livros do harry potter

Do you remember me telling you we are practicing non-verbal spells, Potter?”
“Yes,” said Harry stiffly.
“Yes, sir.”
“There’s no need to call me ‘sir,’ Professor.
—  Harry Potter and the Half-Blood Prince, J.K. Rowling

Parabéns você é o vencedor do concurso #AlmaDePoeta do dia 10/12/2017 Mais uma vez o parabenizamos pela sua vitória @torpeci, que você tenha cada vez mais sucesso!

Quem é você?

Johnatas, 20, atualmente estou na BA. Eu deveria me descrever ou algo assim? Não gosto muito de me definir, sou muitas coisas ao mesmo tempo e tem dias que sou uma imensidão de nada.

Como conheceu o tumblr?

Através de uma amiga.

O que escrever significa para você?

Parafraseado Math (obotequim) - Escrever é meio que chorar pelos dedos para mim na maioria das vezes. As lágrimas que não descem pelos meus olhos jorram de cada sentença que dígito.

O que te inspirou a começar escrever?

A mesma amiga que me apresentou o tumblr me inspirou a explorar a escrita.

Qual seu livro favorito?

Todos de Harry Potter, principalmente o Enigma do Príncipe. Mas sou apaixonado por O Retrato de Dorian Gray também.

Com que frequência você escreve?

Quando me dá na telha, não torno a escrita uma obrigação, então não tenho uma frequência. Mas hora ou outra me aparece alguma coisa pra dizer…

Uma palavra que defina a escrita para você? Por quê?

Eu ia dizer escape, mas não ando fugindo de nada. Só tenho tomado conhecimento das coisas, abrido meus olhos. Creio que ‘ciência’ seja uma palavra adequada.

Gosta de escrever em silêncio absoluto ou prefere ouvir música enquanto escreve?

Não tenho preferência, apesar de me distrair com facilidade. Acho que quando me surge a inspiração, o que acontece no exterior importa de menos.

Pretende levar a “carreira” de escritor a sério?

Não me vejo escrevendo livros ou algo do tipo, mas quem sabe né? Minha paixão mesmo é a moda, pretendo fazer carreira nessa área.

Um conselho para quem entrou no tumblr por agora?

Um conselho… Sei lá, divirtam-se e sigam meu blog. Beejo, brigada.

DESENVOLVENDO HABILIDADES DO PERSONAGEM

Olá você daí! Esse é um guia sobre desenvolver habilidades do personagem, derivado desse rant aqui que fala sobre a falta de aproveitamento da magia nos RPGs de Harry Potter. No entanto, isso serve para absolutamente qualquer coisa. Desde 1x1s de HP até RPIs.

Seu personagem é ótimo em quadribol, ou futebol, mas você não faz ideia de como desenvolver isso? Ou transfiguração, feitiços e DCAT? Você está no lugar certo. Clique no read more, e se divirta. 

Keep reading

Capitulo 41 - FINK (Feelings I Never Know)

(Pov Vanessa)

– Seu último dia no meu prédio, devo dizer aleluia? - disse sarcástica recebendo um forte tapa no braço – Clara!

– Vai sentir minha falta, isso sim - disse apoiando o rosto no meu ombro

– Você está ocupando o lugar de uma possível garota gostosa e solteira que viria pedir meu número e sentar no seu lugar - disse rindo mas assim que percebi o que disse seus risos cessaram e voltamos a prestar atenção na aula

Era meio estranho com Clara agora, toda essa semana nos aproximou demais, mas ainda sim era estranho. Era como se tivessemos voltado para o tempo de quando ela chegou em Miami, mas qualquer palavra errada quebrava tudo. Como agora.

Eu não sei explicar direito como isso aconteceu, simplesmente aconteceu. Sentíamos falta uma da outra, e não precisamos dizer nada, só ficamos perto uma da outra e mais nada, é uma amizade meio seca, não tínhamos tanto contato físico mas ao mesmo tempo não desgrudávamos. Era estranho.

O sinal fez o favor de bater mas eu não queria sair, sei lá, acostumei a ficar o intervalo dentro de sala com ela. Passei os braços em volta de seus ombros e ela apoiou a cabeça na minha, fechando os olhos

– Mani falou que quer falar com a gente - ela disse e eu grunhi, levantando e ela fez o mesmo

Seguimos pelo corredor lado a lado até o pátio em silêncio, no meio do caminho senti suas mãos tocarem as minhas e sorri. Sorri feito boba. Chegamos na portaria e todo mundo estava sentado não chão em uma roda, perto da árvore.

– Qual é o problema com a perna de vocês? Porque o sinal já bateu faz tempo - Milena disse apoiando a cabeça no ombro de Keaton, e recebeu um olhar de repreensão de Normani, que me fez revirar os olhos

– Senta aí - Angel puxou a barra da minha calça forçando-me a sentar e assim o fiz, enquanto Clara foi se sentar entre Wesley e Normani.

Sempre o Wesley, acho que eles são melhores amigos agora.

– Eu decidi fazer uma reunião lá em casa, sei lá pra gente conversar um pouco, distrair e vai ser hoje a noite, o que acham? - Normani disse empolgada e eu neguei com a cabeça, tô com ânimo pra isso não

– Eu gostei - Clara disse mais empolgada até que Normani e todos concordaram empolgados – Vou aproveitar essa reunião pra te pedir um favor - ela disse piscando para Normani e seja o que for a razão disso eu não gostei

Revirei os olhos e murmurei alguma desculpa qualquer para sair da rodinha e me levantei mas logo Normani me gritou

– Você vai, né vadia?

– Tá - murmurei de volta e me dirigi ao meu prédio para me enfurnar na biblioteca. Era o que eu fazia de melhor.

*********************

(Pov Clara)

– Eu acho que isso não vai dar certo, Mani - disse manhosa encostando o violão na parede do jardim

– Claro que vai, para de pensar negativo, olhe para si mesma, está pronta para seguir em frente - abriu a porta dos fundos e fomos andando para a cozinha

– Eu acho que não é pra tanto, não precisa disso tudo pra “seguir em frente” - Wesley disse fazendo aspas com as mãos enquanto bebia o leite direto da garrafa

– Está com ciúmes? - arqueei a sobrancelha e ele riu

– Claro, até porque sou doido por você - dei um tapa na sua cabeça fazendo seu boné cair

– De qualquer forma, tenho que ir pra casa me arrumar porque daqui a pouco o pessoal chega, né? - disse passando as mãos pelos cabelos ansiosa – Vamos comigo, Wes?

– Claro, deixa eu só - ele não completou a frase, apenas pegou um grande pedaço de empadão e colocou na boca

– Seu viado desgraçado, isso é pro pessoal - Normani deu um forte soco no seu abdômem

– Primeiro - ele disse com boca cheia quase cuspindo a massa enfarofada – Eu não sou viado, segundo, eu também faço parte do pessoal

– Tá, depois vocês discutem a relação, agora eu tenho que me arrumar, e você também seu nojento, você tá suado - ele revirou os olhos e virou de costas para que eu subisse – Gosto assim, sem eu pedir

– Você tá um nojo de tão mimada, sabia? - ele prendeu minhas penas em torno da cintura

***********************

(Pov Vanessa)

Afundei mais em meu edredom recostando totalmente a cabeça no sofá, virei a página do livro e eu não estava acreditando que estava relendo Harry Potter pela segunda vez.

Meu telefone tocou e eu grunhi, não iria atender porque sei que é Normani ou Drew mandando eu ir para a festa. Olhei rapidamente para o relógio e já se passavam das 19h. Deixei tocar mais algumas vezes, logo escutei minha própria voz mecanizada pelo aparelho indicando para que deixem recado e em seguida escutei a voz familiar de Clara do outro lado da linha

“Eu sei que você está aí Van, é sério não tem graça sem você”

A alta música no fundo me fez suspirar e ele prosseguiu sem saber que eu estava escutando do outro lado da linha

“Vem pra cá, por favor, por favor mesmo, é sério, eu tô pedindo”

Ela ficou um tempo em silêncio e suspirou, finalizando a ligação

Revirei os olhos e joguei a cabeça para trás, por mais que eu não quisesse minha mente berrava todos os motivos plausíveis para eu ir. Levantei-me arrastadamente até o quarto e joguei uma camisa xadrez por cima da minha regata branca, já estava de jeans mesmo.

Estacionei o carro de frente para a enorme casa de normani e já podia ouvir a música alta. Revirei os olhos, que tipo de pessoa dava uma festa sem motivo? Pra ser sincera não sei nem porque vim. “Porque Clara pediu” minha mente berrou novamente e eu bufei, que caralho.

Bati na porta algumas vezes e fui recepcionada por Drew com um grande risco laranja de tinta neon no rosto. Sorri sem jeito e ele me abraçou gritando que eu havia chegado.

A casa estava completamente escura e a iluminação vinha dos riscos de tinta neon nos tecidos que forravam as paredes, e no rosto na roupa do pessoal, além dos copos e apetrechos, parecia que tudo ali brilhava no escuro. A música quase estourava os meus ouvidos, era uma batida eletrônica e eu encarava tudo com uma expressão irônica no rosto, como menos de dez pessoa conseguiam fazer uma festa daquelas por motivo nenhum?

Sem muitas delongas eu cumprimentei todo mundo e me joguei no sofá observando Wesley rebolar mordendo a camisa enquanto Normani se apoiava em seus ombros e fazia uma cara sensual, segurei uma gargalhada e senti alguém se jogando sobre mim no sofá

– Vanessa - Clara exclamou agarrando meu pescoço – Pode ir no jardim comigo rapidinho? - assenti prontamente, qualquer coisa era melhor do que ficar ali tendo os tímpanos estourados

Fomos andando pela casa tentando não tropeçar nas coisas escuras até a porta dos fundos

– Onde estão Angel e Júnior? - perguntei e ela me olhou com um olhar malicioso

– Só vi os dois quando cheguei, eles não quiseram usar neon e foram pra uma parte apagada da casa - soltei uma risada baixa e ela negou com a cabeça

–Você também não está de neon

– Tenho um motivo especial pra isso - ela disse escorada sob a porta que dava para o jardim e eu franzi o cenho confusa e ela abriu a porta fazendo meus olhos se arregalarem.

O jardim estava todo iluminado por velas e tinham algumas cortinas formando um pequeno quadrado, com um violão apoiado na parede e dois bancos

– Clara, eu não acho que..

– Cala a boca - ela disse séria me interrompendo e eu assenti – Só escuta - e me puxou para mais perto do violão, sentando no pequeno banquinho e indicando que eu fizesse o mesmo no outro.

Ela pegou o violão e sem dizer mais nada começou a cantar

*******************

(Pov Clara)

A drop in the ocean,

a change in the weather,

I was praying that you and me

might end up together

Uma gota no oceano
Uma mudança no tempo
Eu estava rezando
Para que você e eu
Pudéssemos ficar juntas

– olhei em seus olhos e pude vê-la sem reação mas mesmo assim continuei-

It’s like wishing for rain
as I stand in the desert
but I’m holding you closer than most
cause you are my heaven

É como desejar a chuva
Enquanto eu estou no meio do deserto
Mas estou te segurando
Mais perto do que nunca
Porque você é meu paraíso


– Umideci os lábios antes de continuar e pude sentir meus próprios olhos marejarem, tinha que dar certo-

I don’t wanna
waste the weekend
if you don’t love me
pretend
a few more hours
then it’s time to go
as my train rolls down
the East coast
I wonder how
you’ll keep warm,
it’s too late to cry
too broken to move on

still I can’t let you be
most nights I hardly sleep.
Don’t take what you
don’t need from me

It’s just a drop in the ocean,
a change in the weather
I was praying that you and me
might end up together

It’s like wishing for rain

As I stand in the desert

But I’m holding you

Closer than most

Cause you are my heaven

Eu não quero
Perder o final de semana
Se você não me ama
Finja
Mais algumas poucas horas
Então vai ser hora de ir
Enquanto meu trem desce
A costa leste
Eu me pergunto como
Você vai se manter quente
É tarde demais para chorar
Quebrado demais para ir em frente

Ainda não posso te deixar em paz
Na maioria das noites quase não dormi
Não pegue de mim
O que você não precisa

Uma gota no oceano
Uma mudança no tempo
Eu estava rezando
Para que você e eu
Pudéssemos ficar juntos
É como desejar a chuva
Enquanto eu estou no meio do deserto
Mas estou te segurando
Mais perto do que nunca
Porque você é meu paraíso


————–


Eu não disse mais nada, apenas encostei o violão na parede e fitei seu rosto, indecifrável, seus olhos se mantinham arregalados e minhas mãos estavam trêmulas, mas eu comecei, iria até o final. Esperei mais alguns segundos para que ela pudesse dizer algo, mas ela estava muda, com os olhos presos em seus próprios pés.

– Vanessa - chamei e ela me olhou com a mesma cara de interrogação de sempre – Eu sei que eu fiz a escolha errada, que eu não devia ter mentido pra você, mas não há um dia em que eu não me arrependa, não há um dia em que eu não sinta a sua falta - vi uma lágrima escorrer de seus olhos e continuei firme – Ficar perto de você, é ainda pior, porque sinto que te tenho mas ao mesmo tempo não posso te tocar, te beijar - fechei os olhos mordendo os lábios – Eu amo você, e sei que também me ama, porque se não já teria jogado fora essa merda desse cordão da concha, não teria me ajudado quando eu precisei, você está perto mas está tão diferente e distante, nunca te vi tão alheia e eu sei que a culpa é minha, só me desculpa e deixa eu entrar na tua vida de novo - e ela ficou em silêncio mirando o chão e eu soltei um alto suspiro, “porra fala alguma coisa mulher” – Eu olhei pro copo, olhei para vários copos - ela voltou a olhar pra mim com uma expressão curiosa – E realmente, quando você quebra um copo, ele nunca mais volta a ser o mesmo, mas sentimentos não são como copos, porque sentimentos de verdade não quebram, são como grandes machucados, você pode ferir, mas com o tempo ele se cicatriza e você sabe que se não tivesse machucado, não teria aprendido uma lição - ela não disse nada, simplesmente fechou os olhos com força e levantou – Se não quiser me dar uma outra chance, só me perdoa por completo, por favor

Ela ficou um bom tempo de olhos fechados em silêncio e eu já sentia as lágrimas nos meus olhos, ela não iria mudar de opinião, no que eu estava pensando quando fiz tudo isso?

Dei um forte passo para frente, iria deixá-la ali. Quando já estava ao seu lado, senti sua forte mão em minha cintura impedindo-me de dar mais um passo sequer. Fitei-a confusa, agora seus olhos estavam abertos e se mostravam intensos.

Eu não tive tempo de dizer nada, em um só movimento ela empurrou-me para trás e juntou nossos lábios num beijo desesperado, um beijo louco de paixão, de saudades. Sua língua percorria toda a minha boca e eu pressionava os lábios contra sua boca na tentativa nula de sentir seu gosto cada vez mais.

Céus, como eu senti falta daquilo.

Aos poucos o fôlego foi faltando mas em momento nenhum nenhuma de nós duas ousava em separar os lábios por completo, eles eram selados o tempo inteiro. Senti sua língua fazer o contorno de meus lábios, para novamente adentrar minha boca num rápido beijo

– Não me deixa nunca mais - ela murmurou ainda com os lábios nos meus

– Eu não vou deixar - respondi abrindo os olhos, colando nossas testas fitando seus lábios rosados

– Eu amo você e eu não sei mais quanto tempo ia aguentar nesse joguinho imbecil de sermos apenas amigas - soltei uma risada fraca e ela me deu um selinho – Iríamos voltar de qualquer forma, eu sinto falta de você, tanta falta - sua voz soou rouca e eu sabia exatamente do que ela estava falando no momento

– Eu também sinto falta de você - murmurei pouco mais alto que um sussurro – Da gente - mordi seu lábio inferior e ela grunhiu

– Eu acho que a gente podia.. - ela não completou a frase e eu apenas assenti pulando em seus braços e entrelaçando as pernas em sua cintura e juntando nossos lábios novamente.

Suas mãos apertavam-me contra si enquanto ela mordia meus lábios e em passos lentos seguia em direção à casa da Normani.

A música alta nos atingiu rapidamente tirando-me da atmosfera fechada que havíamos criado lá fora, mas ela não parecia se importar e seguia pressionando os lábios contra os meus e abriu uma porta qualquer que depois da luz acesa eu descobri ser o banheiro.

Vanessa me sentou na bancada e abriu minhas pernas com força se encaixando entre elas, desceu seus lábios até meu pescoço depositando longas mordidas e chupões enquanto eu arranhava suas costas por sob a grossa blusa xadrez e deslizava as pernas em sua cintura no intuito de abaixar suas calças. Senti suas mãos entrarem por minha blusa e abrirem o fecho do meu sutiã, então a mudança de música me fez cair na real e lembrar onde estávamos

– Van - murmurei entrelaçando meus dedos em seus cabelos empurrando sua cabeça para trás – A gente tá na casa da Normani

– Clara, por Deus, acabamos de voltar, estávamos praticamente um mês sem - ela chupou meu pescoço com força fazendo-me morder os lábios – Não é hora de ficar escolhendo lugar, não faz assim

– Não é pra ficar igual cachorro no cio também - empurrei-a e abotoei os quatro botões da blusa que ela fez o favor da abrir e ela emburrou a cara – vamos pra sua casa - desci da bancada para destrancar a porta e quando estava quase abrindo pude sentir uma de suas pernas no meio das minhas e seus braços apertaram minha cintura

Mesquita, você está me encoxando?

– Vê se não demora pra se despedir porque eu já estou saindo pelos fundos - ela disse tomando a frente e saindo do banheiro me deixando com uma enorme cara de boba diante da porta

*********************

(Pov Vanessa)

Minha respiração estava alterada enquanto eu tamborilava os dedos no volante do carro, Clara só pode estar brincando comigo, cadê aquela garota?

Eu ainda estava meio chocada, eu tinha acabado de voltar o meu namoro e eu meio que não estava acreditando nisso.

Não tive muito tempo para pensar pois a porta do carona foi rapidamente aberta por Clara que tinha um grande sorriso nos lábios

– Vamos? -ela perguntou e eu assenti prontamente

O caminho de volta para o meu apartamento era completamente deserto pois Normani morava numa rua de condomínios luxuosos e ninguém andava por ali a noite, além das árvores e da pouca iluminação.

Passei a marcha e senti a mão de Clara indo pro zíper de minha calça e puxando o elástico de minha calcinha. Mordi os lábios e pude ouvir a baixa risada que ela continha. Ela subiu sua mão para meu abdômem arranhado-me com força e eu parei o carro em frente a primeira árvore que avistei

– Porque você parou, Vanessa? - ela perguntou visivelmente irritada - Não tá dando pra ver que eu quero ir pra casa?

– Eu não estou em condições de dirigir

***********************

(Pov Clara)

Vanessa passou para o banco de trás pelo vão dos bancos da frente e ficou me encarando com uma cara de interrogação então com muita dificuldade fiz o mesmo e ela se jogou em cima de mim avançando sob meus lábios

– Meu Deus - murmurei sem separar nossos lábios e ela sorriu já deslizando as mãos por todo meu corpo

Com os pés abaixei suas calças até a altura de suas coxas e com as mãos rápidas ela já havia desabotoado a minha blusa e agora desceu os lábios para o meu pescoço mordendo-o com força mas o mesmo tempo, com suavidade enquanto eu grunhia e levantava sua blusa. Ela tentava colocar as mãos no fecho do meu sutiã mas estava meio complicado

– Maldito - ela murmurou e eu soltei um riso baixo levantando minhas costas do estofado para que ela pudesse abri-lo sem problemas

Rapidamente ela foi para os meus seios, mordendo-os e chupando-os rapidamente me deixando cada vez mais excitada e eu arranhava suas costas e deslizava minha mão por todas as partes alcançáveis.

Senti suas mãos se encaminhando para os meus shorts enquanto ainda chupava meus seios, empurrei-a levemente para que pudesse tirar meu short sem nenhum grande sacrifício, mas com o espaço precário consegui apenas abaixá-lo juntamente com minha calcinha até a altura dos joelhos, e Vanessa sorriu satisfeita murmurando algo que eu não entendi contra os meus seios.

Ela se abaixou e arranhando do meu abdômem até as minhas coxas, seu rosto alcançou a altura da minha intimidade e eu soltei um leve gemido quando ela passou os dedos por ali, arqueando as sobrancelhas constatando minha total excitação.

Ela penetrou com um dedo fazendo movimentos circulares enquanto eu gemia e arranhava o banco do carro, logo ela inseriu mais dois dedos e fez rápidos movimentos de vai e vem. Gemi seu nome alto e ela retirou os dedos logo os substituindo por sua língua, com movimentos muito mais rápidos e precisos no meu ponto máximo de prazer, ela começou a brincar com meu clitóris com sua língua para em seguida chupar minha intimidade seguidas vezes me fazendo revirar os olhos e gemer alto de prazer. Entrelacei forte meus dedos em seu cabelo apertando-o e pressionando seu rosto contra minha intimidade, ela chupava e inseria sua língua fazendo movimentos que eu nem sei como ela conseguia, com um forte chupão em minha intimidade ela arranhou minhas coxas e foi subindo, distribuindo beijos e mordidas por todo o meu corpo até chegar em meu pescoço.

Minha respiração estava completamente alterada quando ela me beijou novamente, mas no momento não era nenhum beijo que eu queria, chupei sua língua e ela me deu um rápido selinho, mordeu minha bochecha e começou a chupar o lóbulo de minha orelha, enquanto sua mão descia para a minha intimidade e seus dedos estimulavam meu clitóris.

Apertei sua bunda com força com as duas mãos e grunhi manhosa, fazendo-a levantar o olhar

– Que foi? - ela perguntou como se estivesse feito algo errado

– Vanessa .. - disse meio que em um gemido mas ainda assim meio relutante – Me chupa

– O quê? -ela perguntou em uma risada meio incrédula

– Me chupa, Vanessa, me chupa

Ela não disse nada, apenas abriu um largo sorriso de satisfação e mordeu meu queixo, apertando meus ombros com força, fazendo-me sentar enquanto ela se deitava entre minhas pernas para satisfazer meu desejo.

Logo senti sua língua quente em minha intimidade, ela chupava rapidamente e inseria sua língua de modo circular. Gemi alto e puxei seu cabelo, o que a fez prosseguir ainda com mais ânimo, ela chupava e depois passava a língua pelo meu clitóris.

Rapidamente cheguei em meu ápice soltando quase um grito de prazer e Vanessa se sentou com as pernas em volta de minha cintura

– Satisfeita? - ela perguntou com a voz rouca em meu ouvido e mordeu o lóbulo de minha orelha

– Mais do que você imagina - praticamente gemi em resposta

– Mas eu não

– Acho que ainda podemos continuar isso em casa - arranhei suas costas e ela riu em meu ouvido assentindo – Sua calça está me incomodando - disse ainda ofegante e incomodada com o fato de sua calça estar abaixada até a altura da coxa

– Seu short não está muito diferente - ela pegou a blusa no chão do carro e colocou – Vamos pra casa? - ela perguntou me dando um selinho e fazendo um pequeno esforço para passar pelo vão dos bancos soltando uma alta risada quando dei uma forte apertada na sua bunda

– Já te falei o quanto gosto da sua bunda? - disse fazendo-a gargalhar de um jeito gostoso

– Prefiro não comentar sobre isso - disse ainda rindo ligando o carro, enquanto abotoava minha blusa e subia meu short

***************************

(Pov Vanessa)

– Vanessa, ainda estamos no elevador - Clara deu um forte tapa em minha mão que estava em sua bunda e eu revirei os olhos escondendo o rosto em seu pescoço

– Você sabe como isso sobe mais devagar do que uma lesma, até chegarmos lá em cima já vou ter broxado - reclamei e ela riu

– Quem perde é você, não estou em desvantagem - disse risonha e eu bufei

Depois de alguns minutos finalmente as portas se abriram e eu praticamente arrastei Clara pelos cabelos até a porta do apartamento, Boi arranhava a porta e Clara mordeu os lábios rindo quando ele começou a pular nela

– Filho, depois ela fala com você agora ela tem que ter outro tipo de conversa comigo - peguei Clara nos braços e ela soltou um gritinho alto

– Isso é tão marido e mulher - ela disse rindo escondendo o rosto em meu pescoço

– Eu não sei o que isso significa pra você - disse caminhando até o quarto – Mas pra mim soou bom

Clara começou a chupar o meu pescoço e eu a coloquei na cama deitando sobre ela sem colocar meu peso, beijei-a calmamente e deixei com que ela ficasse com o domínio do beijo, sua língua era cuidadosa e ela rapidamente parou o beijo com alguns selinhos subindo a minha camisa

– Eu quero fazer diferente essa noite - ela disse me dando rápidos beijos aumentando o ritmo dos seus lábios

– O que quer fazer? - desabotoei sua blusa puxando seu sutiã que já estava aberto mas antes mesmo que eu pudesse começar a trabalhar em seus seios ela mudou de posição ficando sobre mim

– Quero fazer o que você faz, quero ficar na sua posição por uma noite - ela disse arranhando meu abdômem já livre da blusa e arrancando meu sutiã com uma certa agressividade

– Clara, você sabe que eu gosto de..

– Dominar? -bela completou a frase com um olhar sexy e eu assenti – Mas hoje eu quero fazer isso - ela mordeu meu lábio inferior – Se não eu visto a roupa de vamos dormir

– Isso não é certo - grunhi frustrada e ela começou a chupar meu pescoço dando leves mordidas enquanto sua mão descia para minha calça desabotoando-a e puxando-a para baixo com toda a minha ajuda possível, com meus pés consegui tirar seu short e sua calcinha

Clara desceu até meus seios chupando-os devagar me deixando completamente irritada com sua leveza que não era compatível com meu nível de excitação.

Como se lesse meus pensamentos, Clara desceu para meu abdômem mordendo minha barriga e descendo suas mãos para minha intimidade, sem nem fazer graça ela penetrou dois dedos de uma vez fazendo movimentos lentos, me fazendo gemer de frustração enquanto me olhava com uma cara engraçada esperando que eu pedisse por mais. Fiz um bico manhoso e ela riu, penetrando rapidamente com movimentos circulares. Gemi seu nome alto e ela riu satisfeita.

Sem mais nem menos ela tirou seus dedos e antes que eu pudesse protestar pelo que ela iria fazer a seguir, já senti sua língua em minha intimidade

– CLARA - o que era para ser uma bronca virou um alto gemido de prazer

Clara me chupava e fazia movimentos rápidos com a língua, ela fazia movimentos circulares e precisos e revezava entre chupar e estimular meus clitóris.

Depois de um longo tempo assim eu cheguei em meu ápice, eu nunca tinha sentido aquilo com ninguém, nunca tinha chegado no meu ponto máximo de prazer, mas antes que eu pudesse raciocinar soltei um grito involuntário de prazer, eu tinha chegado no céu.

Ela entendeu muito bem e distribuindo vários beijos pelo meu corpo finalmente chegou em meus lábios, selando-os seguidas vezes

– Satisfeita? - ela imitou meu tom de voz de hoje mais cedo e eu soltei uma alta gargalhada

– Garota, você é meu paraíso - disse puxando-a para mais um beijo apaixonado, minha língua explorava minha boca e ela sorria entre o beijo – Como eu aguentei ficar tanto tempo sem você? - disse e ela riu aninhando-se sob o meu peito e puxando o edredom para se cobrir

– Quando nosso namoro virou a base de sexo? - ela ignorou minha pergunta me fazendo soltar uma risada alta

– Desde que eu fiquei praticamente um mês sem transar com ninguém -ela arregalou os olhos e abriu um largo sorriso

– Você não..

– Não - disse antes mesmo dela terminar a pergunta e ela me abraçou forte como se aquilo fosse tudo que ela queria ouvir – Clara você foi muito ousada hoje - disse rindo deslizando as mãos por sua coxa, por suas costas, deslizando-as por todo o seu corpo

– Eu não aguentava mais ficar sem você - ela disse erguendo o rosto num tom manhoso e eu lhe dei um longo selinho

Depois de um tempo em silêncio, pude ouvi-la bocejar e senti seus pequenos braços agarrando-me com força, depois daquele momento eu vi que era ela, e sempre iria ser, não importa o que acontecesse, ela sempre vai ser quem vai fazer o meu coração bater mais rápido.

– Eu amo você - ela sussurrou contra meu peito e eu sorri, acariciando-lhe os cabelos

– Eu te amo - disse baixo e pude vê-la fechando os olhos com um grande sorriso no rosto, o que me fez sorrir pelo resto da noite

Entrem, estranhos, mas prestem atenção
Ao que espera o pecado da ambição,
Porque os que tiram o que não ganharam
Terão é que pagar muito caro,
Assim, se procuram sob o nosso chão
Um tesouro que nunca enterraram,
Ladrão, você foi avisado, cuidado,
pois vai encontrar mais do que procurou.
—  J.K. Rowling, no livro “Harry Potter e a pedra filosofal”. Rio de Janeiro: Rocco, 2000