irem embora

Você é suficiente.

Eu sempre acho que não sou bonita, inteligente e legal o suficiente para fazer alguém ficar. Mas sabe, se teve uma coisa que eu aprendi nesse mar de decepções é que não precisamos dar motivo para as pessoas irem embora da nossa vida, elas simplesmente vão, sem nem se importar em quais sentimentos estão pisando, sem nem sequer olhar pra trás. Então por favor, lembre-se disso: você é linda, inteligente, simpática e muitas outras coisas sim, acontece que ás vezes algumas pessoas tem mesmo que sair das nossas vidas, para que as que merecemos possam chegar. 

foi aí que entendi que não era verdade aquilo que me diziam sobre a saudade, porque parecia que quanto mais o tempo passava, mais eu sentia falta dele, foi aí que eu entendi que não fazia sentido aquela história de superar, aquela velha história de seguir em frente. adiantaria eu bater de frente com o meu próprio coração? foi aí que eu entendi que ele estaria sempre ali nos livros, nas canções, no café fresquinho pela manhã ou em um fim de tarde ao admirar o por do sol. o tempo pode passar, mas faz questão de não deixar algumas coisas irem embora com ele.

ceudejupiter e eclesiais: sobre café, amor e saudade

Crônica da Maldita Saudade

Ela vem sorrateira e castiga
Bem companheira, corrói e mastiga
Intriga e dói, dói na alma porque desliga
Você de algo que seu coração ainda abriga
É tipo, ir embora ou irem embora, ora
Só q o mundo é tão grande lá fora
É egoísmo seu querer alguém pra sempre do seu lado
Esse é o final do filme que deixa seu olho marejado
Eu mesmo já protagonizei, tantos finais que sei
Essas idas
E vindas me tornaram expert em despedidas, espere
Por mais calejado que eu seja, ainda fere
Reles, mortal, zeles pelo que tem na mão
Minha vida é andar por aí igual Gonzagão
Vivão… Só trago uma denúncia em tom de queixa
Essa maldita saudade que não me deixa

A cada sensação nova eu penso no quanto seria bom ter você para compartilhar cada pedaço disso, é muito triste pensar que você compartilha coisas novas com pessoas que para mim são estranhas. É muito triste não te imaginar no fim de tarde me dizendo o quanto tudo é tão chato e cansativo. É muito triste ver o tempo passar e minhas esperanças de ter você de volta irem embora junto. Mas a quem estou querendo enganar? Preciso dizer que sinto saudade de tudo o que vivíamos juntos. Sinto saudade dos teus pés que dormiam e acordavam entrelaçados aos meus, do cafuné que eu fazia em ti e tu fazia em mim antes de dormir e do café que tomávamos juntos de manhãzinha. Sinto saudade daqueles bilhetinhos que diziam “não esquece que te amo, mais que ontem e menos que amanhã”, que tu deixava nos sábados de manhã, quando eu insistia em ficar em casa e você, como sempre, hiperativo, saía pra correr. Sinto saudade dos teus olhos fitando os meus, sinto saudade do desenho da tua íris. Sinto tanta saudade… Toda essa saudade me fez aprender que sentir saudade não é, e nunca foi, o suficiente para trazer alguém de volta. Sentir saudade é só mais uma das consequências que a tua ausência causou. A saudade que sinto veio acompanhada pela dor, pelas lágrimas, pela nostalgia, pela vontade de te ver uma outra vez, nem que fosse de longe, pelo anseio de enxergar novamente teu sorriso lindo que cessou, pelo desejo de sentir novamente o toque caloroso que transmitias, por querer ouvir de novo, mais uma única vez, a casa barulhenta com aquelas suas musicas country. Amanhã é sábado e além de uma saudade sufocante me deixaste com uma dúvida absurda: se tinhas certeza que me amava aos sábados por que partistes numa sexta à noite como essa? Tudo aqui permanece igual, a casa, seus livros, nossas fotos, os bilhetes… Até a saudade me fez companhia. Só tu que foste embora.
—  Escrito por Lorrayne, Juliana e Marina em Julietário.

Precisamos entender que, geralmente, as coisas não são como queremos, sonhamos, idealizamos. Bem pelo contrário. Às vezes a vida nos dá umas balançadas para entendermos que estamos trilhando o caminho oposto ao certo. Quando algo nos acontecer, mesmo que pareça ruim, precisamos tentar analisar a situação e ver a razão por trás disso tudo. E se falarem que nada acontece por acaso, acredite, porque é a mais pura verdade, nada é em vão. Por exemplo, podemos não entender o porquê de certas pessoas entrarem na vida da gente e depois de um tempo irem embora, mas a realidade é que nem todos podem permanecer em nossas vidas. Alguns surgem apenas com o objetivo de deixar um pouco de bagagem conosco, ensinamentos, experiências. Podemos achar que é errado, que algo está fora do lugar, mas não, a vida é essa constante loucura mesmo. Tudo pode estar calmo hoje, mas amanhã pode ser tão diferente.
—  Motivam
quando as lágrimas resolvem cair

é normal desmoronar e sentir-se perdido as vezes
[quase sempre]
perceber que há coisas que vem tirar o que existe de melhor em ti
sua ingenuidade, talvez
esperanças
sonhos
pessoas chegam e te mostram o melhor da vida pra depois irem embora
deixando gosto de “quero mais”
e você fingi estar bem
fingi suportar
as vezes dá a entender que sequer se importa
quando teu coração na verdade está esmagado
totalmente destruído por ilusões passadas
por possíveis-não-amores
por acreditar demais
por todas as vezes que mentiu pra si mesmo
uma hora o coração sente
e tudo desmorona

É isso. Não tem essa história de superar e seguir em frente. De tanto correr atrás de quem se foi, eu caí. Não tenho mais forças pra correr por ninguém. É triste, mas agora só o que consigo é ficar no chão, vendo irem embora, chorando; fraca demais pra levantar. Não, não é orgulho. É algo como frustração. É a verdade, fazer o quê? Chega uma hora que, de tanto levar chutes, o coração desanima, enfraquece. Fica fraco demais pra bater o suficiente pra nos dar esperança. Chega uma hora que a gente deixa de viver, e passa apenas a existir.
—  Tati Bernardi.
Nós duas, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntas. Imagine só. Não precisaríamos ser namoradas, nem casadas, nem nada disso. Apenas amigas. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós duas estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntas. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado demais e a minha cama ser perfeita para nós duas. Eu teria medo do escuro sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçadas até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas uma no outra e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçadas, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de Ficção Científica em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando algo e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntas. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntas, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós duas e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.
—  Desconhecido
For the dear idiot heart

Mas qualé coração? Eu também não planejei isso. Eu não planejei sentir as mãos suando e meu corpo todo tremendo ao ver ele chegar. Eu não planejei ficar contando os dias da semana pra que seja logo sexta feira e ele de repente, num talvez apareça por aqui e decida me ver. Eu não planejei me apaixonar por ele assim tão rápido, mas aconteceu! E realmente é uma porcaria, é, eu sei disso. Sei que não é reciproco, que eu talvez esteja imaginando coisas, e que estar com uma pessoa como ele seja impossível pra mim. Eu só queria gritar bem baixinho para ele ouvir que eu estou apaixonada por ele, mas eu não posso fazer isso porque ele se assustaria e fugiria de mim pra sempre, então eu não posso. E principalmente, eu não posso sentir isso agora. Escuta coração, eu me apaixonei 2 vezes na minha vida toda. Pois é, só duas vezes, você deve saber disso (já que você foi o causador disso e ainda por cima tentou colocar a culpa em mim) e se você me perguntar, “durou?”, eu te respondo, durou até eles irem embora. Mas da minha parte durou. Durou muito, durou tudo, durou até o adeus que nunca quis ouvir e até o “tu, tu tu…” do telefone desligado na minha cara. Eu não queria sentir tudo isso, não ainda. Eu sei que não estou pronta pra tudo isso novamente e muito menos estou pronta pra algo não reciproco. Eu assusto as pessoas com essa mania de escrever de tudo o que eu sinto, de tentar colocar em palavras tudo o que quero que saibam mas não tenho coragem de falar, com essa mania de me desculpar por tudo e de a todo momento querer a pessoa ali, perto de mim. Eu sei, eu assusto as pessoas com essa mania de falar demais mesmo sem saber o que falar, com essas piadas sem graças que conto tentando parecer divertida e engraçada, eu as assusto com essa risada exagerada e com a intensidade de sentir tudo á flor da pele, eu não queria mas sou assim! Mas ele…ele chegou e simplesmente me ganhou tão fácil, e sei que as pessoas odeiam isso também. Eu só queria não sentir. Nem sei qual o motivo desse texto coração, contar da bagunça que sou ou dizer que estou apaixonada por quem não escolhi me apaixonar, eu só precisava escrever e colocar tudo pra fora, tirar isso tudo de mim. Mas antes de terminar…como eu tiro ele de dentro de mim? Atenciosamente, eu (Aguardo resposta)

Poço.

Eu sou um poço de bagunça.
Medo,
Vergonha,
Tristeza,
Cansaço,
Uma breve alegria em meio ao caos,
Safadeza,
Amor,
E tudo mais que é possível.


Eu só estou cansada, cansada de tudo, de todo mundo, na verdade.
As pessoas tem a mania de ir embora da minha vida, seja seguindo a vida delas, ou estatizando elas para sempre e me estilhaçando de qualquer forma.
Sou um poço de cansaço, estilhaços.
A bagunça é tão grande que nem sei mais definir o que sinto, ou, o que sou.
A questão é, que, as pessoas não tem noção do que as outras passam, do mal que elas geram, das marcas que deixam… Mesmo depois de irem embora. Esses seres consumidores de oxigênio, não param pra pensar nos cacos que vão surgir e nas feridas incuráveis em meu frágil coração de menina que vão causar, mesmo depois de pararem de respirar.
Estou cansada, não quero mais brincar de viver, eu apenas quero, o mar de rosas que a vida deveria ser.
Quero ser feliz, cansei de brincar, esse jogo de troca- troca com meu coração, já deu o que tinha que dar.


Sou um poço de felicidade, ou ao menos, eu era.
Meu sorriso não é o mesmo desde que as pessoas começaram a ir embora, a deixar a brincadeira de lado, e largar meu coração no chão, e o mundo passar por cima dele, sem fazer questão.

Quero ser um poço de sentimentos, mas que ao menos, sejam proporcionais, essas gotas de felicidade não estão compensando mais as toneladas de tristeza.

Eu cansei de brincar.

Você não precisa estar sempre sozinha. Você não precisa guardar tudo pra você e se perder em meio aos problemas. Não precisa sofrer em silêncio. Você não está sozinha, eu estou aqui pra você. E se eu não puder fazer seus problemas irem embora, eu vou te ajudar a carregá-los.
—  Aluador

S/N: Bom dia pessoal!


Daisy: Bom dia S/A!


S/N: Nosso chefe já chegou? - disse enquanto me dirigia a minha mesa.

Lucca: Ainda não!

Daisy: Acabou de chegar!

Me sentei em minha cadeira e observei de longe meu chefe chegando. Esse homem mexia muito com meu psicológico e com meu físico. Aqueles olhos eram hipnotizantes. Seu perfume era algo fora do comum e sua voz, me arrepiava da cabeça aos pés.


Harry: Bom dia gente!

Todos: Bom dia!

Harry: Daisy, posso dar uma palavrinha com você ali no meu escritório?- sorriu gentilmente.

Daisy: Com certeza! - ela se levantou.

Harry: Por favor! - ele deu passagem para minha amiga passar. Além de todas aquelas qualidades, ele era um cavalheiro.


Minutos depois, Daisy sai da sala de Harry e dá um sorriso.


S/N: O que aconteceu lá dentro? - digo rindo.

Daisy: Fui elogiada e ganhei um aumento! Acredita?

S/N: Que bom amiga!!

Harry: S/N.. - escuto ser chamada por ele e olho em sua direção - Pode vir aqui por favor?

S/N: Claro! - me afasto da minha mesa e vou até o escritório dele - Com licença! - falei e fechei a porta.

Harry: Pode-se sentar! Fica à vontade! - me aproximei das duas poltronas que havia em frente a sua mesa - Está muito bonita hoje! - sorri fraco.

S/N: Obrigada! O senhor também, na verdade, sempre está bonito!

Harry: Que isso! - ele ri fraco e desvia o olhar - Muito obrigado! Bom, vamos voltar ao que interessa - Ele ri - Sabe aqueles relatórios que te pedi semana passada?

S/N: Sim, e eles já estão prontos!

Harry: Ótimo! Precisamos de mais funcionários como você! - dei um sorriso de agradecimento - Você tem algum compromisso hoje à noite? - surtei por dentro naquele momento. Finalmente ele iria me chamar pra sair. Todas aquelas trocas de olhares estavam dizendo algum coisa.

S/N: Não, não vou fazer nada! - falei tímida.

Harry: Será que tem como ficar até mais tarde aqui na empresa? - Sério?? - Assim falaríamos dos relatório, pode ser?

S/N: Pode.. pode sim!

Harry: Ok! Quando o pessoal for embora passa aqui na minha sala!

S/N: Tudo bem! - me levantei da poltrona e voltei até minha mesa - Vou ficar até mais tarde aqui! - revirei os olhos.

Daisy: Ele também? - disse se referindo ao Harry e eu assenti - Hummm - disse com um sorriso malicioso.

S/N: Vamos discutir sobre relatórios! - falei séria.

Daisy: Tenho minhas dúvidas! - ela riu.

S/N: Você viaja demais Daisy! - voltei ao trabalho e ali continuei até todos irem embora.

Assim que o pessoal foi pra casa, peguei os relatórios que estavam na minha mesa e caminhei até a porta do escritório de Harry e bati na mesma.

Harry: Pode entrar! - quando entrei, ele estava concentrado no computador. A sua feição era completamente séria e provocadora. Harry estava realmente lindo!

S/N: Aqui estão os relatórios! - deixei eles em cima da sua mesa e me sentei na poltrona. Ele se levantou de sua cadeira, deu a volta na mesa, se apoiando na parte da frente da mesma.

Harry: Que se foda os relatórios! - Harry veio até mim e me beijou com ferocidades. Minhas mãos passavam pelo seu lindo cabelo e as dele apertavam minha cintura de uma maneira ótima - Fazia tempo que queria te beijar, sabia? - ele disse baixinho enquanto dava beijos molhados em meu pescoço.

S/N: E eu estava louca por você! - voltamos a nos beijar até que ele para e me encara.

Harry: Você prefere ir para um motel? - neguei com a cabeça e ele riu - Como você consegue ser tão sexy? - me selou e seus beijos foram descendo, chegando até o primeiro botão da minha camisa social. Harry desabotoou com pressa, e eu o ajudei a tirar minha camisa. No mesmo instante ele depositou beijos molhados em meus seios e retirou meu sutiã. Harry começou a chupar meus seios. Minhas mãos passeavam pelo seu cabelo enquanto ele realizava a ação. Logo que ele terminou, voltou a me beijar e eu tirei sua camisa e em poucos momentos, me via nua assim como Harry. Ele tocava meu corpo com um cuidado e beijava toda a extenso do mesmo. Eu, arranhava suas costas e trazia seu corpo, colando aos meu. Senti nossas intimidades coladas uma a outra. Nós dois sorrimos. Harry colocou a camisinha e penetrou em mim. Gemi tão alto, fazendo ele sorrir e me selou. Tudo começou calmo e devagar. Aos poucos foi acelerando, assim como nossas respirações. Até que chegamos ao ápice.

S/N: Wow.. Nunca imaginei que iria gostar de ficar até mais tarde aqui! - dei um risada e ele sorriu.

Harry: Nem eu.. Faz um tempo que você vem tirando meu sono!

S/N: Eu tirando o sono de Harry Styles?

Harry: Exatamente! Eu estou louco por você!

S/N: Podemos sair pra jantar hoje, o que acha?

Harry: E depois você quer ir até minha casa? - ele perguntou com segunda intenções me fazendo rir.

S/N: Com prazer! - ele sorri e me beijou novamente.

Isso tudo para “vermos os relatórios”.

—————– Ju *.