lennon ma

The documentary Eight Days a Week really opened my eyes a LOT to why the Beatles stopped touring.

It’s become so accepted that they stopped touring because they were sick of it, but the fact that there were bomb threats at their shows in America and they had to be transported in steel meat trucks is so inhumane.

For people that were regarded so highly at the time, it’s so surprising that they were treated like items.

“Perché non puoi stare da solo senza Yoko? ”
John Lennon:
“Posso farlo, ma non ne ho voglia. Non esiste un motivo sulla faccia della terra per cui io debba stare senza lei. Niente è più importante del nostro rapporto, proprio niente. E adoriamo essere insieme tutto il tempo. Entrambi potremmo sopravvivere separati, ma per quale motivo? Non ho intenzione di sacrificare l’amore, un amore vero, per qualche puttana del cazzo, o per un amico, o per affari, perché poi alla fine la notte ti ritrovi solo. Nessuno di noi due vuole finire così. Nessuno di tutti noi. E non puoi riempirti il letto di groupie, non funziona così. Non voglio essere un playboy da strapazzo. Come ho detto in qualche canzone, ne ho passate di ogni tipo, e nulla funziona meglio che avere qualcuno che ami e che ti abbraccia.”

-John Lennon

Stop cry.

E te odeio.
Ódio doí.

Miss you.

Sua cor favorita era vermelho.
Você dizia que vermelho era a cor do sangue.

Stay with me.

Sua música favorita era Imagine do John Lennon.
Mas você adorava dançar The Weekend.

Die with me.

Você dizia que amor era insano.
Era coisa de gente doente.

I’m sick now.

Me desculpa.
Mas eu sinto a sua falta, eu quero que você fique comigo, quero que você morra comigo, porque eu to doente, e as vezes eu ponho The Weekend para tocar e danço como você, mas com lágrimas nos olhos.

- Pegasos Prazer

na volta pra casa, em meio à chuva e ao trânsito das seis, um rapaz tocava ben e. king no violão e só eu sei o quanto você ama essa canção. sei também que prefere a versão do john lennon, mas ah, meu bem, você teria ficado tão feliz ouvindo a melodia misturada às vozes se calando aos poucos para escutá-la; o cheiro de terra molhada e de cigarro entrando pela janela lembrando aquele fim de tarde de agosto.

ainda estou aprendendo a apreciar a vida sem você, mas tornou-se inevitável o constante desejo de chegar em casa e te ligar só pra saber como foi seu dia, quem sabe contar como foi o meu. falar sobre o senhor de boina que ainda dorme todos os dias encostado na janela do vagão, sobre os almoços de domingo que continuam pontualmente atrasados ou então sobre o inverno, que agora já floresce. eu ainda te espero. o mundo certamente não. 

eu continuo descendo na estação errada e rio sabendo que, talvez, você também.  o outro lado da cidade já parece tão longe agora que não estou indo te encontrar.

oh darling, stand by me.

3

Inside this seemingly normal copy of The Beatles Second Album comes some of the best gatefold gold we’ve seen.  A young fan’s letter to the Fab Four in 1964.  Gail Zeidler of Lunenburg, MA is desperate for The Beatles to know how she feels.  Some bullet points - She HATES the Dave Clark Five, cries if she misses Beatle Hour, no one else should be reading this, jerks, and she misses George and Paul, but LOVES John and Ringo.  Here’s a full transcription of the letter.

March 20th, 1964

5:00 P.M. Friday

Dear Paul, John, George, + Ringo, 

All day I think of you and I miss you terribly. I think that you’re all the gear. I have six of your single records, 2 albums, 9 books, and about 90 pictures. I hope you read this letter personally. I hate the Dave Clark Five. They rob! They’re just trying to copy you. You’re still tops. 

I hope you finish your movie very soon. Come back to America soon. Please write back to me. I’ll wait for your answer everyday. Every night I listen to the Beatle Hour. I cry if I miss it. If it isn’t too much trouble please send me a colored autographed picture of each of you. Please read this letter. No one else. Come back soon. 

Your devoted fan, 

Gail Zeidler

P.S. I love you

My address:

Miss Gail Zeidler

393 New West Townsend Road

Lunenburg, Massachusetts USA

P.P.S. I miss you Paul, George. 

I love you John, Ringo

I think I’ll always be a polyglot lost in translation. 

Há muita sensibilidade e ainda há quem se sensibilize pelas flores regadas pelo vizinho. Acontece que vivemos em um mundo onde ninguém quer ser um dos primeiros admiradores dessas flores. Para que um artista se destaque, não é necessário apenas que ele seja bom; é necessário que em algum momento o sol brilhe mais forte na latitude que ele está e ele seja visto por uma, duas, três, milhares de pessoas. Não é que o sol só brilhe para pessoas incompetentes, longe disso. Se assim fosse, não teríamos John Lennon ou Rita Lee, mas nem sempre esse brilho atinge a todos e há aqueles artistas incríveis e soberanos que permanecem em silêncio porque a preguiça dessa geração só vai embora quando há muitos olhos atentos sobre a mesma coisa. 


“Quero ser um olho também, no meio desses tantos olhos”.

A arte é subjetiva e por isso é difícil ser artista. Nem todo mundo vai amar o que você faz, mas muitos que teriam potencial para serem tocados pelo que você tem a oferecer não dão atenção pelo simples fato - pasme a contradição! -  de que ainda não existe atenção o suficiente sobre a sua pessoa. 

Tudo bem, nem todo mundo começa do topo. Muita gente começa do zero, mas ninguém sai do zero sozinho e sorte é uma coisa tão relativa e tão dependente de si mesma que palavras como como esforço e autoconfiança perdem a força quando mescladas à velocidade do mundo e das informações. Não há descanso, não pode haver descanso. E nesse ponto, até mesmo o artista tem que aparentar. A estética do ser fica em segundo plano, pois a primeira, a do aparentar, tem que se sobressair, afinal, é necessário sobreviver, porque o sol costuma brilhar apenas uma vez.