imposto

Em um mundo regido pela Lei, a graça se levanta como um sinal de contradição. Queremos justiça; o evangelho nos dá um homem inocente pregado numa cruz, que clama: ‘Pai, perdoa-lhes’. Queremos respeitabilidade; o evangelho exalta coletores de impostos, pródigos e samaritanos. Queremos sucesso; o evangelho inverte os termos, movendo o pobre e o oprimido para o centro das atenções e os ricos e famosos para os bastidores.
—  Philip Yancey - Maravilhosa Graça
Na vida só há uma coisa certa, além da morte e do imposto de renda. Não importa o quanto você tente, não importa quão boas sejam suas intenções, você vai cometer erros. Vai magoar as pessoas. E será magoado. E se quiser se recuperar… Só há uma coisa que pode dizer: eu o perdoo. Perdoe e esqueça. É o que todos dizem. É um bom conselho, mas não é muito prático. Quando alguém nos magoa, queremos magoá-los de volta, queremos feri-los. Quando alguém nos engana, queremos ter razão. Sem perdão, velhas rixas nunca são resolvidas. Velhas feridas nunca cicatrizam. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a boa sorte de esquecer.
—  Grey’s Anatomy.
Muitas vezes, nos apegamos tanto ao momento que estamos vivendo, seja ele feliz ou não, que simplesmente esquecemos que ele é passageiro. Por mais que não pareça, a vida realmente é curta. Que tal, ao invés de ficar se limitando, remover as barreiras e limites impostos por si próprio? Não faça parte daqueles que fazem a tal “dieta da felicidade”, deixando de aproveitar as maravilhas oferecidas por essa vida passageira. Durante nossos anos escolares, aprendemos algumas lições básicas, e por mais que você detestasse matemática, certamente aprendeu a somar. Portanto, some coisas boas em sua vida, seja amigos, momentos felizes ou até mesmo os ruins, afinal, também precisamos deles para amadurecer. E quando você se deparar com uma pessoa que te desperte aquele desejo insanável de estar ao lado dela, não queira apenas somar, mas também, multiplicar. Construa uma família e aproveite o restante da sua vida ao lado dela. Ah, não se esqueça de viajar, afinal, a vida não é apenas trabalhar.
—  Pedricovick.
Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus. [Mt 22:21]

No entanto, não devemos pensar que a fala de Jesus justifica uma dicotomia absoluta entre Deus e César, ou entre a igreja e o estado, ou entre Cristo e a cultura. Isso introduz um detalhe que é preciso observar no texto. Quando Jesus faz a pergunta: “De quem é esta imagem e inscrição?” [Mt 22:20], pessoas com bom conhecimento bíblico lembrarão de que todos os seres humanos foram feitos à imagem e semelhança de Deus [Gn 1:26]. Além disso, a lei de Deus se acha inscrita neles [Ex 13.9; Pv 7.3; Is 44.5; Jr 31.33]. Se devolvermos a Deus aquilo que traz sua imagem, temos de nos dar inteiramente a ele. Longe de privatizar a reivindicação feita por Deus, ou seja, a reivindicação da religião, a famosa fala de Jesus significa que Deus sempre leva a melhor sobre César. Podemos ser obrigados a pagar impostos a César, mas devemos tudo, nosso próprio ser, a Deus. “Quaisquer que sejam as obrigações civis que os seguidores de Jesus tenham, é preciso entendê-las no contexto de suas responsabilidades com Deus, pois o dever deles para com Deus exige a totalidade do seu ser.

- D.A.Carson

Na vida, apenas uma coisa é certa, além da morte e dos impostos. Não importa o quanto você tente, não importa se são boas suas intenções, você cometerá erros. Você irá machucar pessoas. E se machucar. E se algum dia você quiser se recuperar… Há apenas uma coisa que pode ser dita… Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.
—  Grey’s Anatomy.
Mulheres gostam de sexo, também

Por mulheres que gostem de sexo, e façam por vontade, por prazer, por gosto e não por que se sintam obrigadas. Por mulheres que se masturbem, que conheçam o próprio corpo e que não tenham vergonha de mostrar os seus fetiches. Por mulheres que não se contentem em ser só um objeto. Por mulheres que exijam um orgasmo. Por mulheres que sejam donas de si, do seu corpo, de suas vontades. Mulheres não têm que ser recatadas. Mulheres não têm que se preservar. Mulheres devem se libertar de qualquer padrão de moral imposto, de qualquer tentativa de submissão. Ser mulher não é sinônimo de repressão.

A gente nasce feito massa de modelar que a sociedade estraga de tanto bater.

Tudo começa quando escolhem o que devemos vestir, brincar e gostar de acordo com nossa genitália. As meninas usam vestido, brincam de boneca, gostam de rosa e de meninos. Os meninos usam gravata, brincam de carrinho, gostam de azul e de meninas. E coitado de quem ousar sair fora do eixo, menina que gosta de menina? Aberração! Menino que usa rosa? Ah, só pode ser viado! Sério, sociedade? Eu ainda tento acreditar que as pessoas possam ser um pouquinho menos superficiais, ainda arrisco dizer que um dia todos vão entender que ninguém nasce pra seguir uma vida pré definida e muito menos se encaixar em valores impostos por alguém que ninguém sabe quem. Quem disse que menina não pode usar gravata? Quem disse que menino não pode amar menino? Quem disse que o mundo tem que ser assim? Mais de 7 bilhões de pessoas diferentes, quem disse que a diversidade é um erro? Você aí, que está me lendo agora, já parou pra pensar que sempre escolheram tudo por você? E já percebeu que quem resolve escolher assumir que não é igual é julgado de todas as formas? Pois é. Vê se abraça o seu filho quando ele nascer e deixa ele ser livre. Não deixe que o resto da sociedade o defina pela genitália que, biologicamente, ele recebeu. A identidade de gênero é diversa. A orientação sexual é diversa. As pessoas vão muito além do que um pênis ou uma vagina e, as vezes, tudo que precisam é de liberdade. Uma autonomia pra serem o que sabe que são. E cá pra nós, todos somos muito mais do que isso, muito mais do que um corpo e muito, muito mais do que dizem que somos. A gente nasce feito massa de modelar que a sociedade estraga de tanto bater. E eu ainda quero ver esse povo ter orgulho da sua própria forma de ser. Permitam-se.

❀❀ CANTADAS ❀❀

Me chama de saudade e deixa eu apertar seu peito.

Já que você está sozinha e eu estou sozinho, vamos ficar sozinhos juntos?

Me beija aqui rapidão só para eu ver uma coisinha.

Sua mãe tava com afterlight no útero quando você nasceu, porque novinho cê é lindo.

Me chama de carta e me da um selinho.

Se meu coração fosse uma favela, eu te dava um barraco.

Eu não sou asma mais se te pego te deixo sem ar.

Você tem o número de uma costureira? Porque quando te vi, perdi a linha.

Acho que seu beijo engorda, depois que te beijei minha calça ficou mais apertada.  

Você não é imposto de renda, mas por você eu me declaro.  

Se eu me afogar na sua beleza você me faz respiração boca a boca?

Se beleza fosse flor, você seria um jardim botânico.

Você tem três opções: eu te beijo, você me beija ou nós nos beijamos.

Não sou o Bruno e nem o Marrone, mas do jeito que você me olha, vai dar namoro!

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Olhei-me no espelho e analisei… por que é tão difícil estarmos bem com nós mesmos? Se não é alguém colocando-nos para baixo, nós próprios nos colocamos. Por que não podemos nos olhar e dizer “nossa, você está incrível hoje”? Porque sempre vamos encontrar um erro, ou dois, ou inúmeros. Vivemos querendo seguir um padrão tão ridículo, mas pra que? Padrão nunca irá existir, pois somos todos diferentes, é algo totalmente inventado que não tem fundamento algum! Só serve para deixar milhares de meninas ou meninos em depressão, que levam até a suicídios! Ninguém pensa no quanto esse padrão que as pessoas impõe, até sem perceber, machucam as pessoas? Um padrão tão inalcançável e triste, que só me mostra o quanto eu preciso me afirmar, melhorar, mudar… Quando na verdade eu não preciso mudar nada. Quando na verdade eu preciso orgulhar das coisas que sou, das coisas que me fazem crescer. Diferenciar-me do padrão é o que me torna incrivelmente feliz. Saber que eu sou o que eu quero ser, que minhas escolhas são exatamente isso, MINHAS. Eu não me submeto a seguir padrão, não mais. Eu sou livre e posso fazer tudo que me der vontade, o padrão não me define, eu não aceito ser só mais uma cópia. Devemos parar de nos preocupar com padrões à nós impostos, cada um tem sua essência, sua história, seus valores, seus sentimentos, sua vida. Tentar padronizar as pessoas é algo totalmente insano. Já que todos somos diferentes, em defeitos e qualidades, formas e cores. E devemos nos amar como nós somos. Porque afinal, não tem como fugir de que nós somos. Diga não  a essa insanidade, se ama como você é. Quando você passa a se aceitar, todos aceitam você como você é, sem questionar. Viva o amor próprio. Viva a diversidade.
—  Escrito por Ana Letícia, Lorrayne, Dieska e Laura em Julietário.
O sofrimento não é opcional, ele é imposto. Se você não está triste depois de terminar um relacionamento, as pessoas não entendem e querem te ver triste porque só assim você supera. Mas a gente pode superar as coisas sem perder tempo ficando choramingando dentro de um quarto na companhia de sorvete e séries. Eu posso superar você saindo com meus amigos, fazendo coisas que eu gosto, beijando várias bocas até esquecer o gosto da sua. Cada um tem um jeito de superar diferente do outro. Se você não me ver chorando, fazendo loucuras ou me isolando, não venha me dizer que eu sou obrigado a ficar mal. Tá bom, acabou? Acabou! Mas eu ainda tô aqui, minha vida vai continuar. Então, bora começar isso o quanto antes.
—  Manassés Pereira.
Tu per me sei il segnalibro che resta a pagina quindici, nonostante abbia finito di leggere il libro da un pezzo. La sveglia che imposto alle sei del mattino per andare a scuola, che d’estate non disattivo. L’antivirus che ogni dieci giorni appare sulla sinistra del desktop e mi ricorda che bisogna fare l’aggiornamento ed io semplicemente clicco su ricordamelo tra dieci giorni.
Quante persone servono per dimenticarmi? Te lo chiedo perché io proprio non ci riesco, mi guardo attorno e tutta questa gente non ha nulla d’interessante, non ha nulla da dire. E come faccio a dimenticarti quando tutti mi chiedono di te? Quando per convincermi che non ti cercherò più ti cancello dalla rubrica, ma so il tuo numero a memoria? Io dormo poco sai?
E quando mi sveglio non sono mai serena, perché sono le sei di un giorno d’estate, e vorrei tanto poter cliccare ricordamelo tra dieci giorni.
JUBA

Aos 10 anos de idade, por escutar certos comentários ruins a respeito do meu cabelo na escola ou até mesmo com algumas pessoas da família, comecei a não me aceitar e vi que não me encaixava nos padrões impostos, então pedi a minha mãe para alisar o cabelo. Ao vê-lo liso achei que estava maravilhosa e que agora sim poderia ser realmente aceita por todos, deixando comentários como “cabelo de preto” ou “fuá” de lado. Continuei alisando por mais dois anos até que sofri o corte químico, fiquei desesperada, meu cabelo não parava de cair e eu só chorava. A partir desse acontecimento, decidi parar por ali e aceitar meu verdadeiro eu, comecei a transição. Fiquei extremamente agoniada e também ficava envergonhada por estar com a raiz alta e a ponta lisa, ia só de coque para a escola. Aos 14 anos, quando estava sozinha em casa, decidi pegar a tesoura e cortá-lo, minha mãe ficou surpresa quando chegou e me deu um super abraço, fiquei feliz e completamente apaixonada pelo meu novo visual. Hoje tenho 17 anos, continuo amando meu cabelo que até se tornou meu xodó. Alguns comentários ruins continuam, mas resolvi tacar o f*da-se para esses padrões de belezas que a sociedade tanto impõe. Passei a impor o meu próprio, nasci assim e me aceitarei do mesmo modo. Quem quiser passar pela mesma experiência, inspire-se… Tua pele, tua luz, tua juba 🦁❤️

- Emily Maia


Se eu não escutar mais músicas românticas agora e se eu me distrair com os vulcões e os lagos chilenos e as coisas bonitas
os vinhos
eu não sei
qualquer coisa
Eu deveria ter parado de falar contigo
E me recostado no que eu sei fazer bem: ser só
E distante e fria independente
Autossuficiente
Mas não tá bastando agora e eu queria ter escolhido outra pessoa
Eu queria ter escolhido qualquer outra pessoa pra me encher de esperança
E tem sido triste porque você nunca mais tá aqui e eu nunca mais tô aí e eu botei a esperança no bolso mas ela existe e eu queria ter escolhido outra pessoa porque agora ela dorme enquanto eu faço outras coisas mais urgentes
Eu sei que existem outras pessoas e outras coisas e eu sou feliz agora sem você
Eu acho
Eu sou
Se eu repetir muito talvez eu realmente seja
Não sobre incompletudes mas sobre desejos frustrados
Ambições não realizadas
Tudo bem porque tenho outras e outras ninguém tem tudo e ninguém nunca tá satisfeito
Eu queria ter escolhido outra pessoa que não dopasse minha esperança pra mais tarde porque agora não vai ser
Mas há outras
Eu entro num avião
Há outras
Alfândegas e zonas livres de impostos
Há outras
Essas novidades todas
E eu queria dividir com você
Mas me agarro no que resta de independência e penso que aqui e em qualquer lugar há eu, minhas tantas vontades e há outras pessoas reais como nós que despertam sensações como você me despertou
O que eu quero dizer é que vou sobreviver
De um jeito ou de outro

Tess,
dato che non sono bravo a parlare della mia vita interiore, rubo qualche parola a Mr Darcy, che ti piace tanto. «Vi scrivo senza alcuna intenzione di procurarvi pena, o di umiliare me stesso, ritornando su desideri che, per la felicità di entrambi, non potranno essere dimenticati troppo in fretta. Gli sforzi che la scrittura e la lettura di questa lettera generano avrebbero potuto essere risparmiati se non fosse che il mio carattere mi ha imposto di scriverla. Perdonatemi quindi della libertà con la quale io domando la vostra attenzione. I vostri sentimenti, lo so, non ve lo faranno accettare volentieri, ma faccio appello al vostro senso di giustizia.»
So che ti ho fatta soffrire e che non ti merito, ma ti chiedo – anzi, ti scongiuro – di guardare oltre le mie azioni. So anche che ti chiedo sempre troppo, e mi dispiace. Se potessi cambiare il passato lo farei. Sei arrabbiata e delusa dal mio comportamento, e questo mi uccide. Invece di giustificarmi per quello che sono, ti racconterò di me: una versione di me che non hai mai conosciuto. Inizierò dalle cose che ricordo; sono sicuro che ce ne sono altre, ma giuro che da oggi in poi non ti terrò nascosto niente. Quando avevo nove anni ho rubato la bici del nostro vicino e ho rotto una ruota, e poi ho mentito. Lo stesso anno ho spaccato una finestra del salotto con una pallina da baseball e ho mentito. Sai già di mia madre e dei soldati. Mio padre se n'è andato poco dopo, e io ne sono stato felice.
Non avevo molti amici perché ero uno stronzo. Tormentavo i miei compagni classe, ogni santo giorno. Mi comportavo male con mia madre: non le ho praticamente mai detto che le voglio bene. Verso i tredici anni, con alcuni amici abbiamo rubato un mucchio di roba nella drogheria vicino a casa scassinando la porta. Non so perché l’abbiamo fatto, ma quando uno dei miei amici è stato scoperto l’ho minacciato affinché si prendesse la colpa, e lui l’ha fatto. Ho fumato la prima sigaretta a tredici anni. Faceva schifo e ho tossito per dieci minuti. Non ho più fumato, finché ho iniziato con l’erba; ma a questo ci arrivo tra poco.
A quattordici anni ho perso la verginità con la sorella maggiore del mio amico Mark. Aveva diciassette anni e andava a letto con tutti i nostri amici, non solo con me. È stato imbarazzante, ma mi è piaciuto. Dopo la prima volta non l’ho più rifatto fino ai quindici anni, ma da allora non sono più riuscito a smettere. Ragazze a caso, conosciute a qualche festa. Mentivo sempre sulla mia età, ed erano ragazze facili. A loro non importava niente di me, e a me non fregava un cazzo di loro.
Quell'anno ho iniziato a fumare l'erba, e ne fumavo tanta. E ho cominciato a bere: io e i miei amici rubavamo il liquore ai loro genitori o dovunque lo trovassimo. E ho iniziato a fare a botte con un sacco di gente. Qualche volta le prendevo, ma più spesso le davo. Ero sempre così incazzato, sempre, e far male a qualcuno era piacevole, era divertente. L’episodio peggiore è stato con un ragazzo di nome Tucker; la sua famiglia era povera e lui era sempre malvestito, e io lo tormentavo per questo. Gli facevo dei segnacci di penna sulla maglietta per vedere quante volte la metteva prima di lavarla. Sono stronzo, lo so.
Un giorno l’ho incrociato e gli ho dato una spallata, solo per provocarlo. Si è arrabbiato e mi ha insultato, e io non ci ho visto più. Gli ho rotto il naso, e sua madre non poteva permettersi neanche di portarlo dal dottore. Ma io ho continuato. Qualche mese dopo sua madre è morta e lui è andato in affido, da gente ricca, per sua fortuna. Un giorno l’ho incontrato per strada: era il mio sedicesimo compleanno, e lui aveva una macchina nuova. In quel momento gli avrei rotto il naso di nuovo, ma a ripensarci ora sono contento per lui.
Non ti racconto il resto dei miei sedici anni perché non ho fatto altro che bere, drogarmi e fare a botte. E anche a diciassette. Rigavo macchine, spaccavo vetrine. A diciott’anni ho conosciuto James. Mi stava simpatico perché non gliene fregava un cazzo di niente e di nessuno, come a me. Nella nostra compagnia bevevamo tutti i giorni. Tornavo a casa ubriaco ogni sera e vomitavo per terra, e mia madre doveva pulire. Quasi ogni sera spaccavo qualcosa… Eravamo una banda, e nessuno aveva il coraggio di disturbarci.
Sono iniziati i giochi, quelli di cui ti ho parlato, e sai com’è andata con Natalie. Quello è stato l’episodio più brutto, te lo giuro. So che ti disgusta il fatto che io non voglia sapere cosa ne è stato di lei. Non so perché non me ne importasse. Poco fa, mentre venivo in questo albergo, stavo pensando a lei. Non mi sento ancora in colpa quanto dovrei, ma stavo pensando a come mi sentirei se qualcuno facesse la stessa cosa a te. La sola idea mi ha quasi costretto ad accostare la macchina per vomitare. Ho fatto una cosa orribile. Anche un’altra delle ragazze, Melissa, aveva una cotta per me, ma non è successo niente, perché era antipatica e strillava sempre.
Ho raccontato a tutti che aveva problemi di igiene, laggiù… tutti hanno cominciato a prenderla in giro e lei non mi ha più dato fastidio. Una volta mi hanno arrestato per ubriachezza molesta e mia madre era così arrabbiata che ha lasciato che passassi la notte in cella. Poi, appena è venuta fuori la faccenda di Natalie, ha detto basta. Quando ha annunciato che voleva mandarmi in America, ho fatto una scenata. Non volevo rinunciare alla mia vita in Inghilterra, per quanto facesse schifo, per quanto io facessi schifo. Ma poi sono andato a un festival e ho preso a botte una persona davanti a tutti, e la mamma ha deciso. Ho fatto domanda alla WCU e naturalmente mi hanno preso.
All’inizio l’America mi faceva schifo. Odiavo tutto. Dover stare con mio padre mi faceva così incazzare che mi sono ribellato ancora di più, bevevo e andavo a tutte le feste della confraternita. La prima che ho conosciuto è stata Steph, e lei mi ha presentato gli altri. Io e Nate siamo andati subito d’accordo. Dan e Jace erano stronzi, Jace era il peggiore. Sai già della sorella di Dan, quindi non ci torno sopra. Da allora mi sono scopato qualche ragazza, ma non quante pensi tu. Dopo che io e te ci siamo baciati sono andato a letto un’altra volta con Molly, ma solo perché non riuscivo a smettere di pensare a te. Per tutto il tempo ho sognato che ci fossi tu lì con me. Speravo che bastasse, ma non è bastato. Sapevo che non eri tu. Tu saresti stata meglio. Continuavo a ripetermi: Se solo vedo Tessa un’altra volta capirò che è una stupida cotta, niente di più. Soltanto un’attrazione sessuale. Ma ogni volta che ti rivedevo volevo sempre di più. Trovavo nuovi modi per infastidirti, solo per sentirti pronunciare il mio nome. Volevo sapere cosa pensavi a lezione, quando fissavi il libro concentrata; volevo sapere cosa bisbigliavate tu e Landon, volevo sapere cosa scrivevi nella tua maledetta agenda. Un giorno ho perfino pensato di rubartela. Dopo quella volta nel tuo dormitorio, quando ti ho incasinato gli appunti e ti ho baciata spingendoti contro il muro, non sono più riuscito a starti lontano. Pensavo a te in continuazione. All’inizio non capivo il motivo di quell’ossessione. La prima volta che hai passato la notte con me ho capito: ho capito che ti amavo. Che avrei fatto qualsiasi cosa per te. So che é ridicolo dirtelo
ora, dopo tutto quello che ti ho fatto passare, ma è vero. Te lo giuro.
Mi sorprendevo a fantasticare (io! fantasticare!) sulla vita che avrei potuto avere con te. Ti immaginavo seduta sul divano con una penna tra i denti e un romanzo sulle ginocchia, i tuoi piedi sulle mie gambe. Non so perché, ma non riuscivo a togliermi quell’immagine dalla testa. Mi torturava, volerti così tanto e sapere che tu non mi avresti mai voluto allo stesso modo. Minacciavo chiunque tentasse di sedersi accanto a te, minacciavo Landon, solo per riuscire a starti vicino. Mi ripetevo che facevo tutte quelle cose soltanto per vincere la scommessa. Ma sapevo di mentire a me stesso. Non ero pronto ad ammetterlo. L’ossessione mi spingeva a fare cose assurde: sottolineavo brani dei romanzi che mi facevano pensare a te. Sai qual è stato il primo? «Discese giù, evitando per un bel po’ di guardarla, come si evita di guardare il sole; ma, come il sole, la vedeva senza guardarla.»
Ho capito di amarti quando mi sono messo a evidenziare Tolstoj, cazzo.
Quando ti ho detto che ti amavo davanti a tutti era vero: ma poi l’ho negato perché tu mi avevi respinto. Il giorno in cui mi hai detto di amarmi ho pensato per la prima volta di avere una speranza. Che avessimo una speranza. Non so perché ho continuato a farti soffrire. Non sprecherò il tuo tempo con delle scuse, perché non ne ho. Ho solo un mucchio di istinti e abitudini contro cui sto lottando, per te. So solo che tu mi rendi felice, Tess. Mi ami anche se non dovresti, e io ho bisogno di te. Ho sempre avuto bisogno di te e sempre ne avrò. Quando mi hai lasciato, dopo aver scoperto la verità, mi sono sentito morire. Ero perduto senza di te. Sono uscito con una ragazza, la settimana scorsa. Non volevo dirtelo, ma non posso rischiare di perderti un’altra volta. Non lo definirei neppure un appuntamento. Non è successo niente. Stavo per baciarla, ma mi sono fermato. Non riesco a baciare nessun’altra che te. Era noiosa, non c’è confronto con te. Nessuna sarà mai alla tua altezza.
Forse è troppo tardi per confessarti queste cose. Posso solo pregare che mi amerai lo stesso dopo aver letto questa lettera. In caso contrario, lo comprenderò. So che puoi trovare un uomo migliore di me. Non sono romantico,
non ti scriverò mai poesie e non ti dedicherò canzoni.
Non sono neppure gentile.
Non posso prometterti che non ti farò più del male, ma posso giurare che ti amerò fino al giorno della mia morte. Sono una persona orribile, e non ti merito, ma spero che mi darai una possibilità di riconquistare la tua fiducia. Mi dispiace di averti fatta soffrire e ti capisco se non riesci a perdonarmi.
Scusa. Non volevo scrivere così tanto. Evidentemente ho fatto più cazzate di quanto sospettassi.
Ti amo. Sempre.
Hardin
Diversas cenas nos evangelhos apresentam um bom quadro do tipo de pessoas que impressionou Jesus. Uma viúva que colocou seus últimos dois centavos como oferta. Um desonesto cobrador de impostos tão arrasado pela ansiedade que subiu em uma árvore para ter uma visão melhor de Jesus. Uma criança sem nome, sem descrição. Uma mulher com uma fileira de casamentos infelizes. Um mendigo cego. Uma adúltera. Um homem com lepra. A força, a boa aparência, as boas relações, e um instinto competitivo podem trazer o sucesso para uma pessoa em uma sociedade como a nossa, mas são exatamente aquelas qualidades que bloqueiam a entrada no reino do céu. A dependência, a tristeza, o arrependimento, um anseio de mudar – esses são os portões para o reino de Deus.
—  Philip Yancey - O Jesus que Eu Nunca Conheci
Na vida, apenas uma coisa é certa, além da morte e dos impostos. Não importa o quanto você tente, não importa se são boas suas intenções, você cometerá erros. Você irá machucar pessoas. E se machucar. E se algum dia você quiser se recuperar há apenas uma coisa que pode ser dita. Esquecer e perdoar. É isso que dizem por aí. É um bom conselho, mas não muito prático. Quando alguém nos machuca, queremos machucá-los de volta. Quando alguém erra conosco, queremos estar certos. Sem perdão, antigos placares nunca empatam, velhas feridas nunca fecham. E o máximo que podemos esperar é que um dia tenhamos a sorte de esquecer.
—  Grey’s Anatomy