lingerie preta

Hoje estou usando uma lingerie preta rendada, só para saber que a estou usando. E, por baixo dela, estou absolutamente nua. E eu tenho pele. Quilômetros e quilômetros de pele. Tenho pele para cobrir meus pensamentos como filme plástico. Pelo qual pode ver, o que restou da noite anterior. E apesar do que possa pensar, minha pele é macia e suave, e facilmente marcada. Mas isso não importa, certo? Você não se importa com a maciez da minha pele. Você só quer saber oque meus dedos fazem no escuro. Mas e se tudo o que eles fizerem for escancarar janelas para que eu possa ver a luz através das nuvens? E se tudo que anseiam é um trepa-trepa para subir e sentir o ar puro?
—  Hannah Baker, Os 13 porquês. 
Hoje eu estou usando lingerie preta rendada
Só pelo propósito de saber que estou usando
E por baixo dela, eu estou absolutamente nua
E eu tenho pele
Milhas e milhas de pele
Tenho pele para cobrir todos os meus pensamentos como filme plástico
Pelo qual pode ver o que restou da noite anterior
E apesar do que possa pensar
Minha pele é macia, suave
E facilmente marcada
Mas isso não importa, certo?
Você não se importa com o quão macia minha pele é
Você só quer saber o que meus dedos fazem no escuro
Mas e se tudo que eles fizerem for escancarar janelas,
Para que eu possa ver a luz através das nuvens?
E se tudo que anseiam é um trepa-trepa para subir e sentir o ar puro?
E se tudo que elas alcançam é um caderno para escrever ou uma mão pra segurar?
Mas essa não é a história que você quer
Você está lambendo seus lábios e rangendo seus dentes
Só uma vez, eu gostaria de ser a direção para a qual alguém vai
Eu não preciso ser a água na fonte
Eu não preciso ser a fonte
Mas eu não gostaria de ser o chão novamente.
Eu não gostaria de ser a coisa que as pessoas cavam procurando algo que elas possam possuir.
Algumas garotas sabem as letras das canções uma das outras
Encontram harmonias em seus risos
Seus cotovelos ligados ecoam em sintonia
E se eu não conseguir cantarolar?
E se minhas melodias forem as únicas que ninguém ouve?
Algumas pessoas podem reconhecer uma árvore
Um quintal, e saber que transformaram isso em um lar
Quantas vezes eu tenho que andar em círculos até que desista de procurar?
Quanto tempo até que eu me perca pra sempre?
Deve ser possível nadar no oceano daquele que você ama sem se afogar
Deve ser possível nadar sem se tornar água
Mas eu continuo engolindo o que pensei que era ar
E continuo encontrando pedras amarradas aos meus pés
—  Hannah Baker - “Os Treze Porquês”
Reaction: Levando um dos meninos para casa e lhe encontrando de lingerie

• Suga 

Yoongi avisara que estava voltando para casa, porem esqueceu totalmente de avisar que Namjoon iria com ele para que pudessem terminar o rap da nova música. Ele também achou que não teria muito problemas, já que você nunca se importou quando ele levava um dos meninos para lá.

Porém ele não sabia que você escolhera exatamente aquele dia pra lhe fazer uma surpresa, o esperar somente de lingerie na sala. 

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Pedido:Faz um cm o Zayn hot q ela é cantora e faz uma apresentação em um programa q ele também tá e ela dança muito e o apresentador até faz comentários e pergunta se ele não tem ciúmes dos bailarinos e ele fica tipo “ela é minha, não tenho cm q me preocupar” quando chega em casa ele pede pra ela dançar pra ele e eles transam - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido e me desculpe a demora.❤

Sugiro que coloquem Skin da Rihanna para tocar quando vocês verem a palavra Skin em negrito. Dá um clima a mais no imagine.😉

***

Imagine Zayn Malik:

Sou cantora há quatro anos, e conheci Zayn há um ano atrás. Ele não sente ciúmes de mim, o que é muito bom pois normalmente eu faço algumas coreografias sexys e um pouco provocadoras durante meus shows mas ele diz que confia em mim e sabe que eu não faria nada e além do mais ele é meu namorado e não meu dono então não tem direito de opinar em quem pode olhar para mim ou algo do tipo. Ele respeita minha profissão e acima de tudo sabe que eu o amo e não me interesso por mais ninguém.

Hoje eu irei performar Work junto com Drake, eu adoro dançar durante meus shows porquê minhas músicas tem um ritmo legal e eu consigo fazer coreografias facilmente. Especialmente Work.

-Você vai conseguir. - Zayn me encorajou apertando minha cintura.

-Eu sempre fico um pouco nervosa antes de subir no palco, mesmo depois de quatro anos. - Comentei e ele beijou minha bochecha.

-Isso é normal, mas quando você escuta sua música começando e os fãs gritando, você logo esquece o nervosismo e começa a rebolar. - Falou sorrindo e eu concordei.

-Realmente. Não consigo controlar a vontade de dançar quando ouço as batidas da minha música.

-E eu agradeço muito por isso. - Zayn comentou maliciosamente e mordeu meu ombro sorrindo com a língua entre os dentes.

-Você é um safado mesmo! - Comentei batendo de leve em seu ombro.

-E eu sei que você adora amor. - Beijou meus lábios e eu sorri.

-Cinco minutos para S/n entrar no palco!

-Daqui a pouco eu vou precisar ir. - Avisei tentado separar nossos lábios mas ele não deixou.

-Ainda temos cinco minutos. - Retrucou e eu ri entreabrindo os lábios deixando que ele aprofundasse o beijo.

Zayn levou suas mãos para minha cintura descoberta pelo croped e acariciou minha barriga me fazendo arrepiar. Levei minhas mãos para sua nuca e puxei sua cabeça para mais perto colando mais ainda nossos corpos. Suas mãos foram para as minhas costas e enquanto elas desciam eu arfava e me perdia em seu beijo. Quando ele estava prestes a chegar onde queria alguém nos interrompeu.

-Dois minutos!

Tentei separar-nos mas Zayn conseguiu roubar um último selinho antes que eu nos afastasse. Me fazendo sorrir e me controlar para não esquecer do show e me jogar em seus braços.

-Eu tenho que me preparar para subir no palco e você tem que ir para o seu lugar. - Falei e o mesmo fez biquinho.

-Vai Z, eu quero te ver na primeira fileira.

-Eu vou ficar te assistindo como se só tivéssemos nós dois e você estivesse dançando para mim. - Provocou e eu me excitei com a idéia.

-Talvez eu dance para você mais tarde. - O provoquei e o mesmo pareceu gostar.

-Mas você tem que ser bom e ficar lá no seu lugar. - Falei e ele sorriu sapeca.

-Eu nunca sou bom. - Provocou e eu suspirei quando o mesmo tocou minha bunda apertando o local.

-Desculpe badboy, mas só assim para você ganhar o seu lap dance.

-No final eu vou te ter de qualquer jeito. - Deu em ombros e eu revirei os olhos.

-Um minuto!

-Tchau. - Beijei seus lábios rapidamente.

-Tchau e boa sorte!

[…]

-Com vocês…S/n! - Jimmy anunciou e eu entrei.

As batidas começaram e eu olhei para Zayn sentado na primeira fileira.

Work, work, work, work
Work, work
You see me I be
Work, work, work, work
Work, work
You see me
Do me dirt, dirt, dirt, dirt
Dirt, dirt
So gimme all that
Work, work, work, work
Work, work
When you gonna learn, learn, learn, learn, learn, learn
Me no care if him
Hurt, hurt, hurt, hurt, hurt

Automaticamente comecei a rebolar ao som da música e olhar para Zayn quando podia, vendo o mesmo morder os lábios e piscar para mim. O que só me encorajou ainda mais.
Drake não pôde vir, então quando chegou em sua parte alguns dançarinos entraram e começaram a dançar comigo, haviam dois casais, um de cada lado e eu com um dançarino no meio. Eu tinha que rebolar na frente dele e quando o fiz a plateia gritou em surpresa e Jimmy olhou para Zayn como se dissesse “Você não se importa com isso?” e Zayn apenas riu. Continuei com a coregrafia e no fim eu tinha que o aproximar e depois o empurrar como se eu tivesse o rejeitando então ele caia no chão e a música acabava.

A plateia começou a aplaudir e Zayn estava com um sorriso malicioso nos lábios enquanto Jimmy continuava surpreso.
Os dançarinos saíram do palco e Zayn voltou para o palco enquanto nos sentamos nas poltronas para dar início a entrevista.

-Você não tem ciúmes dos bailarinos? - Jimmy perguntou antes de mais nada e todos riram ao que Zayn sorriu calmo.

-Não. Eu confio nela e ela me ama então não tenho com o que me preocupar. - Deu em ombros e eu sorri o selando.

-Bom então se não se importa…caramba S/n que show foi esse, você estava sexy! - Jimmy comentou e Zayn riu.

Obrigada Jimmy! - Agradeci jogando meu cabelo para o lado me gabando.

-Bom então vamos a entrevista…

[…]

-Você foi ótima como sempre. - Zayn falou beijando meu pescoço e mordendo algumas vezes.

O programa já havia acabado e estávamos agora em um carro com o motorista que nos levaria até o hotel onde estamos hospedados.

-E eu acho que alguém está merecendo um presente… - Sorri maliciosa e ele continuou com os beijos até chegar em uma parte de meus seios que estava descoberta.

-Mereço? - Perguntou mordiscando ali e lambendo em seguida.

-Uhum. - Sorri e suspirei quando senti seu sorriso na minha pele e ele voltando a fazer carícias.

[…]

Chegamos no hotel e agradecemos ao motorista antes de descer e entrar no lobby do grande hotel, a recepcionista nos olhou sorrindo e acenou com a cabeça em forma de cumprimento. Chamamos o elevador e assim que entramos no mesmo e apertamos o botão do nosso andar escutamos a musiquinha de ambiente.

-Jimmy tem razão, você estava sexy. E tão gostosa com  essa roupa. - Comentou me abraçando por trás e me fazendo sentir sua ereção na minha bunda.

Zayn colocou meu cabelo para o lado e começou a chupar meu pescoço enquanto apertava minha cintura e me incentivava a rebolar em seu membro coberto pela calça.

-Rebola para mim três vezes melhor do que você fez naquele cara? - Pediu sussurrando e me puxando para mais perto colando nossos corpos.

Eu arfei e fiz como ele havia pedido, comecei a rebolar lentamente só o provocando.

-Você é melhor do que isso. - Sussurrou novamente e eu sorri provocadora subindo e descendo minha bunda pelo seu membro ouvindo-o gemer rouco em meu ouvido.

As portas do elevador se abriram revelando o corredor onde nosso quarto estava. Me soltei de seus braços e ouvi Zayn suspirar em reprovação enquanto eu saía do elevador. Peguei as chaves e olhei para trás vendo-o com uma cara séria e um volume no meio das calças.

-É muito melhor no quarto, eu prometo. - Me justifiquei e ele negou com a cabeça sorrindo com a língua entre os dentes.

Assim que abri a porta e entrei em nosso quarto jogando minha bolsa no chão, senti dois braços fortes rodeando minha cintura e me virando para ficar frente a frente com os olhos caramelo, ele aproximou seu rosto e roçou nossos lábios olhando para minha boca, quando eu ia contestar para que o mesmo fechasse a porta ele me calou com um beijo e empurrou a porta com o pé fazendo-a fechar em um estrondo. Zayn me conduziu até a cama às cegas e sem separar nossas bocas, nos jogou na cama com ele por cima e só separou nossos lábios para tirar a própria camiseta e logo voltar ao que estava fazendo. Eu estava nas nuvens, mas por um momento voltei a sanidade e me lembrei do nosso combinado, o empurrei de leve nos separando.

-O que? - Perguntou preocupado e eu acariciei seus lábios com o polegar.

-Seu presente amor. - Respondi sorrindo e ele franziu o cenho mas logo sorriu parecendo se lembrar e saiu de cima de mim se deitando na cama me deixando levantar.

-Eu já volto, só me dê um minuto baby. - Avisei e corri para o closet pegando minha roupa e fui para o banheiro.

Eu havia comprado há um tempo atrás uma lingerie de renda preta com meias ⅞ e cinta-liga em uma sex shop. Eu gosto de sempre inovar e Zayn como um bom amante de sexo adora quando faço isso. Vesti a lingerie e baguncei um pouco meu cabelo o jogando de lado de um jeito selvagem e sexy.

Saí do banheiro e Zayn estava na cama já sem roupa alguma, apenas de cueca enquanto apertava seu membro por cima do tecido. Assim que me notou ele me olhou de cima a baixo mordendo os lábios com seus olhos brilhando em excitação.

Peguei meu celular e o conectei a caixinha de som via bluetooth, coloquei no Spotfy e apertei play na minha música Skin.

Zayn sentou na ponta da cama e ficou me olhando.

“Já estamos no clima (huh huh)
Então você já sabe o que vem depois (uh huh, uh)
A Tv está no máximo, abaixe o volume, abaixe o volume
Não quero um choque quando o meu corpo gritar agora (oh)
Eu sei que você está me ouvindo (ohhhh)
Você está me fazendo gemer agora”

A música começou e eu me aproximei dele e me incline apoiando as mãos em suas coxas e o provocando sem realmente iniciar um beijo só encostando um pouco nossos lábios e roçando nossas línguas de forma provocadora e logo me afastei, coloquei os braços apoiados em seu ombro e rebolei lentamente com suas mãos em cada lado de minha cintura, me virei e sentei em seu colo com suas mãos me acompanhando e rebolei para frente e para trás lentamente várias vezes, até que desci um pouco e empinei a bunda de volta subindo e sentando em seu colo novamente, logo descendo até o chão ainda rebolando e subindo de novo.

“Eu tenho um segredo que quero te mostrar oh
Eu tenho um segredo, então vou descer até o chão
Sem provocar, você já esperou o bastante
Vai fundo, eu vou te dar o que você não consegue pegar
Não se contenha, você sabe que eu gosto de quando é selvagem
Você sabe que eu estou te sentindo, sabe que estou gostando
Então por que está parado aí com suas roupas?
Querido, tire tudo pra mim, tire suas roupas
Não se preocupe, querido, eu vou te encontrar no caminho
Porque eu sei que você quer me ver”

Até que me virei de frente para o mesmo e enlacei minha mão entre seus cabelos os puxando levemente fazendo-o levantar a cabeça e me olhar nos olhos, com suas íris escuras e suas pupilas dilatadas. Coloquei uma perna de cada lado e me sentei em seu colo novamente rebolando lentamente com suas mãos agora em minha bunda acompanhando meus movimentos, nossos olhares não se desgrudavam e ele estava mordendo os lábios e os umedecendo deixando-os vermelhos e convidativos.

“Quase lá (huh huh)
Então, querido, não pare o que você está fazendo uh huh (uh)
Macio demais, garoto, eu sei que você quer tocar
Respirando na minha nuca, eu poderia dizer que você quer (oh)
E agora você quer (oh)
Quero que você sinta agora”

Eu descia e subia rebolando minha bunda contra seu membro duro e ele apalpava minhas coxas e bunda puxando o tecido da calcinha algumas vezes. Chegou em uma parte da música que ele de tão excitado que estava, me levantou no colo segurando minhas pernas uma de cada lado de sua cintura e nos jogou na cama novamente.

-Porra eu preciso tanto te foder. - Rosnou logo atacando meus lábios e ignorando completamente a música tocando, o que na verdade só deu mais intensidade ao clima.

Ele estava extremamente quente e já começando a soar, seus músculos definidos estavam brilhando e o cabelo estava bagunçando de uma forma sexy, o que só o deixava mais gostoso.
Zayn se atrapalhou na hora de tirar minha lingerie e acabou rasgando tudo e tirando de mim. Estávamos sedentos um pelo outro, não conseguimos pensar, apenas agir.

Zayn parou de atacar meus lábios que já estavam vermelhos e inchados e pegou uma camisinha com pressa rasgando a embalagem e colocando em si mesmo. Ele me penetrou sem aviso prévio e nós dois gememos pelo contato que tanto esperamos, eu estava extremamente molhada e excitada, o que só ajudou com que ele me penetrasse com facilidade e rapidez proporcionando prazer para ambos.
O som da música se misturou com nossos gemidos e a cama rangendo fazendo tudo soar ainda mais prazeroso. Nossa bolha de excitação não podia ser estourada nem se alguém invadisse nosso quarto, pois não conseguiríamos nos desconectar nem se quiséssemos, o que estava longe de acontecer.

Não bastou muito tempo para que os dois chegassem ao ápice e caíssem cansados e suados na cama, depois da provavelmente melhor noite que já tivemos.

-Eu amo quando você resolve inovar. - Zayn comentou rouco e ofegante enquanto eu me encolhia em seu peito exausta.

-Eu gosto de tentar coisas novas. - Dei em ombros e ele afagou meus cabelos até que caíssemos no sono.

***

Não esqueçam de ir na ask comentar o que acharam, é muito importante para mim para que eu possa melhorar cada vez mais e também para me incentivar.♥

Espero que tenha gostado.😙

React - Vocês fazem sexo em um lugar impróprio

Seokjin:

Vocês estavam voltando de uma viagem de carro, tiveram um final de semana sozinhos em uma casa mais afastada da cidade. Jin adorava ter um tempo somente para vocês dois, pois não era algo que podia fazer com a frequência que queria. Estavam no carro voltando para a cidade pois ele teria que retornar as suas atividades em grupo na manhã seguinte. Estava anoitecendo, você já conseguia ver as primeiras estrelas surgindo no céu quando Jin freia o carro bruscamente, sua sorte era estar de cinto de segurança naquele momento. Imediatamente ele vira em sua direção perguntando se estava bem e analisando cada parte sua para tentar achar alguma sequela daquele quase acidente. Depois de você assegurar para seu namorado de que estava bem e que aquilo não passou de um susto, ele foi verificar o que havia de errado com o carro, um dos pneus traseiros furou e não havia um reserva no porta-malas. Ligou para os meninos explicando o que havia acontecido e que não tinha como voltar naquele momento, a estrada onde estavam era deserta naquele horário, então foi informado de que teria que passar a noite no carro com você e que logo ao amanhecer alguém da empresa passaria para buscá-los. Sendo assim, vocês passariam a noite juntos mais uma vez, você estava preocupada em ele não poder aparecer ao seu compromisso logo cedo, já ele somente pensava em aproveitar cada momento que este pequeno incidente o proporcionou. Ele queria ter mais um momento íntimo de vocês antes de ficar ausente por um bom tempo, e dessa vez seria diferente. Colocou-lhe sob o capô do carro e começou a distribuir beijos por toda a extensão do seu pescoço e retirando peça por peça de sua roupa até que não restasse nada alpem de seu corpo despido junto ao dele naquela estrada deserta.

“Você não faz ideia do quão linda você parece. Eu torço para que demorem ao máximo pois não quero ter que acabar com esse momento.”


Namjoon:

Após seis horas de voo, você finalmente acorda no avião que está levando você e seu namorado de volta a Coréia do Sul. Não há uma alma acordada naquele momento a não ser você, os comissários de bordo e os pilotos. Ao seu lado, Namjoon dormia tranquilamente e de forma desajeitada com um sorrisinho no rosto. Olhou para a janela e viu que ainda era noite, precisava levantar para ir ao banheiro mas tinha receio de acordar Namjoon, pois sabia que assim que chegassem ele precisaria cumprir com a sua agenda. Depois de demorar um tempinho para sair sem que ele acordasse, você seguiu para o banheiro. Havia uma pessoa saindo de dentro dele que esbarrou em você, um rapaz que parecia ter mais ou menos a sua idade. Pediu desculpas e tentou seguir para o banheiro mas o mesmo a impediu de entrar perguntando o seu nome e se estava acompanhada, mesmo depois de ter dito a ele que estava com o seu namorado e que já voltaria para perto dele, o rapaz pareceu não se importar muito e continuava insistindo para que o acompanhasse até a sua poltrona porque havia uma vazia ao seu lado. Foi nesse momento em que Namjoon apareceu, ele repetiu firme e grosso a parte que você havia citado sobre ter um namorado que a esperava, o rapaz foi embora surpreso pela aparição repentina de seu namorado que ao ver o rapaz sumir pelo corredor escuro lhe empurrou rapidamente para dentro do banheiro entrando logo em seguida e o trancando.

Você esperava que ele estivesse chateado, então tentou explicar que não o queria acordar e que não esperava por isso tudo. O semblante de Namjoon mudou, estava calmo como se soubesse que a culpa não era sua, lhe botou sob a pequena pia do banheiro e te beijou envolvendo suas pernas ao redor de sua cintura para maior aproximação de vocês. Rapidamente retirou sua blusa e abriu o zíper de sua calça descendo juntamente com sua roupa íntima. Entendendo o recado, você desabotoou os botões da camisa de Nam jogando-a num canto do banheiro, seria algo rápido, apenas para mostrar que apenas ele podia tocar em você.

“Eu o mataria se ele houvesse tocado em você. Você é minha namorada, não quero que nada lhe aconteça.”

Yoongi:

Você havia arrastado Yoongi da cama e o levou para fazer compras em um shopping. Estava passando uns dias na sua casa após ele insistir muito para isso, mas hoje você iria a um jantar na casa dos pais de Yoongi e não havia levado roupas para a ocasião. Chegando lá você praticamente deixou o menino de lado e se jogou naquele mar de roupas encantada com cada peça, Yoongi já estava começando a achar que isso demoraria e deixou você à vontade escolhendo a peça que mais tarde ele teria prazer em tirar do seu corpo. Foi a uma loja de discos perto da loja onde você estava e entrou na sessão dos “Mais Vendidos”. O menino possuia o sorriso mais orgulhoso no rosto quando viu um de seus mais recentes álbuns nas primeiras prateleiras, ainda era algo insano para um jovem que batalhou muito para chegar onde está hoje. Logo mais uma vendedora se aproxima com um grupo de adolescentes colegiais que o reconheceram em meio segundo, não sobrou muito tempo para que você pudesse reagir, mas assim que o grito ensurdecedor se fez presente no estabelecimento ele soubera que já era hora de dar no pé, tentou soar o mais simpático possível ao ir embora e fazer uma reverência em consideração as fãs, mas cada vez mais pessoas se aglomeraram a sua volta, ele estava sozinho. Tentando sair da loja alguém gritou seu nome e logo muitas pessoas começaram a ir em sua direção com câmeras, isso não acabaria bem. As meninas o seguiram até a loja onde você estava, ele lhe procurou em um dos provadores nervoso por não conseguir achar o seu logo de primeira. Ignorou a mulher que falava algo sobre a proibida entrada de homens no provador feminino, mas o mesmo ignorou. Assim que lhe achou, você quase que o esmurra pelo fato de achar que um estranho havia invadido o seu provador, ele fez sinal para que fizesse silêncio e o seu semblante confuso pareceu mudar assim que você ouvira as vozes exclamativas de um bando de meninas atrás de seu namorado. Um pouco mais calmo, ele parou para observar a situação em que se encontrava: estava num provador feminino fugindo de uma multidão e com a sua namorada apenas de lingerie de renda preta. Afinal, é errado ou não querer tirar o mínimo proveito dessa situação toda?

 “Acho que você pode levar mais algumas peças dessa lingerie, gostei de como caiu em você e gostei mais ainda de poder tirar.”

Hoseok

Você estava obviamente muito feliz com a surpresa que seu namorado fizera para você. Haviam rosas espalhadas por todo o trajeto até o terraço do seu apartamento. O céu Seul estava incrivelmente vivo naquela noite, havia estrelas por toda parte enfeitando o cenário perfeito que Hobi criou apenas para vocês dois.Ao meio do terraço tinha uma mesa servida com vinho e algo que cheirava muito bem por sinal, haviam velas espalhadas criando toda uma iluminação romântica e muito aconchegante. Era um sonho. A única explicação que o seu cérebro teve para processar todas essas informações era que você estava vivendo o seu melhor sonho. Todos esses aromas empregnando os seus sentidos e a vista deixava tudo ainda mais irreal. Seguiu até a mesa, procurando por Hoseok que ainda não havia aparecido, sentiu algo encostar na base de sua cintura e um beijo sendo depositado levemente abaixo da orelha. Um arrepio correu pela sua espinha, mas ao sentir a respiração lenta de seu namorado seu corpo foi induzido por uma onda de paz e tranquilidade. Se permitiu sentir os beijos chegando até a sua bochecha e virou para fitar o homem que era motivo de tamanha felicidade que estava sentindo. Viu um Hobi parado com um buquê de rosas em mãos e um sorriso estonteante no rosto. Foi suficiente para que o beijasse, sem falar nada, apenas o beijou. Afastaram-se para pode encarar um ao outro, ele estava feliz em ter um momento desses com você, era exatamente o que ele queria fazer desde que se conheceram, ele queria criar momentos com você todos os dias da vida dele, ter você ao seu lado, aquilo era muito.

Hoseok estava nervoso para o que iria acontecer, mas não deixaria transparecer para que você não sentisse seu nervosismo. Beijou sua testa delicadamente e com calma retirou do seu bolso uma caixinha de veludo vermelho. Neste momento seu coração bate forte e você não consegue evitar que lágrimas comecem a cair de seu rosto, ele então faz a declaração ensaiada por semanas, não aparentava estar nervoso, as palavras saíam de seus lábios com delicadeza e simplecidade. No final, quando você já não aguentava mais chorar e sorrir, ele se ajoelhou e pediu-lhe em casamento. Foi o sim mais fácil de ser proferido em toda a sua vida, não havia no que pensar duas vezes. Aquele era o homem de sua vida e era com quem passaria o resto de seus dias. Hoseok teve facilidade em levá-la até o colchao rodeado de velas e pétalas de rosas perto de onde estavam. Naquele momento a única coisa a ser sentido era o calor que ambos os corpos emanavam juntamente com o amor que sentiam.

“Acho que jamais poderei ser grato por me fazer o homem mais completo e realizado do mundo por te ter comigo. S/n, vamos ter uma vida linda juntos, eu te prometo, eu te amei desde o ínicio, quando você não sentia nada, então obrigada por se permitir sentir isso… Eu amo você.”


Eu sinto muito pela ausência, mesmo! Eu não vejo como posso me redimir, eu fiquei tanto tempo longe, mas eu vou explicar os motivos num outro post, enquanto isso, aproveitem esta primeira parte do react. Eu realmente tive que separar em Hyung line e Maknae line porque ficou maior do que eu imaginava.

Espero ter feito vocês se iludirem, pelo menos um pouquinho skksk amo vocês bolinhos!

~hill

Reaction: As vontades sexuais secretas de cada um

OBS: Oi bolinhos lindos do meu core! Com vocês estão? Queria dizer que eu to de volta! {{Pelo menos é o que eu acho shaushas}} Eu estou tentando fazer alguns posts extras e deixa-los programados, assim eu consigo estudar de boas e o Tumblr não fica paradão. Espero que gostem desse reaction um pouco mais +18 shuashauh Obrigada pelo apoio que me dão! Amo muito vocês!  (▰˘◡˘▰)

• Rap Monster • 

 Tudo que Namjoon mais queria era poder te enlouquecer em um lugar público. Dentro do elevador, de um carro parado no acostamento, em uma sessão vazia do supermercado, no banheiro de um avião… para ele tanto faz. O perigo, aquele sentimento de que talvez possa tudo dar errado, para ele era a real diversão. Só de pensar em você tentando com todas as forças controlar os gemidos por conta das pessoas que poderiam facilmente pegar vocês em uma situação tão quente já lhe excitava. 

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Hoje estou usando lingerie preta
Apenas pelo propósito de saber que as estou usando.
E debaixo disso?
Estou absolutamente nua.
E tenho pele. Milhas e milhas de pele.
Tenho pele para cobrir todos meus pensamentos
como um embrulho plástico que você pode ver através dele
as sobras da noite passada que estão dentro.
E apesar do que você possa pensar, minha pele não é áspera; nem à prova de balas.
Minha pele é macia, e lisa, e facilmente lacerada.
Mas isso não importa, certo?
Você não liga para quanto minha pele é macia.
Você só quer saber o que meus dedos fazem no escuro.
Mas e se tudo que eles fizerem for abrir janelas?
Para que eu possa ver os relâmpagos através das nuvens.
E se tudo que eles anseiam for um trepa-trepa para escalar para sentir o gosto do ar fresco?
E se tudo que eles alcançam é um caderno ou uma mão para segurar?
Mas essa não é a história que você quer.
Você está lambendo os lábios e rangendo os dentes.
Por pelo menos uma vez eu gostaria de ser a direção que alguém caminha.
Eu não quero ser a água na fonte.
Eu não quero ser a fonte.
Mas eu gostaria de não ser mais o chão.
Eu gostaria de não ser a coisa que as pessoas enfiam a mão.
Algumas garotas sabem todas as letras para as músicas uma da outra.
Elas encontram harmonia em suas risadas.
Seus cotovelos conectados ecoam no tom.
E se eu não conseguir cantarolar no ritmo?
E se minhas melodias são aquelas que ninguém ouve?
Algumas pessoas podem reconhecer uma árvore,
um jardim da frente, e saber que chegaram em casa.
Em quantos círculos eu posso andar antes de desistir de procurar?
Quanto tempo até eu me perder de vez?
Deve ser possível nadar no oceano da pessoa que você ama sem se afogar.
Deve ser possível nadar sem você mesmo se transformar em água.
Mas eu continuo engolindo o que eu pensava ser ar.
Eu continuo encontrando pedras amarradas a meus pés.

Hannah Baker

Essa carta é sobre todas as rosas

As que ainda não tive coragem de lhe dar.
Talvez porque ache que devam viver em roseiras.
Você diz que ama as flores, mas as prefere fincadas na terra.

Talvez porque eu queira que compreenda meus receios.
Quero que me ame pelo que eu sou.
Esse que oculto por detrás desse sorriso amargo que você aprendeu a reconhecer.

Não quero que ache que não vou lhe ouvir
Só porque vez ou outra irá perceber que enquanto discute com o mundo pra que eu ouça estarei olhando para os teus seios
E sei que vai gritar comigo
Mas você é tão mais linda
Quanto ouvir sobre a situação da Catalunha

E irei pedir perdão pelo meu descontrole intencional
De tensionar todos os músculos do meu corpo para restringir meu espírito de te entregar todos beijos que ainda não lhe dei.

Quero que goste do café amargo e sem açúcar
Que acompanham meus jornais enquanto meus olhos decidem entre as notícias sobre a ração humana e tua lingerie preta passeando pela cozinha no sábado de manhã

Quero que ame a minha gentileza,
A que encontra debaixo do ímpeto,
Vontade absurda de ter o teu corpo
No emaranhado de lençóis
Sob os teus gemidos descontrolados
Enquanto perco o noticiário
E outras ofensas entre a suposta diplomacia norte-americana e Kim Jong-un

Quero que ame a minha sinceridade
Não esta que habita no tesão que escorre da minha boca ao falar do teu corpo
Mas esta que reside no meu olhar todas as manhãs quando lhe faço perceber que nenhuma outra será como você.

Então perceberá também que no fundo
Como todas as rosas
Desejo a tua tão intensamente
Por todos os dias
No conjunto da tua obra
E seja lá quem foi o artista que moldou
Eu pagaria o dobro de qualquer outro amor sujo e ordinário
Pra manter pendurado
Como benção divina na parede da minha alma.

Hoje estou usando lingerie preta

Apenas pelo propósito de saber que as estou usando.

E debaixo disso?

Estou absolutamente nua.

E tenho pele. Milhas e milhas de pele.

Tenho pele para cobrir todos meus pensamentos

como um embrulho plástico que você pode ver através dele

as sobras da noite passada que estão dentro.

E apesar do que você possa pensar, minha pele não é áspera; nem à prova de balas.

Minha pele é macia, e lisa, e facilmente lacerada.

Mas isso não importa, certo?

Você não liga para quanto minha pele é macia.

Você só quer saber o que meus dedos fazem no escuro.

Mas e se tudo que eles fizerem for abrir janelas?

Para que eu possa ver os relâmpagos através das nuvens.

E se tudo que eles anseiam for um trepa-trepa para escalar para sentir o gosto do ar fresco?

E se tudo que eles alcançam é um caderno ou uma mão para segurar?

Mas essa não é a história que você quer.

Você está lambendo os lábios e rangendo os dentes.

Por pelo menos uma vez eu gostaria de ser a direção que alguém caminha.

Eu não quero ser a água na fonte.

Eu não quero ser a fonte.

Mas eu gostaria de não ser mais o chão.

Eu gostaria de não ser a coisa que as pessoas enfiam a mão.

Algumas garotas sabem todas as letras para as músicas uma da outra.

Elas encontram harmonia em suas risadas.

Seus cotovelos conectados ecoam no tom.

E se eu não conseguir cantarolar no ritmo?

E se minhas melodias são aquelas que ninguém ouve?

Algumas pessoas podem reconhecer uma árvore,

um jardim da frente, e saber que chegaram em casa.

Em quantos círculos eu posso andar antes de desistir de procurar?

Quanto tempo até eu me perder de vez?

Deve ser possível nadar no oceano da pessoa que você ama sem se afogar.

Deve ser possível nadar sem você mesmo se transformar em água.

Mas eu continuo engolindo o que eu pensava ser ar.

Eu continuo encontrando pedras amarradas a meus pés.

Pedido: Faz um do Lou baseado na música despacito do Justin?

                                         DESPACITO

           Olhava para ela com todo o desejo do mundo, minha garota estava bem ali na minha frente, usando uma lingerie preta de renda, cada parte do seu corpo é perfeita até mesmo seus defeitos, suas estrias a fazem linda. Seus cabelos bagunçados e seus lábios carnudos me fazem a desejar cada vez mais, o jeito que ela morde o lábio inferior faz meu corpo por inteiro se arrepiar. Ela está vindo em minha direção e eu agradeço muito por isso, ela é uma benção, sim ela é. Ela faz essa situação em um céu.

           Posso dizer que ela é meu nascer do sol no dia mais escuro, faz-me sentir de um jeito que me faz querer saborear casa momento lentamente. Ela se sentou em cima do meu colo, nesse momento eu já estava puxando por desejo eu só queria provar ela. Passei minhas mãos em seu corpo, como ela se em caixa em mim, um amor feito sob medida.

           Segurei seus cabelos com força e os puxei para trás pude ouvir seu gemido abafado, deixei alguns puxões ali e puxei seu sutiã para cima e abocanhei seus seios com toda a minha vontade, a ouvia pedindo por mais eu estava gostando disso, amava vê-la implorando por mais.

           Ela sabe exatamente como me excitar. O zíper da minha calça estava aberto e senti no momento que ela pegou meu membro em suas mãos e o colocou na boca, cada movimento que ela fazia sentia mais vontade de foder ela. Segurei seus cabelos e forcei sua cabeça contra meu pau. Ela parou e subiu até meu pescoço e deixou pequenos beijos e mordiscou minha orelha.

- Eu quero sentir você. – Ela disse da forma mais sensual possível.

           Senti meu corpo batendo na cama, e ela subindo em cima do meu corpo e tirou toda sua roupa. Eu já estava duro e precisa a sentir, assim que entrei no seu corpo ouvi-la gemendo alto e implorando por mais, mas eu queria ir devagar, para que possamos aproveitar mais.

           Nossos corpos se chocam como imãs, só de pensar nela minha pulsação acelera. Aumentei a velocidade e ela agarrou minhas costas e cravou as unhas, eu já estou gostando mais do que o normal, todos os meus sentidos estão pedindo mais. Lentamente, eu quero a sentir respirar no meu pescoço lentamente.

- Como eu amo foder você. – Falei em seu ouvido, enquanto ela gemia.

           Quando ela estiver sozinha quero que se lembre de cada palavra e como nenhum homem a faz e sentir assim. Beijava seu corpo por inteiro, lentamente, seu corpo é um labirinto no qual eu não quero achar a saída. Aumentava a velocidade para ouvi-la a gritar e implorar por mais, ela mexia os quadris em meu pau, seus cabelos longos batia em sua cintura cada movimento é perfeito. Ela beijou meus lábios com vontade, eu sabia que a minha boca é o seu lugar preferido.

           Como eu amava esse ritmo, começamos devagar e depois selvagem, quero vê quando amor cadê em você ela é a malicia e delicadeza, seu lado safado e inocente andam lado a lado.

- Ai, meu Deus! – Ela dizia aos gritos.

           Eu poderia continuar com isso para sempre só para ouvi-la falar isso. Senti que ela estava quase chegando lá junto comigo, então nós dois gozamos juntos. Ela se jogou ao meu lado sua respiração estava acelerada e ela tinha um sorriso lindo no rosto, assim como eu. Ela deitou a cabeça no meu peito e me beijou com delicadeza.

- Eu te amo. – Ela disse me beijando.

Cores de uma Amizade (Parte 3)

- Jung Hoseok/J-Hope

- Romance/SMUT (BDSM)/Uma pitada de comédia

Originally posted by leojuseyo

Era hora de experimentar algumas cores de uma amizade.

 Coloquei minhas mãos em seu peito, o afastando um pouco. Isso pareceu surpreender Hoseok, que logo desarmou toda aquela aura de badboy. Sorri envergonhada, usando minhas unhas para arranhá-lo por cima da camisa ainda.

-Eu vou preparar um coisa, tudo bem? Me espere aqui. – Falei, curvando-me para sussurrar em seu ouvido. J-Hope sorriu de forma maliciosa, encarando-me pelo canto do olho. Beijei de forma lenta seu pescoço, apenas para poder deixá-lo no clima novamente. Senti as mãos de Hoseok segurando minha cintura firmemente, aproximando-me do seu corpo.

 Juntando todas as forças do meu corpo, me afastei e peguei a bolsa sobre o balcão, não ligando se ele havia visto ou não. A sensação da sua mão ainda permanecia na minha cintura, aquecendo meu corpo da cabeça aos pés. 

 Peguei a lingerie preta com rendas, a colocando rapidamente e me olhando no espelho. Meus cabelos caíam sutilmente sobre meus ombros. Hani estava certa, eu estava me sentindo sexy e aquilo era bom demais. Ajeitei alguns detalhes aqui e ali e então respirei fundo. Era mesmo aquilo que eu queria? 

Era, ah se era.

 Desci as escadas devagar, um pouco insegura quanto ao meu corpo por causa de Hoseok, vendo-o sentado no sofá. O garoto estava com a cabeça jogada para trás e a boca levemente aberta. Ainda usava todas as duas roupas, mas com uma de suas mãos, ele massageava o próprio membro ainda por cima da calça.

 Aproximei-me devagar, sentindo todo meu corpo se aquecendo. Coloquei meus braços ao redor do seu pescoço, beijando a parte de trás da sua orelha. O garoto se assustou de leve com a minha presença, mas logo voltou a relaxar.

 Ele colocou a cabeça mais para o lado, me dando mais visibilidade do seu pescoço. Seus olhos estavam fechados e sua mão ainda mexia no volume que só crescia em sua calça. Sorri entre os beijos em sua pele exposta, fazendo um bom uso da minha língua.

 Óbvio que não podia faltar um chupão básico mais na parte do seu maxilar, o que fez o menino suspirar mais alto. Passei minhas mãos em seus braços e seu abdômen, ainda por cima da roupa. J-Hope sorria de vez em quando.

-Sente na minha frente. – Ele disse, virando o rosto na minha direção e encarando-me profundamente. Assenti, deixando um último beijo na sua nuca. Andei da forma mais elegante possível até a parte frontal do sofá.

 Os olhos de Hoseok se escureceram assim que me viram. Luxúria pura, com certeza. Abri minhas pernas, sentando em seu colo. Lá no fundo, ainda estava mais nervosa do que nunca, como se fosse minha primeira vez, mas agir daquele jeito fazia eu me sentir muito, muito bem.

 Coloquei o cabelo em apenas um lado do ombro, deixando meu pescoço bem exposto. J-Hope passou as mãos por toda a extensão lateral do meu corpo, seus olhos praticamente me devorando.

 Apoiei meus braços em seus ombros, curvando-me para finalmente beijá-lo nos lábios. O encontro foi intenso e meu coração se aproximou de explodir. Nossas línguas traçavam caminho na boca um do outro, seguidas por suspiros e beijos profundos. Minhas mãos brincavam com fios do seu cabelo e as dele seguravam minha cintura, auxiliando-me a rebolar bem devagar sobre seu colo.

 Eu já estava completamente no clima. Uma de suas mãos desceu as alças do meu sutiã, o retirando sutilmente. Sua expressão de surpresa e admiração quando me viu daquele jeito foi o suficiente para enfraquecer minhas pernas. Meu coração batia como nunca antes, enviando uma sensação diferente por cada pequena articulação do meu corpo. Respirei fundo em meio ao beijo, fazendo J-Hope sorrir um pouco.

-Quer subir? – Ele perguntou com sua boca ainda roçando na minha. Assenti, colocando minhas pernas ao seu redor e sentindo suas mãos segurando com vontade minha bunda enquanto levantávamos.

 Continuei beijando seu pescoço até o momento em que chegamos dentro do quarto. Fui colocada nem tão gentilmente assim sobre o colchão, o que me fez sentir outra sensação que nunca havia passado por mim. J-Hope era com certeza diferente de todos os outros caras com quem eu tinha ficado.

Hoseok me colocou completamente deitada na cama e quando tentei me sentar, ele usou as mãos para empurrar de leve, mas firmemente, minha barriga e fazer-me abaixar de novo. Um jeito dominante? Não conseguia ver nada do que ele estava fazendo direito deitada daquele jeito, mas tinha uma noção de que iria ser bom. Apenas fechei os olhos, imaginando o que Hoseok estaria fazendo naquele momento pelos sons. Eram sons de… Tecido? 

 Abri os olhos para fechá-los novamente. J-Hope começou a beijar meus tornozelos, subindo por toda minha perna. Suas mãos o acompanhavam, passando por caminhos onde sua boca não passava. Suspirei, percebendo o quão perto ele estava chegando da famosa ‘’zona de perigo’’.

 Suas mãos macias retiraram lentamente minha calcinha, a impressão de seus dedos permanecendo na minha pele por mais alguns segundos. Meu coração se acelerou, aquele era o momento em que eu iria sentir o que não sentia há meses, talvez anos.

 Porém, diferente do que pensei, ele passou bem longe de lá, me deixando apenas no desejo. Abri meus olhos para encará-lo e levei um pequeno susto ao ver que Hoseok se encontrava já perfeitamente cara a cara comigo. Um sorriso malicioso tomava conta de seus lábios e seu olhar pesava sobre mim. 

 Hoseok beijou meu pescoço todo, respirando fundo algumas vezes e deixando com que seu bafo quente batesse em minha pele sensível. Minhas mãos estavam presas sobre a minha cabeça em formato de X por J-Hope. Estar me sentindo daquele jeito, dominada, era melhor do que eu havia imaginado.

-Não se mova tanto…

 Com uma de suas mãos ainda prendendo as minhas, o menino continuou descendo os beijos pela minha clavícula até que chegou em meus seios. Usando seus dedos livres, acariciou ao redor e entre eles lentamente, deixando pequenos beijos aqui e ali.

 Do nada, sua boca pegou meu seio esquerdo e a lambeu intensamente. Arqueei um pouco as costas, tanto de susto quanto de prazer. Fechei os olhos e tensionei o maxilar por causa da onda de sensações que me atingiu. Minhas mãos ainda estavam presas e aquilo fazia meu coração acelerar.

 Depois de uns bons e longos minutos de diversão com meus seios, J-Hope finalmente me soltou e seguiu em frente. Coloquei uma de minhas mãos em seu cabelo, involuntariamente abrindo minhas pernas enquanto ele descia seus beijos pelo meu abdômen.

 Suspirei e arranhei um pouco sua cabeça assim que senti sua respiração quente batendo no local mais sensível do meu corpo, o clitóris. Olhei para baixo, vendo-o me encarar e sorrir de leve. Não demorou nada para que eu sentisse a umidade da língua macia de Hoseok, arqueando quase que totalmente minhas costas.

 Um gemido alto deixou minha garganta, fazendo J-Hope sorrir ainda mais. O garoto continuou com movimentos circulares e para os lados, alternando entre as velocidades. Eu me contorcia de prazer, não sabendo se aguentaria ficar apenas gemendo. A sensação explodia no meu peito, apenas crescendo.

 Sem aviso nenhum, o garoto colocou dois dedos de uma vez só. Juntei minhas coxas deixando sua cabeça no meio por causa do sentimento que percorreu meu corpo rapidamente. Minha boca estava meio aberta e um suspiro/gemido mais fino que minha própria voz acabou escapando.

 Agora J-Hope havia estabelecido uma velocidade única e rápida, sem diminuir sequer um segundo. Eu podia notar que ele estava ficando cansado, então estiquei minha mão para tocar meus próprios seios e logo, descendo meus dedos até meu clítoris, circulando-o.

 De repente, uma dor percorreu rapidamente meu corpo e eu acordei de um quase transe. J-Hope havia me dado um tapa. Aquilo nunca havia acontecido comigo, então meu coração estava batendo muito forte e pensamentos de que eu tinha feito algo errado começaram a correr pela minha mente.

-Por acaso eu mandei você fazer isso? – Ele perguntou com a voz levemente mais grossa. Aquela situação toda, por mais estranha que fosse, estava me animando cada vez mais. – Me responda.

-Não… – Minha voz saiu baixa, porque eu estava sentindo um misto de medo e prazer. Tudo isso mexia com a minha cabeça e me deixava muito confusa.

-E o que eu devo fazer para que você aprenda a entender comandos? Eu mandei você não se mover tanto e olha só! Você tentou dar prazer para si mesma. Não estou fazendo um bom trabalho? – Neguei usando a cabeça várias vezes, sentando-me na cama e vendo-o fazer o mesmo. – Vou perguntar uma última vez, o que acha que devo fazer para entender comandos?

-Eu não sei. – Um pequeno sorriso surgiu em seus lábios, então ele se levantou da cama.

-Então me deixe te ensinar. – Hoseok se abaixou para pegar algo que estava debaixo da cama sem dizer uma palavra, o que fez arrepios subirem pela minha espinha. Quando se levantou, vi que estava com um pano em suas mãos.

-J-Hope…? – Ele sorriu sem mostrar os dentes enquanto andava na minha direção. Seus olhos estavam escuros e eu senti como se pudesse me entregar completamente naquele momento.

-Nada pessoal, _______. Mas você ­precisa saber me obedecer se não quiser apanhar. – A última palavra faz meu coração dar um pulo. Eu só havia visto aquilo em filmes ou lido em algum lugar, mas nunca tinha feito qualquer coisa parecida. 

 J-Hope segurou meus pulsos juntos, os amarrando tão firme que minha circulação ficou fraca naquela área. Meus braços estavam presos nas minhas costas e não importava o quanto tentasse, as amarras não se soltavam. 

 Hoseok ficou me encarando, esperando por alguma coisa. Eu não sabia o que fazer, simplesmente fiquei ali parada, observando-o. O garoto, depois de um tempo, suspirou e empurrou-me gentilmente, fazendo com que eu me deitasse. Então, me colocou de barriga para baixo, meu rosto contra o travesseiro. Meu sangue borbulhava e eu nem sabia o que estava acontecendo direito, só queria que começasse logo.

-Quero que conte em voz alta. – Não tive tempo para pensar direito quando o primeiro tapa veio. Um misto de dor e prazer correu por cada célula no meu corpo. Não falei nada, apenas soltei um gemido baixo, afundando a cabeça no travesseiro.

Do nada, mais um tapa, dessa vez muito forte, veio. O som percorreu o quarto todo e aquela sensação de um prazer estranho me consumiu de novo.

-Eu disse para contar em voz alta. Quanto mais você me desobedecer, mais fortes eles serão. – J-Hope segurou meu cabelo, puxando-o de leve e sussurrando em meu ouvido. Assenti com a boca meio aberta.

 Ainda segurando meu cabelo, com a mão livre os tapas continuaram e eu os contava com toda a força e autocontrole que me restavam.

1…

2…

3…

4…

5…

6…

7…

8…

9…

10…

Cada um mais forte e mais rápido que o outro. Com certeza aquilo me marcaria, mas apenas eu poderia ver. Assim que acabou, Hoseok deixou suas mãos descansando sobre minha pele e beijou minha nuca diversas vezes. 

 Suas mãos acariciavam meus ombros lentamente enquanto o garoto descia com seus beijos por todas as minhas costas. Respirei fundo, ainda me recuperando de tudo aquilo. Um pouco de suor escorria da minha testa, mas não liguei muito. Havia algo muito mais importante que merecia atenção.

 Fechei os olhos e deixei com a sensação de ter J-Hope voltando a fazer um oral em mim me consumisse de vez. Hoseok puxou-me um pouco para trás, me fazendo sentar em seu rosto. Senti minhas bochechas corando, mas tinha que admitir que era bom.

 Nunca na vida tinha feito nada parecido com nada daquilo. Agora sei o verdadeiro significado de arrependimento. Não ter minhas mãos livres era tão desesperador, mas não ruim. Nada que Hoseok estava fazendo podia ser. Meu ápice estava chegando rápido, o garoto tinha certa habilidade. Muita, aliás. Mas, como ele não é uma pessoa que tem piedade com o coração das pessoas, parou quando eu menos esperava. Respirei fundo, saindo de cima dele.

-Sente-se. – Ele mandou. Não hesitei em obdecer. J-Hope se levantou da cama e despiu-se inteiro, assim, do nada. Apenas fiquei observando, pasma. Não sabia direito o que estava sentindo, mas me encontrava prestes a explodir. 

 Hoseok se sentou na minha frente e passou a mão no cabelo, pude perceber que ele também estava suado. Soltando um suspiro alto por entre seus lábios, seus olhos se voltaram para mim.

-Você sabe o que fazer. – Olhei para seu membro, que já estava totalmente de pé, mas fiquei um pouco confusa.

-E minhas mãos?

-Estão presas. E é assim que vão ficar até quando eu quiser soltá-las. – O garoto me respondeu, me deixando, mais uma vez, sem saber o que falar. Fiquei de joelhos e me abaixei o máximo que pude, colocando seu membro em minha boca. Fiz movimentos indo para cima e para baixo, usando muito a língua. Era tudo que me restava, afinal. J-Hope parecia estar aproveitando aquilo ao máximo e, bom, eu também estava.

 Assim que estava chegando perto, Hoseok colocou suas mãos no meu cabelo e acelerou meus movimentos. Mas parou antes de atingir o ápice. O garoto me ajudou a sentar novamente apenas para me colocar de barriga para baixo de novo.

 Segurando minhas mãos uma das suas e com a outra massageando meus seios, Hoseok perguntou baixo no meu ouvido:

-Posso te foder por trás desse jeito? – Eu não estava conseguindo pensar direito, meus desejos tão intensos estavam falando bem mais alto. Apenas assenti, esperando o melhor.

 Uma risadinha baixa fez meus braços se arrepiarem e logo J-Hope segurou meu cabelo firmemente, mas não puxando-o. Primeiro, antes de fazer o que ambos queríamos, ficou bricando com a entrada da minha intimidade, pondo apenas a cabeça e a tirando logo depois.

 Ouvi o som da camisinha sendo aberta e posta, meu coração acelerado apenas esperando o impacto. Sem um bom aviso prévio, Hoseok se colocou completamente dentro de mim e com força. Soltei um gemido quase gritado, sentindo meu cabelo sendo levemente puxado.

 Depois de segundos, tapas começaram a ser dados em mim de vez em quanto, mas eu não queria que parasse. O som dos nossos corpos se batendo e os gemidos se misturando era como uma orquestra para meus ouvidos. Sorri entre os gemidos, abaixando a cabeça e tentando manter o 1% de sanidade que me restava.

 Do nada, J-Hope começou a massagear meu clítoris com uma das mãos e foi nesse momento que tudo se perdeu. Meus gemidos já estavam descontrolados e eu, deplorável. O suor no meu rosto fazia os cabelos grudarem e minhas unhas arranham as palmas das minhas mãos.

 Eu estava quase chegando lá e, pelo jeito que as coisas estavam indo, J-Hope também. A velocidade aumentou e isso me fez perder o controle total do meu corpo.

  Assim que meu ápice finalmente chegou, gemi tão alto que a vizinhança toda deve ter ouvido. J-Hope não demorou tanto para chegar também, apenas alguns minutos. Quando já tínhamos nos acalmado, Hoseok ainda não havia se retirado de dentro de mim, pelo contrário, só tinha se colocado mais fundo.

 Deitei-me na cama e meu corpo relaxou assim que senti meus pulsos sendo soltos. Passei os dedos entre meus cabelos e percebi que me encontrava completamente suada. J-Hope finalmente se retirou de dentro de mim, tirando a camisinha e a colocando em algum lugar do chão.

 Deitamos um ao lado do outro, nenhum dos dois sabia direito o que dizer. Uma onda de vergonha passou por todo meu corpo e acabei rindo de toda a situação. Hoseok também começou a rir, colocando as mãos em seu rosto.

-O que foi isso? – Perguntei, ainda rindo. J-Hope respirou fundo, virando o rosto para me encarar. No momento em que nossos olhos se encontraram, foi como ver a pessoa que eu mais confio no mundo que não seja da minha família na minha frente.

 Mas aí Hani apareceu na minha cabeça, então deixa pra lá.

-Eu devo ter te chocado um pouco, não?

-UM POUCO? Querido, você me deixou boquiaberta. Não sabia que era desse jeito, nunca deu sinais… – Ele sorriu, tirando o cabelo do meu rosto.

-Ou talvez você nunca tenha percebido. – Dei de ombros, respirando fundo.

-Que loucura. Você conseguiu me deixar completamente entregue nos seus braços há uns minutos, como fez isso? – Perguntei, sorrindo. Ele começou a rir e depois fez um sinal de silêncio.

-Segredos de um mestre não podem ser revelados – Começamos a rir e então, do nada, J-Hope me colocou entre seus braços, minha cabeça em seu peito nu. – Me desculpe se te machuquei, tudo bem? Ás vezes pode ser que eu perca a noção e faça alguma coisa bem errada.

-Você não me machucou nem um pouco, pelo contrário, só me fez perceber o que eu estava perdendo em todos esses anos. – O garoto sorriu e mexeu no meu cabelo.

-Se você diz, então prepare-se para as próximas vezes. Isso foi só a ponta do iceberg.

(…)

 No dia seguinte, fomos para a aula juntos e eu notei que estava me sentindo diferente. Mais sexy, talvez? E com dores também, depois de uma noite dessas, quem não? 

 Chegamos na sala bem cedo, havia apenas cinco pessoas ali. Incluindo Hani. J-Hope foi falar com Namjoon, um de seus amigos, e eu corri para a mulher da minha vida.

-Nem te conto. – Falei, me sentando ao seu lado. Pelo menos tentando.

-O que aconteceu dessa vez? – Seus olhos quase brilhavam e ela parecia uma criança animada para receber um doce.

-Podemos dizer que eu vou ter certa dificuldade para dançar hoje.  

A/F: Me exaltei.

//MinSuga

IMAGINE HARRY STYLES - “A PRIMEIRA VEZ COMO ELA É”- FINAL

-Primeira parte: http://one-shots-da-1d.tumblr.com/post/95169596069/imagine-harry-styles-a-primeira-vez-como-ela

-Eu já tinha avisado antes de pegar o pedido que ia ficar isso, essa droga broxante kkkkk (tirando as partes da malu) mas vocês pediram, e como eu vivo para agradar vocês, está aí…

-Por favor, me dêem as suas opiniões, sério mesmo! Eu pesquisei muito, me informei muito pra fazer esse imagine,acho que mereço pelo menos algumas asks dizendo o que vocês acharam!

-Alguns fatos são verídicos (sou virgem, lembrem-se kkkkk) como a depilação, o primeiro beijo, e outras coisinhas.

-A parte do filme, foi escrito pela minha princesa, meu amor, minha Maluzinha,do tumblr aboutimagine.tumblr.com. Ela me deu uma força, pois eu tinha perdido o imagine e tive que rescrever! Te amo sua linda, e dedico esse imagine a você!

—–

-Vai doer?- perguntei insegura enquanto tentava respirar fundo para não perder a coragem.

-É claro que vai - Taylor respondeu revirando os olhos e eu o encarei de cara feia.

-Não sei se eu quero mais fazer isso- tentei sussurrar baixo, mas não obtive sucesso já que a recepcionista me encarou divertida.

-Agora já foi, você já pagou. Até parece que nunca se depilou com cera quente antes.

-É óbvio que já, mas eu tinha 13 anos e queria saber como era, e me lembro perfeitamente de eu sair aos prantos por causa da dor que eu senti.

-E por que você não faz igual você sempre fez? Com gilete?

-Porque eu quero ficar com a pele lisinha, e ela não fica desse jeito com a gilete. Fora que coça pra caramba.

-Então você vai ter que aguentar a dor. Mas não se preocupe, trouxe um lencinho para você- sorriu cínica recebendo um tapa meu- aí, sua doida- tentou fingir indignação mas não aguentou e caiu na risada- quer que eu entre lá e segure sua mão?- perguntou seria dessa vez.

-Agradeço, mas acho que gente demais vai ver minha intimidade hoje. Vou dispensar- falei baixo e ela gargalhou atraindo os olhares em nossa direção. Não me contive e gargalhei junto, mas logo fiquei seria, respirando fundo tentando criar coragem para perguntar o que queria.

-Posso te perguntar uma coisa? Promete que não vai rir?

-Tentarei- cruzou os dedos enquanto um leve sorriso dançava em seus lábios.

-Que tipo de depilação eu faço?-sussurrei o mais baixo possível e ela franziu o cenho sem entender

-Como assim?- sussurrou de volta.

-Eu…aí que droga!.. Eu depilo tudo ou deixo um pouquinho?- perguntei sem a encarar e Taylor tampou o rosto com as mãos tentando segurar ao máximo a risada escandalosa. Revirei os olhos e esperei que a crise passasse.

-Que raio de pergunta é essa?

-É porque eu sempre vejo que algumas mulheres deixam um pouquinho no meio, em forma de quadrado, mas eu acho tão estranho- fiz careta.

-E é estranho, mas tem homens que gostam de segurar os pelos das mulheres enquanto transam com elas.

-E o que eu faço?

-Como você não sabe o gosto do Harry..quer dizer, você não sabe, né?- perguntou e eu a encarei com cara de óbvia- foi o que achei. Depila tudo, aí se você achar que ele gosta de segurar, você deixa crescer só no meio da intimidade, mas tem que ser poucos. É melhor não arriscar, vai que ele não gosta de peluda?- tentou aconselhar sem rir mas falhou. Eu ia brigar com ela, mas fui chamada pela depiladora para a sessão de tortura, e não tive tempo. Ou escapatória.

-Força amiga!- Taylor desejou com deboche mas eu a ignorei, respirei fundo e entrei na sala, onde gritos de dor meus foram escutados por todo o bairro. Porra, aquilo quase arrancou a minha pele!

Em compensação, assim que sai da sala com o rosto vermelho de tanto chorar, corri para o banheiro para analisar a obra feita. Confesso que fiquei passando o dedo em minha virilha sentindo a maciez da minha pele por, no mínimo, meia hora.

Tomara que Harry goste!

….

- Ai meu Deus, Taylor! Estou horrível nessa! - sai do provador com a lingerie sugerida pela Taylor. Já estávamos a tarde toda naquilo e eu não consegui achar uma que ficasse legal em mim. Todas me deixavam feias.

-(Sn), por favor! Olha no espelho de novo! Olha como você está gostosa. - Olhei-me no espelho e fiz careta.

- Estou horrível! - Sentei no sofá e bufei. - Desisto! Não vou mais hoje, está tudo dando errado. Saco. - Reclamei.

- Ihh, para de drama (sn). Quer um conselho? Leva essa e procura mais uma- se referiu a langerie cor de vinho que eu usava- Tenho certeza que vai achar uma que goste, pelo menos uma. Vai vai vai! Não temos tempo. - puxou meu braço, deixando-me sem opção. Procuramos mais uma vez na loja inteira. Nada me interessava, tudo o que eu pensava era em como Harry ia me odiar ver com aquelas lingeries.

Olhei-me para o espelho mais uma vez e dei meio sorriso ao ver a lingerie preta com renda de lacinhos em meu corpo. Lembrei quando Harry me disse que gostava quando eu usava preto.

- Vou me arrepender do que vou falar, mas… Eu gostei dessa, experimentar - disse para Taylor, que revirou os olhos

-Não é hoje que eu saio dessa loja..

-E que tal essa?- perguntei dando uma voltinha desengonçada naquele cubículo que juravam ser um provador.

-Não sei…prefiro a rosa- Taylor respondeu sentada no pequeno sofá do corredor enquanto se abanava.

-Você sabe que eu detesto rosa- revirei os olhos me encarando no grande espelho. É, essa langerie não ficou legal.

-Então vai com aquela preta de renda com lacinhos no lado que você experimentou na quarta vez, antes das outras vinte, ela ficou muito sexy e você gostou tanto dela- fez cara de safada e eu tive que concordar- escolhe qualquer coisa, você vai ficar nua de qualquer jeito no final- respondeu visivelmente cansada e me virei incrédula com a capacidade que ela tinha de me deixar mais nervosa ainda

-Alguém já te disse que você é uma péssima amiga?

-Mas você é muito ingrata mesmo, você decide perder a droga da virgindade e me arrasta em salões para fazer o cabelo, as unhas, me obriga a ficar no banheiro junto com você inalando aquele cheiro forte enquanto você descolore os seus pelos da perna mesmo sabendo que eu tenho asma, me obriga a escutar seus gritos na depiladora, seus “aí ai ai aí ” na mulher que fez a sua sobrancelha, me faz ficar sem almoçar pra ir comprar camisinhas, me fez te explicar como foi a minha primeira vez umas trinta vezes, me obrigou a ler revista de sexo e até vídeo pornô, e ainda me obriga a ficar aqui morta de cansaço enquanto você não decide que porra de calcinha e sutiã você vai usar por dez minutos. E EU AINDA SOU CHAMADA DE PÉSSIMA AMIGA?- exclamou visivelmente irritada e abaixei a cabeça sabendo que foi muito ingratidão da minha parte.

-Desculpa- pedi baixo e escutei seu suspiro.

-Eu que tenho que te pedir desculpas, não deveria ter explodido, sei que você está nervosa. Mas é que você ainda vai me enlouquecer hoje - brincou me fazendo rir.

-Alguém já te disse que você é a melhor?

-Por incrível que pareça, não- respondeu brincalhona.

-Você é a melhor!

-Eu sei ..-gargalhei - agora leva aquela preta e aquela vinho que tenho certeza que se ele não ficar duro, é gay!- ri concordando e indo trocar de roupa.

….

Estava literalmente parada em frente ao guarda-roupa, pensando no que vestir. Milhares de roupas a minha frente e nenhuma me agradava. Tentava lembrar nas palavras de Taylor sobre roupa, mas não deveria estar prestando atenção. Já estava com a lingerie no corpo agora só faltava a maldita roupa.

Bufei e joguei todas as roupas em cima da cama. Uma iria ter que ser boa. Olhei todos os meus shorts, calças, regatas, camisetas e os vestidos. Vestidos, isso! A solução para meus problemas. Procurei pelo mais solto e leve, não queria causar a impressão errada.

Vesti o vestido e olhei-me direto para o espelho. Nem pensar que eu ia vestir um negócio desses! Procurei outros, mas nada me agradava. Peguei o mais básico e decidi que iria ser esse mesmo. Respirei fundo pela décima vez, sabendo que a hora estava chegando.

Durante o caminho para a casa de Harry, fui relembrando a dicas que Taylor me deu ontem. Minhas mãos tremiam só de pensar no que estava fazendo. Eu devo ser louca mesmo, mas tinha certeza que o Harry era o certo.

- Mocinha. - O taxista tirou-me de meus desvaneios. - Preciso que você me pague, assim eu e você poderemos ir embora. - Ele sorriu irônico. Peguei os trocados em minha bolsa e entreguei para o cara em minha frete.

Encarei a porta mais uma vez, respirei fundo e finalmente toquei a companhia. Prendi a respiração quando a porta foi aberta.

- Oi, (Sn)!-Harry me cumprimentou com um selinho rápido- você está linda!- agradeci com um sorriso tímido.

- Onde estão seus pais? - Perguntei adentrando a sala.

- Eles saíram e voltam só mais tarde. - Arregalei os olhos para ele, que gargalhou. - Não se preocupe, amor. Vamos para o quarto assistir o filme? - Estremeci e assenti. Harry entrelaçou nossas mãos e subimos as escadas.

Estávamos assistindo o filme deitados em sua cama. Minha cabeça estava apoiada em seu ombro e a cada movimento de caricia em minhas mãos meu coração acelerava mais e minha respiração saía fora de controle. Droga! Estava tão nervosa e nem podia esconder isso de Harry. Pensei no que a Taylor disse sobre estar pronta e acho que não estou. Fechei os olhos com força tentando tirar esses pensamentos de minha cabeça.

- Está tudo bem? - Harry sussurrou. Assenti incapaz de produzir qualquer som. Ele deu um beijo no topo da minha cabeça e voltou sua atenção para o filme.

- Harry - Falei depois de longos minutos tomando coragem. Afastei-me para encará-lo.

- O que?- Respirei fundo e fechei os olhos.

- Eu quero tentar.

-Tentar o que?- perguntou sonso. Deus, não acredito que ele realmente ia me fazer dizer isso

-Quero tentar fazer amor com você- respondi rápido e Harry arregalou os olhos e piscou várias vezes.

- Você tem certeza, (Sn)? Quero dizer, sabe que posso esperar mais um tempo. - O calei com um selinho longo.

- Não tenho certeza, quero dizer, eu quero muito fazer isso e a única certeza que eu tenho é que tem que ser com você.

- Você não faz ideia do quanto eu esperei por isso- sorriu se deitando por cima de mim e me beijando com carinho. Logo depois se levantou desligando a tv e quando foi ligar a luz, o impedi.

-Deixa a luz apagada- pedi acanhada.

-Eu quero te ver- decretou e ligou a mesma.

Não sei como eu me sentia, estava levemente constrangida por toda a situação e aquele clima “sexo today” mas, por incrível que pareça, me sentia a vontade. Era engraçado, porque aquela situação se parecia muito com o meu primeiro beijo. Quando decidi não ser mais bv, pesquisei em todos os sites possíveis como se beijar, como se existisse alguma receita ou algo do tipo, mas apesar das dicas, o texto sempre terminava afirmando que na hora eu saberia o que fazer, e eu realmente soube- depois do segundo. O primeiro foi um verdadeiro desastre, sai com a boca sangrando- e era essa a minha única esperança: de que todas as minhas inseguranças fossem bobas e que no fim eu saberia o que fazer.

-Você está linda.

-São os seus olhos- sorri me aconchegando na cama.

Harry se deitou ao meu lado e me beijou, rumando em direção ao meu pescoço, logo tirou a sua camisa, me permitindo admirar aquele tronco imponente - apesar daquela borboleta, que mesmo eu nunca admitindo, me enchia de tesão- passei minhas unhas levemente por todo ele enquanto Harry apenas me observava. Essa observação me fez ficar nervosa porque eu não sabia mais o que fazer, eu arranhava e o que mais? Para não ficar aquele clima tenso, me ajoelhei na cama, quase ficando de quatro e beijei me sentindo segura o suficiente para deixar minha língua escapar algumas vezes. Subi até seu rosto fugindo do seu pescoço, meu pior pavor. Harry não sabia, mas o que me fazia, sinceramente, “molhar a calcinha”- expressão sem sentindo, na minha opinião, até porque quando eu achava que ficava excitada, só sentia uma leve pressão no clitóris, não minha calcinha encharcar igual alguns livros diziam- era quando ele mordia meu pescoço,o que me deixava mais constrangida ainda por não saber “morder” o seu. Eu simplesmente não sabia, eu passava a língua? Mordia realmente? A verdade é que eu nunca soube e por isso nunca tentei com medo de que ele pensasse “ mas que porra essa doida está fazendo no meu pescoço?” Até porque ele era muito bom no que fazia, e me irritava quando ele abri os braços e praticamente implorava para que eu pelo menos chegasse perto de seu pescoço,

Depois de toda uma trilha de beijos, finalmente cheguei em seu rosto, onde distribui beijos por todo ele, bochecha, testa, nariz e, finalmente, a boca. Não me lembro bem como começou, mas o beijo simplesmente esquentou, como sempre fazia, e eu já sentia aquele leve pressão no clitóris já tão conhecida por mim. Não satisfeito, ele atacou o meu pinto fraco: meu pescoço.

Ele sabia que se tinha um lugar que se ele chegasse perto, me mataria de tesão, era o pescoço. E usou essa informação a seu favor. O que me deixava mais …“animada” era quando ele simplesmente passava a língua, bem rápido, em toda a região do meu ouvido. Confesso que era nojento, mas, Por Deus, era tão bom…

-Adoro quando você fica arrepiada desse jeito - confessou sussurrando lentamente no meu ouvido, daquele jeito calmo que me deixava desesperada para arrancar seus lábios fora.

-Eu percebi-rimos.

Confesso que não notei como tudo aconteceu, mas quando voltei a pensar, percebi que estava deitada na cama, sem a blusa enquanto o Harry distribuía beijos por toda a minha barriga. Depois de algumas tentativas de abrir o sutiã, pensei em sentar para abrir o mesmo, mas preferi ficar deitada e tirá-lo assim mesmo, já que ainda não me sentia a vontade com a minha barriga não chapada. Harry os encarou enquanto sorria, e confesso que não sentia vergonha, nunca tive muito estresse com os meus seios, achava eles bonitos. O grande problema era minha bunda que as vezes parecia ser inexistente.

Parei de pensar assim que senti sua língua percorrer o meu seio esquerdo e olhei para o teto tentando entender o que estava acontecendo e como eu me sentia. Eu não sentia aquele prazer que me fazia gemer e tal, mas era uma carícia gostosa, a não ser quando ele apertava em lugares errados ou sugava porque eu sentia uma pequena dor, que ele garantiu que era devido ser a primeira vez que eles recebiam uma atenção desse tipo.

Meu coração realmente acelerou quando seus beijos foram descendo e levaram meu short para longe do meu corpo, minha calcinha logo o acompanhou e eu estava nua na frente do meu namorado. É..não tinha mais como voltar atrás.

-Lisinha..- comentou admirado enquanto passava o indicador no monte Vênus e eu sorri aliviada por ele ter gostado. Os meus gritos de dor valeram a pena.

Nunca entendi muito bem o porque da mulher observar o homem enquanto ele a chupava nos filmes pornos, sempre imaginei que ficaria com vergonha de ter um homem com a cabeça entre as minhas pernas. Mas ali, com Harry umedecendo os lábios para me fazer um carinho, como ele mesmo nomeou, admito que senti uma grande curiosidade e permaneci apoiada com os cotovelos na cama para admirar qualquer movimento seu. Ainda bem que eu tomei um banho muito caprichado, mais do que o normal, antes e até passar hidratante em minha virilha, eu passei.

Senti uma primeira lambida e confesso que apesar dasleves cócegas que senti, não tive vontade de gemer. Era um choque gostoso, minha intimidade quente com a sua língua um pouco mais fria, era um pouco nojento, tenho que admitir, mas era muito bom de se sentir as lambidas que eram feitas como se ele fosse um gatinho bebendo leite. Mas quando ele tocou no meu clitóris com a ponta da língua e mexeu levemente, foi que eu senti uma verdadeira descarga elétrica que me fez mover o quadril em direção a sua língua.

Eu não sabia qual movimento era melhor, se sua língua mexendo com o meu clitóris, causando leves tremores, ou se era quando ela me deixava completamente úmida com a sua saliva que se espancava por toda a minha intimidade, inclusive a minha entrada intocada.

Mas todo esse relaxamento se esvaiu quando ele tentou me penetrar um dedo, me fazendo enrijecer rapidamente.

-Calma, eu não vou te machucar, só quero ter uma leve noção de como você é por dentro. Deixa, meu amor?- pediu manhoso.

-Eu não sinto prazer com os dedos- expliquei.

-E como você sabe se ainda é virgem?

-Masturbação- respondi como se fosse óbvio- já tentei me masturbar com os dedos, mas só senti tédio e não prazer- expliquei diante da sua expressão confusa que logo se amansou.

-Ah..sim- sorriu tímido e logo voltou para cima, mas dessa vez saiu da sua cama para tirar as calças.

Quando ele foi tirar a cueca, o impedi e segurei na barra da mesma. Era mais do que óbvio que eu estava insegura sobre o que eu iria fazer e quase tinha certeza que iria fazer errado, mas quando eu decidi perder a virgindade, eu decidi arriscar, e eu não queria ser aquela virgem que deitam abre as pernas e sente tudo sem proporcionar nada para o seu parceiro. E não dizem que a prática leva a perfeição? Então.

Ok, isso não me deixou mais tranquila.

-Tem certeza que quer fazer isso?- perguntou enquanto eu me sentava sobre os meus calcanhares e ele estava em pé na minha frente.

-Não, não tenho- confessei- mas eu quero te chupar- disse simplesmente esquecendo de um dos meus principais medos: falar alguma besteira e broxar o momento. Não sabia qual era o tipo de linguajar que ele adquiria na hora H. Mas o leve temor que se apossou no meu corpo, foi embora quando vi um sorriso sacana em seus lábios. Ele tinha gostado.

PALMAS PRA MIM! PALMAS PRA MIM! PALMAS PRA MIM! LALALALALALALA SOU DEMAIS!

-Vá em frente- ergueu os braços e, em um ato de coragem, abaixei sua boxer dando de cara com um pênis gigantesco e duro que só não bateu no meu nariz, porque Deus não quer que eu morra uma virgem assustada e traumatizada com essa experiência.

Ok, o que eu esperava? Um unicórnio?

Um unicórnio com certeza seria menor do que esse negócio a sua frente- meu subconsciente gritava- ele vai te rasgar inteira. Você não vai se sentar nunca mais!

-Olha, eu nunca fiz isso. Vou tentar dar o meu melhor e então me corrija caso eu fizer alguma coisa errada- sei que não era nada excitante pedir desculpas antes de um boquete, mas achei melhor tendo a noção que eu não fazia ideia do que fazer com aquilo. Droga, cade as dicas da Tay mesmo?

-É só fazer o que você quiser e sentir vontade, o segredo é você curtir o boquete.

Fazer o que sentir vontade? Eu sentia vontade de cutucar e ver se saia algo de dentro. E foi isso que eu fiz.

Lastimável…

-Você sente vontade de me cutucar?- me perguntou tentando com todas as forças não rir.

-Ele é muito grande!- conclui admirada.

- Mas ele não morde, prometo- rimos - olha só, você não precisa fazer isso se você não quiser e..- o interrompi

-Eu quero fazer. Só..só me ensina- pedi e ele sorriu doce.

-Pega ele com calma, e o aperta levemente - o obedeci mas creio que apertei forte demais pois ele gemeu de dor. Sussurrei um “me perdoa” e ele apenas assentiu- agora move as mãos para baixo e cima- o obedeci e pude escutar um forte suspiro seu que reverberou em toda a minha alma.

Aproveitando a louca e pouca coragem que encheu meu peito, a vontade de satisfaze-lo e ele estar distraído gemendo, me aproximei de seu membro e dei uma leve lambida no mesmo, o surpreendendo, que logo me incentivou a ir mais além. Respirei fundo e tentei conhecer os meus limites, comecei tímida mas logo estava lambendo todo o seu membro seco com a glande úmida, não tive coragem de mexer em seu saco. Ele receberia sua merecida atenção em uma outra oportunidade.

-Você está se saindo bem- Harry elogiou acariciando meus cabelos e eu me senti a sasha gray da vida de tão experiente.

Tentei colocá-lo na boca, protegi meu dentes e acumulei o máximo de salivas que pude e cuspi nele.

eu cuspi no membro do meu namorado.

Aquilo, apesar de eu saber que seria o mais certo a se fazer, foi extremamente estranho e nojento. Me deu vontade de rir, mas eu não podia perder meu tempo, então tratei d coloca-lo na boca o mais rápido possível.

Confesso que assim que senti seu membro na boca, não sabia o que fazer com ele. Mas cadê aqueles conselhos da Taylor?

“É como chupar um pirulito, (Sn)”

COMO É QUE SE CHUPA UM PIRULITO???

-Desculpa- pedi abaixando a cabeça. Estava envergonhada por não saber o que fazer, mas não queria arriscar e fazer algo errado. Confiava o suficiente para saber que Harry compreenderia. Ou pelo menos não iria cair na risada

-Ei, não fica assim!- me chamou erguendo a minha cabeça e me selando- você estava se saindo muito bem. Já estava desconfiado de que você não era virgem pelo tanto de prazer que estava sentindo
-brincou me fazendo rir com a sua fofura e compreensão

-Você está dizendo isso para eu me sentir bem- sorri sapeca.

-Você fala isso porque não é você que estava sendo lambido igual eu fui. Garota, você tem talento- não contive e gargalhei, sendo acompanhada por ele- mas é sério, eu quero que você se sinta a vontade. Podemos tentar depois. O que me importa é o seu prazer

-Você é demais. Obrigada- o abracei apertado e senti sua ereção na minha barriga. Era estranho e ao mesmo tempo era gostoso. Ficar abraçado ali com ele sem nada entre nós era gostoso.

-Você quer desistir?

-Do que?- perguntei sem entender

-De tentar- Arregalei os olhos.

-Óbvio que não. .- tentei falar mas ele segurou minhas mãos e encarou os meus olhos daquele jeito que sempre fazia com a desculpa de gravar cada detalhe meu em sua mente.

-Se você não se sentir a vontade, eu vou entender e..-dessa vez fui eu que o interrompi.

-Querido, eu não passei duas horas gritando enquanto uma doida sem coração passava cera quente em mim, ou a tarde toda procurando uma langerie decente para voltar atrás a essa altura do campeonato- falei decidida e Harry deu uma leve risada- hoje eu perco a minha virgindade nem que seja com a quina da sua mesa- mexi os dedos apontando para a sua cozinha e ele gargalhou sonoramente.

-Com a quina da mesa? Sério?- ele mais ria do que perguntava

-Você ri porque não é você que teve que se depilar- fechei a cara fingindo indignação.

-Eu também me depilei, senhorita- respondeu com um sorrisinho no rosto de zombação- mas se te conforta, valeu MUITA a pena todo o seu preparo.

-Vai por mim, me Conforta MUITO!-rimos mas logo o clima ficou tenso quando o seu membro “cutucou” a minha entrada.

-Se doer, me fala que eu paro no mesmo instante, não precisa ficar com vergonha.

-Tudo bem- assenti e tentei me ajeitar na cama me lembrando de algumas dicas de Taylor que finalmente resolveram voltar a minha mente enquanto Harry buscava na gaveta da cômoda uma camisinha e..um pote?

-O que é isso?

-Lubrificante. Para garantir que não vou te machucar- respondeu voltando para a cama e passando aquilo por toda minha intimidade que se contraiu com o seu toque gelado-Posso?- perguntou já em cima de mim e com o seu membro fazendo uma leve pressão na minha intimidade

-Pode- sussurrei e fechei os olhos.

Uma das minhas maiores dúvidas era como o cara sabia em qual buraco ele tinha que se enfiar. Mas obtive a resposta assim que senti seu membro me invadindo e uma leve. Repito: leve dor se apoderar de mim. Vai por mim, ele sabe onde se enfiar.

-Devagar devagar devagar- eu gemia movendo o quadril e arqueando as costas em busca de uma posição mais confortável enquanto ele diminuía cada vez mais a velocidade- devagar, porra!

-Mas eu estou parado- exclamou baixinho enquanto eu fechava os olhos tentando me acostumar com a ardência.

-Bom garoto, continue assim- tentei dizer normalmente mas falhei copiosamente.

-Você esta sentindo muita dor?- assenti- droga, eu vou parar. Nós tentamos outro dia.

-Nem sonha em fazer isso!- o reprendi rapidamente- na primeira vez dói, é assim a vida. Apenas.. me dê um tempo para que eu me acostume- assentiu rapidamente.

A dor não era igual eu sempre imaginei, não sentia vontade de gritar ou chorar, era uma ardência e um alargamento incomodo, mas suportável.

-Tenta se mexer- pedi e logo ele moveu os quadris suavemente, mas o suficiente para que eu sentisse dor. Engoli o gemido e tentei continuar. Se eu falasse um “a” ele era capaz de parar tudo e não ia ter Cristo que o convencesse do contrário.

Depois de cerca de meia hora, estabelecemos um ritmo de tartaruga que ele me garantiu vque era prazeroso para ele e que não me causasse tanta dor. Eu até senti um leve prazer. Mas a dor ainda estava ali.

-Quer que eu vá mais rápido?- perguntou assim que meu primeiro gemido ecoou pelo quarto e eu neguei rapidamente.

-Não, por favor. Está gostoso assim- suportável seria uma palavra mais adequada para a minha situação.

Os gemidos dele era o que, sem dúvida, me causavam mais prazer. O jeito como ele se movia, como os cabelos dele estavam bagunçados e como aquela boca estava pedindo um beijo, que eu rapidamente dei, fizeram qualquer dor ou desconforto, por menor ou maior que seja, valer a pena.

-(Sn)..ah..eu vou..ah..caralho!- e gozou me dando vontade de rir por causa das cócegas que senti com o seu jatinho-nossa..ual.

-Isso foi..-tentei dizer algo coerente, mas minha respiração falhava.

-Muito bom. Muito bom mesmo- completou por mim respirando pesadamente e eu assenti sorrindo e olhando para o teto. Mas creio que ele não viu, já que se virou assustado logo em seguida- não foi?

-É claro que. .- me interrompeu

-Olha, eu sei que essa não é a primeira vez que você sonhou, sei que eu deveria ter preparado algo maior, mas é que você me pegou desprevenido. Mas se você me der uma nova oportunidade, eu vou me esforçar para criar alguma surpresa que chegue ao seu nível, e fazer a sua segunda vez perfeita…- o interrompi beijando sua boca avermelhada.

-Cala a boca- sorri entre o beijo- eu amei o que aconteceu nesse quarto, depois de um filme qualquer. E não há surpresa que se iguale a isso. Ela foi perfeita e sabe o por que?- perguntei encarando suas íris esverdeadas.

-Não..-respondeu com aquele sorriso bobo que me tremia toda.

-Por que foi com você.

[lésbico] oi, meu nome é Caroline e tenho 22 anos, sou branquinha tenho cabelos bem longos e lisinhos de cor castanho, os olhos são cor mel, tenho 1.68 de alt. e 57 kg, modéstia parte sou uma mulher muito bonita.
A história que vou revelar aconteceu no início deste ano, quando eu iniciei minha facul, jamais imaginei que minha vida iria mudar tão radicalmente em um simples trote para os calouros. Foi quando conheci minha veterana Eduarda, eu já tinha ouvido falar dela, era uma das meninas que mais fazia sucesso na facul devido a sua beleza e simpatia, mas diziam para tomar cuidado porque ela era Lésbica. Eu não dei muita importância, nunca que uma mulher me chamaria atenção.
Foi quando os veteranos invadiram minha sala de aula que meus olhos bateram na Eduarda, eu tinha certeza que ela era quem todos comentavam; de fato sua beleza era inigualável. Eduarda tem 23 anos aprox. 1,72 e pesa uns 62 kg, cabelos longos lisos de cor castanho claro, puxando para um dourado, franjinha toda irreverente jogadinha na frente daqueles olhos verdes que pareciam cor de uva, lábios deliciosamente tentadores e carnudinhos, e aquelas covinhas irresistíveis nas bochechas e no cantinho dos lábios. (lembra a atriz do filme Elektra). Nem preciso dizer que vidrei nela né? rss…, logo eu que era tão hetero!!
Então ela começou a falar em nome da turma dela, a falar o que aconteceria e tal, e notei que ela não parava de me olhar, e isso foi me deixando completamente inquieta! foi quando ela anunciou: - Agora, eu como líder da turma dos veteranos tenho o privilégio de escolher minha caloura. foi quando ela veio caminhando em minha direção, senti minhas pernas tremerem e meu rosto ficar vermelho. Ela chegou a minha frente e sussurrou no meu ouvido - Não poderia ter melhor caloura que você, e não precisa ficar vermelhinha, não vou tirar pedaço. Então ela afastou a boca de meu ouvido e começou a me fitar com os olhos enquanto todos escolhiam seus calouros.
Aí a brincadeira começou a rolar, foram potes de tintas p/ pintarem nossos corpos e rostos, e a Eduarda sempre me tocando de forma diferente, esbarrava todo tempo no meu corpo. Foi na hora de tirar os sapatos que pude ter certeza das intenções que ela tinha comigo (todo mundo que foi calouro sabe que os veteranos tiram nossos sapatos e trocam por dinheiro p/ a festa de boas vindas na facul), então ela se abaixou no chão e colocou meu pé sobre a coxa dela e deu uma leve empurradinha nas minhas pernas, que acabaram ficando abertas, e ela com a cabeça cada vez mais perto do meu corpo, então antes de soltar minhas pernas ela olhou em direção à minha xaninha, e me olhou nos olhos falando - Adoraria ter p/ mim. Mordeu o cantinho da boca, fazendo logo depois um biquinho lindo com a boca, o que me deixou tremendo, eu já estava desejando cada vez mais que ela me pegasse, e eu arranjava qualquer desculpa para esbarrar no corpo dela.
Depois que todo mundo estava sem calçado e totalmente pintados, os veteranos foram nos guiando em direção ao semáforo para pedir dinheiro. Foi quando Eduarda pegou na minha mão e começou a me guiar pelos corredores, no caminho ela começou a fazer carinho em minhas mãos, e eu surpreendentemente correspondia a cada toque que ela dava.
No caminho meus pés começaram a doer e eu comecei a reclamar com ela, disse que estava doendo muito e que deveria ter cortado, ela disse que eu estava de sacanagem e estava tentando fugir dela. Foi quando eu tive a melhor reação do mundoo rss, parei de caminhar e puxei ela p/ perto de mim e disse - Se você devolver minha sandália te dou um beijo. Ela sorriu maliciosamente e disse - Troco sua sandália por você ir ao meu ape mais tarde, não preciso prometer beijo porque sei que isso eu arranco de você facinhu. Quando ela falou isso meu corpo todo se arrepiou, eu já conseguia sentir minha calcinha molhadinha e meu corpo todo já denunciava a vontade de ter ela peladinha comigo! Então eu topei a proposta que ela me fez, ela me devolveu as sandálias e foi me acompanhando até o carro. Abri a porta e na hora que eu fui entrar p/ ir embora ela deu uma apertadinha no meu bumbum, levei um sustinho e virei p/ ela, então ela segurou meu rosto com as duas mãos, me fez sentar no banco do carro e se curvou até minha boca, vi entre o decote dela aqueles seios enormes e que pareciam ser deliciosos, ela percebeu que eu estava olhando e disse - Mais tarde se você se não se comportar eu deixo você ver eles bem de pertinho. Ela apertou minhas bochechas, fazendo minha boca fazer beicinho e chegou pertinho dando uma leve mordidinha nos meus lábios e logo soltou. Eu fiquei toda iludida de olhos fechados esperando que ela me beijasse rss, mas ela se afastou, passou o endereço do ape e disse a hora que eu devia ir, então virou as costas e saiu.
Eu passei o dia inquieta, imaginando o que iria acontecer ou como seria o beijo dela, pensando que se ela tinha fama era porque era gostosa e tinha pegada, e também porque devia pegar muitas garotas, o que me deixou levemente enciumada, e morrendo de vontade de mudar esse jeito dela e fazê-la ficar só comigo.
Então as horas foram passando e eu resolvi tomar um banho bem demorado e delicioso, com tudo que eu tinha direito. Coloquei uma lingerie preta para matar qualquer um, um vestidinho preto curtinho e larguinho e uma sandália de salto alto, passei meu delicioso perfume J´adore, me olhei no espelho e me senti poderosa, saí com o desejo de seduzi-la e deixar ela louquinha p/ me agarrar com a pegada deliciosa que ela deveria ter.
Cheguei ao ape dela na hora marcada, estacionei e subi, toquei a campainha e logo escutei as chaves da porta girando e já comecei a me tremer todinha de nervosismo. Então a porta abriu e eu pude matar minha curiosidade, foi inevitável olhá-la dos pés a cabeça, ela estava com um short curtinho de seda preta, aquelas pernas malhadas expostas, um salto alto e uma blusinha tomara que caia branca bem coladinha.
Ela me convidou para entrar, assim o fiz, quando passei ao lado dela ela me puxou pela cintura e me virou de costas p/ ela, chegou ao meu ouvido e disse - Você está maravilhosa, veio vestida assim só p/ me matar do coração, pelo menos tenho a certeza que suas intenções são as melhores possíveis. Então ela passou a língua bem molhadinha e quente por trás da minha orelha, foi passando bem devagarzinho, deu uma mordidinha e assoprou onde estava molhadinho, nessa hora eu me arrepiei inteira e meus seios me denunciaram!Ela desceu a boca, afastando meus cabelos e foi beijando, com aquela boca macia e quente, pegou minha cintura com suas duas mãos e me puxou contra ela, deixando meu bumbum encaixadinho no corpo dela. Soltei um leve gemidinho, então ela me virou de frente e colou meu corpo no dela, aproximou o rosto do meu, começou a fazer carinho no meu rosto com seu nariz, passando pela minha bochecha, queixo, até q senti a respiração dela em meus lábios, eu não via a hora dela me beijar. Ela me olhou nos olhos e foi aproximando nossos lábios, ela passou a língua na boca dela, deixando bem molhadinha e aproximou mais, tocando levemente nossas bocas, mas não me beijou, passou os lábios dela nos meus de leve, de um cantinho ao outro, então sugou meu lábio inferior p/ dentro da boca dela e chupou de uma forma muitoooo deliciosa, senti minha calcinha encharcar, aquela boca fofinha estava me deixando doidinha. Cada vez que eu ia beijar ela se afastava um pouquinho e não deixava, eu comecei a arranhar de leve as costas dela, puxando ela cada vez mais p/ perto, ia subindo minha coxa pelas pernas dela, até que ela não se aguentou mais e me beijou, um beijo delicioso que começou devagar, mas logo ganhou ritmo e fui logo ficando ofegante. A boca dela era totalmente diferente de uma boca de Homem era mais macia, mais fofinha, mais envolvente, não tinha explicação para o que eu estava sentindo quando a beijava. A vontade era de não parar mais.
Ela então parou de me beijar e sorriu, beijou minhas mãos e me abraçou de uma forma muito carinhosa, ela disse p/ eu ficar a vontade que ela iria pegar um vinho para nos duas tomarmos. Aguardei no sofá, ela voltou rapidinho com a garrafa e duas taças nas mãos, ficamos bebendo e trocando carinhos por muito tempo, era delicioso estar nos braços dela. Nós estávamos deitadas no sofá quando o tempo tipicamente curitibano mudou e começou a esfriar, ela logo deu a desculpa que estava sentindo frio e puxou minha coxa p/ cima dela, me fazendo ficar quase deitada por cima dela, voltamos a nos beijar, mas dessa vez eu sabia que iríamos mais longe. Ela me pegou com mais vontade ainda, parecia que estava ansiosa para me ter, me puxou p/ cima dela e começou a passar as mãos nas minhas coxas erguendo junto meu vestido, ia subindo pelo meu bumbum, até que ela notou que eu estava de fio dental, ela me olhou e disse - Você me deixa completamente loucaa menina, me tira da realidade, da vontade de te pegar pra mim e devorar toda!. Eu levantei o corpo e sentei na cintura dela, tirei meu vestido ficando só de lingerie montada em cima dela. Ela sentou no sofá e colou meu corpo no dela , deixando minha xaninha tocar na barriguinha dela. Voltou a me beijar e tirou meu sutiã com uma mão, enquanto a outra tocava meu bumbum, ela colocou uma de suas mãos em meus seios e a boca no outro, foi me torturando com aquela língua deliciosa, batendo bem rapidinho no biquinho dos meus seios, me fazendo rebolar no colinho dela e gemer ainda mais alto.
Então ela virou o corpo e me deixou por baixo dela, com as pernas enroladinhas em sua cintura. Ela arrancou a própria roupa, deixando aqueles seios deliciosos bem na minha frente, ficou de joelhos e tirou o shortinho, revelando uma calcinha extremamente sexy, ela ficou de quatro em cima de mim e colocou os seios em cima da minha boca, eu nunca tinha nem ao menos pegado em outros seios, mas quando vi eles perto de minha boca não resisti a vontade e comecei a chupar aquela delicia, ela ia gemendo e me chamando de amor, pedindo para eu mamar gostoso nela. Até que ela se afastou e voltou a prestar atenção nos meus seios enquanto a outra mão ia em direção a xaninha, ela passava os dedos bem de leve por cima do meu grelinho, me fazendo mexer todinha na mão dela, as vezes ela apertava com mais força meu grelinhu, fazendo eu arquear o corpo todo, parecia que eu ia gozar a qualquer momento. Ela foi descendo a boca entre meus seios, beijando e mordendo bem gostoso, chegou na minha barriga e deu umas mordidas na cintura que me arrepiaram toda, deixando meus biquinhos bem durinhos. A Duda continuou a descer, até que chegou à borda da minha calcinha e passou a língua, deixando escapar rapidinho p/ dentro da minha calcinha. Ela me puxou p/ a beirada do sofá e desceu beijando minhas coxas, eu já estava empurrando a cabeça dela para minha xaninha, queria aquela língua atoladinha dentro da minha xaninha, não aguentava mais aquela tortura! Então ela chegou por cima da minha calcinha e deu uma mordidinha no meu grelinho, colocou minhas pernas em seus ombros e continuou a beijar por cima da calcinha, eu não me agüentei e pedi – me chupa amorzinho, deixa eu te sentir dentro de mim vai amor. Ela então foi tirando minha calcinha e voltou a erguer minhas pernas.
Senti a respiração dela batendo na minha xaninha, eu estava encharcada, cada vez que ela respirava eu me arrepiava de tesão e quase gozava. Até que ela começou a me chupar, nunca tinha sentido nada igual na vida, ela parecia beijar minha xaninha, enfiava a ponta da linguinha e ia mexendo em círculos depois empurrava a língua todinha lá dentro, ia estocando aquela delícia dentro de mim até eu não aguentar mais e lambuzar aquele rostinho lindo, quando ela sentiu que eu estava gozando ela estocou logo dois dedos dentro de mim, o que aumentou ainda mais a força do meu gozo e fez durar muitoo, gozei tão forte que cheguei a ficar tonta e com as pernas bambas. Parecia que eu tinha ido ao céu e voltado.
Ela subiu o rosto e me beijou novamente, o gosto dos lábios dela estava delicioso demais, ela falava - beija teu amorzinho, sinta teu melzinho gostoso na minha língua.
Sem dúvida alguma ela mexia comigo de uma forma diferente. Voltamos a nos beijar, até que ela deitou na cama e pediu para eu deitar nos ombros dela, ficamos um tempo conversando, onde eu admiti que ela havia sido minha primeira garota, e disse que se eu soubesse que era bom assim, já teria provado muito tempo antes. Não achei que isso a ofenderia, mas ofendeu. Ela ficou toda bicudinha comigo, dizendo que achava que ela era no mínimo um pouco especial, foi quando eu soltei um balão e disse – mas você é especial, é diferente, com você eu namoraria sem dúvida alguma.
Ela me olhou séria, achei que a tinha assustado, mas ela teve a melhor reação de todas!!
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Começou no Trote de faculdade - Porn-18-contos

Gangster

Atenção: Imagine Hot

Atenção: Jeon Jungkook

Originally posted by jeonify


Faltavam poucas coisas para a minha mala ficar pronta. Peguei meus óculos de sol e já coloquei na cabeça para não esquecer. Sábado era o casamento de minha irmã Natalie e nós estávamos indo hoje, quinta-feira, passar a despedida de solteira dela em Las Vegas. Vendo que aquilo era tudo que eu precisava levar, fechei a mala e saí de casa.


Minha irmã e nossas duas outras amigas, Lisa e Mina, já me esperavam no carro. É claro, sou sempre a atrasada. Coloquei a mala no porta-malas e nós finalmente caímos na estrada. Lisa pediu para que eu colocasse uma música bem agitada, e foi exatamente o que fiz. 


– Últimos dias como solteira, como se sente? – Perguntei a Natalie.


– Acho que vou sentir saudades – Ela disse rindo e todas nós rimos também.


Fomos cantando músicas o caminho todo, chegamos em Las Vegas por volta de umas seis horas da noite. Rapidamente nos hospedamos em um hotel e fomos nos trocar para a grande noite. O nosso quarto era incrível. A vista era maravilhosa, haviam quatro quartos, a sala era enorme e a cama do meu quarto era a mais macia do mundo. 


Infelizmente — Ou felizmente — não iríamos poder desfrutar daquele belo quarto, pois estaremos dançando muito loucas em alguma boate. Assim que saí do banho, coloquei uma Lingerie preta, de renda. Coloquei meu vestido vermelho que ficava um pouco acima do joelho, ele era um pouco decotado também.


Depois de fazer chapinha em meu cabelo, passei uma maquiagem bem pesada. Por último, coloquei meu salto preto. Nós todas estávamos vestidas para causar. Essa noite, Las Vegas era nossa. Antes de sair, para deixar tudo melhor, tomamos uma dose de Whisky cada uma, e então saímos.


A primeira parada seria em um cassino muito famoso, onde também tinha uma das melhores boates do lugar. Assim que entramos, uma música de hip-hop já estava tocando alto ali. Fomos para o lado do lugar onde estava a boate e não demoramos muito para formar uma rodinha de dança ali. Dancei como se o mundo fosse acabar e não cansei. 


Olhei de relance para o lado enquanto dançava, para o cassino logo ao lado, e percebi que havia um garoto me observando. Ele era alto, cabelos castanhos, tinha algumas correntes douradas em seu pescoço. O olhar dele sobre mim… Confesso que estava me deixando um pouco sem ar. Virei-me para Mina e perguntei que tipos de pessoas eram aquelas, ela olhou apenas de relance e já se virou para mim.


– Uma amiga minha disse que muitos Gangsters vem nesse cassino. Agora, não sei se é verdade. 


Apesar de ter achado ele muito bonito, depois do que Mina disse, parei de olhar para ele. Continuei dançando normalmente, aquele era apenas o começo dos dois dias que passaríamos em Las Vegas. 


Depois de algum tempo, já havia dançado tanto que meus pés já estavam doendo. Avisei para as garotas que iria pegar alguma bebida no bar e descansar um pouco as pernas. Elas gritaram um “Aham” e rumei para o bar. Assim que cheguei e me sentei, juro pude ouvir meu pés agradecendo. 


Pedi uma dose de tequila e fiquei ali, esperando. Fiquei olhando para as pessoas se divertindo na boate, quando percebi que no meu campo de visão havia surgido um dos caras que estavam com o tal moreno que me encarava antes. E o pior, ou eu estava muito louca, ou ele estava olhando diretamente para mim. 


Assim que ele chegou bem perto de mim, senti meu braço ser puxado com força, fazendo eu sair do banco que eu estava sentada. O homem começou a me carregar por uma porta lateral da boate, tentei gritar e espernear, mas com o volume da música, seria difícil alguém me ouvir.


– O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO? ME SOLTA!!!


Ele não respondeu, apenas continuou me carregando. Aquela hora, eu já estava ficando desesperada. Então outro homem abriu a porta lateral, a qual saía na rua e um carro estava ali esperando. Ele me empurrou para dentro do carro e entrou logo em seguida, então o carro deu partida. Minha respiração estava acelerada e meu coração estava descontrolado dentro do peito. Não sabia para onde estavam me levando e nem o que iriam fazer comigo. Eu estava com muito medo.


(…)


O carro finalmente havia parado e a porta da esquerda foi aberta, outro homem estava ali e me arrastou para fora do carro. Olhei para frente e pude ver que estávamos entrando em uma outra boate, mas esta estava vazia. Três homens me levaram para dentro, mas não ficamos na parte de baixo. No lugar haviam duas escadas laterais, eles me levaram pela escada direita. No final das duas escadas havia uma grande entrada, que dava para um corredor. 


Os caras me arrastaram por aquele corredor até a última porta, grande e com fechaduras douradas. Assim que a abriram, vi que haviam mais garotas ali, todas como eu: Assustadas. Elas estavam todas uma do lado da outra, e os caras me colocaram ao lado delas. Depois disso, mais quatro homens entraram pela mesma porta que entrei, um deles era o garoto que me observava na boate. 


Ele analisou um pouco todas as garotas, inclusive eu. Então deu um grande sorriso e abriu os braços.


– Sejam bem vindas, garotas! Eu me chamo Jeon Jungkook, e vocês estão aqui porque eu quero fazer uma proposta para vocês. 


Ele fechou os braços e começou a andar pelo quarto, ainda analisando cada uma de nós. 


– Como vocês devem ter visto, há uma boate no andar de baixo. Mas vocês devem ter percebido que, ela está vazia! Isso porque ela irá inaugurar hoje, um pouco mais tarde, e para isso, eu preciso de dançarinas. 


Jeon colocou os braços para trás e continuou falando.


– Cada noite, cinco caras no mínimo, dois mil dólares. Entenderam? 


Ah, não. Ele estava procurando por… Por garotas para serem prostitutas! Acabei me desesperando mais do que o normal e comecei a apertar a barra do meu vestido. 


– Dois mil dólares por noite? – Perguntou a garota ao meu lado.


Jungkook direcionou seu olhar a ela.


– Isso mesmo, babe. 


A garota pareceu se animar no mesmo instante, assim como todas as outras. Eu apenas queria ir embora dali. 


– Eu não aceito a sua proposta! – Disse em alto e bom som – Posso ir embora agora?


Jungkook se aproximou de mim, ainda com os braços para trás. Ele sorriu de canto e fez sinal para que um dos caras me levasse dali. Por instinto, dei uma cotovelada na cara do homem, me soltando do mesmo. 


– EU QUERO IR EMBORA! VOCÊ NÃO PODE ME PRENDER AQUI! – Gritei, fazendo todas as meninas olharem para mim.


Jeon se aproximou até ficar cara a cara comigo, sua mão segurou meu rosto, fazendo eu olhar diretamente para seus olhos castanhos.


– Ah eu posso sim, meu amor. Levem ela daqui, tranque-a em um dos quartos.

 
Dois homens me seguraram dessa vez, ficando um pouco difícil de me soltar. Eles me levaram para um quarto naquele mesmo corredor, me jogando ali dentro e me trancando. Dei murros na porta algumas vezes, mas eles não voltaram. Quando me virei para olhar o quarto, confesso que me impressionei.

 
Uma cama no centro, uma janela enorme atrás, cortinas transparentes. Luzes coloridas no teto, e um tapete de veludo preto por todo o quarto — Menos no banheiro. O fato de eu ter me impressionado não me deixou com menos medo. 

O que eu iria fazer? Como sairia daquele lugar? Sentei na cama e fiquei pensando em uma solução para sair dali. Mas aquela cama era tão macia que acabei me deitando, e é claro, adormecendo logo em seguida.
Senti uma mão acariciando meu rosto lentamente, abri os olhos e percebi que era Jungkook, sentado na cama, ao meu lado. 


– Bom dia, babe. A boate inaugurou a alguns minutos. E bom, já que você não aceitou minha proposta, o que acha de vir conhecer a minha sala? 


– E eu tenho escolha? – Perguntei, me levantando. 


Ele não respondeu, apenas ficou analisando cada centímetro do meu rosto, me deixando corada.


– Você é muito bonita – E se levantou – Não, você não tem escolha – Falou, estendendo sua mão para que eu segurasse. 


Assim que saímos do quarto, já pude ouvir a música no andar de baixo. O garoto me levou até um mesmo quarto daquele corredor, um clássico escritório. Ele fechou a porta e se sentou em sua mesa, pegou um copo e colocou alguma bebida e ficou ali, bebendo e olhando para mim. 


– Sabe, você se daria bem se aceitasse minha proposta. Qual é, olha pra você, qualquer homem perderia a cabeça. 


Analisei bem Jeon Jungkook. O formato de seu rosto, o jeito como agia… Não podia negar, ele era realmente muito, muito bonito. 


– Uma pena que eu não vou aceitar – Falei.


Ele tomou um último gole de sua bebida e colocou o copo em cima da mesa, suspirando.


– Oito mil por noite, pode ser só dois caras. Vai ser a dançarina mais bem paga de Las Vegas. 


Já estava me irritando com aquela conversa. Eu dando pra caras desconhecidos por dinheiro? Não, com certeza não. Me aproximei da mesa de Jungkook, espalmei minhas mãos na mesa dele, derrubando seu copo. 

– Você pode pegar seus oito mil dólares e enfiar onde quiser. Eu não vou ser sua dançarina, ou prostituta ou como você chamar. 


Ele sorriu e eu tive uma vontade imensa de dar na cara daquele garoto, mas apenas saí dali, batendo a porta com força. O pior de tudo, é que Jeon estava me deixando totalmente e completamente excitada. Se eu ficasse trancada em uma sala com ele só mais uma vez, não poderia me responsabilizar pelos meus atos. 


Mas ele não iria saber disso, é claro que não. Por que eu não ficaria trancada com ele em uma sala novamente. Eu iria sair daquele lugar. Rumei para a escada por onde entrei e estava pronta para descê-la quando um daqueles brutamontes dos guardas me puxou de volta, me levando para o meu quarto.
Eu dormi novamente, não por muito tempo, e mais uma vez, eu acordo e Jungkook está no meu quarto. Mas dessa vez, ele estava perto da porta.


– Deixo você ir embora. Mas antes, posso te mostrar um lugar? 


– Por quê? – Perguntei, confusa – Mais uma proposta?


– Não, sério. Só quero te mostrar um lugar antes de você ir embora. Por favor!


Ele estava fazendo uma carinha de cachorrinho perdido e que precisava de carinho. Não consegui recusar. Levantei, suspirando, e o segui novamente. Mas dessa vez, ele me levou para um elevador. Nós entramos no elevador e as portas se fecharam. Cruzei os braços e tentei o máximo que pude não olhar para o lado, sentia que Jeon estava olhando, e aquilo me deixava cada vez mais quente. 


As portas se abriram e a minha frente havia apenas um longo corredor, com uma porta no fim. Ele fez sinal para que eu saísse do elevador primeiro e eu fui, assim que cheguei na frente da porta, Jungkook a abriu.


Era um quarto e n o r m e. A vista daquele lugar era simplesmente impecável. Tinha uma grande sacada com cortinas brancas, uma leve brisa entrava pelo lugar. Praticamente todo o lugar que eu olhava havia ouro. Vasos, quadros, armários. 


Sem conseguir dizer nada, fui até a sacada e fiquei olhando a vista dali. Era tão, tão lindo. Simplesmente amava vistas das cidades. Todas aquelas luzes… Era maravilhoso.


– Você gostou? – O garoto perguntou, fazendo-me virar. 


– Sim. É… Muito lindo. 


– Então… O que você acha de dez mil? 


Eu sorri, mas estava morrendo de ódio daquele idiota. Me aproximei dele e, como ele estava sentado em uma das poltronas, coloquei minhas mãos nos dois braços da poltrona, ficando muito próxima dele.


– Você disse que não iria fazer propostas! Eu não vou aceitar, Jungkook, desiste!


Nossas respirações estavam misturadas, e a dele parecia ter se alterado. Ele me olhava tão profundamente nos olhos que poderia enxergar a minha alma. Percebi que minha respiração estava começando a ficar alterada também, então tentei sair dali antes que pudesse fazer alguma besteira.


Assim que me virei para sair, senti minha cintura ser puxada para trás com força, fazendo-me cair sentada… No colo dele. Eu conseguia sentir um volume, sabia que era da calça dele. Ele puxou meu cabelo pra trás lentamente, fazendo meu ouvido ficar perto de sua boca. 


– Tudo bem, eu já entendi que você não quer aceitar minha proposta. Mas, eu vi o jeito que me olha. E sabe, se quiser, eu posso te levar do céu ao inferno em cinco segundos. 


Enquanto ele dizia essas palavras, senti uma de suas mãos descendo lentamente pela minha coxa direita, a abrindo devagar. Então seus dedos foram descendo… Descendo, até encontrarem minha intimidade, que convenhamos, já estava bem molhada. 


– Eu… Eu não quero – Falei o mais claro que consegui.


Seus dedos rodopiaram lentamente ali em cima. Eu não consegui segurar, um pequeno suspiro escapou de minha boca.


– Seu corpo não diz o mesmo, princesa… 


– Não quer…


Antes que eu pudesse terminar a frase, a outra mão de Jeon foi até meu seio esquerdo e o apertou, ao mesmo tempo que massageava meu clitóris devagar. 


– O que estava dizendo, hum? – Ele disse com a voz rouca em meu ouvido. 


Simplesmente não conseguia mais segurar aquela vontade imensa que eu estava tendo dele. Não dava mais para negar.


– Eu quero – Disse entre suspiros. 


– O que você quer que eu faça, meu amor? – Ele sussurrou, mordendo o lóbulo da minha orelha em seguida.


Gemi manhosa quando seus dedos apertaram minha intimidade mais forte. 


– Eu quero que você me foda… Bem… Fundo.


Mal terminei de falar e senti os dedos de Jungkook colocarem minha calcinha de lado, penetrando minha entrada com um dedo. 


– Nossa, como você é apertada… – Ele disse, suspirando em seguida.


Mordia meus lábios com tanta força para não gemer, que não demorou muito para eu sentir o gosto de sangue. Jeon penetrou mais um dedo em minha entrada, dessa vez aumentando os movimentos e indo, como eu havia pedido, bem fundo. Abria as pernas cada vez mais, revirava os olhos nas órbitas. 


– Não segura os gemidos, amor. Geme pra mim, vai – Ele pediu manhoso.


E dessa vez eu gemi, e a cada estocada, eu gemia mais alto. Mais umas cinco daquelas e eu senti meu líquido escorregando pelos dedos dele. O garoto levou seus dedos até sua boca e os chupou. Assim que vi aquela cena, eu fiquei ainda mais molhada. 


Ele se levantou e segurou minha cintura, juntando nossos corpos. Ele me levou até uma mesa, derrubou todos as coisas que tinham em cima e pegou-me pelas coxas, me colocando em cima. Envolvi sua cintura com minhas pernas e nossas intimidades entraram em contado. Senti seu membro ficando cada vez mais duro.


Ele segurou meu rosto e foi fazendo uma trilha de beijos. Começou no ombro e foi subindo pelo pescoço até chegar na minha boca. Encostou seus lábios bem superficialmente nos meus, enquanto suas mãos subiam meu vestido lentamente. Estava tão desesperada que segurei seu rosto e juntei nossos lábios de uma vez, iniciando um beijo voraz e necessitado. 


– Sem pressa, ___________ – Ele disse, parando o beijo e rindo.


O olhei confusa.


– Como sabe meu nome? 


Ele me encarou nos olhos mais uma vez. 


– Você foi escolhida por mim para estar aqui, é óbvio que eu sei o seu nome. E posso ser sincero com você? 


Balancei a cabeça positivamente. 


– Eu gosto desse seu jeito. Você é marrenta, não aceita tudo que dizem pra você. Isso é bom, __________, sério. 


Não consegui ficar sem sorrir. 


– Além de ser – Ele me encarou de cima a baixo, mordendo os lábios – Muito linda. 


Senti minha intimidade pulsar de desejo. Segurei a cintura do garoto e a puxei pra mais perto de mim, iniciando um beijo suave dessa vez. Jungkook tirou meu vestido e depois de me analisar por uns cinco segundos, me pegou no colo e me levou para o sofá, onde me fez sentar, de pernas abertas. 


– O que você vai faz…


Não consegui terminar a frase pois o dedo indicador de Jeon foi de encontro com meus lábios, puxando o meu lábio inferior levemente pra baixo e soltando. Ele tirou seu terno e começou a desabotoar sua camiseta na minha frente, olhando diretamente para os meus olhos. 


Depois que terminou, vi que ele começou a subir suas mãos pelas minhas pernas até chegar na barra da minha calcinha, a qual ele rasgou rapidamente. E é claro, fez tudo isso olhando em meus olhos. O garoto beijou minha coxa interna lentamente, me deixando cada vez mais necessitada.


Então ele aproximou seu rosto de minha intimidade, deixando um pequeno beijo ali. Eu arfei e joguei minha cabeça para trás. Jungkook começou a me estimular com a língua sem pressa alguma, levei minha mão até seus cabelos e os puxei com certa força. 


– Acho que já está bem molhada – Ele disse, levantando e tirando seu cinto, sua calça e sua cueca em seguida.


Seu membro estava bem animado, o que me fez querer ele dentro de mim mais do que nunca. O garoto me levantou e se sentou, ele espalmou as mãos no sofá e olhou pra mim. Ele queria que eu sentasse nele, e eu o faria bem devagar. Levei minha mão até seu membro e o massageei um pouco, fazendo Jungkook suspirar e morder os lábios em seguida.


Assim que vi que ele estava entregue, procurei por uma camisinha naquele lugar e ele me apontou um armário ali perto, eu a coloquei nele e fui sentando lentamente em cima dele, enquanto seu membro entrava em minha entrada. Nossos gemidos começaram a se sincronizar agora, e quando ele estava completamente dentro de mim, eu comecei a rebolar pra frente e pra trás, depois pra baixo e pra cima. Rapidamente. 


Ele abriu meu sutiã e assim que meus peitos estavam a mostra, enquanto apertava um, Jungkook chupava o outro. Depois fazia isso de novo, alternando. Comecei a arranhar os ombros dele, não estava aguentando tudo aquilo e não ia demorar pra eu chegar no meu ápice. Dito e feito, depois de umas duas reboladas daquelas, eu cheguei no céu.


Mas ele não parou, me fez deitar no sofá e continuou me penetrando fundo. Os espasmos do primeiro orgasmo ainda me atingiam, mas eu também não queria parar. Depois de algum tempo ele chegou em seu ápice também, se soltando em cima de mim e gemendo baixinho em meu ouvido, o que me fez ficar completamente arrepiada. Ele tirou a camisinha e colocou em um lixo que havia ali perto. 


Ficamos ali deitados, respirando rapidamente e com os corações batendo no mesmo ritmo. Jungkook riu e se levantou um pouco, ficou me olhando. Ele estava todo suado e com o cabelo todo bagunçado. Mas que droga, eu já estava molhada de novo.


Jeon levou sua boca até minha orelha, mordeu de leve e levou seus dedos até minha intimidade novamente, estimulando meu clitóris devagar. Agarrei seu cabelo com o susto e um suspiro escapou de minha boca. 


– Eu quero você de novo… Só que dessa vez, na banheira.


– Jungkook, acho melhor n…


Ele apertou minha intimidade e eu gemi alto. Fechei os olhos, mordendo os lábios. Não podia negar, eu já o queria de novo. 


– O-ok. 


Ele pegou outra camisinha e me guiou até o banheiro. Jeon encheu a banheira e quando ela estava totalmente cheia, o garoto se sentou dentro dela. Eu me sentei em cima dele, a água estava morna, ótima. Peguei a camisinha e logo coloquei nele. Ainda não havia sentado em seu membro, queria torturá-lo um pouco.


Fiquei acariciando seu peitoral enquanto encarava cada traço em seu rosto. Senti as mãos do garoto descerem até minha a bunda e a apertarem forte, fazendo eu suspirar. Eu queria que ele implorasse pra mim, então iria fazer o que fosse preciso. 


Segurei seu membro e fingi que iria colocá-lo em minha entrada umas três vezes. Jungkook gemeu, jogando a cabeça para trás. 


– Implora pra mim, Jungkook…


– Por fa-favor, quero foder essa entrada apertadinha – Falou, apertando minha cintura. 


Dessa vez eu deixei que ele entrasse dentro de mim, por inteiro, enchendo cada centímetro meu. Dei um gemido longo na primeira rebolada, seguido por um gemido de Jungkook. Comecei a me movimentar rápido e mais rápido…


– J-Jungkook – Gemi, apertando seu ombro. 


Aumentei os movimentos e Jeon aumentou a pressão em minha cintura. 


– J-JUNGKOOK…


Sentia meu corpo entrando em colapso, minhas pernas tremiam, a água só deixava tudo melhor. Jeon gemia tão alto quanto eu, suas mãos apertavam minha cintura tão forte que eu sabia que ficariam marcas vermelhas.  Então eu rebolei mais fundo no membro de Jungkook e senti meu ponto de mais prazer ser atingido. Aquilo foi o meu inferno. 


Gemi tão alto que fez eco no banheiro todo. Ele segurou minha bunda e a apertou, eu rebolei mais fundo, e mais fundo, atingindo aquele ponto umas cinco vezes. Então na sexta vez, meu céu chegou. Caí em cima de Jeon, sem forças e sentindo o melhor orgasmo que havia tido na vida. Depois de alguns segundos tentando me recuperar, tirei a camisinha dele e a coloquei no lixo do banheiro. 


– Ainda bem que você não aceitou minha proposta. Você pode até ser uma pornstar, mais tem que ser a minha pornstar. 


Eu o encarei, confusa. 


– Minha? 


– É, se você quiser. 


Eu ri.


– O que acontece em Vegas, fica em Vegas, Jungkook. 


– Você é boa demais pra eu deixar ir embora desse jeito. Pelo menos uma amizade colorida? – Perguntou ele, beijando meu pescoço.


– T-tudo bem, Gangster – Falei, suspirando. 

Ele sorriu ao ouvir eu dizer “Gangster” e eu o beijei intensamente. Depois de tomar um banho, Jeon deixou eu ligar para as minhas amigas do celular dele. Eu avisei a elas que havia conhecido um cara e que fui conhecer o quarto dele, o que não deixava de ser verdade. Ainda era sexta-feira, dava tempo de voltar para o casamento, e claro, de mais um round com Jeon Jungkook. 

N/A: Jesus, esse ficou longo, hein? Digam-me o que acharam! <3

~ChimChim

Finalmente Lua chega em casa, são 7:00 da manhã. Alice decidiu ficar no hospital, Lua então planeja tomar um banho, comer e voltar para ficar ao lado de sua amiga.
Lua começa a retirar suas roupas na sala, ao chegar em seu quarto, já está totalmente nua. As vantagens de morar sozinha, é sem limites. - pensa Lua. Ela pega um lingerie preta, uma toalha limpa e segue em direção ao banheiro. Ao ficar em frente ao espelho do corredor, ela passa uma de suas mãos no rosto é diz: - Meus Deus, estou um caco, que tamanho de olheiras! Ela desfaz seu coque, balança a cabeça, dá mais alguns passos e adentra ao banheiro. Enquanto a água morna percorria pelo seu corpo aniquilando todo o cansaço, ela não conseguia esquecer aquela cena daquele homem ensanguentado e os paramédicos tentado salvar sua vida, a correria, os gritos… Depois do banho ela se enxuga escova os dentes, ao passar pelo espelho, ela faz algumas caras e boca, e se sente melhor. Chegando em seu quarto, ela olha para o relógio que fica sobre o criado mudo, e já são 7:50 horas, Lua então se joga sobre a cama, ficando de barriga para cima, e fecha os olhos, apenas para descansa-los, mas acaba dormindo. - Lua está parada aguardando o ônibus para ir ao hospital quando alguém puxa seu braço.
— Luana? - diz o homem
— Sim sou eu… - responde ela assustada.
Quando Lua se vira não acredita no que vê.
— Luuua como você está? Quanto tempo não nos vemos. - diz ele.
— All não acredito! Quando voltou? Porque não me ligou? - Lua sem pensar pula e o abraça.
— Voltei faz uns 15 dias e dessa vez voltei para ficar - responde ele a abraçando forte.
— Está com pressa? Tem tempo para um café? Você não costumava trabalhar aos sábados, certo? - continua All.
— Você ainda se lembra?! Claro tenho tempo sim estou indo ao hospital ver a mãe da Alice, mas tenho um tempo para um café e matar a saudade, quero que me conte tudo e porque voltou - diz Lua.
— O que houve com a mãe dela? Ela está bem?
— Teve um mal-estar, parece ser algo com o coração.
— Mas ela também está bem idosa, está passando da hora. - diz ele sorrindo.
— All! Para com isso, pelo visto continua o mesmo besta cheio de gracinhas. - Lua franze as sobrancelhas.
All a abraça e deixa um de seus braços na cintura dela e juntos seguem até uma cafeteria que não era muito longe dali.
Chegando a Cafeteria Merllot’s, All escolhe uma mesa de canto. Lua olha para All e procura o que mudou nesses 3 anos em que não se viam, e não acha muita coisa apenas os cabelos que já apontam alguns grisalhos, apesar dos seus 30 anos. All é loiro, de olhos azuis que lembram a cor do céu, e ela costumava brincar com isso. Mas as suas viagens repentinas fizeram com o relacionamento não desse certo.
— O que vão querer? - pergunta a garçonete.
— Eu vou quer… - interrompe All dizendo:
— Ela irá querer um café sem açúcar acompanhado de uma porção de torradas com mel e orégano.
— Você ainda se lembra… - diz lua impressionada.
All sorri, e diz
— Eu irei querer uma porção de torradas só que ao invés do mel, quero geleia de morango, acompanhado com uma xícara de cappuccino.
— Pedidos anotados. Fiquem à vontade e aproveitem o som. - diz a garçonete dando as costas e indo entregar o pedido.
Aquela música nostálgica que estava tocando, faz lua lembrar do dia em que All a pediu em namoro, foi naquela mesma mesa, e estava tocando aquela mesma música, Lua abre um sorriso lindo e doce.
— O que foi? - pergunta All.
— Não é nada… - diz Lua com um leve sorriso no rosto.
— Observei que você continua sem aliança no dedo, significa que está solteira ou que está tendo algo nada sério?
— Pelo visto detalhista como sempre. Estou solteira. Você se casou?
All coloca suas mãos sobre a mesa, de modo com que Lua não conseguia ver seus dedos, ele faz uma cara não tão boa e diz:
— Bom, muito tempo se passou, viajei muito dentre esses 3 anos, e acabou que eu… - All faz uma pausa dramática.
— Qual o nome dela? - pergunta Lua.
… Uma história com um começo, e um meio, mas cadê o fim?
—  Capítulo 9 - Florejus e Aniquilou em: Quando as peças não se encaixam mais, é hora de renunciar.
Preference #11: Mensagens maliciosas

Harry

Sua mensagem

Eu sei que você vai jogar futebol com os meninos depois do trabalho, mas poupe um pouco de energia. Mais tarde você vai precisar!😉

Mensagem dele

Amor, sabia que além de linda e inteligente, sua boca é uma delícia!😌


Liam

Sua mensagem

 Quando você chegar em casa, vou usar essa gravata que você está usando para outra coisa bem mais interessante.😙

Mensagem dele

Seu corpo é tão perfeito que me deixa com maior tesão só de lembrar!😈

Louis

Sua mensagem

Imagina o que eu estou fazendo de tanto pensar em você!♡ Te encontro na minha casa no fim da tarde, ok?! Sem lingerie!😏

Mensagem dele

Não vejo a hora de passar a língua em todo seu corpo !!😉

Niall

Sua mensagem

 Hoje escolhi aquela lingerie preta querendo que você tirasse ela. E você sabe como eu detesto ficar na vontade, não é?😈

Mensagem dele

Só penso em gozar com você, e fazer você delirar de prazer comigo.😇

Zayn

Sua mensagem

 Quero sentar no seu colo e sentir suas mãos dentro da minha calcinha!🙊

Mensagem dele

Estou curioso pra saber qual calcinha você está usando!😌


Yasmim:)

IMAGINE COM HARRY STYLES

Pedido:  “Pode fazer um que ela é modelo da Victória secreta e é a primeira vez que ele vai vê ela desfilar e a selenagomes o The Weeknd e a Elie Golden cantam e a parte que ele mais gosta de ver ela desfilando é quando o The Weeknd canta in the ninthg (a mãe dele e a irmã dele também vão”

  • Isso não é onesong, a musica não tem nada haver com o imagine fdbvudfb eu só usei mesmo..
  • Desculpa qualquer erro, não deu pra eu corrigir.. Boa leitura !!

Me direcionei ao meu assento com certa rapidez, passado na frente das pessoas, que me olhavam feio por estar fazendo isso.

Me sentei, procurando, atrás de mim, minha mãe e Gemma, que ao me ver piscou pra mim. Eu fui posto na primeira fileira por puro interesse dos organizadores, mas eu realmente não me incomodava com isso agora.

A luz se apagou totalmente, e agradeci mentalmente por já ter achado meu lugar. O show ia começar e, junto com ele, o desfile.

A luz foi se acendendo enquanto a sombra do The Weeknd, cantor convidado pra essa parte do desfile, ia começando a cantar.

“All alone she was living […] 

Reconheci a musica logo no inicio. Sorri, lembrando da cena de S/n cantarolando essa musica na cozinha ontem de manhã, apenas com uma camisa minha e uma calcinha. Agora eu entedia o porquê da escolha da música..

 […] In a world without an end or beginning […] 

O cenário do palco ficava cada vez mais nítido, mesmo com a luz baixa ainda, e eu pude ver uma espécie de porta se abrindo no fundo da passarela. Uma sombra caminhava ali, em direção a passarela..

 […] Babygirl was living life for the feeling […] 

A primeira modelo apareceu na porta, lingerie preta e as típicas asas, também negras.

Agora com a luz que provavelmente seguiria até o final, era possível ver o cenário, quase todo preto. Ele me lembrava levemente um cemitério, mas de alguma forma mais chique..

A modelo passou por mim, sorri ao reconhecer como Alessandra. S/n sempre dizia que ela era, apesar da idade aproximada, como uma mãe pra ela. A modelo me viu e sorri pra mim que acenei de volta, acompanhando as palmas que ainda rolavam pelo inicio do desfile. Os aplausos foram cessando e aos poucos o desfile foi de fato começando. Era aquele negócio tradicional, enquanto uma entrava, outra saia. Com The Weeknd sempre entre elas, as modelos costumavam passar por ele de diferentes formas.

Tinham lingeries normais e umas surreais, que quando eu via eu só ficava pensando em como uma modelo conseguia parecer tão confortável com aquilo..

Mas o problema maior não era esse. O problema maior era que a cada vez que uma modelo ia entrar eu me decepcionava. Já havia passado da metade da música, e S/n ainda não tinha entrado. O meu medo era que, o nervosismo que ela estava, pudesse de alguma forma ter afetado-a. Mas eu não queria nem pensar nisso..

Olhei pra trás, Gemma direcionou o olhar pra mim.

‒ To preocupado com a S/n.. ‒ gesticulei com a boca pra ela, sabendo que ela me entenderia.

‒ Fica calmo ‒ ela gesticulou com a boca e com a mão. – Ela vai aparecer – Assenti com a cabeça, suspirando.

S/n estava tão empolgada e tão nervosa que agora, depois dela ainda não ter aparecido mesmo já tendo se passado metade do desfile, quem tava nervoso era eu!

“[…] I don’t think you understand […] 

Eu sabia que a musica estava chegando ao fim, e mesmo sem saber quase nada sobre aquilo, eu sabia que o desfile também.

Minhas mãos suavam frio com a possibilidade de S/n não aparecer.

E então a surpresa.

Com as mãos na cintura S/n apareceu no inicio da passarela, ficando na pose inicial. Os aplausos começaram, o desfile estava terminando. S/n era simplesmente a modelo que iria fechar o desfile!

Levantei do meu lugar extasiado. Pus os dedos sobre os lábios, assoviando pra ela enquanto todos gritaram e aplaudiram. S/n deixou escapar um sorriso enorme como resposta dos aplausos da plateia, ela estava linda.

Comecei a aplaudir assim que ela começou a andar, algumas pessoas também se levantavam.

A lingerie que ela usava era num tom cinza prateado. Existia umas mangas, até os cotovelos mais ou menos, ela usava um espartilho que marcava bem sua cintura, suas pernas estavam de fora e como um toque final, seu sorriso estava radiante!

A musica era sendo cantada, já de fato no final, enquanto S/n andava totalmente confiante e radiante. Ela dançou um pouco e aproveitou os aplausos, que só aumentavam.

Quando ela estava perto de mim, como se soubesse que eu estava ali (e provavelmente sabia) ela me olhou, pôs a mão na boca e jogou um beijo no ar. Sorri pra ela que logo desviou o olhar e voltou a olhar pra frente, ela cantava enquanto andava.

Ao chegar mais perto de The Weeknd ele sorriu pra ela e mesmo sem ver o rosto de S/n confesso que senti uma ponta de ciúme quando ele começou a andar ao seu lado enquanto á olhava, como se cantasse pra ela. Merda.

Respirei aliviado ao ver ele parar de andar e deixar ela seguir sozinha.

Não que eu de fato fosse ciumento ou possessivo, mas com S/n desse jeito, qualquer contato era estranho, de uma forma quase desconfortável.

Quando voltei a realidade S/n já estava fazendo a pose final, acho que enlouqueci. Comecei a gritar, aplaudir e assoviar ao mesmo tempo, entusiasmado como uma criança.  The Weeknd estava em minha direção, cantando e, o passar por nós, S/n olhou pra mim mais uma vez, ela riu de mim e eu gritei seu nome mandando beijos com as duas mãos. S/n riu e negou com a cabeça. Ela estava em êxtase, mas ela de fato sabia controlar mais do que eu.

‒ JESUS, VOCÊ É LINDA DEMAIS! ‒ gritei assim que ela desviou o olhar pra passarela mais uma vez. Ela riu e continuou  andando, radiante, até eu a perder de vista..

CAPÍTULO 19: PLANOS

Depois da conversa no avião elas não se falaram mais. Van se dedicava a ignorar a presença de Clara, e esta, por sua vez, havia decidido que não iria mais puxar assunto! Clara tinha tentado, estava aberta a se explicar e deixar claro tudo o que tinha acontecido e em troca tinha recebido um monte de farpas e desprezo. Não iria mais se humilhar, ainda tinha amor próprio e o mínimo de orgulho necessário pra não correr mais atrás daquela cabeça dura, a partir de agora se Vanessa quisesse teria que voltar por vontade própria.

Mas Clara tinha outro problema: o medo da vontade de Vanessa ser menor que o orgulho e a raiva, e era exatamente por isso que Clara iria dar um pequeno “empurrãozinho”, estava decidida: Iria provocar Vanessa no ensaio a ponto da loira não ter outra opção a não ser ceder.

Elas já haviam chegado ao hotel em que ficariam hospedadas durante o tempo em que permaneceriam no Rio. Era um lugar bonito e luxuoso comparado aos padrões de hotel que as agências de modelo costumavam pagar… O saguão era grande, com um grande lustre no centro, com inúmeras poltronas distribuídas para que os clientes pudessem sentar e esperar ou simplesmente descansar. Havia também uma grande área de lazer, com duas piscinas, sauna, playground e um restaurante.

Depois de Vanessa deixar bem claro pra recepcionista que Clara e ela ficariam em quartos separados as duas seguiram para o 13º andar onde ficariam hospedadas, cada uma seguindo para seu quarto, que ficavam um ao lado do outro. O quarto também seguia o mesmo alto padrão: era grande, com uma imensa cama de casal no centro, um sofá ao canto do quarto ao lado de um frigobar. O banheiro era igualmente luxuoso, e para a surpresa de Clara havia uma banheira, grande o suficiente para duas pessoas, o que trouxe ideias interessantes para a loira.

Clara: Vanessa, Vanessa… – disse suspirando – Isso é hora de ficar emburrada, mulher? Só de imaginar você nua nessa banheira… – Clara falava sozinha enquanto imaginava.

A noite passou tranquila, Vanessa pediu comida no quarto para evitar de encontrar Clara no restaurante. Já a loira desceu para comer e olhava a cada dez minutos para a entrada do restaurante esperando que talvez Van aparecesse, e nada… Depois disso subiu e foi dormir, o outro dia seria cheio e ela precisava estar descansada para colocar seus planos em prática.

As fotos seriam feitas em um quarto que ficava no ultimo andar daquele mesmo hotel, e já eram 08:00 horas quando Fabrícia bateu na porta de cada uma delas para acordá-las, a sessão iniciaria às 10:00 horas.

Clara e Vanessa se encontraram no elevador, ambas seguindo para o ultimo andar para começar a sessão de fotos. Por mais que Vanessa estivesse evitando qualquer tipo de conversa com Clara ela sabia que pelas horas seguintes teria que manter o mínimo de diálogo com a loira para que o trabalho pudesse ser feito, então resolveu dar o primeiro passo ainda no elevador assim que entraram.

Van: Bom dia. – disse de forma distante, porém educada.

Clara: Bom dia. – respondeu no mesmo tom.

Van: Olha, tudo que eu disse ontem ainda está valendo, mas acho que somos profissionais e acima de tudo duas adultas. Então para o bem da nossa carreira sugiro que durante estas fotos possamos nos comportar como duas mulheres sensatas para fazermos um bom trabalho.

Clara: Engraçado você falar em ser uma mulher sensata – clara dá uma risada triste – Não se preocupe Vanessa, por nenhum segundo me passou pela cabeça a possibilidade dessas fotos serem menos do que perfeitas. Você vai ver que no que depender de mim esse vai ser o melhor trabalho da sua carreira!!

Vanessa não teve tempo de discutir o primeiro comentário de Clara, primeiro porque o elevador havia chegado ao último andar e segundo porque ela ficou confusa com o olhar que Clara havia lhe lançado após dizer a última frase, era como se a loira estivesse sugerindo algo, tramando alguma coisa, aquele olhar também transmitia um quê de safadeza que causava um frio na barriga de Vanessa, ela logo teve que se mexer e ir em direção ao quarto em que as fotos seriam realizadas.

O quarto em que as fotos seriam feitas era amplo, bem iluminado e já estava pronto para o início do trabalho com todos os equipamentos que a equipe iria utilizar. Havia também um grande banheiro, com uma banheira branca e luxuosa, um boxe e uma grande pia de mármore. Toda a equipe responsável pelo trabalho já estava presente e antes que as fotos fosse iniciadas Clara e Vanessa foram encaminhadas para dois quartos daquele mesmo corredor, cada uma em um, para que colocassem a primeira roupa a ser utilizada e fizessem cabelo e maquiagem.

As primeiras fotos seriam feitas com lingerie e Vanessa já estava pronta e havia se juntado à equipe, todos estavam aguardando Clara para que dessem início ao trabalho. Vanessa estava com uma lingerie branca, a calcinha era mínima, valorizando sua bunda, o sutiã era todo rendado e o conjunto dava um ar angelical à loira, quase transmitindo um ar de pureza, se não fosse o salto que a loira usava e a maquiagem que garantia ao figurino um ar sexy e glorioso.

Vanessa estava de costas quando ouviu a porta bater. Quando se virou em direção ao barulho quase pode escutar seu próprio coração palpitando, sua reação foi involuntária, ela simplesmente estava de boca aberta e suas pupilas dilataram ao ver Clara entrando no quarto, a loira estava magnífica, era a própria definição de mulher fatal! Nem nos melhores sonhos de Vanessa ela se lembrava de imaginar tanta beleza em um único ser!

Clara usava uma lingerie preta, com uma calcinha tão pequena quanto a de Vanessa e sutiã igualmente de renda, a única diferença era que os atributos frontais da loira eram generosos e ainda que Clara não tivesse um porte tão grande aqueles seios enormes lhe caiam incrivelmente bem. Para completar o figurino, loira usava um salto altíssimo na cor vermelha que combinava com o batom que ressaltava os seus lábios.

Clara imediatamente ao olhar para o rosto de Vanessa percebeu a reação da loira e sorriu por dentro ao mesmo tempo em que lançou um olhar cheio de malícias para a Vanessa. “Isso vagabunda, olha bem… E se só olhando já está assim quero só ver quando eu te tocar!” – Clara pensou enquanto caminhava de maneira sensual em direção à Van e as demais pessoas presentes no quarto.

Fotógrafo: Já estão as duas prontas então acho que podemos começar! Como vocês já sabem a proposta dessas fotos é fazer um ensaio sensual voltado para uma clientela diferenciada. O número de mulheres à procura de lingerie para agradar sua parceira tem aumentado muito nos últimos anos e é exatamente este público que gostaríamos de alcançar. A Fabricia me falou que vocês são as modelos ideais para o trabalho e não teriam problema algum em fazer esse tipo de foto, é isso mesmo?

Clara e Vanessa: Sim!

Fotógrafo: Perfeito! Olha, as primeiras fotos serão feitas na cama e devem transmitir a ideia de dominação. Se vocês repararem a lingerie de vocês dá a ideia de opostos: o preto e o branco. A Clara que está com a preta será a pessoa dominante, preciso que dê a ideia de mulher má, mulher fatal, eu quero carão de pessoa que manda na relação, que faz a parceira implorar por mais, que se faz ser obedecida e não aceita menos do que o ápice do prazer. Preciso que você faça uma pegada forte, que provoque na parceira um desejo selvagem, quase que primitivo.

Fotógrafo: Já a Vanessa fará o papel da mulher dominada, transmitindo a serenidade e pureza da relação, sem, contudo deixar de ser sexy e insinuante. Quero que você demonstre que é dominada não por ser inferior na relação, mas porque gosta da sensação do perigo, de ter alguém lhe arrancado e lhe dando prazer. Tem que mostrar que sente tesão pela sensação de ser possuída sem poder ir contra! Entenderam meninas? - As duas balançaram a cabeça e pensaram para si mesmas:

Clara: “Tá fudida Vanessa!”.

Van: “Me fudi!”.


NOTA DA AUTORA:
Obrigada a cada um que vem me elogiar e dizer que está gostando da fic… Fico muito feliz com isso e me da mais vontade de escrever uma boa história pra vocês!
Quem quiser dar alguma sugestão ou fazer alguma critica também estou totalmente aberta (@LulacaVilaca)
Beijos e espero que estejam gostando!! ;D

One Shot Niall

O camarim estava uma correria: quase 30 garotas só de roupão andando pra lá e pra cá, maquiadores apressados, cabelereiros afobados, vozes misturadas; cheiro de produtos de cabelo e perfume enchiam o lugar. E eu ali no meio de tudo.

Cassie, minha “chefe” estava trabalhando no cabelo de uma das modelos enquanto eu frenética trabalhava nos olhos dela.

-Preciso de mais laquê, mais laquê –ela gritou pra mim e eu deixei a cara da moça e fui atrás do laquê. Bati uma mão na quina da penteadeira e quebrei a unha do dedo mindinho.

Parte do desfile já havia começado e as modelos que arrumávamos já iam entrar na passarela.

“Nice to meet you, where you’ve been…”   ouvimos a voz da Taylor ecoar nos alto-falantes e essa era a deixa da nossa modelo.   O produtor logo veio e ela se levantou, puxando o roupão rosa, mostrando a delicada lingerie preta coberta de cristaizinhos brancos. Borrifei fixador pelo rosto dela enquanto ela caminhava e ajeitei os cabelos sobre os ombros.  E lá se foi ela.

Pude parar um segundo pra respirar, e foi quando senti meu celular vibrar no meu bolso. Uma mensagem de Niall.

“Estou aqui pronto pra ver seu trabalho.”

“É, só não aproveita de mais” respondi, de brincadeira.

“Queria que você passasse por essas cortinas vestida de mamãe noel sexy.”

“As pessoas iriam pedir o dinheiro de volta”.

Guardei meu celular e voltei ao trabalho. A noite seria muito muito longa.

Duas horas depois o desfile havia terminado. As modelos já tinham ido pra outro lugar, tirar fotos, alguma coisa. Só havia sobrado a bagunça estilo apocalíptica nos camarins e trocadores. Roupas, lingeries, produtos, meias pra todos os lugares. E o lugar não era tão grande assim. Cassie disse que me encontrava ali em 30 minutos pra que nós começássemos a arrumar as coisas. Eu estava sozinha no lugar.

Alguém havia deixado uma peça de sutiã largado sobre a penteadeira,  e eu me senti tentada. Era uma peça preta, com renda e uma pedra, que eu presumi ser diamante, no lacinho do meio. E era meu numero.

Olhei ao redor pra ter certeza que não tinha ninguém ali, e não tinha. Coloquei o sutiã sobre a blusa mesmo e fiz uma pose ridícula, tentando parecer sexy mas ri da minha tentativa.

-Por que não coloca? –a voz de Niall me pegou de surpresa, me fazendo dar um pulo. Ele apareceu na porta do camarim.

-Niall, você quase me matou.

-Desculpa –ele disse rindo, vindo na minha direção. –Mas é sério, por que você não coloca?

Olhei pra ele, depois pro sutiã.

-Eu… não posso…

-Ah, [S/N]! Tá na cara que você quer.

Eu ri e ele deu um soco na minha barriga de brincadeira.

-Eu não sei… e se alguém chegar? Eu posso ser despedida.

-Ninguém vai chegar. E eu sei que você tá doida pra experimentar.

Eu me olhei no espelho de novo, e depois abaixei a cabeça, fazendo charminho mal feito. Niall me abraçou por trás, encostando os lábios no meu pescoço, me fazendo arrepiar.

-E eu tô doido pra que você experimente –ele disse baixo. 

Continuei rindo de cabeça baixa, enquanto ele beijava meu pescoço.

-Por favor –ele murmurou contra o meu pescoço.

Mordi o lábio, tentando conter meu sorriso.

-Tá bem. –disse finalmente.

-Eba! –Niall disse, se soltando de mim e indo sentar num puff cor de rosa. –Vou esperar aqui.

Eu dei risada. “Não acredito que estou fazendo isso.”

Entrei num armário e rapidamente tirei o que estava usando na parte de cima e coloquei o sutiã. Serviu perfeitamente.  Soltei o cabelo pra provoca-lo ainda mais. Não acredito que estou fazendo isso mesmo.

Abri a cortina do trocador e fiz uma pose como quem acaba de entrar na passarela, tentando segurar minha expressão de idiota. Quando me viu, a boca de Niall virou um “O”.

-Meu Deus –ele se virou e me olhou direito –olha pra isso –ele praticamente gritava. Fiz um “sshh”. Alguém poderia entrar a qualquer hora.

Andei devagar em sua direção, e quando cheguei perto dele dei uma voltinha. Tudo aquilo seria muito sexy se eu não estivesse morrendo de vontade de rir.

-Puta merda –ele disse, olhando diretamente pro meu busto.  Fiz uma careta.

Ele se levantou, fingindo bater palmas. Depois mordeu o lábio inferior, afastando meu cabelo e puxando a delicada alça do sutiã. Ele deu um beijo delicado no local, me fazendo suspirar. Logo em seguida ele segurou minha cintura.

-Você não pode levar nada daqui?

-Não. –ambos estávamos cochichando.

Ele olhou com aquela expressão mais uma vez pra mim.

-Coloque a blusa de novo, vamos passar na loja da Victoria Secret.

-O que?! –eu disse, voltando a expressão normal.

-Você precisa de 10 desse. Um de cada dor.

Joguei minha cabeça pra trás dando risada.

-Estou falando sério. Vamos.

-Não acredito que você vai fazer isso.

-Devia ter feito a muito tempo. Você vai comprar um igualzinho e vai usar hoje.

Seu sorriso passou de malicioso pra pervertido, e eu o acompanhei. No final das contas ele comprou mesmo, e eu acabei usando.