john paras

Eu e meu querido marido, John, eramos casados há 46 anos. Todos os anos no dia dos namorados ele me enviava as mais lindas flores com um bilhete contendo cinco simples palavras: “Meu amor por você cresce. 4 filhos, 46 buquês de flores e uma vida inteira de amor era o legado de John para mim, quando ele faleceu há dois anos atrás. No meu primeiro dia dos namorados sem o John, dez meses depois que ele morreu, fiquei chocada quando recebi um lindo buquê de flores… como os que John me mandava. Irritada e com o coração partido, eu liguei para a loja de flores para dizer que eles tinham se enganado e mandado flores para o endereço errado, logo após eu falar isso o Floricultor me respondeu "Não madame, não foi engano. Antes de falecer, seu marido nos pediu para que nós garantissimo que você continuasse recebendo os buquês de flores no dia dos namorados por muitos anos.” Com o coração na mão, eu desliguei o telefone e fui ler o bilhete que estava no buquê de flores. No cartão dizia: “Meu amor por você é eterno.”
—  Desconhecido

Vali knew he looked rough around the edges. Hell he felt like he’d been through Hell. But then again he DID just die and come back to life. It would take some getting used to being a vampire. His tongue swirled around his fangs. These were pretty badass though. Walking up to John’s suite, he rapped on the door with his knuckles. He still hoped he wasn’t intruding. @master-john-jager

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_John Lennon, Paul McCartney, George Harrison, Ringo Starr and/e Rumi Hoshika; The Beatles; England/Inglaterra; London/Londres; Abbey Road; EMI Studios/Estúdios EMI; Interview for Music Life Magazine/Entrevista para a revista Music Life; June 15th 1965/15 de junho de 1965. 

4 Livros Para se Ler no Inverno.

São livros ótimos para ler em qualquer época, mas na minha opinião, é extremamente confortante ler um livro que condiz com a estação na qual você está vivendo, então separei algumas recomendações de livros para se ler nessa época que está chegando ^^

- “A menina que roubava livros” (Markus Susak)

A história desse livro é toda narrada pela personificação da morte. Por se passar no cenário da Alemanha Nazista, o livro muitas vezes capta a presença da felicidade em pequenas coisas, que estavam à altura das pessoas e era tão difícil naqueles tempos, como o fascínio de Liesel ao se deparar com uma enorme biblioteca, na qual sempre entrava escondido para apanhar alguns livros. O motivo da personagem fazer isso (no qual não irei revelar, por motivos de spoiler), mostra o qual grande pode ser o coração das pessoas, mesmo inseridos num ambiente de guerra.

Em vários momentos o livro é dramático, contando com várias cenas de angústias e tristezas, mas também revela-se muitas cenas de amor e compaixão, tão ausentes e necessitadas naquele tempo. É o tipo de livro que não possui apenas um único clímax, mas a todo instante é uma ansiedade diferente, que te faz cada vez mais querer mergulhar nessa história.

- “Uma curva no tempo” (Dani Atkins)

Esse é um daqueles livros para você ler e sofrer. Como o próprio título já sugere, é sobre uma espécie de “deslize no tempo” que ocorre na vida de Rachel, onde ela tem a oportunidade de viver uma vida com um rumo completamente diferente que a tomou, na qual ela enfrenta uma sequencia de desastres, desde o acidente que matou o seu melhor amigo e a deixou com sequelas, até a perda da sua mãe e a grave doença de seu pai.

Quando Rachel decide ir ao cemitério, numa noite de extremo frio, para visitar seu falecido amigo, ela tem uma crise de enxaqueca, e por conta do frio extremo, quase morre de hipotermia no cemitério, Por sorte, conseguem resgata-la e leva-la ao hospital, enquanto internada, é onde começa o tal “deslize no tempo”. Com nenhuma das tragédias tendo ocorrido em sua vida, nesse período, ela tem o gostinho de aproveitar a sua “vida perfeita”.

Ao que o leitor se da por satisfeito com todo esse “encanto”, enganando-se que por toda a narrativa seria um mar de rosas, o desfecho vem como uma pancada, algo, que pelo menos eu, não estava a esperar.

No resumo, este é um livro de fácil entendimento e extremamente rápido, não apenas por não ser muito extenso, mas também por ser uma leitura que te prende, fazendo você querer saber a continuação numa só passada.

- “Deixe a neve cair” (John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle)

É um livro de três autores distintos, onde possui três contos natalinos, cada um por um autor diferente, no qual se complementam entre si, apesar de narrarem história distintas. Também é um livro extremamente rápido e de linguajar compreensível, mas tenho que confessar que o conto escrito pelo John Green, para mim, foi o menos interessante.

São histórias com uma pontada típica de “livros teen”, onde possuí o adolescente com problemas, em sua grande maioria um término de relacionamento, mas que de alguma forma, conseguem tirar algo de bom dessa situação. São contos gostos de ler, é um livro para se distrair um pouco de assuntos mais “cabeça”, pois como disse, ele é um livro mais voltado ao público adolescente.

Em seu contexto geral é um livro, que de alguma forma, traz mensagens bonitas, além de serem narrados em um ambiente de inverno, que para mim, por si só já é extremamente aconchegante, fazendo eu me interessar ainda mais pelo conto narrado.

- “E se for você?” (Rebecca Donovan)

Esse foi um dos livros que eu li, e quando me dei conta já estava nos últimos capítulos. Narra uma história na qual várias vezes faz o leitor se perguntar: “Será?”

Em muitos pontos, o livro retrata situações que muitos de nós passamos ou ainda vamos passar, como perda de amigos queridos, amores não correspondidos, cobrança por parte da família, etc. É um drama, no qual o personagem Cal, encontra com Noely, uma garota que coincidentemente, era muito parecida com Nicole, na qual era apaixonado desde infância, mas não tem notícias há tempos. Apesar de ambas serem muitos parecidas, e terem até nomes semelhantes, o que as diferem, é a maneira de agir, que são completamente opostas. Mesmo assim, Cal levanta suspeitas de que se trata ou não da mesma pessoa.

No desenrolar da história, os personagens se relacionam romanticamente, e entre as instabilidades emocionais da garota, vai se descobrindo várias situações passadas de Cal, e se aprofundando cada vez mais na narrativa.

O livro se passa em duas ordens cronológicas, a versão narrada por Cal no presente, e a versão de acontecimentos passados, na infância, narrado por ele e três de seus amigos, incluindo Nicole, o que ajuda melhor a entender o porquê dos acontecimentos futuros serem como são, além de auxiliar o leitor a desvendar se Nicole e Noely são a mesma garota.

O desfecho do livro, ao meu entender, foi algo para se refletir, se tudo o que fazemos, se todas as cobranças, se tudo o que abrimos mãos e deixamos para trás, foi benéfica para nós, ou se, de alguma forma, foi apenas buscando aprovação e reconhecimento de alguém e os impactos que isso pode nos causar.

Cómo lidia Sony con los fandoms (traducción al español)

¡Hola! Esta es una traducción que hice del texto de tryin2bsensible.

Sin más, los dejo con el post.


He asistido a una conferencia internacional interna de relaciones públicas organizada por uno de mis clientes esta semana y casi me caigo de la silla cuando uno de los oradores invitados era una MUY importante persona de Sony Music Entertainment. Vamos a llamarlo John. No voy a revelar su oficio y verdadero nombre porque no quiero revelar dónde me encontraba, pero basado en su título definitivamente sabe de lo que está hablando y tiene un montón de experiencia en la industria. 

Su discurso fue en su mayoría sobre cómo interactuar con una variedad de diferentes públicos objetivos. Por supuesto que una de las primeras diapositivas que mostró fue una foto de 1D interactuando con fans, lo que se supone que conduciría a mostrar que hay algunas audiencias que son más apasionadas sobre una marca que otras. Mencionó entonces que ha trabajado con 1D en sus álbumes dejándome un poco pasmada. 

Porque soy embarazosa, grabé partes de su discurso en mi teléfono y escribí las cosas más importantes para compartir algunas ideas interesantes que él dio sobre cómo Sony maneja las audiencias de sus artistas, manejan las acciones de las redes sociales de sus artistas y tratan con el hecho de que al final del día ellos siempre necesitan que la gente compre música. 

¿CÓMO SONY ENTIENDE Y MONITORÉA AUDIENCIAS (como fandoms, por ejemplo)?

Según John, ellos tienen su propia herramienta digital basada en datos que los ayuda a identificar y manejar diferentes grupos específicos para un artista (todavía no está perfeccionada pero ha sido introducida en un montón de países, ¿creo que dijo 50?) y ver dónde podrían haber conexiones con otros artistas, quiénes son los influyentes, cuáles son los grupos específicos o en qué estarán interesados e identificar oportunidades de colaboración. 

Los grupos objetivos se dividen en cuatro categorías: fanáticos, entusiastas, casuales, indiferentes. Estos segmentos son desglosados en grupos incluso más pequeños definidos por edad, preferencia musical, género y país. Descubrieron que mientras más viejos te haces, será menos probable que seas un fanático o entusiasta. 

¿Cómo Sony encuentra esto? Bueno, encuestan a audiencias de música de cada edad en una manera que cubre representantes nacionales o representan una de las principales ciudades. La gente ha compartido sus gustos musicales, hábitos de consumo, estilo de vida, hábitos en las redes, etc. Sony reunió toda esa información, analizó los conocimientos y creó su propia herramienta de entendimiento de audiencias. 

De acuerdo a John, de esa manera todos en Sony tienen acceso a un mapa interactivo del mundo de Sony que investiga segmentaciones y audiencias para cada artista mientras se pueda buscar en un número de diferentes formas. La herramienta saca esto de datos reales, pero también añaden a eso “con cosas como analíticas de plataformas como Spotify donde podemos reunir mucha información sobre los comportamientos de los usuarios y hacer referencia a eso contra las cosas que hacemos.”

CÓMO ESTRATÉGICAMENTE CONSTRUYE SONY HISTORIAS DE RP

John dio el ejemplo de Snoop Doggy Dog quien lanzó un nuevo álbum (¿canción? no lo sé) por ese entonces: “hubo un debate de una semana en el Parlamento sobre la legalización de la marihuana, así que simplemente aprovechamos esta conversación e hicimos un montón de marketing social sobre Snoop con sus papelinas y porros… así que quizás eso es de mal gusto, los dejaré juzgar eso por ustedes mismos. Sin embargo, el punto es que también estás comercializando en un contexto cultural más amplio. [Necesitas] comprender cómo funciona y cuándo puedes tener una conversación que es constante y no falsa, la autenticidad es importante.” 

“La manera en la que puedes lograr que la gente se conecte es: tienes un montón de cosas que quieres decir. Empieza asumiendo que a la gente en realidad le importa una mierda el 95 por ciento de eso. Y entonces ve cuáles son las partes que pueden coincidir. Aquí es donde la comprensión de la audiencia realmente empieza a destacarse. Nos obliga a pensar antes de ejecutar. La búsqueda por la conexión es de vital importancia.”

¿Por qué la gente se conecta con una marca/banda, sin embargo? John piensa que esta es una de las preguntas más infrautilizadas cuando se planea una aproximación. ¿Por qué es que hacen cosas específicas? Él dio un ejemplo: “normalmente llevaríamos un disco a la radio porque siempre creemos que la radio es lo que hace que se conozca un disco. Pero si mi audiencia principal, mi fase inicial - la gente que le dará a la banda su primer despegue - está en Spotify, ¿¿qué estoy haciendo en la radio??” 

EL COMPROMISO CON EL ARTISTA ES LA CLAVE

“La cosa es que no empiezas con una conversación sobre el producto. El consumo del producto es el punto final de un viaje donde construyes un compromiso y un fan. Así que, de nuevo, para nosotros eso significa que cuando nos sentamos y planeamos sobre nuestro próximo álbum de Robbie Williams, empezamos con ‘¿cómo amplificaremos el compromiso con Robbie Williams?’ porque eso nos venderá álbumes. No ‘okay, lo lanzaremos en una semana en Noviembre, en ocho semanas a la venta necesitamos estar aquí, aquí y aquí.’ Así que no haremos lanzamientos de productos a menos que [sea conveniente para el objetivo demográfico]. Tenemos que construir una tensión y un compromiso alrededor de un artista.

SOBRE LOS CANALES DE REDES SOCIALES DE SUS ARTISTAS

“Manejamos la mayorías de los canales de redes sociales de nuestros artistas o al menos sus páginas oficiales, así que estamos involucrados en todas esas conversaciones.

Impactante, lo sé.

Basado en la situación a la que nos enfrentamos en este fandom, con esta banda, siéntense libres de sacar sus propias conclusiones sobre lo que esta información significa. 

AQUÍ ESTÁN MIS HECHOS CLAVE:

  1. No son para nada novedades, pero la existencia de su propia herramienta de entendimiento de audiencias lo confirma: el fandom de 1D está siendo monitoreado, segmentado y analizado. Las estrategias de Sony están estrechamente atadas a ese hecho. Colaboraciones o interacciones del artista como Louis/James Arthur o One Direction/Little Mix son probablemente el resultado de un análisis basado en datos de qué grupos de fans son similares y cuáles son más probables de ser receptivos hacia ese particular artista también. 
  2. Nuevamente no es novedad, pero el ejemplo de Snoop Doggy Dog muestra que hay estrategias detrás de incluso las fotos más random. A menudo, la colocación de fotos específicas o historias sirven a un propósito más amplio. Hola pap walks, hola babygate, hola Twitter de Louis, hola Liam siendo visiblemente vinculado al público de LA del cantante/compositor cool antes de que su primer álbum sea lanzado. 
  3. La decisión de no promocionar la canción de Louis podría muy bien haber sido el resultado lógico del team preguntándose a sí mismos la pregunta “¿por qué?”: ¿por qué deberíamos promocionar su canción con gran esfuerzo cuando SABEMOS que sus propios fans lo harán apasionadamente, especialmente si piensan que no nos importa una mierda? ¿Por qué no jugar ese juego para hacer que ellos lo promocionen de la manera más ardua que puedan?” ¿¿Por qué, en efecto??
  4. One Direction es un gran negocio para Sony. John hablaba acerca de un montón de bandas durante su discurso pero cuando hablaba sobre actos importantes, siempre listaba a One Direction entre ellos (junto a joyas como Beyonce, David Bowie, Adele). Él los mencionó al menos 5-6 veces en un discurso de 60 minutos. Realmente no tenía que hacerlo porque la audiencia no era de ninguna manera un público objetivo. Así que sí, claramente han sido y son un muy gran negocio para ellos. 
  5. ¿La parte sobre las redes sociales? Bueno :))))))

Ayu, x

_John Lennon and/e Yoko Ono; Japan/Japão; Tokyo/Tóquio; Imperial Hotel; Interview for Music Life Magazine/Entrevista para a Revista Music Life; January 25th 1971/25 de janeiro de 1971.

_Source/Fonte: “Do you have any BEATLES photos I’ve never seen before?”/Music Corner/ Steve Hoffman Music Forums.

Los signos como películas románticas, cursis, asquerosas, empalagosas, que jamás me van a pasar. 🙄

Aries:Mi primer amor.
Tauro:Little Manhattan.
Géminis:Un paseo para recordar
Cancer:Love, Rosie.
Leo:La propuesta.
Virgo:Si decido quedarme.
Libra:Querido John.
Escorpio:Un paseo para recordar.
Sagitario:6 years.
Capricornio:500 días con ella.
Acuario:Forest Gump.
Piscis:Cartas a Julieta.

Si alguien me quiere recomendar más películas cursis para que llore, se los agradecería mucho. 😋
-NVRMIND. ✖️

Mas você acaba voltando pra mim e eu voltando pra você. É como se tivéssemos um imã. Um polo positivo atraído por um negativo. É a física. Até a natureza conspira ao nosso favor.
—  Querido John 💑

🌼 LAS BRUTTAS TRÁS PARA VOCÊS, O NOVO GAME “DICAS DE LIVROS”
PARA PARTICIPAR:
- Esteja seguindo: @lasbruttas
- Mande na nossa ask: Thata você vai amar + indicação do livro + #suatag

- Reblogue este post para maior divulgação. 🌼 OBS: Os livros que EU gostar vão ganhar autorias reblogadas!!!!

TODOS OS PASSOS SÃO OBRIGATÓRIOS, REBLOGUE VÁLIDO ATÉ DIA 26/03

🌼 Para vocês que AMAM ler, e assim como eu, sempre está colocando um livro a mais na lista.. Aqui vai alguns que já li e SUPER RECOMENDO:

- Não se apega não / não se ilude não
- A culpa é das estrelas
- A última música
- Se eu ficar
- Saga crepúsculo
- Eu estive aqui
- Querido john
- Canção para Jack
- Série Cretino irresistível
- Série toda sua
- Entre o agora e o nunca/ entre o agora e o sempre
- Série A seleção
- Série paixão sem limites
- Meu Romeu/ Minha Julieta
- Série AFTER
- Belo desastre
- O acordo