lc 19

Conectando: Assim na terra como nos céus. (Mateus 6:10)
Esse foi o tema de um congresso que tive a oportunidade de participar nos últimos três dias e tive a oportunidade de aprender mais sobre Deus. Espero que esse texto seja tão cheio do espirito como foi escreve-lo para mim.

1.    Como ter uma vida conectada com Deus?

Constantemente temos nossa atenção roubada e disputada por redes sociais, filmes, séries, jogos. De modo que, a cada vez estamos dedicando menos tempo a Deus.

Lá em Gênesis, onde é retratada a criação do mundo vimos que Deus sempre quis se relacionar com o homem. No entanto, o que temos feito para nos conectar a Deus?

Devemos em primeiro lugar, buscar a palavra de Deus, aprendendo quem ele é, seus feitos e os aprendizados que Ele deixou para nós.
Em segundo lugar, devemos, através da comunhão com o Espirito Santo de Deus, adotar o nosso propósito de vida, andar com a Trindade, seguir os caminhos de Deus.
E em terceiro lugar, devemos compartilhar as boas novas, ensinar as nações e batizar em nome do Pai, do filho, e do Espirito Santo.

2.    Priorize a vida com Deus:

Eu estive no mundo por dois anos, e posso afirmar que não podemos tirar bons momentos dali. Tudo é passageiro, mas a vida com Ele é eterna. A palavra de Deus diz em Romanos 12:2 Não vos conformeis com este mundo.
Fomos separados e escolhidos para servir a um Deus e por isso somos diferentes, somos Sal e Luz e não devemos nos encaixar nos padrões e conformidades que o mundo nos oferece. Devemos acima de tudo, escolher uma vida a disposição de Deus. Uma vida de verdade, alegria e acima de tudo, santidade. Que tudo o que fizermos, seja feito para a glória de Deus.

3.    Buscar a Deus:

Durante esse congresso também aprendi como buscar a Deus para viver uma vida de conexão com Ele, assim como O Cego de Jericó (Lc 18:35-43) e Zaqueu (Lc 19) fizeram.
Em primeiro passo, devemos estar dispersos e atentos ao senhor. Busque-o enquanto é tempo. Através da bíblia, oração, jejum e louvores.
E logo em seguida, teremos desafios. Provavelmente passaremos por tentações e teremos que gritar mais alto.
Passaremos pelo esforço, como por exemplo, ter fé de que isso irá acontecer.
E por fim, acreditar na mudança de vida, que Ele já separou para nós.

4. Conclusões finais

“O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. Lucas 19:10”

Deus veio para o rico e para o pobre. O magro e o gordo. Para o grande e o pequeno. Ele veio para salvar todos.

E resta a nós, renunciarmos tudo o que temos e tudo o que somos, para vivermos uma vida de santidade e adoração. Sabemos que não será fácil, mas como nosso Jesus nos disse: Em mim tenhais paz, no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo: eu venci o mundo.
Desligue um pouco seu wifi e se conecte com Deus. Vale a pena!

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#3: Expiação Limitada

Como já foi observado, a eleição em si não salva ninguém; apenas destaca alguns pecadores para a salvação. Os que foram escolhidos pelo Pai e dados ao Filho precisam ser redimidos para serem salvos. Para assegurar sua redenção, Jesus Cristo veio ao mundo e tomou sobre Si a natureza humana para que pudesse identificar-Se com o Seu povo e agir como seu representante ou substituto. Cristo, agindo em lugar do Seu povo, guardou perfeitamente a lei de Deus e dessa forma produziu uma justiça perfeita a qual é imputada ao Seu povo ou creditada a ele no momento em que cada um é trazido à fé nEle. Através do que Ele fez, esse povo é constituído justo diante de Deus. Os que constituem esse povo são libertos da culpa e condenação como resultado do que Cristo sofreu por eles. Através do Seu sacrifício substitucionário Ele sofreu a penalidade dos seus pecados e assim removeu sua culpa para sempre. Por conseguinte, quando Seu povo é unido a Ele pela fé, é-lhe creditada perfeita justiça pela qual fica livre da culpa e condenação do pecado. São salvos não pelo que fizeram ou irão fazer, mas tão somente na base da obra redentora de Cristo. As doutrinas da graça  tem mantido de modo consistente a convicção de que a obra redentora de Cristo foi definida em desígnio e realização; isto é, foi intencionada para render completa satisfação em favor de certos pecadores específicos e que, de fato, assegurou a salvação a esses indivíduos e a ninguém mais. A salvação que Cristo adquiriu para o Seu povo inclui tudo que está envolvido no processo de trazê-lo a um correto relacionamento com Deus, incluindo os dons da fé e do arrependimento. Cristo não morreu simplesmente para tornar possível a Deus perdoar pecadores. Nem deixa Deus aos pecadores a decisão se a obra de Cristo será ou não efetiva. Pelo contrário, todos aqueles por quem Cristo morreu serão infalivelmente salvos. A redenção, portanto, foi designada para cumprir o propósito divino da eleição.

 Todos os que creem nas doutrinas da graça concordam que a obediência e o sofrimento de Cristo são de valor infinito, e que, se fosse o propósito de Deus, a satisfação rendida por Cristo teria salvado todos os membros da raça humana. Não seria requerido de Cristo mais obediência nem sofrimento maior para assegurar a salvação de todos os homens do que foi requerido para a salvação apenas dos eleitos. Mas Ele veio ao mundo para representar e salvar apenas aqueles que Lhe foram dados pelo Pai. Desta forma, a obra salvadora de Cristo foi limitada no sentido em que foi designada para salvar uns e não outros, mas não foi limitada em valor, pois seu valor é infinito. Ela teria assegurado a salvação de todos, se essa tivesse sido a intenção de Deus. Os arminianos também estabelecem uma limitação na obra expiatória de Cristo, mas de natureza inteiramente diferente. Eles acreditam que a obra salvadora de Cristo foi designada para tornar possível a salvação de todos os homens, desde que eles creiam, e de que a morte de Cristo, em si mesma, não assegura ou garante a salvação para ninguém. Desde que todos os homens serão salvos como resultado da obra redentora de Cristo, deve-se admitir que há uma limitação. Essa limitação consiste num desses dois pontos: ou a expiação foi designada para assegurar a salvação para certos pecadores e não para outros, ou ela foi limitada no sentido em que não foi intencionada para assegurar a salvação de ninguém, mas apenas para tornar possível a Deus perdoar os pecadores na condição da fé. Em outras palavras, a limitação deve ser colocada, em desígnio, na sua extensão, (não foi intencionada para todos), ou na sua eficácia (ela não assegura a salvação para ninguém). Como Boettner adequadamente observa, “para nós a expiação é como uma ponte estreita que atravessa todo o rio; para o arminiano, é como uma grande e larga ponte que vai apenas até a metade do caminho” (The Reformed Doctrine of Predestination, p. 153). Desta forma, são os arminianos que impõem uma limitação maior à obra de Cristo. 

1. As Escrituras descrevem o fim intencionado e realizado pela obra de Cristo como a salvação completa do Seu povo. (reconciliação, justificação e santificação).  a) As Escrituras declaram que Cristo veio, não para capacitar os homens a se salvarem a si mesmos, mas para salvar pecadores: (Mt. 1.21; Lc. 19:10; Gl. 1:3-4; Tt. 2:14; 1Pe. 3:18); b) As Escrituras declaram que, como resultado do que Cristo fez e sofreu., Seu povo é reconciliado com Deus, justificado, e recebe o Espírito Santo que o regenera e santifica. Todas essas bênçãos foram asseguradas por Cristo mesmo, ao Seu povo. Cristo, pela Sua obra redentora, assegurou a reconciliação ao Seu povo: (Rom. 5:10- 11; 2Co. 5:18-19; Ef. 2:15-16; Cl 1:21-22)

 2) Cristo assegurou a justiça e o perdão que Seu povo necessita para a sua justificação. (Rom. 3:24-25; 5:8-9; 1Co. 1:30; Gál. 3:13; Col. 1:13-14; Heb. 9:12; 1Pe. 2:24) 

3) Cristo assegurou o dom do Espírito, o qual inclui regeneração e santificação e tudo que está incluído nessas graças: Ef 1:3-4; Fil. 1:29; At. 5:31 Tt. 2:14; 3:5-6 Ef. 5:26; 1Co. 1:30; Heb. 9:14; 13:12 1Jo. 1:7) 2. Passagens que apresentam o Senhor Jesus Cristo, em tudo que Ele fez e sofreu pelo Seu povo, como cumprindo os termos de um pacto ou concerto gracioso no qual entrou com Seu Pai celestial antes da fundação do mundo: a) Jesus foi enviado ao mundo pelo Pai para salvar o povo que o Pai Lhe deu. Os que o Pai Lhe deu vêm a Ele e nenhum deles se perderá: (Jo. 6:35-40) b) Jesus, como o bom Pastor, dá a Sua vida pelas Suas ovelhas. Todos os que são Suas ovelhas são trazidos por Ele ao aprisco, levadas a ouvir a Sua voz e a seguí-lo. Notemos que o Pai tem dado as ovelhas a Cristo! (Jo. 10:11-29) c) Jesus, em Sua oração sacerdotal, roga não pelo mundo mas por aqueles que o Pai lhe dera. Em cumprimento à tarefa dada pelo Pai, Jesus realizou a Sua obra. Essa obra era tornar Deus conhecido do Seu povo e dar-lhe a vida eterna: (Jo. 17.1-26) d) Paulo declara que todas as “bênçãos espirituais” que os santos herdam, tais como filiação, redenção, perdão de pecados, etc., resultam do fato de estarem “em Cristo”, e liga essas bênçãos à sua fonte última - o eterno conselho de Deus - onde repousa a grande bênção de terem sido escolhidos em Cristo antes da fundação do mundo para serem filhos de Deus, por meio dEle (Ef. 1:3-12).
e) O paralelo que Paulo estabelece entre a obra condenatória de Adão e a obra salvadora de Jesus Cristo, o “segundo Adão”, pode ser melhor explicado na base do princípio de que ambos figuravam numa relação pactual com o “seu povo”. Adão figurava como o cabeça federal da raça e Cristo como o cabeça federal dos eleitos. Assim como Adão envolveu o seu povo na morte e condenação pelo seu pecado, assim também Cristo trouxe justiça e vida ao Seu povo através de Sua justiça (retidão): Rom. 5.12-19)

4). Algumas passagens falam de Cristo morrendo por “todos” os homens e de Sua morte como salvando “o mundo”; todavia, outras falam de Sua morte como sendo definida em desígnio, isto é, para assegurar a salvação de um povo específico. a) Há duas classes de textos que falam da obra salvadora de Cristo em termos gerais:

 (1) As que contém a palavra “mundo” (Jo. 1:9, 29;3:16,17; 4:42; 2Co 5:19; 1Jo. 2:1,2; 4:14 e; (2) As que contêm a palavra “todos” (Rm 5:18; 2Co 5:14,15; 1Tm 2:4-6; Heb 2:9; 2Pe 3.9 ; Jo. 1:9; 29; 3:19; 3:16-17; 4:42; 2Co. 5:19; 1Jo. 2:1-2; 1Jo. 4:14; Rom. 5:18; 2Co 5:14-15; 1Ti. 2:4-6; Heb. 2:9; 2Pe. 3:9). Uma das razões para o uso dessas expressões era corrigir a noção falsa de que a salvação era apenas para os judeus. Frases como “o mundo”, “todos os homens”, “todas as nações”, “toda criatura”, eram usadas para corrigir esse erro. Essas expressões eram usadas para mostrar que Cristo morreu para todos os homens sem distinção (i.e., Ele morreu tanto para judeus como para gentios), mas elas não pretendem indicar que Cristo morreu por todos os homens, sem exceção (i.e., Ele não morreu com o propósito de salvar todo e qualquer pecador perdido).

 b) Há outras passagens que falam de Sua obra salvadora em termos definidos e mostram que ela foi intencionada para salvar infalivelmente um determinado povo, a saber, aqueles que Lhe foram dados pelo Pai: (Mt. 1:21; 26:28; Jo. 10:11; Jo. 11:50-53; At. 20:28; Ef. 5:25-27; Rom. 8:32-34; Heb. 2:17; 3:1; 9:15, 18; Ap. 5:9


Em suma:


Um ponto crucial do evangelho é que ele não se limita aos judeus, mas se estende às pessoas de todo o mundo, às pessoas de todas as tribos e nações. Deus ama o mundo todo, mas não salva o mundo todo; ele salva pessoas de todas as partes do mundo.  Cristo não é a propiciação só pelos pecados (dos crentes judeus), mas pelos eleitos que se encontram também em todas as partes do mundo.  Em qualquer caso, o plano de Deus foi decidido antes que qualquer pessoa estivesse no mundo. A expiação de Cristo não foi um pensamento divino de última hora. O propósito de Deus na morte de Cristo foi determinado desde a fundação do mundo. O desígnio não foi estabelecido por acaso, mas de acordo com um plano e um propósito específicos, os quais Deus está cumprindo soberanamente. Todo aquele por quem Cristo morreu é redimido por seu ato sacrificial. A expiação de Cristo é suficiente para todos os seres humanos e eficaz para aqueles que confiam nele. A plena e salvífica eficácia da expiação que Jesus conquistou é limitada àqueles para os quais tal efeito salvífico foi preparado.

Gemini 3: The launch of Molly Brown

50 years ago, on March 23, 1965, the first crewed mission of the Gemini program launched from LC-19 in Cape Canaveral, just five short days after the Russian cosmonaut Alexei Leonov completed the first space walk.

The Gemini program was intended to be a bridge between the completed Mercury and future Apollo programs. The ten Gemini missions (1965-1966) wouldflight test equipment and mission procedures (EVA, rendezvous, docking and long duration) in Earth orbit for the upcoming Apollo lunar missions.

The Gemini spacecraft launched on a two-stage Titan II rocket, originally designed as an intercontinental ballistic missile (ICBM). The Titan II would place the Gemini spacecraft into Earth-orbit in five minutes and 54 seconds, very quickly compared to the eight and a half minutes it took for the Space Shuttle. Gemini was the first spacecraft to have an onboard computer.

Alan Shepard was slated to fly as part of the first two-person crew, but was sidelined due to an inner ear disorder. Instead, Gus Grissom was selected to fly along with John Young. As such Grissom became the first person to fly in space twice.

Gemini 3 was the only Gemini mission to be named, Grissom called it Molly Brown in a playful reference to his Mercury Liberty Bell 7 capsule, which sank in the Atlantic Ocean when the hatch inadvertently blew open after splashdown. Molly Brown was the title character of a popular Broadway musical – The Unsinkable Molly Brown.

Gemini 3 was the first crewed US launch since the completion of Project Mercury on May 16, 1963. The mission’s primary objective was to test the maneuverability of the new spacecraft. Grissom and Young fired thrusters to change the shape of their orbit, shift the orbital plane, and drop to a lower altitude; all of these maneuvers were critical firsts in the race to the Moon with the Soviets. The mission successfully ended after 3 Earth orbits and lasted 4 hour and 52 minutes.

About two hours into the flight, Young surprised Grissom by pulling a corned beef sandwich out of the pocket of his spacesuit. Although it was meant as a joke, not every one at NASA found it amusing. Grissom soon discovered that the sandwich crumbled in the zero gravity environment and understood the reason why gelatin was added to the astronaut food they were testing during the mission. The gelatin prevented food from crumbling and interfering with instrument panels while in space.

Gemini 3 was the last manned flight controlled from Cape Canaveral, Florida. All subsequent missions would be controlled from the new Manned Spacecraft Center in Houston, Texas. The following year, NASA announced that Grissom had been assigned as commander for the first Apollo Earth-orbit mission, with Ed White as Senior Pilot and Roger Chaffee as Pilot. Ten months later the trio would tragically perish when a fire broke out in the Apollo 1 command module during a pre-launch pad test.

Today the Molly Brown is on display at the Grissom Memorial of Spring Mill State Park, two miles east of Grissom’s hometown of Mitchell, Indiana.