liberdade de escolha

A humanidade só vai avançar quando cada indivíduo entender que é justamente na diferença do outro, naquilo que foge às suas escolhas pessoais, normas familiares ou padrões coletivos de comportamento, onde está a sua melhor chance de evolução. Reconhecer que aquilo que não é ideal para você pode ser bom para o outro e que a liberdade de escolha e o respeito são imprescindíveis para o convívio em grupo e fortalecimento do todo. Semear a paz e fortalecer cada indivíduo na sua própria verdade é adquirir conhecimento coletivo e força,  afinal um grupo com diferentes visões e habilidades é sem dúvida mais forte do que aquele formado por iguais.
—  Elisa Bartlett.
As armadilhas do mercado editorial: Editoras

Você terminou de escrever o seu livro e quer publicá-lo, certo?

É um caminho natural e temos muitas editoras por aí dispostas a isso, mas antes de sair procurando (no Google) pela editora, é bom você conhecer os tipos de contrato que existem e como eles vão se relacionar com você e com a sua carreira de escritor.

Editoras Tradicionais:

Aquelas que imaginamos: A editora investe no autor pagando todos os custos e o autor “deita na fama”. 

  • Como funciona: Normalmente custeam uma tiragem de até 500, 1000, 2000 exemplares na primeira edição. Esse número varia com a editora em questão. Essas editoras costumam avaliar o material verdadeiramente, com uma leitura crítica, pode solicitar mudanças de enredo (de leves à intensas) e custeará toda a produção: revisão, capa, diagramação, distribuição, impressão de originais etc. O autor normalmente tem pouca liberdade de escolha.
  • Direitos autorais: 8% a 25% em cima do preço de capa (impresso/e-book) dependendo da editora.
  • Dica para mandar seu original: Faça uma boa revisão, procure analisar se o selo procurado publica o seu gênero de livro, conheça os canais de distribuição das editoras analisadas e tenha paciência para aguardar uma resposta de publicação, pois essas editoras recebem muitos livros, procuram um certo tipo de gênero e avaliam o potencial de venda do seu livro (sim, é venda mesmo, nem sempre tem a ver com a qualidade do seu texto - afinal, para textos ruins existe sempre o profissional de copydesque!).
  • Editoras no mercado: Gutenberg, Pandorga (selo da casa), Rocco (selo da casa), Leya, Intrínseca, Novo Conceito (selo da casa), Dracco, Casa da Palavra, etc.

Editoras de Projeto-Pago:

São aquelas que, grandes ou pequenas, cobram do autor toda a produção e não avaliam o original.

  • Como funciona: Normalmente, pegam qualquer original e fazem o trabalho editorial. É comum esses projetos pagos custarem por volta dos 15 mil reais (um livro de 200-300 páginas) ao AUTOR. Sim, o autor paga o equivalente à 500 livros (preço de capa) e recupera esse valor vendendo os 500 livros que “comprou”. Muitas editoras pedem que você não conte que você pagou, o que é “errado”, pois engana o autor (e o leitor), mas algumas deixam que seja dito abertamente.
  • Direitos autorais: Tenha em mente que um projeto pago você não deve receber um baixo valor de direitos autorais (entre 15% a 30% já é baixo para algo que você pagou todos os custos e o lucro da editora). Aí que está a armadilha: a editora vai sim lucrar com os seus 500 exemplares, você estará pagando mais que o custo dos seus livros (incluindo capa, revisão, diagramação e distribuição)
  • Porque alguns fazem: Alguns autores acham válido pois “iça” o nome do autor no mercado e acaba sendo um “atalho” para pular para selos maiores, mas só recomendo se você tem esse dinheiro “sobrando” mesmo, de outra forma, você vai gastar muito dinheiro e pode acabar com 500 livros encalhados.
  • Mas meu original é avaliado? Dependendo da editora há sim um trabalho bem feito que vai ajudar o autor a ter uma maior distribuição em suas vendas, mas são casos raros e necessitam de atenção.
  • Dicas para enviar os originais: Converse com autores publicados para entender se vale a pena. Procure saber se a distribuição é verdadeiramente boa para que seu dinheiro seja bem investido (editoras que não distribuem não vendem, você continuará desconhecido e o lance todo é “içar” seu nome, certo?). Veja se inclui brindes.
  • Editoras no mercado: Novo Conceito (Selo Novas Páginas), Rocco (Selo Fábrica), Novo Século (selo Novos Talentos), Record (não sei o selo), Pandorga (não sei o selo), entre outras. A maioria das editoras tradicionais ou ditas tradicionais tem um selo pelo qual o autor passa “pagando” o projeto. Apenas atentem-se a como esses selos funcionam para não serem enganados, o que ocorre muito.

Editora Sob-Demanda:

Muitas editoras novas no mercado trabalham com o sistema sob demanda. Ele funciona como o tradicional (a editora custeia tudo em seu selo da casa - mesmo que tenha um selo pago) e imprime os livros conforme vende.

  • Como Funciona: O autor paga alguma coisa ou não, depende da editora, mas a maioria cobra sim um valor “simbólico” para capa, diagramação, revisão e impressão. O autor pode comprar quantos livros quiser (a preço de capa é salgado, mas a preço de “custo” é legal). A armadilha está nesse ponto: Algumas editoras pagam 7 reais no livro e te vendem à 14 reais dizendo que é o preço de custo, procure sempre gráficas para ter certeza do valor antes. O livro à venda vai para o dobro do preço de custo (falso ou verdadeiro) que passam a você no site da editora e seus canais de distribuição são limitados (outros sites, nunca tem o livro físico nas livrarias). Você ganha de 15% a 30% do preço de capa, depende da editora, como é uma “Parceria” entre autor-editora, é um “equilíbrio”, embora eu não acredite que nenhuma editora que caia nesse conceito seja 100% justa nos preços.
  • Porque alguns fazem: “Iça” um pouco o nome do autor, mas não tanto quanto os projetos-pagos. Alguns autores já descobriram que os custos dessas editoras são menores e há uma “parceria”, você paga menos (sem precisar se render ao super-custo das grandes editoras) e tem uma “editora” assinando seus originais. Procure saber sobre os canais de distribuição, pois algumas editoras não conseguem colocar o seu livro em livraria nenhuma!
  • Mas meu original é avaliado? Novamente, depende da editora. Sim tem editoras que avaliam, tem editoras que fingem que avaliam mas aceitam qualquer coisa, e tem editora que não avalia.Como saber a diferença? Se a editora aceita apenas os primeiros capítulos e já assina contrato contigo, é uma armadilha. Ela não avalia sua obra completa, ela avalia o seu potencial de vender livros. Pergunte se você recebe uma avaliação crítica da obra completa antes do lançamento, se não, bem então aí é que não avaliam mesmo. Olhe para o número de lançamentos semestrais da editora (muitos autores por mês = não avalia nada com atenção).
  • Cuidado: Fuja de editoras em que os donos/familiares dos donos são autores. Normalmente são pura encrenca e há falta de profissionalismo ou na forma como os autores são tratados.
  • Dicas para enviar originais: Não tem muito, apenas pegue o e-mail em que eles recebem os originais. Registre sua obra antes, claro.
  • Editoras no mercado: Dracena, Literata, Modo, Novo Romance, Chiado, Garcia Edizione,  etc etc etc… são maioria no mercado!

Editoras/Gráficas (independentes ou com selo editorial)

São gráficas (elas imprimem o livro, você paga todos os custos) e algumas oferecem trabalhos editoriais a parte, que você pode ou não fazer.

  • Como funciona: Você paga tudo, ela vende em seu site e quase nunca em livrarias (pode acontecer). Mas você recebe direitos autorais (você normalmente pode escolher o valor). O autor custeia tudo (capa, revisão, diagramação, impressão, ISBN, ficha etc).
  • Porque alguns fazem: Menor custo. Normalmente o autor pode imprimir apenas 1 livro, ou quantos desejar. São boas opções para autores que querem apenas ver seus trabalhos impressos e não tem vontade de se içar no mercado. Algumas possuem opções de contratar dentro delas os serviços citados (e se o autor for um bom diagramador, por exemplo, não precisa pagar nada. Os sistemas aceitam até o Word do livro, sem precisar ser um PDF diagramado).
  • Cuidado: São mais gráficas que editoras e você precisará arcar com os custos paralelos, além disso, não venderá em locais que a editora-gráfica não estiver (como site de livrarias, livrarias físicas e eventos gerais - salvo a bienal de sp e rj que essas casas costumam ir com um stand).
  • Qual a vantagem então? O autor tem 100% de controle dos processos, pode gerenciar sua carreira sozinho e alguns fazem muito sucesso sendo contratados por grandes editoras depois (exemplo: nana Pavoulih, Josy Stoque e a maioria dos rankings da Amazon BR (Kindle), de autores “independentes”.
  • Editoras no mercado: Clube de Autores, AgBook, Letras&Versos, Amazon - Create Space e Kindle, Delicatta, PerSe, BabyBook, etc.

Devo escolher editoras novas ou mais firmadas no mercado?

Nem sempre podemos pagar o “valor” de ser publicado em uma editora firmada no mercado e corremos para as novas, ávidas por originais. Isso pode ser um erro e a maior parte das reclamações vem daí! Digo por quê:

  • As editoras novas tem pouco alcance e pode frustrar as expectativas do autor.
  • Muitas editoras não são profissionais, mas editoras que os donos criaram para publicar seus amigos autores ou a si mesmo. Tome cuidado.
  • Muitas editoras novas não são profissionais, mas oportunistas disfarçados. Te cobram tudo, não entregam o livro, ganham em cima do seu trabalho e “roubam” o seu patrimônio intelectual vendendo-o sem a sua autorização.
  • Muitas editoras publicam apenas e-book e o autor pode se estressar ao tentar publicar depois o mesmo livro em impresso. As vezes, a editora não tem força para lutar contra a crescente pirataria de seus ebooks.
  • Sim, prefiro que você pague 16 mil em um selo bom de uma editora séria e tenha o seu nome verdadeiramente içado do que você queimar sua obra com editoras pequenas anti-éticas e se estressar (sim, eu já passei por todos os problemas acima, falo por experiência, pergunte-me como).

É universal: hoje o mercado editoral é (quase) puramente voltado para venda, poucas são as editoras que investem em autores iniciantes unicamente pelo seu potencial de escrita (oras, o mercado está cheio destes!)

Há sim editoras sérias no mercado e outras nem tanto, em todos os tipos de editora. Você vai sempre encontrar armadilhas. Não estou aqui para dar nome aos bois, citei boas e ruins e você deve fazer o trabalho de pesquisa. E outra: a editora ruim para um autor pode ser ótima para outro.

Se você quer publicar, tem que entender que o livro é um produto e não um apego amoroso. Seja profissional em tudo o que você faz.

Mais dúvidas? Deixe no comentário que tentaremos responder!

E que nada nos tire o riso, o sorriso ou a liberdade de escolha. Que o que um dia nos levou ao chão nos traga para o topo, mais fortes e sábios. Que a vida siga seu percurso e que a gente não se perca do que a gente é, mesmo que haja tropeços e caminhos escuros por aí.
—  Daniela Soares.
Essa mensagem não pode ser poética, ou a mais linda forma de escrever. Mais existem países que um ser humano mencionar o nome de Jesus, é morto, preso, crucificado, multilado. Vocês tem noção cabível do que é isso? Enquanto vivendo em um país de liberdade de escolha, enquanto ao mundo a fora, escolher ser cristão é preparar a sua cova. Estamos em um país que podemos sim ser cristão, não cristão religioso mais um cristão que vive cada letra da palavra Jesus. Quantas vezes deixamos de dizer o nome dele, por vergonha, por falta de tempo, ou pensa que não é precico falar o nome do Homem que deu a vida Dele na cruz é muitos não sabem desse real valor. Quantas vezes você guardour a sua fé no bolso para viver uma vida mais normal enquanto isso pessoas querem expressar expressar o amor é a fé que tem por Jesus, é não pode. Queria que vocês pudessem ao menos falar do amor de Deus ao seu redor, contar os seus cuidados, Jesus te chamou para isso.
—  Fale do amor de Deus.

Ultimamente tá foda.

É a bell hooks chamando a Beyoncé de TERRORISTA porque ela expressa sua sexualidade livremente. É feminista criticando a escolha de ROUPA da Rihanna e dizendo que ela quer aparecer e causar. É mais feminista dizendo que mulheres tiram selfie pra CHAMAR ATENÇÃO e receber aprovação.

Eu queria saber por que mulheres não podem “aparecer” e “causar” e “chamar atenção”. Por que não? E daí se uma menina quer chamar atenção? E daí se ela quer algum tipo de aprovação? É justo querer resumir meninas e mulheres à vontade de serem aceitas, que é uma imposição sobre a qual elas podem não ter controle?

Sinceramente? Não sei como é a vida de quem tem sua identidade e imagem representadas de forma positiva em TODOS os lugares, mas muitas mulheres não têm. E elas devem SIM chamar atenção. Porque, caso contrário, vão continuar a ser ignoradas e não representadas. E essa é uma forma de opressão: impedir a visibilidade. Mulheres marginalizadas podem e devem ser visíveis. Essa pode e deve também ser uma escolha delas. Visibilidade salva vidas!

Tudo isso foi transformado em algo negativo porque mulheres tendo controle sobre suas vidas e corpos é ameaçador. Quem tem poder vai fazer de tudo para impedir que sejamos donas de nós mesmas.

Então, se quiserem, CHAMEM A ATENÇÃO SIM. Tirem selfies, falem de sua sexualidade, vistam as roupas que puderem e quiserem. Ninguém tem obrigação disso, mas nós podemos reivindicar o espaço que nossos corpos TÊM DIREITO de ocupar. Nós lutamos também por essa liberdade de escolha. Querer limitar quem tem acesso a ela é retrocesso e marginalização.

Eu costumava pensar que, quando as pessoas se apaixonavam, elas apenas iam aonde fossem levadas, sem ter qualquer liberdade de escolha a respeito disso depois. Talvez isso seja o caso no começo dos relacionamentos, mas não é o que está acontecendo agora. Eu me apaixonei por ele. Mas não fico com ele de maneira automática, como se não existisse mais ninguém disponível para mim. Fico com ele porque decido fazê-lo todos os dias quando acordo e sempre que brigamos, mentimos um para o outro ou nos desapontamos. Eu o escolho continuamente, e ele me escolhe também.
—  Convergente.
youtube

Porque o aborto deve ser permitido no Brasil

É isso que as pessoas fazem em um mundo desordenado, um mundo de liberdade e escolha: elas vão embora quando querem. E você fica para trás, para catar os cacos sozinho.
—  Réquiem
Ter dezoito anos é terrível. É o momento em que um caminho vai ter que escolher. Ter dezoito anos e ser virgem para um garoto não é fácil nos dias de hoje. Porém para as garotas, é como se fosse uma grande vitória. Digo que ter dezoito anos não deve ser fácil para as garotas também não. Ter dezoito e morar com os pais é a mesma coisa que ter dezessete, você pensa que pode tudo, que o céu é o limite, mas está enganado, o limite é o portão da sua casa ou um horário definido pelos seus pais antes de saírem. Ter dezoito anos é honrar com as palavras que saí de sua boca. Ter dezoito é saber confiar e ser confiado. Ter dezoito anos é ter expectativas de não ser chamado para servir ao exército. Ter dezoito é ter uma bomba relógio em uma de suas mãos e o amor em outra, qualquer um que ousar soltar, tem risco de explodir. Ter dezoito anos é beber para alguns. Para outros é festejar a tão sonhada liberdade que nem seus pais o darão e muito menos a democracia que um país diz ter. E tem aqueles que sonham em se estressar fazendo a carteira de motorista. Claro, é bom não depender de ônibus ou de seus pais para ir a lugares, mas também não é nada lucrativo correr risco de alguém bater em você, ou furar o sinal vermelho, ou até enfrentar um longo congestionamento no caminho do trabalho ou da faculdade. E lógico, tem aqueles que acreditam que é transar. Para alguns esse ato totalmente aprovado pela humanidade já o fizeram, porém, existe outra parte da humanidade que fica se preocupando em como vai fazer para colocar a bendita camisinha. Qual é o momento de fazer isso? Ela vai ajudar? Meu Deus. Que constrangedor. O que vou fazer? Como isso vai acontecer? Qual vai ser o enredo? Ter dezoito anos é basicamente isso, se você vai transar na casa dela, na sua ou no motel? É, digo que ter dezoito anos é terrível. E quando se tem dezoito é a hora de escolher qual profissão vai seguir. Que trabalho vai escolher para fazer o resto da vida? Alguns vão escolher vários durante o período em que viverá, mas também é a hora de tentar adivinhar o seu futuro. Ver se é aquilo que realmente quer. O meu, por exemplo, está longe de ser decidido por mim, tudo bem que agora eu tenho um número no qual me permite fazer mais coisas do antes, mas mesmo assim, esse número não me dá poder, muito menos liberdade e opção de escolha. Ter dezoito anos ainda é ter a responsabilidade de votar em um candidato que seja o melhor para o seu país, mesmo sabendo que nenhum realmente presta, ou os que poderiam ser algo lá dentro são corrompidas ou até mesmo jogadas para escanteio por que ninguém quer gente honesta em um lugar que reina desonestidade. Dizem que ter dezoito anos é a melhor idade que existe, porém, discordo. Ter dezoito anos é se preparar ao estresse, as pessoas, as desconfianças e principalmente ao mundo.
—  O Vento do Oeste.

Sentei na janela e deixei a brisa noturna acariciar meu rosto. Embora o vento frio me tocasse, minhas bochechas ardiam e eu conseguia sentir meu rosto quente. Uma garrafa de vinho barato estava jogada perto da minha cama, que estava bagunçada. Eu sempre gostei de sentar em janelas porquê me dava a sensação de liberdade, de escolha. Eu poderia sair, entrar ou ficar ali no meio para sempre. A janela unia o mundo lá fora e o mundo aqui dentro de forma suave, sem transição abrupta. Além disso, existe uma certa adrenalina em se sentar em sacadas e janelas. Uma sensação de perigo, carregando um frio na barriga. Por isso, mesmo meio bêbado. fiquei sentado naquela janela pensando na vida. Interligando meus dois mundinhos e fugindo do calor que fazia no quarto abafado. Às vezes, quando seu mundo fica abafado de mais, é melhor correr para a janela mesmo ou talvez até pular para o lado de fora. 

Relatos de um nó cego.

Atingido pela onda do amor próprio e confiança sem fronteiras senti a liberdade de viver minhas escolhas destemidas eternizar a paz no horizonte infinito da minha alma que um dia colecionou apenas dores cíclicas de amores mal curados, corações desafinados e desastres de identidade. Não sendo nem a sombra do que um dia eu fui, sou então a personificação da minha auto restauração trabalhando em evolução constante e encontrando novos motivos para abraçar o que um dia eu recusei dar amor, imagem do que eu me torno. Danço então sozinho no escuro e ilumino os gritos de tempestade com as luzes de um sorriso que conhece a aquarela da vida que ensina a vencer pela derrota. Canto sozinho no chuveiro porque a inspiração vive nos meus segundos habitados não apenas nas lágrimas do passado enterrado. A poesia invade minhas veias e irradia melodia aos caminhos que meus pés tocam. Eu sou o renascer que aprende mais a cada dia e será a própria cura definitiva para os fantasmas que me induziram a pecar.
—  Vinícius Viana