johanna n

Stable Boy

Eric x Reader


“You can’t expect us to get along with them, they don’t want peace.” You hissed at Johanna who sighed.

“(Y/N), please, things are delicate enough as they are, just be polite to him.” She begged, greeting Max as she motioned for you to join Eric.

“We’ll try and be quick.” She promised before jerking your head towards Eric who was walking around the stables.

“You know they’re horses, the wont attack.” You tutted and pointed to his gun.

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[x

Y/N: *seeing Johanna smirking after the other tribute leaves* Not a smart move on my part. I ought to have saved the fighting for the arena, huh?

Johanna: No, he deserved it. You shouldn’t have let him get away. He threatened you. Make him pay for it.

REQUESTS ARE OPEN!

One Shot - Harry Styles

Originally posted by harcld

-Aquele menino é o seu tipo, (s/n). - Johanna, minha amiga ddisse, e Nicki concordou.

-É, ele é bem bonito. - Observei-o da cabeça aos pés, sorrindo ao perceber suas covinhas profundas. - Porém, está no primeiro ano. Nunca vou conseguir arranjar um motivo pra chegar nele. - Afirmei desanimada, e elas reviraram os olhos.

-O Louis deve conhecê-lo, afinal, estão na mesma turma. - Nicki referiu-se ao garoto que havia estudado conosco anteriormente, mas reprovara no ano passado. Concordei.

-Ele tem cara de quem tem nome comum. William, George…- Cogitei, e ambas riram de minhas hipóteses. - Louis! - Gritei, assim que vi-o. Ele olhou em minha direção, dando um sorriso e caminhando em nossa direção em seguida.

-Oi, meninas. - Disse simpático. - Pode falar, (s/a).

-Você está na sala daquele menino? - Apontei para o garoto misterioso, e meu amigo assentiu. - Sabe o nome dele?

-É Harry. Por que? - Fez uma cara maliciosa, e eu ri.

-Só pra saber mesmo. Obrigada.

-Uhum. - Falou ironicamente.

A partir daquele dia, o menino bonito, agora identificado como Harry, virou alvo de meus olhares durante o horário do intervalo, enquanto ele jogava toquinho de vôlei com seus amigos. De vez em quando, eu até entrava na rodinha, apenas para ficar perto dele, mas nunca tinha coragem de falar nem ao menos um simples “oi”.

-Você tem que tomar alguma atitude, (s/n). - Johanna disse, cansada de meu amor continuar platônico. A verdade era que eu havia ouvido falar que ele era um pouco idiota, o que tirou minha vontade de conhecê-lo melhor, mas não diminuiu minha quedinha. Havia ficado muito tempo sem sentir isso por alguém, então não queria estragar o sentimento trocando a ilusão pela realidade.

-Você sabe que isso nunca vai acontecer. Além do mais, olha só pra ele. Isso - apontei para o garoto - nunca vai olhar para isto - mudei a direção de meu dedo para mim, ouvindo-as bufar.

[…]

-O que aconteceu ali? - Interrompi o assunto de minhas amigas assim que vi o grupo de amigos de Harry ao seu redor. O mesmo se encontrava bastante pálido, e seus olhos estavam fechando. Sem aguardar a resposta, corri em sua direção, vendo-o desmaiar.

-Alguém chama a enfermeira. - Um dos garotos, que eu sabia que se chamava Zayn, pediu.

-Ele desmaiou? - Cheguei ao lado deles. O dono das covinhas que eu mais admirava todos os dias estava sentado num banco espaçoso, mas agora com os olhos totalmente fechados. Zayn fez qe sim com a cabeça, nervoso. - Deita ele e ergure as pernas.

-O que? - Todos me olharam de maneira estranha, inclusive minhas amigas, que agora estavam no mesmo ambiente. Ficaram me encarando ao invés de fazer o que eu havia pedido, então decidi tomar as providências, bufando com a lentidão alheia.

Deitei-o devagar, tomando cuidado para que ele não batesse a cabeça. Em seguida, segurei suas canelas, erguendo seu pé numa altura boa. Havia aprendido isso em um curso de primeiros-socorros que havia ido, já que pretendia ser médica.

-Tem certeza do que está fazendo? - Outro garoto, que eu não conhecia, perguntou, e eu assenti com a cabeça.

-Qual o nome dele? - Perguntei para seus amigos. Embora soubesse, seria estranho eu chamar o nome do garoto sem nunca ter conversado com ele, então preferi me fazer de desentendida.

-Harry. - Alguém respondeu.

-Harry. - Chamei-o, dando leves tapinhas em seu rosto. Aos poucos, pude ver seus olhos abrindo e sua cor voltando, e eu sorri de maneira meiga para ele.

-Eu não… - Começou a falar, tentando ficar sentado, mas sua fraqueza fez com que ele deitasse novamente.

-Deixa que eu assumo a partir daqui. - A enfermeira pediu, segurando os pés do garoto no meu lugar. - Obrigada, mocinha.

-De nada. -Sorri, me afastando aos poucos, indo de encontro com as minhas amigas.

-Isso sim é atitude. - Nicki disse, e eu revirei os olhos, mas acabei dando risada.

Durante o restante do dia, só conseguia pensar naquela cena. Teria feito isso com qualquer pessoa, mas o fato de eu ter ajudado-o me deu uma paz interior enorme.

[…]

-Fala sério, o Johnny Depp é muito mais gato do que o Leonardo Dicaprio. - Nicki falou, e eu concordei.

-Falando em gato… - Johanna disse baixo, me cutucando. Quando olhei para frente, Harry vinha em nossa direção.

-Ele está vindo aqui? O que eu faço? Gente tem uma coisa na mão dele, tomara que ele não esteja vindo, sério, que ele não esteja vindo, que ele não esteja vindo…

-Oi. - Disse o lindo garoto para mim.

-Oi. - Ri timidamente.

-É (s/n), certo?

-Isso.

-Muito obrigado por ter me ajudado ontem. Foi incrível de sua parte. - Assenti lentamente.

-Não foi nada demais. - Sorri.

-Pra mim foi. De qualquer forma, comprei isso pra você. - Esticou a mão, que segurava uma rosa vermelha. Senti meu rosto esquentar, provavelmente ficando da cor da flor.

-Não era necessário, mas… - Peguei o presente delicadamente. - Muito obrigada. - Sorriu, quase me fazendo derreter com a visão tão próxima de suas covinhas. Ele foi indo de costas para os seus amigos, mas virou a cabeça rapidamente para me olhar.

-Ah, (s/n). - Disse, e eu olhei-o. - Alguém me passou o seu numéro, tudo bem se eu te chamar?

-Ah… Não, tudo bem, sem problemas, é… Pode me chamar. - Ri de nervosismo, e ele continuou a caminhar.

A partir daquilo, eu percebi que não se pode acreditar no que os outros dizem, e que nós devemos acreditar no amor - e, se não der certo, continuar tentando.

xx, giu.