highway 52

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French light tank Renault AMR VT., 1933 Combat weight - 5.5 tons. the Crew - 2 people Armament 1 machine gun caliber 7.5 mm. Booking - 5-13 mm. Engine - Renault 84 HP road Speed of 54 km/h. cruising on the highway - 200 km.
British light tank MkI (A4E10). Combat weight - 4,43 t Crew - 2 people Armament - one with 12.6-mm machine gun, one 7.71-mm machine gun. Booking - a forehead of the body - 18 mm Board - 12 mm. Engine “meadows 6ЕРС”, 56 HP Speed on the highway is 52 km/h. cruising on the highway - 260 km.
Swedish light tank La-100. The combat weight of 4.5 tons Crew - 2 people Armament - a gun of calibre 20 mm and two machine guns. Booking - 9 mm. Engine “Busing”, 130 HP Speed on the highway - 60 km/h. cruising on highway - 185 km.
Japanese light tank “2597” TK. Combat weight - 4,75 t Crew - 2 people Armament one 37-mm gun, 1 machine gun. Booking forehead housing - 12 mm Board and 16 mm, the tower - 12 mm. Engine - 4-cylinder diesel 65 HP Speed on the highway - 40 km/h. cruising on the highway - 250 km away.

"E, contudo, para mim, que é esta quintessência do pó?"

Se todo coração resulta numa força de princípio caótico e paradoxal - humano. E cada movimento traz em ondas e sentidos uma complexidade absurda - humana. Assim somos. No dito diário renascimento - auto-renascimento -, sem qualquer aposta de que haja um final, muito menos - muito, muito menos - princípio de letra inicial.

Digamos, só por dizer, que a vida seja um V, e não aquela silenciosa lemniscata.

(Sob o chão, uma semente inocente crescendo para quebrar o asfalto de uma highway.)

Eu penso, com 52 quilos e ramificada em labirintos, sobre Marços e mãos. Vinte e um anos que me atravessam das vértebras cervicais até o umbigo, e quase não existe a morte (me disseram que a morte é o agora, mas não existe o agora, só o verbo existir). Você não crê na eternidade. Você não percebe que há luz diante e atrás do teu corpo, e que nada permanece num único lugar, e que tudo independe de tudo, mas está alinhado ao tudo também. Então, repito e aponto (meio que choro e te vejo no oposto), esperando que perceba que no meu corpo também só reside o infinito. Que você parece enxergar melhor assim. Sendo um fantasmo do que há em meus olhos.

Se existisse alguma verdade, decerto esta seria a beleza da imperfeição.

Dos pós que te compõe em camada que te compõe em músculos que te compõe em peito que te compõe em homem que te compõe em história. Cada instante possivelmente maculado porque o amor só existe na distorção. E eu sinto amor no teu espaço-tempo. Mesmo fantasmagórico.

Se existisse alguma mentira, decerto esta seria a perfeição do não-visto.

Há o que temer quando se traz a possibilidade de todas escalas anotadas no antebraço? E visto que no antebraço não há escrita coisa alguma?

Eu quase vibro quando noto que não desaparece sequer um átomo do universo - quando a gente parte e se despede. E que se tudo se desenrola em caos e caos, esse é um plural só. E que a gente só nasce dos acidentes.

Nos meus sonhos há sempre um segundo de perdão - um segundo total. Quando desperto, muito pouco pesa. E o V se converteria numa espiral.

Clau