long ver

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Glitch Effect Tutorial

ayyeee here’s a tutorial no one asked for made this for college assignment, but i hope someone will find this useful! >w< (original drawing)

* You felt your sins weighing on your neck.

2

When I am alone, I see you in the dark, I
Talk into the empty like you were with me
Started on a cold night, felt you in the low light
Noticing the reflex taking over me
I see you when I reach
Muscle memory

Thank you for 400+!! I haven’t drawn chrobin for a while, so I got some inspiration from one of my favourite songs. I drew a robin in place of a sparrow for obvious reasons. :3c

the only lines of dialogue in the hyyh/wings story so far

prologue

taehyung on the phone with namjoon after stabbing his father: “hyung, I really want to see you right now”

namjoon waking up taehyung at the abandoned pool: “what are you doing right now?”

jungkook: “oh, it’s jin hyung!”

jin to hoseok and the rest of bts at the fire pit: “should we…go there?”

stigma

taehyung to interrogator: “please let me make one phone call”

blood sweat tears japanese version

jin to taehyung after attacking him: “i’m sorry.”

namjoon at gas station: “oh, jin hyung!”

jin to namjoon: “it’s been a long time”

dependência

me sinto exausta maior parte do tempo, mesmo sem ter me esforçado, sem ter movido um dedo, para fazer algo que, me deixasse nesse estado degradante. minha mente anda confusa/lenta/perturbada, tenho dores de cabeça o tempo todo, é como se, meus pensamentos estivessem em guerra mundial, e fossem detonar à qualquer momento. meus olhos estão sempre arregalados demais, durmo mau, e tenho olheiras que, até de longe se da pra ver. tenho um mau humor que, está se alastrando à cada dia que se passa. minha visão é sempre turva, meus olhares são sempre vagos. temo está me acomodando, numa rotina monótona. sem previsões de retrocesso.

Ele me deu um pé na bunda. E doeu. Fiquei sem entender direito o motivo. Tudo parecia bem. A gente parecia bem. O mundo parecia um lugar bonito e seguro. Eu parecia bonita e segura. E de repente as coisas mudaram. Ficou um vazio grande no lugar dele. Ficou uma sensação de perda dentro de mim. Na hora em que o calo aperta e o coração quase derrete não adianta falar de tempo. Enfia o tempo no bolso e sai daqui! Não quero saber se o tempo cura, não quero ouvir que ele é o melhor remédio para todos os males. Não quero sair, não quero conhecer gente nova, não quero achar novo amor. Aproveita e enfia o novo amor no bolso também. Eu quero é ele. Ele, ele, ele. É que não tem ninguém igual. É que não vai ter sentimento igual. É que não vai ter outra pessoa que seja assim, tão única, tão perfeita, tão, tão…sabe? Não vai ter, eu sei. Eu sei e todo mundo sabe, não sei por qual motivo, razão ou circunstância ficam me enrolando e tentando me passar a perna com esse lance de o-que-é-seu-tá-guardado. Tenho certeza que ele é a minha alma gêmea. Eu nunca acreditei nisso. Até conhecer aquele homem. Meu Deus, ele é a metade da minha laranja. Por ele eu mataria e morreria. Por ele eu seria sempre melhor. Por ele eu seria até capaz de virar Amélia, a mulher de verdade. Por ele. Ele, que fez com que eu entendesse o amor. Ah, o amor. Aquele cretino. Aquele safado. Aquele ordinário. Aquele sem vergonha que faz a gente entregar o coração e acabar de mãos abanando e sangrando. Nunca mais vou amar ninguém. Não quero. Não vou. E não adianta você voltar com aquela história do tempo. E não adianta querer me levar pra sair, pra conhecer gente, pra esfriar a cabeça. Não quero saber de toda aquela baboseira de cortar o cabelo, renovar o guarda-roupa, começar a malhar, frequentar novos lugares, mudar velhos hábitos, incrementar o dia a dia. Não quero saber de tudo aquilo que as mulheres fazem para tentar achar A Cura. Não quero me curar. Quero beber todo dia uma vodca barata. Ou cara, depende do dia do mês. Quero beber e ficar sozinha. Prometo que não vou encher os ouvidos das amigas, das colegas de trabalho, dos amigos gays, da vizinha do andar de cima, da minha mãe. Prometo que nem vou buzinar nos ouvidos do terapeuta. Juro que me comporto. Fico eu, o pouco de sanidade que resta, o copo sempre cheio de vodca, algumas lágrimas e um punhado de recordações. Quero isso. Quero a depressão. Quero a fossa. Quero me acabar. Quero ficar arrasada para sempre. Quero ficar pensando nele o dia todo. Recordando cada momento que passamos juntos. Não quero saber de me entupir de chocolate e carboidratos. Vou fazer greve de fome até morrer. E antes vou deixar um bilhete: morri, seu idiota. Morri. Acho que agora estou entrando naquela fase da raiva. Aquela em que a gente imagina o cara de terno e gravata fazendo cocô. Aquela em que a gente começa a pegar nojinho. Aquela em que a gente usa todos os palavrões para definir o infeliz. Aquela em que a gente sai da fase da música de corno para cantar bem alto “I’m Every Woman” de braços abertos, abraçando o infinito, até ficar rouca e louca. Guardei as fotos em uma caixa e escondi ela no fundo do armário. Melhor deixar longe. Melhor não ver. Melhor parar de fuçar no Facebook. Melhor deixar de seguir no Twitter. Melhor deletar o telefone do meu celular. Melhor não dar uma espiada na vida da ex. Não quero mais saber o que ele come, se sente frio, se reatou com a antiga namorada, se continua lindo de morrer, se acabou comprando aquele tênis que eu disse que combinava com ele. Não quero saber nada disso. Quero virar autista e fingir que ele nunca existiu. Assim sofro menos. Assim vivo mais. Hoje eu reparei que as olheiras diminuíram. E que deixei de chorar. Me achei mais corada. Menos pálida. Mais bonita. Uma beleza melancólica. Tem um pouco de tristeza nos meus olhos. Mas vou me maquiar. Senti vontade de me arrumar. Pra mim. Para meu espelho. Pra me animar. Uma amiga me convidou pra um happy hour. Vou. Uns caras me olharam, me senti mais mulher, me senti bem. Quase não lembrei dele. Estou trabalhando bastante. É bom ocupar a cabeça. Parei um pouco de beber. Arrumei minhas gavetas. Joguei umas coisas fora. Decidi limpar as coisas por aqui. Acendi um incenso. Dancei sozinha na sala. Ri. Fui na padaria. Comprei pão francês e queijo cottage. Decidi dar uma volta no Ibirapuera. O dia está tão lindo. Encontrei uma velha conhecida. Conversamos. Marcamos um sushi para o dia seguinte. Fui jantar com a velha conhecida. Me diverti. Voltei pra casa, assisti um filme bobo, lembrei dele, chorei, sequei as lágrimas e me perguntei: por que estou chorando? Entrei no Facebook e vi uma foto dele com uma mulher peituda. Chorei mais. Dormi chateada e pensei isso-nunca-vai-passar. Comecei a caminhar todos os dias pela manhã. É melhor, vou para o trabalho com mais ânimo. Um cara bem interessante caminha por lá também. Não usa aliança, está sempre sozinho, ouvindo música e com o olhar longe. Parece eu. Me distraí. Esbarrei no cara. Ele se desculpou e sorriu. Nossa, que sorriso bem lindo. Senti uma coisinha no peito. Sorri de volta e segui andando. Na outra volta encontrei ele de novo, que sorriu mais uma vez. Para, que vou morrer aqui. Na outra volta eu já estava cansada, mas ansiosa por aquele sorriso. Ele sorriu. Me derreti. Parecia uma abobada. Voltei pra casa. No outro dia acordei feliz da vida, o cara sorridente ia estar lá de novo. E estava. E sorriu. E sorri. E ficamos nessa por uma semana. Até que ele pediu meu telefone, eu dei e ele me ligou. Quer ir ao teatro comigo? Quero. Enquanto eu me arrumava ele me ligou. Ele, que me deu um pé na bunda. Não atendi. Sorri. E tentei lembrar a última vez que lembrei dele. Não consegui. Talvez eu volte a acreditar no amor de novo. Talvez eu nunca mais sofra. Talvez. A vida é cheia de “talvez”, mas uma coisa é certa: o tempo ajuda. E não adianta você dizer que não e tentar lutar contra isso.
—  Clarissa Corrêa.
Ficar longe de você fez com que meu sentimento diminuísse, mas não acabasse por completo. Mil anos podem se passar e eu ainda vou continuar amando você, sei disso. Mas ficar longe de você diminuiu a necessidade, a urgência, a intensidade desse amor. Mas basta eu te ver que uma enxurrada de sentimentos cai sobre mim. Basta eu te ver de longe, mesmo sem trocarmos uma palavra, mesmo sem nos olharmos, eu sinto tudo que um dia eu senti, toda aquela vontade de você, sinto o meu coração pulando no peito como antigamente. Basta eu te ver para as lágrimas brotarem nos meus olhos, e eu simplesmente não consigo segurá-las, porque essas lágrimas são como a ansiedade que eu sinto agora e me fazem escrever mil cartas sem sentido que você nunca, nunquinha lerá. As lágrimas rolam pelo meu rosto, borram o rímel preto, mas eu não consigo parar de chorar. Essas lágrimas caem por tudo que aconteceu, por tudo que você fez para mim, por tudo que você não fez e nem tentou fazer. Por todos os erros que você cometeu e pelos erros que eu cometi também. Essas lágrimas são fortes, são como espinhos, elas me cortam, e enchem a minha cabeça de perguntas: Mas por quê? Por que você me abandonou quando eu mais precisava de você? Por que você reapareceu na minha vida, mentiu e depois sumiu de novo? Por que eu sempre sou tão estúpida a ponto de acreditar em você? Por que eu estou aqui, escrevendo essas coisas, pensando em você sempre e sempre, enquanto você não tem nem coragem de me olhar nos olhos? E por que, diabos, eu insisto em te amar com todas as forças que existem em mim?
—  Enamorava