indus kush

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THE PEOPLE OF THE INDIAN SUBCONTINENT ARE BLACK.


Black people in India have been cut off from the black world. On one side they have arabs/persians/ethnic eastern europeans and on the other side they have mongoloids (China, Burma, Thailand, etc). Because of this extreme disconnect they are at the mercy of the colonizers and have no say over their identity (though in recent years that has begun to change). On one hand they are being called “Indo-Aryan” and at the same time they are being called “South Asian”, or “East Indian” or other names that ignore the Black ancestral origins of these people…. Yes, that is seriously messed up. Add to that, the latest irony: White people are now insisting that “we are all African”….

Okay let me slow this down. 

Let’s use our eyes and our minds for a second. 

In the first picture above there are black women and children with 4C hair and also straight to curly-straight hair. 

What if I was to take all the women with 4C hair out of the picture and just leave the ones with straight to curly-straight hair?.. Would you not then easily assume that these are not *African people*?…. Well, that is essentially the case with India. All the black people with 4C hair are no longer present. Remember, the caste system (color-coded apartheid) has been going on for 3000 years! That is more than enough time to take out the indigenous black people. 

The problem is that they don’t want to admit that arabs/persians/ethnic eastern europeans and mongoloids have committed genetic warfare against them for thousands of years. They have been fooled like most black people into thinking that black people with straight hair are somehow a different race – after all that is what we were taught in school… and in recent times genetics studies are filled with complete nonsense that mislead people into thinking black people in the east are not African.  

homo bellicus

este mundo cão não dorme, aqui vive-se
em profunda melancolia, esse lado simpático da dor
nunca se sonhou tanto e no entanto nunca se  
esventraram tantas almas
nunca se apagaram tantas pontas de cigarro nos olhos
na pele  
nunca se morreu tão devagar
deifica-se o desejo em casa depois de o ver na rua
e à hora do jantar em frente ao televisor
frusta-se o peito de não respirar
todo o ar que se quis ter
são insípidos os cenários
porque tudo se acinzenta
e tudo se despurifica  
quando o sonho é visto com a cor das fábricas
entendido como o mesmo quotidiano das  
engrenagens  
que poema haverá então para escrever?
escreve-se este, outro, outro que nada diz
este repetido
em lisboa um poeta virou os olhos para dentro do  
corpo
vive de si  
e não morre
mas para quê?
para quê escrever
se já não há máquina que se humanize?  
apaguem  
apaguem a bondade dos dicionários
assumam que da ponta das canetas só podem sair
cheques carecas
ultimatos para a guerra  
poemas que destruam outros poemas
assumam de vez
que tudo isto é escuro
e que já não é grave
ter-se perdido toda a paixão  
não é grave guerra ter-se tornado substantivo certo
não é grave morrer sem milagres  
nenhum livro pode oferecer a redenção
nenhuma geografia nos salva
quantos povos atravessaram o indu kush  
a caminho da guerra
até alexandre
procurou o sonho guerreando
não havia como não o fazer  
assim é com todos os homens