liam1s

Esse imagine não é um pedido, é meio que um especial de dia das mãe :3
E para vocês leitoras que são mamães, parabéns pelo dia, amores <3


— Mamãããe. — Acordei com a voz fina em meu ouvido, podia sentir o leve peso do meu pequeno em cima de mim. Abri meus olhos e fui recebida com o sorriso mais lindo da minha vida. — Feliz dia das mamães. — Henry disse antes de encher meu rosto de beijinhos.

— Que coisa mais gostosa acordar assim. — Disse apertando ele em meus braços.

— Vem mamãe, temos que aproveitar o dia inteirinho. — Ele levantou e puxou um dos meus braços, Henry era extremamente parecido com o pai, Jef, que sumiu assim que soube da minha gravidez.
Me levantei e tomei um banho rápido, junto do meu pequeno, que ficava fazendo barulho com seu pato de borracha e o jogando nas paredes. 
Depois de prontos peguei minhas chaves fomos para o carro, dirigi cerca de 20 minutos até a casa da minha mãe, que já deveria estar me esperando.
Assim que ela abriu a porta a abracei forte e lhe desejei um feliz dia das mães, logo recebendo um de volta, era meu quarto dia das mães, e desde o nascimento de Henry, meu feriado favorito.

— Sabe quem vem para a cidade? — Mamãe disse enquanto dava uma colherada de comida para Henry, coisa que fazia questão de fazer toda vez que íamos lá. 

— Quem? — Perguntei dando um gole em meu vinho.

— Liam. — Ela disse fazendo com que eu me engasgasse.

Liam e eu namoramos por alguns meses, até eu descobrir sobre a gravidez, ele se ofereceu para assumir Henry quando Jef nos abandonou, mas eu não aceitei, o bebê era meu, eu seria sua mãe e seu pai, não precisava da pena de ninguém.

— Você deveria falar com ele. — Ela disse. — Já fazem quatro anos, Hen está grande, e eu não me importo de cuidar dele para que vocês saiam de vez em quando.

— Mãe. — A repreendi.

— Você gosta muito dele, e ele seria um ótimo pai, você tem que admitir. — Suspirei e assenti. Liam era padrinho de Henry, mas estava mais para pai, não nos víamos há um ano, mas nos outros três ele fora extremamente presente, ele vira os primeiros dentinhos, primeiros passos, primeira cólica, ele sempre estava lá e me ajudava quando eu tinha vontade de chorar junto ao meu bebê, mas acho que ele acabou desistindo de mim, já que se mudara para outra cidade e não entrara mais em contato.
Terminei meu almoço em silêncio.

Mais a tarde levei Henry á uma pracinha, que estava lotada de crianças e suas mães, me sentei embaixo de uma árvore, onde tinha plena visão de todo o parque e peguei um livro.

— s\n? — Ergui meus olhos e pude ver ele, lindo como sempre, com o sorriso envergonhado nos lábios.

— O-oi. — Disse me levantando rápido.

— Feliz dia das mães. — Ele disse sorrindo e coçando a parte de trás da cabeça.

— Obrigado. — Sorri.

— Onde ele está. — Na praça apontei, e no mesmo instante Henry caiu do balanço e começou a gritar. Liam e eu corremos até ele, o agarrei no colo e passei as mãos por cada parte do seu corpo pra ter certeza de que estava bem, ele tinha uma bolinha na testa por causa da queda, mas nada mais. 
Assim que Henry percebeu a presença de Liam parou de chorar e abriu um sorriso lindo e estendeu os braços para ele. Liam o pegou e o abraçou.

— Onde voxê’ estava, tio Li? — Perguntou fazendo beicinho. — Henry estava com saudade. — Disse esfregando o olho com o canto da mão.

— Eu também estava. — O abraçou mais uma vez.

— Você podia jantar lá em cada hoje, e me colocar pra mimir. — Liam me olhou, como se pedisse permissão, suspirei e assenti. 

                                                   -sz-sz-sz-

— Ele cresceu tanto esse último ano. — Liam disse entrando na sala depois de colocar Henry para dormir. 

— Verdade. — Coloquei uma mecha do cabelo para trás da orelha. — Quer uma taça de vinho?

— Sim, por favor. — Disse se sentando ao meu lado no sofá.

Depois de duas ou três taças já estávamos rindo e relembrando coisas do passado. 

— Por que nos afastamos? — Liam perguntou antes de beber mais um gole, direto da garrafa, nossa segunda.

— Eu tinha um filho pequeno, responsabilidade demais. — Dei de ombros e peguei a garrafa da sua mão.

— Mas eu queria essa responsabilidade. — Ele disse se aproximando. — Eu quero. 

Larguei a garrafa no chão e agarrei Liam, colando nossas bocas, sentei em seu colo e senti suas mãos embaixo da minha camiseta.

— Aqui não. — Falei entre um gemido. Liam me agarrou no colo e me levou para o quarto enquanto mordia o meu pescoço.

Acordei com a porta do quarto sendo aberta, Liam ainda dormia, Henry subiu na cama com um sorriso lindo na boca.

— Ele vai ser meu papai, não é?


Me digam o que acharam u.u

Actual Teen Wolf 6x9 clip
  • Theo: WHERE IS THE KEY?
  • Liam: *Opens the key box and starts panicking as there's a million keys in there*
  • Liam: Try this one!
  • Theo: No! Pass another one
  • Liam: This one!
  • Theo: NOT WORKING!!! Hurry!
  • Liam: *hands Theo a key*
  • Theo: THAT'S NOT EVEN A CAR KEY!!!!!!
  • Liam: OMG OMG OMG OMG HELP US HELP US HELP US
  • Theo: LIAM1!!!! KEEEY.... NOOOO....GIVE ME ANOTHER....YOU'RE NOT EVEN TRYING... LIAM!!! KEEEEEY
  • Liam: OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG OMG
  • Theo: *Has wet his pants*
  • Liam: *Also wet his pants*
  • Ghost Rider: It's okay sirs, please take your time. We shall just wait here for you. There is no hurry. Please don't stress.
  • Theo: Got it!
  • Theo: *Runs over Ghost Rider*
  • Ghost Rider: Rude
Mass Effect Asks: Ryder + Companions

Vetra
1. How did your Ryder feel about Vetra’s connections, many of which were semi-legal at best? Were they worried? Unconcerned? Did they have dubious contacts themselves?
2. What did your Ryder think of Sid? Did she remind them of their own family? Did they think Vetra was overprotective or rightfully cautious?
3. Was your Ryder street smart and willing to use whatever means necessary, like Vetra? Did they share the same mindset or did they clash often?
4. What sort of relationship did your Ryder form with Vetra? Were they friendly or just polite? 
5. How did your Ryder’s opinion of Vetra change from the beginning to the end? What were their first impressions of Vetra?

Liam
1. Did your Ryder know Liam before meeting him in Andromeda? If not, what did they think of him upon meeting him in Andromeda?
2. What did your Ryder think of Liam’s optimistic, sunny personality? Were they more realistic? Did they think Heleus could be a real home for everyone or would it end in failure?
3. What did your Ryder think of Liam’s shenanigans aboard the tempest? Were they grateful for the (oftentimes shirtless) distractions or annoyed? What did they think of movie night?
4. How close did your Ryder get with Liam? Did they click immediately or did it take time? Did they become good friends or simply allies forced to work together?
5. Did your Ryder rescue Verand? What did they think of the situation, whether of not they chose to find her? Were they understanding or disappointed?

Cora
1. How did your Ryder react to Cora’s ambition to be the Pathfinder? Did your Ryder want to be Pathfinder? Would they have given the duty to Cora if they could have?
2. What did your Ryder think of Cora’s impressive biotic power? Was your Ryder mainly a biotic? Did they bond with Cora over biotics at all?
3. How well did your Ryder get along with Cora? Did her militaristic attitude conflict with your Ryder?
4. Did your Ryder find the asari ark? Who did they make Pathfinder and how did that impact their relationship with Cora?
5. What did your Ryder think of Cora’s dream for a garden, of something to outlive them? Did your Ryder prefer to live in the moment or dream of the future?

Drack
1. What did your Ryder think of the relationship between Drack and Kesh? Did they feel the same commitment to their family? How did they get along with Kesh?
2. Was your Ryder awed by Drack’s age and experience? Did they share Drack’s love of combat? 
3. What did your Ryder choose to do with William Spender? What effect did that decision have on their relationship with Drack?
4. Did your Ryder save Pathfinder Raeka or Drack’s krogan scouts and why? If Drack had not been a member of Ryder’s squad, would they have chosen differently?
5. What impression did Drack leave on your Ryder? What kind of relationship did they have?

Peebee
1. How did your Ryder respond to Peebee’s flirtatious attitude? Did it unnerve them?
2. Did your Ryder share Peebee’s fascination with the Remnant? Were they bent on solving the mystery or more focused on making Heleus a home? Did their opinion conflict with Peebee’s?
3. What did your Ryder think of Poc? Were they intrigued? Concerned about having an active remnant aboard the Tempest?
4. What became of Kalinda? What did your Ryder think of her? How did your Ryder’s relationship with Peebee change afterwards?
5. Did your Ryder and Peebee clash often or get along well? Did they have the same goals and dreams?

Jaal
1. What did your Ryder think of the Angara upon first meeting them? What did they think of Jaal?
2. Did your Ryder kill Akksul? What became of their relationship with Jaal afterwards?
3. Did your Ryder and Jaal become friendly or merely allies? What drew them away from or to Jaal?
4. How did your Ryder interact with the Angara? Did they attempt to be diplomatic? How did Jaal react to your Ryder’s intentions?
5. Was your Ryder curious about the Resistance and Jaal’s place in it? Did they understand the Angara’s hostility toward outsiders?

Dragon Age Asks: Hawke + Companions, Warden + Companions, Inquisitor + Romances, Hawke + Romances, Inquisitor + Choices

Mass Effect Asks: Shepard + Companions (ME1), Shepard + Companions (ME2), Shepard + Companions (ME3)

Daddy is sick.

Pedido: Queria um com o Liam que ele fica com uma gripe forte,eles são casados e tem dois filhos(uma menina,que se chama Maia e um menino,o menino pode se chamar Thomas)Liam fica todo manhoso, ela cuida dele e os filhos também,queria que fosse bem fofo. Obrigada

Em homenagem ao novo papai da área, fiz esse pedido, não muito antigo, só mudei uma coisinha, Thomas, vai ser filho da Cheryl, espero que não fiquem bravas, principalmente a menina que fez o pedido.

Espero que gostem :3

Congratulations, Payno. We love you and your little boy 



— Tia s\n. — Me virei ao ouvir a voz de Thomas, o pequeno ainda estava com o pijama de Toy Story que o pai comprara, e as pantufas de monstro que foram meu presente de aniversário, ele coçava um dos olhos com a parte de trás da mão. 

— Bom dia. — Falei sorrindo, e me aproximando para lhe dar um beijo na bochecha. Thomas era filho do primeiro casamento de Liam, e não quis se separar do pai quando ele foi embora, Cheryl odiava ficar longe do filho, mas sabia que podia vir vê-lo quando quisesse. — Onde Maia está? — Perguntei me abaixando.

— Nanando. — Disse antes de um bocejo.

— E eu posso saber por que o mocinho está acordado tão cedo? — Papai estava dodói ontem, quero ajudar a cuidar. 

— Mas você vai acabar ficando dodói também. — Fiz carinho na sua bochecha com o polegar. Ele cruzou os braços e fez beicinho, exatamente igual a Liam.

— Quero cuidar do papai. — Insistiu. Sorri e acabei me rendendo depois de ganhar um grande beijo na bochecha.

— O que acha de fazermos um café da manhã bem gostoso pra ele? — Thomas pulou e bateu palmas, sorri e me levantei, levando ele no meu colo.

Sentei o pequeno no balcão e lhe entreguei algumas frutas e uma faca sem ponta. Thomas falava alegremente sobre uma menininha nova que entrou na sua turma na creche, enquanto colocava os últimos pedaços das frutas em uma tigela de cereal. 

Fiz um chá forte para Liam, e coloquei em uma bandeja, junto de algumas torradas e a geleia preferida dele. 

Preparei a mamadeira de Thomas e Maia e coloquei junto na bandeja. Coloquei Thomas no chão e fui com ele até meu quarto. Liam estava assistindo tevê, ele parecia cansado, havia tossido a noite inteira, a ponta do seu nariz estava vermelha de tanto que ele passou lenços ali.

— Paaaaaaaaaai. — Thomas gritou enquanto corria para pegar impulso e pular na cama. Liam sorriu e se sentou.

— Você vai pegar grite, Thommy. — Disse passando a mão em seus cabelos.

— Quero ficar com você papai.  — Thomas fez beicinho e Liam sorriu.

— Vou acordar Maia. — Falei largando a bandeja nas pernas de Liam, ele sorriu e me deu um beijo na bochecha. 

Fui até o quarto de Maia e Thomas e peguei minha pequena no colo, ela tinha dois anos, e era extremamente parecida com o meio-irmão de cinco. Ela resmungou um pouco, mas abraçou meu pescoço e deitou no meu ombro. 

Voltei para o quarto e a coloquei ao lado de Thomas, que estava abraçado ao pai. Sentei ao lado deles e troquei o canal da tevê, de um jornal para um desenho animado, entreguei as mamadeiras ás crianças e peguei a xícara de café quente que tinha preparado antes de trazer a bandeja de Liam. 

— s\n? — Liam me chamou baixo, para não acordar as ferinhas que tinham pegado no sono novamente, o olhei.  — Eu te amo.

— Eu te amo, babe.  — Sorri e lhe mandei um beijo no ar.


Ficou bem clichê e bobinho, espero que gostem mesmo assim ;-;

Me digam o que acharam.

psychiatric hospital

Esse one shot não tem um boy certo, então, imaginem com quem quiser :3

Espero que gostem.

Boa leitura.

Love ya.



— Parece que alguém lembrou de você. — Um enfermeiro comentou com ironia na voz, enquanto tirava meu prato da mesa, completamente intacto.  Não respondi e logo ele saiu, acompanhado dos dois seguranças que sempre o seguiam.

A porta abriu depois de alguns segundos, não me dei ao trabalho de olhar quem entrava, já estava acostumado com algumas visitas dos meus pais.

— Não vai me dar nem uma olhadinha? — Virei meu rosto assim que reconheci a voz. Por alguns segundos pensei que pudesse ser uma alucinação, mas assim que ela me olhou por cima dos óculos e deu um sorriso fraco, sabia que era a minha garota. — Você está mais magro. — Agora seus olhos estavam preocupados. — Está comendo? — Neguei com a cabeça. Ela suspirou e cerrou os olhos, como sempre fazia quando estava decepcionada.

— Des-culpa. — Sussurrei, pronunciando minha primeira palavra em semanas. Ela ergueu os olhos um pouco marejados e tentou sorrir. Eu queria poder abraçá-la, mas aquela droga de camisa não me permitia.

— Como estão te tratando? — Passou os dedos em minha bochecha. Fechei meus olhos ao sentir seu toque. — Eu prometo te tirar daqui, amor. — Senti seus lábios tocarem o meu levemente, sorri e abri meus olhos.

— Eu te amo. — Sussurrei.

— Eu te amo. — Ela repetiu com um sorriso fraco. — Prometo que volto, amor. — Selou meus lábios mais uma vez e saiu, me deixando ali, vazio.

Alguns dias tinham se passado desde a visita dela e cada vez que a porta abria, eu esperava ver o seu sorriso, mas isso não acontecia.

Levei a colher de plastico a boca e engoli a comida sem nem mesmo mastigar, não estava fazendo isso por mim, precisava estar bem para ela.

A porta abriu exatamente às 13:00, me afastei da mesa e esperei que colocassem a camisa de força, mas isso não aconteceu. Olhei para a porta e me surpreendi ao vê-la entrando, seu sorriso já estava formado.

— Como… — Parei de falar ao perceber a camisa-de-força na sua mão. A olhei novamente, mas recebi um sorriso.

— Vim te tirar daqui. — Sussurrou se aproximando. — Estique os braços. — Não queria voltar para aquela camisa, mas não disse nada e fiz o que ela pediu. s\n apenas colocou meus braços cruzados, não os prendeu, me fazendo sorrir. — Agora vem. — Colocou a mão em minhas costas, escondendo a falta do nó na camisa. Caminhamos para fora do quarto e logo vi um enfermeiro se aproximando com apenas um segurança.

— O quê está fazendo? — O homem perguntou se aproximando.

— A diretoria mandou que eu o levasse um pouco para o pátio, fazem dias que não vê o sol. — Ela disse, completamente calma.

— Quem é você, e por quê não trouxe um segurança? — A olhou com um pouco de desconfiança.

— Jane, enfermeira nova. — Estendeu a mão para ele.

— E já veio direto para os pacientes perigosos? — Ele perguntou depois de apertar a mão dela.

— Vim exatamente para isso. Agora, se me dá licença, meu paciente precisa de sol. — Ela me puxou, deixando os dois para trás, nos observando.

Nos sentamos embaixo de uma árvore no pátio, não haviam muitas pessoas ali, apenas alguns seguranças, aglomerados em um canto e rindo de alguma coisa.

— Como vamos sair daqui? — Sussurrei.

— Você tem que aprender a ser paciente, babe. — Ela sorriu e passou a ponta da língua entre os lábios.

Ficamos alguns minutos em silêncio e o enfermeiro apareceu novamente, dessa vez sozinho.

— Está na hora dos remédios. — s\n sorriu para ele e se levantou, me ajudando depois.

Caminhamos até os corredores minúsculos da ala dos perigosos enquanto o homem balofo nos seguia, eu conseguiria me soltar facilmente e matá-lo ali mesmo, mas senti que o plano da minha garota seria muito mais divertido.

Entramos no quarto e s\n pegou uma seringa e alguma droga em seu bolso, sem que o homem visse.

— Pode tirar a camisa dele, por favor? — Ela pediu enquanto “servia” a droga. O homem foi atrás de mim e olhou para s\n ao perceber a camisa desamarrada. Ele ia dizer algo quando ela se aproximou e aplicou a injeção em seu pescoço, ele gemeu de dor e logo caiu duro no chão.

Terminei de me livrar da camisa e ela sorriu, olhei para baixo e suspirei ao ver meu peito nú. Eu estava muito mais magro do que antes de entrar nessa merda, minhas costelas estavam um pouco expostas e parecia haver um buraco no meu peito.

— Aqui. — Ela me estendeu seu jaleco, vesti-o e saímos da saímos da sala.

Passamos pela ala “perigosa” com facilidade, aquela hora todos os pacientes já tinham tomado seu calmante e estavam em um “quase-coma”. Passamos pela porta que levava ao pátio e eu estranhei não ter ninguém lá, pulamos um muro e logo chegamos ao carro dela.

— Espere aqui. — Ela disse me dando um sorriso, o porta-mala foi aberto e ela pegou duas malas, que pareciam bem pesadas. Perguntei onde ela ia, mas não recebi uma resposta.

s\n caminhou em direção a entrada do hospital, arrastando as duas malas pelas alças. Ela voltou quase meia hora depois, com um sorriso grande nos lábios.

— Venha comigo. — Me puxou para o caminho que havia ido antes. Quanto mais nos aproximávamos, um cheiro forte de gasolina  aparecia, então entramos no portão, pude perceber pelas janelas algumas chamas, ouvi gritos e as portas mexiam, s\n ergueu um molho de chaves e sorriu para mim com malícia.

— Achou que sairíamos sem uma vingança?

Pedido: “O Zayn e a sn brigam ai ela finge que n conhece ele ,ele fica correndo atrás dela tentando reconquistada até que ela agarra ele num metro”
Eu mudei o boy, espero que não fique brava ;-;
Boa leitura


Revirei os olhos ao encontrar mais um vaso de flores atrás da porta. Peguei e entrei com ele, larguei um pouco de água nas flores e peguei minha bolsa.
Entrei no elevador e arrumei o canto do batom, a música de espera tocava baixa e logo cheguei no terreo..
— Bom dia, Robert. — Dei um tchauzinho para o velho senhor na cabine de segurança, ele retribuiu meu cumprimento e me desejou um bom trabalho.
Caminhei até a estação de metrô e logo estava na frente do prédio alto.
— Bom dia. — Falei ao entrar no escritório.
Candy, minha secretária me seguiu até minha sala, carregando um bloco de papel.
— s\n, Liam ligou, ele quer almoçar com você. — Suspirei e me sentei atrás da mesa.
— Ligue de volta, diga que estou ocupada. — Você não acha que está sendo má demais com ele?
— Ele não queria ter mais liberdade? Está tendo.  — Me encostei na parte de trás da cadeira e a encarei. — Onde ele marcou?
— Nancy’s. — Sorriu pra mim. — Mesa onze. — Me estendeu um papel, com o endereço do restaurante. O devolvi.
— Ligue para o restaurante, reserve a mesa 10, para dois.
— s\n… — Suspirou.
— Por enquanto é só, Nancy. — A garota suspirou e saiu da sala.
Alguns minutos depois, Nancy entrou na sala e disse que já havia reservado a mesa. Revisei algumas matérias e desliguei o computador. Já eram 13:16.
Peguei meu celular, procurei o nome entre os contatos e sorri ao achar.
— Niall? — Falei ao ser atendida.
— Ao que devo a honra da sua ligação? — Ele disse, provavelmente sorrindo.
— Quer almoçar comigo hoje?
— Eu adoraria, bela moça.
— Me encontra no Nancy’s em vinte minutos?
— Vou tentar não atrasar. Te vejo já, gatinha. — Disse e desligou.
Peguei minha bolsa e saí da sala.
— Vou almoçar. — Falei para Candy que suspirou e assentiu.
Caminhei com calma até o restaurante localizado a alguns metros do prédio. Ele já estava lá.
Liam sorriu ao me ver, mas logo o desfez, quando sentei na medo do lado. Ele levantou e sentou a minha frente.
— Estou esperando alguém.
— Eu estava esperando você.
— E eu cheguei, mas não vou almoçar com você.
— s/n, por favor. — Ele disse baixo, quase implorando.
— Meu convidado chegou. — Falei ao enxergar Niall que entrava no restaurante com um sorriso. Liam nunca gostou da minha amizade com Niall, vivia tendo crises de ciúmes. — Você pode nos dar licença? — Liam apertou os lábios e se dirigiu a mesa do lado.
— Vai explicar o que está acontecendo? — Niall perguntou me abraçando.
— Depois eu explico. — Sorri e me sentei.
Já estávamos comendo quando uma mulher entrou no restaurante e sentou na frente de Liam, eu a conhecia perfeitamente. Cher.
Os dois conversavam animados, a cada sorriso que ele dava, meu coração batia mais triste.
— Desculpa, Niall, tenho que ir. — Falei largando algumas notas em cima da mesa.
— Aconteceu algo na revista? — Ele perguntou preocupado, sabia que não era na revista, que o meu problema estava bem ali do lado.
— Esqueci de revisar um relatório. — Sorri fraco e saí, Liam me seguiu com os olhos, mas não disse nada.
Peguei meu celular e liguei para a revista, disse que não me sentia bem e ia direto para casa.
Já estava na estação, esperando o metrô quando pude ver Liam e Niall entrando, eles olhavam para todos os lados, e então, mais no fundo, ela estava junto.
Saí por entre as dezenas de pessoas, eles ainda me procuravam.
Me escondi atrás de um pilar ao vê-los se aproximando.
— Será que ela realmente vai pra casa? — Liam perguntou.
— Candy disse que sim. Você ja pode ir embora. — Meu coração acelerou quando Niall disse isso, por alguns segundos, pensei que tivesse me visto.
— Não quero. — A voz de Cher apareceu.
— Vá pra longe de nós então.— Liam disse, me fazendo sorrir.
Meu metrô foi anunciado. Saí correndo, esbarrando em Niall, mas não parei. Entrei no metrô e suspirei ao vê-lo completamente cheio. Logo, Liam entrou também.
— Ei, você está bem? Candy disse que passou mal.
— Estou bem. — O metrô começou a andar, ele quase caiu em cima de mim, mas se agarrou em uma barra.
— Sua casa é para o outro lado.
— Vou pra onde você for. — Suspirou. — Eu te amo, s/n e… — Fiquei na ponta dos pés e encostei minha boca a dele.
— Eu te amo, Liam. — Ele sorriu e me puxou para mais perto.
Sabia que ia cair nos meus encantos.


Ficou curtinho, eu sei, sinto muito por isso, vou tentar deixar os próximos maiores :3

Me digam o que acharam, ok?

Love ya.

One Shot com Liam Payne.-A Sad History.

Gente, eu tenho que admitir, eu amei escrever esse one shot, eu eu gostei bastante do resultado, então por favor, me digam o que acharam :)

Boa leitura.


Deitei minha cabeça no travesseiro branco e suspirei ao sentir a falta do cheiro de Liam, o quarto estava escuro, ouvi barulhos no andar de baixo e soube que ele havia chegado, logo a porta do quarto foi aberta, meu coração apertou quando o perfume feminino invadiu o ambiente, Liam tirou suas roupas no escuro e as jogou em um canto, se deitou ao meu lado e se virou, de costas para mim, isso vinha acontecendo há um bom tempo, ele ignorava a minha presença, fingia ser um bom marido em frente a nossas famílias, nossos amigos, mas quando chegávamos em casa eu não passava de um peso em sua vida.

Encarei o escuro sentindo meu coração pesar, eu sabia que não era a única na vida de Liam, sabia que não era para reuniões que ele ia todos os dias, que não eram com outros advogados que ele passava as noites, mas eu fingia não saber de nada, fingia ter uma vida boa ao seu lado, Liam era o meu porto seguro, a minha casa, minha vida, eu não teria para onde ir, era sempre para ele que eu corria.

Quando acordei Liam não estava mais lá, suas roupas ainda estavam jogadas no chão, senti minhas lágrimas escorrerem ao ver as marcas de batom na gola da camisa, o perfume caro impregnado nas roupas dele fez meu estômago revirar, corri ao banheiro mas não havia o que vomitar.

Me sentei no chão encostada na parede encarando a camisa azul claro com as marcas vermelhas a gola, ela estava dando a Liam o que a muito tempo ele não buscava em mim, prazer. O meu coração se despedaçava cada vez que eu imaginava como ela seria, loira? morena? talvez ruiva, devi ter um corpo maravilhoso, andar por ai sempre se saltos altos quando eu mal conseguia suportar duas horas.

Me levantei e fui até o chuveiro, liguei-o e me sentei no chão novamente, deixei minhas lágrimas se misturarem a água vinda de cima e abracei a camiseta molhada, eu estava de pijama, mas não ligava, meu coração doía demais para qualquer coisa.

Vesti uma roupa confortável e desci as escadas, fui até a cozinha e preparei um café, suspirei ao ver o bilhete colado na geladeira.

“Precisei viajar de manhã, volto em dois dias. Amo você.”

‘Amo você’, por que aquilo parecia uma mentira? Por que ao ler aquelas palavras o meu coração doía mais? Prendi o bilhete novamente e me sentei a mesa com a xícara de café, levei-a aos lábios e tomei alguns goles.

Me sentei no sofá sentindo meu corpo desabar, eu não queria me sentir assim, eu o queria, queria sentir o amor de Liam novamente, mas aquilo me parecia impossível. O telefone tocou, suspirei e o atendi.

-Senhora Payne?-Uma voz feminina perguntou.

-Sim.

-Estou ligando da clínica do Doutor Rogers para avisar que os exames que a senhora fez semana passada ficaram prontos.-Há alguns dias eu não me sentia bem, parecia mais fraca e havia um vírus de virose no ar.

-Posso passar aí hoje a tarde?

-Hoje a tarde seria perfeito senhora, por volta das duas?

-Tá perfeito.-Desliguei o telefone e voltei a encarar a minha casa vazia.

Me levantei da poltrona da sala de espera e entrei no consultório onde acabaram de me chamar, forcei um sorriso para o médico e apertei sua mão.

-Como vai senhora Payne? Os enjoos continuam?-Apontou uma das cadeiras na frente da sua mesa, me sentei.

-Sim, cada vez mais frequentes.-O homem assentiu e pegou um envelope grande e branco em uma gaveta.

-Aqui estão os seus exames.-Sorriu e descolou o adesivo, depois de alguns segundos lendo o papel ele me olhou e sorriu.-A senhora está completamente saudável, não precisa se preocupar com nada.

-Como não?

-O que a senhora tem são sintomas dos primeiros meses de uma gestação.-Sorriu.-Meus parabéns.

-Eu estou grávida?-Perguntei sentindo meu coração bater mais forte.

-Sim.-O meu mundo parou, me despedi do médico e peguei os exames, dirigi até em casa sem saber o que fazer, Liam nunca quisera ter filhos, mesmo comigo suplicando por uma família.

Encarei o exame enquanto estava sentada na minha cama, larguei o papel, deixando-o cair no chão e toquei meu ventre, algumas lágrimas escorreram, eu estava grávida, o meu marido não me amava, tinha outra e também não amaria o meu filho.

-Eu sinto tanto, meu amor.-Sussurrei me deitando e acariciando minha barriga como se ele estivesse ali comigo.-Eu vou cuidar de você, eu juro.-Solucei.-Nada de mau vai acontecer com você.

Me levantei da cama e fui até o guarda roupas, joguei todas as minhas coisas em algumas malas, arrumei as coisas de Liam nos espaço que havia liberado e desci, carregando as malas. Fui até a cozinha e escrevi uma carta de despedida.

Liam.

Eu não queria que nada disso estivesse acontecendo, eu não queria ter que amar você, não queria ter de dividir você com alguém que não conheço, uma pessoa que agora possui o seu coração. Eu realmente cheguei a tê-lo? Se sim, me desculpe tê-lo deixado fugir, meu amor.

Eu não posso mais lidar com isso Liam, não posso mais fingir que amar você não dói, por que dói, muito, não posso mais me contentar com migalhas do seu amor.

Eu estou esperando um filho seu, me desculpe, eu não o planejei, mas a memória da nossa última noite a quase dois meses está fresca em minha mente como todo o nosso amor, ou o meu amor.

Eu não sei para onde vou, não sei o que vou fazer, mas não posso mais ficar aqui, principalmente com você.

Eu te amo.

s\n

Larguei o papel em cima da mesa junto do exame que havia recebido a algumas horas, carreguei minhas malas até o meu carro e dirigi para fora da garagem, fitei a casa mais uma vez e segui o caminho até a rodoviária, eu pegaria o próximo ônibus, não importava a onde ele fosse.

Liam’s pov.

Entrei em casa soltando o nó da minha gravata, larguei minha maleta em cima do sofá e tirei o paletó, podia sentir o cheiro de Chelsea em minha roupa. Estranhei o fato de s\n não ter corrido para me abraçar, havia passado dois dias fora de casa, ela sempre me recebia com um belo sorriso e um beijo. Caminhei pela sala, parecia que ninguém estivera ali a semanas, subi as escadas e fui até o nosso quarto, a cama estava arrumada, estava tudo arrumado, percebi que as duas fotos que haviam no criado mudo -uma minha e uma de mim e de s\n juntos sumiram.

Abri o gurda roupas para pegar algo para tomar um banho e senti meu coração pular ao não ver as roupas dela, abri as outras portas, nada. Fui ao banheiro, suas maquiagens não estavam mais lá, desci as escadas e analisei a sala, o álbum de fotos do nosso casamento havia sumido. Fui até a cozinha e vi um papel em cima de um grande envelope branco, li o bilhete e senti meu coração apertar, ela sabia de Chelsea, sabia que eu a traia, e agora esperava um filho meu.

Me sentei em uma das cadeiras e senti uma lágrima escorrer pelo meu rosto, eu a havia perdido. Nunca pensei que um dia a perderia, que chegaria em casa sem os seus beijos, que deitaria na cama sem sentir o seu cheiro.

Caminhei pela casa sentindo meu coração doer, fui até o banheiro e entrei no chuveiro, um sorriso fraco apareceu em meus lábios ao perceber que o sutiã dela ainda estava pendurado no box, com uma das minhas cuecas ao lado, ela sempre esquecia de tirar.

Senti mais lágrimas escorrerem ao ver a minha camisa jogada no chão, a camisa que usava quando cheguei em casa a última vez que a vi, peguei-a e observei as marcas de batom que permaneciam na gola.

Sai do banheiro e me deitei na cama, no lado onde ela dormia, seu cheiro ainda estava no travesseiro, havia muito dela ali, havia muito dela em mim.

Eu procurei s\n pelos dias que se seguiram, até que o advogado dela apareceu em meu escritório, dizendo que minha mulher havia pedido o divórcio, perguntei onde ela estava, mas ele disse que não estava autorizado a me dizer. Assinei os papeis que ele me levou e voltei para casa me sentindo um merda, eu havia oficialmente perdido ela, e o meu filho.

s\n’s pov.

Um ano e dois meses depois.

Arrumei o véu em meus cabelos enquanto me olhava no espelho, eu me casaria mais uma vez, com Joey, um homem que conheci quando me mudei para Paris, ele fora maravilhoso comigo, e agia como se fosse o pai de Megan, a bebê que dormia na cama de casal do quarto do hotel, ela estava com sete meses, era muito parecida com Liam, tinha os cabelos escuros, os olhos quase negros, a boca, tudo era muito parecido com ele, me dando uma lembrança constante dele.

A porta do quarto abriu, julguei ser a mãe de Joey e mandei de entrasse, caminhei até a cama e acariciei os cabelos de Megan.

-Você está linda.-Meu corpo congelou quando ouvi aquela voz, me virei rapidamente, Liam estava parado na porta do quarto, suas mãos estavam nos bolsos e ele tinha um sorriso fraco nos lábios.

-Como você me achou?-Perguntei em um fio de voz.

-Sua irmã me contou que se casaria.-Deu alguns passos na minha direção, então seus olhos pousaram na pequena que dormia.-É a minha filha?-Meu coração acelerou ao vê-lo sentar na cama e acariciar a mão de Megan.-Ela é linda.-Sussurrou, eu nunca havia visto Liam chorar, mas era o que ele fazia agora.

-O que você faz aqui Liam?-Perguntei tentando evitar que as minhas lágrimas caíssem.

-Eu vim atrás de vocês.-Disse se levantando.-Eu não poderia viver sabendo que te deixei ir tão facilmente, que não conhecia a minha filha.-Liam parou a minha frente.-Eu amo você, s\n.

-Você acha que é fácil assim, Liam? Que chegaria aqui e eu o receberia de braços abertos, como eu fiz enquanto você me traía?-As lágrimas já escorriam por todo o meu rosto.

-Eu não…

-Eu não posso deixar Joey, ele é o único pai que Megan tem, ele é tudo o que eu tenho.-Me afastei, mas Liam segurou as minhas mãos.

-Eu sou o pai dela, s\n, você tem a mim, eu posso amar vocês duas, posso ser o que você precisa.-Ele me olhava nos olhos.

-Não Liam, você não pode, você não sabe amar.-Me soltei, mas Liam me puxou, colando sua boca a minha, mas lágrimas caíram, meu coração doía.

-Fica comigo.-Sussurrou colando as nossas testas.-Eu prometo que vou ser tudo o que você quer e precisa, fica comigo, por favor.

-Eu não posso, Liam.-Me soltei dele.-Sai do meu quarto por favor.-Ele tinha lágrimas por todo o rosto, Liam se aproximou da cama e beijou a testa de Megan.

-Me desculpa não ser o seu pai, meu amor.-Sussurrou, tentei segurar o meu soluço mas não consegui, Liam se aproximou de mim mais uma vez e selou meus lábios, então ele saiu.

Me sentei no chão e chorei alto, sentindo meu coração de despedaçar, eu ainda o amava, mais do que podia imaginar.

Entrei na igreja acompanhada do pai de Joey, sorri para os convidados enquanto a marcha nupcial tocava, meu coração foi a boca quando vi Liam em pé, na primeira fileira, Megan não estava no colo da minha irmã como deveria, estava no dele. Joey veio até mim e agarrou minhas mão, deu um beijo em minha testa e me ajudou a subir os pequenos degraus até o altar.

-Eu, Joseph Lutter Martin, te aceito, s\n como minha esposa, para amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, até o fim das nossas vidas.-Algumas lágrimas escorreram pelo meu rosto ao lembrar de Liam me dizendo aquelas mesmas palavras a alguns anos.

-Eu…Eu-Ouvi um gemido infantil, me virei e vi Liam largando Megan no banco e a pequena lhe pedia mais colo, ele me olhou uma última vez e saiu da igreja.

-Vamos lá, querida.-Joey sussurrou apertando minhas mãos levemente.

-Eu, s\n\c, te aceito…-Minhas palavras morreram.-Me desculpa, mas eu não posso fazer isso.-Soltei as mãos de Joey e desci as escadas, todos me encaravam surpresos, peguei minha filha no colo e sai da igreja.-Liam!-Gritei ao ver um táxi sair do estacionamento, ele parou e Liam desceu dele, correndo até mim, me apertando em seus braços.-Eu amo você.-Sussurrei, fazendo-o sorrir.

-Eu também te amo, muito.-Disse agarrando meu rosto e selando meus lábios. As pessoas começavam a sair da igreja me olhando horrorizadas.-Vem.-Liam disse agarrando minha mão e me levando até o táxi ainda parado, entrei e Liam sentou ao meu lado, pegando nossa filha.-Vai para bem longe, amigo.-Disse sorrindo. Liam me olhou e selou meus lábios.

-Fugiu do seu casamento, filha?-O homem velho perguntou me olhando pelo retrovisor.

-Eu não o amava.-Dei de ombros. O homem riu e suspirou.

-Pela forma como esse garoto entrou no meu carro pensei que nunca mais sorriria, ele realmente te ama.-Sorri para o senhor e depois para Liam, que beijava a bochecha de Megan.-Vocês formam uma linda família.

-Eu também o amo, o senhor não imagina o quanto.-Liam agarrou minha mão e entrelaçou nossos dedos.

Aquela seria a última chance que Liam e eu teríamos de ser felizes, e algo em meu coração dizia que daria certo.

I’ll Be Home.

PEDIDO: a filha deles pede um presente meio “impossível” pro Papai Noel e ele tem que arrumar um jeito de falar pra ela que não da.

  • Conselho de amiguinha? Leiam escutando “I’ll Be Home” da Meghan Trainor. [O U Ç A]

Tranquei a porta do estúdio e corri para o estacionamento procurando por meu carro. O céu estava escuro e o vento trazia alguns pinguinhos consigo. Tateei meus bolsos em busca das chaves e praguejei com raiva chutando o pneu do carro. Voltei correndo pro prédio e de volta ao estúdio eu tinha trancado todas minhas coisas lá, abri e meu celular dançava insanamente sobre a mesa o nome de S/N pulsava na tela e meu peito logo se apertou. Corri pra atender a ligação, mas assim que coloquei minha mão no celular ela desligou. Peguei minhas coisas e refiz o caminho até o carro, entrando e dando partida no carro. Já era tarde, eu sabia e embora eu tivesse apenas vindo pra assinar uns papeis da publicidade, eu acabei me embananando e me atrasando pra ceia de Natal na casa de minha família. Disquei o numero de S/N e quando ela atendeu, nenhum de nós pronunciamos qualquer palavra, apenas ouvi ela suspirar derrotada e magoada.

– Amor – a chamei e depois de alguns minutos sem resposta eu continuei, já que o transito estava parado – Sem desculpas, diga a ela que eu atrasei.

– Não vou passar por isso novamente, Liam – resmungou e sabia que ela estava se distanciando do aglomerado de pessoas – Ela está no quarto, arrumando a roupa mais bonita só pra te ver, e eu nem sei ao certo se você vai chegar aqui á tempo.

– Eu vou, eu prometo – murmurei fraco e sabia que ela não estava acreditando. Bati com minha mão no volante e prossegui pela rodovia – Me deixe falar com ela.

– E-eu, está bem, só um minuto – assentiu derrotada, eu sabia que se ela visse Joey chorar, seu natal estava arruinado. Ouvi ela chamar pela pequena que falava algo sobre os vestidinhos. Houve um barulhinho e ela colocou o celular no ouvido. – Papai?

– Ei, meu anjo – murmurei e automaticamente sorri, ela ainda estava acreditando em mim. – Sabe com quem eu encontrei no caminho?

– Papai, você não vai vir mais? – perguntou, ignorando minha pergunta e deixando sua voz oscilar – Não vai mais vir, papai?

– Não, meu anjo – resmunguei e meus olhos estavam úmidos – Eu estou no caminho já. Você ouviu o que eu disse? Tem ideia de quem eu encontrei no caminho?

– Uh, não papai – respondeu, mas não havia emoção em sua voz – Quem você encontrou?

– Ele é gordinho, usa vermelho e tem um monte de renas – disse tentando anima-la, eu era péssimo pra isso. O transito se esvaiu e eu consegui mais velocidade – Ele me disse: “Você está preparado, garotão? Ligue pra ela e diga que vai se atrasar”

– Verdade, papai? – perguntou batendo palminhas e por um momento achei que conseguiria reanima-la – Você falou com o papai noel, papai?

– Sim, eu falei com ele sim.

– E o que você respondeu?

– Que eu estarei em casa com meu amor.

– Promete?

– Prometo – disse por fim, estava perto de chegar, só mais alguns quarteirões.. – Eu prometo.

Desliguei o carro e puxei minhas coisas e o casaco, correndo até a porta. Passei a mão pelos cabelos e entrei. Mamãe estava tirando alguns biscoitos e me encarou feliz ao me ver. Joguei as coisas numa mesinha e a ouvi murmurar “Elas estão lá em cima.” Corri pelas escadas, tropeçando em meus próprios pés, abri a porta e a vi segurando Joey. S/N dava beijinhos em seu rosto enquanto gargalhavam de alguma coisa, meu corpo todo tremeu e deixei com que minhas pernas cedessem e me deixassem de joelhos. Joey correu até mim me abraçando e beijando minha bochecha, ela me fazia milhares de perguntas sobre o papai noel e eu apenas sorria com o carinho que ela me fazia enquanto perguntava as mesmas coisas de diversas formas diferentes.

– Papai, você pode pedir pra ele uma coisa? – disse por fim se ajoelhando a minha frente e pegando minhas mãos com as suas.

– Li-Liam… – S/N me repreendeu, possivelmente me alertando de algo e eu apenas assenti, mandando um beijo pra ela.

– Claro, com certeza meu anjo – assenti e Joey me encheu de beijinhos

– Fala pra ele me dar um unicórnio? – perguntou animada e puta que me pariu, aonde eu tinha me enfiado agora? – Eu juro que fui boazinha.

– Joey, meu anjo – resmunguei me levantando com ela – Eu, eu não sei se seria possível ele te dar um unicórnio.. É meio que, hm, impossível..

– Mas papai, você me disse que ele me daria – resmungou com lágrimas nos olhos e beicinho – Você prometeu, papai!

– Eu prometi?

– PAPAI! – gritou, chorando e correndo bateu a porta do quarto. S/N me olhou confusa e tentou sorrir. Eu tinha feito merda.

– Eu fiz merda, não fiz?

– Só um pouquinho – murmurou se levantando e caminhando até Joey, onde quer que ela estivesse agora. S/N estava tão linda, e eu nem ao menos tinha notado.. Cheguei tão preocupado em animar Joey, que me esqueci dela, esqueci de beija-la, de deseja-la feliz natal, de dizer a ela que eu a amava.

– Amor – murmurei alto o suficiente pra ela reabrir a porta que tinha acabado de fechar e me olhar. Seus olhos estavam iluminados, mas não de um jeito bom, estavam brilhando porque ela segurava o choro. Ela entrou no quarto novamente e eu a peguei pela mão, trazendo-a até a cama. – Fica só um pouquinho comigo?

– Uh? Você está bem, amor?

– Eu tenho feito tanta merda – resmunguei e ela sorriu. – E hoje é dia de Natal, eu não consigo fazer nenhuma das duas mulheres que eu amo feliz.

– Não fala essas bobagens, Payne. – murmurou e me deu um beijinho nos lábios. A abracei e seus lábios estavam sobre a minha pele e me causavam arrepios. Lá embaixo eu pude ouvir, Joey cantando algumas músicas de natal e meu pai animando-a. Pelo menos ele conseguia.

Ficamos ali no quarto por mais algum tempo eu poderia dizer namorando. S/N deixou com que eu deitasse em seu colo enquanto fazia caricia em meus cabelos. Conversamos sobre coisas super fúteis, até minha mãe chegar e nos chamar. As pessoas falavam, nós conversávamos com ela e Joey ficava de beicinho comigo, mas as vezes se permitia rir de minhas piadas, logo em seguida se repreendendo e voltando ao beicinho. Durante a entrega dos presentes, ela estava no colo de S/N, que ficava lhe dando beijinhos e a fazia sorrir em alguns momentos, então elas cochichavam sobre algo e voltavam sua atenção para quem estava falando sobre os presentes. Eu peguei a caixa e a puxei até pertode S/N e Joey, ela me encarou confusa e um tanto animada com o tamanho da caixa.

– Eu não tive tempo de conversar com ele, amor – resmunguei baixinho e percebi que todos na sala me olhavam curiosos. Eles não sabiam da loucura. –  Mas eu fiz o que pude..

– O que é papai? – perguntou e eu sorri, ela já estava me aceitando novamente.

– Venha aqui, abra ele – murmurei e me sentei ao lado de S/N, passando meu braço ao redor de sua cintura e dando um beijo em seus cabelos. Joey arrancava os papeis sem cuidado algum e quando abriu a caixa a jogando pra longe gritou, um grito esganiçado e esquisito, fazendo todos da sala rirem.

– É UM UNICÓRNIO MAMÃE!!!!! – gritou e apertou o ursinho de pelucia contra o próprio corpo. Pulo sobre o colo de S/N e deu um beijo em sua testa.

– Não fui eu quem te deu, bebê – murmurou docemente e Joey se virou pra mim com um sorriso.

– Obrigada, papai  – suspirou e se jogou em meu colo me abraçando. – Não, noel.

– Feliz natal, meu pequeno milagre.

/manu

One Shot com Liam Payne.

Pedido: Um imagine do Liam que a s/n é uma youtuber famosa e ela faz um video c/m ele comendo docinhos do Japão.Obg Lary♥


Sorri para Liam quando ele se sentou na cadeira em frente ao meu senário e fui até a câmera, ligando-a, me sentei ao lado dele e cruzei as pernas.

-Hey guys! Como vai a vida? Hoje o vídeo vai ser diferente, como podem perceber há um belo ser ao meu lado.-Apontei Liam com as mãos.-Para quem não sabe, este é o meu namorado, Liam Payne.-Disse apertando as bochechas de Liam, fazendo-o ficar com biquinho.

-Oi gente.-Disse com dificuldade, me fazendo rir.

-Você fica tão fofinho assim.-Disse virando o seu rosto para mim e deixando um selinho em sua boca. Liam deu um sorriso quando soltei seu rosto e olhou para a câmera.-Bem, o meu irmão, Lucas, foi ao Japão essa semana, e trouxe de lá alguns doces, que o meu lindo namorado vai comer hoje.Sorri e Liam me olhou com as sobrancelhas erguidas.

-Pensei que nós fossemos comer.-Colocou as mãos nas pernas.

-Eu posso morrer comendo uma dessas coisas.-Fingi um olhar inocente.

-E eu?-Perguntou colocando a mão no peito, tentando conter o seu sorriso.

-Você é o amor da minha vida.-Me aproximei para lhe dar mais um selinho, mas Liam se afastou. Fiz beicinho e Liam me puxou, me dando um beijo rápido.

-Você vai comer comigo, e ponto final.-Liam disse dando um beijinho na ponta do meu nariz, sorri e assenti.

-Okay, nós iremos comer os doces.-Sorri para a câmera. Peguei a pequena caixa onde os doces estavam e coloquei-a em cima da pequena mesinha em nossa frente.-Qual você quer primeiro?-Perguntei olhando Liam.

-Esse.-Respondeu pegando uma caixinha verde com vários coalas amarelos desenhados. Peguei a caixinha da sua mão e sorri para ele.

-Então esse vai ser o primeiro.-Sorri para a câmera.-Eu, como uma grande entendedora de japonês não faço a menor ideia do que isso seja. -Ri abrindo a caixinha. Retirando um saquinho laminado com alguns coalas desenhados em marrom.-São biscoitos.-Disse ao abrir o saquinho, retirei dois e entreguei um a Liam.-Eles tem um coala em cima e parecem um travesseiro. -Liam sorriu.-Vamos comer?-Meu namorado assentiu, colocamos o doce na boca. Mordi o pequeno biscoito crocante e sorri ao sentir o gosto do recheio de chocolate.

-Eu gostei.-Liam pegou mais um e colocou entre os lábios e me olhou.

-Eu também.- Falei depois de colar nossas bocas e tirar um pedaço do biscoito.-Minha vez de escolher.-Sorri e olhei dentro da caixa.-Esse aqui.-Peguei o pequeno pacote laranja. Abri e tirei o doce que parecia uma fruta, Liam também pegou um. Mordi o meu e fiz uma careta ao sentir o gosto salgado, logo ficou azedo e então um pouco doce.

-Meu Deus, isso é horrível.-Liam disse pegando um guardanapo e cuspindo o doce no mesmo. Ri e bebi um gole de água.

-Acho que concordamos em não comer mais isso.-Liam assentiu e pegou minha garrafa de água, dando um gole.-Escolhe outro. Liam pegou um pacotinho verde claro e o abriu.

-Parece bala de goma.-Sorri ao pegar a balinha, Liam assentiu. Coloquei a bala na boca e fiz outra careta ao sentir o gosto super azedo, Liam riu.-Meu Deus, isso é horrível.-Repeti a frase de Liam.

-Eu gostei.-Disse rindo.

-Meu Deus Liam, estou começando a duvidar dos seus gostos.-Liam riu e negou com a cabeça.

-Pega outro.-Beijou minha bochecha. Passei a língua nos lábios e peguei um pacotinho cumprido e azul.

-Gente, é algodão doce!-Disse depois de abrir, Liam sorriu. Peguei um pedaço e esperei que Liam pegasse também.-É muito bom, tem gosto de chiclete.-Disse pegando outro pedaço.-Eu amo o Japão.-Liam riu.

-Eu também gostei.-Liam sorriu.-Tem de outro sabor.-Pegou o pacote verde e abriu.

-É de melão.-Falei depois de colocar na boca, Liam fazia uma careta.-Não gostou?

-Não é isso, tá explodindo.-Disse me fazendo rir.

-No meu não tinha.-Fiz uma careta.-Para quem não entendeu, dentro do algodão tem umas cápsulas de açúcar ou sei lá que explodem no contato com a saliva. Só tem mais um.-Fiz beicinho e Liam sorriu. Peguei os dois pacotinhos transparentes com miniaturas de sorvete e entreguei um a Liam. Coloquei na boca e senti um gosto horrível, Liam fez um barulho de ânsia de vômito.

-Meu Deus, que nojo.-Liam disse cuspindo em um guardanapo, fiz o mesmo.

-Nunca comam isso, é horrível.-Fiz uma careta e bebi água.

-Lucas, eu vou matar você por ter trazido isso.-Liam disse dando um gole na água.

-Bem, se você gostou desse vídeo dá aquele like, me segue nas redes sociais que estão aqui em baixo, na descrição.-Apontei para baixo.-Se inscreve no canal e lembre-se: Não coma miniaturas de sorvete.-Liam riu e acenou para a câmera.-Até o próximo vídeo.-Me aproximei da câmera e beijei sua lente, como sempre fazia e parei a gravação.-Acho que vou ter que lavar a minha língua.-Disse me sentando ao lado de Liam novamente, ele comia o algodão doce de chiclete.

-Eu posso fazer esse gosto ruim passar.-Liam largou o pacote na caixa e se inclinou para cima de mim, colando nossos lábios em um beijo literalmente doce.

-Preciso editar esse vídeo.-Empurrei Liam pelos ombros e ele fez beicinho, lhe dei um selinho.-Pode ficar com o resto dos doces.-Me levantei e peguei minha câmera, indo até minha mesa de edição.


Todos os doces são de verdade, eu achei em vários vídeos do youtube :) 

One Shot com Liam Payne.

Encarei a tela do celular incrédula,  Kate havia pedido para passar a noite na casa da sua melhor amiga e agora centenas de sites de fofoca tinham fotos da minha filha beijando um garoto em uma festa.  Caminhei de um lado para o outro sentindo meus nervos a flor da pele,  disquei o número do seu celular e esperei que atendesse,  mas aquilo não aconteceu. Joguei o celular no sofá e passei as mãos pelos cabelos.

- Amor? -A voz de Liam soou das escadas,  me virei para o meu marido e forcei-lhe um sorriso.- Não vem deitar? -Perguntou descendo e indo até mim. - Está tudo bem? -Perguntou passando as mãos em meus cabelos,  apenas assenti. -Então,  vamos dormir. - Disse agarrando minha mão e me puxando para as escadas.

Dormi muito pouco,  me virei na cama a noite inteira,  de manhã cedo estava sentada no sofá esperando Kate,  ela chegou com um vestido curtíssimo,  segurava um par de saltos altos.

- Mãe,  não sabia que você acordava cedo. - Disse parando ao me ver.

- Você se arrumou assim para dormir na casa da Lucy,  Kate? -Perguntei me levantando e colocando as mãos na cintura.

- Tudo bem,  eu fui a uma festa com Jonh,  mas não foi nada demais. - Disse largando os sapatos.

- Nada de mais Kate?  Você mentiu para mim.

- Por que eu sabia que você não me deixaria ir.

- E pelo visto eu estou certa. -Me aproximei.

- Mãe foi só uma festa.

- Você tem quatorze anos Kate,  não tem idade para esse tipo de festa. - Coloquei as mãos na cintura novamente.-Você mentiu para mim e vai ficar de castifo por isso.

- Mãe!

-Duas semanas sem internet,  sem sair de casa.

- Mãe!

- Começando por agora,  vá para o seu quarto. -Senti meu rosto arder,  olhei para Kate incrédula,  ela colocou as mãos na boca e lágrimas brotaram em seus olhos,  ela havia me batido.

- Mãe. - Ela tentou se aproximar mas eu me afastei. Subi as escadas sentindo as lágrimas escorrerem pelo meu rosto,  Eu nunca havia batido em Kate,  não aprovava o ato e agora havia levado um tapa da minha filha,  não havia doído,  mas meu coração se despedaçou.

Não sai do quarto desde o acontecido,  até Liam chegar e sugerir que fôssemos jantar fora,  me arrumei e sai junto dele. Kate se sentou a minha frente,  Eu estava sem fome,  apenas cutuquei a comida com o garfo enquanto concordava com meu marido que estava animado por ter fechado um novo contrato.

- O que aconteceu entre você e a Kate? -Liam perguntou quando entramos em nosso quarto.

- Nada. - Disse baixo.

- Vocês nem se olharam o jantar inteiro. - Disse se sentando na cama e tirando os sapatos.

- Kate mentiu para mim,  nós discutimos e… -Suspirei deixando as palavras morrerem.

- E? - Meu marido se levantou afrouxando o nó da gravata.

- Ela me deu um tapa. - Disse baixo.

- Ela o que? -Perguntou como se não acreditasse.

- Me deu um tapa,  a nossa filha me bateu. -Suspirei sentindo meus olhos encherem de água,  puxei Liam para um abraço e escondi meu rosto em seu pescoço.

- Você revidou,  certo? -Neguei com a cabeça. - Eu vou dar um jeito nisso. - Disse me soltando.

- O que você vai fazer? -Perguntei quando ele já estava na porta.

- Vou dar uma surra naquela garota. - Disse entre dentes.

- Liam,  não.

- Ela não pode bater em você,  s/n. - Disse abrindo a porta

- Se você encostar um dedo na minha filha eu pegos as minhas coisas e vou embora com ela.

- O que você espera que eu faça? -Perguntou se aproximando e colocando as mãos em meus ombros.

- Deita comigo. - Disse agarrando sua mão e o puxando para a cama,  Liam se deitou ao meu lado e me abraçou.

Acordei no meio da noite sem Liam na cama,  me virei para procura-lo mas mas não o encontrei. Me levantei e caminhei em silêncio até o quarto de Kate,  onde ouvi um soluço,  o medo de que Liam pudesse ter batido em minha filha me atingiu.

- Pai,  eu estou tão culpada. - Kate disse chorando.

- Eu devia te bater até minha mão cansar,  Kate,  mas não vou fazer isso,  sabe por que? -O silêncio reinou por alguns segundos. - Por que sua mãe implorou para que eu não fizesse isso. -Suspirou pesadamente. - Eu vou me deitar,  pense no que fez. -Corri para o meu quarto antes que a porta abrisse. Deitei de baixo das cobertas e forcei minha respiração a ficar lenta,  logo senti o peso de Liam na cama.

- Você ouviu tudo,  não é? -Perguntou colando nossos corpos. Sorri e me virei,  colando nossos lábios.

- Eu amo você. -Sussurrei,  Liam sorriu e me abraço.

One Shot com Liam Payne.- I don’t wanna job with him!


Suspirei pesadamente ao ler o nome do meu novo parceiro na ficha do mesmo, Liam James Payne. Queria pular no pescoço do meu superior e implorar para que não fosse ele, mas provavelmente seria demitida. Guardei a ficha e me dirigi a minha sala, logo Liam entrava atrás de mim sem nem mesmo se preocupar em bater.

-Como está parceira?-Perguntou com seu ego elevado ao natural.

-Estava melhor antes de você chegar, acredite.-Disse passando os dedos em minhas têmporas, sentindo a dor que martelava minha cabeça se dissipar um pouco.

-Qual é, não sou tão mau assim!-Disse se sentando na ponta da minha mesa.

-Eu juro que se você não sair dai agora, eu te mato.-Disse o encarando. Liam riu baixo e se levantou.

-Quando vamos começar a investigar?-Perguntou agora sentando no lugar certo.

-O mais rápido possível para que eu possa me livrar de você.-Resmunguei pegando os relatórios que havia pego na noite passada.

-Isso está com cara de Serial Killer.-Liam disse baixo ainda fitando algumas fotos.

(…)

-(s\n) descobri algo.-Liam disse entrando em minha sala sem bater.

-Quem te deu permissão para entrar?-Perguntei desligando a tela do computador a minha frente, Liam rolou os olhos e sentou na mesma cadeira do dia anterior.

- Eu fui ao necrotério onde os corpos estão, falta uma coisa no relatório do legista. -Estendeu-me algumas fotos. -Todas as vítimas estão sem o coração. -Olhei as fotos com atenção e contestei a mesma coisa que Liam.

- E o que isso que dizer? -Perguntei ainda examinando uma das fotos.

- Não faço ideia. -Suspirou. Assenti e re-liguei a tela do computador, Liam levantou e saiu sem dizer mais nada.

Dei um leve gemido ao sentir minhas costas estalarem, levantei da cadeira peguei minha bolsa, a maior parte do escritório já havia saído, desliguei as luzes e abri a porta, Liam estava pronto para bater.

- Oi. - Sorriu. Suspirei e lhe dei passagem. - Estava de saída? -Perguntou colocando as mãos nos bolsos da calça social.

- Estava. -Acendi as luzes. -O que quer?

- Estava pensando que podíamos jantar juntos para falar sobre o caso. - Sorriu. Assenti, quanto mais rápido aquela palhaçada acabasse melhor. Liam saiu da sala e me esperou, apaguei as luzes mais uma vez e tranquei a porta.

Liam dirigiu até um restaurante pequeno, a decoração era aconchegante, sentamos em uma pequena mesa com uma toalha branca e o nome do restaurante bordado no meio.

- Liam! Não sabia que traria uma garota! -Uma senhora disse se aproximando com um bloquinho. Liam sorriu e se levantou abraçando a mulher e lhe dando um beijo na bochecha.

-Como está mãe? - Mãe? A mulher sorriu para mim.

- Essa moça é linda querido, parabéns. - Liam ficou levemente corado e me pediu desculpas disfarçadamente.

-É um prazer. - Disse me levantando e estendendo-lhe a mão.

- Oh querida, o prazer é todo meu! - Sorriu calorosamente e me puxou para um abraço, atrás dela Liam ria de mim baixo.

-Me desculpa por tudo isso. - Liam disse depois que sua mãe saiu, apenas assenti.

- Vamos falar sobre o caso. -Suspirei. -Encontrou algo?

- Sim, há vários centros de magia negra pela cidade, alguns dos rituais conta com castramento, sangue e sacrifícios humanos.- Sorriu para uma moça que trazia nossos pratos. -Acho que pode ter haver. - Disse levando um dos seus nhoques a boca.

-Então os corações podem estar fazendo parte de um ritual? -Perguntei dando um gole em meu vinho, Liam assentiu. -Na da de Serial Killer então. -Dei de ombros começando a comer, o resto do jantar foi silencioso, podia sentir a família de Liam me observando. - Aqui. - Disse entregando o dinheiro da minha parte do jantar.

- Não acha que eu te trouxe para jantar e você vai pagar, não é? -Perguntou com ironia.

- Não jantamos casualmente. - Disse largando o dinheiro em sua frente.

- Você comeu não foi? -Assenti. -Vamos considerar um jantar casual então. -Empurrou o dinheiro para mim e se levantou.

Liam dirigiu até minha casa calmamente, não conhecia a música que tocava no rádio, mas ele cantarolava, e muito bem.

- Obrigado. - Disse retirando o sinto.

- Boa noite. - Sorriu.

Quase não consegui dormir aquela noite, o sorriso de Liam me vinha a mente toda a vez que fechava os olhos. Quando cheguei no escritório corri para minha sala para não ter de encontrar Liam, o que não deu certo já que o mesmo foi atrás de mim logo depois.

-Bom dia. - Disse sorridente.

- Bom dia. -Respondi fingindo estar interessada em algo no computador.

- Encontrou algo? -Perguntou sentando em minha frente.

- Não, acabei de chegar.-Tirei os olhos da tela e o encarei. Liam estava com um terno escuro, seu sorriso me deixou nervosa.

- O que acha de almoçamos juntos hoje? -Perguntou sorrindo.

-Almoço de negócios? -Perguntei cruzando as pernas em baixo da mesa.

-Pode considerar um encontro. -Piscou-me um olhos e se levantou. -Pego você ao meio dia. -Saiu da sala fechando a porta atrás de si.

Exatamente ao meio dia Liam entrou na sala, sorria como sempre.

- Vamos? -Perguntou parando em frente a minha mesa. Assenti e levantei. Liam me levou a um restaurante diferente, não muito longe do escritório. - Por que você não gosta tanto de mim? - Liam perguntou depois de um tempo em silêncio.

-Você é meio arrogante as vezes. -Dei de ombros. -Parece se achar mais do que os outros. - Liam suspirou e fitou sua comida.

- Ainda pensa isso? Agora que me conhece. -Deu um gole em sua água.

- Não. -Dei de ombros mais uma vez. Como na noite anterior não dissemos mais nada, Liam me levou para o escritório e entrou em minha sala comigo.

- Eu não acho que seja arrogante. - Liam disse um pouco distante.

- Liam… -Comecei mas Liam se aproximou, colando nossos corpos, as palavras morreram em minha garganta, Liam aproximou nossos rosto e de leve selou nossos lábios, fora o melhor beijo que eu já havia recebido.

- Ainda me odeia? -Perguntou roçando seus lábios nos meus mais uma vez.

—————————————————————

Continua?

Lary

One Shot Liam Payne- Eu não estou sozinha

Pedido do anony

~~

Eu encarei os testes sem acreditar, estou trêmula e as palmas de minhas mãos suavam. Os quatro indicam a mesma coisa: Positivo. Eu estou grávida. Não sei em que momento eu me descuidei, e nem consigo organizar meus pensamentos para lembrar disto no momento. Sou muito nova para ter um filho, não consigo cuidar nem de mim mesma como vou cuidar de uma criança? Essa ideia me assusta.

Olhei para meu relógio tentando me recuperar do choque, 18 horas. Liam vai estar em casa a qualquer momento. Eu preciso contar pra ele, mas não sei se consigo, ele pode simplesmente me deixar e eu vou ser uma mãe solteira sem ter o apoio do pai. Mordi meu lábio inferior e quebrei os testes, cada um. Joguei o que restou deles no lixo e me dirigi até a pia para me recompor. Lavei meu rosto, massageando-o para tentar me acalmar, belisquei minhas bochechas na tentativa de não parecer tão pálida.

Ouvi um barulho no andar debaixo, Liam acabou de chegar. Eu desci as escadas correndo, tentando não parecer muito assustada ou chocada. Ele entrou em casa, sorridente como sempre e tentei forçar um sorriso em mim mesma.

-oi amor!- ele disse e deu um beijo na minha testa –Como foi seu dia?

-normal- eu falei com a voz um pouco rouca –E o seu?

-(S/n) você está bem?- ele perguntou e eu afirmei com a cabeça –Ok. Eu trouxe comida chinesa, sua favorita.

Eu sorri fraco e o segui até a cozinha. Ele falava de como foi o dia dele e de tudo que aconteceu, das músicas e de como estava o álbum. Eu tentei prestar atenção mas estava com a mente cheia e palavras querendo sair da minha boca. Nós sentamos no sofá com as caixas de comida e Liam colocou em um programa qualquer. Eu mal consegui colocar a comida na minha boca, o cheiro estava me deixando enjoada e sentia como se algo me remoesse por dentro não me fazendo mais aguentar aquela sensação.

-Liam eu preciso falar com você- eu disse com uma voz um pouco desesperada e me ajeitei no sofá

-Aconteceu alguma coisa (s/n)?- ele me olhou preocupado

-Bem… É só que… que e-eu- engoli seco e resolvi falar de uma vez – Eu estou grávida

-O que?!- ele falou um pouco alto demais, suas bochechas ficaram vermelhas –COMO VOCÊ PODE SER TÃO EGOÍSTA (S/N)?! EU ESTOU NO AUGE DA MINHA CARREIRA! NÃO POSSO LARGAR TUDO PARA CUIDAR DE UM FILHO!

Ele cuspiu as palavras em mim. Comecei a suar frio e não soube o que fazer, era para ele me apoiar mas ele jogou a culpa em mim como se eu tivesse feito de propósito. Um desespero tomou conta de mim, eu não queria perde-lo, eu tentei pensar na primeira desculpa que veio em minha cabeça.

-Ei Liam se acalma! Era só uma brincadeira!- eu falei e pude ver um certo alívio em seus olhos –Eu estava só brincando! Me desculpa!

-Mas que brincadeira foi essa (s/n)?- ele passou a mão nos cabelos e respirou fundo –Você me assustou

Nós terminamos de comer em silêncio e fomos direto para o quarto, eu precisava dormir. Nós nos deitamos sem trocar uma palavra, e quando pensei que ele já estivesse dormindo ouço sua voz rouca.

-Me desculpa- ele falou baixo –Me desculpa por gritar com você lá em baixo… É que… Aquela brincadeira realmente me pegou. Não pense que eu não quero uma família, é claro que eu quero. Só que não agora… Iria estragar tudo para mim.

Ele me abraçou de lado e eu continuei em silêncio. Suas palavras ecoavam em minha mente e me atingia como uma faca “COMO VOCÊ PODE SER TÃO EGOÍSTA” “NÃO POSSO LARGAR TUDO PARA CUIDAR DE UM FILHO!”. Deixei as lágrimas que estavam presas correrem livremente pelo meu rosto, eu não posso continuar aqui.

Um dia ele tem que descobrir a verdade. Eu não queria fazer isso mas era preciso, senti sua mão pesar em minha cintura e soube que ele já estava dormindo. Levantei com cuidado e peguei uma mala grande no guarda roupa. Guardei todos os meus pertences rapidamente e sai com cuidado. Olhei em sua direção pela última vez e deixei a casa. Entrei no meu carro e lágrimas quentes ainda desciam pelas minhas bochechas. Eu me recompus, não vou derramar mais nenhuma lágrima. Eu preciso ser forte. Passei a mão levemente sobre meu ventre. Eu poso não ter o apoio de Liam, mas aconteça o que acontecer eu não estou sozinha.

~Crisy

One Shot with Liam Payne

 

- Liam foi à coisa mais bonita que eu pude ouvir, você deveria ir lá. Eles ajudaram tanto a Faith, todos foram tão legais, você não pode fazer isso com a nossa filha, ela precisa de nós.

- Eu não vou lá, eu não agüento ver a Faith daquele jeito imagina mais 10 ou 20 do mesmo jeito que a nossa filha está?

- Deveria Liam. – Ele me segurou. – Aquelas meninas falando com tanto amor sobre a sua bandinha na qual elas amam. – Eu comecei a chorar. – Você deveria ir lá com os seus amigos e mostrar para sua filha e para as novas amigas dela o quão bom você é…

- Eu não posso.

- Pode sim, Amor. – Ele abaixou a cabeça. – Nossa filha precisa do seu apoio. – Levantei sua cabeça. – Eu estou vivendo algo que eu nem sei explicar, eu não queria estar vivendo isso, aliás, eu não desejo isso para meu pior inimigo, Leucemia é algo terrível, quase que indetectável. Todas aquelas crianças com lenços na cabeça, tomando soro o dia todo, não sabem se vão sair do hospital algum dia, elas gostam de você, da sua banda, elas ouvem ‘What Makes You Beautiful’ e elas se sentem lindas e incríveis, mas na verdade elas são muito mais bonitas do que qualquer um pode descrever. – Eu sorri, mas ele não esboçou reação. – Sua filha está lá, e se você sente algum amor por ela, arranja um tempo na sua ‘agenda’ e leva sua banda para ver aquelas meninas, elas merecem.

~~

Eu brincava com Faith enquanto a enfermeira coletava o sangue e escrevia algumas coisas na prancheta:

- Desculpe, Sra. (Sn), podemos conversar? – Acendi e saímos do quarto onde minha filha e outras meninas se encontravam. – Ela começou a apresentar sintomas de LLA (Leucemia Linfóide Aguda), as manchas no corpo estão ficando mais presentes e por causa da quimioterapia os cabelos começaram a cair. – Eu queria chorar, mas eu teria que ser forte.

Entrei novamente na sala e lá estava ela, sorrindo com uma amiguinha que ela tinha feito por ali. Continuei brincando com alguns bonecos e fazendo algumas piadas, também lia algumas histórias de princesas sempre modificando um pouco a história falando que ela não tinha cabelo e coisas assim para se acostumar:

- Mamãe por que ela não tem cabelo?

- Ela é especial filha, você não tem a noção.

(x) Comecei a ouvir um som de violão e então aquela voz soou como uma força, Liam estava ali, junto com toda sua banda. As meninas piravam, elas sorriam e abraçavam enquanto eles continuavam a cantar.

Liam abraçou Faith que estava com um sorriso de ponta a ponta da bochecha assim como todas as outras meninas.

- Obrigada. – Sussurrei enquanto Liam beijou minha bochecha.

 

Ps¹.: Eu não sei se esse one shot ficou bom, espero que tenha ficado. Espero que vocês leiam esse imagine e nunca, jamais, pensem em conhecer alguém com leucemia, é a doença mais terrível que eu tive o desprazer de conhecer quando há duas semanas meu primo descobriu ter. Eu dedico esse imagine para ele! Eu sempre tive cabelo muito comprido e hoje (03.05) eu cortei meu cabelo para doar para uma instituição em São Paulo, Cabelegria, que usa os cabelos doados para fazer perucas para meninas com câncer e essa com toda certeza foi à experiência mais linda da minha vida, sinto como se uma missão fosse cumprida.

Ps².: Desculpem o one shot curto.

Ps³.: O meu intuito com esse imagine não era fazer nenhum de vocês chorarem ou se mobilizarem, eu só precisava compartilhar essa experiência ótima que eu tive hoje, e que eu aconselho a todos que puderem, claro, um dia fazerem isso, é sensacional. :D

One Shot com Liam Payne.-I don’t wanna job with him!

Parte um aqui.

Parte dois aqui.

Parte três aqui.


Me revirei na cama mais uma vez, há apenas algumas horas havia pedido a Liam um tempo para pensar e aquilo estava me dando nos nervos. Por um lado queria me afastar de Liam, não queria fazer parte da sua vida, não queria sabe o nome de cada pessoa da sua família, mas ao mesmo tempo o queria, queria tudo aquilo e muito mais, me peguei centenas de vezes nos imaginando com uma família, imaginava como seriam nossos filhos e…

-Cala a boca (s\n), não vamos ter filhos, Liam e eu não vamos ficar juntos.-Suspirei levantando da cama.-Um banho vai me ajudar.-Disse como se aquilo fosse uma prece.

(…)

Abri meus olhos sentindo meu corpo doer, a campainha soava alta e insistente, levantei e calcei as pantufas, caminhei como se fosse um zumbi até a porta e a abri, esquecendo completamente que estava de pijamas.

-Seu tempo acabou.-A voz de Liam me fez despertar de verdade, ergui a cabeça e o fitei assustada.

-Que horas são?

-Oito e meia.-Disse depois de consultar o relógio de pulso.

-E por que diabos me acordou há essa hora em um domingo?-Coloquei a mão na cintura.

-Você sabe muito bem.-Sorriu com ironia.-Não convida mais as pessoas para entrar?-Rolei os olhos e dei um passo para trás.

-O que você quer?-Perguntei fechando a porta depois que ele passou.

-Você.-Respondeu dando de ombros.

-Não sou um objeto, você não pode me ‘ter’-Fiz aspas com as mãos e me encostei na porta.

-Eu estou apaixonado por você (s\n), desde quando você passou pela maldita porta de entrada do escritório.-Liam suspirou. Meu coração deu um pulo.

-Vai embora Liam.-Disse me afastando da porta e abrindo-a.

-Não, hoje você vai me escutar.-Se aproximou e empurrou a porta, nos deixando próximos.

-Liam, por favor…-Sussurrei.

-Eu sei que você sente o mesmo por mim, eu tenho certeza.-Se aproximou mais, deixando nossos corpos colados e seu rosto perto do meu.-Não tenta fugir.-Repetiu a frase de dias atrás.

-Liam…-As palavras morreram quando Liam selou meus lábios, o beijo com o qual eu sonhara toda a noite, meu corpo flutuou, Liam agarrou minha cintura e me colou mais ao seu corpo, seu beijo era lento, acariciante, completamente alucinante. 

Passei os braços na volta do pescoço de Liam e aprofundei nosso beijo, ele estava certo eu não podia fugir daquilo, de nós. Liam baixou as mãos e as levou até minhas coxas, com um pouco de força, me levantou, coloquei minhas pernas em volta da sua cintura, com passos desajeitados e beijos quente Liam me levou até meu quarto, Liam me jogou na cama e sorriu tirando a própria camisa. 

Me ajoelhei na cama e desafivelei seu cinto e baixei suas calças até a altura dos joelhos, Liam me empurrou pelos ombros para deitar na cama, agora usando apenas a cueca, Liam subiu em cima de mim, beijando meu pescoço e acariciando minha intimidade por cima da calcinha, gemi roucamente e ergui meu quadril, em busca de mais contato.

Sentei na cama e levantei minha camisola, nunca dormo de sutiã, por isso Liam sorriu ao ver meus seios, fui empurrada para a cama novamente, Liam tirou minha calcinha e a jogou para um canto, com os dedos grande passeou pelo meu corpo até minha intimidade, gemi baixo ao senti-lo tocar em mim, Liam fazia movimentos lentos com os dedos, podia sentir sua ereção encostar em minha perna, mesmo dentro da cueca, gemi alto quando vi tirar o membro para fora e se tocar, com movimentos rápidos ele se satisfazia ali, na minha frente, fechei os olhos e ouvi seus gemidos baixos, rebolei nos dedos e Liam e senti meu orgasmo chegar, levantei e coloquei Liam na posição onde antes eu estava, me abaixei em sua frente e terminei de retirar a cueca, abocanhei o pau de Liam com gosto, ele latejava dentro da minha boca, acariciei suas bolas com os dedos e lambi a glade, Liam revirava os olhos e gemia alto.

Comecei a masturbar Liam com movimentos cada vez mais rápidos, até que o liquido branco jorrou em minha mão, sorri e lambi toda a extensão do seu membro. 

Liam me puxou e deitou em cima de mim, abriu minhas pernas e me penetrou fundo, fechei os olhos e gemi, a rapidez de Liam me deixava mais saciada do que qualquer homem já fizera, Liam sussurrava coisas sujas em meu ouvido e eu o respondia com gemidos, os movimentos de Liam ficavam cada vez mais rápidos, meus gemidos mais altos. Senti o orgasmo me atingir com força, fechei os olhos e aproveitei as sensações que me atingiam enquanto Liam saia de mim.

-Você está certo.-Disse algum tempo depois, deitada no peito de Liam.

-O que?-Liam perguntou mexendo em meus cabelos.

-Eu não posso fugir da gente.-Levantei a cabeça fitando-o.-Estou apaixonada por você Liam.-Liam sorriu e colou nossos lábios em um beijo doce.

-Quer dizer que somos namorados oficiais agora?-Perguntou afastando uma mecha de cabelo do meu rosto.

-Eu não disse isso.-Ri.


E ai, o que acharam desse final? Me digam o que acharam por que deu trabalho! ahshashahsas

Lary

One Shot com Liam Payne.-I don’t wanna job with him!

Parte dois.

Parte um aqui.


-O que você está fazendo?-Disse me afastando dele rapidamente.

-Acho que é meio obvio.-Sorriu. Senti meu rosto queimar de raiva.

-Sai da minha sala.-Apontei para a porta.

-(s\n)…

-Sai da minha sala agora Liam!-Gritei, Liam não disse mais nada, apenas saiu. Sentei em minha cadeira bufando, liguei o computador e tentei me acalmar me afogando em pesquisas. 

Batidas na porta me fizeram tirar os olhos da tela, pude ver Liam entrando, minha raiva voltou, mas eu permaneci quieta.

-Precisamos conversar.-Disse colocando as mãos nos bolsos.

-É sobre o caso?-Perguntei cruzando as mãos sobre o teclado.

-Não.

-Então faça o favor de se retirar da minha sala e só volte quando quiser falar sobre o caso.-Liam suspirou, mas permaneceu parado.

-Não (s\n), você vai falar comigo, por bem ou por mal.-Me olhou desafiadoramente.

-Não tente me provar Liam, sou agente do F.B.I, tenho uma arma.-Sorri e apontei para a porta, como fizera mais cedo. Liam fez a volta na mesa e me agarrou, fazendo-me ficar de pé, encostado nossos corpos.-Me solta.-Disse tentando me debater.

-É isso que quer?-Perguntou com a voz rouca, minha concentração foi para os ares, minhas pernas falharam e minha voz também, aos poucos Liam se aproximou e beijou meus lábios, o beijo foi mais longo que o primeiro, mais intenso também, as mãos de Liam estavam fixas em minhas costas como se ele não quisesse que eu fugisse, e naquele momento, eu não queria.-Não tenta fugir.-Liam sussurrou, seus lábios encostavam com os meus a medida que pronunciava as palavras.

-Isso está errado.-Sussurrei de volta.

-Então quero estar errado.-Respondeu sorrindo.

-Não estamos em um filme Liam, tem muito em jogo, principalmente nossos empregos.-Tentei me soltar, mas Liam me apertou mais ainda.

-Por que não podemos tentar?

-Eu mau te conheço.-Suspirei.

-Você me odiava sem me conhecer, quer mesmo dar esse argumento?-Perguntou com ironia. Bufei e assenti.

-Escondido de todos.-Disse recebendo mais um beijo.-Agora vai, alguém pode achar que estamos fazendo coisas improprias.-Disse o empurrando, Liam fez uma careta e me deu um selinho antes de sair sorrindo.

Sentei em minha cadeira mais uma vez sorrindo como uma idiota, sabia que estava fazendo besteira, mas não conseguia evitar, senti minha barriga roncar, olhei o relógio no computador e constatei que era tarde demais para almoçar, levantei e fui até a parte de fora do prédio, comprei um sanduíche e um suco, voltei e me joguei nas centenas de pesquisas que ainda faltavam.

Era tarde quando saí, o escritório estava completamente vazio, a não ser pelo porteiro, minha casa não ficava longe por isso decidi ir apé, as ruas estavam assustadoramente escuras hoje, o que me deixou nervosa, caminhei o mais rápido que pude em cima dos saltos altos, o barulho podia ser ouvido de longe, meu coração acelerou quando senti um par de mãos me empurrar para uma parede.

-O que faz sozinha há essa hora da noite, gracinha?-O bafo do homem se chocou contra meu rosto. Tentei me soltar, mas ele era mais forte.

-Me solte.-Grunhi me debatendo.

-Calma amor, vou cuidar de você direitinho.- Me apertou mais entre seus braços.

-Solta ela!-Ouvi a voz de Liam, o homem não fez nada, apenas virou o rosto para ele e revirou os olhos.

-Seu namoradinho?-Perguntou rindo. Liam se aproximava rápido, o homem me apertou mais, deixei minhas pastas caírem, ergui a perna e dei uma joelhada no meio das pernas do bêbado.

-Você está bem?-Liam perguntou se aproximando, assenti enquanto o homem se debatia de dor no chão, juntei minhas coisas e tentei puxar Liam, mas o mesmo fitava o homem com ódio.

-Não encoste mais nela.-Grunhiu agarrando o homem pela gola da camisa e lhe dando um soco no rosto.-Idiota.


Continua?

Me digam o que acharam.

Lary.

1s Liam - vocês ajudando o seu filho a dar o primeiro passo

(n/s/f) - nome seu filho

Liam POV

“Estou superrrrrrrrrrrr ocupada no trabalho, por favor me diz que consegue ir buscar o (n/s/f) ao infantário? Me responde rápido para eu telefonar à ama ou não”

Sem pensar respondi

“Eu vou lá”

Suspirei pesado pensando na minha vida, isto simplesmente não poderia continua do jeito que estava. Eu nunca estava em casa, nunca tinha tempo de ir buscar o meu filho, nunca tinha tempo para ficar namorando com a minha mulher, estava sempre viajando, (s/n) sempre me mandava vídeos dele fazendo gracinhas, sorrindo, brincando. Eu amava meu “trabalho”, para mim música não era exactamente meu trabalho, era o meu sonho realizado, me fazia feliz, no entanto, a parte má estava falando mais alto neste tempos, eu agora tinha uma família linda e chegar de noite e sair pela manhã cedo ou ficar até semanas sem vê-los não estava compensando porra nenhuma.

Peguei meu casaco e disse a todo o mundo que tinha de sair para ir pegar meu filho no infantário, felizmente foram compreensivos e não reclamaram, sinceramente acho que eles devem ter achado que era algo grave e que o que tinha dito era só uma desculpa, porque eu NUNCA saí do nada do estúdio.   

Olhei no relógio do carro e vi que estava atrasado, provavelmente alguém do infantário iria dizer alguma coisa à (s/n) amanha pela manhã quando ela deixar (n/s/f) amanha pela manhã lá. Sempre é ela que me salva de todas as burradas e descuidos que eu faço. Ela merece um prémio porque a sua paciência comigo é do outro mundo. Sacudi a cabeça reprovando o meu próprio comportamento.

Finalmente entrei no prédio e peguei meu filho no colo, a pessoa que estava com ele olhou para mim quase espantada mas nada disse a respeito e com um sorriso se despediu de nós dois.

Minha mente estava cheia mas pelo espelho retrovisor pude ver meu filho, sorrindo, balbuciando coisas sem sentido e eu me senti melhor.

Quando chegamos a casa mandei mensagem à (s/n) e ela disse que iria chegar a casa o mais rápido possível, foi bom ler aquelas palavrinhas já que eu necessitava de fazer amor com ela. Sem mais, eu precisava de tê-la só para mim e dizer no ouvido dela, bem baixinho que a amava e que queria que ela me ajudasse a ser pelo menos alguém mais presente na vida deles dois.

-Você precisa de um banho príncipe - disse mais para mim do que para ele 

Arrumei tudo direitinho e o coloquei na banheira ao mesmo tempo que ouvia a porta bater.

-LIAM?

-CHUVEIRO!

-A mamãe chegou príncipe, mas sou eu que to dando banho em você então não seja mau para mim. - disse o ensaboando e brincando com as bolhinhas que estavam no ar o fazendo rir.

-Precisa de ajuda aí? - (s/n) perguntou no batente da porta

-Não, pode ficar ai assistindo seu filho querer brincar de escorrega no banheiro - respondi rindo

Este maroto ainda não conseguia andar, sempre queria, mas sempre se desequilibrava e acabava escorregando.

Banho acabado, (s/n) estava de joelhos no chão e tinha colocado uma toalha no chão e outra estava na sua mão para o secar. Lhe entreguei nosso filho e logo o secamos.

-Vamos de novo filho, você um dia vai conseguir - (s/n) disse firme o colocando a dois passos de nós e agarrando na pequena mão dele

Segurei sua outra mãozinha e o vi arrastar sua perna direita, então ele a pousou muito inseguro e eu já estava pronto para o agarrar, aí ele apoiou seu pequeno pé firmemente no chão e arrastou a outra perna andando mais um passo. 

Eu estava sem palavras. Eu tinha assistido o meu filho dando o primeiro passo, tinha a cabeça nas nuvens e um enorme sorriso no rosto quando (s/n) o puxou para junto de nós e nos abraçamos bem apertado.

Eu não poderia perder mais momentos como este junto da minha família, não sabia exactamente como mas eu tinha de dar um jeito de estar mais tempo em casa.

- Liam, por favor, é só por algumas horas. Eu preciso ir até a casa de minha mãe. – Ela terminava de colocar nossos filhos gêmeos no berço. – Eles vão dormir por uma ou duas horas, se eles acordarem tem mamadeira na geladeira é só esquentar e o Dan está dormindo no nosso quarto.  – (S/n) deu um beijinho na testa de cada um. – Pode fazer isso por mim?

- Tudo bem. – Ela sorriu e me beijou. – Em duas horas você está aqui?

- Liaaam… Voltarei o mais cedo que puder. – Ela pegou a bolsa, desceu as escadas e saiu.

Bateu um desespero, era a primeira vez que eu ficava sozinho com meus três filhos, Dan o mais velho, 5 anos, Zoe e Luca de seis meses. Eles eram tão frágeis. Eles podiam a chorar a qualquer momento e eu provavelmente não saberia o que fazer, mesmo depois de todas as instruções da minha mulher.

Sentei no pufe que tinha ao lado dos dois berços e fiquei mexendo no celular. Escutei barulho da porta do meu quarto abrir, Dan havia acordado, me deixava em desespero.

- Papai? Estou com fome. – Meu filho entrava no quarto dos bebês ainda coçando os olhinhos recém-abertos do sonho. Eu fiquei o observando.

- Filho, eu não posso deixar seus irmãos sozinhos, eu vou preparar alo para você comer, fica aqui olhando eles, se algum começar a chorar você chama o papai. – Sai do quarto e corri para a cozinha. Peguei um suco de maça na geladeira e um sanduiche que, por sorte, (S/n) tinha preparado. Corri para o quarto com as coisas na mão.

Adentrei ao quarto e Zoe começou a chorar, eu fiquei desesperado, pedi que Dan fosse comer o lanchinho na mesinha do quarto dele para não sujar o chão. Peguei a minha pequena filha, ainda com receio de derrubá-la e comecei a balançar ela no meu colo, mas ela não parava de chorar. Por dedução achei que ela poderia estar com fome. Pedi que Dan ficasse no quarto dos bebês mais uma vez.

Levei Zoe comigo e coloquei-a sentada no caldeirão enquanto eu esquentava o leite no fogão. Da ponta da escada Dan gritou:

- Papai, Luca acordou. – Deixei Zoe no caldeirão e corri para pegar Luca.

“Meu Deus o fogão”, foi à única coisa que pensei após pegar Luca no colo. Ouvia também os choros de Zoe e Luca, eu estava maluco. Pulei alguns degraus e cheguei à cozinha, o leite borbulhava e saia da leiteira, Zoe esperneava no caldeirão, Desliguei o fogão e coloquei o leite quente e misturei com leite frio na mamadeira e dividi em duas mamadeiras.

- Alguém em casa? Cheguei! – Eu queria beijar os pés de (S/n) por chegar na hora da loucura. – Meu Deus, eu fiquei 30 minutos fora e o papai já preparou leite para todo mundo? Que papai prestativo. – Eu estava todo suado e limpava a meleca que eu tinha deixado no fogão. – Você é a única pessoa que eu conheço que consegue suar cuidando de crianças. – ela sorriu e me deu um beijo. Cumprimentou Zoe, Dan e Luca e terminou de dar mamadeira para eles.

- Nunca pensei que pudesse ser tão difícil cuidar dessas crianças. – Eu a olhei com Zoe e Luca no colo de uma vez. – Você faz tudo parecer tão fácil.

- liam, por favor, pega o Luca e vamos para o banheiro, parece que o papai vai ter a maior prova.

- Cocô? Cocô nãaaaaaao.

~Viih~ Espero que gostem. Xoo~