la-fabrique

WORK VOCAB

le bureau- the office

la compagnie/ l’entreprise- the company

l’entreprise agricole/ la ferme- the farm

la fabrique/ l’usine- factory

la grosse société- corporation

l'hôpital- hospital

le magasin- store

le tribunal- court of law

le labo- lab

le candidat/ la candidate- job applicant

le chef- boss

le gérant/ la gérante- manager

le propriétaire/ la propriétaire- owner

le poste- postition

le stndicat- union

démission- to resign

engager- to hire

être au chômage- to be unemployed

être à son compte- to be self emploted

renvoyer- to fire

à mi temps- part time

à plein temps- full time

On n'écrit pas avec des mots, pas seulement avec des mots. On écrit avec tout ce qui en nous, à la volonté de fabriquer un fragment de vie. Avec tout ce qui en eux, aura la volonté de déchiffrer ce fragment de vie, de le poursuivre. Ecrire c'est rencontrer.
Merci aux yeux qui me suivent, d'avoir cet invisible battement d'ailes aux bouts des cils, celui qui va, parfois, jusqu'au cœur.
—  jacques dor

Tout homme est tiraillé entre deux besoins. Le besoin de la Pirogue, c’est-à-dire du voyage, de l’arrachement à soi-même, et le besoin de l’Arbre, c’est-à-dire de l’enracinement, de l’identité.

Les hommes errent constamment entre ces deux besoins en cédant tantôt à l’un, tantôt à l’autre jusqu’au jour où ils comprennent que c’est avec l’Arbre qu’on fabrique la Pirogue.

—  Mythe mélanésien de l'Archipel de Vanuatu
《 Les personnes hyper-sensibles sont souvent perçues comme des faibles ou des êtres brisés. Ressentir intensément les choses n’est pas un symptôme de faiblesse, c’est la marque de fabrique de l’être authentique et compatissant. Ce n’est pas l’empathe qui est brisé, c’est la société qui a des déficiences affectives et qui est devenue dysfonctionnelle. Il n’y a aucune honte à exprimer ses véritables sentiments. Les personnes que l’on considère parfois comme des « rêveurs » ou comme « problématiques » sont le tissu même de ce qui garde le rêve vivant dans cette société et qui la rend plus vivante. N’ayez jamais honte d’arroser le chemin de ce monde de vos larmes. »
—  Anthon St. Maarten

Ambrym
Photo lupitovi - Paris X

Tout homme est tiraillé entre deux besoins, le besoin de la Pirogue,
c’est-à-dire du voyage, de l’arrachement à soi-même, et le besoin de l’Arbre, c’est à dire de l’enracinement, de l’identité, et les hommes errent constamment entre ces deux besoins en cédant tantôt à l’un, tantôt à l’autre; jusqu’au jour où ils comprennent que c’est avec l’Arbre qu’on fabrique la Pirogue.

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En se basant sur le roman autobiographique d’Anne Wiazemsky “Un an après”, Michel Hazanavicius raconte un Jean-Luc Godard redoutable mais pas insubmersible, en coulée libre après l’échec de sa Chinoise, dans une ambiance maisoixantehuitarde qui le remet en question. Louis Garrel campe un JLG très convaincant et très convaincu de ses valeurs d’extrême gauche au point d’en être imbuvable. La comédie fonctionne, bien souvent au détriment du grand maître souvent tourné en dérision mais pas en ridicule non plus, avec la légèreté décalée qui est la marque de fabrique d’Hazanavicius. On rit de bon coeur de la mauvaise foi du réalisateur de la Nouvelle Vague, on rit en tout cas tant que le regard énamouré de sa belle reste teinté d’admiration, soit dans deux bons tiers du film. Mais comme on voit le film à travers les yeux d’Anne (jouée avec le naturel désinvolte de Stacy Martin), JLG finit par nous agacer aussi et on sent la lassitude poindre dans le dernier tiers du film. On oublie le Godard d’A bout de souffle, Pierrot le fou, le Mépris, qu’il clame ne plus être de toutes façons et on ne voit plus que l’Insupportable plus que le Redoutable, celui qui déçoit aussi Agnès Varda dans Visages Villages. L’effet était sans doute voulu par Hazanavicius mais ça n’en rend pas moins le film plombant à la fin.    

Tout homme est tiraillé entre deux besoins, le besoin de la Pirogue, c’est-à-dire du voyage, de l’arrachement à soi-même, et le besoin de l’Arbre, c’est à dire de l’enracinement, de l’identité, et les hommes errent constamment entre ces deux besoins en cédant tantôt à l’un, tantôt à l’autre ; jusqu’au jour où ils comprennent que c’est avec l’Arbre qu’on fabrique la Pirogue.
—  Mythe mélanésien de l’île du Vanuatu
Análise: Fifth Harmony desde o começo + Camila Solo

Nova análise que muitos esperavam. Posts originais: Aqui & aqui.

Não muito tempo atrás, nós tivemos uma entrevista da gestão de 5H, Maverick. Na entrevista eles são perguntados sobre Fifth Harmony e a resposta foi menos do que otimista. Eles disseram, basicamente, que o ambiente no grupo não era exatamente propício para se fazer amigos. Eles estavam nos dizendo que a dinâmica entre o grupo não era boa. Também disseram que as cinco meninas juntas eram difíceis de gerenciar.

Meu primeiro pensamento quando li as palavras foram: “Esse é o começo do fim de Fifth Harmony”. A gestão está nos dizendo o que eles planejam fazer e eles vão usar a “dinâmica do grupo” como uma razão. Formar Fifth Harmony com cinco jovens talentosas, que queriam ser solo e poderiam ser facilmente concorrentes no X Factor, foi uma jogada brilhante. Foi uma vitória para Simon e LA. Se Fifth Harmony fosse para a final, ótimo. Se não, sem problemas, eles poderiam passar para a próxima etapa.

Foi claro desde o começo, que Simon e L.A tinham diferentes opiniões em quem deveria ser “o rosto” do grupo durante o X Factor, quem deveria ser a líder. Simon amava a voz, maturidade e atitude de Lauren. L.A gostava dos vocais da Camila e a presença no palco. Simon era o mentor e assim ganhou. Ele deu a Lauren mais solos, mas sabia como usar a presença de palco de Camila. O ponto da questão é que eles viram maior potencial em Lauren e Camila, e as deram uma consideração especial mais tarde. 

Eu vou, a partir deste ponto, repetir: Eu não tenho informações privilegiadas, nem li o contrato das meninas. Eu só sei como algumas coisas funcionam.

Fifth Harmony foi criado para performar em um show de talentos famoso. O objetivo desse show era chegar a final, os três finais. Se elas ganhassem, conseguiam um acordo. Elas não eram oficialmente Fifth Harmony até que conseguissem uma gravadora. 

O que muitos não sabem, é que na indústria da música, cada artista individual tem que assinar um contrato de gravação individual. Isso significa que cada uma das cinco tinham que assinar um contrato solo individual. Nesse contrato, uma das coisas que elas tinham que concordar era em se tornar um membro oficial do Fifth Harmony. Se assinassem e concordassem com a cláusula de grupo, cada uma delas tinha que assinar outro contrato como membros de Fifth Harmony, tornando-se um grupo oficial na indústria da música. Syco e Epic, em parceria, assinaram 5H em joint venture (uma associação de empresas com fins lucrativos para explorar determinado negócio). Eu acredito que, no entanto, Epic foi o único que assinou cada uma das meninas com contratos solo. 

Nós sabemos com declarações públicas de Lauren e Simon Cowell, que a Epic Records tem um controle criativo em Fifth Harmony. Epic controla a música, a agenda e a imagem das meninas. Eu não tenho certeza qual é o papel da Syco além de coletar os lucros e gerenciar o lado Europeu das coisas. Eu vou ser honesta. Acho que 5H3 será o álbum final de Fifth Harmony. 

Lauren estava certa quando disse que 2015 foi um aprendizado. Duas coisas importantes aconteceram em 2015: Camila em um dueto com Shawn Mendes e o resto das meninas contratando uma advogada de entretenimento para agir em seus nomes. Shawn Mendes é um artista da Republic Records. Isso significa, que o dueto entre ele e Camila veio de materialização, o jeito que foi feito tinha que haver um acordo entre Republic e Epic. Gravadoras não compartilham seus artistas com outras gravadoras se não é um empreendimento rentável pra eles.

LA Reid é o presidente da Epic Records. Charlie Walk costumava ser, agora ele é presidente da Republic Records. Eu acredito que Charlie fez a LA uma oferta muito rentável com os direitos de usar a Camila. Eu acredito que Charlie comprou essa ideia de contrato solo da Camila com a Epic. Charlie obtém o uso da Camila com duetos, colaborações e para que ela escreva para qualquer artista que o Charlie queira, e a Epic lucra com esses projetos solos de sucesso. Também penso que Charlie contratou Roger Gold, o empresário de Camila. Acho que mesmo que Camila tenha sido informada do negócio, ela não teve uma palavra nisso.

Porque tudo isso importa? Maverick, que é contratado pela Epic, quer que as pessoas acreditem que a relação entre as meninas é uma merda por alguma razão. Também querem que acreditemos que a relação entre elas está desse jeito por causa de Camila. Epic e Syco precisam de uma razão para fazer o grupo acabar, e estão usando as meninas e nós para conseguir. A gestão é quem isolou Camila do resto do grupo. Depois de IKWYDLS, os haters de Camila e stans de OT4 se tornaram enormes. A gestão está se aproveitando disso para fazer com que se pareça que Camila preferiria estar em qualquer lugar, exceto como membro de Fifth Harmony. 

É por isso que eu repito, Fifth Harmony não foi “fabricado” para durar. Colocaram as meninas juntas para elas terem experiência, aprimorar as habilidades e ganhar uma base de fãs. Quando a fã base está estabelecida, eles precisam colocar os fãs uns contra os outros para que quando 5H acabe, os fãs estejam prontos. Existem fãs leais, as chamando e as querendo solo, principalmente Camila e Lauren. Isso é exatamente o que eles queriam que acontecesse.

Os chefões, líderes da indústria da música são mestres em manipular. Os chefes de gravadoras, equipes de gestão e PR são bons em manipular os fãs e fazer as pessoas acreditarem no que eles querem.

É por isso que eu digo que esse plano entre Simon Cowell e LA Reid foi brilhante. Fabrique um grupo de jovens artistas com grande potencial, comece com uma grande base de fãs ao redor do mundo, coloque as meninas e os fãs uns contra os outros, separe a banda e então você terá cinco artistas solos com seguidores leais. É uma vitória para as gravadoras. Eles conseguem dinheiro das meninas sem ter que gastar muito, dividem o grupo e continuam ganhando dinheiro com elas como artistas solo. O plano funcionou e está funcionando. 

E então, chega o dia. Dia 19 de Dezembro, “Camila Cabello” anunciou a saída do grupo como todos sabem. 

É importante você entender e saber, que tudo isso é parte de um grande plano. Lauren, Dinah, Normani e Ally não escreveram essa declaração. A gestão escreveu, assinou o nome das meninas e enviou para suas contas. A Camila escreveu partes de sua declaração também, mas não tudo. Ela colocou toques pessoais, mas eu imagino que Roger escreveu o resto.

Também é importante você perceber, não importa o que eles colocaram lá: Camila não foi expulsa do grupo como a maioria pensou. O momento foi escolhido para ela e ela quis. 

Ela sempre iria ser a primeira a sair. Esse foi parte do plano de Simon desde o começo. Eles só precisavam esperar as coisas acontecerem antes de poderem começar. Como mencionei antes, tenho quase certeza que Simon construiu Fifth Harmony em torno de Lauren e Camila. Eles falaram para Camila desde o começo que eles queriam que ela se concentrasse em música pop. É por isso que ela foi basicamente a líder do grupo. Quando o grupo finalmente acaba, você tira sua estrela pop para fora do grupo.

As outras quatro meninas, especialmente Lauren, não suportam Pop ou o gênero como um todo. Uma vez que você separa sua estrela pop, você pode se concentrar em fazer outros tipos de música. As meninas e os fãs, estiveram implorando para a Epic deixar elas fazerem música no estilo R&B por um tempo. Os vocais delas combinam com esse estilo.

As gravadoras não queriam Camila envolvida em R&B, queriam que ela se concentrasse no Pop como fizeram desde o começo. Ela está com sua carreira solo agora, já estava na hora. O próximo passo é fazer a Lauren ser o foco do próximo álbum. Porque? Porque Lauren era a “menina escolhida” de Simon o tempo todo. Eles sabiam que iam usar a Camila como a garota malvada o tempo todo quando a transição entre o grupo veio. Eles precisavam “preservar a imagem” de Lauren para continuar construindo a marca.

É por isso que eles tem ido “ao infinito e além” para matar Camren. Ninguém acreditaria na narrativa que eles estão tentando nos vender agora se Camren fosse real. Ninguém acredita que Camila iria trair Lauren assim, e ninguém iria acreditar que Lauren participaria dessa declaração que basicamente chamava a Camila de vadia se Camren fosse real. (O sol deve ir embora para fazer a lua brilhar mais)

Ninguém parecia notar mas as duas músicas que eles gastaram mais dinheiro e tempo promovendo foram as duas canções mais bem sucedidas da carreira de Fifth Harmony. Worth It e Work From Home. Note que “Worth It” foi o último single do álbum Reflection, e Camila era a principal. “Work From Home” foi o primeiro single do 7/27, e Lauren foi a principal.

Quando “Worth It” explodiu, eles sabiam que seria a hora de começar a distanciar a Camila do grupo e começar a construir sua carreira solo. É por isso que tivemos IKWYDLS e depois Bad Things.

Em Dezembro de 2015, foi quando tudo começou a cair para o grupo que nós nos apaixonamos. O sucesso de IKWYDLS era tudo o que Simon queria para seguir com o plano. Parte disso era criar a tensão entre o grupo e fazer parecer que Camila era absolutamente miserável. E funcionou. Todo mundo caiu nisso.

Dezembro de 2015 também foi quando contrataram Dina LaPolt. Eles sabiam que iriam deixar a Camila fora do grupo e eles contrataram uma boa advogada para lidar com o lado legal das coisas. Em algum momento entre Abril e Junho de 2015, Roger Gold foi contratado para ser o gerente solo de Camila e para lidar com as coisas legais para ela.

Dina foi contratada para representar Fifth Harmony, o grupo e a marca. Eu não acho que as meninas tinham dinheiro o suficiente para contratar alguém como ela por contra própria, então acho que ela foi contratada por Simon Cowell. Como eu disse, acredito que ela foi contratada para lidar com as questões legais e para estabelecer a saída de Camila de 5H. Ela e Roger provavelmente trabalharam juntos.

Descobri que as meninas agora são donas da marca Fifth Harmony, Fourth Harmony e H4RMONY. Aparentemente Simon Cowell, o verdadeiro parceiro da marca, vendeu a marca para Lauren por 10$ além de outras considerações. Agora, Simon é um homem de negócios e não acho que por um segundo ele abriria mão dos direitos da marca que ele criou. Acho que é por isso que ele contratou Dina para representar as meninas e a marca.

Isso deve abrir os olhos de todos para algo muito mais importante do que realmente é. Isso prova para mim, e deve provar para todos, que essa estúpida e falsa história que estão tentando nos vender é uma enorme bosta. Me diz que todos sabiam por volta de 11 de Abril de 2016, que Camila não seria mais parte de 5H. TODOS SABIAM ANTES DO 7/27 SER LANÇADO!!!!!!!

Porque as meninas tentariam convencer a Camila para permanecer no grupo quando ela não era mais parte da marca. A marca foi vendida a Lauren, Dinah, Normani e Ally. Camila não era mais uma parceira listada na época. ISSO FOI EM ABRIL ANTES DE 7/27 SER LANÇADO, ANTES DA 7/27 TOUR!!!!!!!!

É por isso que não vimos Camila associada a anúncios de 5H.
É por isso que não vimos Camila usando nenhuma mercadoria de 5H.
É por isso que não vimos Camila promovendo 5H em suas redes sociais.
Ela fez a turnê inteira com elas e ela nem sequer fazia mais parte da banda. ELA NÃO TIROU PROVEITO DE 5H NA TURNÊ INTEIRA DO 7/27, MAS ELA É CONSIDERADA POR MUITOS UMA COBRA. SÉRIO?

Então o que foi esse “plano de cinco anos” e porque Simon Cowell continua fabricando grupos com potenciais solo em seus shows de talento? É realmente um negócio brilhante.

Pode demorar 4 a 6 anos, às vezes mais, para liberar um artista solo nesse meio principal. Demora muito tempo e muita merda de dinheiro para comercializar e promover uma única pessoa. Simon criou um método para promover e comercializar as cinco artistas e lançá-las no meio da indústria, no mesmo tempo. Eu não suporto esse merda, mas ele é brilhante.

É uma porcaria para nós. Mas é um grande plano de negócios. Ele pega esses jovens, os coloca em contratos de longo prazo através de seus shows de talento e quando sente que o tempo está certo, separa o grupo. Ele não os separa completamente, ele ainda não acabou com One Direction.
Quando o tempo estava certo, eles separaram Camila do grupo (que esperamos que terá uma carreira solo bem sucedida) e eles ainda tem um grupo de sucesso. Epic/Syco não vão ganhar dinheiro só com Fifth Harmony/Fourth Harmony, eles vão agora ganhar dinheiro com Camila Cabello, a artista solo. Eles a trancaram em um contrato longo e fizeram o mesmo com a Lauren. Mas como eu disse, ela era a “garota original” e ainda não era seu tempo. O tempo virá, no entanto. Agora eles vão conseguir construir a carreira solo de Camila e a marca Fifth Harmony.

Désormais, ici, les descendants de cette altérité soumise qui aurait dû rester au loin, inaccessible, invisible et inapte à dire ce qu'elle endurait, sont inévitables et importuns. Leur simple présence témoigne de ce dont ils sont les dépositaires involontaires. Leur corps parle pour eux et pour leurs ancêtres, et c'est pour cette parole qui s'échappe de corps qui n'en savent rien, c'est pour les bribes que plus personne ne peut empêcher de sourdre de toute part qu'ils doivent payer un lourd tribut : se tenir à l'écart et être tenus pour coupables.

Nacira Guénif-Souilamas - La République mise à nu par son immigration - La Fabrique, 2006

anonymous asked:

I love this blog! But was wondering... Have you posted some pretty architecture regarding music studios?

Thanks! It is very seldom that I see music studios in architectural publications and when you see them they are part of a bigger project with very few images of the studio per se. 

You can see some following this link, and here are some more:

Real World Studios Feilden Clegg Bradley

Abbey Road

Music Farm Normal Arhitektura

La Fabrique

Ocean Sound Recording Studio

Red Bull Music Academy New York INABA