inescrupulosos

Peace by vengeance brings the end.

Nicotina outrora fora-lhe prazer, regozijo latente em seu âmago, secreto hábito; na madrugada em questão não era mais que simplória fonte de autodestruição, taciturno grito que procurava arranhar muros construídos por uma mente astuciosa, ferozmente culta para enfrentar colapsos como aquele, apesar de encontrar-se em completo declínio diante da intimidade do assunto que ali seria tratado; família é um sinônimo parcamente conhecido de fraqueza e ele estava de joelhos. O olhar pesava sobre os ponteiros argênteos do relógio, o filtro aceso dançava por seus dedos uma fúnebre canção que contaria a história daquele homem caso fosse-lhe possível. Momentos antes brandira um punhado de palavras num perfeito alemão – oh não, não era germânico; herdara traços físicos e sobrenome daquelas terras, porém nunca sentiu-se ligado ao país, aprendera seu idioma numa homenagem aos pais, junto dela – contra o aparelho celular, contra alguns amigos do submundo que deviam-lhe favores, inescrupulosos favores é verdade, perfeitos para a ocasião em si; o fato é que já deveriam estar no casebre longínquo e abandonado ao norte da cidade há mais de quarenta e cinco minutos. Habituado com pontualidade e perfeição, não deve ser considerado ato incomum vê-lo perder facilmente sua frágil eutimia diante de imprecisões em suas expectativas; extremamente rigoroso como era, Heath não é conhecido por tolerar erronias em seus objetivos, principalmente tratando-se de finalizar importante vicissitude como naquele momento. Sangue fervente tornara a borbulhar em suas veias ao que irises num confuso conjunto de cores e cólera toparam novamente contra folhas de papel, espalhadas de forma a demonstrar que antes foram violentamente jogadas ali, fotografias e diversos pen drives contendo informações de aquisição unicamente policial. 

Era capaz de sentir a destruição provinda da vingança que rasgava-lhe as fracas entranhas invadir-lhe a cerne, domar-lhe a dividida mente, levá-la para mais próximo do infinito abismo da completa psicose e ele desejava entregar-se, sentindo a essência da empatia humana abandonando-lhe, porém não antes sem uma confissão. Tudo que necessitava provinha de palavras alheias. Palavras de Aiden Crawford, o homem nas fotografias; o homem de que as folhas contam histórias sobre, que tirou-lhe a existência e tornou-o no ser desprovido de qualquer vida naqueles dias. Possivelmente trata-se um sinuoso exagero, porém costumava pensar que conhecia o assassino de sua irmã melhor que si mesmo. Não se sabe se o ser em questão realmente é o sanguinário que ceifara a vida de Elizabeth Möhring, o caso ainda é investigado, assim como era apontado como desprovido de solução até o hacker ser apontado como principal suspeito, apesar da falta de provas concretas. Porém, esta é a pequena e destrutiva faísca que equilibra o estado perfeito da insanidade dentro da mente do único daquela família que caminha por estas terras e ele não fora capaz de fechar os olhos sem se lembrar da figura em estado deplorável de sua irmã após a tarde que fora encontrada morta desde então. Paz pela vingança trás o fim; Heath Möhring porém nunca evitou este suposto fim, de qualquer forma.

Teve a sombria linha de raciocínio brutalmente interrompida por meio de rangeres de um potente motor provindos da madrugada, atingindo-lhe o ponto de ansiedade, fazendo-o erguer-se de sua posição inicial de inércia para um inconstante da já dita ansiedade encontrando algo muito maior e poderoso: toda aquela sólida violência impregnada em seu ser transbordando por intermédio de seus poros tensos. O filtro que queimava entre seus dígitos agora jogado contra o imundo piso de madeira e um frugal trago abandonando-lhe os lábios em direção à iluminação mínima do cômodo. O inverno fazia-se presente por meio das mínimas temperaturas, porém teve a necessidade de livrar-se das pesadas vestes, a camiseta de cor escura por si só não escondia o distintivo, tampouco ambas as semi-automáticas que carregava consigo. Estalou ossos dos pesados ombros numa sincronia perfeita, pois era-lhe um ritual clamar por sapiência e calma através destes movimentos, as mãos em seguida ajeitando fios ruivos caídos frente aos olhos e gentilmente livrando-se da coceira provocada por meio de seus pelos faciais. Encontrava-se recostado contra uma das paredes do minúsculo cômodo quando seus homens atravessaram a porta trazendo-o consigo; encapuzado, impossibilitado de falas e até mesmo alguns movimentos por causa de amarras e possível brutalidade dos que levaram-no até ali. Pouco importava-lhe as condições, apenas queria-o diante de si, queria-o fitando seus olhos, cuspindo verdades que antes escondera; finalmente alcançara o escopo. Um sorriso de crescente satisfação rasgou-lhe a boca. “Lass mich in ruhe mit ihm.” Ordenou sem demora, a voz cortando o insólito silêncio que provinha dali, esperando até que os outros dois deixassem o local com olhos de serpente perseguindo-os, umedecendo os lábios tranquilo. Ele então aproxima-se da figura que jaz sentada diante de si ainda desprovida da visão ou de qualquer atrevimento com cautela, retira cigarros e um isqueiro de metal dos bolsos, abrasando então outro daqueles filtros que tornaram-se sua destruição pessoal. Inspira fundo, sustentando-se sobre a cadeira em que o outro se encontra, escolhendo sentenças; eram diversas perdidas esperando o momento exato para tornarem-se falas. “Podemos fazer desse um encontro rápido, Crawford. Depende unicamente de você.

Cosas que no se comparten!

Cosas que no se comparten!

Photo credit: “thomas hawk, on Flickr”

Yo no soy la persona más generosa del mundo, pero cuando las circunstancias lo exigen, sí colaboro con lo que realmente hace falta:  una palabra de ánimo, un gesto, un detallito, etc. Eso sí, hay cosas que considero son caca para los demás, y deberían tener Touch ID habilitado para espantar a los inescrupulosos:

Una almohada fresca en un día caluroso: ¡no!…

View On WordPress

Eu divago e imagino demais

Às vezes me pego pensando se você imagina que eu seja [insira aqui um “adjetivo” inescrupuloso], por fazer o que faço.
Fico pensando se esses julgamentos (que eu nem sei se existem -e espero que não) fazem você ter mudado com relação a mim.
Aí lembro que é tudo neura de mulher mesmo e que eu sou drama queen.
Só que… “no vão das coisas que a gente disse, não cabe mais sermos somente amigos”. Fodeu né vei?!

Noticias optimistas (al fin una)

Francia aprueba castigar penalmente la obsolescencia programada

30-09-2014

Gonzalo Garteiz

Los diputados franceses han aprobado en la Asamblea que establecer una duración determinada de un producto por un fabricante, la denominada obsolescencia planeada, se puede castigar penalmente,  acarreando una pena de prisión de dos años y una multa de hasta 300.000 euros que se añadiría a otras ya integradas en la Ley de Consumo.

La introducción del castigo penal en una práctica de la cual se abusa en muchos procesos productivos, la fabricación de electrodomésticos y aparatos electrónicos, bombillas, etcétera, se debe a una enmienda de los Verdes en el proyecto  de ley de la transición energética, que considera la obsolescencia realizada premeditadamente un engaño y un fraude. Los Verdes son el grupo político que más ha combatido esta práctica por considerarla muy dañina para el medioambiente y la sostenibilidad.

Comentario personal: Noticias como esta son las que evitan que uno pierda completamente la fe en la humanidad, espero que esto no quede aquí, que llague a otros países y realmente se adopte a nivel mundial. los consumidores estamos a merced de inescrupulosos que engañan y estafan a mansalva

La fuente: aqui

En el país se aplican terapias con células madre sin regulación


La ciencia médica las considera la esperanza del futuro por su extraordinaria capacidad de reparar, reemplazar y regenerar células que podrían utilizarse para el tratamiento de varias enfermedades hasta ahora incurables, e inclusive como la fórmula contra el envejecimiento.

 Las células madre se desarrollan en la sangre, en el cerebro y en todos nuestros órganos, y se promocionan como la cura de enfermedades como la diabetes, el infarto al miocardio, el mal de Parkinson, Alzheimer, esclerosis múltiple, artritis, así como algunos tipos de cáncer. Aunque se ha comprobado su eficacia en el trasplante o reemplazo de médula ósea en pacientes con leucemia, aún las investigaciones no arrojan suficientes evidencias científicas, que demuestren su eficacia para tratar otras patologías. 

 De ahí que, la Administración de Alimentos y Medicamentos, por sus siglas en inglés, (Food and Drug Administration, FDA) de los Estados Unidos haya expresado su preocupación por aquellos pacientes cuyas afecciones aún no tienen cura que pudieran caer en manos de inescrupulosos proveedores de tratamientos con células madre que son ilegales y potencialmente dañinos para la salud.

 “Existe riesgo potencial cuando las células se transfieren a un área donde no tienen la misma función biológica que cumplían en su ubicación original en el cuerpo,” asevera la directora de la Oficina de Terapias con Células, Tejidos y Genes de la FDA, Stephanie Simek. “Las células que se ubican en otro lugar del organismo pueden multiplicarse, formar tumores o pueden migrar a otras zonas del cuerpo”, advierte.

 No obstante, en el país varios centros de salud vienen realizando este tipo de terapias sin la debida autorización del Ministerio de Salud Pública.

 Regeno Body, Mater Cell, Bio Eden, Family Cord y Células Madre Dominicana S.A, son algunos de los bancos de células madre que se publicitan a través de la internet y en algunos establecimientos de salud, ofertando la recuperación y conservación de pulpas de dientes de leche, así como sangre del cordón umbilical para tratar futuras enfermedades.

 Terapia celular es ilegal en el país

 La ministra Altagracia Guzmán Marcelino aseguró a la revista Gaceta Judicial que el uso de células con fines terapéuticos sin la debida autorización es ilegal, pues antes de iniciar operaciones, todo establecimiento de salud debe estar debidamente habilitado de conformidad con la Ley General de Salud, 42-01.

 Sin embargo, la funcionaria reconoció que en el país no existe una normativa que regule y controle la terapia celular para evitar el incremento de casos fraudulentos y el turismo de trasplantes de células madres, al tiempo que aseguró que el Ministerio trabaja arduamente en la creación de un marco legal para la medicina regenerativa, teniendo en cuenta su auge a nivel mundial y sobre todo, para evitar la propaganda engañosa en el comercio nacional. Añadió que dicha normativa estaría lista en el primer semestre de este año.

 La ministra afirmó que esa institución está dispuesta a trabajar con los actores de justicia y la sociedad civil a fin de evitar los delitos conexos al fraude con los tratamientos de células madre, al ser entrevistada por la presidenta del Consejo Nacional de Bioética en Salud (Conabios), Aura Celeste Fernández

.www.elcaribe.com.do


Fuente: santiago30caballeros.com

[…]
chiquititas 1997

Terceira temporada (1997) - 180 Capítulos[editar | editar código-fonte]
Sinopse[editar | editar código-fonte]
Carmen cumpriu seu objetivo. Com a venda da casa, Belén e os meninos vão em busca de um lugar para formar o novo “Rincón de Luz”. Por esse motivo, recebem ajuda do misterioso Pedro Veja, quem lhes dá sua velha casa para fundar ali a nova casa. Neste lugar, bastante estranho e perigoso, se encontraram com Elena, uma senhora misteriosa e de muito mau caráter. No novo bairro, os meninos conheceram novos amigos e vizinhos. Suas vidas mudaram quando tiveram que deixar a infância para aprender a difícil tarefa de crescer. Cada um deles experimenta o primeiro beijo, a emoção, os sonhos e a amizade sobre todas as coisas. A relação de Belén e Facundo se verá prejudicada com a aparição de Andrea, a ex-namorada de Facundo, e com a chegada do inescrupuloso Alejo Méndez Ayala. Por sua parte, ao ver que Gabriela e Mili sigam juntas, Carmen as seguirá de perto, cuidando para que nunca conheça o segredo. Mas seus esforços se tornam inúteis e finalmente a verdade aparecerá. no final Mili descobre que é filha de Gabriela

Escritora: Patrícia Maldonado.

Elenco[editar | editar código-fonte]
Romina Yan………………..Belén Fraga (Carolina Correa)
Fernán Mirás………………Facundo Brausen (Fernando Brausen)
Pablo Echarri………………Salvador
Hilda Bernard……………..Carmen Morán (Carmen Almeida Campos)
Alberto de Rosa……….Saverio (Alfredo)
Susana Lanteri……………. Elena Krueger (Helena)
Guido Kaczka………………Piojo (Beto/Cadu)
Michel Brown…………Tommy (Cadu)
Viviana Puerta…………….Gabriela Morán (Gabriela Almeida)
Claudio da Passano……….Raúl
Divina Gloria……………….Dorita
Chiquititas:

Agustina Cherri……………Mili (Mili)
Bárbara Estrabou………….Carolina (Marian)
Georgina Mollo…………….Georgi (Cris/Tati)
María Jimena Píccolo…….Jimena (Pata)
Daniella Mastricchio………Sol (Dani/Maria)
Nadia di Cello……………… Nadia (Maria/Nádia)
Camila Bordonaba…………Pato (Fran)
Sofia Recondo………….Lucía (Lúcia)
Polyana López……………..Mora (Nádia)
Celeste Cid……………Barbarita (Bel)
Carolina Valverde……….Lila (Lila)
Valeria Diaz……………. Delfina (Janu)
Macarena Comas………… Quela (Keila)
Chquititos:

Ezequiel Castaño…………..Mosca (Mosca)
Diego Mesaglio……………..Corcho (Rafa/Zeca)
Guillermo Santa Cruz……..Guille (Guile/Samuca)
Santiago Stieben…………..Roña (Binho/Neco)
Nicolás Goldschmidt………Nico (Gígio)
Diego_Garcia_(ator)…………….Barracuda (Janjão)
Alfonso Burgos…………….Matías ( bruno/André/Matias)
Luciano Sposo…………….Raña
Paul Jeannot……………..Paulo (Luca)
Carlos Pedevilla…………Coco (Tatu)
Alan Pañale……….Marquitos (Dina)
Leonardo Fernández da Silva…………Dieguito/Diego
Nicolás D'Agostino…………….Lalo