juh!

Pedido: Faz um do Harry que ela dá um colar para ele?

Imagine com Harry Styles

Eram cerca de cinco horas da tarde, e o sol já começava a se por no horizonte. Hoje era o dia que Harry voltava de viagem para uma pequena pausa na turnê, e Lucy estava tão animada com a volta do pai que mal dormiu durante a noite. Todos os dias ela perguntava quanto tempo faltava para ele voltar para casa, mandava mensagens de voz contando como foi o seu dia, e antes de dormir ela sempre ouvia as mensagens de “Boa Noite” que Harry mandava.

— Mamãe, o papai vai demorar muito pra chegar? — Ela estava tão ansiosa no começo da tarde que estávamos esperando sentada nos degraus em frente à porta da nossa casa, mas horas foram se passando e nenhum sinal do carro de Harry passar pelo portão de entrada.

— Ele deve ter pegado um pouco trânsito no caminho, daqui a pouco ele já deve chegar — Expliquei observando Lucy distraída com a caixinha do presente que segurava em suas pequenas mãozinhas contendo um presente especial para o pai.

Alguns minutos se passaram quando finalmente ouvimos o motor de um carro parar em frente ao portão, e o mesmo sendo aberto permitindo a entrada do veículo. Harry estava no volante, ele estacionou o carro na entrada da garagem e assim que abriu a porta do motorista, Lucy correu ao seu encontro.

— Papai! — Harry sorriu se agachou e carregou a filha no colo com um grande abraço apertado. Ela chorava de tanta felicidade, encolhida no peito do pai sentindo o perfume na camiseta dele. Harry beijou a bochecha dela enxugando as lágrimas manhosas que escorria pelo rosto, e logo após veio me cumprimentar com um beijo nos lábios. — Senti saudades.

— Eu também — Respondi num tom baixinho próximo a sua orelha no momento que eu o abracei com Lucy entre nós.

Eu poderia passar o dia inteiro daquele jeito, envolvida pelos braços do Harry. Não havia outro lugar melhor no mundo do que estar ali dentro do seu abraço, aproximando nossos corações para conversarem no silencio sentindo o nosso amor. Minha mãe sempre me dizia que no abraço é onde o nosso coração entrega as melhores sensações a quem amamos e queremos o bem. Agora éramos três, e todo o amor que Harry e eu entregamos um ao outro estava nos nossos braços, a nossa pequena Lucy.

— Papai, a gente comprou um presente para vocês. — Lucy falou com a voz abafada pelo nosso abraço lhe entregando o pacotinho azul com uma fita branca em volta. Harry olhou curioso para o pequeno pacotinho e passou Lucy para o meu colo para que pudesse abrir o presente. A menina sorria boba observando o pai tirar a fita e as embalagens ansiosas para o momento que ele abrisse a caixinha.

Assim que Harry tirou a tampa da caixinha, seus dedos retiraram de dentro uma corrente de prata com um pingente com um crucifixo. Seus olhos observaram atentamente o colar, enxergando os pequenos números gravados no verso da cruz com a data de aniversário do nosso namoro e a data de nascimento da Lucy.

— Você me disse uma vez que queria se sentir mais próximo da gente quando estivesse viajando, alguma coisa que pudesse carregar com você para todo lugar… — Harry ouvia atentamente a minha explicação. — Aí eu me lembrei de você quando está pra entrar no palco, sempre beijava a cruz que sua mãe te deu para te proteger nas viagens, você nunca tira ela. — Harry sorriu afirmando — Agora você tem uma para se lembrar de nós duas, você pode nos levar para onde quiser que sempre estaremos pensando em você.

— Muito obrigado pelo presente… Mas você e Lucy são o meu melhor presente, eu amo muito vocês — Harry agradeceu com um beijo na minha bochecha e na de Lucy, e deixou que ela colocasse o colar nele com suas pequenas mãozinhas.

“Abraços e presentes nunca são somente físicos ou materiais. São sentimentos, é parte do amor que você entrega a quem realmente ama”

He’s literally saying:
행복해요? 저 땜에?
Haeng bokhaeyo? juh ttaemae?
Which means : “Are you happy, because of me?”

There’s no reason for him to bring Taehyung in this conversation, it simply makes no sense.
Plus it’s just such a typical Jimin thing to do, always teasing, fishing for praises and compliments especially with Jungkook. Case is closed for me.

I had to go to the bank, and while waiting in line, I was doodling when I remembered a very old idea that I had for comics, but I dropped out because it sounded too silly

However, while skething out, the silly idea came back and it’s still silly but I might try it out.
Just kinda need to figure out a “name” for it.

Also, yeah; I also sketched this one out while witing in line and finished back at home.

Por que você desistiu de lutar  contra seus desejos carnais, por acaso esqueceu que você serve ao Deus Todo Poderoso? Esqueceu que Ele é o Quarto homem que entrou na fornalha ardente.
—  Juh Santos
Das echte Rettungsdienst-Gesetz; oder Murphys Rettungsdienstgesetze
  • 1: Luft geht rein und raus, Blut läuft rundherum. Jede Änderung dieses Zustandes ist schlecht.
  • 2: Erzähl nicht beim Familienessen von „Deinem Tag“
  • 3: Je mehr Zeug jemand im RD am Gürtel hängen hat, desto neuer ist er im Job.
  • 4: Untersuch zuerst die, die sich an die Brust greifen, dann die, die bluten. Und danach kümmer dich um den Rest der Jammerlappen.
  • 5: Wenn du zum Patienten, dessen Angehörigen oder Schaulustigen etwas sagst und es hat sich gut angefühlt, es zu sagen, war es das falsche.
  • 6: Jede Blutung stoppt. Irgendwann.
  • 7: Dummheit kann man nicht heilen. Nur sedieren.
  • 8: Wenn es feucht, klebrig und nicht deins ist – Finger weg!
  • 9: Rettungsdienst besteht aus Langeweile, unterbrochen durch Momente der reinen Panik
  • 10: Gutes Klebeband repariert fast alles.
  • 11: Es ist kein Kompliment, wenn dich ein Polizist als zynisch bezeichnet.
  • 12: Jeder Schmerz ist irgendwann vorbei. Spätestens, wenn es aufhört, wehzutun.
  • 13: Es gibt keine Lehrbuchfälle.
  • 14: Sage nie zu einem zyanotischen Patienten „Schlumpf“
  • 15: Wenn du jemanden fragst, wieviel er getrunken hat, multipliziere die Anzahl der alkoholischen Getränke, die er angibt, mit drei
  • 16: Nimm bei jeder Frau zwischen 6 und 100 an, dass sie schwanger ist – bis das Gegenteil bewiesen ist.
  • 17: Krieg Angst, wenn ein Kind zu ruhig wird.
  • 18: Du darfst einem unangenehmen oder aggressiven Patienten keinen Aufschlag berechnen.
  • 19: Deinem EKG einen Kosenamen zu geben, ist unnötig.
  • 20: Solange Dummheit endemisch ist, brauchst du dir um deine Arbeitsstelle keine Sorgen zu machen.
  • 21: Mach dir um die Schusswunde weniger Sorgen, als um die Angehörigen.
  • 22: Notfälle passieren erst, wenn du isst.
  • Schlussfolgerung 1: Wenn RDler nicht essen würden, gäbe es weniger Unfälle.
  • Schlussfolgerung 2: bestell Essen immer zum Mitnehmen.
  • 23: Das Rettungsdienst-Zeit-Gesetz:
  • Die Entfernung zum nächsten Einsatz und die notwendige Zeit bis der Patient versorgt und im KH ist steigt, je weniger Zeit bis zum Schichtende bleibt.
  • 24: Rettungsdienst-Schwerkraft-Gesetz:
  • Was auch immer dir runterfällt, es rollt sofort dahin, wo es du am wenigsten erreichen kannst
  • 25: Die Atemstillstand-Regel:
  • Patienten, die sich übergeben und intubiert werden müssen, hatten als letzte Mahlzeit Döner mit extra viel Knoblauch und Zwiebeln, eingelegten Hering und dazu viel Bier
  • 26: Wenn du nach Mitternacht zu einem Verkehrsunfall kommst, und niemand ist betrunken – such weiter. Da fehlt noch einer.
  • 27: Die erste Ausrüstungsregel: jedes Teil wird perfekt funktionieren. Bis die Garantie abgelaufen ist oder du es WIRKLICH brauchst.
  • 28: Die zweite Ausrüstungsregel: austauschbare Teile sind nicht austauschbar.
  • 29: Die Toiletten-Regel: wenn ein Einsatz zwischen 05:00 und 07:00 Uhr kommt, befindet sich der Patient auf der Toilette.
  • Wenn du gerade auf der Toilette warst, kommt kein Einsatz.
  • Wenn du nicht gerade auf der Toilette warst, wirst du es bald bereuen.
  • Die Wahrscheinlichkeit, dass ein Einsatz kommt, steigt mit der vergangenen Zeit, zu der du zuletzt auf der Toilette warst.
  • 30: Das Triage-Prinzip: je weniger der Patient schreit und jammert, desto schwerer ist er verletzt.
  • 31: Das Licht-Gesetz: je schwerer die Verletzung, desto weniger Licht hast du, um diese zu untersuchen.
  • 32: Das Platz-Gesetz: je mehr Platz gebraucht wird, um einen Patienten zu behandeln, desto enger ist der Raum, in dem sich der Patient befindet.
  • 33: Die Gewichts-Theorie: je schwerer der Patient ist, desto mehr Treppen musst du ihn runtertragen. Ab einem Patientengewicht von 75kg ist der Fahrstuhl kaputt.
  • 34: Das Gesetz der Sondersignale: Blaulicht und Martinshorn wird von anderen Verkehrsteilnehmern grundsätzlich ignoriert.
  • Schlussfolgerung: Sondersignale machen vorübergehend blind und taub.
  • 35: Die Regel-Regel: sobald eine Regel als allgemeingültig akzeptiert ist, tritt eine Ausnahme auf.
  • 36: In der Schule lernst du die Regelfälle, in der Praxis die Ausnahmen.
💕 Saudades daqui 💕 Olá gente tudo bem?

Oi gente, sei que estou sumida faz um tempo e sinto que preciso me explicar porque não tenho entrado no tumblr nos últimos (+/-) seis meses. Prometo que serei breve e tentarei não enrolar muito.

Bem, como algumas leitoras já sabiam, eu estava fazendo cursinho no  ano passado e entrava algumas vezes para postar. A minha última postagem foi em junho e desde então muitas coisas aconteceram…

Em julho, eu passei na faculdade e as aulas começaram em agosto. Era uma correria, ficava o dia inteiro fora de casa e a noite ia para o cursinho, porque como não tive uma estrutura de ensino muito boa no ensino médio, eu queria ter conhecimento de algumas coisas que nunca tinha estudado e que poderiam ser importantes futuramente. 

Foram os seis meses mais intensos da minha vida. Era a faculdade, trabalhos, alguns probleminhas aqui e ali, o medo de pegar DP, que só pude respirar aliviada nas vésperas do Natal. 

Queria que vocês entendessem que eu não queria ficar tanto tempo assim sem postar, sei que eu tinha falado que tentaria me organizar para entrar com mais frequência, mas não dava tempo mesmo… Peço perdão, pela falta de postagens, vou fazer o possível para melhorar!

Xx Juh

💕💕💕 PS: HOJE TEM IMAGINE!!!!!! 💕💕💕

IMAGINE COM HARRY STYLES

Para a minha surpresa, as coisas estavam indo bem desde que Harry e eu nos separamos há quatro meses. Durante um bom tempo tentamos fazer com que os compromissos e a distância, não se tornassem complicações em nosso relacionamento, mas depois de algumas tentativas, vimos que não dava mais para arrastar a situação. Após uma longa conversa, decidimos que uma separação amigável seria o melhor para ambos, pois por mais que ainda existisse aquele sentimento pelo outro, não dava para continuarmos a sofrer por algo que não estava dando certo. Mas também havia a nossa filha Chloe, um outro motivo para mantermos uma boa convivência após tudo o que passamos.

Neste final de semana Harry tinha combinado de levar Chloe para passear na praia e me convidou para ir junto com eles. Eu neguei, pois queria que os dois aproveitassem sozinhos aquele momento de “pai e filha”, mas depois Chloe insistiu e eu não pude dizer “não” para ela.

Estava caminhando pela praia, enquanto o sol já estava se pondo ao fundo na linha do horizonte. A água morninha do mar batia em meus calcanhares conforme o nível do mar ia subindo com o entardecer.

Chloe estava sentada sobre os ombros do pai, que a segurava pelos pezinhos para não cair. Ela ria de alguma coisa que o pai tinha lhe contado, e eu só conseguia sorrir observando a felicidade dos dois há alguns passos de distância.

Deus, como eu sentia falta dessa felicidade na minha vida!

Algumas lembranças felizes que Harry e eu tivemos juntos, se repassavam em minha mente naquele momento, e assim que e percebi que algumas lágrimas de saudades escorriam pelo meu rosto, diminui a velocidade dos meus passos para poder enxugá-las e respirar fundo antes de me recompor.

— Papai, posso te perguntar uma coisa? — Escutei Chloe sussurrar para Harry, o que chamou a minha atenção. Eles já estavam há uns cinco passos mais à frente, mas eu ainda pude escutar a sua voz baixinho. — Por quê você não volta a morar junto com a gente como antes?

Harry ficou em silêncio por alguns segundos, talvez pensando no que responder para ela. A gente tinha que ser cuidadoso nessas horas, não podíamos falar qualquer coisa, pois nem sempre as crianças acabavam entendendo o que queríamos dizer, podiam fazer uma outra interpretação das nossas palavras e criando outros sentidos da situação.

— Sua mãe já não conversou sobre isso com você, Chloe? — Perguntou.

— Sim, mas… Eu queria saber de você papai. Você não quer voltar para casa? Não quer mais me ver? — Sua voz falhou um pouco por causa do choro que ela segurava, mas Harry logo a tranquilizou.

— É claro que eu quero te ver sempre filha. Eu te amo muito, nunca te abandonaria. — Ele beijou suas perninhas num ato de carinho. —  Mas sua mãe e eu já conversamos sobre isso, e por mais que a gente se ame, achamos que seria melhor assim que cada um morasse em sua casa.

— Mas eu ainda não entendo papai — Chloe cruzou os bracinhos emburrada em cima da cabeça do pai. — Se você e a mamãe ainda se amam, porque vão morar separados?

— É difícil de explicar isso, filha. — Harry riu fraco. — Quando você estiver mais grandinha, vai entender que quando você ama alguém, a felicidade dela é o que mais importa, mesmo que você precise deixá-la ir para buscar a felicidade dela em outro lugar.

— Mas se a mamãe foi buscar a felicidade dela, eu ainda não entendo por que ela ainda chora todas as noites. —  Chloe murmurou.

— Como você sabe disso, filha? — Harry perguntou curioso tirando ela dos seus ombros e colocando ela no chão.

— Eu escutei através da porta do quarto dela — Confessou envergonhada.

— Você sabe que isso é errado, não sabe? — Harry repreendeu a filha que logo abaixou a cabeça.

— Desculpa, juro que não vou fazer mais isso. — Disse e logo foi perdoada pelo pai com um afago na cabeça.

— Está tudo bem filha. — Dizendo isso, Harry olhou para mim, parada há alguns passos de distância deles, e percebeu que eu estava disfarçando o seu olhar encarando o reflexo do pôr-do-sol no mar, deixando as ondas tocarem os meus pés. — Chloe, vamos procurar conchinhas? — Ela assentiu toda feliz e logo começou a procurar pela areia, enquanto Harry disse que logo iria acompanhá-la.

Respirei fundo e fechei os olhos, sentindo a brisa do mar batendo contra o meu rosto. Mesmo de olhos fechados, eu sabia que Harry estava ao meu lado, me observando.

— S/n? — Disse ao meu lado. — O que Chloe disse é verdade? — Eu sentia a preocupação pelo seu tom de voz.

— Ela é bem esperta para uma garotinha de sete anos. — Rimos. — Se eu fui buscar a minha felicidade, por que ainda choro?

Porque chora de saudade — Harry disse baixo e um silêncio se instalou no ar. Ele estava certo. Eu ainda sentia a sua falta. E muito.

— Você também chorou? — Quis saber olhando para ele.

Eram poucas as vezes que eu já tinha visto Harry chorando. Ele sempre conseguia se controlar bem diante das pessoas, não gostava que vissem ele chorar. Lembro-me somente de duas vezes que eu o peguei com os olhos cheios de lágrimas: no dia do nosso casamento e quando Chloe nasceu.

— Algumas vezes. — Confessou e pude notar a tristeza em seu olhar.

Deus, o que estávamos fazendo? Se voltássemos no passado, seria diferente? Se tivéssemos tentado mais uma vez dar certo, ainda estaríamos juntos? Ele voltaria para casa, e voltaríamos a ser uma família feliz? A verdade que eu estava em pedaços sem Harry ao meu lado. Eu não consigo mais continuar sem sua companhia, não consigo passar um dia sem ao menos pensar nem que seja por um instante em Harry. Ele era e ainda é tudo para mim.

— S/n? — Falou virando de frente para mim, obrigando a olhar em seus olhos, e ele baixar um pouco a cabeça — A gente não tá fazendo isso certo. Eu achava que estava fazendo o melhor para nós dois, mas eu quase morro só de lembrar que eu fiz isso com você. Com a gente. Com a nossa família.

— Harry… — Tentei dizer algo, mas ele me cortou.

— Só peço que você fique S/n. — Harry levou suas mãos ao seu rosto colando nossas testas, e nós dois fechamos nossos olhos. — Eu não posso deixar você ir procurar a sua felicidade, porque eu dependo da tua felicidade, e sua felicidade depende de mim, eu sei disso. Fica, vamos fazer dar certo dessa vez. — Falou grudando seus lábios nos meus.