levem

Eu vou estar aqui. Quando a sua dor for grande demais. Quando os seus dias não forem bonitos. Quando o estresse do dia cansativo e o mau humor te pegarem de jeito. Quando precisar de colo e carinho. Quando todos te virarem as costas. Quando o seu mundo estiver prestes a desabar. Quando você pensar em desistir. Eu estarei aqui. E mesmo que o meu corpo vá embora seguindo por outros caminhos que me levem para longe, o meu coração fica.
—  Laureane Antunes

Na boa? Me deixa! Porra, eu estou cansada de obedecer ordens, se bem que eu nunca fui de seguir de nenhuma regra. Mas não importa quando for, nem o dia da semana, nem a hora, nem nada! Se eu quiser dar em cima de alguém, vou dar. Se eu quiser beijar, vou beijar. Se me der vontade de beber até cair, pode crer que eu vou beber. E se eu quiser prazer? Vou transar, ah, vou mesmo! Minha vida é minha vida, não sua caralho! Então se liga. Nada importa, só o que me faz feliz, só. Deu pra entender? Sim,talvez eu seja uma perfeita vadia!

Me levem para o hospício, acho que estou apaixonado. 
Não existem loucuras de amor. Ninguém faz algo maluco por estar amando. Quer cometer uma loucura? Apaixone-se. O amor não é paixão. O amor é mais ameno, calmo e tênue. A paixão, ah… Essa é danada. Para muitos autores, a paixão é uma cólera, aquilo que lhe faz delirar, suspirar em um momento infinito, cometer atitudes sem pensar nem matutar. Não existem loucuras de amor. Para Camões o amor é um fogo que arde sem se ver. A paixão não é fogo, é uma verdadeira fogueira, uma queima total, vai lhe queimando de dentro para fora, remoendo seus ossos e mirrando sua sanidade, já o amor, suspiro, o amor é aquilo que sobra no final, depois de toda a tempestade e ventania. A paixão é passageira, uma hora a loucura passa. O amor que permanece.
—  Gabriel Mariano. O segredo é sentir.
Ao cair da noite, a saudade se faz presente.
Torna-se cada dia mais difícil controlar as lágrimas que escorrem em meu rosto; deixo-as rolarem livremente na esperança que levem a dor embora.
Ledo engano! Apenas sua presença poderá curar minha dor.
Que escrotidão!
—  Bruno Estevam - Desejos de Arthur
STATUS: VARIADOS

O destino não decide, você sim. 👊

Na rua ela é só certeza 🏃👊

Você achou que eu ia sofrer, mas eu tinha meu plano B, sabe de nada 🎼😏😏

De um milhão de sentenças as verdades são duas, você vai morrer, não existe paz, as outras verdades são mentiras bem contadas demais. 🍃🍃

Desculpa, mas a vida me ensinou a desconfiar de tudo. 👊👊

Tenha fé porque até no lixão nasse flor. 🌼🍃

🌼 você é um amor eterno lembranças pra vida inteira, eu sou um romance de verão, brisa leve passageira 💐🎼🍃

Que não se tenha pressa, mas que não se perca no tempo. 🌻

Quem reina é ela no reino do mar. 🌊☀🍃

Jesus apaga a luz, ela é do jeito que eu gosto.

Que todo mal vire amor e que toda dor vire flor. 

Já que é assim , me perde logo pra me dá valor 😏💢👊

Mais amor, por vontade sem favor.

Se derrame. Se der, ame.

Desculpar eu desculpo. Esquecer é outra coisa. 

Cair menina, se reerguer mulher.👊👊

Que os ventos levem tudo que não for verdadeiro, e tragam apenas o que for puro de alma e coração.

Vida longa, mundo pequeno, a gente ainda vai se encontrar.

Não me deixe sozinho, falta de carinho rima com nova paixão.

Ta na hora de decidir. Ou me da motivos pra ficar ou me deixa ir.. 💭🎈🍂

Cuida bem do seu amor, muitas pessoas estão á espera de uma falha sua.

Diferente dos livros, a gente não pode voltar na melhor parte.

Nos passos de deus está a rota que eu sigo.

De copo sempre cheio e coração vazio.

Desci lento o corredor, evitando olhar as rodinhas de menininhos bem arrumados com seus amigos de mesmo estilo e as menininhas falando nada com nada com suas amigas sorridentes, sempre de bem com a vida. Meus dois únicos e fiéis amigos faltaram. Isso ocorre com demasiada frequência, principalmente nas segundas e sextas, sempre sem nenhum outro motivo além da chatisse desgraçada que é aturar as matérias ensinadas nesse dia. Cabisbaixo, atravessei todo o corredor e sentei-me num banco, recostado no pilar do canto. Procurei me acomodar o mais longe possível dos alunos que estavam no mesmo espaço. Dois caras que eu nunca havia visto na vida olharam-me com desdém. Encarei-os da mesma forma e voltei minha atenção à música que eu dera play ao resolver começar caminhar até ali. O mundo todo era um borrão sem cor.

Aí tocaram-me o ombro.

— Oi, Junior. — Disse ela, sentando-se ao meu lado.

(Ela de alguma forma sabia meu nome)

— Oi. Tentei sorrir, mas não devo ter convencido. Não tenho muita prática.

— Reparei que você está sempre sentado aqui sozinho, quando seus dois amigos não vêm.

— É, eles não vieram hoje.

— Gosto do que você escreve.

(Ela de alguma forma sabia que eu escrevia)

— Como sabe que eu escrevo? — Tentei sorrir de novo.

— Só sei. — Ela disse, sorrindo de verdade. Você me lembra Arthur Rimbaud. A expressão. O rosto, o lábio sempre em linha reta aparentando estar prestes à pender, os olhos de quem pouco viveu e muito sabe.

(Ela de alguma forma reparava em mim. E lia Rimbaud)

— Rimbaud?

— Rimbaud.

Sorriu e disse que tinha que conversar com uma amiga. Caminhou lento pelo corredor que eu andara há sete ou oito minutos antes, dando play em alguma música no seu celular e evitando olhar as mesmas rodinhas de meninos e meninas que eu evitara quando o atravessei, transpassando também os desdenhosos imbecis que me olharam há pouco. Levantei-me e fui até o bebedouro. Matei a sede enquanto soava o sinal indicando que acabara o intervalo.

Caminhei até a sala e esperei que a porta fosse aberta por alguma das funcionárias que aparentemente só eram responsáveis por abrir portas.

Porta aberta. Fui até o fundo da sala. Sentei-me no meu lugar.

Rimbaud.

Alguém reparou em mim e comparou minha fisionomia com a de Rimbaud. Arthur Rimbaud.

A professora Vânia entrou, dando bom dia. Abri a mochila sem vontade e tateei o livro de Geografia. No meio do livro, outro livro, de tamanho menor.

Peguei-o num misto de espanto e felicidade incomum. Havia algo escrito atrás da capa.

“Estava na biblioteca e me deparei com “Uma temporada no inferno’’, do Rimbaud, meu escritor favorito. Pensei em você, que parece muito com ele e que vive o título do livro há tempos, pelo que me foi contado por pessoas que te cercam de perto, que te conhecem e que desejam o seu bem. Depois que soube seu nome e um pouco sobre você, passei a ser uma dessas pessoas. Você é especial, garoto. E não digo isso pela sua semelhança com Rimbaud. Você é especial porque, como você, — realmente como você — só há você.

Um beijo, Maria.“

Isso em novembro de 2008, dia 27.

“É, pai. Rimbaud salvou você de mais temporadas no inferno.” Meu filho proclama, rindo, sempre no final de cada novo 27 de novembro, relembrando a história que ele ouvira quando tinha sete ou oito anos.

Via de regra, respondo sempre a mesma coisa: Rimbaud e aquela sexta-feira sem meus dois amigos, a travessia lenta e desesperançada pelo corredor e um sorriso sincero batendo-me às costas. Agora fale baixo, Maria tem que acordar cedo amanhã.

—  Junior Lima.
Estejam preparados. Usem a verdade como cinturão. Vistam-se com a couraça da justiça e calcem, como sapatos, a prontidão para anunciar a boa notícia de paz. E levem sempre a fé como escudo, para poderem se proteger de todos os dardos de fogo do Maligno.
—  Efésios 6:14-16
Siga acreditando na beleza dos seus sonhos, deixe que eles voem pela sua mente e te levem a caminhos desconhecidos, acredite no poder da bondade, e na doçura do olhar de uma criança. Plante sentimentos positivos e peça a Deus de lhe dê a sensibilidade de enxergar o seu próximo que precisa de cuidado. Seja delicada ao falar, e atenta ao ouvir. Jogue fora todo e qualquer sentimento egoísta, divida seus sorrisos e multiplique suas alegrias. Mantenha sempre seus pensamentos nas coisas do alto e voe pelas asas da fé…
—  Brisa de flor
Escreva a sua história na areia da praia para que as ondas a levem através dos 7 mares, até tornar-se lenda na boca de estrelas cadentes. Conte a sua história ao vento, cante aos mares para os muitos marujos, cujos olhos são faróis sujos e sem brilho. Escreva no asfalto com sangue. Grite bem alto a sua história antes que ela seja varrida na manhã seguinte pelos garis. Abra o peito em direção dos canhões. Suba nos tanques de Pequim, derrube os muros de Berlim, destrua as cátedras de Paris. Defenda a sua palavra, a vida não vale nada se você não tem uma boa história pra contar.
—  Pedro Bial.