jeans couro

anonymous asked:

reação do bts caso você vestisse usando a roupa que eles adoram (qual seria a roupa ideal de cada? descreve aí moça o/)

Jin: Jin prefere meninas com o famoso cute type. Cabelo grande com um grande suéter com skinny jeans e sapato de couro e pra finalizar, acessórios.

Suga: Suga gosta de garotas que possam vestir qualquer tipo de roupa e ficar bem nestas.Ele gosta de roupas casuais.Uma jaqueta preta uma touca de trico, camiseta branca e tênis air jordan 11

J-Hope: J-Hope gosta de vestidos femininos mas ele odeia salto alto, ele não gosta de roupas muito chiques, prefere mais o estilo verão. Nike air jordan com legging preta também é de sua preferência

Rap Monster: Rap Monster gosta de grandes cabelos lisos e preto. Camiseta branca, short jeans e all star vermelho

 Jimin: Jimin gosta do estilo fofo e fresco. Ele gosta de cabelos com coques soltos ou pequenos e ondulados. Calça jeans ou shorts de cintura alta e saltos baixos.

V:V gosta de meninas que se vistam como ele, uma camisa branca ou cinza está ótimo pra seu gosto. Ele gosta também de moletons com grandes capuzes, skinny jeans ou saia, sapato branco ou all star vermelho 

Jungkook: Jungkook gosta de grandes blusas com shorts, de cor ele tende preferir tudo preto e tênis 

postarei a reação logo logo 

Capítulo 6

Ps: Capítulo com conteúdo impróprio. 

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“- Creio que não vai me cobrar sobre onde eu estava essa noite, sim? – Zayn abriu os braços como se estivesse se rendendo. Quem dera se fosse tão rápido assim…

- Você conta quando quiser.

- Ótimo. – Sorriu de lado e caminhou em minha direção. – Sabe… Eu me lembrei de uma coisa hoje. – Falou afastando meu cabelo do rosto e em seguida descendo a ponta do dedo pelo meu pescoço e colo.

- Do quê? – Perguntei sem conseguir acompanhar seus movimentos, apenas olhando em seus olhos.- De que desde que eu fui preso que nós não… – Sorri do mesmo modo que ele e o interrompi com um beijo afobado.

- Já entendi.”

                                                                                         - x -

Vi Zayn afastar-se de mim para trancar a porta com rapidez e retornar já sem camisa, esta que foi retirada pelo caminho. Fui puxada com força pela cintura e recebi um beijo tão agressivo que em seguida senti minha boca dormente.

- Sentiu falta? – Juntou meus cabelos em uma mão só e os puxou pra trás. – Sim, eu sei que sentiu. – Riu e mordeu meu pescoço aliviando a dor com a língua logo depois.

- Z-zayn, eu…

- Eu sei o que você quer, amor. – Com a habilidade que só ele tinha, me vi ser imprensada entre ele e a parede em segundos.

Meu marido continuou com a sessão de mordidas e passadas de língua pelo meu pescoço até que subiu os chupões pela minha garganta chegando ao queixo. Lá ele deixou um chupão mais forte seguido de uma mordida. Deuses! Com certeza eu sairia toda marcada.

Tentei tocá-lo, mas foi em vão. Uma mão de Zayn estava me prendendo pelo braço na parede e o que estava livre ele agarrou assim que eu mexi. Seu joelho direito estava entre minhas pernas me estimulando da maneira que eu mais odiava porque quanto mais eu me mexesse nada parecia fazer efeito, nada sequer aliava um pouco da excitação. Eu já gemia de frustação e ele ria divertindo-se.

- Eu sei, eu sei… Você odeia, não é? – Riu fraco e me olhou. – E é justamente por isso que eu estou fazendo. – Mordeu meu lábio inferior e soltou meus braços para rasgar a minha blusa e puxar meu sutiã com força. Logo voltou a segurar meus braços, com mais força dessa vez. – O que eu falei sobre deixar os braços no lugar? – Arqueou a sobrancelha e eu engoli em seco. – Dessa vez vai passar, amor. – Sorriu de canto e me beijou novamente de maneira agressiva.

Zayn tinha todo esse jeito mandão e dono do mundo não só na frente dos outros, mas em quatro paredes também. Ele gosta de sexo num estilo mais selvagem e eu confesso que no começo eu demorei pra me adaptar, mas depois que me acostumei não sei mais o que é transar sem ver uns dez chupões no pescoço no dia seguinte.

Do mesmo modo que eu fui jogada contra a parede, eu me vi com o rosto colado nela. Zayn havia soltado meus braços de vez e agora mordia minha nuca enquanto retirava meu short comigo estando de costas mesmo. Acredito que ele tenha tirado a calça, pois senti um pano macio na minha bunda que em nada se assemelha a um jeans. Não pude deixar de gemer e tentar aumentar o contato. Zayn afastava-se e depois me imprensava ainda mais com o seu corpo me proporcionando uma sensação maravilhosa ao sentir o seu membro em minha bunda.

- Agora está gostando, não é? – Perguntou mordendo minha orelha. – Te garanto que vai gostar mais ainda. – Puxou meu cabelo novamente e lambeu o local perto do meu ouvido. Gemi escandalosamente. Que vergonha! Acredito que tudo era efeito do tempo sem transar.

Meu marido puxou a parte lateral da minha calcinha e depois a soltou causando um pouco de dor que logo foi esquecida quando ele roçou seu membro em minha bunda novamente. Repetiu essa ação mais algumas vezes até que num puxão rasgou a calcinha e passou o dedo indicador pela minha entrada rindo logo após.

- É por isso que te amo. – Ouvi um barulho. Zayn havia chupado o dedo. O calor estava tão grande que me fazia pensar que eu estava muito próxima do Sol.

Sem mais demora Zayn me preencheu sem delicadeza alguma, do jeito que eu estava acostumada e gostava, porém não mais que ele. O ritmo era o mesmo de sempre e aquilo me deixava ainda mais louca. Eu tentava buscar apoio naquela parede, mas via apenas minhas mãos se entortando e minhas unhas arrancando um pouco da pintura.

- Me deixa ver essas marcas… – Falou virando-me e sorriu. Logo pude ouvir seu gemido alto e bem próximo ao meu ouvido quando me penetrou novamente. Zayn era o tipo de cara que não se permitia gemer muito e por isso tomou um de meus seios em sua boca creio eu que na intenção de abafar seus gemidos.

Zayn puxou minhas pernas para que ficassem na sua cintura e para me dar apoio. Segurei em seus ombros e cravei minhas unhas neles quando senti suas estocadas mais fortes e profundas. O que me pareceu minutos depois, senti Zayn estremecer e segurar com mais força em minha bunda. Logo foi a minha vez de gemer e pender a cabeça pra trás bagunçando ainda mais o cabelo, por essas horas eu já deveria estar parecendo a mulher das cavernas.

- Esse foi o melhor sexo de boas vindas que alguém poderia ter. – Zayn disse ofegante enquanto beijava meu pescoço, certamente onde havia os seus chupões.

[…]

- Bom dia! – sorri encarando meus filhos. Joe estava quase cochilando enquanto sua cabeça pendia para frente e para trás, já caindo na tigela de cereais e Bryan tinha o rosto apoiado na mão e os olhos fechados. – Nossa gente, vocês são crianças! Cadê toda a energia?

- Está na cama, mamãe. – Joe bocejou. – Posso ficar em casa hoje?

- Se ele ficar eu também fico. – Bryan disse rapidamente.

- Achei que você estivesse dormindo. – depositei um beijo nas bochechas dos dois. – Ninguém vai ficar em casa hoje, todo mundo vai cumprir com suas obrigações.

- Ah. – os dois fizeram bico e continuaram tomando o café da manhã.

- Bom dia, querida. – Trisha disse abraçando-me de lado. – Está feliz hoje. – me encarou enquanto bebia o café que a esperava.

- É… Acho que sim. – sorri.

- Já entendi. – piscou o olho. – Filho! Bom dia!

- Bom dia, mãe. – Zayn sorriu de lado, abraçou-a, bagunçou o cabelo dos filhos e depois me puxou para um beijo um tanto demorado. Só quando Trisha pigarreou e os meninos fizeram um coro dizendo “eca” que Zayn resolveu me soltar e partir o beijo. – Bom dia, amor.

- Bom dia. – respondi envergonhada fazendo-o rir.

- O que teremos pra hoje? – Trisha perguntou quando Zayn se sentou junto dos filhos para comer.

- Avaliação de quadros novos e organização do leilão. Sabe… Para podermos ver a melhor posição que o quadro poderá ficar para que a ilusão fique melhor. – respondeu enquanto mastigava sua torrada com geleia.

- Ilusão? – Bryan perguntou. – O que é ilusão, papai?

- Hum… Bem… Ilusão é você achar que é algo quando na verdade não é nada do que você achou. Entendeu?

- Acho que sim.

- E o que isso tem a ver com o leilão, pai? – Joe perguntou e Zayn coçou a cabeça impacientemente.

- Nada, Joe. – respondeu grosseiramente. – Isso é coisa de adulto, ouviu bem? – deu a bronca no filho que concordou rapidamente, provavelmente com medo.

- Bom, vamos à escola? – perguntei ao notar o desconforto de Joe.

- Sim. – Bryan respondeu desanimado enquanto se arrastava para descer da cadeira.

- Netinho dramático esse meu. – Trisha riu acariciando os cabelos do neto mais novo.

Esperei Bryan e Joe saírem do local e olhei para Zayn de olhos cerrados. Ele encolheu os ombros como se dissesse que não tinha culpa e voltou a comer tranquilamente, movendo-se apenas para me dar uma tapa na bunda quando eu passei por ele.

- Não entendi o fato de você dizer eca quando viu seu pai e eu nos beijando. – comentei quando já estávamos no carro. Joe me encarou pelo retrovisor. – Já fez o mesmo. – ri com a sua cara de espanto. Bryan gargalhou.

- M-mas… Mas ver você e o papai é diferente e estranho. – fez careta e foi a minha vez de rir.

[…]

- Acredito que aqui, com esse jogo de luz focando o quadro, será muito fácil reconhecer que ele é falso. – Smith disse roendo as unhas e batendo o pé.

- Não acho. – Zayn retrucou.

- Zayn, pense direito! Um bom reconhecedor olhará para o quadro com esse tanto de luz e logo verá que alguns traços não são iguais.

- Mas Smith, eu acredito que com as luzes a visão do espectador fica debilitada e assim ninguém conseguirá vê-lo direito.

- Vejo que você não estudou luminosidade direito.

- Estudar luminosidade? Que frescura é essa? – Zayn irritou-se com Smith.

- Ele está correto, amor. – decidi falar e me aproximei dos dois. – Quanto mais luz, mais foco no quadro e nos traços. Se você quiser disfarça-los deverá tirar umas… – olhei melhor a parede, as luzes e o quadro que era uma réplica do século VII. – Três lâmpadas daqui.

- Mulher sábia… – Smith disse segurando a minha mão e a beijando. – Você se casou com uma mulher sábia, Malik.

- Você tem certeza disso? – Zayn perguntou praticamente arrancando a mão de Smith da minha.

- Absoluta. – beijei sua bochecha, mas Zayn não se contentou e roubou um beijo. Smith permaneceu calado por dois motivos: porque Zayn era seu patrão e porque ele gostava de ver casais se beijando. Estranho, não?

- Já disse que sou apaixonado por vocês? – Smith disse sorrindo abertamente e eu ri.

- Sai pra lá. – Zayn deu um murro fraco no estômago de Smith. – Vamos voltar ao trabalho. Peça para que retirem três luzes daqui.

- Sim, senhor.

E assim passamos a tarde. Zayn ordenava para que fizessem o que ele desejava o tempo todo e às vezes eu parava de escolher os quadros que ficariam expostos para observar meu marido. E lá estava ele com uma jaqueta preta de couro, calça jeans de lavagem escura, tênis perfeitamente branco e a barba bem feita. Era o maior exemplo de empresário moderno, era lindo, competente e perfeito em tudo o que fazia.

- Está me olhando demais, sabia? – debruçou-se sobre a mesa que eu estava e tocou meu rosto. As funcionárias que estavam ao meu lado saíram imediatamente. – Eu sou casado e minha mulher é muito ciumenta.

- Ela é muito perigosa? Não quero confusão.

- Muito perigosa. – sussurrou e eu ri.

- Uh. Pode dizer a ela que eu não estou interessada.

- Ah, é?

- Sim. Também sou casada e o meu marido é bem bravo. Aposto que mais bravo do que a sua mulher.

- É mesmo?

- É. Se ele me ver conversando com você é bem capaz de ele mandar te matarem.

- Uau! Seu marido é bandido?

- É mafioso, digamos assim.

- Eu adoraria correr o risco e dar um beijo na mulher de um mafioso. – olhou ao redor e eu ri. – Acho que não tem nenhum capanga dele aqui, não é?

- Aqui está cheio, mas você não disse que gostaria de correr o risco? Pois bem… Vá em frente. – permaneci parada e após rir fracamente, Zayn me deu um beijo.

- Acho que ainda não morri.

- Acho que não. – falei dando um selinho nele. – Quer se arriscar de novo?

- Com certeza. – circundou a mesa, ajoelhou-se na minha frente e nós nos beijamos por algum tempo até sermos interrompidos por seus funcionários que já estavam precisando dele.

[…]

- Eu queria trazer a Lindsay um dia mamãe, eu posso? – Joe disse rápido enquanto nos acompanhava até a sala reservada à família.

- Hm… Acho que sim. – sorri de lado.

- Lindsay? Quem é essa, garotão? – Zayn puxou o filho pelo ombro para perto de si e beijou sua testa. – Namorada, é?

- Não, papai. Uma amiga.

- Isso aí, nada de assumir relacionamentos agora. São todas suas amigas. – riu. – Com benefícios, claro. – piscou o olho para o menino que riu também. – Em breve será esse bonitão aqui, não é? – puxou Bryan para o seu colo. – Vocês são motivos de orgulho pra mim, sabiam? – os meninos sorriram e Zayn abraçou os dois quando havíamos chegado a nossa mesa.

- Nunca vi tanta frase má influenciando os filhos juntas. – revirei os olhos e Zyan riu.

- Coisas de homens, (s/a).

- Quanto machismo.

- Mãe, venha conversar com a (s/n) antes que ela comece a militar aqui. – Zayn chamou pela mãe e me deu um beijo rápido. Ele tinha a mania de me chamar de feminista quando eu o criticava.  – Vou falar com uns amigos e já volto. Vamos, meninos?

- Vamos! – Bryan e Joe responderam juntos, deram um beijo em cada bochecha e saíram totalmente felizes ao lado do pai.

- Zayn está se tornando um pai melhor a cada dia que se passa depois que ele ficou preso, não é (s/a)? – Trisha perguntou me dando uma taça de vinho.

- É sim. Um pai e um marido também.

- É verdade. – minha sogra sorriu. – Estou orgulhosa dele.

- Se eu fosse vocês não ficaria exaltando o Zayn tanto assim. – Zoe aproximou-se erguendo suavemente seu copo de whisky para nós. – Ele fez coisas inapropriadas um dia desses.

- O que você faz aqui? – perguntei sentindo meu sangue ferver.

- O que foi? Estou proibida de participar dos leilões? Sou cliente como qualquer outra, queridinha. – queridinha? Queridinha é a puta que lhe pariu, sua vagabunda!

- Pois bem. Por que está falando comigo mesmo? Já te dei meu recado.

- Pois é, mas eu odeio ver mulher iludida.

- Iludida?

- Sim. Seu marido não é o que pensa.

- Ah não?

- Não.

- E ele é o quê então?

- Um traidor. – falou sorrindo vitoriosa. – Ele traiu você, (s/n). Comigo.

Jess