idoma

Se pudesse já teria ido

mas o problema é que eu não consigo. Não dá. Olho para os lados, vejo nossas fotos, nossos momentos, simplesmente não sei ir embora daqui. Pode me chamar de estúpida ou do que for, eu sempre vou me lembrar de você como o meu grande amor. Aquele que me fez cair do topo do meu ego e me fazer a chegar no nível de aceitar migalhas de amor. É, eu sei que é idiota ver esse tipo de coisa, mas acontece que quando você estava aqui o meu mundo girava mais rápido, coração palpitava, você me beijava e eu sabia que só aquilo não bastava. Mas aceitei, porque sabia que se eu não concordasse, você pegaria suas coisas e iria embora, sem olhar para trás. Eu já sabia que você não sentia muito além de um gostar de quinta, mas como reclamar se você já tinha esclarecido que não havia nenhuma relação? que entre nós só havia um pouco de ação? o problema é que eu não sei guardar sentimentos, tampouco saber disfarçar a tristeza, você logo percebeu minha proeza e no fundo eu até senti alivio, mas logo depois veio o arrependimento. Perder você foi como perder um órgão e essas palavras que sangram aqui no chão, são um grito de desespero da minha alma. Mas eu deixo um recado para você que leu até aqui: não deixe que alguém se torne uma parte sua, porque se ele for embora, talvez ele leve a parte mais bonita de você.

  • Left: Ebuwo Stilt Masquerade of the Igede Idoma, Uwokwu District, Nigeria, 1981. Photo: Gabriel Idikwu. 
  • Right: Dan Stilt Dancers, Côte d’Ivoire. Photo: M. & A. Kirtley / A.N.A.

Boys with masks that they carved themselves. Akpa district, Nigeria, 1974. Photo: S. L. Kasfir. Among the Idoma there is no formal instruction in carving. Such knowledge is acquired in a piece-meal fashion from boyhood, by watching a village sculptor at work.

Sidney Littlefield Kasfir. Artists’ Reputations: Negotiating Power through Separation and Ambiguity. African Arts, Vol. 33, No. 1 (Spring, 2000), pp. 70-77+96.

Statuette féminine Idoma, Bénoué, Nigeria, XIXe-XXe siècle

Bois, pigments, tissu, bouton en nacre, métal (72 x 26 x 16 cm), 2 378 g

Sur un socle circulaire, figure féminine assise, visage recouvert de kaolin, motifs colorés en bleu de lessive, corps orné de grandes lignes en relief dessinant des motifs courbes qui évoque davantage des peintures corporelles ena qu'un système de scarifications. Cette statue féminine serait peut-être une figure Anjenu du culte de l'esprit de l'eau féminin mais plus probablement une statue Ekotame qui assurait la protection du lignage qui la conservait.

Musée du quai Branly, photo Patrick Griès


Idoma ekwila masquerade, a type of alek-wuafia found in the southern districts. Agila district, Nigeria, 1986. Photo: S. L. Kasfir. In contrast to Idoma carvers who are free artistic agents, the artist-tailors who make these cloth masquerades are denied an artistic identity, working in secret and with numerous restrictions. [Benue, Nigeria].

S. L. Kasfir, 2000.

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