lola-young

…there is an acknowledgement that debilitating beliefs in the superiority of lighter-skinned black peoples are still prevalent, and that such beliefs feed in to a dislike of those considered to be ‘too light to be black’ on the grounds that they -especially black women, it seems- have an unfair advantage socially, economically and sexually.
—  Lola Young, How do we look? Unfixing the singular black (female) subject (2000)
I don’t know what I want to do, or who I want to be, or where I want to live. It’s like everyone else has their entire future mapped out except for me.
—  Isla and the Happily Ever After by Stephanie Perkins
2

Conheça Lola Grace Young  também conhecida como Lolita, a artesã tem 22 anos e reside em Sunport, as pessoas lhe dizem que se parece com Vanessa Hudgens.

“If I could spend the rest of my life with my people, I would do it over and over again, I live in my mind that I know, there’s no equal, When I’m falling out, they pull me back in.”

The hippie

William sempre foi um ótimo filho pelo ponto de vista dos pais e da sociedade, sua frequência na faculdade era de se dar inveja além de também ser o único herdeíro de toda a riqueza de seus pais, esses que nunca deixavam o filho se aproximar de pessoas que pertencessem a classes mais baixas que a deles.  Um dia porém tudo na vida do rapaz virou de repente. Estava a caminhar pelo corredor extenso da faculdade quando esbarrou em uma moça, deixando todos os livros dela cairem. Rapidamente e sem pensar muito ajudou-a, entregou-lhe os livros sem reparar mas quando seus olhos cruzaram os dela, Will paralisou de vez. Daquele dia em diante o rapaz não conseguia tirar a morena de seus pensamentos, queria vê-la todos os dias, queria saber ainda mais sobre a vida dela. De um modo estranho conseguia distinguir que estava muito interessado nela. Se encontravam todos os dias nos intervalos das aulas, riam, brincavam, conversavam e principalmente, se amavam. Ele já não podia se imaginar sem ela assim como ela não se imaginava sem ele.

Tudo parecia ótimo e feliz, a não ser pelo fato de que Luna era filha de hippies, e que também não fugia dessa cultura. A morena estava sempre vestida como um deles e mostrava claramente todo o amor que tinha por ser uma hippie. Will sabia exatamente como poderia ser a reação dos pais em relação a moça e não queria que ela sofresse pelos absurdos que ambos poderiam dizer. Temia muito em apresentá-la para o casal mas nada podia fazer. Diferentemente dele, Luna não teve medo algum em apresentá-lo a seus pais, esses que ao conhecê-lo alegraram-se ao saber o quão feliz ele fazia a filha. O namoro ia ótimamente bem, mas Luna nunca havia tido a chance de conhecer os sogros e tentava não cobrar de Will, o medo de perde-lo era maior que a vontade de conhecer as pessoas que querendo ou não eram importantes.

Em um dia porém algo inesperado aconteceu na vida do casal. Após muitos enjoos e muitas tonturas, Luna resolveu fazer um exame de gravidez e o mesmo deu positivo. A notícia caiu como uma bomba na cabeça de Will, ele estava assustado e com medo, mas também sentia uma estranha felicidade em seu coração. Durante os cinco meses da gravidez da morena, Will preparou seus pais para o tão temido encontro, mas nunca conseguia dizer a eles que Luna era hippie, uma classe bem abaixo que a deles. O grande dia chegou, Luna se aprontou em suas melhores vestes assim como seus pais, foram de econtro a grande mansão e ao chegar a mesma ficaram chocados com tamanha ipocresia dos pais de Will. A feição em ambos os rostos era de nojo e total exclusão e ao saberem da gravidez logo que se sentiram decepcionados com o filho. Negaram totalmente a garota e o bebê que a mesma esperava, e para a surpresa de todos, acabaram proibindo o encontro de Will com Luna, mandando-o para uma faculdade em Londres.

Desolada e sem entender o porquê de tamanha raiva dos pais de Will, Luna resolveu partir com seus pais para Califórnia, para uma ilha chamada Sunport. Ao chegarem no local conseguiram comprar uma casa, não tão boa, mas o suficiente para poderem viver por ali. Hope, a mãe da garota era uma cigana e sempre montava a casa de forma que ficasse exatamente do jeito que eles sempre viveram, desenhos na parede, filtros e todos os tipos de especiarias penduradas.

Os ultimos quatro meses se passaram e Luna deu a luz a uma menina, uma menina que seu pai disse que viria com grande amor e paz em seu peito. A dor que vivia no coração de Luna parecia sumir a cada dia que passava, já que Lola deixava um amor incondicional crescer no lugar.  A pequenina era um verdadeiro encanto, e desde pequena mostrava sua paixão pelo ar, pela terra, pelos animais e por sua cultura, a cultura hippie. Tinha praticamente a mesma aparência que a mãe, a não ser por um único detalhe, os olhos eram castanhos mel assim como os de Will. Lola crescia rodeada de amor e de culturas e a cada dia que sepassava se mostrava uma mulher maravilhosa. Seu avô, a pessoa que tinha uma grande admiração, lhe ensinava coisas novas e sempre como montar, e criar peças. Interessada em tudo aquilo, Lola foi se aperfeissoando ainda mais e tendo ainda mais gosto no que podia fazer.

Após se formar no colegial, Lola ganhou seu tão sonhado presente; o trailer. Queria poder morar em um trailer, e adorava a ideia de que sempre que quisesse viajar poderia ter sua casa consigo.  O automóvel era muito aconchegante e exatamente como Lola havia pedido, até mesmo toda a decoração que a mesma havia escolhido. Resolveu logo se mudar e deixar a casa de seus avós. Seu trailer ficava próximo a praia, pois sempre nos fins da tarde, Lola comtemplava o pôr do sol junto a brisa do mar. Ao lado deseu trailer montou uma pequena loja de artesanatos e especiarias, era uma ótima loja contando que era a única que fazia este tipo de coisa. Lola sempre foi conhecida por todos, principalmente aqueles que frequentam a praia diariamente.

Everyone has fellings

Lola é uma ótima pessoa para se ter por perto, é uma ótima amiga e uma ótima ouvinte. Com todos os ensinamentos e todos os livros que leu, Lola tem um modo de ver muito diferente de todos que conhecera, e isso chama muito a atenção de pessoas que conversa. Adora falar e é apelidada como tagarela, talvez por suas ideias malucas. Não é de se irritar fácil mas quando se irrita, é algo preocupante.

How does the city see you?

A garota da praia. Quando não é vista surfando, sentada na areia vendo o pôr do sol ou meditanto em algumas pedras, Lola é vista criando suas artes. É a grande criadora de todos os luaus que surgem pela praia. Por não frequentar a parte mais agitada da cidade, Lola é vista por outros como uma estranha e maluca que nunca fala nada com nada, talvez pelo fato de não dar a mínima para a sociedade racionalista.

Lola está fechada

Happy Birthday!

words by hannah, image courtesy of healthquest

Isn’t the first week of June lovely? School is getting out for the summer, the summer solstice is almost upon us, the consistent hum of air conditioners has become the soundtrack to our lives, and these lovely women celebrate a birthday!

Let’s give these gals a round of applause and a large slice of cake.

Keep reading

2

Kristina reviews: Lola and the Boy Next Door by Stephanie Perkins

Synopsis:

Lola Nolan is a budding costume designer, and for her, the more outrageous, sparkly, and fun the outfit, the better. And everything is pretty perfect in her life (right down to her hot rocker boyfriend) until the Bell twins, Calliope and Cricket, return to the neighborhood. When Cricket, a gifted inventor, steps out from his twin sister’s shadow and back into Lola’s life, she must finally reconcile a lifetime of feelings for the boy next door.

You know a book is great, when you can’t scratch the smile off your face. When you feel in love. With the book!

Lola and the Boy Next Door was one of those books that were sitting on my TBR pile, waiting to be read, but I never felt like it was the right time.
Well, this was the right time, because it was perfect!
I loved Lola and her wackiness, her obsession with fashion, and that she wasn’t afraid to be herself. I adored Cricket, his striped pants, and his long fingers, his rubber bands, his blue fingernails, his mechanical stuff, the notes and drawings on the back of his hand…
Finally a book that has supportive, caring parents (not that there aren’t books with parents, but YA tends to forget there are).
I loved the real feel to the book. The characters were well developed. They had, well, character.
Oh, and Max? Max was pissing me off since the first time he appeared. I know, I know, you need the bad boyfriend character, but he was so annoyingly bad. He knew Lola was younger, he knew her friend was young, and acted her age, he knew that Lola was different, and that scene with the pot? Knowing that Lola was trying hard to not turn into her mother, that was a thing that made me want to kick Max in his manliness.

But all of this is clouded by the fact that Lola and Cricket are the cutest book couple ever. I was rooting for them from the start, and I made a noise like a pterodactyl screech the moment they kissed.

This book is definitely one of those books that would make me happy even on the saddest days!

Some of my favorite quotes:

“I cut a pathetic figure undressed,” he continues. “Dressed, too, for that matter. Or half dressed. One sock on, one sock off. Just a hat. No hat. You can stop me at any time, you know. Feel free to tell me to shut up.”

“When it’s right, it’s simple.”

“Exactly how tall are you?” […] “Six four.” He grins again. “Not including hair.”

“You weren’t coming home tonight, were you?”
“No.”
“You came home for me.”
“Yes.”
We’re quiet again. I take his arm.
“Then take me home.”

“Why didn’t you guys dress up?” Lindsey asks.
“We did.” Calliope cracks her first smile. “We’re dressed as twins.”
Lindsey grins back. “Hmm, I see it now. Fraternal or identical?”
“You’d be surprised how many people ask,” Cricket says.
“What do you tell them?” Lindsey asks.
“That I have a penis.”

“So you believe in second chances?” I bite me lip.
“Second, third, fourth. Whatever it takes. However long it takes. If the person is right,” he adds.
“If the person is… Lola?”
This time, he holds my gaze. “Only if the other person is Cricket.”

“Lola, Cricket wants to show you his thing, too-oo.”

scream at the drunken moon
External image

Lola is a young girl who moves to SD with her sister to start a new life warning some voilence

What’s so good about picking up the pieces

I wake up I can barely breath it happened again it feels like I only just got to sleep too I look at my phone for the time yay I was right not long asleep and I’m already awake fucked up from a damn…

Read more…

50 years in 50 weeks: 1970

And so, we leave the 60s behind and enter the 70s, and the obvious elephant in the room is the demise of The Beatles. And although Phil Spector managed to resurrect some of the music from 1969s Get Back sessions as Let It Be, the bigger story of the year were the three solo albums Paul, John and George released this year. But more on that later.

My overall feeling about the music from 1970 in my collection is that it wasn’t quite as good as 1969. Perhaps it was the gap left by the absence of The Beatles, or maybe artists were a little hesitant as they dipped their toes into the 1970s for the first time. They had a whole decade to explore their music, but maybe all that space felt a little too wide and empty.

Keep reading