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El sistema de metro de Tenochtitlan.

Una de esas curiosidades que uno se encuentra en internet. Un mapa que muestra cómo se vería la línea del metro de la ciudad de México con los lagos de Tenochtitlán. Está publicado en una wiki muy curiosa de historia paralela que habla de Tenochtitlán como si no hubiera sido destruida. El sitio está en inglés y lo pueden ver aquí.

Parágrafo primeiro, duas vidas paralelas com historias diferentes e a distancia entre elas. Num esbarro inesperado as paralelas se cruzaram e o que era diferente começou a ser notado. Um romance escrito a caneta preta de tinta permanente; descrevendo um canto, um conto e um sorriso indecente. Dois passos separavam o que se tocava com o olhar, essa mania a distancia era a melhor forma de paquerar.
 Parágrafo segundo; o jeito, o cheiro e, enfim, o beijo. A brisa fria e os corpos quentes complementando o desejo. Dançando ao som de solo do vento, sem batida nem melodia. Fazendo do mar sua platéia, que volta e meia aplaudia. Com suas vírgulas e parênteses, suas aspas e seus pares. Era escrita uma história cheia de “onde” que não eram lugares. “Onde” às vezes era alguém que era casa, aconchego e lar. E nessas crases tão cheias de crises, se põe outro parágrafo pra recomeçar.
 E entre tantos paralelos, tantos paradoxos e metáforas, baseando um sentimento bem além das leis da gramática. Porque isso não se descreve, não se cria e não se compra. É aquele tipo de coisa que só colhe quem o planta. E entre essas maneiras de se mostrar sempre presente e de importância aparente não é opcional. O que leva a perseverança e aumenta a fé é saber que esse romance não tem ponto final…
—  Além das Leis da Gramática