hail to the queing

Eu sei que o trabalho de agente requer esforço, mas acho que Nick Fury poderia ter designado a qualquer um a missão de proteger o cara que quase me matou há anos atrás.

Observei o homem de cabelos compridos se afastar da frutaria e partir rumo a uma pequena e modesta banca de revistas. Quem lê revistas hoje em dia? James Buchanan Barnes.

Após entregar o dinheiro e dizer algo em romeno, Bucky saiu andando pela rua movimentada. Um boné e roupas simples, aparentemente, conseguiam esconder do mundo quem você era e por que estava se escondendo. Já vi alguém fazer isso quando estava sendo perseguido, meu querido amigo Steve Rogers que, por acaso, é um dos motivos de eu estar há dias observando, de longe, esse homem lindo e aparentemente inofensivo.

Algo deveria estar acontecendo. Um comboio aparecer batendo em vários carros causando o caos, e dele saindo vários agentes disfarçados de policiais, partindo para cima do Soldado Invernal. Então, eu heroicamente apareço para ajudá-lo. Após todos os agentes estarem caídos, mortos, o Soldado pergunta quem eu sou, e lhe digo que estou aqui para protegê-lo. Isso me faria sentir uma Vingadora.

Infelizmente, nada estava acontecendo. A coisa mais interessante que o assassino mais perigoso do mundo fez hoje foi rir de uma conversa que ouviu de duas senhoras no supermercado.

Bufei, sentindo todo o tédio do mundo me engolir.

— Que inveja da Romanoff — falei para mim mesma, lembrando que agora, Natasha deveria estar com o Clint, em missão.

E lá estava eu, novamente, seguindo o ex-agente da Hydra até sua casa. Já sabia o caminho de cor e, com sorte, não seria vista por ele, isso estragaria o disfarce.

Ele entrou em um beco mal iluminado por conta do horário. Parecia que há segundos atrás era uma manhã ensolarada e propícia para uma praia e churrasco, mas agora já deveriam passar das 17h da tarde.

Voltei a prestar atenção no homem mais á minha frente, que estranhamente havia sumido. Sutilmente, minha mão encontrou a 9mm presa no cós da minha calça. Porém, antes que eu pudesse fazer alguma coisa, fui surpreendida por um grande e um tanto violento empurrão, e bati contra a parede, sendo cercada por grandes braços. Um deles, de metal.

— Por que está me seguindo? — ele falou alto o suficiente para que apenas nós ouvíssemos. Não respondi, estava perto o bastante para matá-lo ali na hora, mas o discurso de Nick foi claro: proteja-o. Não o mate, em circunstância alguma, mesmo se você se lembrar do seu passado. — Vou perguntar mais uma vez — ele se aproximou, ameaçador. — Você é uma deles? Quer me levar de volta, não é?

Muitas imagens se passavam pela minha cabeça, e uma delas era o Soldado Invernal com suas grandes mãos ao redor do meu pescoço. Um carro em chamas em meio a neve e um par de olhos azuis sobre mim, sem qualquer brilho.

— O quê? — indaguei, finalmente voltando à realidade. — Não, eu não sou da Hydra.

— Não minta pra mim — ele rosnou e apertou meus braços, e seus olhos pareciam… amedrontados?

— Escuta, sei que está traumatizado, eu também estaria — empurrei seu peitoral absurdamente definido para quem estava vivendo apenas de fast food, e me livrei da dor nos braços por conta de seu aperto. — mas vamos deixar uma coisa clara, ok? Nunca mais faça isso de me surpreender. Quase te dei um tiro.

— Quem diabos é você?

Sorri com a expressão confusa em seu rosto.  

— A Romênia é um lugar lindo, e sem duvidas o ultimo lugar que a Hydra te procuraria — ri, voltando a andar e ele começou a me seguir. — Mas você não está mais seguro aqui sozinho. E a pedido do meu chefe, Fury, e do seu melhor amigo, Capitão América, estou aqui para te proteger.

Bucky parou, me fazendo parar também, agarrando minha mão.

— Você conhece o Steve?

— Sim — assenti. — E você também, já que se lembrou muito rápido. Conseguiu suas memórias de volta?

— Não vou te falar, não conheço você — ele disse, cruzando os braços como uma criança mimada.

— Posso assegurar que você me conhece sim — repeti seu ato, cruzando os braços também. Agora éramos duas crianças mimadas. 

— Do que quer que você esteja falando, me desculpe. Não tenho nada a ver com isso — ele se virou de costas, apertando os punhos.

Eu estava voltando a me lembrar do passado, e aquilo não era bom.

— Tente lembrar da missão na Rússia, em 2005. O Soldado Invernal faz um carro perder o controle, sair da estrada e bater contra uma grande rocha. — disse, já sentindo o sangue quente subir por minhas veias. Queria parar, mas eu simplesmente não conseguia. — No carro havia um casal de cientistas e suas duas filhas. Mas o alvo era o que o casal levava na maleta debaixo do banco, não é? Nem que para conseguir aquilo tivessem de matar uma família inteira. Ainda bem que uma das filhas sobreviveu.

O observei se afastar lentamente e me arrependi de tê-lo feito lembrar de tal coisa. Eu me lembrava daquilo todos os dias ao acordar e ao ir dormir. Me sentia culpada por não ter feito nada, mas como uma garota de nove anos poderia salvar sua familia? 

Respirei fundo, contando até dez. Tenho feito muito isso.

Acalme-se, ele é sua missão.

Agora peça desculpas à ele.

— Me desculpe — falei, passando as mãos pelo rosto. — Eu não consigo calar a boca quando estou nervosa.

Ele suspirou, soltando uma leve risada sem graça.

— Eu a fiz sofrer e mereço isso. Sou um monstro, não posso confiar em minha própria mente.

— Sei que não foi sua culpa — falei, e ele me olhou profundamente. — Mas é sua obrigação garantir que aquele monstro nunca mais te domine.

— Eu não quero mais ferir pessoas — ele disse.

— Eu sei — assenti, pondo as mãos na cintura, imaginando o que faria em seguida. Abraçá-lo? Não, contato físico depois de um momento constrangedor como esse não era uma opção.

Mais uma vez senti inveja da Natasha, ela sempre sabe como agir em situações como essa.

— Escuta, o que é aquilo? — o chamei, olhando para o fim do beco, na rua, onde uma van havia parado e dela vários homens vestidos com roupas da força tática desceram, andando armados até os dentes.

Bucky olhou na mesma direção, arregalando os olhos, surpreso. Devo dizer que eu também estava.

— Achei que não fosse da Hydra — ele rosnou, e em um segundo já estava correndo.

— Mas eu não sou! — murmurei, ofendida. — Droga, droga, droga!

Com um impulso, comecei a correr em sua direção, ouvindo tiros muito perto de meus ouvidos. Para o meu azar eu só tinha uma arma. Uma arma e um sonho. Será que é cedo demais para piadas?

Só me restava correr, atirar e tentar não ser baleada. 

Avistei Bucky virando a esquina, agora tudo estava mais escuro e o céu tomava uma coloração entre azul claro e roxo, estava bonito mas eu não tinha tempo para apreciar o melhor momento do dia. Não, não. Meu desejo por ação estava se realizando, mas não era exatamente como eu queria. Eu gostaria de ter uma metralhadora comigo.

Para desviar de um agente, puxei do cinto uma corda com um gancho e a lancei na direção de um prédio, fazendo-a prender-se perfeitamente na grade de uma janela.

Fui puxada para cima, e consegui me apoiar em uma escada de ferro, observando os capangas da Hydra apontarem suas armas para mim lentamente.

Eu aceito a derrota, mas não sem lutar.  

Peguei rapidamente a 9mm e atirei, acertando a perna de um deles. Isso me deu tempo para correr, mas logo ouvi um outro tiro passar muito perto de mim. Me virei e atirei novamente, duas vezes, acertando a lataria de um carro.

— Hail Hydra — fui surpreendida por um homem que me encurralou, deixando-me sem qualquer espaço para fuga. Tentei acertá-lo com um soco, mas ele o bloqueou, desviando também de um chute que o acertaria perfeitamente na cabeça.

Aquilo não estava adiantando e eu não fazia a menor ideia de onde o Bucky poderia estar.

Bloqueei um golpe vindo do agente, desferindo um chute em seu abdômen que o fez perder o equilíbrio. Atirei nele, e o acertei no braço. Enquanto ele se levantava, consegui correr e saltei para uma sacada, me segurando para não cair. Logo consegui avançar, pulando para outra, e outra. 

Fui puxada para dentro de um apartamento e novamente, pela terceira vez no dia, jogada contra a parede, desta vez uma enorme mão pousou sobre minha boca, me fazendo grunhir alto, mas o homem fez um sinal para que eu me calasse.

— Eles estão aqui ao lado — Bucky sussurrou tão baixo que quase não o entendi. 

— Me solta! — sussurrei de volta, empurrando-o com raiva. Eu já estava ficando cheia disso. — Não suma da minha vista desse jeito novamente!

— Por quê? — ele indagou, com um sorriso. — Sou um assassino perigoso, lembra? Não preciso de uma babá. 

— Babá? — murmurei, ofendida. — Eu sou uma agente treinada.

— Não duvido — ele se esticou para observar por uma fresta entre duas paredes. Aquele lugar deveria ser um apartamento abandonado pela quantidade de móveis empoeirados e quebrados.

Ao observar que estava sem munição, me abaixei, tirando das botas duas Sai e as empunhei. Vi Bucky me olhar de soslaio, provavelmente estranhando o fato de eu ter armas ninja escondidas nas botas. Apenas dei de ombros e ele voltou a observar a movimentação dos agentes da Hydra.

— Eles estão muito quietos — ele comentou, virando-se de costas para me olhar. Nisso, percebi um agente aproximando-se por trás dele com alguma arma da qual nunca vi, apontando-a para Bucky.

— Cuidado — saltei, bloqueando o ataque da arma, e Bucky  tratou de nocauteá-lo.

Ele assentiu, agradecendo silenciosamente.

— Esse prédio tem uma escada externa, vamos — ele agarrou a minha mão, puxando-me janela afora, até que encontramos a tal escada, e de brinde, dois agentes nos esperando.

Merda.

Saltei, caindo perfeitamente no chão e derrubei um agente. Me levantei e consegui desviar de uma rasteira, bloqueando também um golpe que vinha em minha direção. Bucky acertou um chute no tórax do outro, que voou com o impacto e, com seu braço de metal como um escudo, parou os tiros que o acertariam.

Corremos dali rapidamente, finalmente encontrando pessoas que não queriam nos matar. Ambos ofegantes, nos permitimos nos esconder  e respirar por um minuto.

— Acho que agora posso confiar um pouco em você — ele riu, abaixando-se e apoiando os braços nos joelhos.

— Você acha? — indaguei com ironia.

— Sim — ele assentiu. — E eu nem ao menos perguntei o seu nome.

Sorri.

— S/N — disse. — Prazer em conhecê-lo.

anonymous asked:

sempai!, leyo el manga de este mes de "watashi ga motete dousunda", (si no lo conoce le recomiendo el anime/manga) estuvo hermoso con decirle que si no hubiera sido de noche escuchaba mi grito donde quiera que este.

HAIL SENPAI!!!
Pero me dieron pena los demas!!!! ;-;/

Satã: o fogo que arde em minha alma; a chama que em mim habita sem me consumir. Permita que meus desejos e vontades não sejam apenas reflexos da alma, mas sim elementos do meu viver. Me derrube, mas mostre como levantar; me queime, mas me ensine a renascer. Palavras não podem te definir ò pai do prazer, do desejo, do homem e da humanidade. Habite-me assim como eu o habito. Hail Satan!

Lúcifer: pai da sabedoria e mestre da iluminação. Emane sua luz em meu caminho para que assim eu possa traçar meu rumo. Mostre-me a luz no fim do túnel; alimente minha fé para que com ela eu possa realizar minha vontade. Seja como o vagalume na escura caverna; guie-me; e assim viveremos como eternos irmãos. Agios Lucifer!

Belial: senhor da terra e rei da magia. Permita que eu use de teu poder para realizar meus objetivos; permita que a magia faça parte de mim e que com ela eu possa transformar o mundo em que habito. Seja meu chão, minha base meu irmão; o poder humano que há em minha alma; o poder mágico da natureza. Ave Belial!

Leviatã: Sombra do passado, presente e futuro. Seja meu mestre e professor, meu aliado e meu adversário. Lute comigo e ao mesmo tempo contra mim; seja o amor e o ódio. Seja a escuridão da minha alma e permita-me adentrar suas profundesas. Mostre-me o mapa do tesouro, o conhecimento oculto nas trevas e o mistério por trás de sua existência; seja a sombra de minha luz, a serpente abissal - o misterioso guia que vaga pelas profundesas de meu espírito. Hail Leviathan!

Assim seja, assim sera! lml Shemranforash!

*oração do dia*

- Juan

Tengo un idiota dentro de mí, que llora,
que llora y que no sabe, y mira
sólo la luz, la luz que no sabe.
Tengo al niño, al niño bobo, como parado
en Dios, en un dios que no sabe
sino amar y llorar, llorar por las noches
por los niños, por los niños de falo
dulce, y suave de tocar, como la noche.
Tengo a un idiota de pie sobre una plaza
mirando y dejándose mirar, dejándose
violar por el alud de las miradas de otros, y
llorando, llorando frágilmente por la luz.
Tengo a un niño solo entre muchos, as
a beaten dog beneath the hail, bajo la lluvia, bajo
el terror de la lluvia que llora, y llora,
hoy por todos, mientras
el sol se oculta para dejar matar, y viene
a la noche de todos el niño asesino
a llorar de no se sabe por qué, de no saber hacerlo
de no saber sino tan sólo ahora
por qué y cómo matar, bajo la lluvia entera,
con el rostro perdido y el cabello demente
hambrientos, llenos de sed, de ganas
de aire, de soplar globos como antes era, fue
la vida un día antes
de que allí en la alcoba de
los padres perdiéramos la luz.

Leopoldo María Panero

"Amando Jah, eu e eu vou prosperar
Que sua luz e sua prosperidade esteja sempre no ar
Peço também que proteja eu e todos os meus companheiros
Que o seu amor e sua prosperidade esteja sempre com eles
Por causa da força do altíssimo Jah Ras Tafari, eu e eu renuncio a tudo que tenho JAH! Ras Tafary! Haile Selassie..."