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MAC, um dos mais tradicionais museus do estado do Rio de Janeiro


Foi num dia  bem ameno e calmo do mês maio, do ano de 1991. Em que Ítalo Campofiorito (Arquiteto e Crítico de Arte/Membro do Conselho Deliberativo do Museu de Arte Contemporânea de  Niterói) acompanhava o arquiteto Oscar Niemeyer e o atual prefeito  da época Jorge Roberto Silveira, procurando na orla marítima um terreno adequado ao Museu de Arte Contemporânea de Niterói. Mas no meio do caminho, no mirante da Boa Viagem, já era evidente que o destino falava com eles. Este era o lugar. 

O prefeito queria que Oscar Niemeyer fosse o arquiteto da obra, queria que Niemeyer fizesse um museu de arte contemporânea em Niterói.  No dia 15 de julho, o Arquiteto e o Prefeito apresentaram à imprensa o anteprojeto arquitetônico: belo e absolutamente surpreendente, já resolvido, na escala paisagística e na forma-estrutura de concreto armado, com apoio central – aflorando do espelho d’água que é um eco do mar (algo inovador pra época)  -  Para conter as salas de trabalho, o nobre e vasto salão de exposições, a com toda sua vista e volta para o mar. 

A obra foi inaugurada no dia 2 de setembro de 1996. O MAC é criação e decisão do arquiteto Oscar Niemeyer e do prefeito Jorge Roberto Silveira. O MAC recebeu obras saudosissimas de João Sattamini e do pintor Victor Arruda.

“O MAC trouxe para a museologia toda a teoria e a pesquisa, a arte-educação, a arquitetura museográfica e a administração de um museu de verdade, jamais visto em Niterói.”

Enfim, ressurgiam, de fato, em nosso MAC de Niterói os mais velhos amigos da arte e dos artistas na história: o Patrocinador, no caso o Poder Público com a visão do estadista, o Arquiteto com sua obra plena de futuro e o Colecionador, que precedeu na história o mercado de arte e os museus.

O MAC de Niterói é o produto mais recente dessa evolução niemeyeresca: parece a síntese de todas as conquistas que, desde as antigas catedrais, levaram avante a audaciosa vontade de dominar o espaço construído e a paisagem da Terra, uma das maiores características de Oscar Niemeyer.

Rico em detalhes, que já começam ao subir a rampa da entrada, nas sutilezas intrigantes e nas significações da criação arquitetônica – onde você vê que à emoção artística se junta uma nítida visão humanista. A rampa não nasce, na verdade, de pura preocupação plástica; funciona, sobretudo, como um dispositivo visual. Percorrê-la é olhar forçosamente o grande volume branco que cresce a cada passo, enquanto desfila lentamente ao fundo o histórico panorama da Guanabara.

Este é o famoso MAC, um dos mais tradicionais museus do estado do Rio de Janeiro, grande ponto turístico de Niterói e uma das maiores obras de Oscar Niemeyer.