu não era mais a menina doce e meiga que ele conheceu. Ironia não? Ainda não me recuperei completamente desse amor, e acho que nunca irei me recuperar. Logo depois disso eu decidi que nunca mais iria me abrir novamente para alguém, que nunca mais iria permitir que alguém atravessasse os meus muros. Me enganei, e como uma bomba o segundo entrou em minha vida. Ele jogava futebol bem pertinho de onde eu estudava, percebia que quando eu passava ele de longe ficava me observando. Até que um dia ele resolveu me esperar na saída do curso de inglês. Disse que precisava me entregar algo. E ele me deu uma carta, contando tudo que sentia desde do primeiro dia que me viu. Eu nunca tinha recebido algo do tipo, já tinha uma quedinha por ele e aquilo só atiçou ainda mais a minha vontade de conhece-lo. Passamos 3 anos juntos, e no dia que eu completei 18 anos resolvi entregar o que eu possuía de mais importante. Me entreguei para ele, literalmente. E na semana seguinte descobri que ele me traia cada semana com uma guria diferente. É, depois de quase 2 anos dizendo para mim mesma, “não quero me aproximar de ninguém, outra vez.” E eu fiz, eu estava conseguindo isso. Só que esse ano, eu infelizmente abaixei a guarda e me deixei levar, me apaixonei outra vez. Entrei de cabeça em um relacionamento virtual que no fundo não tinha fundamentos, afinal, qualquer relacionamento que começa com mentiras tentem a não dar certo. E assim aconteceu, não deu certo outra vez. E mais uma vez estou aqui, prometendo nunca mais me apaixonar de novo. Não por causa da dor desse sentimento, e sim pelas pessoas que não sabem como lidar com ele. Bom, se um dia eu quebrar essa promessa de novo, eu realmente espero que valha a pena.
—  O Diário de Sofi . 
E ele é um filho da puta. Um desses cafajestes que mexem contigo só com o jeito de olhar. Que tem uma voz de deixar qualquer uma louca por ele. A boa notícia? Eu sei disso. A má notícia? Eu estou louca por ele.
—  Sonhadora
É ele meu namorado, todo errado, todo largado, sem relógio no braço faz sua hora, chega e sai nem diz onde vai. Eu? Sou o oposto dele, a certa da relação, quem diria que uma menina como eu ia amar um garanhão. Mas já são meses, se bobear, podemos dizer anos, se batendo, se conhecendo, se namorando. Hoje eu sou louca por ele, larguei meu mundo, e to entrando no dele - o porque eu não sei - apenas me apaixonei como alguém que cai do céu, gradativamente, sem ao menos pensar nos pôs e contras. Cai naquela lábia, viciei no seu sabor, tomei gosto pelas aventuras e me enlouqueço de tanto amor. Ele me leva onde ninguém nunca me fez conhecer, me faz querer mais, me faz ser aquela que nunca sonhei, menina mimada, que de santa não tinha nada, tomou gosto pela louca que era amar e viver com alguém tão errado ao ponto de ser certo, com seus próprios ideais faz do mundo seu ponto de paz. Mal sabe ele que pode ter tudo de mim, do início ao não fim, vou ser dele, como toda dama que tem o seu vagabundo. Eu te amo.
—  Sem-sentidoa
Um final trágico.

Ela era louca por ele, e ele louco por ela… Os dias iam passando, ela se afastando, aos poucos eles mal enviavam um simples “oi” por mensagem, e assim tudo ia se acabando, virando um nada, no fundo ela queria, mas… o medo de se machucar era maior. E assim aconteceu, os anos passaram, ela mal lembrava de sua existência, mesma coisa com ele, eles se bloquearam com o passar dos anos, como se nada tivesse acontecido. Até um dia, que eles simplesmente se esbarraram, em um super mercado, só podia ser o destino pois o lugar estava lotado, naquele momento, o nada virou tudo novamente, seus olhos se encheram de lagrimas, ela sentiu tanto a falta dele, daqueles olhos, daquela boca, mas por medo, tudo havia ido embora, pra um caminho sem volta! E ela sabia disso, por isso, ela engoliu seu choro e tudo que estava sentindo ali, com uma vontade de sair correndo mas ao mesmo tempo não, ele simplesmente colocou a mão em seu rosto, limpando poucas lágrimas que haviam caído, com um sorriso no rosto, ele disse: Bom te ver. Ela já estava desesperada mas não mostrava, apenas respondeu com um leve sorriso forçado e verdadeiro por dentro, e se foi, saiu andando. Uns iram pensar porque ela não ficou mais ali, mas é assim o medo, te impede de fazer as coisas, o futuro. Não deixe as coisas simplesmente acontecerem, se você acredita em algo, tente, tente até não ter mais forças… A força você recupera com o tempo, mas o medo, ele só aumenta.

Autora: Karla Ouverney

AMA’s + Drama Camren & Bad Things

Oi amores! Trago um post interessante sobre o que provavelmente poderá acontecer nos próximos dias. Cliquem aqui pra ver o post original. Tem coisas que não concordo como já disse em asks anteriores!!! Mas como sempre digo: É importante vocês estarem abertos, independentemente do que acreditam ou não! Vamos abrir nossas mentes, pessoal. ^-^

Eu estava no processo de preparação de um post, antes do AMA’s, quando a foto foi “vazada”. Se você leu minha teoria sobre a saga Camren, vai saber que eu estava esperando uma foto assim vir a tona. Na verdade, depois que eu descobri que Lauren e Lucy estavam no casamento do tio dela juntas, eu esperei que iria ter uma foto ou vídeo delas juntas logo. Eu pensei que eles iriam esperar para vazar depois do AMA’s. Eu não acho que a gestão esteja feliz que isso tenha acontecido agora. A equipe de PR (Relações Públicas) vai ter que ter um trabalho para fazer antes do AMA’s no Domingo.
Aqui está minha teoria do que estou esperando que aconteça nas próximas semanas.

Nessa indústria da música, tudo é sobre cronometragem. Duas coisas vão acontecer. O AMA’s vai acontecer no Domingo e o clipe de Bad Things vai lançar. O vídeo vai lançar provavelmente ou na noite do AMA’s ou nos próximos dias depois porque Camila está programada para performar a música com MGK no dia 23, na quarta-feira depois do AMA’s.
Nós também sabemos que há uma boa chance de Lucy estar no AMA’s porque o pai dela está programado para aparecer. Perfeito. Na semana do AMA’s todas as peças vão ser colocadas no lugar para “matar” Camren e algum rumor de Camila sendo nada além de hétero.

Eu suspeito que terá Lucy próxima de Lauren durante a cerimônia da premiação, e se Fifth Harmony vencer algum prêmio, eu espero alguma interação entre Lauren e Lucy (um abraço ou algo assim). Isso vai fazer um buzz nas redes sociais. Camren quem? Laucy sim!!!

Então eu espero que a gestão vaze alguma evidência do casamento, ou no Domingo a noite ou depois do AMA’S ou um dia depois para provar que Laucy é real e destruir todas as esperanças de Camren. Isso vai acontecer em tempo para o lançamento do clipe de Bad Things, onde eu suspeito que Camila vai provar sua “heterossexualidade”. Estou ansiosa para esse maldito clipe só para ver até onde eles estão dispostos a ir para empurrar a Camila para essa imagem de hétero. 

Eu não acho que o tempo disso tudo é coincidência, pessoal. É tudo sobre cronometragem e imagem. Olhe o tempo que a imagem dela mudou! Ela era nossa doce pateta Camila Cabello, então Worth It explodiu e tudo começou a mudar. Nós começamos a ter a bonita e sexy, ainda vulnerável imagem de “garota hétero”. É por isso que tivemos aquele maldito dueto com Mendes, para ajudar na imagem dela. O dueto não era sobre subir sua carreira solo, era sobre subir sua imagem de “garota louca por garotos”. Eles vão fazer a mesma coisa com o clipe de Bad Things, apenas empurrando um pouco mais forte dessa vez. Eu suspeito que Camila vai achar um namorado nas próximas semanas também. 

Olhe, todos esses projetos solos não são apenas para construir uma fã base maior para uma carreira solo. É pouco sobre isso e mais sobre criar a imagem certa. Camila já era uma das mais populares no grupo, ainda ela é a que mais tem que mudar. Ela não só teve que mudar o jeito que interagia com Lauren, mas com todas as garotas. É meio difícil de aceitar e manter uma imagem de garota hétero quando você está lambendo, beijando, abraçando, aconchegando e brincando com os peitos da Normani e da Dinah. Essa garota não pode mais ser ela mesma e isso é triste. Eu tenho saudade daquela Camila.

Todo mundo diz que Camila está depressiva e lutando no grupo e quer destruir isso para sair e ir solo. Me deixe enfatizar isso mais uma vez: 5H não foi feito para durar. Você não pode destruir algo que foi criado com uma data de expiração. As garotas foram destinadas a ir longe com o grupo e depois ir embora para suas carreiras solo de sucesso. Essa é a triste verdade. 

Então, o que devemos tirar desse drama todo? Camren é real? Eu sei que é uma chance de ser mais real agora do que nunca. Laucy é real? Eles querem que a gente pense que sim. Aquelas fotos mostram pra mim que é? Na verdade não. Me chame de delirante se quiser, mas acho difícil acreditar que Lauren está apaixonada por ela, ela recentemente chamou ela de melhor amiga e IRMÃ.
Para mim eu acho a cronometragem dessas fotos bem interessante. (Eu estava esperando por elas, aliás.) Eles estão tentando vender uma narrativa, que eu não estou disposta a comprar. Eu posso estar completamente errada? Absolutamente! Eu não faço parte do círculo interno delas. Eu também posso estar certa, apenas o tempo dirá.
Para todo mundo que está preocupado com Lauren sendo exposta, essa garota está expondo ela mesma faz um tempo. Tudo o que tinha que fazer era prestar atenção.

Várias vezes me perguntaram como que acredito em Deus, como tenho fé, o que ele fez por mim e coisas parecidas e sempre pensei no melhor jeito de responder perguntas como tais. Primeiramente não sirvo/acredito/amo Deus pelas as coisas que ele pode fazer por mim, mas sim, pelo o que Ele é, por como me sinto na presença dele e como fico completa quando acredito que ele é o Senhor da minha vida. Queria conseguir explicar claramente como me sinto na presença Dele, mas é algo sobrenatural, algo inexplicável, quando me coloco diante do Pai sinto uma paz tão imensa que o mundo nunca compreenderá, sei que tudo pode está difícil, mas tudo ficará bem porque Deus está no controle, sei que não importa o que as pessoas pensam, sei que não importa as críticas e todo resto, porque a única coisa que importa é o que Ele quer de mim e o que ele tem para mim . Como acreditar em algo que não se pode ver? Mas ”Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem.” Hebreus 11:1 E eu tenho fé que Deus está no controle e que todas as coisas fazem parte de um plano bem maior, que ainda não consigo compreender. Tem pessoas que procuram a Deus quando tudo está na pior, quando não tem mais solução para nada, Deus é o Deus do impossível e pode mudar qualquer situação, mas a oração não é um “telefone” de emergência para você discar só quando se precisa de ajuda, Deus quer que o busquemos quando estamos em qualquer situação e em qualquer fase de nossas vidas. Um grande erro também é pensar que indo à igreja as coisas vão melhorar, entregando sua vida a Deus, tudo ficará um mar de rosas, mas não, quando entregamos nossa vida a Ele tudo pode continuar de certa forma da mesma maneira para os outros, talvez os problemas até aumentem, terá mais afronta, mais críticas, mais dificuldades, o que muda é o seu coração, sua mente e sua vida, você sente a paz dentro de você, terá vontade de compartilhar sua experiência com o mundo, se sentirá de forma preenchida, não ficará feliz por algumas horas, mas sim ficará feliz o tempo todo, e quando estiver triste tudo vai ficar bem, pois é como diz Salmos 30-5b “O choro pode persistir uma noite, mas a alegria vem pela manhã.” E as vezes, quando você achar que não tem mais jeito, quando pensar que não consegue mais, quando chegou ao fundo do poço e não há mais solução, você se lembrará da sua palavra de conforto “Por isso não tema, Pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa.” Isaías 41:10 Tudo fará sentido, você não irá querer sair mais da Presença dele, grandes coisas irão começar acontecer na sua vida, talvez não coisas físicas, mas coisas espirituais, começará contemplar a face de Deus com seus próprios olhos, ouvirá sua voz com seus próprios ouvidos e todos verão que sua vida está diferente, “Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” -2 Coríntios 5:17 Mas para isso você tem que nascer de novo, não estou falando de ir para uma igreja, ser batizado, ter uma religião, não estou falando de saber falar da palavra de Deus, decorar todos os versículos da bíblia ou sair por ai fazendo caridade. Nascer de novo não significa fazer essas coisas, nascer de novo significa morrer para sua vida, seu passado, e nascer para Deus. Significa se arrepender de todas as coisas que não considera certo, se prostrar diante Dele e reconhecer que precisa de sua ajuda, precisa de sua presença e que ele é Deus, e sem ele sua vida está incompleta, e Ele é o único que poderá preencher e entregar o seu coração, assim ele te perdoará por todos seus pecados, apagará todo seu passado e escreverá uma nova história para sua vida. Eu não me importo mais com o que as pessoas vão dizer, não me importo se me chamarem de louca, pois eu sou louca por Ele, não me importo se me chamarem de fanática religiosa, pois eu sei que não se trata de religião e sim de um Deus vivo, não me importo se me chamarem de careta ou de qualquer coisa que se refere a mim por causa da minha crença, eu não me importo com o mundo, ”Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” Romanos 8:38-39  Me sinto assim, é assim que vivo e nisso que acredito. Eu sinto seu cuidado comigo em cada detalhe, em cada coisa, sinto o seu amor em coisas pequenas e sei que ele está comigo mesmo que o mundo diz que não, quando estou triste e me lembro que ele está comigo, que ele me ama de forma incondicional e está ali para me perdoar quando eu falhar. Não sou perfeita, sempre vou pecar, sempre vou dizer e fazer coisas que não deveria, sempre vou fazer algo que não o agrade, mas eu sei que ele vai me perdoar, pois Deus nos perdoa de qualquer coisa, quando nos arrependemos verdadeiramente e fico nessa busca constante de estar mais perto Dele, aprendi que não é por causa de outras pessoas que estou na igreja, e não é por causa dos amigos que vou na igreja, ou por causa do louvor, ou das pessoas, ou só para agradar meus pais, ou qualquer motivo que seja, vou a igreja pois quero ouvir a voz de Deus, quero senti-lo, quero está mais perto. Tem um ponto em nossa vida que precisamos decidir que caminho tomar, essa foi escolha que EU fiz, MEU caminho, MINHA decisão, e ninguém poderá tirar isso de mim. Sei que tudo no final valerá a pena, pois ”Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam.” 1 Coríntios 2:9.
—  Processiva