humilho

Como a saudade dói, por mais que digam “com o tempo passa e você se acostuma”, dentro de mim algo grita É MENTIRA!
Hoje não é um dia muito feliz, pelo contrário, ele me faz lembrar de um dia que pra mim não existiria, JAMAIS!
Sei que todos passarão ou passaram por isso, mas todos esperam que aconteça em um futuro muito distante…comigo nao foi assim
Perder você PAI, foi como perder meu mundo, meu chão… Digo perder, porque dentro de mim você nunca morrerá, pelo menos não em meus pensamentos, não em meu coração.
Às vezes acho que foi um pesadelo, que você apenas viajou, mas de repente tudo me diz que não… Por mais que pareça que estou bem, por dentro meu coração corrói. Esperei sua ligação(como sempre), seu beijo, seu abraço e infelizmente só imaginei…
Sei que muitos pensam que não sofro, mas só eu e Deus sabemos que isso não é verdade, não preciso ficar me lamentando e chorando para os outros, mas sim em minhas orações, diretamente com Deus, só por Ele que me humilho e desabo.
Sinto taaaaaaanta falta dos seus conselhos, dos seus estresses,seu sorriso e principalmente do amor de pai!
E saiba que dentro de mim você sempre viverá, e que meu filho vai saber de todas as histórias que seu avô contava, ele vai saber (mesmo que por fotografia) que o avô dele era um batalhador, trabalhador e honesto, vou ensiná-lo a ser como você!
Agradeço a Deus por ter me enviado à você como filha, e por ter vivido os melhores anos de minha vida com o homem que mais admirei nesse mundo.
Se passarão 10, 20, 30 anos, mas a saudade só vai aumentar…
Feliz? Estou! Mas não completamente, porque um pedaço de mim foi embora…
Com lágrimas nos olhos termino dizendo que 1 ANO SEM VOCÊ FOI SIMPLESMENTE SEM GRAÇA, SEM COR, SEM CHÃO!
Vou seguir daqui e peço-lhe ajuda para me auxiliar sempre!
Em minhas orações peço sempre a Deus que encontre seu caminho em Paz! 😭😔

EU TE AMO INCONDICIONALMENTE!!!

SIGA SEU CAMINHO EM PAZ!

Benção pai.“
#365DiasSemVocê
#UmAnoDeSaudade
#EuTeAmoParaSempre

já faz um tempo que não te cito mais
nem escrevo
nem me humilho por entre essas linhas de sentimentos emaranhados
para quem sabe um dia eu perder o meu celular e você encontra-lo e me achar interessante e abrir o bloco de notas e perceber que te amei durante anos.
você se assustaria com a doçura que eu te trato em textos
e se eu dissesse que não fui eu quem os escrevi, você acreditaria porque você só me vê como amigo
quase um irmão
e você abomina incestos.
e eu te trato tão bem por aqui
entre-linhas
geralmente até te chamo de “arte” para confundir quando eu publicar os textos e as pessoas acharem que eu estou te inventando
mas… eles devem ter razão
eu inventei essa boa pessoa que demonstro para ter motivos de continuar nessa mesmisse de querer sempre o que não posso
o proibido
o que não devo
tá, já chega.
depois de meses estagnado eu to tentando voltar a escrever sobre como as pessoas são cruéis e como tudo gira rápido demais e como eu nunca consigo acompanhar mudanças bruscas.

A defesa é automática. Não há nada que eu possa fazer, mas eu acho também que não gostaria de fazer alguma coisa. Acho que não gostaria, realmente, de carregar a responsabilidade. As decisões que eu tomo todos os dias são ridículas.
escovar os dentes ou não
tomar banho ou não
escrever ou não
me humilhar ou não
escutar músicas tristes ou não
lembrar da solidão ou não
viver. Ou não.
Eu gostava de prender a respiração, e não faz muito tempo. Era como se por alguns segundos eu expulsasse os pensamentos vitais e mergulhasse num cheiro de morte, silêncio e escuridão. Talvez eu conseguisse passar até 4 minutos sem encher meus pulmões de ar e, logo em seguida, esbugalhar um pouco os olhos e me aliviar por ser um completo imbecil com mais velas no bolo pro soprar. Até que me disseram que meu poder sobre mim era uma completa farsa. Ninguém consegue morrer desse jeito. Nunca mais consegui passar além dos 5 patéticos segundos sem me desesperar e confirmar com o meu peito oscilante que eu mantinha a consciência no lugar. Acho que a minha vida sempre durou 5 patéticos segundos. O que vinha depois, era defesa. Espasmos. De cinco em cinco segundos, alguma hora, eu devo sair por aí caindo numa cova.
Viver é uma coisa automática. Ninguém aguenta ser responsável pelo próprio sangue. Se colocassem o valor de todo o oxigênio ingerido sem moderação na minha conta (porque acredito que viver deva ser uma espécie de porre universal), eu já teria explodido em um milhão de pedaços. De novo.
Os amores que deixei? Que paguem. As doenças que me comem o estômago? Que paguem. As saudades? Os orgulhos? Os centavos da passagem? Que paguem. Que paguem todos.
Como eu venho apagando. Pagando. Que seja.
Minha dívida é com alguma coisa dentro de mim, - essa é uma das frases que eu mais repito, e a coisa pode ser, acredite, qualquer coisa, inclusive uma coisa que nem sequer seja minha - alguma coisa dentro de mim que se apieda constantemente das estrelas que ignorei ao longo das minhas janelas fechadas e dos meus olhos envoltos por um cobertor quase sem forro. É desperdício de sanidade me aprisionar no meu mundo insano. O mundo insano que inclui doses altas de uma morfina invisível. Sem ter motivo, sem ter dor alguma. Porque a defesa é automática. Eu fico triste por um segundo, no mínimo, todos os dias. Eu fico só.
É o segundo quando olho bem no fundo do poço do meu passado, e me reconheço, em perfeito estado de conservação, sem retirar uma palavra do que disse, sem pedir desculpas pra quem eu deveria pedir desculpas, sem rodar a chave na porta do meu quarto e parar com essa economia de ar, porque a conta não é minha, a responsabilidade também não. Sou quase um corpo solidário. Ainda bem.
É o segundo quando me escondo na poesia, nas luzes apagadas e na música triste. Quando escovo os dentes, tomo banho, me humilho ou escrevo. De cada 5 segundos, vivo 4. Um espaço eu deixo pra ser o que sou de graça. Sem precisar escolher ser.
Um segundo eu deixo pra me arrepender. E nos outros 4, eu lembro, feliz, extremamente feliz, que a culpa não é minha, nem das estrelas (desculpe), nem de ninguém.
Viver é uma questão de hábito. Talvez, eu nem sequer esteja vivo agora, procurando lembrar onde eu coloquei meus remédios pra dor de cabeça, respirando. E o que vem depois, não é a morte. É espasmo, é ilusão, é crédito, é imposto, é automático.
É costume.
—  Cinzentos
Minha inspiração vem do alto
Olho para o céu
Vejo Ele
Sorrio
Ajoelho
Me humilho
Menos de mim, mais de Ti.
Inspiração tomando conta
Inspiração vulgo fogo
Queima mais, digo
A boca fala do que o coração está cheio.
Quero mais de Ti.
Não me vejo sem Ti
Tu És a Própria inspiração.
—  Vitória Lázaro, Re—clamar.
❀ status religiosos

Pai, tá difícil manter o caminho, tenho andado em meio a espinhos.

Mesmo sendo falho, mesmo sem merecer, Deus me ama.

Pai, eu nem sei o que te falar, mas eu quero recomeçar… Me ajuda neste instante.

Se estou fraco, se eu estou caído, Ele não deixa de me amar.

Faz-me Teu servo, Senhor, me livra do mal.

Deus me ama e Ele está sempre de braços abertos pra mim.

Deus me amou tanto que entregou Seu filho para morrer em meu lugar.

Até sem palavras Ele vai te responder! Pois Ele entende quando você quer chorar!

O mundo pode até fazer você chorar mas Deus te quer sorrindo.

Entregue sua vida e seus problemas, fale com Deus, Ele vai ajudar você.

Mesmo sendo assim, pobre pecador, Deus me ama.

Por toda a minha vida, ó senhor, te louvarei.

E ainda se vier noites traiçoeiras, se a cruz pesada for, Cristo estará contigo.

Quero me prostar, vou me derramar aos teus pés, Senhor.

É Ele o autor da Fé, so princípio ao fim em todos os seus tormentos.

Deus me ama e o seu amor é tão grande, incondicional.

Me humilho aos seus pés porque santo tu és, vem meu louvor receber.

Me ajude a ser fiel, eu quero chegar no céu e te abraçar, Senhor.

Deus está aqui neste momento Sua presença é real em meu viver.

Deus te trouxe aqui para aliviar o teu sofrimento.

Após a dor vem a alegria, pois Deus é amor e não te deixará sofrer.

Como antes sempre esteve do teu lado, Deus está contigo.

Na frente de Deus eu desabo, me humilho, mostro em lágrimas a minha pequenez, e Ele todo bondoso me abraça, e diz: Filho, eu te fiz pra vencer!
—  Fala Deus!
A verdade é essa: eu me humilho e imploro seu amor. Mas eu sei bem que amor não se pede, não se implora. Eu estou indo, talvez você sinta raiva, fique triste ou nem note. Eu não posso passar o resto da minha vida ficando triste porque você não está aqui comigo. Então me desculpe por desistir fácil e ser covarde mas tudo isso está me sufocando e eu jamais seria tão forte pra lutar pelo seu amor pra sempre.
—  Michilin. - Adeus, outro amor.
Sempre eu que me humilho, que sempre pede desculpas, e voce? Faz algo? Não, voce espera eu me humilhar para voce, por que sou trouxa o suficiente para não suportar ver voce brabo comigo.
—  Kate Prado
Essa dissipação das trevas é apenas o começo? Ou já estou chegando ao fim? O que é aquilo logo à frente? Não consigo ver direito, minha visão está turva demais. Se parece com uma saída, não tenho certeza. Será a tão famosa “luz no fim do túnel”? Ou será que é apenas a minha imaginação me pregando uma peça? Pelos deuses, alguém me ajude! Não consigo me mover! Me soltem! Me livrem dessas correntes sujas de ódio e desespero, não tenho forças para sair sozinha. Alguém me ajude! Eu imploro, suplico, me humilho. Faço o que for necessário, mas por favor, me ajudem!
—  Zoey Simons

anonymous asked:

Queria ser tão confiante quanto vc pra me amar e amar minha vida.. porém não amo, fazer oq né

sabe quando valorizei minha vida? quando eu vi eu me humilhava muito por quem não merecia, hoje? não me humilho nem por quem merece, quem quiser me amar, será assim

mandem perg de qualquer tipo, q vou mandar a real, bora sair do tédio

Ta no culto… Cultua direito, e se derrame todo na Presença do Rei !
—   <3
Sim, eu choro na Presença d’Ele;
Eu me Humilho na Presença d’Ele;
Eu Adoro Somente ELE !!!!
Ao todo Poderosos Lindo…

Imagine - Zayn Malik

Bufei pela milésima vez em menos de cinco minutos. Eu não aguentava mais receber aquelas mensagens do meu namorado durante a aula, meu celular vibrava insistentemente na mesa ao lado dos livros como esconderijo.

“Por que essa demora pra descer? Tem algum cara te cantando por aí e você deve estar adorando. DESÇA AGORA, (S/N)!”

Destravei o celular olhei a mensagem novamente e fiz questão de desligá-lo o mais rápido possível porque logo logo Zayn ligaria pra me atormentar. Hoje ele estava mais ciumento e possessivo que o normal. O sinal bateu e eu respirei fundo e liguei o celular novamente antes de começar a descer as escadas ao lado de todo mundo que cursava naquele horário. Ao chegar no portão, do outro lado da rua, pude ver Zayn escostado na lateral do capô do carro, com os braços cruzados acima do peito, a boca bem fechada numa linha dura e seus óculos escuros não escondiam que ele me encarava.

- Decidiu parar de brincar comigo? - Comentou sereno.

- Não me venha com idiotices.

- Idiotices? - Ele riu fraco descruzando os braços e dando um passo pra frente. - Quem era o filho da puta que estava te querendo?

- Ninguém Zayn! Eu estava tendo aula, normal das faculdades, não acha? - Revirei os olhos e ele segurou forte em meus braços e me sacudiu.

- Você é minha! Quando eu mandar você descer, é pra você descer.

- Zayn, você está me machucando.

- Não me importo. - Apertou mais forte, porém me soltou logo. - Entre no carro.

- Com você desse jeito? Nunca. - Bati o pé no chão fazendo-o grunhir.
- Entre.

- Não. - Dei um passo pra trás e ele rapidamente me segurou por um braço e a outra mão parou em minha cintura num aperto firme, sem chances de escapatória.

Fui arrastada para dentro do carro e jogada no banco do passageiro com agressividade. Zayn fechou acionou o alarme do carro pra trancá-lo comigo dentro e quando chegou no banco do motorista destravou e entrou. Lágrimas escorriam por meu rosto e um choro silencioso se iniciava, Zayn não se importava com isso mesmo.

Ele girou a chave ligando o carro e colocou o pé no acelerador, mas não saiu do lugar. Como? Olhei pra ele e o vi encarando George, o rapaz que há umas semanas atrás me chamou para sair achando que eu não tinha namorado. Zayn olhou mais uma vez para os lados da rua e com um sorriso de canto acelerou de vez em direção a George que estava na esquina da faculdade com um grupo de meninas da sala.

- Para! - Eu gritava batendo em seu ombro com dificuldade por conta do cinto que eu não havia notado que ele tinha colocado em mim.

- Esse desgraçado vai aprender a não mexer mais contigo.

- Zayn…

- Eu não vou matar ele. - Riu e no momento seguinte fomos jogados com tudo pra frente fazendo-me bater com a testa no painel. - É só um susto. - Seu sorriso ainda estava grudado em sua face.

Ao olhar pra frente, notei que estávamos no lugar onde George conversava com as meninas, mas nenhum deles apareciam no meu campo de visão até ver George se levantando do chão todo sujo de sangue por conta de algumas fraturas, acredito que no susto ele empurrou as meninas e se jogou no chão. Zayn retirou o cinto rindo e abriu a porta.

- Boa tarde, tampinha! - Ele gritou para George que estava ajudando as meninas a recolher suas coisas do chão.

- Não quero papo contigo, cara. - George respondeu.

- Tem medo de mim?

- Você? - O loiro encarou Zayn dos pés a cabeça com desdém e riu baixo voltando a sua tarefa. - Só não te denuncio ou bato em você em nome da (s/n).

- Não preciso da (s/n) pra me defender e nem uso ela como desculpa por ser molenga. - Provocou George que levantou e se aproximou dele.

- Eu respeito as mulheres. - Empurrou Zayn pelo peito com uma mão.

- Vá para o inferno! - Meu namorado gritou empurrando ele também.

- Zayn! - Eu gritei saindo do carro com a mão na cabeça. Um pouco de sangue saía da testa. - Vamos embora, por favor.

- (s/a), você está bem? - George perguntou preocupado.

- Sim, George. Foi o impacto, apenas. Obrigada e… Desculpe. - Oh céus, eu estava morrendo de vergonha.

- Não foi nada, graças a Deus. - Ele me olhava com pena, sim, eu estava digna de pena naquele momento. Com um namorado descontrolado daqueles…

- Ela é MINHA namorada seu babaca, trate de ficar na sua. - Zayn berrou. - Entre no carro, (s/n)! Já! - Aproximou-se do carro e eu entrei às pressas colocando o cinto.

Zayn deu um cavalo de pau chamando a atenção de todos que estavam na frente da faculdade e saiu numa velocidade monstra em direção à rua de trás. Ele bufava fortemente enquanto dirigia apertando o volante. Eu estava encolhida no banco tentando normalizar meu equilibrio perdido por conta daquela maldita batida no painel.

- Você me humilhou na frente de todos. - Zayn esbravejou apertando ainda mais o volante e passando a marcha.

- O quê? - Eu não estava acreditando.

- Isso mesmo. - Gritou.

- Você me faz passar a maior vergonha de todos os tempos e eu que te humilho? - Não me contive e alterei o tom de voz.

- Você acha que manda em mim? Você gritou na frente daquele imbecil, porra! - Esmurrou o volante e meu medo aumentou.

- Zayn, para com isso. Pra onde estamos indo?

- Só quero conversar com você, só quero conversar com você… - Repetiu trocentas vezes e eu estava suspeitando de algo. - Prosseguiu dirigindo e mais na frente nós observamos uma viatura da polícia que com a velocidade de Zayn não hesitou em nos seguir.

Ao olhar o marcador de velocidade, vi que estávamos a 110 km/h pelas ruas quase desertas de Londres. Zayn olhava para o retrovisor rindo sabendo que os policiais não poderiam ver seu rosto por conta do vidro fumê grave. O carro fez uma curva completamente fechada e devido a velocidade eu achei que fôssemos capotar, mas isso por milagre divino não aconteceu.

- Sorria meu amor. - Zayn segurou meu queixo e virou pra ele. - Eu te amo. Isso é por você. - Acelerou mais e entrou em duas ruas rapidamente e ao virar pra trás não constatei mais nenhuma viatura. - Esse carro não é meu e muito menos essa placa, fique tranquila.

Eu já chorava desesperadamente. Como ele tinha a coragem de dizer que me ama numa situação dessas e que ainda está fazendo isso por mim? Canalha. Eu não posso bater de frente com ele agora… Ou posso? Nada aqui faz sentido. Nada. Zayn entrou num estacionamento abandonado e parou o carro suavemente em comparação às outras vezes.

- Eu não suporto te ver perto de um homem. - Ele disse de dentes cerrados virando em minha direção. - A não ser que seja seu pai. - Riu fraco.

- Quero que me diga uma coisa.

- Que adrenaliana boa! - Ignorou minha frase esticando-se despreocupadamente no banco e pondo a cabeça pra trás.

- Zayn…

- Eu sou um namorado perfeito. - Riu preguiçoso.

- Você usou droga? - Ele ia falar mais alguma bestera, mas quando entendeu bem o que eu havia perguntado quase deu um pulo do banco.

- O que disse?

- Você está sob efeito de drogas, Malik?

- O que acha? - Riu alto dessa vez. - Usei, mas já faz um tempo. Estou sóbrio.

- Não acredito que esteja sóbrio. - Comentei sentindo um aperto no peito. Meu celular tocou.

- Quem é? - Perguntou grosso retirando o celular da bolsa. - George. O príncipe George.

- Ele deve estar preocupado. Zayn, ele é meu amigo.

- Dane-se seu amigo. - Conferiu o celular novamente e jogou ele pela janela fazendo-o bater numa coluna e cair no chão completamente despedaçado.

- Que merda você fez, Zayn? - Eu gritei retirando o cinto e esmurrando meu namorado onde dava.

- Você acha que eu vou deixar você de papinho com aquele desgraçado? - Segurou meus pulsos fortemente deixando-os instantaneamente vermelhos.

- Me solta.

- Quer se comportar como uma vadia?

- E se for? - Ao dizer isso, sem mais delongas, levei um tapa tão forte quanto o apertão que eu levava.

- Nunca mais repita isso.

- E você nunca mais encosta em mim. - Gritei fervendo de ódio e lhe devolvi o tapa com o dobro de força. - Está tudo acabado, Zayn! Eu não aguento mais isso!

- (s/a)… - Ele tentou falar.

- Vá para o inferno. - Usei de suas palavras com George. Saí correndo do carro e andei o mais depressa que consegui para fora daquele estacionamento. Entrei numa loja de departamento próxima dali e me misturei no meio das pessoas que ali transitavam. O amor que eu sentia por Zayn infelizmente não conseguiu se sobressaltar a esse problema e principalmente não conseguiu vencer esse tapa dado em meu rosto. Agora eu sentia ódio do Zayn.

Sou uma idiota. Me entrego completamente aos sentimentos, não penso antes de dizer tudo o que sinto por alguém, corro atrás e as vezes até me humilho, aceito todas as desculpas, fingo que nada aconteceu, me acomodo com o pouco, não exijo mais, dou gargalhadas onde não há risos, passo dias pensando em como ser melhor mesmo sabendo que esse é o meu limite, invento poesias ridículas querendo ser algo fofo e acabo sendo piada, ouço o nada e vejo o tudo. Eu realmente sou uma completa idiota. Socorro.
—  Sonhavam
Eu choro, me humilho, grito, imploro atenção, desfaço meu orgulho, escancaro meus sentimentos, mas uma hora eu canso. E quando eu cansar, todas tuas tentativas de me atrair de volta serão falhas. Escreve o que eu digo: não queira me perder.
—  Hiago Gomes.
Acho triste, acho tão triste. É uma tristeza esmagadora e ridícula, como se alguém tivesse morrido quase. Eu fiz de tudo, fiz mais do que imaginava que conseguiria fazer, passei por cima do meu orgulho, passei por cima de mim mesma até, de tudo que eu sempre acreditei. Acho que nunca imaginei que eu me anularia tanto por alguém que impossível cagar mais. Eu fui atras, mandei mensagem, praticamente implorei, e ele pra variar não fez nada. Nem se deu ao trabalho de dizer alguma coisa, nem que fosse pra me mandar parar de aparecer na porta dele. Mas eu continuo chorando. Não importa o que eu faça ou o quanto ele não se importe, parece que eu nunca vou acabar de chorar, sempre tem mais uma vez. Eu falo, eu choro, eu me humilho, e ele sempre apático sentado observando sem uma palavra sobre. Acho que é o que mais me incomoda, me coloquei tão transparente e ele continua fechado no próprio mundo sem se expressar. Totalmente indiferente a tudo, indiferente a mim.
—  O pior silêncio do mundo é o dele.
Eu estou triste. E perdida. E sozinha. Você jogou todos os nossos planos na porra de seu abismo de planos e sonhos que nunca se realizam, e isso eu nunca vou conseguir entender. Nunca vou entender você e o porquê você some quando eu mais preciso, e me esquece quando eu te lembro, e não me ouve gritar. Porque você sai e não me leva, não vê que eu iria pra qualquer lugar contigo? E isso me mata. É tão doloroso gostar de alguém que chega a ser patético. E eu sou, patética. E eu ligo, eu choro, eu me humilho e eu te peço pra ficar. Eu grito até você voltar. Eu pego as migalhas e sorrio como quem acaba de ganhar a lua. Que estúpida. Que tristeza ter os restos de um sentimento mendigando, enquanto o que eu sinto de mais lindo é só para você. Que desespero sorrir enquanto você fala que ama outra, só pra não te perder. Só pra te ter aqui mesmo sabendo que isso me machuca, porque é pior ainda o sentimento de vazio quando você saí. Então eu suporto suas idas e vindas, seus amores que nunca são eu, suas crises de raiva, seus defeitos. Eu abracei até os seus medos e ainda assim, agora, não tenho você.
—  Rê.