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Nesse momento, Alice ficou frente a frente com Gabriel, que ainda sorria. 
 
- Você pegou as minhas sacolas quando caiu e não me olhou. Não se importou em perguntar meu nome de primeira, não se jogou para mim e não quis entrar na minha casa. Nos seus olhos da pra ver que você não está muito bem, e a maioria das mulheres, aproveitaria um homem como eu, que aparecesse do nada no caminho delas, para cair nos braços dele e se entregar.  
 
Alice tentou segurar o sorriso, mas não conseguiu e riu. 
 
- Com que mulheres você anda? Tem algumas que não são assim.  
- Eu sei que não, mas isso quase sempre acontece. Como aquelas histórias de se esbarrar no corredor, pegar os livros que caíram e se apaixonarem.  
 
Daquela conversa, Alice pode se distrair e rir bastante com Gabriel. Estava bem tarde e era perigoso voltar para casa, então Gabriel a pediu para ficar. Ele pegou alguns cobertores e uma blusa sua para que Alice não dormisse com a que estava. Eles ficaram assistindo alguns filmes que Gabriel gostava e ele contou algumas experiências amorosas fracassadas que já teve. Até que perguntou para Alice sobre o colar, e ela se calou. 
 
- Era verdade aquilo que eu pensei? 
- Era, um pouco. 
- Quer me contar? 
- Eu a amo. Beatriz e eu estamos juntas por um bom tempo. Nós brigamos, é normal, mas nessas ultimas semanas ela estava estranha comigo, até que me contou que tinha beijado uma ex namorada dela. Naquela hora que eu esbarrei em você, eu tinha acabado de falar com ela. 
- Com a Beatriz? 
- Não, com a Renana. A ex dela. A Beatriz foi viajar, não sei pra onde, e não sei quando ela volta. Ela precisa de um tempo pra pensar, eu sei. Eu não quero que ela fique comigo por obrigação, sabe? Eu… Eu não sei. Estou triste e cansada. Não sei se consigo ficar sem ela. - E porque você não liga pra ela?  
- Porque eu disse que não ia ligar. Disse que se ela precisasse de mim, ela provavelmente me ligaria. Eu não estou com vontade de trabalhar. Se eu pudesse, eu ficaria esperando ela voltar. Tenho medo da minha vida virar uma bagunça. Ela foi buscar a felicidade dela, e eu não posso impedir. Mas eu não sei se vou conseguir manter a minha. Quer dizer, não sei se vou conseguir continuar fazendo a minha felicidade existir, já que ela não existe mais. 
- Vai atrás dela, Alice. Você não pode deixar as coisas assim. Se você o gosta dela, você tem que lutar. 
- Eu não consigo. Eu acho que estou fazendo ela perder tempo, sabe? Só que não vou conseguir ficar muito tempo assim.  
 
Gabriel a abraçou e sentiu seu ombro molhar. Não disse nada para não piorar as coisas, e a deixou dormir.  
Acordando com o Sol no seu rosto, Alice procurou seu celular e viu que eram 7h30. Chamou por Gabriel que não respondeu, mas não se preocupou. Tomou um banho rápido e vestiu sua roupa, até ouvir barulhos vindo da cozinha. Tomaram café juntos como se já se conhecessem bem. Trocaram telefones e prometeram que iriam se ver depois. Cada um foi pro seu lado.  

Predominant Harmonies

Predominants are those chords that lead to dominant harmonies within a prhase. They are also called subdominants and consist of triads containing the scale degrees 4 and 6.

General progression: T-PD-D-T

  • Major keys: I-(ii, ii6, or IV)-V7-I
  • Minor keys: i-(ii06 or iv)-V7-i

The vertical analysis uses Roman numerals to describe the chord and its inversion. The contextual analysis simply shows how a chord functions in a basic phrase, such as T (tonic), D (dominant), and PD (predominant).