john-ries

Touch Me

John, Sherlock

Summary: John observes Sherlock and realizes that he’s touch starved, so he makes it his mission to start touching him more.

A/N: My Squealing Santa fic for *drum roll* @bottleof-happiness! I hope you like it!

This is the first fic in what I’m calling 12 Days of Fluff, which is basically like 12 days of Christmas only you’ll be getting a tickle fic written by me or someone else for 12 days straight! Get excited!

Warnings: One brief mention of sex, as in “Sherlock’s not interested in it” because asexual!Sherlock is my life.

Words: 2 272

Even though Sherlock was a consulting detective who could read everyone and everything thoroughly in approximately five seconds, John would like to think that he knew his friend pretty well by now. While Sherlock focused on the smallest details in order to interpret a situation, John was a bigger fan of getting to know someone and memorize their little quirks and habits. He was sure that was how the majority of the people worked as well, but he seemed to be the only one who had ever tried to read Sherlock Holmes.

Sherlock honestly wasn’t that difficult to figure out, once you’d seen all parts of him. He liked being by himself, and the only person he enjoyed being around for at least a little while was John himself, which was still surprising but he’d decided not to question it. Despite working alone Sherlock had a great amount of contacts he could use whenever he pleased, but that part was less surprising, since Sherlock rarely left a case unsolved, so people usually felt like they owed him. Sherlock was a bit of a lone wolf, to put a label on it. He acted alone, but that didn’t mean that he always wanted to be alone.

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Imagine Harry Styles - feito por Nath

Parte I - Parte II - Parte III

**

Paul a guiou até nós virou as costas e sumiu de novo no elevador, fez-se então um silencio constrangedor. “Tá legal, ela está aqui e agora?”

Eu podia só continuar sentado olhando o jeito como ela trocava o peso de um pé pra o outro, o jeito como ela estava descabelada e com cara de cansada, mas o sorriso e o vermelho das bochechas não saiam de lá. Mas acho que os garotos não estavam tão entretidos com a beleza dela quanto eu.

- Já que o seu Romeu está ocupado demais babando, eu vou ter que ser o cordial aqui - Louis se levantou, pegou outra cadeira de praia e a colocou ao meu lado fazendo uma reverência exagerada - Milady.

(s/n) corou violentamente, e eu achei que ela ia entrar em combustão espontânea a qualquer momento, acho que Niall pensou o mesmo porque começou a encher ela de perguntas e comidas. 

- Como foi o show?

- Maravilhoso - (s/n) disse com dificuldade, eu não tinha notado o quanto ela estava rouca pelo telefone. - Vocês são incríveis, todo mundo indo à loucura junto, foi muito especial. 

- Poderia ter sido melhor se alguém - Zayn me deu uma cotovelada - não estivesse com a cabeça no mundo das nuvens. 

Todos começaram a zoar e rir da minha cara. E das duas uma, ou a (s/n) sabe mentir muito bem ou ela não fazia a menor ideia de que era por causa dela. 

Passamos horas conversando e lembrando coisas. Ela parecia uma criança olhando para os presentes em baixo na árvore de natal, nós comentávamos algo sobre The X Factor ou nossa estrada até aqui e ela contava o lado dos fãs da historia. 

Quase morri engasgado com a minha caipirinha quando ela nos contou sobre a história da touca que as fãs levavam muito a sério. 

- Não riam, - ela dizia chacoalhando as mãos - Mas ouve um tempo que nós acreditávamos fielmente que quando o Harry usava touca, era por que ele tinha dormido com alguém no da seguinte. 

- Uhuuuuuuuuuuuum, então esperamos que faça frio amanhã né Harry? - Liam disse docemente, ah não, até tu Liam? 

- Por quê?- (s/n) disse sem entender nada. 

- Por que… - Niall ia começar a dizer, quando Zayn tapou sua boca. 

- Melhor a gente ir dormir, né Niall? - Zayn disse se levantando, quando percebeu que Niall não o acompanhou o deu uma cotovelada. - Vamos Horan, daqui a pouco você vai ter uma overdose de bolinhos de chuva. 

- Mas eu não quero ir. - Niall disse como uma criança - A (s/n) é muito legal.

- Mas a gente tem que descansar. - Liam se levantou e apontava discretamente a cabeça para (s/n) enquanto Louis a distraia.

- Eu amei te conhecer, principalmente porque você não é daquelas fãs escandalosas, mas parece tão animada com a gente. - Louis dizia enquanto puxava ela pra um abraço. 

- Se você ir agora eu te faço chocolate quente. - Liam disse dando um tapa de leve na cabeça de Niall. 

- Porque vocês sempre acham que podem me comprar com comida? - Niall disse bravo. 

- Porque você é uma baleia. - Louis gritou ao lado da (s/n).

- Não vai querer? - Liam disse fingindo tristeza.

- Eu não disse isso. - ele levantou as mãos se rendendo - tchau (s/n) foi um prazer enorme te conhecer.

(s/n) abraçou um a um, depois de Louis insistir que queria uma foto nossa de recordação. Não reclamei, foi uma ótima desculpa pra abraçar (s/n), mesmo estando no meio de quatro garotos que não paravam de discutir. Ela tinha um cheiro doce sutil. Era diferente, mas muito bom. 

Louis me abraçou por trás e colocou uma chave em meu bolso. 

- Vou dormir com o Zayn, caso… Você sabe. - ele disse em tom malicioso.

- Nós não vamos… Pare Lou.

- Por que eu não posso dormir com o Liam? - Zayn fazia birra - O Louis é insuportável, e ele tem chulé. 

- Também te amo magrelo. - Louis disse ironicamente.

- Porque quem vai dormir com ele sou eu. - Niall disse abraçando Liam - E vou ganhar chocolate quente.

Quando todos terminaram as discussões rotineiras e finalmente desceram pelo elevador, o silencio se fez, mas não era um silêncio ruim, estávamos ambos deitados nas cadeiras de praia olhando as estrelas, depois de alguns minutos (s/n) foi a primeira quebra-lo.

- Elas são mais bonitas no litoral de cidades menores - ela dizia em tom baixo e ainda rouco - Morei em frente à praia a minha infância toda, a onde tem menos poluição e centenas de turistas todos os dias.

- Deve ter sido bom. - foi tudo que consegui dizer.

- Era sempre tinha um lugar pra onde fugir - ela parecia perdida em seus pensamentos - Sentir os pés na areia, ouvir o mar, sempre foram remédios pra qualquer male, era tudo muito calmo. 

Depois de mais alguns segundos de silêncio, foi a minha vez de quebra-lo, cheguei mais perto da cadeira dela, enquanto ela ainda observava o céu, e desenterrei um pouco de coragem.

- (s/n) - chamei, e quando ela virou, colei meus lábios com os dela, no mesmo instante, como se ela já esperasse por isso, ela deu passagem pra minha língua e começamos assim um beijo calmo e sedutor, que depois de um tempo virou algo avassalador e cheio de paixão.

- Harry eu – (s/n) ofegava - eu… eu… - ela tirou meu celular da cintura - Vim aqui devolver isso, não foi?

- Foi? Só isso?- foi a única coisa que eu consegui dizer, parecia que meu cérebro tinha congelado e eu só sabia que precisava beija-la de novo. 

- Achei que sim, só podia ser isso. - Ela disse olhando pras mãos. - Alguém como você não pode se interessar por alguém como eu, não faz sentido. 

- Você está ocupada de mais sendo você mesma, que não nota o quão maravilhosa é. - peguei seu queixo e a puxei para mais perto. 

- John Green?

 -John Green. - eu ri e a beijei, de novo e de novo. 

- O que vamos fazer amanhã de manhã?- ela perguntou com a cabeça enfiada no meu pescoço. 

- Bom se você aceitar dormir comigo, eu pretendo te encher de beijos. - ela me deu um tapa de leve na nuca. 

- Idiota, você entendeu o que eu quis dizer. - Ela riu e me beijou.

- Eu realmente não sei, eu estou fascinado por você. Mas também sei que relacionamentos a distância são complicados, ainda mais comigo sendo quem sou. - abaixei cabeça e esperei que ela fosse embora, mas ela me beijou de novo.

- Se hoje for tudo o que temos, acho melhor aproveitarmos. - Então ela me beijou intensamente e foi me guiando até a cadeira de praia. Seus lábios tinham gosto doce de limão, por causa das caipirinhas. Ela me sentou na cadeira e se sentou em cima de mim e foi suficiente pra eu perder o controle, comecei a passar a mão por seu pescoço, descendo as até seus seios aonde eu consegui alguns suspiros dela, descendo mais até a sua bunda. 

- Vamos… - tentei articular, mas ela beijava intensamente meu pescoço. - Pro me quarto… tudo bem?- ela respirou fundo e acenou com a cabeça. Os poucos minutos do elevador ir da cobertura até o meu andar foram torturantes, tanto que assim que o senhor que estava com a gente desceu, (s/n) voltou para os meus braços, me beijando intensamente enquanto saíamos do elevador e íamos até o quarto. 

Quando finalmente abri a porta do quarto, senti que ela tinha retomado os sentidos, por que agora voltava a ficar vermelha e com uma cara adorável de culpa, fechei a porta atrás de mim e peguei ela no colo, a levando até a cama grande de casal. Se for para fazer, então façamos direito. 

- Só o que você quiser ok? - ela acenou com a cabeça, a coloquei na cama e pus meu corpo por cima - Você não é…? - ela negou rapidamente com a cabeça - Aaah, tudo bem, quando quiser que eu pare é só dizer.

- Harry - ela me interrompeu - Cala a boca e me beija logo. 

Com isso voltei a trilhar seu corpo com as minhas mãos enquanto nos beijamos. Explorando cada curva, tirei sua saia e a joguei para algum canto do quarto, e ela tirou sua própria blusa, ficando só de sutiã e um short muito pequeno, era uma visão maravilhosa. 

Sem que eu percebesse ela desceu sua mão até minha calça, abriu o zíper e colocou a mão em meu membro, arrancando de mim um gemido alto.

Ela tirou minha camiseta e eu a ajudei com a calça, não resisti a toca-la também, arrancando gemidos misturados com sussurros dizendo meu nome. Depois de um tempo assim, ela inverteu ficando por cima de mim, desceu seus beijos pela minha nuca passando pela minha barriga dando chupões que se tornariam ótimas lembranças. 

Voltou pra cima de mim depois de tirar o resto de nossas roupas, sentou em meu pau calmamente, arrancando um suspiro meu e dela mesma.

- Você é tão linda - suspirei enquanto ela subia e descia devagar - Ela apenas riu indo um pouco mais depressa, ficamos por mais um longo tempo assim. 

- Fica por cima. - ela ronronou. 

Invertemos nossos lugares, e continuamos a nos amar por mais algum tempo, até que eu não consegui mais me segurar. Despenquei ao seu lado na cama, a abraçando fortemente com um dos braços enquanto sua cabeça descansava no meu peito. Adormeci com ela fazendo carinho no meu peito.

**

Acordei com a luz do sol batendo no meu rosto, e depois de alguns segundos de insônia matinal, me lembrei da noite anterior e automaticamente, passei minha mão sobre a cama. 

Estava vazia. 

Meu sorriso se desfez, levantei rápido procurando por qualquer sinal que me mostrasse que a noite de ontem não foi um sonho, foi então que eu vi um pedaço de papel branco em cima da mesa de cabeceira, a escrita era redonda e bem grande. 

“Eu não gosto de despedidas, ainda, mas quando o que eu tenho que me despedir for algo tão maravilhoso quanto à noite de ontem, você é especial Harry, eu sei que é. Então, se ainda quiser me ver, quando acordar vá se despedir de mim no quiosque, eu vou adorar, se não quiser ir, eu vou entender, não precisa se preocupar, de mim, ninguém saberá o que houve essa noite.

P.S. Levei uma de suas camisetas como lembrança, espero que não fique bravo.”

Tomei um banho o mais rápido possível e só parei para perguntar aos meninos que horas era nosso vôo, eu tinha 40 minutos, eu só precisava beija-la mais uma vez. Só isso.

Fiz nosso motorista correr como um louco, e mesmo indo tão rápido, parecia que as ruas não acabariam mais, foi quando vi o quiosque, desci da vã e pedi para que Paul me esperasse. 

Ela estava de costas colocando alguns guardanapos no suporte e eu a abracei e beijei seu pescoço. Ela se virou assustada, quando viu que era eu abriu um enorme sorriso. 

- Por que fugiu? - foi tudo que consegui dizer.

- Eu não fugi! - seu olhar ficou triste e eu a abracei forte - Só não queria te forçar a nada. 

Depois de alguns minutos apenas a abraçando forte e a beijando, meu telefone começou a tocar, eram os meninos. No mesmo instante, Paul começou a buzinar, era minha deixa.

- Eu preciso ir. - a beijei por uma ultima vez intensamente - mas eu quero que saiba que podemos tentar. Ninguém nunca morreu em tentar. - Fiz a mesma coisa de ontem, coloquei meu celular em seu bolso, parecia ter sido há tanto tempo. Me virei e caminhei lentamente até o carro, eu escolhi, agora é a vez dela, acabei de demonstrar que eu confio.

Senti mãos na minha cintura, ela tinha corrido a trás de mim.

- Ninguém nunca morreu por tentar. - então ela me beijou. 

Sem dizer mais nada entrei no carro que seguiu em direção ao hotel, depois de contar tudo para os meninos, seguirmos para o aeroporto. Eu não sei explicar, a cada metro que nos distanciava eu senti meu coração se partir, mas ao mesmo tempo, me sentia esperançoso.

Continua?