Cristão, você lembra o dia em que seus grilhões caíram? Lembra-se do seu lugar onde Jesus o encontrou e disse: “Eu o amei com um amor infinito; desfiz a grossa nuvem de suas transgressões e pecados; para sempre, elas não deverão mais ser mencionadas contra você.” Ah! Que doce momento é quando Jesus leva embora a dor do pecado. A primeira vez que o Senhor perdoou o meu pecado, fiquei tão alegre que mal me contive em dançar. No caminho da casa onde eu havia sido liberto até a minha, pensei que deveria contar para as pedras da rua a história da minha libertação. Minha alma estava tão repleta de alegria, que eu queria contar a cada floco de neve que caía do céu sobre o maravilhoso amor de Jesus, que havia apagado os pecados de um dos principais dos rebeldes. Mas não é apenas no começo da caminhada com Cristo que os cristãos têm motivos para cantar; enquanto vivem, descobrem razões para cantar nos caminhos do Senhor, e a experiência de Sua benignidade constante, os leva a dizer, “Bendirei o Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará continuamente em meus lábios.”

—  C. H. Spurgeon, no livro Dia a dia com Spurgeon.

Eu odeio sentir-me segura o bastante para falar com tanta liberdade na presença dele. Odeio que, entre todas as pessoas, Warner seja a única com quem eu consigo ser sincera por inteiro. Sempre sinto que tenho de proteger Adam de mim, da história de terror que é minha vida. Nunca quero assustá-lo ou contar-lhe muito por medo que ele mude de ideia e perceba o erro que cometeu ao confiar em mim; ao demonstrar afeto por mim.
No entanto, com Warner não há nada a esconder.
—  Tahereh Mafi - Liberta-me
Não sou tão velha assim, mas já me sinto cansada. Até levantar da cama todas as manhãs parece um sacrifício enorme. É como se eu estivesse suportando a vida, em vez de me sentir feliz, realizada com ela. Não vejo o sentido. Se alguém me dissesse que eu poderia voltar atrás e desfazer meu nascimento, eu faria isso. Sinceramente.
—  Eu Estive Aqui.
Sou tão frágil que para evitar que me vejam como um suposto coração quebradiço, vesti a armadura da frieza e uso constantemente a máscara da insensibilidade. Sou fraca e me fiz de forte, sou medrosa e me obriguei a ter coragem, eu queria desistir e eu me forcei a seguir em frente. Suportei o insuportável, chorei dores com um sorriso, e tive que abraçar quem me desejou o pior. Ninguém sabe o que levo dentro de mim, nem imagina o que eu passei, por isso tenho o direito de impedir quem eu quiser de se relacionar comigo. Prefiro novamente a solidão do que uma outra expectativa frustrada.
—  Ela Já Foi Verão