joaoratinho

Quando te sentes que estás sozinho

Dentro deste mundo cruel

Os teus instintos dizem para correr

Ouve o teu coração

(Aquelas vozes angelicais)

Eles vão cantar para ti / Eles vão ser o teu guia de volta para casa

 

Quando a vida nos deixa cegos

Amor nos mantém gentis

(Nos mantém gentis)

 

Quando já sofreste o suficiente

E o teu espírito está partindo

 O teu desespero aumenta por causa da luta,

Lembra-te que tu és amado e que sempre vai ser

Essa melodia vai lhe trazer de volta pra casa

 

Quando a vida nos deixa cegos

O amor, nos mantém gentis

 

 

Joao Pereira (Ratinho)

Mum said money change a situation

Big said it increase the complication

Kane said “don’t step, I ain’t the one”

Chuck said that uzi weigh a motherfuckin’ ton 

And I’m just a student of the game that they taught me

 I’m awfully underrated but came here to correct it 


Joao Pereira (Ratinho) 

Choros Humanos

External image
Todas as pessoas tem pontos fracos, uns conseguem desmonstrar-los enquanto outras pessoas conseguem abafalos com sorrisos ou gargalhadas que aparentam serem verdadeiras, mas por dentro são falsos…

Eu sou uma dessas pessoas…

A dias para cá por vários motivos  não encontro sorrisos dentro de mim, 2012 está a ser bastante injusto!

Os Homens não choram….

Enganam-se os Homens como eu todos choram, uns por fora outros por dentro… Eu já chorei muito para fora mas preocupava quem estava a minha volta quem gostava de mim, mas o que eu odiava mesmo é que me pergunta-sem: “Ei! Está tudo bem?!”, agora aprendi… A chorar para dentro assim não preocupava ninguem e ficava no meu canto sozinho…

Mas a dias que eu não consigo aguentar tanto tempo a chorar por dentro.

Sabem…

Já chorei por muita coisa…

  • Chorei por ser inútil…
  • Chorei por fazer-me mal e magoar os outros mesmo não querendo…
  • Chorei por ti…
  • Chorei a achar que estava a fazer o bem, mas afinal era o contrário…
  • Chorei por os meus defeitos e filmes que crio façam magoar os outros…

Enfim…

Chorei…

 SIMPLESMENTE NÃO ANDO BEM E COM O HABITUAL SORRISO

I’m swimming in the smoke

We held our breath when the clouds began to form

Joao Pereira (Ratinho)

Wisdom, Justice, And Love

❝ Eu venho a esta magnífica casa de culto hoje à noite, porque minha consciência não me deixa outra escolha… Uma verdadeira revolução de valores lançará mão na ordem do mundo e dizer: “GUERRA!”, esta forma de resolver as diferenças não é justo.

Queimar seres humanos com lança-chamas, de encher os lares da nossa nação com órfãos e viúvas deixar os sem abrigos na rua, de injectar drogas venenosas de ódio nas veias de pessoas normalmente humanas, de enviar homens para casa de campo de batalha escuro e sangrento fisicamente deficientes e psicologicamente perturbados, não pode ser conciliado com sabedoria, justiça e amor…❞

 -Martin Luther King Jr.   

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Joao Pereira (Ratinho) 

Tempo já é utilizado como mudança!‏

- Tempo?

- O que é o Tempo?

R:A noção em senso comum de tempo é inerente ao ser humano, visto que todos somos, em princípio, capazes de reconhecer e ordenar a ocorrência dos eventos percebidos pelos nossos sentidos.

- Tempo? È um período…

- Tempo? É “algo” como o espaço entre um ponto e outro (ponto)…

- Tempo? Já é utilizado como desculpa…

- Tempo? É mudança… Ora… Agora pensemos…

- Tempo já utilizado como desculpa para a mudança, que por sua vez está dentro de um período entre algo que usa como pretexto o “espaço”. Bate certo não é?

- Tempo é algo que cada um de nós precisa, tempo é usado para a mentira…

 

-> Estas palavras não são indireta para ninguém. O único objetivo é chegar ao vosso cérebro e pensarem, que “utilizam” “coisas inofensivas” para se “protegerem”.

Tempo é…

Tempo é…

T….I…..C 

……T….A….C

______________________________________________________________ Joao Pereira (Ratinho)
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Lugar certo?

Ultimamente….

Não sei…

Não encontro lugar certo para estar, para desfrutar, há quem diga que preciso de mudar de ares, talvez sim… Talvez não…

As vezes sinto que estou a ocupar um lugar do qual não deveria estar…

Estarei a ficar paranóico?

Estarei a exagerar?

Pois não sei…

Só sei que não encontro lugar certo para estar…

______________________________________________________________ Joao Pereira (Ratinho)
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Tristeza do choro

(Música escrita para uma AMIGA, Ly@)

Posso sofrer, posso chorar…

Posso te ver e não ter forças para te chamar…

Sinto o vazio…

Quando passas por mim sinto-me nu e frio


Tu estás no centro…

Bem cá dentro

 

Tive a noção

Que passei a ser opção

Não te queria perder

Mas não tive a noção


Mesmo não querer…
Estou a sofrer…

Sinto falta de ti…

Quero repetir: “preciso de ti”

Não aguento mais

Quero-te aqui

Perto de mim

 

Choro a escrever…

Choro por não te ter…

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Joao Pereira (Ratinho)

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Mistérios em Birmingham Capítulo I - Assalto ao banco

O vento frio soprava e a paisagem estava coberta de neve. Quando olhava para o horizonte, a paisagem parecia-me estar pintada de branco. Este inverno estava mesmo muito frio. Tudo parecia muito calmo, até que recebi notícias de um caso numa cidade vizinha, e pronto - tive que me preparar para esta jornada para que pudesse descobrir os acontecimentos por trás do acontecido. Uma vez fora de casa, eu dirigia-me para a cidade de Birmingham, local onde ocorreu o incidente. Eu sentia-me ansioso, porque nunca tinha investigado um caso de assalto ao banco, conseguia sentir que teria muitos mistérios para resolver e que havia algo de muito errado. Enquanto caminhava em direção ao banco, cruzei-me com uma pessoa que me olhou de canto, com um olhar muito estranho. Enfim, ele desapareceu no meio da multidão. Quando cheguei no banco, conheci outros três investigadores que já lá estavam para investigar o mesmo caso, conversamos e inicíamos o nosso trabalho - a investigação. O assalto foi muito bem planeado, no dia que ocorreu o assalto, e na hora do assalto havia pouca gente. O assaltante certamente escolheu o dia certo para o fazer, como se já soubesse de tudo… talvez já conhecesse muito bem este banco. Não pude parar de pensar na pessoa que vi na rua, com aquele olhar estranho. Parecia-me ser suspëito, ou será a minha imaginação? Um cidadão presenciou o assalto, vá até lá e procure saber mais.

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Continuação do Capítulo I: Analisei bem para a cena do crime, o assaltante conseguiu abrir dois cofres, porém deixou um último cofre por abrir, será que não teve tempo de o fazer? Ou houve outro factor que o impediu? O assaltante conseguiu roubar 200 mil milhões de euros. Pedi o depoimento do único cidadão que estava presente.

Ele disse:

- “Quando o assaltante começou a correr para fugir, ele deixou cair um livro e umas correspondências, no chão.

-Mas, ele se apercebeu e retrocedou para recolher o que deixou cair.

- “A capa do livro era vermelha, e o título… só consegui ler uma parte, infelizmente. Consegui ler somente a palavra organização, o braço dele tapava a outra parte do título.

Após ter conhecimento do depoimento, parei por alguns minutos para refletir, fiz várias questões a mim mesmo, mas não conseguia responder a nenhuma delas. A situação de fato, estava complicada para mim. Organização? Mas que organização seria? Livro? Que mistério… quem levaria um livro durante um assalto? Continuei a refletir, até que tive a ideia de ir até a Biblioteca de Birmingham, para que conseguisse encontrar as respostas das minhas questões.

A caminho da biblioteca, começou a nevar intensamente. Quando lá cheguei, iniciei a minha pesquisa nas estantes, porém sem nenhum resultado, até que me deparei com umas correspondências no chão no outro lado da biblioteca. Tinha uma mensagem escrita, com uma letra não muito legível: Procure o livro correto em uma das estantes. Uma pista? Será que ele fez de propósito? Depois de ter lido, voltei a procurar nas estantes qualquer pista que me ajudasse a avançar no mistério, e foi então que vi um livro vermelho no canto esquerdo da estante, bem escondido. O livro tinha uma aparência velha, estava cheia de poeira e as algumas folhas estavam rasgadas. A última página do livro escondia uma mensagem secreta em forma de códigos. Levei o livro comigo para que pudesse decifrar a mensagem com calma, em casa e com um ambiente apropriado. Acendi a lareira, sentei-me no sofá com uma chávena de café ao lado e comecei a decifrar pouco a pouco a mensagem secreta que o livro escondia. Demorei algumas horas, sim. Mas, com calma consegui decifrar, afinal era um nome. Quem será o Paul Buster? Levantei-me do sofá e fui até ao meu quarto, para pesquisar sobre o Paul Buster na internet. Consegui encontrar o perfil dele e vi que ele deixou umas mensagens um dia antes do acontecimento: “Ah, a tarde com o meu melhor amigo foi muito divertida, porém ele me parecia estar triste por algum motivo, ele não quis me dizer nada…” “Mas o olhar dele… penso que escondia algo…” “Ele nem sequer quis beber a sua bebida preferida - milkshake” “O nosso local preferido é o bar” Desliguei o compütador depois de ler essas mensagens e olhei pela janela como estava o tempo, pois estava com intenções de ir ao bar perguntar algo que me pudesse ajudar, ao barman. Era uma noite de lua cheia, céu sem nuvens e cheio de estrelas. Entrei no bar e cumprimentei o Yuri Farron (barman), ele então, disse-me:

- “Na cidade só se ouve falar sobre o assalto, o que será que aconteceu?

- “Enfim… deseja beber algo?

Eu respondi-lhe:

- “Sim, desejo um milkshake se faz favor.

O Yuri Farron entregou-me o milkshake e sussurrou: - “Você parece estar preocupado com algo, entre e consulte a lista de frequentantes.

Decidi aproveitar a oportunidade dada pelo Yuri Farron e vi a lista de frequentantes, com muito cuidado para que não me fugisse nenhuma informação. Através de mais investigações, descobri que John Keaton era o melhor amigo de Paul Buster e que ambos eram frequentantes do bar, e era o John Keaton que estava triste no dia que foi com o Paul Buster. Mas não quis explicar o motivo ao Paul, qual terá sido o motivo? Na manhã do outro dia, fui até a casa de John Keaton, consegui descobrir o endereço dele e também tinha encontrado as chaves da casa, como ninguém estava em casa, decidi entrar para investigar. A casa estava toda desarrumada, o piano estava partido, e outras mobílias estavam partidas, como se tivesse havido alguma luta. Olhei para todos os cantos da casa, depois fui até a casa de banho e encontrei um bilhete escondido. Fiquei em choque com a mensagem: “Pai, não sei o que fazer, estou em pânico! Um grupo invadiu a nossa casa e só ouço gritos! Por favor, ajuda-nos. Eles prenderam a mãe e colocaram um livro na estante… Socorro…pai! Ass: Michael Keaton”.

Fui imediatamente até a sala para ver se o livro continuava na estante, e foi então que encontrei um livro de capa vermelha com o título… Organização Criminosa. Antes de abrir o livro, pensei: “Não tinha sido um livro vermelho que o assaltante deixou cair durante o assalto com o título organização…sim foi, então estou na casa do assaltante. Ele deve ter voltado a casa para guardar o livro, depois do assalto.” A informação que estava no livro era assustadora - o plano do assalto ao banco estava escrito nesse livro e no fim da página tinha uma ameaça ao John Keaton, que deveria obedecer as ordens ou a família morreria. Não conseguia acreditar, como conseguiram ser tão crúeis com a família Keaton …Um homem manipulado por uma organização criminosa…

Continua


______________________________________________________________ Joao Pereira (Ratinho)
  • Todos os direitos reservados
  • Texto transcrito com autorização do autor, como a sua modificação de alguns excertos (acrescentados por mim), foram autorizados.
Deserve

I’m swimming in the smoke
Of bridges I have burned
So don’t apologize 

I’m losing what I don’t deserve 
What I don’t deserve 

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Joao Pereira (Ratinho)