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Imobiliária Praia do Forte

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Carta protocolada no Conselho de Ética do CRECI DF

Ao Conselho de Ética do CRECI/DF. 

O presente documento trata-se de denúncia de várias irregularidades de procedimento de um dos membros pertencentes a este conselho, que tem em sua conduta o total repúdio por esta instituição, haja vista que suas ações são eivadas de má fé necessitando de urgência em sua apuração e aplicação das penalidades previstas, sob pena de gerar prejuízos irreparáveis ou de impossível reparação, o que passa expor:

Ocorre que no dia 03 de novembro de 2011 o Denunciante, Alexandre Magalhães Lopes, brasileiro, casado, portador do RG nº xxxx DF, inscrito no CPF nº xxxxx sta capital, represento por seu advogado, consoante instrumento procuratório anexo, por meio do site WIMÓVEIS, comum no meio do mercado imobiliário visualizou a oferta de um imóvel, apartamento, que lhe interessou, no qual o escritório imobiliário RODRIGUES, situada na QNB 16, Lote 01, sala 204 – Ed. Noleto, Av. comercial Norte – CEP72.115-160, o anunciava.

No mesmo dia da pesquisa após manter contato com o corretor responsável pela imobiliária em análise, ora denunciado, AROLDO RODRIGUES FERREIRA, CRECI nº 10.451, se prontificou a apresentar o referido imóvel situado na CND 01 LOTE 13 APARTAMENTO 802 – Taguatinga-DF, com área de 129m², constituída por 03 quartos, sendo 01 suíte, sala, cozinha, área de serviço e WC social, objeto da matrícula nº 291571, do Cartório do 3º Ofício do Registro de Imóveis do Distrito Federal.

Após a primeira visita realizada, o denunciante demonstrou interesse em adquirir o imóvel, por sua vez o denunciado no mesmo dia insistiu para que já fosse dado um valor de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) a título de sinal e fechar contrato de compra e venda, apesar de sofrer pressão pelo denunciado, após muita insistência, o denunciante resistiu por não ter a sua disposição no momento todos os documentos necessários que comprovava a propriedade da vendedora, bem como outras certidões negativas, a fim de viabilizar o negócio jurídico, haja vista que parte do valor pago pelo denunciante/comprador ocorreria por meio de financiamento junto a instituição bancária Banco do Brasil, diante disto foi remarcado novo encontro para o dia 04 do mesmo mês para finalizar o negócio.

Neste dia foi realizado o primeiro contato com este causídico que esta subscreve, com a finalidade de prestar segurança jurídica as partes contratantes, no qual o denunciado corretor Aroldo já revelou seu comportamento desrespeitoso e sem ética, de modo que sempre deixava claro a insistência pelo negócio jurídico naquele momento independentemente de qualquer segurança jurídica para ambas as partes.

No transcurso dos dois dias anteriores ao novo encontro, foi enviado pelo denunciado um modelo de contrato de compra e venda, no qual este causídico promoveu as devidas alterações, com fim de assegurar a finalização saudável do negocio jurídico.  Ficou acordado entre as partes que o contrato de sinal era um contrato inteiramente condicional, no qual somente após ocorrem as condições das partes é que este vigoraria, condições estas tais como:

R$ 40.000,00 (Quarenta mil reais mil reais), pagos à vista, por meio do cheque de n° -850061, Agência n° 4886, Conta corrente nº 27983-8, Banco do Brasil  emitido pelo(s) Comprador(es), a título de sinal de negócio, sendo que este só poderá ser descontado após apresentação de todas as certidões negativas exigidas pelo Cartório de Notas e pelo Banco financiador, relativas ao imóvel e da vendedora, sendo que o cheque de sinal  ficará em posse  da imobiliária aguardando aprovação do financiamento. Caso o financiamento não seja aprovado será devolvido sem nenhum ônus para ambas as partes.

R$ 34.000,00 (Trinta e Quatro mil reais) serão pagos através do FGTS no ato da assinatura da escritura.

R$ 296.000,00 (Duzentos e Noventa e  Seis mil reais) pagos através de um financiamento bancário, do  Banco do Brasil. (tópicos retirados do contrato entabulado pelas partes)

Numa das certidões apresentadas neste dia da vendedora, constou ainda, um remanescente de custas num processo judicial em desfavor da vendedora, bem como um problema de cadastro relacionado à regularização do CPF, de forma a prejudicar a aprovação do financiamento pelo Banco do Brasil, bem como restou fartamente acordado entre as partes que a carta de crédito pré-aprovada pelo denunciante não detinha o valor suficiente para pagar o valor integral do respectivo imóvel, portanto era necessário um novo pedido de análise do processo junto a instituição bancária.

Presentes todos estes entraves, ficou condicionado o início da vigência do contrato de compra e venda e sinal de pagamento, com o desconto do cheque no importe de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) a título de sinal, a aprovação do financiamento e a apresentação das certidões negativas da vendedora, conforme se extrai das cláusulas contratuais acima colacionadas e ainda os e-mails anexos a presente. Após elaboração do contrato com os termos acima referendados, restou pendente assinatura dos filhos da vendedora, de forma anuir com a venda do imóvel, tendo em vista que a vendedora vivia em união estável com seu companheiro a mais de trinta anos e este havia morrido há pouco tempo, podendo o referido bem integrar o patrimônio sucessório dos filhos do casal, mesmo o imóvel constar apenas em nome da vendedora.

Diante disto, o contrato foi assinado por ambas às partes naquela ocasião e o cheque no importe de R$ 40.000,00 (quarenta mil reais) também foi entregue nominal a vendedora, sendo este condicionado sua apresentação a implementação das condições.

Após algum tempo de espera para colher as assinaturas dos filhos a vendedora devolveu as três cópias do contrato para o denunciado, para que este pudesse entregar ao denunciante para reconhecer sua firma, mas neste meio tempo ocorreu a negativa de crédito no montante em que as copias dos contratos encontravam-se na posse do denunciado, diante disto por mais que fosse pedido inclusive a revisão para a concessão do crédito, esta não ocorreu, contudo apesar de ter a previsão de resolução do contrato por não ter sido operada a condição principal, o comportamento do Denunciado/corretor foi totalmente divorciado de um comportamento ético e respeitoso, ao revés se comportou temerariamente desrespeitando o denunciante e sua esposa, bem como este causídico que esta subscreve, pois negou a devolução tanto do contrato, quanto da cártula de cheque, ação em total afronta ao código de ética que regulamenta a atuação dos corretores inscritos no CRECI/DF:

Art. 3° - Cumpre ao Corretor de Imóveis, em relação ao exercício da profissão, à classe e aos colegas:

VI - exercer a profissão com zelo, discrição, lealdade e probidade, observando as prescrições legais e regulamentares;

V - observar os postulados impostos por este Código, exercendo seu mister com dignidade;

VIII - zelar pela própria reputação mesmo fora do exercício profissional;

Para assegurar o negócio e seus honorários no valor de R$ 18.000,00 (dezoito mil reais), conforme se extrai do respectivo contrato, o denunciado ofereceu ao denunciante, para aprovação do referido financiamento, alteração na sua declaração de imposto de renda, burlando o fisco e cometendo crime contra a ordem tributária, afirmando que na próxima declaração o denunciante faria a correção, esta de fato não é uma conduta pautada nos preceitos éticos e morais que remontam este tão respeitável conselho, de modo que feriu de morte o código de ética da profissão, consoante dispositivo lá contido:

Art. 4º - Cumpre ao Corretor de Imóveis, em relação aos clientes:

III - recusar a transação que saiba ilegal, injusta ou imoral;

V - prestar ao cliente, quando este as solicite ou logo que concluído o negócio, contas pormenorizadas;

Outra medida tomada pelo denunciante foi não mais atender os telefonemas realizados pelo denunciante, sua esposa e este causídico, quando atendia tais ligações negou peremptoriamente em devolver os contratos assinados pelas partes e a cártula de cheque acima descrita. Passou a recusar qualquer tipo de contato para resolver a pendência e todas as vezes que atendia os telefones detinha comportamento extremamente “grosseiro” como se pudesse reter tais documentos em sua posse, chegou a dizer absurdo a esposa do denunciante que “ela deveria baixar a bola, pois não tinha dinheiro para pagar o imóvel”, num dos contatos com este causídico este o tratou com aspereza e se negou a entregar os contratos assinados e o cheque.

Desmarcou por várias vezes após ter se comprometido a atender, se negou também a atender em seu escritório imobiliário e por fim se portou totalmente contrário aos preceitos que direcionam a profissão, conforme o código de ética que rege sua atuação como corretor.

No último contato com o denunciante, quando este lhe requisitou que lhe fosse entregue o cheque e sua via do contrato, informou que havia perdido os documentos e que este tinha até o dia seguinte para comprar o imóvel, pois se assim não o fizesse deveria aguardar para conversar com os advogados, se valendo da condição de estar em posse dos contratos para coagi-lo a fazer negócio que não possuía recursos para fazer, mais uma vez descumprindo o código de ética que regulamento a profissão:

Art. 4º - Cumpre ao Corretor de Imóveis, em relação aos clientes:

VI - zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica do negócio, reservando ao cliente a decisão do que lhe interessar pessoalmente;

VII - restituir ao cliente os papéis de que não mais necessite;

Art. 6º - É vedado ao Corretor de Imóveis:

XVIII - reter em suas mãos negócio, quando não tiver probabilidade de realizá-lo;

De modo temerário e totalmente contrário ao contrato, o denunciado teve a iniciativa de depositar o cheque sem informar ao denunciante colocando em risco a conta bancária deste, somente de forma maliciosa com único interesse de prejudicar o denunciante, observa-se que o depósito do cheque em sua conta, uma vez que o cheque fora endossado pela vendedora, revela mais um descumprimento do corretor denunciado em total confronto ao código de ética que regulamenta a atuação profissional dos corretores em Brasília:

Art. 6º - É vedado ao Corretor de Imóveis:

XX - receber sinal nos negócios que lhe forem confiados caso não esteja expressamente autorizado para tanto.

Observado todos estes acontecimentos, somente restou ao denunciante procurar a 27ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal, por se tratar de fato típico o comportamento do denunciado, pois trata-se de exercício arbitrário das próprias razões (art. 345 do Código Penal), apropriação indébita (art. 168 do Código Penal), por se negar a devolver contrato que não era parte e assim mero intermediador, em estrita atenção também ao código de ética:

Art. 5° - O Corretor de Imóveis responde civil e penalmente por atos profissionais danosos ao cliente, a que tenha dado causa por imperícia, imprudência, negligência ou infrações éticas.      

O objeto da presente denuncia tem por intuito requerer a instauração de processo disciplinar para apurar todas as ações ilícitas e em confronto com o código de ética com a aplicação das punições previstas na legislação vigente, sem prejuízo dos processos cíveis e criminais a serem manejados.

Posto isto, requer que seja deferida a fiscalização imediata no escritório imobiliário, cujo proprietário é o denunciado, de forma que este restitua os contratos e o cheque que encontra-se em seu poder, pois tais documentos em seu poder poderá gerar maiores prejuízos ao denunciado dos que já gerou até o presente momento, uma vez que mesmo sem autorização e em total descumprimento do contrato e do código de ética depositou o cheque com intuito único gerar prejuízos.

 

Brasília/DF, 01 de dezembro de 2011.

Valor do condomínio poderia ser 17% menor, se a limpeza fosse correta
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Por: Jéssica Consulim Roccella 

InfoMoney 

Os condôminos poderiam pagar um valor 17% menor de condomínio, se houvesse uma correta operação de limpeza nos prédios. 

De acordo com a diretora administrativa do Grupo Natzar, Luciana Barbarow, a limpeza correta é um item fundamental no “mix” de custos.

Em alguns condomínios, é possível observar o desperdício de produtos de limpeza. “A maior causa é a falta de informação de funcionários com relação à composição e dosagem dos produtos”, explicou o diretor comercial, Marcello Babarow.

Ainda segundo ele, o uso inadequado de equipamentos também gera prejuízos com consertos e reposição de peças.

Mais redução de gastos

Uma forma certa de limpar os condomínios também ajudaria a reduzir outros gastos. A conta de água, por exemplo,poderia cair em cerca de 40%. Já os gastos com energia elétrica poderiam ser reduzidos em 10% e as despesas com a manutenção do condomínio cairiam 60%

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Aplicativo faz imobiliária trocar papel por tablet

Aplicativo faz imobiliária trocar papel por tablet

A Pirâmides Imóveis, imobiliária de Florianópolis (SC), assumiu em 2014 um modelo sustentável de apresentação de imóveis aos clientes, abolindo o uso de papel e impressoras. As casas, salas comerciais e apartamentos são exibidos apenas com o uso do computador ou tablet. Para garantir o padrão de qualidade, um software específico para o setor imobiliário dá suporte ao empreendimento, já que a…

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STJ aplica novas regras de despejo em processo antigo
— 

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve a concessão de antecipação de tutela em ação de despejo por inadimplência. Os ministros aplicaram a Lei 12.112/2009, mesmo tendo sido editada após o início da ação. A lei altera e aperfeiçoa as regras e procedimentos da Lei 8.245/1991, a chamada Lei do Inquilinato. 

A Lei 12.112/09 entrou em vigor em 25 de janeiro de 2010. Uma das alterações mais relevantes diz respeito à facilitação do procedimento das ações de despejo, como a ampliação do rol de hipóteses em que é admitido o despejo liminar no prazo de 15 dias.

O caso julgado pela Quarta Turma tratou da possibilidade de concessão de antecipação de tutela em ação de despejo por falta de pagamento – uma situação não prevista no texto original do artigo 59 da Lei do Inquilinato.

O ministro Luis Felipe Salomão, relator do recurso, ressaltou que a antecipação de tutela, nesse caso, foi concedida com base no artigo 273, parágrafo 1º, do Código de Processo Civil (CPC). Segundo ele, os requisitos desse artigo não  foram cumpridos, o que justificaria a devolução dos autos para novo julgamento.

Contudo, no curso do processo entrou em vigor a Lei n. 12.112/09, que acrescentou o inadimplemento de aluguéis como fundamento para concessão da liminar em despejo – exatamente a hipótese do caso analisado. Essa lei acrescentou o inciso IX ao parágrafo 1º do artigo 59 da Lei n. 8.245/91. “Tratando-se de norma inserida na Lei do Inquilinato, deve esta ter aplicação imediata, inclusive em processos em curso”.

O relator afirmou que, mesmo que o acórdão que concedeu a liminar fosse cassado por falta de fundamentação adequada, o tribunal estadual poderia acionar o novo dispositivo para conceder a liminar. Mas é preciso que seja prestada caução no valor equivalente a três meses de aluguel, providência que foi determinada pelo próprio STJ.

A concessão de liminar para despejo de locatário de imóvel urbano já contava com jurisprudência sedimentada nas Turmas da Terceira Seção do STJ. Especializadas em Direito Penal, a Quinta e Sexta Turmas também tratavam de locação predial urbana. Contudo, a Emenda Regimental n. 11/2010 atribuiu o tema às Turmas da Segunda Seção, especializadas em Direito Privado.

Fonte: R7.com

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Dívida da Adimóveis já chega a R$ 20 mi

Valor será arcado pela massa falida; cooperativa não é responsável pela despesa

Amanda Quintiliano

Os credores da Adimóveis Locadora terão de passar por um longo processo até conseguirem reaver o dinheiro preso na imobiliária. O primeiro passo é se habilitarem na massa falida e até ontem 500 pessoas haviam se submetido ao procedimento. Pelo levantamento inicial do administrador judicial Luiz Carlos de Araújo, baseado neste número de credores, a dívida da locadora chega a R$ 20 milhões, mas o valor poderá ser maior.
Após se inscreverem, os pedidos serão verificados pelo falido, credor e administrador. Todos apresentaram documentos para comprovarem o valor devido. Se não forem impugnados, os habilitados entram na lista oficial de credores. Caso sejam impugnados, o caso será analisado individualmente pelo juiz da 1ª Vara Cível, responsável pelo caso, João Martiniano, que determinará ou não o pagamento.
As habilitações, chamadas de retardatárias, devem ser feitas diretamente no Fórum. O prazo de quase dois meses para ser feito com o administrador judicial, estipulado pelo juiz no ato do decreto de falência, venceu. A partir de agora é necessário o acompanhamento de um advogado, segundo Araújo, e a apresentação do título, ou seja, nota promissória, contrato contra a Adimóveis ou outra documentação comprovando a dívida.
- Como o prazo para habilitar terminou, ela não pode ser feita mais com o administrador judicial. A única forma é ir até o Fórum com o acompanhamento de um advogado - explica Araújo, acrescentando que terão preferência em receber o dinheiro os habilitados dentro do prazo definido judicialmente e os retardatários vão para o final da lista.
- Mas não significa que não irão receber o montante - esclarece.


Isenta

O administrador esclareceu que o pagamento da massa falida não será de responsabilidade da Cooperativa Somar, porque ela apenas arrendou o estabelecimento da falida se isentando de arcar com as despesas geradas com os credores nos últimos anos. O papel dela, segundo o administrador, é de valorizar o ativo, ou seja, movimentar financeiramente a imobiliária arrecadando fundos sem deixar as atividades serem paralisadas.
Da receita mensal da cooperativa, 20% são repassados para a massa falida. O valor é utilizado para quitar as dívidas com os credores. O administrador disse que estão realizando um levantamento dos bens da locadora. Os que forem identificados serão vendidos e o valor arrecadado revertido para pagamentos a quem tem dinheiro preso na massa falida.

História

No dia 2 de dezembro do ano passado o Tribunal de Justiça de Minas Gerais - TJ/MG julgou o agravo de instrumento da Adimóveis contra a sentença do decreto de falência em primeira instância. Por três votos a zero, os desembargadores cassaram a liminar que mantinha o funcionamento da empresa e indeferiram o recurso.
Com isso, a diretoria foi afastada e a administração foi transferida a um advogado nomeado pelo juiz da 1ª Vara Cível. No decorrer do processo os funcionários se uniram e solicitaram judicialmente o arrendamento da imobiliária. No dia 28 de janeiro deste ano, o juiz João Martiniano e o promotor Calixto Souza autorizaram a assinatura do contrato de arrendamento. Desde então, a locadora está sob comando de 50 dos antigos empregados e a diretoria é composta por oito membros.

Case de Sucesso | Fuhro Souto Consultoria Imobiliária e mySuite

A Fuhro Souto Consultoria Imobiliária tinha um desafio: gerenciar retornos e atendimentos aos clientes com mais dinamismo e precisão.

A empresa conta com 28 anos de experiência em consultoria imobiliária, oferecendo aos clientes um serviço nos segmentos de vendas, administração de aluguéis e também administração de condomínios.

Para aprimorar o atendimento e atender as demandas do mercado a Fuhro Souto optou por unir a tradição de quase três décadas à tecnologia do BraZip mySuite. O software trouxe ganhos significativos ao negócio, conseguindo alcançar o dinamismo e precisão que o atendimento precisava.

Fabrício Borges Sorondo, gestor administrativo da instituição, ressalta que o mySuite aprimorou “o ambiente de interação entre cliente e empresa, os registros com históricos de atendimentos, os lembretes… Enfim, as ferramentas de gestão dos clientes potencializaram as oportunidades de negócios da empresa”.

O desafio inicial foi superado e o mySuite potencializou o crescimento da empresa. “A gestão de atendimento a clientes foi aperfeiçoada e com certeza atualmente concretizamos negócios que não fecharíamos anteriormente. No segmento de aluguéis, podemos mensurar que aproximadamente 10 novos contratos de locação ocorrem mensalmente devido ao uso da ferramenta”, conta o gestor.

Segundo Fabrício, a Fuhro Souto agora está munida com a solução que traz interação e precisão no atendimento ao cliente: “Registro do histórico dos atendimentos merece destaque, assim como o registro de solicitações anexando documentos, gerando lembretes, também representam um diferencial na gestão dos atendimentos”.