livro da mel

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“Estrada eu sou. Estrada eu vou. E o que seria da estrada se não fosse o movimento? Que triste ou que doce sina levar a todos os lugares sem nunca neles estar. Tenho aprendido com ela que é a espera que edifica o tempo, que o estático pode ser inquietude e que o silêncio conta histórias nesses ermos esquecidos. A estrada nos pertence. Ou somos nós que já fazemos parte dela?”  - Mel Fronckowiak.