local de trabalho

Pedido: Faz um do Harry que eles são médicos e ele é ginecologista e ela morre de ciúmes das pacientes dele - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.💜

***

Imagine Harry Styles:

Mais uma paciente sorridente saia do consultório de Harry. Eu queria tanto saber o que acontecia ali dentro, porque elas saiam tão felizes? É uma consulta ginecológica o que tem de bom nisso? Elas deveriam estar com vergonha ou até mesmo desconfortáveis.

-Bom dia Doutora.
A paciente para ao meu lado para conversar com a médica ao meu lado.

-Oi! Como você está? A dor de cabeça passou?
Lidia pergunta para a paciente enquanto eu apenas as observo.

-Passou. Dr.Styles é um Deus! Aquelas mãos fazem um ótimo trabalho, fico até com um pouco de vergonha quando sem querer dou um suspiro pesado no meio da consulta.
A paciente fala soltando um risinho e eu arregalo os olhos.

-Mas o Dr.Styles tem esposa.
Lidia fala tentando amenizar a situação.

-Que isso. Deve ser uma mulher de muita sorte, com um homem desses.
Falou se abanando. Eu estava paralisada ouvindo a conversa.

-Você é quem mesmo? Desculpe eu não lembro se já passei com você.
A mulher sorriu educadamente para mim nem parecendo a mesma de segundos atrás.

-Sou a Dra.Styles, acho que nunca te atendi.
Sorri simpática tentando conter toda a raiva que sentia.

-Dra.Styles? É irmã do Dr.?
Perguntou confusa.

-Não, sou a esposa dele.
Respondi e ela fez uma cara de quem estava envergonhada que foi impagável.

-Oh me-me desculpe. Eu preciso ir.
Falou e saiu do hospital.

-Agora você vê, nem em local de trabalho eu posso ficar tranquila com meu marido.
Falei para Lidia que riu divertida.

Olhei para a porta da sala de Harry e vi o mesmo acenar para mim antes de outra paciente entrar na sala dele.

-Tadinho, ele nem imagina o que as pacientes pensam.
Lidia falou assim que percebeu. Dei um tapa em seu braço e ela caiu na gargalhada novamente.

(…)

Após chegar do trabalho, entrei em casa e tirei os sapatos que massacraram meus pés, joguei minha bolsa no sofá e observei a casa vazia. Harry chega um pouco mais tarde que eu.

Me deitei no sofá e comecei a assistir um programa de TV qualquer enquanto o acontecido de mais cedo ainda vagava por minha mente. Eu preciso conversar com ele.

(…)

A porta da frente foi aberta e um Harry sorridente entrou em casa.

-Boa noite minha linda esposa.
Colocou sua bolsa no sofá e veio me abraçar.

-Tá sorridente assim porque?
Perguntei séria vendo seu sorriso desaparecer aos poucos.

-Como assim?
Se sentou ao meu lado confuso.

-Uma paciente sua veio me contar como você era bom com suas mãos, está feliz por causa disso Styles?
Perguntei brava e ele pensou por um momento logo arregalando os olhos.

-Ela disse isso?
Harry perguntou ainda chocado.

-Sim, e disse que eu era uma mulher de sorte. O que você anda fazendo naquele consultório?!
Perguntei claramente mais irritada.

-Nada eu juro!
Se defendeu.

-Nada?
Cerrei os olhos para ele.

-Quer dizer…eu faço o meu trabalho, você sabe, atender as pacientes.
Consertou sua resposta.

-E como você as atende? Porque se sua mão é tão boa assim ela deve tá fazendo mais do que deveria.

-Não, S/n, você já passou no ginecologista e sabe como é o meu trabalho.

-Você jura que não acontece nada?
Olhei no fundo de seus olhos.

-Juro. Nunca aconteceu e nem nunca vai acontecer.
Falou sincero e eu sorri aliviada.

-Eu só não suporto aquelas mulheres se divertindo com você, até parece que marcam as consultas de propósito.
Falei e ele riu.

-Eu não tenho culpa disso. Mas se serve de consolo, eu não me divirto.
Falou sorrindo e eu ri de leve me aproximando dele.

-Tudo bem, vou confiar em você.
Deitei a cabeça em seu peito e senti sua mão em meus cabelos fazendo um carinho gostoso.

-São cinco anos vendo vaginas, mas a única que ainda me excita é a sua.
Harry falou de repente e eu não me aguentei em rir.

-Isso era para ser romântico?
Perguntei entre risos.

-Era, mas vejo que não deu muito certo.
Falou me acompanhando.

Depois dessa declaração nem tenho mais motivos para sentir ciúmes.

***

Voltei depois de acho que uma semana, criatividade estava em falta, sorry.

Espero que tenha gostado.😘

A Natureza Feminina

Estudo Científico realizado pela Dra. Susan Grower:

Depois de estudar a sexualidade humana por muitos anos, tornou-se indiscutível para mim que uma relação Cuckold (em que a mulher se envolve em atividade sexual com uma variedade de homens, enquanto o marido permanece fiel) é mais compatível com a evolução humana básica. Essa relação se afasta da ligação humana evolutiva que produziu esses mal-entendidos e conflitos entre os sexos.

Com base nesse princípio, compreendemos a necessidade psicológica de uma mulher em ter uma variedade de parceiros sexuais. As mulheres  são literalmente mulheres complexas, o que diferem dos homens. A mulher tem um apetite sexual dual.

O primeiro é centrado em encontrar um companheiro para a vida para ajudar a sustentar ela e sua prole. É por isso que o amor é uma parte tão importante de um desejo sexual feminino. A segunda é o desejo de se obter uma grande variedade do melhor material genético possível para produzir as crianças mais saudáveis. Este segundo desejo se torna mais forte quando uma mulher tem garantido o seu companheiro de vida, e se torna mais forte com o tempo e o progresso dele.

Dessa forma, o desejo sexual de uma mulher por seu marido começa a diminuir ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, é normal que ela sinta um aumento sutil, mas muito real em seu desejo sexual por outros homens.

Com a criação de um ambiente familiar estável, em que para criar os filhos, ocorre uma clara mudança fisiológica em direção ao desejo de uma mulher para acasalar com o melhor homem (ou homens) disponível para ela, pela sua contribuição de material genético superior.

Este fato natural não a torna imoral, ou não quer dizer que ela não ame mais o seu marido. É simplesmente parte de seu código básico instintivo. Ao contrário do que diz a sociedade, essas diferenças fisiológicas sexuais entre homens e mulheres também parecem apoiar a relação Cuckold como um ideal para um relacionamento conjugal.

É sabido que as mulheres não atingem seu pico sexual até que atinjam os seus trinta anos, enquanto os homens atingem o pico por volta dos 20 anos. Em um casamento típico, uma mulher é geralmente mais jovem do que o marido ou a mesma idade. Como resultado, uma mulher está a aumentar o apetite sexual, devido à sua idade biológica, e isso cria fortes impulsos sexuais nem sempre correspondidos pelo marido.

Como o casamento continua através dos anos, essa discrepância tende a aumentar, às vezes ao ponto de uma mulher encontrar pouca ou nenhuma satisfação sexual com o marido e, secretamente, vir a contemplar encontros extraconjugais.

A natureza reforça esta necessidade física, fornecendo mulheres com a capacidade de experimentar uma quantidade muito maior, intensidade e variedade de orgasmos sexuais do que os homens. Esta é a maneira da natureza de motivar a mulher a buscar atividade sexual, mesmo correndo o risco de ser pego por seu companheiro de vida.

As mulheres experimentam uma diversidade de orgasmos, incluindo clitoriano e vaginal. Além disso, as mulheres têm a capacidade de ter orgasmos múltiplos. Este prazer é muitas vezes reconhecido como o resultado do esforço por parte do parceiro da mulher. Assim pode-se concluir que, na verdade, essa característica é uma função natural projetado para permitir que uma mulher a participar e desfrutar do sexo com múltiplos parceiros durante um curto período de tempo possa buscar outras formas de prazer.

Por outro lado, os homens são muito mais simples sexualmente. Seu desejo sexual simplesmente cresce mais forte quanto mais tempo ele fique sem sexo; e é saciado com um orgasmo singular e simplista. Desde que ele disponha de uma única mulher, a fim de envolver-se em sexo, o desejo sexual por ela está diretamente ligada ao seu consentimento.

Ao longo do tempo sua necessidade de liberação sexual pode tornar-se irresistível, e seu desejo de obter o seu consentimento, aumenta proporcionalmente a um nível de frustração sexual. Estando ele, em fase de acasalamento, com qualquer mulher, que ele considere desejável, passa a ser perfeitamente capaz de se contentar em ter relações sexuais com a mesma fêmea para toda a vida, contanto que certas motivações sejam fornecidas.

Além disso, os homens podem obter quase o mesmo nível de satisfação sexual com outros meios tais como a masturbação ou o sexo oral, como forma de  libertação física. Para as mulheres no entanto, masturbação e sexo oral proporcionar um alívio menos satisfatório. As mulheres exigem a participação de um parceiro sexual, a fim de ser mais plenamente satisfeito, tanto psicologicamente quanto emocionalmente.

Foram realizados numerosos estudos clínicos que documentam respostas emocionais positivas para a presença de esperma na vagina feminina. A teoria sugere que certos hormônios contidos vesículas seminais podem alterar físico e emocional os níveis de hormônios na mulher. Embora não sejam totalmente compreendidos, esses estudos apoiam a teoria de que uma mulher mais satisfeita sexualmente, recebendo mais ejaculação masculina sofre consequências hormonais e emocionais positivas.

Alguém pode pensar que essas condições apresentam argumentos para um casamento aberto, em que tanto uma mulher, quanto seu marido devam encontrar parceiros sexuais fora do casamento. Mas a idéia de casamento aberto assume a noção errônea de que os homens necessitam de uma variedade de parceiros sexuais, e que as mulheres devam ser tolerantes com seus homens a fim de deixá-los acasalar com outras. Contudo, nem é a suposição correta.

Enquanto a evidência sugere claramente que uma mulher casada é instintivamente inclinada a buscar uma variedade de parceiros sexuais, um homem tem um impulso sexual que é facilmente manipulado e pode ser satisfeita por um único parceiro.

A programação genética que leva um homem é em grande parte baseada na emoção da perseguição não, a necessidade de variedade. Homens são projetados para competir. Eles competem em todos os aspectos da vida. Não só eles competem em seu local de trabalho, mas eles competem até mesmo em seus hobbies. É quase incidental que os homens gostam de assistir ou participar de eventos esportivos.

Mais importante ainda, os homens competem por sua mulher. Maridos que o desejo por suas esposas tenham diminuído, certamente, deslocam seu interesse para outras mulheres. Esse comportamento pode ser completamente revertido com a introdução de um macho concorrente pela sua esposa.

Após vários estudos, homens casados responderam consistentemente quando expostos a estímulos que incluem a atenção de outro homem para a mulher. Esse gatilho desperta seus instintos para competir. Seu foco reverte unicamente de volta para suas esposas, e eles perdem o interesse em outras mulheres. Em alguns estudos, as esposas foram capazes de deliberadamente variar o nível de interesse de seus maridos através do aumento ou diminuição de sua interação com outros homens. Verificou-se ainda que, quando essas mesmas mulheres voltavam para práticas sexuais tradicionais com seus maridos, esses começaram a perder o interesse por elas, e, novamente, mostravam interesse em outras mulheres como possíveis parceiros sexuais. A simples possibilidade de competir por ela com outro homem consistente e previsível revigora o seu desejo. Crença comum afirma que os homens nascem para enganar. No entanto, estes estudos mostram claramente que os homens nascem para competir.

Em um estudo (Hill, Leeson, 2004), também há uma clara correlação entre desejo sexual e ausência da mulher da relação, apoiando o axioma antigo que “a ausência faz o coração crescer mais afeiçoado”. Esse padrão apresenta uma possível correlação entre a negação sexual e a excitação resultante. Uma ausência prolongada faz mais do que apenas o coração crescer. Ele aumenta a necessidade de um macho se acasalar com seu parceiro.

A introdução da possibilidade de a mulher se afastar sexualmente durante a sua ausência invocando uma resposta muito mais forte no homem, a ponto de que altere totalmente o seu comportamento. Este estudo reforça a crença de que os homens podem de fato tornar-se fisicamente despertado pela mera possibilidade de sua esposa traí-los na sua ausência, que na verdade é um dos pilares do estilo de vida Cuckold.

Uma vez que um marido sente estas forças competitivas despertar dentro de si, ele se torna singularmente focada em agradar sua esposa, e buscando sua aprovação constante e consentimento sexual. Este é mais um conceito simples que conduz o relacionamento Cuckold. Mesmo em relacionamentos onde o casal pode não reconhecer por que isso ocorre geralmente não demora muito para que eles reconheçam como isso pode afetar seu relacionamento íntimo.

Maridos que prontamente e de forma previsível respondam à ameaça da concorrência, de forma real ou imaginária, podem abrir espaço para suas esposas. A mulher pode usar essa competição para ajudar a moldar uma relação sexual que comprova satisfazer sexualmente a ambos, enquanto assegura a estabilidade de relacionamento e fidelidade do marido, tudo ao mesmo tempo.

O envolvimento de outro macho para o relacionamento tem outro benefício, além dos benefícios óbvios sexuais com a esposa e a estabilidade resultante para o relacionamento. Alguns homens expressaram alívio que sua esposa estava sendo satisfeita por outro. Ser aliviado da pressão para executar com seu parceiro sexual atividade extenuante. Quanto mais velho o marido se torna, mais esta motivação é mencionada.

Nossa moral moderna e os papéis impostos pela sociedade a ambos os sexos não infringem apenas nossa composição genética, mas nos ferem psicologicamente. É injusto que uma mulher seja obrigada a reprimir seu desejo sexual natural, que é geneticamente incorporado. Se o fizer, coloca pressão indevida sobre o que é visto pela sociedade como o casamento “tradicional” e, certamente, contribui para a taxa de falhas de casamento. Nós criamos uma sociedade em que as mulheres muitas vezes lutam com a culpa e frustração sobre os suas necessidades sexuais naturais. Talvez seja hora de considerar a abraçar o estilo de vida Cuckold como uma relação natural.

Na verdade, eu acredito que esse estilo de relação pode ter salvado casamentos que antes pareciam destinados a prática de traição. Tenho visto pacientes do sexo feminino, redescobrir um lado de si mesmos, que pensavam ter perdido, tornando-se mais centrado, calmos e confiantes em si mesmos e em seu casamento.

Da mesma forma, uma vez que o marido passa por suas preocupações iniciais, tornam-se mais calmo e mais focado no relacionamento. Ao invés de procurar a tentação de satisfação fora do casamento, eles logo tiram todas as suas necessidades sexuais através de sua esposa e suas ligações extraconjugais.

Apresentando o aspecto competitivo de outro homem em um casamento Cuckold, uma mulher pode facilmente alterar o comportamento de seu marido de volta para os dias em que a relação era nova. Maridos se concentram mais em sua esposa, e voltam a manter um elevado estado de excitação por ela, e atenção a ela, uma vez que a possibilidade de outro homem entrar na relação cria o clima.

Por fim, casamentos Cuckold podem evoluir para uma grande variedade de preferências. Na minha própria prática, eu os vi; vão desde aquelas em que esposas Cuckolding desfrutam de um namoro em particular, para aqueles que gostam de ter relações sexuais com outros homens na frente de seu marido, e outras coisas sobre meio. No entanto, quase todos os casais em minha prática têm casamentos muito amorosos, com um sentido lúdico de excitação que parecem convencional em todos os sentidos, exceto que a mulher vê outros homens, enquanto o marido permanece monogâmicos e fiéis a ela.”

Como transformar meu marido em um corno submisso e que ele aceite e que me ame dessa forma, cedendo seus desejos sexuais para dar-me maior atenção,. Quais vantagens podemos retirar disso?

PRIMEIRO VOU FALAR DAS VANTAGENS:

Para começar é importante lembrar que de dez homens, oito pensa ou já concretizou traição. O estilo de vida cuckold, o controle é totalmente seu, a mulher consegue retirar da mente do marido que ele tem direito em outra mulher e ele passa a vê-la como uma deusa, como uma princesa. O homem fica mais atencioso, pois sabe quanto você é independente de sexo com ele e que é cortejada por muitos homens, então ele não vai encontrar outra que o deixe com tanto tesão e aceite que ele seja um ser inferior, tanto na cama quanto no aspecto submisso a você.

Ele fará tudo e qualquer coisa que você pedir, desde tarefas domésticas, até que você transe com quantos homens você quiser. Ele será o homem da casa nos momentos em que for preciso e que você permitir e exigir. Será refinado, a cobrirá de mimos e elogios diariamente, que mulher não quer isso?

COMO TRANSFORMAR SEU MARIDO EM UM CORNO SUBMISSO E QUE ACEITE ESSA CONDIÇÃO:

É importante ressaltar que as coisas tem que ir devagar. Primeiro deve-se observar alguns aspectos de submissão: Se seu parceiro gosta de ser dominado, se ele gosta que você use vibradores, se ele gosta que você se vista com ousadia e não tem ciúmes ou possui pouco. Para isso é preciso que você observe todas as reações dele em silêncio: ouse nas roupas em público e veja se ele fica excitado, use vibradores sempre maior que o pênis dele;.

Bebida também  é um facilitador que libera os desejos mais íntimos, guardados nos cantos mais profundos do nosso ser, então aproveite para tirar informações e perceber reações do parceiro. Que tal abrir uma garrafa de vinho para os dois, mas faça-o beber mais que você, e durante a conversa pergunte sobre as ex namoradas dele, o porque do fim do relacionamento ( ouça a história atentamente, que cada detalhe fará a diferença, observe se ele já foi traído e veja qual a reação dele sobre isso), pergunte se ela era boa de cama e se fazia as coisas que você faz com ele. Isso dará um álibi, pois  provavelmente após isso ele perguntará dos seus ex-namorado. Agora é importante que você minta se for preciso, caso seja verdade, diga a verdade:

Diga que terminou porque seu ex não aceitava muito bem sua personalidade, inclusive no quesito sexual, diga que você gostava de dominar e ele não quis ser dominado e eles não tinham a mente aberta para novas ideias. Ele provavelmente vai perguntar se eles eram bons de cama, porque você já havia perguntado isso pra ele, então ele vai se sentir a vontade em fazer essa pergunta. Diga que  eles eram sim, elogie de forma indireta o membro do ex, diga que ele era bom de cama, pois tinha um pau muito grande e compare o tamanho do pênis dos ex namorados com algo grande que estiver perto, .Mas faça-o achar que o dele é menor de forma indireta. Isso é importante, veja qual a reação dele, com um vinho na cabeça, pode aproveitar a chance.

Aproveite para falar que tem curiosidade em conhecer uma casa de swing, mas que ele não pode ficar com ninguém, pois vocês vão para conhecer.

Comece a tratar o parceiro com nomes em diminutivos e até feminizados como por exemplo: Se o nome dele é João, chame-o de Joãozinho, ou então apelidos como, Bebê ou nenenzinho, pequenininho, lindinho, sempre nomes diminutivos, sempre. É importante também que chame algumas vezes o pênis dele pelo diminutivo como por exemplo você pode dizer: como ele está bonitinho hoje.

Você deve exigir algumas tarefas do seu parceiro como: arrumar a cama, lavar a louça, cozinhar, pentear seus cabelos, retirar seus sapatos, limpá-los. Seja educada e firme, isto é importante no começo e você deve ir aumentando as atividades dele gradativamente. Você está treinando para ser a esposa quente e dominadora que o parceiro implora para amá-la.

Quem escolhe quando ter sexo é a mulher, provavelmente você está acostumada a dar sexo quando ele está disposto ou quando ele queria, mude isso. É muito importante que ele fique sem gozar durante algum tempo. Você pode assimilar o sexo como recompensa por bom comportamento dele ou por ele ter feito as tarefas que você pediu. Caso ele faça as tarefas você vai recompensá-lo com um oral, ou coisa parecida. Faça-o dependente do seu sexo e não você dele.

uma vez que ele percebeu que você tem um lado má, ele começa a ter respeitar mais e ter um certo medo quanto o que você pode fazer com ele. Agora você tem que conseguir privá-lo de algumas coisas de costume do parceiro, como por exemplo, peça para ele ficar em casa naquele dia do que sair para o futebol, diga que ele precisa lavar a louça antes de sair, mostre domínio e enquanto ele lava a louça você pode relaxar na piscina.

É importante deixar claro quem manda. Saia mais com as amigas , enquanto ele fica ocupado. Peça que ele fique com as crianças para você poder se divertir um pouco. E saia com roupas provocantes, mande mensagem com foto para ele das roupas ousadas que você está vestindo na boate ou na balada que você estiver. Mostre que o seu prazer é mais importante do que o dele. Inacreditavelmente, depois de um ou dois meses nestes processos, o parceiro assumi a personalidade de seu submisso e aceita numa boa essas condições, passando a sentir prazer com isso.

Deixe claro a ele o quanto gosta de um vibrador grande e grosso e o quanto aquilo te dá prazer. Por algumas vezes quando ele quiser sexo, diga que ele pode te chupar a vontade e só pode parar quando você mandar. Dê o vibrador a ele para masturbá-la, quando gozar feito louca, diga que adora aquele pauzão de borracha, e que se sente preenchida. Depois de gozar você pode virar para o canto e dormir. E caso pegue ele se masturbando, deve aplicar-lhe o castigo. Amarre-o, faça implorar para comer você, chegue perto, provoque-o e quando ele estiver implorando você dá uma condição e aplica uma imposição por exemplo: Sugira que ele te leve a um club de swing, etc. É importante que você saiba que se ele estiver louco por um boquete, você deve usar isso a seu favor, e provocá-lo o máximo, mas não deixá-lo gozar de maneira nenhuma. O ideal é usar uma capa peniana grossa para diminuir o atrito e assim ele gozar. Quanto mais tempo ele ficar sem gozar, mais submisso ele será.

O que você pode fazer é permitir que ele goze, mas não de graça, imponha que se ele gozar na sua boca, ele vai ter que beber tudinho ou se ele gozar na sua boceta ele vai ter que te chupar até você estar limpa. Permita que seu parceiro a penetre sempre depois do vibrador.

Assista filmes pornográficos e comente sobre o tamanho do pênis dos atores. Se mostre excitada.

Você pode achar que seu parceiro não faz o tipo corno submisso, mas tudo é questão do treinamento. Meu marido é corno submisso, aceita a condição, se excita muito sabendo que outros rapazes me devoram. Mas quando ele tem que ser o macho, resolver problemas sociais, se portar em público com conhecidos e família, ele é demais. Tudo deve ficar entre quatro paredes e se possível no maior sigilo.

10º Se conseguir executar as coisas acima com calma e perfeição. Pronto, você tem um homem que aceitará o que você propor. Abuse e use desse universo. Isto vai deixá-lo mais respeitoso, educado, vai lhe tratar como uma devida princesa, ele vai te incentivar a sair com suas amigas, vai permitir que você conheça outros pênis e melhor, ele nunca vai te trair sobre essas condições, pois você o tem nas mãos. Não considero traição o estilo de vida cuckold, pois se tem anuência do parceiro e ele ama ver a mulher com outro homem.

BOA SORTE!

Imagine com Harry Styles
  • Pedido
  • Poderia fazer um do Harry em que eles namorada durante um ano ai eles terminam e depois de alguns meses o Harry se declara para ela e eles voltam

  - Cuidado com os degraus! - Harry me guiava. Eu não enxergava nada, estava com os olhos fechados pois meu namorado havia preparado uma surpresa para mim, para nós.

  Podia sentir o cheiro das flores e das velas aromáticas se misturando com o cheiro de Harry, uma das mais belas combinações. Apertava a mão dele com força, a curiosidade estava me matando aos poucos mas eu cumpriria o que prometi à ele não abrindo meus olhos enquanto ele não permitisse.

  - Abra os olhos. - ele sussurrou em meu ouvido me causando arrepios e deixando meu coração acelerado. Só ele consegue causar isso em mim.

  Abri lentamente os meus olhos e senti eles marejarem assim que terminaram de correr pelo local. Estávamos no terraço de um restaurante, uma mesa no meio das pétalas de rosas que estavam jogadas pelo chão e velas por todo o local. Ele me abraçou por trás descansando sua cabeça em meu ombro.

  - Você lembrou. - sorri enquanto lágrimas deslizavam livremente pelo meu rosto.

  - Nunca esqueceria onde demos nosso primeiro beijo. - ele me virou para ele.

  Eu não sabia o que dizer, apenas o abracei com toda à minha força. Olhei para a enorme lua, que era testemunha do nosso amor e sorri enquanto agradecia mentalmente por ter encontrado alguém como Harry.

  - Feliz um ano de namoro. - ele me disse e eu o beijei compartilhando todo o amor que eu sinto por ele.


  - Volta aqui, eu não terminei de falar com você! - ouvia seus gritos e eu só sabia implorar mentalmente para que esse pesadelo acabasse. Enquanto eu andava tentando sair daquele lugar, senti a mão dele segurar meu braço com força me virando para ele me forçando à olha-lo.

  - Me solta. - às lágrimas em meus olhos fez isso soar como um pedido.

  - Me explique o que é isso! - com a outra mão dele ele segurava uma das dezenas revistas que me tinham na capa abraçando outro cara, elas diziam que eu estava traindo meu namorado e ele acreditou nisso.

  - Eu já disse! - gritei. - Ele é meu amigo de infância, Styles!

  - É ele, não é? Sua vadia! - ele gritava. Sentia meu coração se despedaçar aos poucos.

  - Ele é gay! - gritei o mais alto que pude. Ele continuava apertando o meu braço. Fechei meus olhos tentando acreditar que aquilo não se passava de um pesadelo, mas os abri assim que ouvi a risada debochada de Harry.

  - Você acha mesmo que eu vou acreditar nessa desculpinha esfarrapada? - ele me soltou e começou a passar a mão em seus cabelos o jogando para trás com força. Seu rosto estava vermelho de ódio e seus olhos carregavam raiva e sarcasmo. Nada daquilo me assustava mais, eu já estava acostumada a suas crises de ciúmes.

  - Se você prefere acreditar na mídia eu não posso fazer nada. - disse simplesmente. Eu não poderia força-lo a acreditar em mim.

  - Eu te dei tudo e você me trai… Eu devia ter escutado meus amigos quando eles me disseram o quão vadia você é! - ele dizia mais para ele mesmo do que para mim. Não havia deixado nenhuma lágrima escapar de meus olhos desde o começo da briga… até agora.

  - Quer saber? Eu cansei. - não conseguia acreditar no que eu estava dizendo, mesmo eu sabendo que era o melhor à se fazer.

  - Saia da minha casa. - ele apontou para a porta.

  - Adeus, Harry.


  Já se passou quatro meses desde que eu e Styles terminamos, no começo eu não queria aceitar, passava noites e mais noites acordada tentando acreditar no que havia acontecido, mas no segundo mês eu já estava um pouco melhor, havia começado a sair e todas noites eu era vista saindo de alguma boate diferente sendo carregada, pelo menos eu havia começado a sair de casa. Só quando o terceiro mês chegou que eu havia conseguido me acostumar com a ausência dele e havia voltado a trabalhar. E mesmo depois desse tempo todo eu ainda conseguia amar ele, mas com o tempo eu consegui colocar em minha cabeça de que acabou.

  - (S/n) (S/s)? - olhei para o homem que eu nunca vi na minha vida. Todas às minhas amigas do trabalho olhavam para mim e para o homem.

  - Sou eu. - disse e o homem veio até mim. - Posso lhe ajudar em algo?

  - Pediram para lhe entregar. - e só então eu percebi um enorme buquê de rosas vermelhas na sua mão. Ele me entregou o buquê e logo saiu do meu local de trabalho deixando todos para trás com olhares curiosos.

  Sentei-me na minha cadeira que ficava de frente para a minha mesa e comecei a observar o buquê. Ele é lindo. Procurava algum cartão no buquê para saber quem havia mandado mas não tinha nada.

  - Está namorando e não nos contou, (S/a)? - Emily perguntou. Todas às minhas amigas já estavam em volta da minha mesa.

  - Eu não estou. - elas me olharam confusas.

  - E quem mandou? - April perguntou curiosa.

  - Eu não sei. - se elas estavam confusas, eu estava ainda mais.

  - Não tem bilhete?

  - Não, e eu não faço ideia de quem mandou. - falei sincera.

  - Você acha que foi o Harry? - Emily perguntou. Só de ouvir o nome dele meu coração quis sair pela minha boca mas me controlei.

  - Ele não tem motivos para me mandar. Não acho que foi ele.

  - (S/a) tem um admirador secreto. - elas começaram a me zoar. Revirei meus olhos e depois logo comecei a rir junto com elas. Quem quer tivesse mandado às flores conseguiu deixar meu dia melhor.


  - Obrigada pela carona, garotas! - agradeci enquanto saía do carro de Emily.

  - Você tem certeza de que não quer ir conosco? - Sophia perguntou. Elas estavam indo para uma boate, já era sexta feira mas eu não estava no clima.

  - Tenho, tudo que eu quero agora é tomar um banho de banheira e depois dormir! - elas fizeram careta.

  - Velha! - April me zoou. Nos despedimos e eu esperei o carro delas sumir para que eu pudesse ir até a minha porta. Peguei a chave em minha bolsa e quando eu ia coloca-la na porta para abri-la, me deparei com a porta encostada.

  Engoli em seco e já estava com o celular na minha mão para que qualquer coisa, eu ligasse para a emergência. Tomei coragem para entrar em casa antes de ligar para a polícia. Estava tudo escuro e quando eu acendi a luz, iluminando toda a sala, me deparei com a sala toda cheia de flores. Havia todo o tipo de flores por todo o canto causando um cheiro delicioso.

  - O que? - falei baixo.

  - Oi. - ouvi uma voz rouca atrás de mim. Me virei rapidamente encontrando Styles com as mãos no bolso demonstrando nervosismo.

  - Harry. - sussurrei. Não podia acreditar no que eu via. Ele havia feito isso tudo para mim?

  - Gostou? - ele perguntou depois de um tempo em silêncio.

  - Sim, mas por que isso? - perguntei confusa.

  - Porque eu te amo, (S/n). - engoli em seco.

  - Mas.. - ele me interrompeu.

  - Eu sei que errei feio não acreditando em você, mas eu estava louco só de pensar em outro homem tocando em você como eu tocava. Só de pensar em você com outro alguém me enlouquece. Ter você longe de mim mas ao mesmo tempo tão perto está me matando aos poucos, (S/a).

  - Você que quis assim, Harry. - ignorei a enorme vontade de chorar.

  - Eu sei e me arrependo amargamente por isso. Por favor, volta para mim. Eu prometo nunca mais desconfiar de você, baby. Minha vida não tem sentido sem você. - ele colou nossas testas.

  - Styles… - sussurrei. Sua boca estava a centímetros longe da minha.

  - Volte a ser minha, (S/a).

  - Eu nunca deixei de ser sua.

Gabi

Está Escrito (Maktub) - Cap.28

Mini : Porque está acordada a essa hora mãe ?

Lucy : Ah, perdi o sono, e você cuidado pra não se atrasar.

Mini : Ah, que isso, me atraso não, falando nisso,quando chegar, depois do almoço, posso conversar sério contigo ?

Lucy : Pode sim, mas é sobre oque ?

Mini : Sobre mim mãe.

Lucy : Tá bom filha, bom trabalho.

~Horas depois ~

Mini : Demorei ?

Lucy : Está atrasada alguns minutos mocinha.

Mini : Ah mãe, tentei ser pontual.

Lucy : Então, o que você queria falar ?

Mini : É uma coisa muito séria e que não sei se você será a meu favor, ou permitirá, mas, vou te pedir porque sei que devo e é uma vontade minha também.

Lucy : Pode dizer, o que foi ?

Mini : Mãe, eu posso morar só ?

Lucy : Mas como morar só filha ?

Mini : Morar só mãe, tipo, numa casa só, *risos*.

Lucy : Mas, me deixar ?

Mini : Te deixar não mãe, mas … você entende.

Lucy : Quem colocou isso na sua cabeça ?

Mini : Eu pensei por mim, ninguém colocou nada na minha cabeça…

Lucy : Mas você sempre quis morar comigo e agora muda de ideia assim de uma hora pra outra , foi sua família ?

Mini : Minha família é você mãe.

Lucy : Mas… Mas… como vai ser eu sem você Mini.

Mini : Eu sei que é difícil mãe, mas isso pode me fazer muito bem ,e bem a você também.

Lucy : Acho que não me acostumaria a viver sem você aqui filha, eu ficaria sozinha poxa, ah…

Mini : Eu moraria perto mãe.

Lucy : Já tem um lugar em mente é ?

Mini : Não é bem assim, mas veja… deixa eu te explicar. Tem haver com a Ally.

Lucy : Isso já tinha passado na minha mente, mas achei que era coisa da minha cabeça, então você viveria com sua namorada e me deixaria ?

Mini : Mãe ela não é minha namorada.

Lucy : ah desculpa, parece, mas do que a sua atual.

Mini : Não fique com ciúmes.

Lucy : Te ver sair daqui seria um dor tão grande como a dor de uma perda;

Mini : Mãe, não fala isso…

Lucy : Mas é filha , me explica direito;

Mini : Ah mãe, a Ally fez uma surpresa pra mim. Ao sair com ela, me levou pra um lugar, que por acaso foi um apartamento, e pra piorar , ainda sou dona também de lá, colocou meu nome; Esse era um sonho que tínhamos novinhas sabe, mas… devido as coisas que aconteceram eu achei que tinha morrido pra ela, e enfim… não morreu e ela me deu esse back, que de inicio não soube como reagir, mas depois fiquei a pensar, e; segundo o que você me disse também, eu amo a Ally, e sei que não vou conseguir mais ficar com a Ash, a gente vai fazer 2 meses amanhã, e não sei como dizer a ela também que irei terminar. Mas… eu sei que vai ser melhor pra mim e pra ela,não adianta continuar com ela se eu amo outra pessoa, e…

Luc y : Que bom que você fez a escolha certa. Olha filha, não vou te dizer que ficarei feliz se você sair daqui ,mas também não posso dizer não vá, já que é a sua vida e sua escolha eu só posso te abençoar e te dizer que siga em frente, mas nunca esqueça da sua mãe e venha todos os dias me ver, assim não sentirei que você me abandonou.

Mini : Mãe , *risos* , para de dizer que vou te abandonar, por favor…. então, você permite que eu vá ?

Lucy : Sim, e te abençoo , no inicio até que poderia ser contra, mas… enfim, seja feliz Gemini, se isso te faz feliz, eu fico feliz também, preciso sair mais de casa, e viver mais, como você disse né, fico muito aqui e perco a vida, os momentos e… tenho uma novidade pra te contar.

Mini : Que novidade ? Ai me conta!

Lucy : Estou namorando.

Mini : Que ?

Lucy :  Que oque ? Não posso namorar não é ? Pra que essa cara ai ?

Mini : *risos* , tá de graça né ? Mãe, para.

Lucy : Ah, você namora e eu não posso, uhum , tá bom.

Mini : Quero saber quem é o carinha ,até  agora você não me disse.

Lucy : Ruan.

Mini : Que ? SAFADO !

Lucy : Que isso Gemini

Mini : Se fazendo de seu amigo rapaz

Lucy : Mas ele é meu amigo também *risos*.

Mini : Olha pra isso *risos*, como aconteceu isso ?

Lucy : Ah , quer mesmo que eu conte ?

Mini : Claro né, tenho que saber de tudo !

Lucy : Ah a gente já anda saindo esses dias e poxa ! as coisas estão dando tão certo , temos coisas em comum e também já somos amigos de longas datas, além de namorado ele é meu amigo, isso também ajuda, já que conversamos de coisas antigas e…

Mini : Esse casamento vai rolar quando ? Opa, vou ter um pai.

Lucy : Se respeita Gemini.

Mini : *risos* , ué, to errada é ? olha como você fala dele, chega sorri

Lucy : Não deveria sorrir ?

Mini : Claro mãe. Aí, você não vai estar tão só.

Lucy : Eu sei, pelo menos né, mas você que suma.

Mini : Eu não to acreditando mãe que você permitiu isso.

Lucy : Eu te amo , eu quero o seu melhor.

Mini : Eu também te amo *abraça a Lucy*

Mini : Acho que você não existe mãe…

Lucy : Como assim não existo, olha eu aqui;

Mini : Você entendeu manhê.

Mini : Vou lavar aqui e assim que terminar irei pra casa da Ash.

Lucy : Opa, vou sair até do bolo, boa sorte com a fera.

Mini : KKKK, afs mãe, isso não tem graça!

~Mini termina seu almoço, faz o que tem que ser feito. Deita e descansa 1h30. Depois disso, pega seu carro e segue em direção a casa da Ash~

Ashley : Oii, entra.

Mini : Desculpa vim sem avisar, é que é urgente.

Ashley : O que aconteceu ?

Mini : Preciso conversar sobre um assunto muito sério contigo.

Ashley : Sobre o que ?

Mini : Senta.

Ashley : Fala logo, to curiosa.

Mini : Quero terminar Ash.

Ashley : Terminar, como assim ?

Mini : Terminar, é, acabar o namoro…

Ashley :  O que ? Porque ? Mas não tem porque de nós terminamos, estamos bem amor.

Mini : Você está bem, mas eu , eu não estou.

Ashley : É aquela garota né ?

Mini : Não tem nada ver com ela.

Ashley : Tem sim, eu sei que tem, é sua ex, você deve sentir algo por ela ainda,eu faço você esquece-la, mas não termina comigo.

Mini : A questão não é essa Ash, ela é minha melhor amiga, não mistura as co isas.

Ashley : Você ficou brava porque a gente brigou no seu local de trabalho ? Olha, prometo que não faço mais isso, se você quiser eu nem apareço mais no seu trabalho.

Mini : Não fica assim, para, não é você o problema, sou eu.

Ashley : Mas não tem problema nenhum com você.

Mini : Consegue ler mentes ?

Ashley : Não , claro que não né.

Mini : Então com certeza não sabe o que se passa pela minha.

Ashley : Seja lá o que for eu te dou seu tempo, ai tudo se resolve.

Mini : ASH, EU QUERO TERMINAR, ACABOU, SERÁ QUE DÁ PRA ENTENDER ?

Ashley : Amanhã a gente vai fazer 2 meses e você terminar comigo hoje Gemini, o que você pensa que é pra me tratar assim ?

Mini : Não começa a falar assim comigo…

Ashley : Ah, eu falo como eu quiser.

Mini : Tá vendo como você me trata quando fica irritada ?

Ashley : É meu jeito.

Mini : Aham, tá, mas veja bem, você vai encontrar alguém que te mereça e te faça feliz como eu não fui capaz.

Ashley : Você me fez feliz sim e faz, você sabe disso.

Mini : Fazia.

Ashley : É isso que você quer mesmo ?

Mini : SIM. Já sabia que ia ser duro pra você.

Ashley : Duro é ter que saber que você me trocou por outra garota.

Mini : Eu não te troquei por ninguém, mas troquei ela por você.

Ashley : Tá bom então, tudo certo, acabou ? Pode ir.

Mini : Você tem um lado doce, mas o outro, super arrogante, acha que vai conquistar alguém assim ?

Ashley : Você vai ver que sim, agora tchau.

Mini : Tchau, até qualquer dia.

Ashley : Espero não me bater mais com você.

Mini : Você que sabe então.

(Mini pega seu carro e vai pra casa)

Lucy : Iai, como foi lá com o leão ?

Mini : *risos*, para mãe, foi tranquilo, apesar de ela ter me tratado mal e os caramba.

Lucy : Que milagre ela não voou no seu pescoço e disse você é minha, porque aquela dali é  osso duro, não sei como você conseguiu ficar com ela esses tempos ai, ela é até legal, mas tem alguma coisa nela  que não desceu, o que não sei.

Mini : Seja lá o que for, já foi, tou livre, pra meu amor.

Lucy : Ela já sabe ?

Mini : Não sabe não, mas vai saber de um jeito bem maneiro.

Lucy : Hummm, vai aprontar alguma, estou vendo essa carinha…

Mini : Para mãe ! *risos*.

Mini : Dessa vez ela vai ter uma baita surpresa.

Lucy : Então filha, quando você irá me abandonar ?

Mini : MÃE!

Lucy : Desculpa, *risos*. Quando você irá sair de casa  ?

Mini : Na sexta-feira, porque ela vai sair.

Lucy : Mas já ?

Mini : Sim, rápido assim.

Lucy : Rapido demais, e eu como fico meu Deus.

Mini : Você fica com o galã do Ruan.

Lucy : Falando nele, me ligou nesse instante, vem aqui daqui a pouco, me levar pra passear, ai, to adorando isso, me sentindo até uma adolescente.

Mini : Você é jovem, só que tem que sair mais, ainda bem que tomou consciência disso.

Lucy : Olha lá como fala com sua mãe sua fedelha.

Mini : Vou subir,qualquer coisa, me chama ok ?

Lucy : assim, se descer e eu não tiver mais aqui , pode me ligar.

Mini : Tá certo.

~Ligação recebida~

Ally : Oi !

Mini : Oi Ally !

Ally : Então, tudo certo ? Ain, como foi teu dia hoje ?

Mini : Meu dia ? Super maravilhoso, não imagina o quanto !

Ally : Cadê tia Lucy ?

Mini : Lá em baixo.

Ally : E aquela inseta?

Mini : *risos* ,  que inseta ?

Ally : Aquelazinha lá.

Mini : A ash ?

Ally : Se esse é o nome dela, ela mesmo.

Mini : Deve estar em casa.

Ally : Juro que se ela estivesse ai, eu iria prai agora.

Mini : Já gosta de provocar né?

Ally : Tirar ela do sério, eu faço isso com muito prazer.

Mini : Não precisará mais.

Ally : Que ?

Mini : Que o que ?

Ally : Você falou ai.

Mini : Eu ? falei o que ?

Ally : Ah, deixa pra lá ! E o trabalho como anda?

Mini : Anda indo bem, e você ? Morando só já hein, vida boa.

Ally : É,em partes,estou fazendo muitas coisas aqui, aprendi a cozinhar ! Acredita que no primeiro dia queimei a comida, o cara do apartamento vizinho pensou que eu tinha posto fogo no apartamento.

Mini : *risos*, você deve ser um desastre na cozinha.

Ally : Se quiser aceito que venha fazer uma coisa pra comermos juntas, imagina só, estou conseguindo ajeitar as coisas aqui, tou me sentindo uma pessoa inteligente.

Mini : Mas você é né, e seus pais, como estão ?

Ally : Cara, meus pais estão indo , minha mãe vem aqui quase sempre,tá uma gata, e meu pai, quando vem aqui só faz falar o básico, mas a mãe disse que ele melhorou muito e que tá outro homem, assim espero.

Mini : Cara, quem diria que o seu pai iria mudar.

Ally : Ele tá aprendendo com os próprios erros. E você, quando vem me fazer uma visitinha ?

Mini : Ah, breve estou ai.

Ally : Mulher de compromissos agora hein, que orgulho, espero que arrume um tempo ai madame na sua lista para vim me ver.

Mini : Relaxa, você vai cansar de me ver.

Ally : Jamais cansaria de olhar essa sua carinha linda.

Mini : Para Ally !

Ally : Que foi ? Ficou vermelha de novo? Ownnn

Mini : Ai, não perde a mania.

Mini : Opa, preciso desligar.

Ally : Ah não, não desliga por favor.

Mini : Mas eu tenho que tomar banho!

Ally : Você toma banho depois ,vai.

Mini : Eu tenho que ir agora

Ally : Af, a pessoa tá aqui querendo falar com ela, e ela querendo ir tomar banho, então tá, vai lá com a água

Mini : KKKKKKKKKKK *risos*, deixa de ser idiota garota !

Ally : Quem dera eu ser esse sabonete.

Mini : Cadê o respeito moça ?

Ally : Também queria saber.

Mini : Uhum, “cê” pode me ligar depois se quiser, se eu não tiver dormindo e tals.

Ally : Isso, despreza.

Mini : Dramatica meu Deus, volto já já, espera ai.

Ally : Você que demore, te deixo no vácuo.

Mini : Você não faria isso, haha, bj.

Ally : Bj.

~Desligam o celular~

~Ao passar da noite, a Ally ligou novamente, e elas mais riram, do que conversaram, pareciam duas crianças. No fundo a Mini estava feliz com sua decisão, mas a Ally mal sabia o que estava por vir~

*Passaram-se 3 dias, e a sexta chegou*

(CONTINUA)

Eu podia ver a estrada à minha frente. Eu era pobre e ficaria pobre. Mas eu não queria particularmente dinheiro. Eu sequer sabia o que desejava. Sim, eu sabia. Queria alguma lugar para me esconder. Um lugar onde ninguém tivesse que fazer nada. O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava como me deixava enojado. Pensar em ser um advogado, um professor ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisa simples, participar de piqueniques em famílias, festas de Natal, 4 de Julho, Dia do Trabalhador, Dia das Mães…afinal, é pra isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia de sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, voltar para a solidão de um cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski
Podia ver a estrada à minha frente. Eu era pobre e ficaria pobre. Mas eu não queria particularmente dinheiro. Eu sequer sabia o que desejava. Sim, eu sabia. Queria algum lugar para me esconder, um lugar em que ninguém tivesse que fazer nada. O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava mas também me deixava enojado. Pensar em ser um advogado ou um professor ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisas simples, participar de piqueniques em família, festas de Natal, 4 de Julho, Dia do Trabalho, Dia das Mães… afinal, é para isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia de sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, retornar para a solidão de uma cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski.
Diálogo de namoro

Ele olha para ela de um jeito puro e sincero e diz:
- Eu consigo te enxergar no meu futuro.
- Ah é?
- Sim. Consigo ver nós dois dividindo um apartamento ou até mesmo uma casa simples, mas não casados ainda, só desfrutando de um namoro duradouro. Nós já seríamos formados e nosso acordo teria sido arranjar empregos na mesma cidade, assim eu poderia te ver dormindo ao meu lado todos os dias dali pra frente. Posso ver eu acordando para te preparar um café da manhã e levando até nossa cama, e roubando boa parte dele aliás, - ambos riem - ou também consigo ver você levantando e preparando a mesa do café para que quando eu acordasse, ficasse surpreso e sentássemos juntos, fazendo daquele momento o início do nosso dia.
- Você descrevendo assim… Faz com que eu me enxergue nesse futuro também…
- Eu vejo tudo isso e muito mais, vejo você me mandando mensagem durante nossos horários de serviço para perguntar se eu prefiro almoçar fora ou se prefiro arriscar uma comida feita por você, vejo eu pensando muito bem sobre qual resposta dar. - ele ri
- Besta! - ela ri
- Mas também posso me imaginar saindo do trabalho e te encontrando em casa toda esparramada no sofá reclamando que está faminta, logo eu prepararia um almoço delicioso para nós e depois tiraríamos um cochilo antes de voltar ao serviço. Ah! A louça seria da sua conta… - eles riem - mas pode deixar que eu seco e guardo.
- Deixa eu adivinhar: Você vê a ótima motorista, que você chama de namorada, te deixando no seu local de trabalho?
- Olha, prefiro não correr esse risco! - ele ri, brincando com ela
- Idiota! Eu vou dirigir muito bem, tá?!
- Vai sim, vai nos levar para trabalhar e assim, ficaremos focados nas tarefas mas ao mesmo tempo checando o relógio, ansiosos para o fim porque eu te convidei para ir jantar num restaurante chique e disse que te faria uma surpresa. Até consigo ver nós dois enviando mensagens um para o outro para saber como cada um está seguido de um “eu te amo” automático e depois disso, vejo nós dois já em casa, nos arrumando para o nosso encontro, cheios de ânsia, expectativas e receios. Consigo visualizar perfeitamente nós dois no restaurante caro, que eu juntei dinheiro por 4 meses para poder pagar a conta sossegadamente, e nele te vejo muito mais linda que o normal. Talvez porque você já tivesse entendido que os músicos desse restaurante não estariam tocando à toa aquela música que a gente tanto gosta de ouvir juntos, ou que eu estivesse muito suado e nervoso, ou que eu tivesse arrumado o jeito mais inesquecível de pedir para que você se torne minha esposa. Mas, quem sabe né? Isso é só uma visão minha, talvez eu mude daqui um tempo… Só sei que a única coisa que não mudará é a sua presença nela. - ele sorri
- Você é incrível… - ela sorri e o abraça - Sou uma mulher de sorte.
- Na verdade, eu que sou o cara de sorte aqui… - ele beija a testa dela - Eu te amo.
- Eu também te amo.

- i. n.

Eu era pobre e ficaria pobre. Mas eu não queria particularmente dinheiro. Eu sequer sabia o que desejava. Sim, eu sabia. Queria algum lugar para me esconder, um lugar em que ninguém tivesse que fazer nada. O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava mas também me deixava enojado. Pensar em ser um advogado ou um professor ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisas simples, participar de pique-niques em família, festas de Natal, 4 de Julho, Dia do Trabalho, Dia das Mães…, afinal, é para isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia de sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, retornar para a solidão de um cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski
Podia ver a estrada a minha frente. Eu era pobre e ficaria pobre. Mas eu não queria particularmente dinheiro. Eu sequer sabia o que desejava. Sim, eu sabia. Eu queria algum lugar para me esconder, um lugar em que ninguém tivesse que fazer nada. O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava mas também me deixava enjoado. Pensar em ser um advogado ou um professor, ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisas simples, participar de piqueniques em família, festas de Natal, 4 de julho, Dia do Trabalho, Dia das Mães… afinal, é para isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia da sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, retornar para a solidão de um cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski.

Imagine - Niall Horan

Pedido: “Jess faz um imagine que a s/n é professora, dai o aluno dela chama ela de gostosa, depois ela conta pro niall e ele fica muito puto. Ela e o niall são casados!”

—————————————————————-

Estacionei o carro no pátio de trás e segui até os corredores do colégio. Fui cumprimentada por alguns alunos e praticamente corri até a sala destinada aos professores. Lá estavam as professoras de História e Matemática, eu era a de Química. Conversamos um pouco enquanto nos preparávamos para dar nossas aulas depois do intervalo. Estava guardando minhas coisas na bolsa para sair da sala quando meu celular toca.

- Oi amor. – Disse ao ver quem era. Meu marido.

- Hey, senhora Horan. – Ele disse animado. – Saiu e nem comeu o que eu preparei pra você.

- Desculpe, querido. – Sorri lembrando-me do belo café da manhã que ela havia deixado pronto antes de trabalhar. – Mas como você sabe que eu não comi se está trabalhando?

- Liguei para a babá dos meninos e ela me disse que você só olhou, sorriu e saiu às pressas.

- Eu estava atrasada, mas quando eu voltar prometo que como tudo.

- Comer de noite o café da manhã? – Riu.

- É, ué. Não há problema, Niall. – Coloquei a bolsa e saí em direção à sala de aula após o sinal tocar. – Agora eu terei que ir dar aula. Bom trabalho pra você, amor.

- Pra você também e como eu sempre digo, cuidado com esses alunos tarados do segundo ano. – Eu já podia imaginar sua cara feia.

- Tudo bem, Niall. Eu te amo.

- Eu também te amo.

Desliguei o celular assim que cheguei na sala e esperei até que todos entrassem também. Alguns meninos estavam no banho por conta do futebol que jogaram no intervalo, as meninas ainda conversavam sobre a fofoca que não conseguiram terminar. Depois de um tempo, não consegui mais esperar, pois já havia perdido metade da aula.

- Todos estão aqui, certo? – Perguntei após ver a maioria chegar.

- Falta o Gregory. – Uma menina disse.

- E o Will. – Outra completou. Certamente eles eram os namorados delas. Aqui é assim mesmo.

- Tudo bem, vou começar a aula e depois eles pegam os assuntos com vocês.

Comecei a anotar o conteúdo no quadro e expliquei boa parte dele, várias perguntas foram feitas e eu tive que voltar em alguns assuntos para tirar dúvidas necessárias para o entendimento desse conteúdeo que eu acabara de explicar. Quando estava finalizando a aula, os dois rapazes chegaram.

- Coloquei falta em vocês. – Eu disse séria olhando a relação de alunos presentes.

- Ih cara, esquecemos que era a aula da professora gostosa. – O tal do Gregory disse rindo batendo no braço do Will.

- Que bosta. – O amigo respondeu. - Ficamos lá fora matando aula enquanto perdíamos a melhor professora do planeta apagando o quadro.

- Dá pra vocês respeitarem a professora? – Uma das meninas que falara dele anteriormente falou. Eu estava envergonhada, completamente sem graça. Niall tinha razão, esses meninos dessa sala são completamente desrespeitadores.

- Os dois para a diretoria. – Eu disse irritada. – Estão expulsos, pelo menos da minha aula, por três semanas. – Eu esbravejei apontando para fora, peguei minhas coisas e saí da sala junto com eles.

- Desculpa, professora. – Gregory disse culpado quando chegamos em frente à porta da coordenação geral da escola.

- Resolva-se com a diretora. – Eu disse, entrei na diretoria, falei com a senhora simpática e saí soltando fogo para todos os lados. Fui direto para casa, eu sentia a necessidade de contar para o Niall, só não sabia como. Ele vai ficar muito bravo.

Fui para o carro e segui para casa, mas antes decidi passar numa loja de doces para comprar chocolate para Niall. Talvez se comesse chocolate antes e depois do que tinha para dizê-lo ele não se irritasse tanto.

- Alguém? – Gritei ao abrir a porta de casa.

- Mamãe! – Meu filho mais velho correu até mim.

- Hey. – Beijei-o na testa e caminhei até a cozinha procurando por Niall. – Seu pai já chegou?

- Sim. Está dando banho no Matt.

- Por isso que estou sentindo esse cheiro de perfume. – Ri olhando para o meu menino feliz. – É seu esse cheiro? – Falei alto agarrando-o e enchendo-o de cócegas. Ryan gargalhava enquanto tentava, inutilmente, tirar minhas mãos de seu corpo. – Está maravilhoso. – Beijei seu pescoço. – Vamos atrás de seu pai. – Segurei sua mão e fomos até o banheiro, onde Niall enxugava Matt.

- Já chegou? – Disse surpreso após receber um selinho meu.

- Obviamente. Ainda não criaram projeções minhas. – Ri beijando os cabelos do pequeno Matt. Antes de entrar em casa eu estava tão nervosa, e agora aqui, com eles, eu esqueci de toda apreensão e de como diria a Niall sobre o meu aluno desrespeitoso. - Trouxe chocolate pra você.

- Pelo jeito hoje o dia foi bom, ganhei até chocolate. – Falou saindo com Matt no colo.

- É… Depois a gente conversa sobre isso. – Cocei a nuca e saí com Ryan até a cozinha novamente.

 Preparei seu lanche e fiquei por lá mesmo arquitetando um modo melhor de contar a Niall sobre o acontecido mais cedo. Não demorou muito para ele aparecer com nosso filho mais novo, Niall deixou Matt brincando ao lado de Ryan que comia enquanto olhava atenciosamente a TV, parecia nem ter notado seu irmão. Meu marido aproximou-se de mim me olhando detalhadamente, como se medisse todas as minhas reações e expressões. Encostou-se na parede atrás de si e cruzou os braços.

- Fala logo. O que te fizeram?

- C-como assim? – Virei-me para lavar o copo que estava bebendo água.

- Alguém te fez algo, eu estou achando que na realidade algum professor daquela escola de merda passou o dia te cantando e você não sabe como me contar.

- Niall, calma…

- Eu sei que é normal que vários homens fiquem interessados em você porque você é linda, mas eles têm que respeitar o fato de ser casada e quando isso não acontece, o correto é sair do emprego.

- Está pedindo para que eu saia?

- Primeiro conte o que aconteceu, dependendo da realidade…

- Eu não acho justo você decidir isso por mim. – Olhei para meu marido que ainda permanecia na mesma posição.

- E você acha correto uma mulher com dois filhos sendo tratada como uma adolescente no ápice da beleza em seu local de trabalho?

- Olha, nenhum professor disse nada. – Afirmei e vi Niall ficar ainda mais vermelho, estreitar os olhos e deitar a cabeça um pouco para o lado, na intenção de entender o que eu dizia. – Foi… Um… Foi um aluno. – Encarei o chão completamente envergonhada.

-  EU NÃO TE DISSE? SABIA QUE ISSO IA ACONTECER! Uma hora isso ia acontecer! Estava demorando. Esses filhos da puta não respeitam professor, deveriam, mas não respeitam. – Esbravejou irritado, eu diria que estava em estado de fúria, caso o Will ou o Gregory estivesse aqui com certeza não estariam com os sentidos corretos. – Querida, por favor, saia dessa escola. – Segurou meus dois braços com cada uma de suas mãos. – Por nossos filhos.

- Eles não têm nada a ver. – Rebati.

- Claro que tem! O que acha que vão pensar de uma mãe que recebe cantada de alunos na sala e permanece dando-se ao desfrute?

- Niall, pare com isso.

- O que eles te disseram? Ou ele, não sei…

- Disseram que sou… Bem, que sou…

- Gostosa?

- Isso.

- Só não vou nessa escola amanhã e acabo com esses alunos porque eu não quero prejudicar você e consequentemente estaria prejudicando o Ryan e o Matt.

- E você também. Quer ser preso?

- Não me importa.

- Fique calmo, amor. – Toquei seu rosto fazendo carinho e beijei sua boca.

- Saia dessa escola. Eu não vou suportar te deixar ir amanhã para aquela espelunca. Aquele criadouro de maus elementos. – Eu podia ver a raiva presente em cada palavra de Niall. Resolvi acatar a vontade dele.

- Tudo bem. Eu sairei.

- Mesmo?

- Sim. – Sorri passando-o segurança.

- Ufa! – Abraçou-me. – Você não sabe o quanto me faz feliz. – Riu aliviado.  – Com o seu talento para ensinar, tenho certeza que em breve arranjará algo muito melhor e eu vou te ajudar nisso, meu amor. – Segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou devagar.

- Mãe. – Ryan chamou. – O Matt fez cocô na sala.

- Ah, não! – Niall lamentou. – Acabei de dar banho nesse safado. – Pôs a mão na cabeça fazendo-me rir.

- Deixa que eu limpo ele. – Falei beijando sua bochecha e quando ia sair, Niall segurou meu braço.

- Muito obrigado. Você não sabe o quanto me faz feliz.

- A sua felicidade é a minha.

- E a minha é a sua, portanto se você acha ruim sair, eu prefiro que…

- Eu estou feliz também. Me sinto livre. Amanhã eu me demito. – Recebi mais um beijo e um último sorriso sincero antes de sair em busca do sujinho Matt. Acabei descobrindo que sair daquela escola seria o melhor pra mim e para o meu casamento. Sem dúvidas eu não iria confrontar meu marido por causa de dois alunos idiotas. Niall quer meu bem e eu o dele, disso não havia questionamentos.

Nós nunca estamos preparados para a morte, muito embora ela nos siga todos os dias, a cada instante. Numa caminhada, num diálogo, no local de trabalho, na praia, num sonho bom e tantos outros mais. O que torna tudo ainda mais estúpido, porém excessivamente sensibilizante. E sei que deveria ter me acostumado com este aeroporto infindável da vida, mas não consigo. Há vezes em que tento me convencer que sim, conseguirei, mas sei que não.
—  Chrystal Serafim, minha avó voou aos céus.
O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava mas também me deixava enjoado. Pensar em ser um advogado ou um professor, ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisas simples, participar de piqueniques em família, festas de Natal, 4 de julho, Dia do Trabalho, Dia das Mães… afinal, é para isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia da sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, retornar para a solidão de um cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski
Podia ver a estrada à minha frente. Eu era pobre e ficaria pobre. Mas eu não queria particularmente dinheiro. Eu sequer sabia o que desejava. Sim, eu sabia. Queria algum lugar para me esconder, um lugar em que ninguém tivesse que fazer nada. O pensamento de ser alguém na vida não apenas me apavorava mas também me deixava enojado. Pensar em ser um advogado ou um professor ou um engenheiro, qualquer coisa desse tipo, parecia-me impossível. Casar, ter filhos, ficar preso a uma estrutura familiar. Ir e retornar de um local de trabalho todos os dias. Era impossível. Fazer coisas, coisas simples, participar de piqueniques em família, festas de Natal, 4 de julho, Dia do Trabalho, Dia das Mães… afinal, é para isso que nasce um homem, para enfrentar essas coisas até o dia de sua morte? Preferia ser um lavador de pratos, retornar para a solidão de um cubículo e beber até dormir.
—  Charles Bukowski.
Cap 3 - Segundas impressões

O silêncio se fez presente. Clara foi diminuindo o sorriso até sumir, aquilo era algo novo para ela, sempre conseguiu tudo queria desde pequena, incluindo a simpatia das pessoas, um sorriso largo com direito a olhos fechadinhos seguido de uma leve risadinha no final e pronto, ela tinha um novo colega, amigo ou amante a disposição. Só que dessa vez não.

- Então, que tal subirmos para o escritório? – Tadeu decidiu acabar com aquele leve clima estranho.

Não esperou nem a resposta da neta, foi subindo a escada seguida por Vanessa. E novamente Clara se viu xingando mentalmente, a segurança subia a escada na sua frente e a calça justa que marcava as pernas grossas frontalmente conseguia marcar ainda mais a parte de trás, marcava uma bunda enorme e bem desenhada.  Não conteve um sorriso cafajeste e um pensamento “hum até que ter uma segurança pode ser divertido, e gostoso… é definitivamente gostoso”. 

- Borboletinha ontem redigi o contrato conforme os pedidos que você tinha feito e Vanessa está de acordo. Agora basta você ler o histórico dela  e fazer perguntas se quiser, estarei lá fora aguardando vocês.  

Tadeu saiu do escritório deixando nas mãos de  Clara o contrato  e o histórico da segurança, e no seu rosto um bico levemente emburrado  por chama-la daquela forma na frente de uma desconhecida.

- Sente-se por favor, acho que vou demorar um pouquinho para ler isso aqui.

- Sem problemas.

No contrato  constava  o valor a ser pago e 3 cláusulas importantes que em resumo diziam que:

1) O trabalho de Vanessa era sobre um termo de sigilo, compromisso e confidencialidade no qual a tornava proibida de passar qualquer informação a terceiros em relação a Clara Aguilar, em que diz repeito a investigação, vida particular e profissional.

2) Vanessa só poderia acompanhar Clara com o consentimento da própria, caso contrario seria demitia por justa causa.

3) Vanessa teria 6 meses para apresenta a Clara o nome do autor das cartas, só assim receberia os últimos 40% do pagamento.

Clara concordou com tudo e passou a ler o histórico da morena que aguardava de pernas cruzadas do outro lado da mesa.

Já no inicio do currículo a loira não segurou um leve risinho “Vanessa ANDRÉ Mesquita, ótimo sobrenome, não que ela seja masculina mas combina.. apenas combina… ok vamos lá”, logo a diversão passou para admiração, Vanessa tinha apenas 29 anos e um currículo extenso e maravilhoso, faixa preta de judô e Muay thai, curso de resgate com forças especiais de SP e do RJ, cursos de primeiro socorros nas mais extremas condições possíveis, curso de tiro de mais armas que Clara imaginava existir e uma lista com mais de 21 nomes autorizados de pessoas para qual ela já havia prestado serviço, entre elas um ex governado de São Paulo, Mariana Velloso uma famosa cantora  que nos últimos 3 anos tem dominado o Brasil, um ator americano, empresários e  jogadores de futebol. 

- Uau, estou de veras impressionada, você é nova e tem um currículo bem grande, mas vejo aqui que está parada a 1 ano e meio. Por quê?

- Obrigada, poderia ser maior essa lista mais alguns clientes são sigilosos, no total são 52 pessoas, sendo 80%  de investigação com segurança particular e o resto apenas segurança. Quando se toma alguns tiros resgatando o filho de um multimilionário você acaba ganhando uma grana extra, suficiente para para se aposentar, sou boa no que faço mas amo fazer outra coisas, não preciso mais trabalhar com isso para ter dinheiro.

- Hum… então por que aceitou?  

- “Porque era você” –  Vanessa pensou – Porque seu avo me pediu – disse.

- E?

- Tadeu é um homem bom, devo muito a ele, não negaria  um pedido ainda mais vendo o desespero dela com a segurança de sua borboletinha.

Vanessa não resistiu em zoar a DJ, ela sabia que deveria se manter 100% profissional com Clara evitando qualquer tipo de intimidade,  pois sabia dos sentimentos que guardava consigo a tantos anos e também conhecia  a  fama de Don Juan de saias da loirinha tatuada sentada bem a sua frente. Brechas para intimidade não  seria  um boa opção para Vanessa, mas naquele momento parecia o certo a se fazer, só para conseguir outro sorriso bonito que ela teve tanta vontade de corresponder  mas se segurou. Mais do que certo, foi natural.

- Affffffff – Clara gargalhou e abriu um largo sorriso mesmo constrangida, tinha achado que a segurança não havia percebido o apelido. – Ele ainda vai me matar de vergonha.

Dessa vez Vanessa esboçou um leve sorriso, não daqueles que mostra os dentes, mas só dão um desenho feliz aos lábios da boca. Expressão que fez Clara analisar cada detalhe do rosto da segurança, traços marcantes, olhos expressivos, boca carnuda, alguns piercings e algumas cicatrizes.  Definitivamente ela era uma mulher bonita, a loirinha já tinha constato isso quando viu aquela cara séria a encarando depois de uma gafe, mas agora com aquele leve sorriso parecia ainda mais, muito mais, e o sorriso da DJ se multiplicou de tamanho.

- Olha aqui eu deveria nem te contratar depois da gracinha – sorriu – mas realmente você parece ser a melhor. Está contratada!  Tenho uma reunião daqui a pouco e não vou poder ter apresentar  a casa, seu local de trabalho e os empregados, por hora está liberada mas pode começar amanha. – disse enquanto se levantava.

- Ok amanha estarei aqui.

Vanessa também levantou e se preparava para sair do escritório quando Clara a chamou.

- Vanessa, afinal de onde você conhece meu avo e por que disse que lhe deve muito?

- Bom isso eu acho que você deveria perguntar a ele  – e saiu.