libertaria

STUDY: Drones cause 10x the casualties of manned aircraft

Obama: “Conventional airpower or missiles are far less precise than drones, and likely to cause more civilian casualties and local outrage.”

Real life: “A study conducted by a US military adviser has found that drone strikes in Afghanistan during a year of the protracted conflict caused 10 times more civilian casualties than strikes by manned fighter aircraft.”

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Eu Sonhei...

Sonhei com uma terra nova. Nela, dinheiro não havia e todos estavam a trabalhar. Nela os golpes de furor, se transformaram em carícias, as armas de morte, em jardins de girassóis.

Neste lugar, todos eles não sonhavam em ter muitos carros, mas sim com a revolução que havia chegado. Também eles, não sonhavam em ter muitas mulheres, mas em respeitá-las e tratá-las como iguais.

Em meio a sorrisos e risos, todos estavam a trabalhar, o idoso com dor nas costas ensinava crianças através de histórias, história de um tempo onde as pessoas matavam por não entender o amor. Os jovens ao mesmo tempo, aprendiam desde cedo, o valor da liberdade e do respeito, e o sentimento de amor e compaixão.

Em um canto havia cinzas de uma enorme fogueira, que ainda consumia bandeiras. As fronteiras caíram e os filhos da Terra podiam andar livres por toda ela.

Neste novo mundo, a cor não importava, não existia a discriminação, todos celebravam a variedade da vida, celebrava cada um sua individualidade, sua distinção. Podiam ser homossexuais, sem medo do que os outros iriam dizer, ninguém precisava amar às escondidas; todos eram como eram e nada mais.

Não havia mais riqueza, luxos e vícios. Onde tua aparência, sua roupa, era o que menos importava! Ninguém queria holofotes, para revistas posar ou limusines passear. Todos estavam mais preocupados com o próximo ajudar.

No sonho a natureza era livre, pássaros cantavam nos céus, guepardos corriam nas savanas. As gaiolas, correntes e prisões se tornaram obsoletas e só serviam para aprisionar os ditadores do passado.

Abri os olhos. Continue imaginando aquele mundo novo na minha frente.

Mas de repente homens de terno e gravata surgiram, trazendo tratores, que derrubavam árvores e destruíam os jardins e as plantações, nos bolsos, maços de dinheiro carregavam. Onde pisavam o solo enegrecia e jorrava petróleo, que logo manchavam de dor, aquela nova terra de sonhos. Os girassóis mortos se convertiam em armas, e através de dinheiro a guerra se instalou. O sonho havia acabado.

Mas não consegui; não me adaptei a nova realidade. Não conseguia fazer parte novamente do velho mundo preto e branco. Havia me esquecido a viver segundo às leis e padrões.

Então decidi. Prometi pra mim que lutaria por aquele sonho de liberdade. Muitos não entenderam, não aceitavam minha idéia de dividir e compartilhar, de amar!

Por outro lado, muitos outros tiveram sonhos iguais. Sonhos de liberdade!

Aqueles sonhadores ganharam o nome de Revolucionários, os Libertários do sonho da Utopia Libertária.

Me voy para no volver jamás. Iré donde no pueda perseguirme el dolor y desengaño. Jamás pensé, ni en el delirio inmenso de mi dolor, que nuestro amor tendría un fin así. Mi pluma tiembla en la mano de rubor, mi corazón llora con el llanto de un criminal cobarde ante el patíbulo. No sé de mi existencia más que por un profundo sentimiento de hastío. ¡Sí, me voy. Ya no espero nada! Seré un autómata, seré una miserable ruina ambulante, seré una maldición viva.
—  Teresa Wilms Montt
No soy atea, soy panteísta naturalista. No soy paranoica por los desastres naturales, soy ambientalista. No soy exagerada por los animales, soy animalista. No soy anarquista, soy ácrata. No soy solitaria, soy misántropa. No soy terrorista, lucho por la igualdad. No soy nerd, soy friki. No soy sometida con mi madre, soy respetuosa. No soy odiosa, soy sincera. No soy de la química, soy de la alquimia. No soy seria, soy de un humor diferente. No soy desconfiada, soy analítica. No soy asexual, soy sapiosexual. No soy come pasto, soy vegetariana. No soy matea, soy amante del conocimiento. No soy regodiona, soy de gustos diferentes. No soy obsesionada por el papel, soy amante de los libros. No soy habladora, soy de la libre expresión. No soy rara, SOY YO.

-Francisca Díaz- http://acratalibertaria.tumblr.com/

#MeinKampf #EdicolanteResistente: Il grande fratello è quello fascista!

#MeinKampf #EdicolanteResistente: Il grande fratello è quello fascista!

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Quelli che se non vendi il mein kampf violi la libertà di opinione e poi se dici che dare del malato a un gay è omofobia ti dicono che è un’opinione. Come quella di chi dice che bisogna passare la ruspa sulla pelle degli immigrati, o bisogna censurare i libri che parlano di rispetto dei generi contro il bullismo omofobico e sessista. (more…)

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“Libertaria”

Jornada del Paro Nacional del 26 de Junio, convocado por estudiantes, mineros y portuarios.

26 de Junio del 2013
Santiago, Chile.

Fotografía: Ibar Silva C.

Flickr 

No te recuerdo ni con penas ni con tristezas, se que nos quisimos y nos queremos tanto, se también que hoy aun te puedo llamar compañera y que puedo seguir a tu lado en la barricada, se que me amarias bien si mi boca aun se guardará en tu beso y que si hoy no me escondo en tu lecho, se que estas bien acompañada, te quiero mujer, amiga y compañera, te quiero con verdad y amor en mi mirada, te quiero con abrazos sinceros y fieles, te quiero con mis fuerzas y mis ganas, te quiero porque puedo llamarte compañera, te quiero porque el tiempo aun no nos apaga, te quiero porque te siento y me apoyas sin buscar nada, te quiero no por solo hoy, ni para siempre, te quiero, te quise y puedo quererte mañana, te quiero con esta palabra tan compleja y sincera, tan fiel y tan maga, te quiero sin ilusiones, ni promesas porque no me hace falta, te quiero para los de abajo, para vivir rebeldia, te quiero para liberar a nuestro pueblo y nunca bajar la mirada, te quiero con todas estas palabras y con mi rabia libertaria. Hasta la victoria compañera!

kv.sobarzo