ignorei

You give me a feeling that I never felt before
And I deserve it, I think I deserve it
It’s becoming something that’s impossible to ignore

I wasn’t expecting this anime to take over my life. Make sure to bury me with a copy of episode 7 lmao

My pose reference for this is an old painting by Frederic Leighton titled, The Fisherman and The Siren.

Por todas as vezes que não te agradeci,
desculpa.
Por todas as brigas,
as desavenças,
os desentendimentos,
desculpa.
Por todas as lágrimas que eu não pude enxugar
enquanto você, mesmo sem poder,
enxugou as minhas,
por todos os “eu te amo”
não ditos,
guardados,
esquecidos com o tempo,
desculpa.
Por todas as preocupações exageradas
que eu, exageradamente, ignorei
você tinha razão,
eu não.
foi mal.
Pelas palavras resmungadas,
murmuradas,
torturadas e
que te torturaram,
desculpa.
Não foi a intenção.
Mas, principalmente, desculpa
pelas desculpas não pedidas
e pelos agradecimentos não feitos.
MUITO OBRIGADO.
SINTO MUITO.
EU TE AMO
—  npjr
Poderia ter sido diferente se eu não fosse uma máquina de erros que tenta concertar os danos que eu mesmo causo. Me pergunto como um ser humano não consegue perceber o que fez de errado quando o culpado é ele. Talvez o amor deixe a gente meio míope, meio exagerado, meio tudo, sabe? Assim mesmo, confuso de entender. Sentir aquela sensação de que poderia ter dito ou feito algo diferente naquele momento me perturba, e só de imaginar que se eu tivesse tomado atitudes mais elevadas estaria tudo bem entre nós, me dói. O que resta é seguir os conselhos de amigos que eu sempre ignorei, seguir em frente e deixar à vida me trazer algo melhor.
—  Alef Santos.
Ela parecia brava com alguma coisa, mas ignorei. Provavelmente ela não era uma pessoa matinal. Se bem que, de acordo com essa lógica, ela também não era uma pessoa vespertina nem noturna. Pensando bem, ela meio que era uma megera mal-humorada… e eu gostava disso.
—  Desastre Iminente.  
Bateram na porta, pensei ser mais um vendedor ambulante e logo ignorei. O barulho de batida se repetiu por dias e dias, e tornei a ignorar cada toque, até que se cansaram, logo pensei. As batidas retornaram um tempo depois, olhei pela janela e não enxerguei nada, então acendi a luz. Não eram os vendedores ou só mais um desconhecido, como havia pensado. Era alguém bem antigo, que partiu de repente sem que eu pudesse notar, e voltou da mesma forma, de repente. Eram as palavras retornando ao seu lar, e junto com elas, trouxeram um ar de recomeço, de esperança. Não sei por quanto tempo elas pretendem ficar, se estão fazendo somente uma visita ou moradia, então, todos os dias deixo a luz acesa.
—  Camila Cardoso.
Eu não consigo lembrar um dia em que não te amei. Eu comecei a te amar na primeira vez que te vi, na primeira vez que escutei a sua voz, na primeira vez que você me protegeu no seu abraço. Eu te coloquei no mais alto pedestal e te idolatrei. Eu vivi pra te agradar, pra ser digna de você. Eu ignorei aquelas noites que você chegava tarde em casa, cheirando a cachaça. Eu ignorei os dias em que você só aparecia pela manhã, com as marcas da briga que você teve no bar. Eu ignorei quando você me olhou com desprezo. Eu te deixei no pedestal e te amei com todo o meu ser. Eu ignorei todos os dias ruins e nunca esqueci os bons. Nunca esqueci como assistíamos os mesmos filmes todas as noites, ou os dias que você decidia fazer minha comida preferida. Nunca esqueci nosso costume de ir ao cinema todos os sábados e como você costumava fazer todas as minhas vontades. Mesmo quando por sua causa meu mundo desmoronou, eu te mantive no pedestal e te amei como se minha vida dependesse disso. Eu me transformei na pessoa que sou hoje pra te orgulhar, pra não te dar motivos pra ir embora outra vez. Eu culpei a todos menos você, o único culpado. Eu ignorei todos os dias ruins e nunca esqueci como costumávamos ir a qualquer lugar longe o suficiente pra passar horas dentro do carro escutando música o mais alto possível, cantando como se o mundo fosse acabar naquele dia. Eu vivi a minha vida inteira por você, eu segui seus conselhos, eu segui seu exemplo. Eu ignorei o seu descaso dos anos anteriores e me agarrei a aqueles dias em que eu era a sua única preocupação. Eu fiz de tudo pra esquecer aquele olhar de desprezo tão frequente durante tanto tempo e me concentrei na sua risada quando eu fazia alguma brincadeira idiota. Eu ignorei quando você chegava em casa batendo as portas e quebrando as coisas e me concentrei nos abraços apertados. Eu me convenci de que apesar de tudo você me amava e que esse era só seu jeito de ser. Eu consegui ignorar todos os malcuidados por que as vezes eu via carinho no seu olhar. Mas agora os dias ruins voltaram e eu estou longe demais pra saber se ainda existe algum carinho no seu olhar. Você achou um brinquedinho novo e me jogou fora como um jogo que você já se cansou. Eu vivi minha vida pra te orgulhar e hoje você tem vergonha de mim. Eu te amei todos os dias. E apesar de tudo, não teve um dia que eu te amei menos. Eu dediquei a você todo o meu ser e você se cansou de mim. Eu tentei culpar a todos menos você, mas agora todos os dias são ruins e você está longe demais. Já faz muito tempo que eu não escuto sua risada, sinto seu abraço apertado ou vejo um leve traço de amor no seu olhar. E sem isso eu não consigo mais ignorar tudo que aconteceu. Eu te coloquei no mais alto pedestal, te amei mais do que imaginei ser possível amar, ignorei os seus erros e fui extremamente feliz nas poucas ocasiões em que você achou que talvez eu era digna de você. Mas agora eu não consigo ignorar. Você partiu meu coração em mil pedaços e riu ao ver minha destruição. Você pisou em mim como um inseto indesejado na sua casa nova. Me varreu pra debaixo do tapete como se eu fosse a poeira que você não quer que as visitas vejam. Eu te coloquei no mais alto pedestal e não foi suficiente pra você. Eu te coloquei no mais alto pedestal e você deixou claro que eu não era digna de você. Eu te amei todos os dias da minha vida e isso não vai mudar. Eu te amei e vou te amar por toda minha existência. Vou te amar com tudo que tenho pra oferecer. Mas você já não está naquele pedestal.
Eu te coloquei no mais alto pedestal e você me provou que não era digno de estar lá.
—  Anna Maia
Acho que meu marido queria um chifre

Oi! Faz um tempinho que descobri estes sites de relatos eróticos. Acho o máximo e sou leitora assídua!

Hoje reuni coragem pra contar o que aconteceu comigo há 5 anos atrás. Confesso que já estou super excitada só de escrever até aqui! 

Podem me chamar de Cíntia (nomes serão falsos), sou casada e hoje tenho 31 anos.

Eis um pouco da minha vida: Nasci e cresci no interior de SP. Sou de uma família tradicional e por isso fui criada com muita religião e bons modos. Apesar de tudo, não absorvi muito essa mentalidade conservadora! Na verdade sou extrovertida e super de bem com a vida…

Aos 19 anos eu não era diferente das outras meninas! Sonhava em me casar, ter filhos e formar uma família! 

Foi nesta época aliás, que me casei com o Caio…. um mineiro, de 35 anos. Nossos pais eram muito amigos e a amizade deles foi nosso elo de aproximação… 

Os primeiros anos de casamento foram maravilhosos! Muito amor, viagens e alguns mimos materiais. Apesar da vida mais confortável (coisa que eu nunca tive até então), não abri mão de trabalhar…

Quando casei vim morar em Belo Horizonte. Consegui um emprego de vendedora em uma joalheria e a vida seguiu…

Em 2009 me formei em letras e passei a dar aulas de português e inglês (meu sonho) para alunos de uma escola pública do meu bairro. O que mais me motiva é o prazer de ensinar e manter alguma independência financeira, coisa da qual nunca abri mão!

E assim a vida seguiu, mas nem tudo foi como planejei… Após algum tempo de convivência com meu marido, percebi que ele tinha comportamentos e assuntos estranhos demais pra mim… 

Sim, claro, eu assustei muito, chorei, pensei em me divorciar… Mas felizmente o destino conspirou ao nosso favor e hoje estamos muito bem e felizes.

Tudo começou nos primeiros anos de casada. Em nossas intimidades, Caio ficava perguntando coisas estranhas pra mim querendo saber, por exemplo, detalhes da minha primeira transa: Com quem foi, se eu tinha gostado, se eu fiz anal, se eu tinha gozado, essas coisas…

Achava super estranho mas até aí não dei muita atenção! Só achei estranho o marido querer saber detalhes de experiências sexuais passadas de sua esposa. Mas tudo bem, até aí nada demais…

Além disso, outra coisa que havia notado no Caio era o interesse dele em me fazer vestir determinadas peças de roupa. Ele adorava comprar lingerie pra mim (sempre muito sexy, sempre muito provocante). Até aqui também não tinha demais, afinal, é super normal um homem presentar a mulher que ama com roupas íntimas…

O detalhe é que o Caio insistia pra que eu usasse sempre, todo dia, até pra trabalhar! Sempre uso lingierie em ocasiões especiais (isso vai de cada mulher), mas no meu dia a dia preferia aquela calcinha básica de algodão mesmo (por conforto). Mas acabei fazendo o gosto dele e passei a usar lingeries no meu dia a dia, com direito a calcinhas fio dental e etc. Também não era apenas isso que me deixou intrigada com o Caio…

As coisas ficaram mais estranhas pra mim em um belo dia que fui com o Caio ao banco. Ele tinha que fazer uma transferência de alto valor. Ficamos sentados aguardando a chamada da senha… Não tinha muitas cadeiras vazias então eu sentei longe dele. 

Foi quando percebi o vigilante do banco que controlava a porta giratória me encarando! Ele era até bem bonito (um negro forte e alto). Claro que eu não correspondia aos olhares de ninguém, mas mesmo assim ele parecia meio que obcecado na minha pessoa… 

                       

Pela forma intensa dele olhar, a melhor definição que tinha pra isso era: Eu estava diante de um psicopata ou no mínimo um tarado maluco. Ou então ele achou que eu ia roubar o banco (risos).

É super normal pra mim receber uma cantada na rua, um flerte ou ser olhada por outro homem, mas não perto do marido! Não daquele jeito tão sem pudor! Morri de vergonha e ignorei ao máximo!

Até o Caio percebeu a situação. 

Lógico que eu jamais contaria aquilo ao Caio. Mas assim que saímos do banco, dentro do carro, meu marido fez um comentário com uma certa euforia:

_”Amor, percebeu que o vigia do banco não tirava os olhos de você?”

(Eu)
_”Sério? Não percebi não…” menti pra evitar brigas.

Achei super estranho ele me perguntar algo assim, sem demonstrar raiva. Mas o que me assustou mesmo veio depois:

(Caio)
_”O que você achou daquele cara?”

(Eu) 
_ “Eu? Não achei nada…”

(Caio) 
_ “Quero saber se você achou ele atraente ou coisa assim…”

(Eu) 
_”Credo Caio não! Ficou louco?” Achei que ele queria testar minha fidelidade, por isso respondi meia tensa…

Pelo forma assustada com que respondi, ele acabou não falando mais nada… Mas eu podia jurar que a última coisa que ele parecia sentir era ciúmes de mim…

Foi assim que minha luz de alerta acendeu! Se fosse com meus ex-namorados, com certeza aquele vigilante teria sérios problemas! Tinha algo muito errado com meu marido, pensei…


Mas as coisas não pararam por aí! Calma, que tem mais! (risos)

Antes e durante nossas transas, meu marido tem por hábito colocar filmes pornográficos. Até aí nada demais pra mim… Como dizem por aí, entre quatro paredes vale tudo para apimentar a relação…

Mas eu notei um padrão nesses filmes… Era sempre uma atriz loira, era sempre um ator negro ou bem moreno… As vezes era um ator, as vezes dois, três, quatro, cinco negros transando com uma atriz loira… Eram sempre negros fortes, orgias, essas coisas…

Eu sabia que nem todo filme pornográfico era assim.

Meu marido não é negro nem moreno… (se meu marido fosse negro daria pra entender que a intenção era me excitar pra transar com ele ou algo do gênero) Mas no filme só havia uma coincidência: A atriz era loira! Eu não mencionei ainda, mas eu sou loira.

Minha ficha não caiu porque o Caio era obcecado por pornografia envolvendo negros e loiras. Não, não é isso… 

As coisas foram se somando… O destaque que ele deu para o fato do vigia ser negro questionando se o rapaz me atraía, além dessa fixação por porngrafia interracial… Mas as peças do quebra-cabeças só se encaixaram um dia quando a gente assistia a mais um filme pornô do mesmo gênero… Foi quando o Caio fez esse comentário:

_”Amor, já se imaginou transando com dois negros assim? O que acha?”

Nesse momento levei um baita susto e respondi meia desnorteada:

_”Ai Caio!… Que coisa mais pervertida!“

(Caio)
_”Ué, o que tem demais? Fantasia é uma coisa normal…”

(eu)
_”Eu sei mas… Não… Nunca me imaginei não.” respondi ao Caio com mais clareza.

(Caio)
_”Pois saiba que se você dissesse que sim eu não iria ficar bravo…”

Fiquei sem palavras… Não conseguia entender (na época) nada sobre o comportamento do meu marido… Será que meu marido não gostava mais de mim? 
Fiquei triste pensando nisso e nem dormi direito…

Mas a paranóia na minha cabeça começou de verdade um belo dia, em uma de nossas transas, quando ele disse: “Amor, fecha os olhos e finge que sou outro cara comendo você…”

Quando chegou aí nesse ponto eu pensei: Pode parar tudo! 

Antes eu achava que o Caio não gostava de mim! Mas depois disso eu tive certeza mesmo! Que outra explicação tinha para ele insistir em uma terceira pessoa na nossa relação? Pra mim ele não gostava de mim e não queria admitir! 

Será porque eu não conseguia dar um filho pra ele? Será que não gostava de mim por causa do meu problema de infertilidade? Sim, há muito tempo estávamos tentando ter um filho, sem sucesso…

Acho que muitas mulheres no meu lugar ficariam super depressivas nessa situação… Mas por alguma razão me recusei a viver chorando pelos cantos!

Eu tenho autoestima elevada e me acho bonita, fato que comprovo pelos constantes olhares masculinos… Olhares que até o momento não correspondia por fidelidade ao Caio.

Tá certo que não tenho bumbum enorme nem seios grandes, mas tenho tudo em cima como há 10 anos. Segundo as pessoas que conheço, aparento ser mais nova do que sou. Tá certo que sou branca demais, magra e baixa, de aparência frágil. (Sou loira, cabelos lisos, 1,57m e peso 48kg). Enfim, não tenho aquele biotipo de brasileira corpulenta, mas me acho bonita, delicada e sim, sou vaidosa!

Foi com esse pensamento de auto estima elevada que eu não deixei a peteca cair!

Bem ou mal a vida seguiu… Chateada eu fiquei sim mas eu simplesmente deixei pra lá. Achei que o Caio não fosse mais longe do que isso… Mas sim, ele foi muito, muito longe! Vou contar o porque, mas vocês só vão entender mesmo no final.

Foi no ano de 2011. Caio adora futebol e na ocasião era final de campeonato. Estavam pra jogar os principais times daqui de MG. Meu marido foi no bar, comprou cerveja e me avisou que o amigo dele (Cleber) viria assistir o jogo aqui no nosso apartamento…

Não concordei e brigamos muito! Não gostei da idéia de ter homens bebendo e gritando feito loucos na minha casa! Além do que a bebedeira faz o banheiro ficar um nojo e depois sobra pra quem limpar? Pra mim, claro. Não tínhamos empregada.

Aliás, o principal motivo de não concordar com o Caio é que nosso banheiro social estava em reforma, isto é, sem piso e sem vaso. Não tinha como aquilo acontecer!

Briguei muito mas ele insistiu, o que me deixou furiosa o dia inteiro! Eis que por volta das duas horas da tarde a campainha tocou…. Em vez de um amigo como ele havia dito, dois homens entraram na minha sala, sendo

que um deles eu conhecia muito bem. 

Era o Cleber, o grande amigo do Caio. Foi padrinho de casamento, inclusive. Eu adorava a Júlia (esposa dele). Mas eu não conhecia o outro homem que o acompanhava, juro que nunca tinha visto ele na minha vida! 

E esse homem (Maurício, nome que descobri mais tarde), também não parecia ser íntimo do Caio, mas era muito próximo do Cleber!

Admito sim que o Maurício era muito atraente! Aparentava ter uns 25 anos. Era moreno, alto, com um corpo lindo e forte… Cabelo preto bem cortadinho… Resumindo, ele era mesmo de cair o queixo! (risos).

Quando cheguei na sala vi o Caio todo animado:

_”Aqui amor! Olha só quem está aqui!”

Olhei pra eles, dei um sorriso e disse:

(Eu)
_”Oi Cleber? Quanto tempo! Tudo bem? E a Júlia?”

(Cleber)
_ “Oi minha linda! Estamos super bem obrigado! Vim dar trabalho procê hoje! (sic)

(Eu)
_”Que nada! Fique à vontade!” respondi com simpatia, apesar de estar furiosa com o Caio!

(Cleber)
_ “Tomei a liberdade de chamar meu “parceiraço” Maurício pra vir comigo!” (sic)
_ “Maurício, esses são Caio e Cíntia! Gente boníssima! Gente da melhor qualidade!”

Maurício lançou um olhar fixo em mim e fez questão de me cumprimentar com aqueles dois beijinhos. E a partir daí enquanto os três conversavam percebi que Maurício a cada curto intervalo me fitava com os olhos!

Percebi sim, mas ignorei como sempre faço na rua e fui até a cozinha… Apesar de não concordar com a farra do Caio procurei ser educada e fui preparar alguns petiscos para eles comerem…

Já na cozinha, eu estava lutando com um vidro de palmito daqueles com tampa rosqueável, que teimava em não abrir! 

Foi quando apareceu aquele homem estranho sozinho, de repente, simplesmente invadindo minha cozinha com uma lata de cerveja na mão e dizendo:

_”Dá esse vidro aqui moça!”

Em silêncio dei o vidro pra ele, que nas suas mãos abriu num piscar de olhos… Olhei pra ele sorrindo e agradeci educadamente:

_”Nossa, muito obrigado!”

(Maurício)
_”De nada linda!” (percebam que ele forçou uma intimidade pra cima de mim).

Fiquei sem graça por estar sozinha com aquele homem estranho na minha cozinha. Maurício percebeu isso e quis quebrar o gelo entre nós:

_”Então quer dizer que você é paulista?”
_”Sou… Estou longe de casa!” respondi sorrindo.
_”Não sabia que SP tinha moça bonita desse jeito!” elogiou Maurício.

Quando ouvi isso fiquei super sem graça (risos)! Branquela que sou, sabia que tinha ficado com o rosto vermelho… Simplesmente agradeci dizendo:

_”Gentileza a sua!!”

Percebendo que fiquei constrangida ele tentou mudar de assunto:

_”Ué, você não bebe cerveja não?”

Enrolei toda pra responder, mas acabei respondendo que bebia sim, apesar que nunca fui íntima da cerveja. Minha preferência é por vinhos.

No mesmo instante que respondi Maurício abriu uma lata e me deu nas mãos. Aceitei e fui bebendo enquanto preparava a comida…

_”Quer ajuda aí?” se ofereceu o Maurício…
_”Não precisa não! Já estou acabando!” respondi com gratidão.

Eu estava de costas pra ele, mas Maurício não saiu da cozinha. Eu sentia que ele estava só me observando…

Fiquei um pouco tensa na hora, o que me fez beber a cerveja sem ver, tomando grandes goles… 

Não tenho o costume de beber, por isso a latinha de cerveja que bebi tão rápido foi o suficiente pra me sentir um pouco zonza… Tratei de servir logo os rapazes e me deitei na cama pra ver se passava…

Deitada no meu quarto, em meio aos efeitos preliminares da cerveja, fechei os olhos pra tentar dormir… De repente ouvi três batidas na porta e o trinco se mexeu…

Levei um susto! Me cobri logo com o edredom! Na mesma hora o Maurício enfiou a cabeça antes de entrar e disse:

_”Desculpa moça, é que seu marido disse que eu podia abrir a porta e usar o banheiro da suíte! Parece que o outro está quebrado!”

Ignorando aquela violação de intimidade guardei a fúria para o Caio mais tarde!!! Respondi assustada, mas sem ser grosseira:

_”Entra, pode usar!”

Gelei a espinha quando vi aquele homem entrar no meu quarto com a cerveja na mão, tornar a fechar a minha porta e se dirigir ao banheiro! Sim, eu estava sozinha com um estranho no meu quarto de casal! E meu marido parecia não se importar!

Meu Deus, Caio estava louco? Por pouco aquele homem me via só de calcinha!

Quando Maurício saiu do quarto fiquei pensando naquela situação toda! O modo como Maurício me olhava, a intimidade com que ele me tratava, mesmo sabendo que eu era casada… De repente cogitei uma coisa! Será que o Caio… Não pode ser! Pensei… Será que o Caio estava metido nisso??? 

Suei frio! Depois eu pensei melhor: Não, não pode ser verdade… Ele não teria coragem! Imaginando que era bobagem da minha cabeça enfraquecida pela cerveja, voltei a dormir…

Enquanto dormia, de tempos em tempos alguém entrava no meu quarto para fazer minha suíte de mictório público! Ora o Cleber, ora o Maurício e até Caio!

Com tanto “entra e sai” já nem olhava mais quem vinha… Apenas ignorava com olhos fechados, focada na missão impossível de dormir!

Meia hora depois minha espinha voltou a gelar… Alguém entrou no quarto, fechou a porta e não entrou no banheiro da suíte!

A demora dele em entrar no banheiro me deixou intrigada…. Mas fiquei sem abrir os olhos, fingindo estar em sono profundo…

Sentia que eu estava sendo observada! Quem seria? Eu não queria abrir os olhos. Fiquei imóvel, de bruços na cama, sob o edredom, sem esboçar reação alguma…

De repente senti aquela pessoa se aproximar de mim e meu coração foi batendo mais forte… Por fim, descobri quem era. Tentei ouvir as vozes que vinham da sala. Eram do Caio e do Cleber. Por exclusão, conclui que o observador era o Maurício!

Fiquei imóvel e sem reação… Logo em seguida, senti meu edredom sendo levantado com cuidado… Primeiro meus pés foram descobertos, depois minhas pernas…

Ai meu Deus! Aquele homem estava tentando me ver nua! Tive calafrios e palpitações, mas fiquei paralisada, sem reação!

De repente meu bumbum ficou exposto. Meu coração quase pulou da boca…

Eu estava com uma calcinha fio dental rosa super íntima… Presente do Caio, inclusive. De repente percebi ele se abaixar e comecei a sentir um ar quente intermitente no meu bumbum, como se fosse respiração. Percebi que Maurício estava cheirando meu bumbum!

Quase tive um infarto… Aquele homem tentava me violar de todas as formas, e parecia não querer me acordar… Depois senti as mãos ásperas e frias dele tocando meu bumbum enquanto cheirava ele! 

Maurício não foi mais longe, talvez por medo que eu acordasse … Depois foi para o banheiro da suíte. Pelo barulho que eu ouvi da urina cair no vaso, percebi que ele nem fechou a porta pra urinar…

Depois ele saiu do quarto em direção à sala e eu consegui ficar mais calma pra poder processar aquele turbilhão de sensações!

Comecei a pensar que talvez tudo fosse mesmo plano do Caio. Mais tranquila, comecei a refazer em minha mente a cena em que Maurício tocou minhas partes íntimas, na intimidade do meu quarto… Tive um choque inesperado de excitação depois que tudo aquilo passou!

De repente eu percebi que queria de novo! Queria que ele voltasse e fizesse de novo! Acho que eu tinha acabado de pisar em terras desconhecidas onde desejos ocultos e desconhecidos e mim vieram à tona.

Louca de excitação comecei a me autoconvencer pensando: Se meu marido traz homens pra minha casa, deixa eles entrarem no meu quarto e fica me estimulando a desejar outros homens então eu não vou impedir se o Maurício quiser algo!

Mas a porta do quarto se abriu novamente e o medo tomou conta de mim fazendo-me abandonar aquele pensamento. Agora era o Cleber quem ia ao banheiro…

Quando o Cleber saiu, eu quis me levantar… Se eu ficasse na sala eu sabia que o Maurício iria ficar no meu pé… 

Mas o medo não me deixava seguir adiante… Que droga!!! Acho que pra mim só tinha um jeito pra coragem aparecer na hora certa: Me embebedar um pouco!

Levantei da cama, fui para a sala e sentei no sofá perto dos rapazes. Depois abri uma lata de cerveja e comecei a assistir o jogo…

E o Maurício começou a me fitar… Curiosa, as vezes eu olhava pro Maurício só pra saber se ele estava me olhando, momento em que nossos olhares se cruzavam…

A cerveja foi fazendo o efeito esperado e meu juízo estava indo embora. Comecei a perder medos e me sentir muito à vontade… 

A essa altura eu já era capaz de olhar para o Maurício sem culpa e sem a mínima dó do Caio. Eu já era capaz de rir para o Maurício, de ter toda malícia, de olhar o corpo dele e desejá-lo! Trocamos olhares como dois adolescentes!

Meu marido estava tão bêbado e focado no jogo com o Cleber que nem se dava conta do que ocorria debaixo do seu nariz…

Percebi o interesse de Maurício em não deixar o copo do meu marido vazio, sempre enchendo mais e mais… Ele era mais sacana do que eu imaginava (risos).

Fiquei tentada a ficar a sós com o Maurício! Ao perceber que os petiscos estavam se acabando, dei um suspiro e perguntei animada:

_”Querem mais petiscos rapazes?”
_”Sim amor, por favor!” respondeu o Caio sem tirar os olhos da TV.

Levantei do sofá e fui até a cozinha com a lata de cerveja na mão. 

Enquanto preparava a comida, eis que Maurício aparece na cozinha. Só que desta vez eu não estava tensa nem com medo… Na verdade estava excitadíssima e ansiosa pelo que podia acontecer…

Maurício estava autoconfiante e indiscreto como sempre. Sabendo que eu já tinha algum interesse nele, começou a investir em mim:

_”Acho que seu marido está mais pra lá do que pra cá… Não para de beber…”

(Eu) 
_”Pois é, eu notei isso! Tô me sentindo até um pouco sozinha…”

(Maurício)
_”Não consigo entender como ele prefere ver futebol a ficar com uma esposa tão linda!”

(Eu)
_”Brigadinha hahaha Mas você está exagerando né…” respondi com modéstia.

(Maurício)
_”É sério! Você é mesmo muito lindinha… Atraente… Gostosa…”

(Eu)
_”E casada… hahaha…” comentei levantando a mão esquerda, exibindo a aliança.

(Maurício)
_”Ah vamos esquecermos essa parte? Eu já esqueci que você é casada desde a hora que eu te vi!”

(Eu)
_”Ah é? hahahaha. Quem sabe não tenho uma amnésia hoje…”

Diante do meu sinal verde, Maurício veio na minha direção, ficou na minha frente, colocou as mãos na minha cintura e disse:

_”Senti sua falta quando foi pro quarto dormir…”

Quando vi ele segurar minha cintura e falar aquilo meu coração acelerou e minhas pernas bambearam… Excitada, atropelei as palavras mas fui corajosa pra me render com uma voz manhosa:

_”Ai ai… O que você quer hein?”

(Maurício)_
”Quero você! Todinha!”

(Eu)
_”Mas meu marido tá perto…”

(Maurício)
_”Seu marido vai ficar mais 45 minutos ocupado! É tempo suficiente pra gente!”

Imediatamente o Maurício me agarrou e me deu um beijo de língua que eu não consegui resistir… 

Depois me colocou sentada na bancada da cozinha e ficou de pé entre minhas pernas, enquanto chupava meu pescoço…

Com medo de alguém ver, afastei ele de mim com algum esforço e disse com voz trêmula de excitação:

_”Você é louco? Alguém pode ver!”

(Maurício)
_”Vamos pro seu quarto então!”

(Eu)
_”No meu quarto não! Meu marido e o Cleber ficam entrando lá pra usar a suíte! Vamos pro outro quarto! Me espera lá que eu já vou!”

No mesmo instante Maurício se foi… Esse quarto, que para a minha sorte vivia com a porta fechada, não era tão confortável quanto o meu… Tinha apenas uma cama de solteiro para hóspedes. O maior risco era porque ficava de frente para a sala! Apesar disso era o lugar mais seguro…

Antes de ir pra lá queria terminar de preparar os petiscos e evitar que meu marido viesse atrás de mim… Assim que eu terminei servi o Caio e o Cleber, Em seguida fui discretamente para o quarto de hóspedes…

Quando cheguei lá Maurício estava me esperando sem camisa, com um volume na bermuda! Mal fechei a porta e ele já foi me colocando de costas na parede, me agarrando e me dando um beijo. Depois tirou minha blusa revelando meus seios sob o sutiã, enquanto dizia:

_”Delícia, me dá esses peitinhos!”

Maurício abaixou as alças do meu sutiã e o puxou para baixo revelando meus seios. Depois veio abocanhando eles com muito desejo. Aquilo me deixou louca! Segurei por trás de sua cabeça enquanto ele passava a língua nos meus mamilos que estavam duros…

Minha excitação aumentava toda vez que eu ouvia a voz do meu marido na sala…

De repente ele me virou de frente pra parede me deixando de costas pra

ele. Depois abaixou meu shortinho jeans revelando meu bumbum, que aliás, estava muito mal escondido pela calcinha fio dental que eu usava. 

Com o rosto na parede, protegi meus seios com as mãos enquanto ele se ajoelhou, segurou minhas pernas e levou a boca direto no meu bumbum…

Fui nas nuvens! Aquela sensação da barba por fazer roçando meu bumbum era tudo! Ele colocou minha calcinha para o lado e cravou a língua na minha vagina. Fiquei com tanto tesão que fechei os olhos e comecei a me abaixar instintivamente, arrebitando o bumbum… 

Nunca senti tanto tesão com uma língua! Percebi como ele era experiente…
Minutos depois, Maurício ficou de pé exibindo o volume na bermuda e segurou por trás do meu pescoço, forçando-me para baixo enquanto dizia apressado:

_”Mete a boca vai! É todo seu vai! Vai porra!”

Simplesmente obedeci! De joelhos, abaixei a bermuda dele. Depois abaixei a cueca e o pênis dele saltou… Maior que do meu marido e bem mais grosso! Tinha 18cm e ligeiramente curvado pro lado.

Ajoelhada diante daquele homem, segurei o pênis e coloquei o que podia na boca… Eu estava com a calcinha nos joelhos e seios pra fora, sutiã na barriga, toda nua, chupando o pênis de um cara a 6 metros do meu marido! Toda vez que penso nisso não me aguento de tesão!

Enquanto eu chupava, Maurício foi falando umas coisas que me deixou louca;

_”Porra que boquinha gostosa!”

Comecei a massagear meu clitóris super inchado de excitação enquanto chupava… Gente, que excitação!

Depois de alguns minutos Maurício me puxou pelo braço, me deixando de pé enquanto disse de um jeito pouco cavalheiro:

_”De quatro na cama, vai! Gostosa!”

Amei o jeito autoritário! Percebi na hora que era alguma fantasia dele… Entrei no jogo, obedeci e fiquei de quatro na cama esperando. Maurício subiu na cama com o pênis na mão, se abaixou em mim e já foi me penetrando.

_”Puta que pariu, você é muito apertadinha!” disse ele ofegante.

Aos poucos minha vagina foi abrigando o pênis dele. Senti um pouco de dor, afinal, estava acostumada com o pênis do meu marido, que era muito mais fino.

Maurício segurou nos meus cabelos enrolando-os na mão e começou os movimentos da penetração. 

Maurício socava minha vagina com muita força! Pequena e leve que sou, só não perdia o equilíbrio porque ele me segurava pelos cabelos… Meus seios chacoalhavam…

Meus cabelos (snif)… Cuido tanto deles pra poder parar nas mãos de um homem daquele jeito! Mas a excitação que eu tive valia a pena! Pela primeira vez eu era desprezada daquele jeito! Não sabia como era tão bom o prazer da desonra (risos)!

Percebendo minha excitação, Maurício começou a falar sacanagens pra mim:

_”Toma sua sem-vergonha! Vadia do caralho!”
_”Tá gostando tá? De levar pica, tá? Fala pra mim!
_”Tô! ai!!!! Cachorroooo!”

Maurício arrancava os gemidos mais sinceros de mim! 

Muito excitada, comecei a ter orgasmos tão intensos que perdi a força nos braços e caí com o rosto no travesseiro gemendo, enquanto Maurício me comia sem trégua e dizia:

_”Vai goza pra mim safada!”

Ai que loucura! Quase desmaiei… Fazia muito tempo que não tinha um tão intenso!

Em seguida, sem parar de me comer, Maurício ofegante perguntou:

_”Você toma pílula né?”

Eu não tomava porque estava tentando engravidar! Então, preocupada, respondi:
_”Não!”
_”Caralho, queria gozar dentro! Vou ter que gozar na sua cara…” ele disse.

Que bom que ele era sensato! De repente ele acelerou os movimentos e gritou:
_”Caralho, vou gozar!”

No mesmo instante ele se desengatou de mim, ficou de pé e me puxou pelos cabelos, me levando até seu pênis, enquanto jatos de esperma começaram a sair e pegaram em cheio no meu rosto!

Nossa, foram umas seis golfadas de esperma, suficiente pra sujar meu rosto e escorrer pelo queixo, pescoço e seios…

Na mesma hora eu peguei minha calcinha e limpei meu rosto. Depois fui pro banheiro me lavar… E era na hora certa porque o jogo estava prestes a terminar!

Depois de me lavar eu fui pra cozinha, momento em que fiz um sinal chamando o Maurício, porque estava na hora de saber algumas verdades…

Na cozinha, a sós, fui direta com ele:

_”Maurício, fala a verdade, meu marido tem alguma coisa a ver com isso?”
_”Como assim?” ele indagou.
_”Pode parecer loucura o que vou perguntar. Mas foi meu marido que pediu pra você transar comigo não é?”

Maurício ficou em silêncio pensativo, depois respondeu:

_”Sinceridade? Não.”
_”Mas tenho que te contar uma coisa…”

(Eu) 
_“O que? Diz!”

(Maurício)
_”Sério, não conheço seu marido. Sou primo do Cleber. Não sei se você sabe disso ou não, mas seu marido pediu pro Cleber tentar te comer aqui hoje. O Cleber até quis, mas voltou atrás, por medo da esposa descobrir e por não entender esse lance estranho demais pra ele. Como somos muito amigos ele comentou isso comigo. Na hora fiquei doido pra te conhecer e ele me trouxe aqui. Vim pra te pegar mesmo, caso você desse mole. Não tive medo do seu marido porque na pior das hipóteses, se ele me pegasse te comendo ia ignorar ou ia me agradecer. Conheço esse tipo de cara. Conheço muitos assim. Tenho namorada e somos liberais. Ela sabe que eu vim aqui pra isso. ”

Confesso que fiquei boquiaberta! Liberal? Um mundo novo se abriu diante dos meus olhos. Não acreditei que meu marido tinha pedido o Cleber pra transar comigo! Meus Deus, com que cara eu ia ficar olhando pra ele agora? Daí o Cleber ainda sai contando isso pra todo mundo…

Na mesma hora eu implorei pro Maurício:

_”Maurício pelo amor de Deus, não conta o que fizemos pro Cleber! Diga que eu não aceitei!”

(Maurício)
_”Calma gata! Tranquilo eu não conto nada. Não sou moleque nem iniciante! Já disse, sou liberal há muito tempo e sei como é. O que se faz num quarto fica num quarto e ponto final.”

Fiquei relativamente aliviada, mas ainda estava desconfiada daquele papo. Só tinha um jeito de confirmar a veracidade daquilo: Caso meu marido ficasse me perguntando demais sobre o Maurício, era sinal que ele sabia…”

Mas em seguida Maurício me fez um pedido:
_”Posso contar pra minha gata? Ela pediu pra saber detalhes. É coisa nossa mesmo, intimidade do casal. Morre com a gente.”

Pela sinceridade do Maurício não liguei que ele contasse pra namorada dele, até porque não a conhecia. Desde que fosse pra ela e ninguém mais!

No final foi tudo muito bom. Despedi do Cleber sem demonstrar constrangimento. Depois despedi do Maurício como se fosse um estranho e ele agiu da mesma forma, o que me passou mais confiança nele e no que disse pra mim!

Em outra oportunidade eu conto minhas sensações sobre esse episódio, como isso mudou meu jeito de ser e o que aconteceu depois. 

Quem quiser me contar as impressões quando leu esse relato manda um e-mail: loirasexbh@gmail.com 

Beijos!

[��4�b)��

as pessoas me diziam que tu não é o tipo de cara por quem uma mulher devia se apaixonar
por quem uma garota como eu devia querer
tudo sempre girou em torno das nossas diferenças e eu ignorei todas elas
respirei fundo
pensei no bem que tu me fazia
pensei no quanto eu gostava do que a gente tinha
naquele dia na praia eu te amei tanto
eu quis que a gente ficasse abraçados na chuva pra sempre
mas assim como a chuva passou
nosso momento também

eu ignorei a regra que impus sobre mim mesma;
caminhei até lá,
bati na porta,
me repreendi logo depois.
daí, o choque;
verdes nos castanhos,
e meu amor,
parecia ser tão certo.

liz jones.

Não leia, tudo escrito aqui deve ser esquecido

eu já não escrevo mais para você, nem sobre nós, ok, eu assumo que vira o tempo e meus dedos lembram dos teus detalhes, mas eu já não gosto mais de você, entretanto assumo que ainda te amo. o que eu sinto por você é um desespero que não deveria ser chamado de amor, mas (in)felizmente eu te carrego no meu peito igual uma mãe carrega o seu primogênito no útero, eu ando nas ruas e cada detalhe me lembra o seu perfume que sempre ficava nas minhas roupas.
eu deveria mencionar aqui todos o amores que já passaram pela minha vida e que eu ignorei simplesmente porque te amo loucamente? são tantos os meses e semanas tentando te esquecer, mas babe, o oposto de esquecimento são as lembranças, e ela é a maior dádiva que eu tenho do nosso passado obscuro.
eu queria que tu cuidasse dos meus dedos machucados, como sempre fazias antes de enfiar agulhas pontiagudas nos meus órgãos vitais.

Pedido: Faz um do Harry (clichê eu sei) que ele trata ela mal, faz ela de troxa trai ela (eles são casados) e ela sempre perdoa pq querendo ou não ama d+ ele, até que ela ve ele com a secretaria e vai embora, ele fica louco atrás dela, até que entra em depressão, ela volta pra casa mas so pra cuidar dele e ele ve oq ele perdeu, eles ficam juntos no final. kkkkk desculpa o pedido grande

           Mais uma vez, na verdade a terceira vez nessa semana que o meu marido chega tarde em casa, eu sinto de alguma forma que o amor que ele sentia por mim está desaparecendo cada dia que passa.

           Sentei-me no sofá branco, e olhei para o quadro que estava atrás do sofá, onde havia uma foto nossa da nossa lua de mel na França, onde ele prometeu-me o mundo, uma familia feliz, ser feliz, mas o que está acontecendo agora depois de dois anos de casamento é muito diferente, parece que ele se esqueceu de todas as promessas ou se arrependeu de pedir-me em casamento.

           Limpei algumas lagrimas que caiam dos meus olhos sem o meu consentimento, como eu queria que tudo fosse diferente que todas as aquelas lembranças boas do nosso namoro voltasse e tudo isso que estou vivendo não passasse de um pesadelo. Limpei minhas lagrimas mais uma vez quando vi a porta da frente se abrindo, olhei para o relógio e já passava das suas horas da manhã, desviei meus olhar novamente para o Harry, ele não tinha reação alguma, mas o aroma de perfume feminino em suas roupas já falava por si próprio. Harry tirou o seu terno e o pendurou no cabide na entrada da sala e se virou para mim.

- O que está fazendo acordada às duas horas da amanhã? – Harry se aproximou de e tentou beijar-me, mas eu desviei o rosto para o outro lado.

           Harry passou a mão na sua gravata e a removeu. – Talvez esperando o meu marido pela a terceira vez nessa semana. – Levantei-me do sofá e comecei a caminhar em direção as escadas, mas Harry puxou-me pelo o braço fazendo o meu corpo ficar de frente para o dele.

- Eu estava em uma reunião importante. – Harry olhava-me nós olhos. – Espero que entenda isso.

           Puxei o meu braço. – É esse perfume nas suas roupas comprova isso. – Sai correndo pelas as escadas, a única coisa que eu mais precisava naquele exato momento era um pouco de paz e tentar-me não lembrar que o meu marido está supostamente traindo-me.

 

           Levantei-me mais cedo do que o normal, depois de perceber que Harry havia saído de casa para ir para o trabalho. Fiquei por alguns segundos sentada na minha cama e finalmente levantei-me e caminhei até o banheiro e fiz minha higiene matinal e finalmente tomei a decisão de ir ao trabalho de Harry para saber exatamente o que está acontecendo, não posso simplesmente cruzar os braços para tudo que está acontecendo ao meu redor e vendo meu casamento se destruir aos poucos, mesmo amando o Harry mais que a minha própria vida preciso amar-me um pouco também.

           Coloquei um conjunto de saia lápis com um cropped, ambos brancos e um casaco marrom por cima, como as kardashians costumam a usar, pus minhas sandálias de salto alto e passei uma maquiagem nude e soltei meus cabelos.

           Assim que estacionei meu carro na frente da empresa vi algumas funcionarias de Harry olhando-me torto, mas ignorei e continuei andando em direção ao elevador sem dizer uma só palavra, eu podia passar uma imagem de uma pessoa confiante, mas a verdade é que estou com medo do que pode de aguarda no escritório de Harry. Assim que o elevador parou segui em direção à sala do Harry, estranhei o fato da sua secretaria não está na mesa, onde ela deveria está para receber as pessoas, então continuei andando e abri a porta da sua sala sem pensar muito.

           Meu corpo gelou por um segundo quando vi Harry agarrando a sua secretaria, ela estava sem a blusa e os seus seios amostra. – Então é esse o seu trabalho? – Harry empurrou a mulher para o lado.

           A minha vontade era bater nós dois, mas continuei no meu canto. – Espera s/n, por favor. – Harry tentou se aproximar, mas eu não deixei.

- Não encosta em mim. – Empurrei Harry com toda a minha força.

 

           Eu não queria ficar mais um só minuto em casa, eu apenas queria fugir dali o mais rápido possível e pagar da minha memória que um dia amei Harry, que um dia o mesmo homem que me prometeu o mundo me traiu com a sua secretaria.

 

SEIS MESES DEPOIS…

 

        Sinceramente queria dizer que tudo ficou bem, mas a verdade é que depois de seis meses nada mudou a minha única memória e de Harry e todos os momentos felizes que passei junto com ele. Depois de todo esse tempo não tenho uma só noticia dele, nem mesmo seus amigos sabem como ele está e bem, eu prefiro não saber também.

- Eu sei que você não quer noticias de Harry, mas você vai querer saber disso. – Depois que sai da casa onde vivia com Harry mudei-me para casa da minha melhor amiga, pois não queria viver sozinha em uma casa, então ela acolheu-me de braços abertos.

- Okay, pode falar, ele já foi o meu marido não é mesmo. – Disse já me preparando para o pior, talvez Harry estivesse achado outra mulher.

- Na verdade aos olhos da justiça vocês ainda são você não pediu divorcio e nem ele…

- Okay, já entendi. – Nós dois começamos a rir sem parar.

           Minha amiga se levantou e pegou o celular na mão e abriu na conversa com Niall, os dois são amigos de longa data por isso acabei conhecendo Harry. Ela abriu o áudio.

           ‘’Não quero preocupar nenhuma das duas, pois eu sei como está sendo difícil para s/n essa separação repentina, mas o Harry está sumido a mais de uma semana e ninguém atende o celular e nem a campainha. ’’

           Não esperei o áudio terminar simplesmente sai correndo para a minha antiga casa, onde Harry ainda mora.

           Entrei o mais rápido possível e caminhei até o nosso quarto, meu coração ficou em pedaços quando vi Harry deitado na nossa cama com algumas fotos minhas espalhadas na cama seus olhos estavam perdidos em meio ao todo caos que nós dois vem enfrentando. – Harry meu amor. – Aproximei-me dele e toquei o seu rosto, no momento em que ele me viu seu rosto de iluminou.

- Você. – Harry tocou o meu rosto. – Eu sou um idiota, por favor, me perdoe.

           Sem dizer nada beijei os seus lábios. – Está tudo bem, eu estou aqui com você sempre estive não é mesmo? – O abracei com todas as minhas forças, a verdade é que eu nunca vou ter coragem de deixá-lo.

- Eu te amo. – Disse Harry beijando meus cabelos.

  • 1s Zayn Malik, pt1

- Você não pode ficar aqui S/n -ele diz passando a mão nos cabelos- você não tem noção do quão grande isso pode se tornar se acharem uma digital sua lá, ai sim eu não vou poder fazer nada!

- Eu não quero te perder.. -minha voz sai como um sussurro-

- E não vai, eu vou te tirar dessa Sunshine -diz e beija meu nariz.


Zayn beija meus lábios de forma delicada e mesmo estando com meu rosto pressionado ao seu, sinto uma lágrima caindo e se juntando a nós dois.


- Você acha que eu sou uma assassina?

- S/n..

- Responde, Zayn -imploro.

- Foi legitima defesa -ele diz e me abraça- eu teria feito o mesmo.

- E quando a família dele souber, ele pode ter uma filha como eu..

- Ninguém merece ter um pai estuprador, se ele está queimando no inferno agora é porque é digno disto, você só fez o que alguém acabaria fazendo.

- Não ta com medo de mim? -pergunto olhando em seus olhos.

- Jamais sentirei medo de você. Eu te amo, Sunshine, para sempre!

- Desculpa te meter nisso, eu só -gaguejei- não consegui pensar em mais ninguém..

- E nem deveria ter pensando em outro alguém, eu não sou só seu namorado, sou teu amigo e vou te defender mas tem que prometer que vai fazer o que eu pedir -diz segurando meu rosto- você promete?

- Prometo, Zayn, desculpa mais uma vez. Amo você Z, para sempre!



[…]


A noite estava incrivelmente normal, nada diria que acabaria como acabou. Estava tirando a mesa do último cliente quando vi um homem parado ao lado de fora da loja, o mesmo tirou o cigarro da boca e jogou no chão amassando.

Ao invés de tirar o uniforme como sempre apenas coloquei o sobretudo e peguei minha bolsa, caminhei até a porta desligando as luzes e logo cheguei na porta. Tive a sensação de estar sendo observada mas ignorei, guardei a chave do restaurante e comecei a caminhar até o carro, o barulho do meu salto no pisão molhado começou a fazer barulho e então eu não percebi que estava sendo seguida.

- Você sabe onde fica a rua..


Me virei para trás e vi o mesmo homem que estava me observando na loja, seus olhos eram escuros como a noite e ele estava com uma sacola na mão.


- Você não ouviu minha pergunta?


Olhei para os lados e para meu azar a rua estava vazia, engoli seco o meu medo e antes mesmo que ele pudesse falar qualquer outra coisa eu corri. Corri o mais rápido que eu pude mas não foi o suficiente, logo senti a forte pancada na cabeça e cai. O homem me puxou pelos cabelos e começou a me arrastar para o mato, eu gritei mas parecia que tudo o que fazia não era o suficiente.


- Serei seu último homem, e aquele que mais vai te machucar.


Sua voz era ríspida e me causava nojo, o mesmo tirou o cinto e então abaixou as calças, já sem forças para gritar resolvi me entregar a morte. Ele rasgou minhas roupas e quando estava subindo para cima, vi algo em sua cintura, um revolver. O velho imundo distribuía beijos molhados pelos meus seios e eu chorava, em um momento de total descuido dele o mesmo olhou para o lado dando espaço para eu agir. Enfiei as unhas em seus olhos e o mesmo caiu para o lado urrando, me arrastei até a arma e engatei.


- Não vai me mat..


Pá. E o barulho da salvação da uma menina ecoou preenchendo a mata.


[…]



Zayn estacionou no em frente ao Hotel Midland e então nós descemos, eu estava suada e visivelmente assustada. Ele passou as mãos pela minha franja a descolando do rosto por conta do suor, e puxou o zíper do seu moletom cobrindo os roxos na minha clavícula. Abaixei o rosto e apertei os olhos ao lembrar da cena do homem em cima de mim, o maldito cheiro dele ainda estava no meu rosto e eu me sentia amaldiçoada.


- Um quarto, por favor.

- Seu nome senhor?

- Zayn Javadd.

- Preferencia para andar?

- Se não houver problemas o mais alto.

- Ótimo. -a moça disse sorrindo e entregando a chave.


Assim que senti a água em meu corpo as feridas arderam e eu me segurei para não chorar, eu estava com medo e indignada por não sentir pena pela morde do homem que abusou de mim. Todos nós já fizemos coisas que não são motivo de orgulho. Eu entendo isso. Eu sei que ninguém é perfeito. Mas como é que você vive com isso? Como você se levanta todas as manhãs e enfrenta o mundo, sabendo que você poderia ter feito melhor? Que você deveria ter feito melhor? Estar arrependido é o suficiente? Um pedido de desculpas pode realmente curar nossas feridas? Aliviar a nossa dor? Ele pode desfazer o dano que causei?


- Sunshine, por favor não chora.


Ele pedia com a voz suave enquanto passava de forma delicada a esponja pelo meu corpo, eu via a dor em seus olhos enquanto me banhava e até vi as lágrimas de pena em seu rosto mas preferi não comentar para não o deixar desconfortável.


- Se quiser eu posso fazer isso -digo e ele sorri.

- Ta doendo? -pergunta enquanto toca com delicadeza meu seio.

- Não -respondo e uma mecha cai nos meus olhos.

- Vai ficar tudo bem eu prometo.

- Acredito em você!


[…]


Por mais que não pudéssemos contar para ninguém do fato, precisávamos de ajuda com o corpo já que ele estava na caminhonete do Zayn. Tinha que ser feito tudo ainda agora na madrugada ou então eu estaria ferrada.

Meu celular tocou tirando minha atenção da televisão e eu corri para atender.


- Temos um problema -Zayn diz ofegante.

- O que? -pergunto tremula.

- O corpo sumiu.

- Acha que ele está vivo? -pergunto com os olhos fechados.

- Sim! Não sai do Hotel, não atenda telefonemas, não fale com ninguém.

- Zayn..

- Só abra a porta para mim!
- Espera..

- Sunshine, eu a amo.

- Onde você vai?

- Vou acabar com aquele que quase a tirou de mim!

Sempre que achamos que conhecemos o futuro, mesmo por um segundo… ele muda. Às vezes o futuro muda rapidamente e completamente. E ficamos com a escolha do que fazer a seguir. Podemos escolher ficar com medo dele. Ficar parado, tremendo, sem se mover. Pensando que o pior vai acontecer.

Ou vamos em frente… Para o desconhecido

continua?

Novembro é o mês dos nostálgicos…
O som que os pingos de chuva fazem ao bater nas janelas de madrugada transportam os meus pensamentos para longe. O engraçado é que em todas as minhas lembranças você se faz presente de alguma forma. Sempre me orgulhei por ser racional e confesso que criticava todas as minhas amigas que sonhavam com o cara perfeito, o casamento dos sonhos e uma primeira vez digna de filme com direito a trilha sonora e café da manhã na cama no dia seguinte. Me intitulavam de “a do contra”, pois odeio qualquer tipo de clichê e todos aqueles estereótipos designados aos gêneros. A maioria prefere o A e eu gosto do F, do M ou do Z, visto que o B e o C já estão manjados demais. Adorava a minha peculiaridade até que conheci você. Um mês depois que te ignorei na fila para entrar em um pub ainda pensava na sua pergunta repleta de sarcasmo: “Você já nasceu com toda essa complicação ou isso é apenas um teste para saber se eu aguento?”. Passei a refletir sobre essa questão quase todos os dias e não consegui chegar a uma resposta objetiva. Será que eu complico tanto para que apenas as pessoas verdadeiras permaneçam em minha vida ou isso é apenas minha chatura habitual falando mais alto?
—  Sorry, I’m not a nice girl.
É quase...

Meia noite, queria te mandar uma mensagem, pedir desculpa por tudo, falar que sou uma louca, nunca deveria ter gritado com você, já que é tão bom pra mim, eu menti, não é você que não me merece, sou eu que não te merece, nem um pouquinho. Sou ingrata, não reconheço o que você faz, talvez por fazer tanto. Quero desmentir todas aquelas bobagens ditas na hora da raiva.

Duas da manhã e você não atendeu nenhuma das minhas ligações. Está online no whats, estou vendo, não se deu o trabalho de esconder isso, com certeza quer que eu saiba. Já mandei vinte mensagens, todas visualizadas e nenhuma respondida.

Quatro da manhã e cadê você? Recebo uma notificação no facebook, você está na balada com alguns dos seus amigos, eles tiraram uma foto sua todo feliz. Cadê toda aquela tristeza de seis horas atrás? Liguei para minha amiga, ela disse para eu parar de dar bola para você, de novo essa história? Sou uma tonta se acredito que você vai mudar. Desligo o telefone e choro. Me atende, por favor.

Seis da manhã e ainda não fechei os olhos com a intenção de dormir. Não tem nenhuma notícia sua e nem no whats está mais. Pensei em ligar para aquele seu melhor amigo, mas ele está com você, não quero atrapalhar. Será que eu não estava tão errada assim? Está tudo acontecendo de novo.

Oito da manhã, já desisti de falar com você e recebo dez áudios seus falando que me amava, mas que a fila anda, o mundo gira e eu fiquei para trás. Chorei até conseguir dormir.

Meio dia e ainda não saí do quarto. Você me mandou uma mensagem, lá pelas dez me pedindo desculpas e falando que iria apagar. Mais tarde a gente conversa, você não pegou ninguém, pede desculpas, nunca mais vai fazer isso. Mas você já falou isso da última vez e fez.

Seis da tarde, ignorei suas ligações, as duas, parece que você desistiu. Chorei mais uma vez.

Dez da noite, mais uma notificação do facebook, você está solteiro e já tem mais de cem curtidas. Nós terminamos mesmo? Não fiquei sabendo, achei que era só um tempo. Desculpa, sou lerda para essas coisas.

Uma da manhã, você está com outra menina, uma amiga minha viu você, tirou foto, quis provar tudo o que falava para ver se eu acordava. Não dá para fugir dos fatos dessa vez

Seis da manhã e recebo uma mensagem “você merece coisa muito melhor”.

Sete da manhã e concordo.

O ciclo não vai se repetir outra vez.

Isso não foi um pedido. Eu estava com uma ideia na cabeça e fui escrevendo e saiu isso. Espero que não tenha sido tão ruim assim!

Boa leitura ;)


Harry: Adivinha quem conseguiu 3 dias de folga no trabalho pra poder passar com os meus queridos amigos? - Harry chega na casa do Louis todo animado 

Zayn: Aeeee!! Até que enfim!! 

Louis: Vamos causar horrores - ri do jeito que ele falou 

Liam: Olha lá hein! Não quero cuidar de ninguém bêbado! 

Niall: A gente já é grandinho Liam! 

Liam: Grandinho? A última vez que saímos juntos, S/N poderia ter morrido se não fosse por mim! - todos olharam pra mim e eu apenas sorri 

S/N: Talvez.. - rimos - Caraca, aquele dia bebi demais! - disse, sentando na cadeira ao lado da bancada 

Liam: Você tava muito louca! 

Niall: Todo mundo ficou mal aquele dia! 

Liam: Menos eu!! 

Louis: Liam, aceita, seu trabalho é cuidar da gente! - rimos e Liam permaneceu quieto 

Liam: Esse final de semana não! Tô fora! 

Zayn: A gente vai mesmo alugar aquela casa?

S / N: Que Casa?

Liam: Estávamos pensando em ficar esses dias em uma casa na praia! 

S/N: Só nós seis?

Niall: Essa era a ideia! 

S/N: Ah ta! As namoradas de vocês super deixariam ! - falei em um tom irônico 

Zayn: Elas não vão saber!

Louis: É, dizemos que você não vai! 

Niall: Eu não tenho namorada! 

Harry: Nem eu! - Harry olhou pra mim no mesmo momento 

S/N: Eu não vou me meter nisso! Se elas descobrirem, vão me matar! 

Liam: A gente se conhece desde quando tínhamos 5 anos! 

S/N: Aí, eu não sei! - disse apreensiva 

Zayn: Podemos ficar aqui mesmo, era só uma ideia alugar a casa! 

S/N: Mas vão vocês ué! 

Harry: Não!! - estranhei quando ele disse isso e todos riram - Não vai ser a mesma coisa sem você! - lançou um olhar tentador sobre mim, porém eu apenas ignorei 

Niall: Tenho que concordar com o Harry! 

S/N: Não vão ficar chateados se ficássemos aqui? 

Louis: Claro que não! 

S/N: Mesmo? 

Liam: Tranquilo S / A! 

S/N: Tudo bem então! 

Zayn: Harry tá tão quieto.. Que foi? Aconteceu alguma coisa?

Harry: Nada, tô normal! 

Louis: Tá bom! - provavelmente ele foi irônico. 

Eles começaram a conversar sobre algum assunto que eu não sabia do que se tratava, então me levantei e fui até a cozinha, pegando uma latinha de refri na geladeira. Fechei a porta da mesma e senti alguém puxando minha cintura 

Harry: Por que está me tratando assim? - falou ao pé do meu ouvindo me fazendo arrepiar 

S/N: Harry, me larga! - disse empurrando ele pra trás 

Harry: Me diz! Por que está me ignorando? - permaneci quieta - Não é porque a gente terminou que não podemos ser amigos! 

S / N: Nós somos amigos! 

Harry: Tá bom! - revirou os olhos- Eles são seus amigos! - disse se referindo aos meninos - Eu sou um colega pra você! 

S/N: Eu não consigo te olhar como um amigo! 

Harry: E por que não? 

S/N: Eu não quero falar sobre isso Harry! 

Harry: S/A, me diz por favor! 

S/N: Não tá na cara?

Harry: Não.. - ele riu e arrancou um sorriso do meu rosto - Esse seu sorriso é tão perfeito! - ele foi chegando mais perto- Você é perfeita! 

S/N: Harry.. - em um passe de mágica, nossos lábios se colaram. Era como se tudo e todos sumissem e somente nós dois estivéssemos ali.

Harry: Você não tem ideia de como seu beijo me acalma! - disse e logo sorriu - Me responde uma coisa, Você ainda me ama? - disse e seus olhos brilharam no mesmo instante 

S/N: Infelizmente.. 

Harry: Cara, eu juro que eu não estou te entendendo! 

S/N: Harry, a gente terminou! 

Harry: E … 

S/N: A gente não dá certo Harry! Se a primeira vez não deu, não vai ter uma segunda chance! 

Harry: O que? Daonde tirou isso?  

S/N: Maddie me disse isso. E faz muito sentido!

Harry: Eu nunca gostei dela, sempre disse isso pra você! 

S/N: E eu acho que ela está certa! 

Harry: S/A, raciocina comigo! Você me ama não? - assenti- Eu amo você incodicionalmente! Você não sabe o quanto eu fiquei mal por não ter você comigo ao meu lado a maior parte do meu tempo, sendo a pessoa que me dava carinho, que conversava comigo o tempo todo, quem eu mais confiava,quem de dava atenção, quem me acalmava, você sempre foi e vai continuar sendo importante pra mim meu anjo! - sua mão acariciou minha bochecha e eu sorri fraco - E você já refletiu o porque terminamos? - afirmei e ri 

S/N: Nós brigamos por causa de um filme! - rimos - Eu estava de TPM e você ficou gritando comigo porque eu só assistia aquele filme

Harry: Era a quarta vez, só naquela semana! - eu ri e ele sorriu 

S/N: Eu amo aquele filme! - sorri e ele se aproximou novamente a mim 

Harry: Viu só? Aquilo foi apenas uma discussão de casal!Não podemos fazer com que uma briguinha boba acabe com o nosso relacionamento! Você é meu porto seguro! Não consigo ficar sem você S/A! - agarrou minha cintura, colando nossos corpos- Senti sua falta.. - ele sussurrou no meu ouvido e me deu um Beijo molhado em meu pescoço. 

S/N: Eu também! - deixe-lhe um selinho demorado, porém ele me puxou para um beijo super quente 

Harry: Não me contento com pouco! - sorri e ele me selou novamente- Amo você baby! O que acha de tentarmos outra vez? 

S/N: Talvez.. - sorri e nos abraçamos - A propósito, eu também amo você meu bem!


*. 

Eu sempre fui sua amiga. Eu perdi noite de sono. Eu me preocupei. Eu dormi com o celular no peito. Esperei você dar notícias até mais tarde. Dormi de preocupação. Chorei de madrugada pra no outro dia acordar com um sorriso no rosto, com disposição pra melhorar seu dia. Eu ri pra você, querendo chorar por dentro. Eu ignorei meus problemas pessoais. Eu te poupei de crises minhas. Eu segurei sua mão nos momentos de alegrias e de tristezas. De dor e de paz. Eu sempre estive aqui desde que cheguei na sua vida. Eu sempre fiquei do seu lado apesar das suas instabilidades. Agora sou eu que preciso. Eu estou instável. Eu corri pra você esperando aconchego, cais, âncora. Mas você se virou pra mim. Comigo assim você não sabe lidar.
—  Flores, cafés e amores.