juro solenemente

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🌸Post valido até as 22h de hoje (29/09)🌸

Todos os passos são obrigatórios e serão conferidos.

Eu solenemente juro que irei te proteger e zelar preciosamente do fundo do meu coração por nossa união e por você", ele sussurra, sua voz rouca.
“Eu prometo te amar fielmente, renunciando quem quer que seja, em tempos bons e nos maus, na doença ou na saúde, independentemente de onde a vida nos levar. Vou protegê-la, confiar em você, e respeitá-la. Vou compartilhar suas alegrias e tristezas e consolá-la em momentos de dificuldade. Prometo te amar e apoiar seus desejos e sonhos e mantê-la à salvo ao meu lado. Tudo o que é meu agora é seu. Eu te dou minha mão, meu coração e meu amor a partir deste momento, enquanto vivermos.”
—  50 tons de liberdade.

Eu quero viajar num corpo como o teu

eu sei que você já navegou em um mar

como o meu

me disseram que foi lá que você aprendeu a amar.

Eu quero morar nos seus olhos

me perder e me encontrar em você

se for pra você ficar

eu juro solenemente te amar.

Eu quero te fazer voltar

pelo mesmo caminho que você fugiu

e te fazer viajar.

Volta pro meu abraço

lá eu te enlaço

e te prendo pra sempre comigo.

Você é a paz dentro de mim

é a alegria que eu sempre sonhei em sentir

é a ventania de toda tempestade.

Te juro que mais tarde

você vai ficar

Mas agora tu quer voltar pra lá

Aqui não é seu lar?

Meu corpo nunca foi seu lugar

e todas essas rimas

são sobre poemas que você nunca leu

é sobre o meu amor que você nunca viveu.

Eu canto as canções

que você não teve tempo de ouvir

eu ouço as risadas

que tu não teve tempo de me fazer sorrir

eu vejo os mesmos olhos

negros como a terra

fundos como o buraco que tu fez em mim

eu vejo o mesmo sorriso

que ainda brilha

até depois do fim.

Eu sinto o seu abraço

eu te quero

te desejo

e te sinto em cada pedaço.

Se não for a hora

me deixe ir embora

eu não quero perder o tempo

que nunca foi meu

eu quero o amor que eu te dei e tu não mereceu.

Love Yourself - Begin (LongFic - 1)

Jeon Jungkook

Genêro: loveyourself!AU, doctor!AU, hospital!AU, romance, soft angst ~ minhas definições pras coisas são ótimas, não tenho ideia se to fazendo isso certo ~

Sinopse: Em seu último ano de faculdade, todos os problemas de Dawon se agravam ainda mais por descuido com sua saúde. O ambiente hospitalar nunca foi, e nunca será, seu lugar preferido, mas um menino de cabelos castanhos, e olhos grandes, talvez mude essa opinião. 

 A/N: Eu juro solenemente estar tentando escrever isso com o maior sentido possível! Eu ainda não decidi se isso é uma short ou long fic, mas do jeito que as coisas estão indo, uma long com toda a certeza, porque né… Espero que realmente gostem, e se não gostar, ou gostar, pode expor a opinião sem medo, okay? 


 Capítulo: 1/? 
 Palavras: 1664 
 Avisos: nenhum


Abril, Ano 22.

 O cursor piscando na página em branco do Word só indicava mais uma coisa: outro trabalho que eu estou enrolando para fazer. Os últimos meses estão sendo assim, trabalhos feitos em cima da hora, provas feitas em momentos curtos de lucidez por trás do meu sono, textos lidos de forma rápida para que eu pudesse pelo menos dar uma opinião sobre ele durante a mesa redonda. Dentro da minha cabeça tudo aparentava estar calmo, parecia que todos os meus problemas se resolveriam, mesmo que eu estivesse deitada na minha cama sem fazer absolutamente nada durante todo o dia, todos os dias, porém o fio de consciência que me resta berra: RESOLVE LOGO!!! Se eu me levanto para resolver? Nem chego perto. 

 Todo dia é a mesma rotina, acordar, dormir de novo, acordar no tempo limite, demorar apenas 5 minutos no banheiro, sair sem tomar o café da manhã, chegar ofegante na sala pela saúde estar de mal a pior e então abrir o celular para ver tudo o que está ocorrendo fora do meu mundo, que eu juro estar calmo demais. As mensagens no grupo são sempre as mesmas: 

 “Eu não tenho mais nada para fazer! Terminei todos os trabalhos já, esse semestre está muito simples!” dizia Nayoung irritada. 

 “Pois é, eu estou acabando de finalizar nosso trabalho, e depois disso, acho que só me resta ler os textos para as provas…” respondia Yuna. 

 Meus olhos percorrem toda aquela conversa casual ao mesmo tempo que meu coração se aperta e se torna tão pequeno quanto um botão. Por qual motivo eu tenho tanta dificuldade em começar uma nova tarefa? Qual a razão de eu não ter empenho para fazer as coisas que eu tenho vontade de fazer? Porque não, não importa se eu quero muito uma coisa ou pouco, eu simplesmente não tenho energia, disposição para realizar, porque a vontade, ela existe. 

 “Bom dia, eu realmente espero que você tenha dormido direito essa noite…” uma mensagem de Jin apareceu na minha tela. 

 Ele sabe muito bem que as noites se tornaram meu momento preferido para ficar acordada, 100% acordada. As noites da primavera são as minhas preferidas, o calor do dia vai sumindo, as brisas mais frias preenchem o meu quarto, e eu, enrolada nas cobertas, encaro o céu do lado de fora da janela, não importando como ele esta se apresentando para mim naquele dia. 

 “Você não precisa da minha resposta, bom dia!” 

 “Eu preciso da sua resposta, apenas para que eu possa brigar com você logo de manhã!” 

 “E por qual motivo você quer brigar comigo logo de manhã?” 

 “Para ver se você acorda pra vida, ela está passando depressa lá fora, mas você não sai de dentro do seu quarto para tentar alcança-la. E acredite, quem está na velocidade errada não é ela, é você!” 

 “Eu estou sentada na minha mesa, no meio da sala de aula, com um trabalho aberto na minha frente, para sua informação!” 

 “Você sabe bem que não é o seu quarto físico que eu estou falando… Dawon-ah, eu quero te ajudar, mas você tem que deixar!” 

 “Jin… Hoje não, por favor, e ainda é cedo…” 

 “Tudo bem, eu tenho que ir trabalhar agora, falo com você mais tarde, fique bem…” 

 “Eu estou bem…”

 E com mais essa mentirinha, o dia segue. Estar no último ano da faculdade é realmente uma tortura, durante a semana tenho apenas um dia com aula de verdade, todos os outros são assessorias para termos ajuda no nosso trabalho final, então eu tenho tempo livre de sobra para ficar passando as melhores e piores ideias do mundo na minha cabeça. 

 Depois de quase 6 horas de aula seguidas é finalmente a hora do almoço, o momento mais sozinho do dia, tirando o jantar. Sentar no meio do refeitório, com meus fones de ouvido, e uma música extremamente barulhenta e feliz para bloquear o barulho real do ambiente é a minha rotina. Quase sempre eu peço o mesmo prato, e as vezes é esse o momento em que eu também já escolho o meu jantar. 

 “POR FAVOR, compre alguma coisa para ser o meu jantar também!! Hoje vou na sua casa, ver como você está…” Jin mandou uma mensagem como soubesse sobre o que eu estava pensando. 

 Quando saio do refeitório, vejo Nayoung saindo com seu carro do estacionamento, provavelmente indo para o seu estágio, outra coisa que não tenho nem chegado perto, os únicos que fiz foram obrigatórios da faculdade. Alguns dizem que não foi realmente um problema minha falta de estágio, por eu estar sempre envolvida em trabalhos voluntários e etc; mas não é bem trabalhos voluntários que eu quero colocar no meu currículo, eu quero os estágios, as oportunidades de intercâmbio, as dezenas de cursos de línguas, mas a minha família não é cheia de dinheiro como a da Nayoung, e eu não tenho toda a força de vontade de Yuna. 

 Aliás, conheci Jin em um desses trabalhos voluntários, visitando uma vila de pessoas idosas no interior do país. Eu era mais uma simples voluntária por lá, mas Jin era o médico responsável por aquela viagem, um neurologista que em suas poucas horas de descanso se dedicava a aqueles que precisavam de mais ajuda que outros, porém tinham menos condições. Além de tudo, sua beleza não era brincadeira, e a maioria das mulheres ali teriam se casado com ele no mesmo segundo que ele perguntasse, porém esse não era meu caso, o fato dele ser praticamente 5 anos mais velho e eu acreditar que nunca um homem irá gostar de mim, faz com que eu simplesmente nunca me apaixone, e quando acontece, me forço a esquecer. 

 Já é quase meia noite e Jin ainda não chegou no meu apartamento, o que não é fora do comum, mas geralmente ele avisa, então talvez ele esteja 100% ocupado com algo grave, como cirurgia, internação ou emergência, vive surgindo. Para tentar fazer com que o tempo passe, me sento na frente da janela de sempre, onde o céu hoje era escuro, sem estrela alguma, as únicas luzes eram as da cidade. Tudo parecia silencioso demais, nada parecia fazer barulho dentro de mim. Todo esse silêncio foi cortado pelo som irritante de mensagem no meu celular, Jin estava avisando que não poderia vir mais, porém disse que ficaria muito feliz com a minha presença no café da manhã do hospital na manhã seguinte. Por sorte, ou não, o jantar de hoje era sopa instantânea, então apenas guardei o saquinho no armário novamente.

 Depois de apenas alguns minutos de sono o Sol insistentemente começou a querer me acordar, eu juro, isso não pode ter sido horas. Lembrar de que o Jin talvez estivesse mesmo me esperando para o café da manhã fez com que, pela primeira vez em semanas, eu não dormisse de novo, e sim levantasse apenas 5 minutos depois. Ir até o hospital não era realmente um problema, era um caminho alternativo para a faculdade de qualquer maneira, e hoje nem é realmente dia de aula, é dia de assessoria. 

 “Estou a caminho do hospital, espero que você esteja realmente me esperando para o café…” 

 “Mas é claro que eu estou, na verdade, já estava na fila para pegar a comida, porém espero você chegar e fazemos isso juntos! Você só não pode demorar 1 hora para chegar aqui!” 

 “Não vou, estou realmente a caminho, mais 2 estações ou 3, não tenho certeza agora, já é a do hospital! Por favor, se você reparar que o bolo de laranja está acabando e o leite de banana também, rapte um de cada para mim!” “

Esse maldito leite de banana ninguém toma, pode ficar tranquila, mas com certeza o bolo eu vou ter que fazer esse serviço para você…”

 “Não fala do meu leite de banana….” 

 “Apenas se um dia você preferir o leite de morango…” 

 “Quando eu chegar continuamos discutindo!” 

 Não foi nada demorado sair do metro e andar até o hospital, muito menos achar Jin no meio do refeitório, o lugar estava praticamente vazio. Pegamos as nossas comidas e nos sentamos em um canto, conversando durante a maior parte do tempo sobre coisas aleatórias, nada relacionado com os meus trabalhos ou os deles, e eu sou muito agradecida por esses momentos em que parecemos livres de tudo, mas minha curiosidade é algo mais forte que eu. 

 - Então, o trabalho de ontem que não te deixou ir jantar comigo… 

 - Ah, sim, teve uma emergência, um paciente veio transferido de outro hospital, ele havia sido atropelado a um tempo atrás e ainda possui algumas complicações, e toda atenção era necessária! Parece que só conseguiram transferir ele agora, o hospital anterior não tinha 100% das coisas que ele precisa para uma boa recuperação… – ele disse assustado, mexendo seu café. 

- Coitado… Mas qual o motivo do atropelamento? Ele só simplesmente não olhou para os dois lados da rua?

 - Eu não sei dizer ao certo. Pelo o que falaram, a motorista disse que ela estava dirigindo normalmente, não havia muitos carros na rua, porém, de repente, esse menino parou de atravessar bem na frente de seu carro, ela não teve tempo de brecar… Mas o que ela achou mais assustador, é que ele já estava todo machucado, como se anteriormente ele tivesse se envolvido em uma briga, e realmente, ele está cheio de hematomas e cortes sem ser do atropelamento. – ele disse ainda mexendo o café que com certeza já estava frio. 

 - Você parece bem preocupado com esse paciente, mais do que com os outros… 

 - Bom… Eu acredito que o conheço, de alguns anos atrás, na verdade, eu só preciso do nome dele para confirmar tudo. Não havia nenhum documento com ele, a polícia já está à procura disso! 

 - E qual seria o nome da pessoa que você jura ser ele? E quando foi a última vez que o viu? 

 - Jeon Jungkook… E a última vez que o vi, foi quando tive que deixar a escola…

Já podemos contar os dias certo?
Adivinha quem não consegue esperar a adaptação e está cheia de teorias mirabolantes?
Vamos combinar que é inevitável não pensar na citação sobre Alvo Dumbledore, nas referências e a música!
A introdução nesse livro foi meu ponto alto da leitura, pois trouxe respostas a questionamentos que eu mesma não sabia que ainda tinha.
Não se esqueçam da nossa oração! “Eu juro solenemente não fazer nada de bom. Com a pedra eu te conheci, com a câmara me aventurei, com o prisioneiro eu fugi, com o cálice me apaixonei, com a ordem eu lutei, com o enigma eu chorei, com as relíquias eu ainda sofro, porque não vou mais ter aquela agonia de esperar por um lançamento. Harry Potter só acabará quando o último coração Potteriano parar de bater. Meu Alohomora é quando eu esqueço a chave e toco a campainha, meu diffindo é quebrar algo sem querer, meu expelliarmus é quando um amigo pega algo meu sem pedir e eu pego de volta, meu estupefaça é resumido em palavras, meu expecto patronum é ligar a televisão quando está escuro, meu aresto mometum é quando alguém fala algo muito estupido e eu paro oque estou fazendo p/ escutar, meu fogomaldito é exagerar na chama do fogão.”
Uma coisa podemos ter certeza, Vai ser inesquecível!
Potterheads preparem as suas varinhas, vamos embarcar novamente no universo dos bruxos? Encontro vocês na plataforma 9 ¾!

É difícil ficar longe de tudo aquilo que amamos. Não é só um livro. Não é só uma história. Não é só uma autora. Não são só personagens. É parte de mim. O fim de uma era? Acho que não, me parece mais o começo de uma eternidade. 3 anos que oficializou-se o fim de Harry Potter, aquela história que começou encantando crianças e terminou emocionando adolescentes e adultos. Um apego que vai continuar pra sempre no coração de quem já leu, pois não é qualquer livro que te faz viajar para outra dimensão, onde além de um fluxo de ruivos, tem uma nerd bonitona e uma lunática que não precisa de baseados para ver coisas. Parecendo ou não clichê, a verdade é que sim, com mais de 40 anos, pegarei o primeiro livro e vou reler toda a história, vou apresentar para os meus netos e se eles não gostarem, não tem problema, é pra isso que servem os feitiços de hipnose. Apesar da cicatriz não estar mais doendo, Harry vai continuar famoso, vai continuar conquistando milhões a cada dia, com cada fala do filme sendo repetida pelos fãs de forma abobada sempre que são ditas. A cada vez que um livro for reaberto. A cada vez que um filme for revisto. A cada dia lágrima. De saudade. De amor. De orgulho. Orgulho de ser potterhead, e de fazer parte dessa legião de fãs, que a cada dia só aumenta. Já dizia Sirius Black, aqueles que os amam nunca os deixam de verdade, e eu juro solenemente, nunca deixarei Harry Potter.
Boa parte das pessoas tem o hábito doloroso de dizer coisas desejando serem correspondidas. É normal, é do ser humano, eu também já fui assim. Não entendeu o que eu quis dizer? Vou exemplificar da melhor maneira que eu pensei; um dia eu disse para uma garota “eu gosto de você”. Foi a minha última cartada para tentar mantê-la comigo. Ela fez que não escutou. Eu disse outra vez. Novamente ela fingiu (ou vai ver não escutou mesmo, sei lá) não escutar. Ok, eu me mantive na minha e ela na dela. Pronto acabou. É claro, eu queria que ela disse que gostava de mim também, mas não foi o que aconteceu. Bom, agora o caso invertido. Desta vez outra garota disse para mim: “eu te amo”. E eu não a amava. Finge que não escutei. Ela disse outra vez. Tentei fugir. Juro solenemente a todos vocês, eu tentei ao máximo evitar tudo isto, mas ela não me deu escolhas. Ela me prendeu contra a parede e disse que me amava, com todas as letras e me olhando nos olhos. Ok, eu sei que muita gente vai odiar isto. Eu me odeio por isto. Me odiei por ser fraco e covarde, mas coloquem-se no meu lugar por um instante e reflitam bem o que vocês fariam. Eu disse que a amava. Disse para não fazê-la sofrer. Para não magoa-la. Eu menti. Mas, não acho que a culpa toda seja minha. Ela perguntou querendo saber da resposta, ela perguntou querendo ser correspondida. Eu dei isto a ela, mesmo sendo uma mentira. Eu sei que fiz mal, mas o que eu podia fazer? Enfim, até perdi o fio da meada, mas tentando voltar ao meu raciocínio, eu gostaria de dizer que acho que as pessoas deveriam sim falar o que sentem. falar com sinceridade. Mas, não falem esperando reciprocidade. Isto é perigoso. Muito perigoso. Seja cauteloso com as suas palavras. As vezes a resposta que você vai ter, não é a que você deseja. E você ainda vai ficar se culpando, sabe por quê? Porque você procurou por isto.
— 

Nicolas Brendtner

Vou vender poemas na Central do Brasil

Vou vender poemas na Central do Brasil,
Ando numa “pindura” que nunca se viu,
A vaca gorda se afogando e eu fiquei sem uma teta,
A evolução do jeitinho brasileiro, é muita “treta”,
Tem malandro mamando e com bigodinho de leite,
Querem me vender mentiras e esperam que eu aceite.

Essa porra envenena a alma e deixa o cara surdo e cego,
Tem gente dizendo que o céu é vermelho,
Empapuçados de desdém e ocupados com um novo ego,
Vendendo o futuro do país e fazendo selfie no espelho.

A lógica virou piada, só aumenta o peso da cruz,
Um jogo de xadrez onde só vejo movimentos do mal,
A ferida supurada por uma esmola no sinal,
A verdade esperando na fila do SUS,
Porque em terra de cego quem tem um olho é alvo,
Então juro solenemente que a terra é plana, minto pra ser salvo.

- Transtorno Poético -

E se por acaso,
Você me perguntar
Como estou indo,

Eu juro solenemente
Que vou mentir,

Vou dizer que estou bem
E não estou nem aí,

Bancar o durão,
Quem sabe
Fingir não ter um coração?

Mas não se engane não
Bela moça,

Não se iluda
Pelas palavras
Que saem da minha boca,

Dessa vez
E só dessa vez,
Ouça meus olhos,

E deixe que a saudade
Que neles escorrem
Fale por mim.

—  Stanley Menezes